Com um amigo do meu filho e com... (1ª parte) Essa história eu tirei do site "Todo Relatos", criado por mujerymadre. Espero que vocês gostem. Vou começar dizendo que me chamo Susana, tenho 48 anos, sou casada e tenho um filho de 23 anos chamado Juan. Digo que moro em Madri e, falando sobre mim, minha figura está bem conservada porque vou à academia sempre que posso. Tenho 1,73 m de altura, peso cerca de 54 kg, uso sutiã tamanho 110 C e, embora seja feio eu dizer, tenho uma bunda empinada que quase sempre aparece. Sou advogada e tenho um escritório onde divido os custos com outros colegas, no meu caso quatro a mais: três homens e outra mulher, além de uma recepcionista. Mas cada um trabalha individualmente, embora a gente troque alguns casos. Tudo isso aconteceu há 2 anos e vou contar exatamente como foi, mudando alguns nomes e pequenos detalhes para evitar coincidências, caso alguém relacione alguma coisa. Meu filho tinha terminado Direito e, como todos os estudantes neste país, eles fazem estágio em algum escritório para aprender bem a prática da profissão. E, claro, meu filho não queria estagiar comigo, mas me disseram que David, um amigo dele de toda a faculdade, poderia ficar comigo para eu ensinar. E eu aceitei, claro. Ao lado do meu escritório, tenho um menor com entrada direta e também pelo corredor. Eu uso como depósito, mas está montado com mesa, poltrona, computador... Enfim, David chegou no começo de junho. Eu o conhecia por estudar com meu filho, claro, e ele foi se adaptando. Na faculdade, eles aprendem pouco na prática de exercer a profissão. David era inteligente, sempre me pareceu, com vontade de aprender e com iniciativa em alguns temas que eu passava como aprendizado, embora nem sempre resolvesse corretamente. Depois eu revisava o trabalho dele e corrigia o que achava. Isso nos fazia passar muito tempo juntos, revisando os casos no computador dele ou no meu. Tenho que acrescentar que ele era atraente, interessante, bem cuidado, educado. vestindo bem (no nosso trabalho, a gente sempre tem que ir bem vestida) e com vontade de aprender. Tanto que a outra colega do escritório, a Marta, também passava algumas tarefas pra ela, o que me dava um alívio pra fazer meu serviço. A Marta é separada e tem 43 anos, os outros colegas são mais velhos que eu. Depois de um tempo, lembro que estava na mesa dela revisando um trabalho, eu de pé, inclinada um pouco pra frente olhando o computador dela e ele sentado, apontei algo com o dedo, alguma frase, e ele fez o mesmo, mas senti a mão dele se apoiando nas minhas costas, bem perto da bunda. Continuamos assim enquanto eu terminava de ver o trabalho todo e falei as correções que ele precisava fazer. Fui pra minha mesa sem dar importância praquilo. À noite, na cama, lembrei de novo, mas acabei dormindo. Foi na manhã seguinte que, talvez por ter sonhado com isso, fiquei com tesão e, coisa rara pra mim, antes de levantar, meti a mão dentro da calcinha e comecei a me acariciar. Minha imaginação voou: aquela mão que tinha sido colocada inocentemente nas minhas costas descia pra tocar minha bunda, entrava por baixo da minha saia e chegava na minha buceta, começando a me tocar sem dizer nada. Com isso, tive um orgasmo brutal que me fez lembrar do sexo que estava adormecido com meu marido. A rotina tinha feito a gente transar daquelas rapidinhas e depois um "boa noite, até amanhã", passando um tempão até a próxima vez. No dia seguinte, no escritório, quando vi o David, cumprimentei ele e naquele instante lembrei do que tinha feito de manhã pensando nele. Isso fez, sem querer, minha buceta acordar. O David ficou como sempre, alheio a todos os meus pensamentos, mas eu olhava pra ele e lembrava. No dia seguinte, acordei e desci a mão de novo, meti dentro da calcinha até chegar na minha buceta, que ficou molhada na hora, e já, no meu pensamento, não era mais eu descendo a mão, mas ele se levantando, levantando minha saia pra baixar minha calcinha e me foder de um jeito selvagem. Foi assim que, quando eu estava o escritório e, toda vez que ele falava comigo e eu estava sentada na minha mesa olhando pra ele, eu abria um pouco as pernas. Ele não podia me ver por causa da madeira na frente da mesa, mas minha sensação era tão forte que me excitava demais. Com esses momentos, eu construía algo na minha cabeça de manhã enquanto me tocava, e cada vez mais eu ficava tesuda em fazer aquilo e me tocar. Tanto que comecei a me vestir com saias um pouco mais curtas do que antes, não mais na altura do joelho como até então, e algumas camisetas ou blusas que marcassem meus peitos, embora isso acontecesse quase sem querer. Era julho e no escritório fizemos uma confraternização antes das férias, combinamos de fazer numa sexta