O rabão da Mili 6

Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade

Depois de alguns minutos grudados um no outro, em silêncio, decidimos sair do chuveiro. O vapor da água quente já estava transformando aquele espaço numa sauna. Deslizei a porta pelo lado de trás e finalmente escapamos daquela prisão vaporosa.

Fechei o registro da água quente e passei uma toalha pra ela secar aquelas curvas carnudas, enquanto eu pegava outra.

Nossa... que pequenininho... ela disse sorrindo, olhando pra minha entreperna.

Ei, você já viu e já sentiu (até sofreu) quando ele tá inspirado... protestei, ao perceber que meu pau tinha encolhido ao máximo depois do banho e das três espremidas que a Mili tinha dado nele naquela noite.

Eu sei, bobinho... respondeu me abraçando com carinho, achando que ia acalmar meu ego supostamente ferido.

Você não se secou direito... falei ao sentir ela de novo.

Então me ajuda... respondeu toda provocante.

Não recusei o convite. Enquanto ela secava o cabelo, eu secava as curvas harmoniosas dela. Protegido pela toalha, minhas mãos percorreram cada cantinho do corpo dela, arrancando mais de um sorriso safado.

Ei... aí não... exclamou rindo, quando minhas mãos se enfiaram no espaço entre as bundas dela.

Ainda tá molhado... falei me desculpando.

Ela não reclamou, me deixou agir, embora eu tenha notado uma careta de dor quando rocei o cu dela. Bom, já foram duas vezes essa noite naquele cu ainda pouco experiente, o que esperava... pensei comigo.

Sem me lamentar por isso, minhas mãos subiram, buscando me deliciar com os outros atributos dela, até chegar nos melões. A pele dela se arrepiou quando eu apertei, os bicos dos peitos ficaram duros feito pedra... a mesma dureza foi aparecendo no meu pau.

Mili, de costas pra mim, continuava secando o cabelo nervosamente, com a toalha na cabeça, o pescoço desprotegido. Me aproximei dela e, brincando, beijei a linha entre o pescoço e o ombro dela. Pelo espelho na nossa frente... note como essa simples carícia desmontou ela completamente, ela soltou um suspiro excitado e, fechando os olhos, virou-se para mim, em busca de um beijo.
Fazia pouco que eu tinha descoberto a fraqueza dela, ou a fascinação pelo prazer que o sexo anal lhe causava. Agora, parecia que eu tinha encontrado um ponto fraco na anatomia dela, talvez um ponto G, um ponto que, ao ser tocado, despertava toda a paixão dela.
Me inclinei para corresponder aquele beijo, a respiração ofegante dela me dizia que a excitação dela só aumentava. Nossas toalhas escorregavam pelos nossos corpos até caírem no chão.
Minha nova ereção era evidente. Pela diferença de altura, a Mili estava sentindo a dureza do meu pau no umbigo dela. Talvez por instinto, meu pau buscava se enfiar naquela cavidade, embora fosse pequena demais para satisfazer minhas necessidades e as dela.
Foi assim que a Mili entendeu. Ela começou a me abraçar pelo pescoço, tentando subir em mim. Queria encontrar um jeito de meu pau não pressionar o umbigo dela, mas sim outro dos buracos dela.
Motivado pelos beijos lascivos dela, pelos peitos dela me apertando com o vai e vem da respiração, pelo desespero e ansiedade dela para que eu a penetrasse de novo, e com meu pau fervendo de vontade de provar a carne dela novamente… não pensei duas vezes… minhas mãos pararam de acariciar as costas dela, deslizaram até a cintura, tocando a bunda dela até as coxas. Minhas mãos se firmaram nelas e eu a levantei…
Ohhh… siiiim… ela exclamou, surpresa e agradecida.
Eu a mantive erguida bem alto por uns instantes, com os peitos inchados dela na altura da minha boca. Chupei as tetas suculentas dela, puxei os bicos dos peitos dela e sentia ela tremer de prazer…
Jááá… por favor jááá… faz isssooo… ela me implorava.
Entendi que ela queria ser penetrada. Fui descendo ela devagar, até meu pau roçar o púbis dela… Nessa ação desconfortável, a cabeça do meu pau passeou pelos lábios da buceta encharcada dela. Um tremor percorreu ela enquanto meu pau deslizava até o cu dela…
Olhei pra ela, ainda excitada, mas com uma expressão de Desconfiança me deu a aprovação dela, ainda sentia o esfíncter dolorido… fui deixando ela cair, meu pau foi se enfiando no cu maltratado dela, ela resistiu, mas segundos depois os dedos dela arranhavam meu pescoço e minhas costas, a dor tava ficando insuportável pra ela…
Não auuu… espera nãooo… ayyy… melhor nãooo… por aí não… ela implorou, Mili visivelmente dolorida.
Tá bom… respondi e, atendendo ao pedido dela, fui levantando ela, tirando a cabeça do meu pau do cu ferrado dela.
Naquele momento, nem ela nem eu sabíamos que instantes depois, tomada pela excitação, ela mesma enfiaria meu pau no cu dela… mas na hora só me restou satisfazer o pedido dela, deslizei meu pau de volta até o púbis dela, até a buceta molhada…
Sim, por aí simmm… ela exclamou, mais aliviada.
Os dedos dela pararam de apertar minhas costas, a careta de dor sumiu do rosto dela e de novo apareceu a excitação inocente dela. Meu pau foi entrando na buceta dela como manteiga, a lubrificação evidente fez com que não demorasse muito pra ter ela toda empalada.
Ahhhh… siiiim… uhmmm…
Os braços dela me seguraram com força, as pernas tremeram ao sentir a buceta completamente invadida pelo meu pau duro. Os lábios e a língua dela não demoraram a procurar os meus, enquanto o corpo dela saboreava essa nova penetração…
Vamooos… Danny… me dá… ela pediu depois de uns instantes.
Ajeitei melhor meus braços debaixo das coxas dela, com as mãos segurando as bundas grandes dela, comecei a subir e descer que o corpo da Mili tava desejando, enfiando e tirando meu pau dos lábios molhados da buceta dela… gostosa, ela agradeceu essa fricção…
Siiim… assiiim… que bommm… hummmm…
Os peitos inchados dela balançavam no meu corpo, os gemidos doces enchiam meus ouvidos. Com o sangue fervendo, fui aumentando o ritmo de subir e descer dela, ela curtia esse vigor, a força que eu colocava nessas penetrações, cada vez mais seguidas…
Ahhh… uhmmm… ahhh…
O vai e vem agitado do corpo dela impedia que ela continuasse com os pedidos. O ar nos pulmões dela mal dava pra soltar aqueles suspiros gostosos. A força nos meus braços também mal dava pra continuar com aquele movimento puxado. Meu ritmo foi caindo, mas não a dureza do meu pau.
Vamos, Danny… mais forte… vamooo… ela reclamava, recuperando o fôlego e sentindo meu corpo fraquejar.
Como eu não reagia muito, ela mesma, com movimentos desengonçados mas gostosos, foi subindo e descendo… mas não dava pra levar ela a outro orgasmo… queria ter terminado naquela posição, mas depois de três transas naquela noite e minha falta de preparo físico nos últimos tempos, ia ser foda.