e, como nos outros anos, fomos todos: os advogados, a recepcionista, o David e meu filho, que também veio. Tudo foi fenomenal, conversando muito sobre casos e também sobre a vida, e assim o tempo passou, tomando uns drinques aqui e ali, embora alguns tenham ido embora mais cedo. O Juan e o David foram juntos, eu terminei minha bebida com um dos colegas até nos despedirmos. Peguei o carro e fui pra casa, mas antes de chegar percebi que precisava de um processo pra trabalhar em casa no fim de semana e pensei que seria mais fácil ir buscar agora do que no sábado. Então fui até o escritório, entrei e me surpreendi ao ver que o alarme não estava ligado e a luz da recepção acesa. Antes de fechar a porta, ouvi gente falando no fundo, mas na verdade eram mais como gemidos. Fechei a porta sem fazer barulho e fui devagar. Conforme me aproximava, os gemidos ficavam mais audíveis e perfeitamente reconhecíveis, eram gemidos de prazer. Me aproximei da porta do escritório da Marta e olhei pela fresta que a porta semiaberta deixava, e quase desmaiei ao ver a cena: era meu filho e o David com a Marta. Ela de quatro, meu filho de joelhos e ela chupando o pau dele, e o David fodendo ela por trás, dizendo palavras obscenas e pesadas enquanto meu filho repetia ou aumentava. Saí do escritório silenciosamente. Em Lembrei da cena no carro e xinguei aquela filha da puta da Marta, que achava que podia roubar meus pensamentos e ilusões. Fiquei pensando um monte de coisa sobre ela: que com certeza o marido pegou ela nessa e por isso se separou, que ela merecia o que falavam dela, de puta e gostosa… No fundo, me sentia magoada com ela e por ela, e traída pelo David. Senti uma espécie de ciúme, ou talvez inveja. Com tudo isso na cabeça, cheguei em casa e inventei uma desculpa pra ir cedo pra cama sozinha, onde enfiei a mão por dentro da calcinha e minha mente me levou pro escritório, transando com David e chupando a pica de outro cara. Naquela hora, eu era a Marta que ouvia putaria, e isso me excitou tanto que tive dois orgasmos quase seguidos.
No fim de semana, procurei roupas esquecidas, mais curtas, que me caíssem bem pra usar. Encontrei várias coisas: saias curtas até a coxa, camisas e camisetas justas, uns tailleurs de antigamente que ficavam perfeitos e curtos. Com certeza, não seria só a Marta a ter saia curta no escritório. Na segunda, vesti uma saia das que achei e uma camiseta rosa com uma jaqueta. Quando me vi no espelho, tremia igual uma colegial que vai encontrar o namorado. O David, quando me viu naquele dia, me olhou com mais cara de pau, eu percebi. Meu peito marcava na camiseta e, como sou generosa, chamava atenção, assim como minhas coxas. Tanto que ele comentou algo sobre a primavera. Eu continuei no meu jogo de abrir um pouco as pernas e fui mais vezes até a mesa dele pra ver como ele tava levando as coisas. Sentia o olhar dele no meu rabo quando eu ia embora, e isso me excitava. Não sabia por quê. Até então, o sexo com meu marido tinha sido bom, meio escasso nos últimos tempos, mas eu não sentia falta. Só que, com esses pensamentos, comecei a lembrar como era.
Na manhã seguinte, me masturbei de um jeito selvagem, imaginando que eu tava sendo fodida no meu escritório pelo David e por outro cara, se revezando entre eles. E assim passaram uns dias, com a mesma história de me deixar ser vista. David, que meus encantos ficassem bem à mostra… Até que chegou a sexta-feira, nesse dia quase todo mundo vai embora ao meio-dia, é raro alguém ficar, e aquela sexta não foi exceção, só ficamos eu e David. Não queria nada de especial, só continuar com esse jogo inofensivo. Coloquei uma camisa branca com um terno cinza dos dois que encontrei e sapatos de salto alto, de roupa íntima, sutiã e calcinha vermelha. De manhã tive uma audiência e depois do almoço estávamos os dois sozinhos no escritório. Me levantei várias vezes, como fazia durante a semana, ele me olhava de canto de olho, os três botões desabotoados da camisa faziam o trabalho de insinuar sem mostrar, só o chamado canal do peito dava pra apreciar. Me levantei da minha cadeira e fiquei na frente da minha mesa, olhando pra minha cadeira. David podia me ver se se mexesse um pouco, e eu fingi que olhava e arrumava uns processos, me apoiei na mesa, de modo que ele pudesse ter uma boa visão das minhas coxas. Eu estava pegando fogo por dentro. David falou alguma coisa da porta e eu levei um susto, não esperava que ele falasse comigo. Com o sobressalto, alguns processos caíram. David foi pegá-los e disse: "Eu pego." Fiquei parada, imóvel, ele rodeava minhas pernas recolhendo as folhas, uma vez enfiou a mão entre meus pés pra pegar umas folhas, eu sentia o calor dentro do meu corpo. Ele se levantou e foi me dar as folhas, eu peguei as mesmas, colocando minhas mãos por cima das dele e as levei até meu peito, até que o dorso das mãos dele encostou nele, apertei elas contra meu peito, nos olhando nos olhos. Ele é mais alto que eu, aproximou os lábios dos meus e me beijou, primeiro só os lábios, depois senti a língua dele nos meus lábios e os abri pra que ele a introduzisse. Depois disso, os processos caíram no chão, senti as mãos de David nas minhas costas me apertando contra ele, as mãos dele acariciavam meu cabelo, a boca dele não parava de me beijar e a língua dele de brincar com a minha. Ele desceu as mãos até minha bunda e me grudou nele, senti o pau dele. Pau duro no meu corpo, ele passava a mão na minha bunda ao mesmo tempo, subiu as mãos e tirou minha jaqueta deixando cair, depois desabotoou os botões da minha camisa, tirou ela da minha saia, eu tinha minhas mãos no corpo dele apertando, agarrando ele em mim, não queria que ele fosse embora. Ele enfiou as mãos por baixo do meu sutiã e levantou ele, começou a passar a mão, a amassar, tocava meus mamilos duros como pedra, aí parou de me beijar e desceu a boca pros meus mamilos que chupou com paixão e gula, eu aproveitei pra tirar os botões das mangas da camisa e assim tirar ela, deixei cair no chão. David então me olhou com as mãos no meu peito, depois desabotoou o sutiã e jogou fora, aí me olhou e disse David – você é linda, Susana. Me pegou pela bunda e me beijou, e eu beijei ele também, passava minhas mãos nas costas dele, ele procurou o botão e o zíper da saia e deixou cair, depois enfiou a mão dentro da minha calcinha até chegar na minha buceta, enquanto a gente se beijava ele me tocava, levou minha cabeça pro peito dele e falou no meu ouvido David – você tá toda molhada, Susana, tá com tesão né, ah como eu gosto de mulher assim gostosa, igual cachorrinha. As palavras dele no meu ouvido aumentavam minha libido, se é que dava pra ficar mais excitada do que eu já tava. David – abre mais as pernas que eu vou passar bem a mão. Eu nem pensei, abri igual uma robô e tive na hora um orgasmo selvagem, mas isso não importou pra ele, continuou me tocando, com a outra mão abaixou um pouco minha calcinha e depois passava aquela mão no meu peito David – que tetas gostosas você tem e como você tá com tesão né, me fala, você gosta do que eu tô fazendo? Eu não conseguia responder, só sentia meu coração batendo a mil por hora e como tive outro orgasmo ainda mais forte que fez minhas pernas tremerem, me deixando sem forças, dobrando elas e me agarrando no David, ele me segurou. Depois apoiei minha bunda na mesa meio sentada enquanto recuperava o fôlego, olhei nos olhos dele e ele nos meus, não falamos nada por uns segundos, aí fui pegar o cinto dele. Desabotoei a calça dele e deixei cair, depois tirei a cueca e peguei na pica dura e grossa dele com a minha mão. Olhei nos olhos dele, me ajoelhei e meti na minha boca. Passei a língua devagar por ela toda, enfiava na boca, tirava, passava a língua na ponta e chupava de novo, enquanto tocava nas bolas dele. David tinha as mãos na minha cabeça, dizendo como eu era boa, que parecia uma boqueteira experiente, que dava pra ver que eu sabia fazer. Não demorou pra ele começar a gozar na minha boca. Ele ia tirar, mas mandou eu engolir tudo, que era pra mim. Eu nunca tinha engolido porra, nem com os namorados que tive antes, nem com meu marido, mas mantive a pica dele na boca e engoli o máximo que consegui. Um pouco escorreu pelos meus lábios e no meu peito. Depois disso, me levantei olhando nos olhos dele.
Eu: — Gostou, amor?
David: — Porra, muito, muito mesmo. Você é boa demais.
Eu: — Que bom, amor. Vou no banheiro me limpar.
Fui me limpar. Quando voltei, David estava pelado, de pé. Cheguei perto, ele me pegou pela cintura e disse:
David: — Gostou do meu leitinho?
Eu: — Bom, é a primeira vez que engulo.
David: — Nunca antes?
Eu: — Nunca.
David: — Nem do seu marido, coração?
Eu: — De ninguém, amor. Já te conto o que achei.
Nesse momento, ele tirou meus sapatos e puxou minha calcinha, me deixando nua. Me virou de costas e me apoiou na mesa, com a bunda pra fora.
David: — Hoje não vou poder te foder, não tenho camisinha.
E na mesma hora começou a me tocar de novo na buceta, que molhou na hora.
David: — Olha só, já tá com a buceta molhadinha de novo. Que puta e gostosa você é. Certeza que seu marido não sabe o quanto você é puta e safada, né, raposinha?
David: — Vejo que é virgem do cu. Isso a gente vai ter que resolver.
Toda essa conversa me deixava louca. Nunca tinham me falado nada igual, e em vez de ficar brava, eu ficava mais excitada. Não conseguia responder, só ouvia.
David: — Abre mais as pernas, putinha, deixa eu te tocar direito.
E eu abria as pernas sem reclamar.