Sabia que não ia aguentar segurar ela no alto por muito tempo, então meus olhos procuraram um lugar pra apoiar e a gente terminar aquele encontro… pensei em botar ela em cima da pia, mas duvidava que aguentasse o peso da Mili e a força da nossa pegada… aí olhei pro vaso, com a tampa abaixada dava pra sentar.
Com o corpo da Mili no colo, fui sentar no vaso. Ela sorriu agradecida quando percebeu minha solução prática, ou talvez foi por lembrar que horas antes a gente tava numa posição parecida no banheiro da faculdade, só que dessa vez ela tava de frente pra mim, não de costas.
Assim é melhor… falou e se preparou pra continuar a parada.

Ela rebolou a bunda suculenta no meu meio das pernas e sentiu que meu pau ainda duro enchia ela toda. Igual no banheiro da faculdade, com os pés apoiados no chão, a Mili se encarregou de subir e descer, enfiando gostoso meu pau na buceta ardente dela…
Que… delícia… ahhh… uhhh… ela gritava sentindo a mesma agitação de antes.

Eu deixei meus braços descansarem, rodeando a cintura dela. Meus lábios sugavam os peitos dela que balançavam com os movimentos e a respiração ofegante. As mãos dela acariciavam meu cabelo… até que…
Aiii… não acredito… não aguento maaais… a Mili falou confusa.
Olhei pra ela estranho, pensei que já tinha… Chegando ao orgasmo, achei muito repentino, já que fazia pouco tempo que tínhamos retomado nossas ações. No rosto dela, de fascinação e ainda excitado, pude ver novamente aquela loucura passional que tinha visto quando desvirginei o cu dela ou quando a possuí pelo mesmo buraco de forma selvagem no banheiro da faculdade.
Aquela loucura, aquele apetite anal tinha voltado. No ponto mais alto da excitação dela, ela achou que sentiria mais prazer sendo penetrada pelo mais estreito e dolorido dos seus buracos. Foi assim que ela me fez entender, quando se levantou um pouco, tirou meu pau e, pegando-o com a mão, como sua dona, colocou na entrada do cu dela, que ainda ferido pulsava esperando uma nova investida.
— Tem certeza?... — perguntei incrédulo.
— Sim... — foi a resposta seca e cheia de luxúria dela.
Para deixar clara sua posição, ela mesma foi se sentando no meu pau. Mordendo os lábios, para não deixar escapar gemidos de dor, foi se enfiando aos poucos no meu pau grosso. Minhas mãos só guiaram o movimento dela, segurando-a pela cintura. A pele dela tremia enquanto descia.
— Ufff... ouuu... — ela reclamou.
— Quase lá... — eu a incentivei.
As pernas dela começaram a tremer, por causa da dor, do cansaço ou talvez da excitação. Ela não aguentou mais e se deixou cair...
— Aiii... — gritou dolorida.
Ela me abraçou com força enquanto o corpo dela se recuperava daquela investida dolorosa, daquela penetração forçada que parecia ter partido ela ao meio. Com o rosto escondido entre meu ombro e meu pescoço, em voz baixa, ela reclamou:
— Olha no que você me transformou...
— Numa infiel? Numa ninfomaníaca? Numa viciada em cu?... — talvez essa última fosse a resposta mais certa, já que ela estava disposta a sofrer essa dor inicial em busca de um clímax maior. Eu podia ter ficado em silêncio, mas, preso pela curiosidade, me atrevi a perguntar:
— No quê (você me transformou)?
Se afastando do meu ombro e me olhando fixamente, com um brilho incomum nos olhos e um gesto carinhoso, talvez excitado, ela respondeu:
— Numa... viciada na sua pica.
Minha resposta foi perto, pensei. Surpreso e lisonjeado, quis responder algo, retribuir, mas a Mili não me deu chance pra nenhuma réplica imediata. Talvez esperasse uma resposta física e não com palavras, já que começou a reboltar aquela bunda deliciosa na minha virilha.