David: — Se eu gosto de putinha obediente, acho que vou fazer de você minha vadiazinha. Você quer ser, né, Foxy? Diz que sim. Não conseguia dizer nada, só sentir os dedos dele na minha buceta enquanto enfiava um dedo no meu cu. A sensação daquele dedo era nova pra mim. Não demorei a gozar, desabando na mesa de tão forte que foi. Nessa hora, David foi ao banheiro. Quando voltou, eu já estava de calcinha. Ele chegou perto, me beijou enquanto tirava meu sutiã, depois deixou minha calcinha cair e disse: "Não, amor, agora você não precisa disso." Olhei pra ele e falei: "Tá bom." Vestí o resto da roupa. David disse: "Bom, me leva pra casa no seu carro." Era umas 21h e, depois de nos vestirmos, saímos do escritório. Peguei o carro e ele foi me indicando o caminho. Mandou eu estacionar num lugar e a gente ir tomar uma cerveja num pub que tinha ali perto. Entramos, só tinha uma pessoa no balcão e o garçom, eles estavam conversando. Não fomos até o fundo, sentamos numa mesa alta. Eu me sentia nua sem roupa íntima. David pediu a bebida, trouxe e sentou num banquinho. Assim que sentou, me puxou pra perto dele e me deu um beijo de língua enquanto enfiava a mão por dentro da jaqueta e apalpava meu peito por cima da camisa. "Que gostosa você é", ele disse. Na hora, quase perguntei se mais que a Marta, mas me calei. O tempo todo a gente ficou se beijando, ele passando a mão na minha bunda, no meu peito, nos meus mamilos, às vezes por dentro da camisa, por cima da minha bucetinha quente, me falando como eu era gostosa e tesuda. Quando terminou, ele disse: "Hora de pagar, sem jaqueta, pro garçom ver como você é boa." Eu respondi: "Não, isso não. Vou se quiser, mas com a jaqueta aberta." "Por essa vez tá, mas só por essa", ele falou. Levantei e fui pagar no balcão. Estavam o garçom e dois caras que não pararam de me olhar. Com certeza tinham visto o show, e dava pra perceber que por baixo da camisa eu não tava de sutiã. Saímos e nos despedimos com um amasso, mas antes de ir embora, David disse: "Segunda-feira. quero que você leve camisinhas e que depile todinha a sua bucetinha, agora pelo não se usa e eu vou te dar um presentinho. Olhei pra ele e falei: Eu — beleza. Claro que não estava na moda do pelo, nem de muitas outras coisas. Subi no carro e fui pra casa. Quando cheguei, quase fui direto pra cama, dizendo que tava com muita dor de cabeça, custava a olhar pro meu marido na cara, nunca pensei em botar chifre nele, mas tinha acontecido e a sensação de culpa era uma pedra naquele momento pra mim. Durante o fim de semana, me refugiei no trabalho pra não ter contato visual, embora a culpa que eu sentia não impedisse de lembrar o que tinha rolado e me masturbar ou fazer um dedinho, como se diz agora. Fiquei olhando o que aconteceu e com a certeza de que essa relação só podia me fazer mal, então pensei em cortar a história com David na segunda mesmo. Na segunda, acordei e não precisava ir a lugar nenhum, então me vesti de forma mais casual: uma camiseta de gola V azul, uma calça jeans que marcava bem a minha bunda, sandálias e procurei o sutiã mais sexy, preto, com uma calcinha preta de renda. Queria ter um visual mais jovem, embora enquanto me vestia pensasse: “se vou terminar, pra que tanto auê com a roupa?” Cheguei no escritório, só tinha a recepcionista. David chegou no meio da manhã, foi direto pra minha sala e me beijou na boca, me fez levantar e tocou na minha bunda, dizendo que eu tava gostosa. Depois me deu um beijo demorado e perguntou como foi o fim de semana. Eu — beleza, tudo bem. David — algum pensamento safado? Eu — nenhum. David — perfeito. Ele foi pro lugar dele, eu tava inquieta. Essa relação não podia ser boa, ele tinha a idade do meu filho. Depois de um tempo, ele me chamou pra ver a resposta de um processo. Fui até ele, comecei a ler e ele, enquanto isso, passava a mão na minha bunda, passava a mão por cima da calça na minha buceta, no peito. David — gosto mais de você de saia, love. Eu continuei lendo, mas a mão dele não passou despercebida, sobre tudo na minha buceta, que notei como ficava molhada. Eu— isso a gente tem que terminar, não podemos repetir o que aconteceu sexta-feira. David, enquanto falava, foi abaixando a calça e tirando o pau pra fora, me dizendo: David— chupa ele, tá com vontade da sua boca. Puxou minha mão até que eu a segurei e me ajoelhei enquanto ele ficava sentado, meti ele na boca, agora via perfeitamente, era grosso e grande pra caralho, com veias marcadas nele, a situação era muito erótica e perigosa, a recepcionista podia passar e me ver ali chupando o pau dele. Me concentrei em fazer bem pra ele gozar o mais rápido possível, ele gozou na minha boca e eu engoli todo o esperma. David— isso, limpa ele bem, coração, todo o esperma é seu, como você faz bem, tesouro. Passei a língua por ele todo e me levantei, David ficou me olhando e eu disse: Eu— gostou? David— sim, foi estupendo e perigoso, a recepcionista podia ter nos visto. Eu— certeza que ela já te chupou, querido. David— quem? Eu? De jeito nenhum. Eu— bom, e como você comeu a Marta? David— e como você sabe disso? Eu— vi você e o Juan com ela. David— caramba, você ficou com inveja, né? Eu ia embora sem responder, mas ele segurou minha mão e me pegou por trás, se apertando contra meu corpo, dizendo: David— não tenha ciúmes, amor. Saí dali pra minha mesa pensando que, em vez de cortar, acabei de chupar ele de novo, que isso não era saudável nem bom. Poucos minutos depois, ele chegou na minha mesa com um pacote e me deu, dizendo: David— bom, eu fodo você, o presente que te falei sexta-feira, porque sei que você fez o que eu mandei. Abri, era um conjunto de sutiã e uma calcinha fio-dental minúscula. David— espero que goste, se não, troca por outra coisa. Olhei o presente, era sensual, nunca tinha tido um conjunto tão sexy, chamativo, ínfimo, pequeno… Abri minha bolsa e tirei uma caixa de camisinhas. Eu— toma o que você me pediu, o resto você já vai ver (tinha depilado todo o pelo da buceta). David— tô doido pra ver. Esperamos a recepcionista ir embora e David veio me buscar. Tirou a camiseta, a calça, tudo. Sentou no meu sofá e comeu toda a minha buceta, meu Deus, me senti uma verdadeira puta ali sentada, de pernas abertas pra receber prazer e recebi bem demais. Gritei que nem uma possessa e, com as pernas abertas, ele tirou uma foto minha com o celular. Falei que não, mas ele me mostrou e disse que não dava pra ver o rosto, só o meu corpaço. Depois ele se pelou e pegou um dos preservativos, ficou de pé e me colocou de quatro. Aí colocou a camisinha e meteu de uma vez. "Cê gosta assim, né, putinha? Foi assim que eu meti na Marta, a gostosa, e isso te deixou..." Eu não respondi, só sentia o pau dele parecendo que ia me partir no meio. As estocadas eram brutais, nunca tinha sido fodida tão selvagem assim. Enfiou dois dedos no meu cu, falando que tava doido pra me arrombar. Puxou meu corpo pra cima até eu ficar de joelhos, colada nele, passou a mão nos meus peitos e virou minha cabeça pra me beijar na boca. Depois desceu uma mão na minha buceta e começou a me tocar, com a outra mão no meu peito, o pau dele dentro de mim e ele sussurrando umas putarias no meu ouvido ("cê gosta, putinha, é minha gostosa, sabe disso, vou te foder todo dia, vagabunda..."). Não aguentei mais, o orgasmo foi brutal, forte, quase não suportei de tanto prazer. Depois senti ele gozando, o David, contorcendo o corpo todo. Fiquei de quatro de novo, a gente parou quieto por um segundo, aí ele tirou o pau da minha buceta e falou: "Espera, não mexe." E tirou outra foto minha, daquele jeito. Depois fui sentar no meu sofá, e ele ficou de pé. Já tava na cara que isso tinha que acabar. Onde eu ia parar assim? Com um moleque da idade do meu filho. Mas a gente nem sempre faz o que fala ou pensa. Faltavam uns dias pras férias de verão. No dia seguinte, vesti a calcinha fio-dental minúscula que ele tinha me dado com o sutiã combinando, uma camiseta vermelha e uma saia preta bem curta, e fui pro escritório. Antes, passei nuns bazares e comprei umas roupas íntimas minúsculas, um par de... vestidos, saias bem curtas e camisetas que deixavam ver mais do que o desejado. Esses dias, antes das férias, foram intensos de trabalho e de sexo. Com a desculpa do trabalho, eu chegava tarde todos os dias. Ele passava a mão em mim no escritório e eu nele, saíamos ao meio-dia e íamos para um motel para extravasar toda a loucura e luxúria dos nossos corpos, voltávamos a trabalhar e, quando não tinha ninguém, transávamos de novo no escritório. Além disso, ele insistiu tanto em enfiar os dedos no meu cu que, no final, com um pouco de dor nas primeiras vezes, eu dei o cu, descobrindo o prazer nisso. Durante esses dias, ele me fazia vestir roupas curtas e justas; acho que todos os dias eu chegava em casa sem calcinha, que ele me tirava para tomar uma cerveja ou uma dose no fim do dia. David me fazia passar por momentos realmente picantes, que me excitavam e despertavam a mulher gostosa que estava adormecida dentro de mim. Todos os dias eu repensava minha situação com ele, mas sempre dizia a mim mesma que era só sexo. Foram uns dias de pura putaria, quase como uma adolescente que acabou de descobrir o sexo. Fiz tudo o que ele mandou, menos duas coisas: ligar pro meu marido enquanto transávamos e fazer na minha cama. Não via necessidade de humilhar meu marido, porque, apesar de tudo, eu ainda amava ele. Mas chegou a hora de ir com meu marido para um apartamento na praia e deixar tudo isso de lado por pelo menos quase um mês. Na volta… continua.
No fim de semana, procurei roupas esquecidas, mais curtas, que me caíssem bem pra usar. Encontrei várias coisas: saias curtas até a coxa, camisas e camisetas justas, uns tailleurs de antigamente que ficavam perfeitos e curtos. Com certeza, não seria só a Marta a ter saia curta no escritório. Na segunda, vesti uma saia das que achei e uma camiseta rosa com uma jaqueta. Quando me vi no espelho, tremia igual uma colegial que vai encontrar o namorado. O David, quando me viu naquele dia, me olhou com mais cara de pau, eu percebi. Meu peito marcava na camiseta e, como sou generosa, chamava atenção, assim como minhas coxas. Tanto que ele comentou algo sobre a primavera. Eu continuei no meu jogo de abrir um pouco as pernas e fui mais vezes até a mesa dele pra ver como ele tava levando as coisas. Sentia o olhar dele no meu rabo quando eu ia embora, e isso me excitava. Não sabia por quê. Até então, o sexo com meu marido tinha sido bom, meio escasso nos últimos tempos, mas eu não sentia falta. Só que, com esses pensamentos, comecei a lembrar como era.