Era a primeira vez que fazia essa manobra quando meu pau tava empalando ela pelo cu… depois do sofrimento inicial, uma expressão de prazer foi mudando o rosto dela, transformando a dor em tesão incipiente, a pele dela se arrepiou de novo ao sentir aquela sensação retomada.

Uhmmmm… suspirou aliviada ao perceber que a dor tava passando e a excitação tomava conta de novo.

Mais segura, começou a subir e descer devagar no meu pau. Minhas mãos continuaram guiando a cintura dela, meus lábios buscaram os dela, que em beijos generosos retribuíam o prazer que meu pau tava dando no buraquinho dela. Depois, meus lábios foram pros peitos dela, durinhos, que pareciam que iam explodir.

É… me pega assim… curte meu corpo como eu curto teu pau… murmurou ofegante.

O suor começou a molhar a gente, o sobe e desce do corpo dela ficava cada vez mais rápido, os gemidos, o barulho da bunda dela batendo na minha virilha, a fricção gostosa e o prazer que causava só aumentavam… só que agora as forças dela tavam acabando…

Ahhh… vamosss… me ajuda… ahhh… implorou com as bochechas vermelhas, o rosto cansado.

Minhas mãos seguraram aquela bunda enorme, e meus braços descansados ajudaram ela no sobe e desce, primeiro imitando o ritmo dela, depois acelerando.

Siim… assim… ahhhh… já tô quase… uhmmm… exclamou satisfeita.

O castigo que ela mesma se deu, essa auto-penetração, tava chegando no clímax, os movimentos, as enfiadas eram cada vez mais frequentes, mais loucas. Os peitos dela vibravam perto do meu peito, aquela bunda voluptuosa batia forte na minha virilha.

Ahhh… ahhhh… ahhh… gemeu Mili fundo.

Num último movimento, se jogou com força. cravando meu pau o mais fundo que pôde, depois rebolou de novo a bunda gostosa dela, enquanto o corpo se contorcia com mais um orgasmo. Me abraçou com força, meu pau quase enroscado deu um jeito de inundar ela, de refrescar as intimidades dela com meu leite.
Ufff… uhmmm… suspiro agradecida.
Novos espasmos percorreram ela por causa dessas rajadas de porra invadindo. O rosto dela descansou de novo no meu ombro. O corpo deliciosamente relaxado, exausto, descansou contra o meu. Os peitos dela pararam de bater no meu peito, sinal claro de que a respiração voltava ao normal.
Puxa… acho que precisamos de um banho… falei finalmente, notando nossos corpos suados.
Ela afastou um pouco o rosto do meu ombro e parecia meio perplexa, tinha uma expressão engraçada, só me disse, quase implorando:
Sim, mas que dessa vez seja só um chuveiro…
Eu ri, percebendo que o corpo dela estava exausto, depois de todas aquelas experiências sexuais era óbvio. A Mili temia que minha proposta de tomar banho juntos de novo escondesse outro castigo pro cuzinho enrugado dela.
Tá bom, que seja só um banho… respondi sorrindo.
Só aí vi que a expressão de surpresa, quase medo, dela se transformou numa mais alegre. Depois desses encontros intensos, eu também duvidava que conseguisse submeter ela de novo, pelo menos naquela noite, ou nos próximos minutos… além disso, tínhamos outras tarefas pendentes, ou seja, ainda não tínhamos terminado o relatório da faculdade que precisávamos entregar na segunda… depois disso, talvez mais umas recarregadas, quem sabe?… a essa altura, entre a gente, qualquer coisa podia rolar…
Continua…

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