Na manhã seguinte, me masturbei de um jeito selvagem, imaginando que eu tava sendo fodida no meu escritório pelo David e por outro cara, se revezando entre eles. E assim passaram uns dias, com a mesma história de me deixar ser vista. David, que meus encantos ficassem bem à mostra… Até que chegou a sexta-feira, nesse dia quase todo mundo vai embora ao meio-dia, é raro alguém ficar, e aquela sexta não foi exceção, só ficamos eu e David. Não queria nada de especial, só continuar com esse jogo inofensivo. Coloquei uma camisa branca com um terno cinza dos dois que encontrei e sapatos de salto alto, de roupa íntima, sutiã e calcinha vermelha. De manhã tive uma audiência e depois do almoço estávamos os dois sozinhos no escritório. Me levantei várias vezes, como fazia durante a semana, ele me olhava de canto de olho, os três botões desabotoados da camisa faziam o trabalho de insinuar sem mostrar, só o chamado canal do peito dava pra apreciar. Me levantei da minha cadeira e fiquei na frente da minha mesa, olhando pra minha cadeira. David podia me ver se se mexesse um pouco, e eu fingi que olhava e arrumava uns processos, me apoiei na mesa, de modo que ele pudesse ter uma boa visão das minhas coxas. Eu estava pegando fogo por dentro. David falou alguma coisa da porta e eu levei um susto, não esperava que ele falasse comigo. Com o sobressalto, alguns processos caíram. David foi pegá-los e disse: "Eu pego." Fiquei parada, imóvel, ele rodeava minhas pernas recolhendo as folhas, uma vez enfiou a mão entre meus pés pra pegar umas folhas, eu sentia o calor dentro do meu corpo. Ele se levantou e foi me dar as folhas, eu peguei as mesmas, colocando minhas mãos por cima das dele e as levei até meu peito, até que o dorso das mãos dele encostou nele, apertei elas contra meu peito, nos olhando nos olhos. Ele é mais alto que eu, aproximou os lábios dos meus e me beijou, primeiro só os lábios, depois senti a língua dele nos meus lábios e os abri pra que ele a introduzisse. Depois disso, os processos caíram no chão, senti as mãos de David nas minhas costas me apertando contra ele, as mãos dele acariciavam meu cabelo, a boca dele não parava de me beijar e a língua dele de brincar com a minha. Ele desceu as mãos até minha bunda e me grudou nele, senti o pau dele. Pau duro no meu corpo, ele passava a mão na minha bunda ao mesmo tempo, subiu as mãos e tirou minha jaqueta deixando cair, depois desabotoou os botões da minha camisa, tirou ela da minha saia, eu tinha minhas mãos no corpo dele apertando, agarrando ele em mim, não queria que ele fosse embora. Ele enfiou as mãos por baixo do meu sutiã e levantou ele, começou a passar a mão, a amassar, tocava meus mamilos duros como pedra, aí parou de me beijar e desceu a boca pros meus mamilos que chupou com paixão e gula, eu aproveitei pra tirar os botões das mangas da camisa e assim tirar ela, deixei cair no chão. David então me olhou com as mãos no meu peito, depois desabotoou o sutiã e jogou fora, aí me olhou e disse David – você é linda, Susana. Me pegou pela bunda e me beijou, e eu beijei ele também, passava minhas mãos nas costas dele, ele procurou o botão e o zíper da saia e deixou cair, depois enfiou a mão dentro da minha calcinha até chegar na minha buceta, enquanto a gente se beijava ele me tocava, levou minha cabeça pro peito dele e falou no meu ouvido David – você tá toda molhada, Susana, tá com tesão né, ah como eu gosto de mulher assim gostosa, igual cachorrinha. As palavras dele no meu ouvido aumentavam minha libido, se é que dava pra ficar mais excitada do que eu já tava. David – abre mais as pernas que eu vou passar bem a mão. Eu nem pensei, abri igual uma robô e tive na hora um orgasmo selvagem, mas isso não importou pra ele, continuou me tocando, com a outra mão abaixou um pouco minha calcinha e depois passava aquela mão no meu peito David – que tetas gostosas você tem e como você tá com tesão né, me fala, você gosta do que eu tô fazendo? Eu não conseguia responder, só sentia meu coração batendo a mil por hora e como tive outro orgasmo ainda mais forte que fez minhas pernas tremerem, me deixando sem forças, dobrando elas e me agarrando no David, ele me segurou. Depois apoiei minha bunda na mesa meio sentada enquanto recuperava o fôlego, olhei nos olhos dele e ele nos meus, não falamos nada por uns segundos, aí fui pegar o cinto dele. Desabotoei a calça dele e deixei cair, depois tirei a cueca e peguei na pica dura e grossa dele com a minha mão. Olhei nos olhos dele, me ajoelhei e meti na minha boca. Passei a língua devagar por ela toda, enfiava na boca, tirava, passava a língua na ponta e chupava de novo, enquanto tocava nas bolas dele. David tinha as mãos na minha cabeça, dizendo como eu era boa, que parecia uma boqueteira experiente, que dava pra ver que eu sabia fazer. Não demorou pra ele começar a gozar na minha boca. Ele ia tirar, mas mandou eu engolir tudo, que era pra mim. Eu nunca tinha engolido porra, nem com os namorados que tive antes, nem com meu marido, mas mantive a pica dele na boca e engoli o máximo que consegui. Um pouco escorreu pelos meus lábios e no meu peito. Depois disso, me levantei olhando nos olhos dele.
Eu: — Gostou, amor?
David: — Porra, muito, muito mesmo. Você é boa demais.
Eu: — Que bom, amor. Vou no banheiro me limpar.
Fui me limpar. Quando voltei, David estava pelado, de pé. Cheguei perto, ele me pegou pela cintura e disse:
David: — Gostou do meu leitinho?
Eu: — Bom, é a primeira vez que engulo.
David: — Nunca antes?
Eu: — Nunca.
David: — Nem do seu marido, coração?
Eu: — De ninguém, amor. Já te conto o que achei.
Nesse momento, ele tirou meus sapatos e puxou minha calcinha, me deixando nua. Me virou de costas e me apoiou na mesa, com a bunda pra fora.
David: — Hoje não vou poder te foder, não tenho camisinha.
E na mesma hora começou a me tocar de novo na buceta, que molhou na hora.
David: — Olha só, já tá com a buceta molhadinha de novo. Que puta e gostosa você é. Certeza que seu marido não sabe o quanto você é puta e safada, né, raposinha?
David: — Vejo que é virgem do cu. Isso a gente vai ter que resolver.
Toda essa conversa me deixava louca. Nunca tinham me falado nada igual, e em vez de ficar brava, eu ficava mais excitada. Não conseguia responder, só ouvia.
David: — Abre mais as pernas, putinha, deixa eu te tocar direito.
E eu abria as pernas sem reclamar.
David: — Se eu gosto de putinha obediente, acho que vou fazer de você minha vadiazinha. Você quer ser, né, Foxy? Diz que sim. Não conseguia dizer nada, só sentir os dedos dele na minha buceta enquanto enfiava um dedo no meu cu. A sensação daquele dedo era nova pra mim. Não demorei a gozar, desabando na mesa de tão forte que foi. Nessa hora, David foi ao banheiro. Quando voltou, eu já estava de calcinha. Ele chegou perto, me beijou enquanto tirava meu sutiã, depois deixou minha calcinha cair e disse: "Não, amor, agora você não precisa disso." Olhei pra ele e falei: "Tá bom." Vestí o resto da roupa. David disse: "Bom, me leva pra casa no seu carro." Era umas 21h e, depois de nos vestirmos, saímos do escritório. Peguei o carro e ele foi me indicando o caminho. Mandou eu estacionar num lugar e a gente ir tomar uma cerveja num pub que tinha ali perto. Entramos, só tinha uma pessoa no balcão e o garçom, eles estavam conversando. Não fomos até o fundo, sentamos numa mesa alta. Eu me sentia nua sem roupa íntima. David pediu a bebida, trouxe e sentou num banquinho. Assim que sentou, me puxou pra perto dele e me deu um beijo de língua enquanto enfiava a mão por dentro da jaqueta e apalpava meu peito por cima da camisa. "Que gostosa você é", ele disse. Na hora, quase perguntei se mais que a Marta, mas me calei. O tempo todo a gente ficou se beijando, ele passando a mão na minha bunda, no meu peito, nos meus mamilos, às vezes por dentro da camisa, por cima da minha bucetinha quente, me falando como eu era gostosa e tesuda. Quando terminou, ele disse: "Hora de pagar, sem jaqueta, pro garçom ver como você é boa." Eu respondi: "Não, isso não. Vou se quiser, mas com a jaqueta aberta." "Por essa vez tá, mas só por essa", ele falou. Levantei e fui pagar no balcão. Estavam o garçom e dois caras que não pararam de me olhar. Com certeza tinham visto o show, e dava pra perceber que por baixo da camisa eu não tava de sutiã. Saímos e nos despedimos com um amasso, mas antes de ir embora, David disse: "Segunda-feira. quero que você leve camisinhas e que depile todinha a sua bucetinha, agora pelo não se usa e eu vou te dar um presentinho. Olhei pra ele e falei: Eu — beleza. Claro que não estava na moda do pelo, nem de muitas outras coisas. Subi no carro e fui pra casa. Quando cheguei, quase fui direto pra cama, dizendo que tava com muita dor de cabeça, custava a olhar pro meu marido na cara, nunca pensei em botar chifre nele, mas tinha acontecido e a sensação de culpa era uma pedra naquele momento pra mim. Durante o fim de semana, me refugiei no trabalho pra não ter contato visual, embora a culpa que eu sentia não impedisse de lembrar o que tinha rolado e me masturbar ou fazer um dedinho, como se diz agora. Fiquei olhando o que aconteceu e com a certeza de que essa relação só podia me fazer mal, então pensei em cortar a história com David na segunda mesmo. Na segunda, acordei e não precisava ir a lugar nenhum, então me vesti de forma mais casual: uma camiseta de gola V azul, uma calça jeans que marcava bem a minha bunda, sandálias e procurei o sutiã mais sexy, preto, com uma calcinha preta de renda. Queria ter um visual mais jovem, embora enquanto me vestia pensasse: “se vou terminar, pra que tanto auê com a roupa?” Cheguei no escritório, só tinha a recepcionista. David chegou no meio da manhã, foi direto pra minha sala e me beijou na boca, me fez levantar e tocou na minha bunda, dizendo que eu tava gostosa. Depois me deu um beijo demorado e perguntou como foi o fim de semana. Eu — beleza, tudo bem. David — algum pensamento safado? Eu — nenhum. David — perfeito. Ele foi pro lugar dele, eu tava inquieta. Essa relação não podia ser boa, ele tinha a idade do meu filho. Depois de um tempo, ele me chamou pra ver a resposta de um processo. Fui até ele, comecei a ler e ele, enquanto isso, passava a mão na minha bunda, passava a mão por cima da calça na minha buceta, no peito. David — gosto mais de você de saia, love. Eu continuei lendo, mas a mão dele não passou despercebida, sobre tudo na minha buceta, que notei como ficava molhada. Eu— isso a gente tem que terminar, não podemos repetir o que aconteceu sexta-feira. David, enquanto falava, foi abaixando a calça e tirando o pau pra fora, me dizendo: David— chupa ele, tá com vontade da sua boca. Puxou minha mão até que eu a segurei e me ajoelhei enquanto ele ficava sentado, meti ele na boca, agora via perfeitamente, era grosso e grande pra caralho, com veias marcadas nele, a situação era muito erótica e perigosa, a recepcionista podia passar e me ver ali chupando o pau dele. Me concentrei em fazer bem pra ele gozar o mais rápido possível, ele gozou na minha boca e eu engoli todo o esperma. David— isso, limpa ele bem, coração, todo o esperma é seu, como você faz bem, tesouro. Passei a língua por ele todo e me levantei, David ficou me olhando e eu disse: Eu— gostou? David— sim, foi estupendo e perigoso, a recepcionista podia ter nos visto. Eu— certeza que ela já te chupou, querido. David— quem? Eu? De jeito nenhum. Eu— bom, e como você comeu a Marta? David— e como você sabe disso? Eu— vi você e o Juan com ela. David— caramba, você ficou com inveja, né? Eu ia embora sem responder, mas ele segurou minha mão e me pegou por trás, se apertando contra meu corpo, dizendo: David— não tenha ciúmes, amor. Saí dali pra minha mesa pensando que, em vez de cortar, acabei de chupar ele de novo, que isso não era saudável nem bom. Poucos minutos depois, ele chegou na minha mesa com um pacote e me deu, dizendo: David— bom, eu fodo você, o presente que te falei sexta-feira, porque sei que você fez o que eu mandei. Abri, era um conjunto de sutiã e uma calcinha fio-dental minúscula. David— espero que goste, se não, troca por outra coisa. Olhei o presente, era sensual, nunca tinha tido um conjunto tão sexy, chamativo, ínfimo, pequeno… Abri minha bolsa e tirei uma caixa de camisinhas. Eu— toma o que você me pediu, o resto você já vai ver (tinha depilado todo o pelo da buceta). David— tô doido pra ver. Esperamos a recepcionista ir embora e David veio me buscar. Tirou a camiseta, a calça, tudo. Sentou no meu sofá e comeu toda a minha buceta, meu Deus, me senti uma verdadeira puta ali sentada, de pernas abertas pra receber prazer e recebi bem demais. Gritei que nem uma possessa e, com as pernas abertas, ele tirou uma foto minha com o celular. Falei que não, mas ele me mostrou e disse que não dava pra ver o rosto, só o meu corpaço. Depois ele se pelou e pegou um dos preservativos, ficou de pé e me colocou de quatro. Aí colocou a camisinha e meteu de uma vez. "Cê gosta assim, né, putinha? Foi assim que eu meti na Marta, a gostosa, e isso te deixou..." Eu não respondi, só sentia o pau dele parecendo que ia me partir no meio. As estocadas eram brutais, nunca tinha sido fodida tão selvagem assim. Enfiou dois dedos no meu cu, falando que tava doido pra me arrombar. Puxou meu corpo pra cima até eu ficar de joelhos, colada nele, passou a mão nos meus peitos e virou minha cabeça pra me beijar na boca. Depois desceu uma mão na minha buceta e começou a me tocar, com a outra mão no meu peito, o pau dele dentro de mim e ele sussurrando umas putarias no meu ouvido ("cê gosta, putinha, é minha gostosa, sabe disso, vou te foder todo dia, vagabunda..."). Não aguentei mais, o orgasmo foi brutal, forte, quase não suportei de tanto prazer. Depois senti ele gozando, o David, contorcendo o corpo todo. Fiquei de quatro de novo, a gente parou quieto por um segundo, aí ele tirou o pau da minha buceta e falou: "Espera, não mexe." E tirou outra foto minha, daquele jeito. Depois fui sentar no meu sofá, e ele ficou de pé. Já tava na cara que isso tinha que acabar. Onde eu ia parar assim? Com um moleque da idade do meu filho. Mas a gente nem sempre faz o que fala ou pensa. Faltavam uns dias pras férias de verão. No dia seguinte, vesti a calcinha fio-dental minúscula que ele tinha me dado com o sutiã combinando, uma camiseta vermelha e uma saia preta bem curta, e fui pro escritório. Antes, passei nuns bazares e comprei umas roupas íntimas minúsculas, um par de... vestidos, saias bem curtas e camisetas que deixavam ver mais do que o desejado. Esses dias, antes das férias, foram intensos de trabalho e de sexo. Com a desculpa do trabalho, eu chegava tarde todos os dias. Ele passava a mão em mim no escritório e eu nele, saíamos ao meio-dia e íamos para um motel para extravasar toda a loucura e luxúria dos nossos corpos, voltávamos a trabalhar e, quando não tinha ninguém, transávamos de novo no escritório. Além disso, ele insistiu tanto em enfiar os dedos no meu cu que, no final, com um pouco de dor nas primeiras vezes, eu dei o cu, descobrindo o prazer nisso. Durante esses dias, ele me fazia vestir roupas curtas e justas; acho que todos os dias eu chegava em casa sem calcinha, que ele me tirava para tomar uma cerveja ou uma dose no fim do dia. David me fazia passar por momentos realmente picantes, que me excitavam e despertavam a mulher gostosa que estava adormecida dentro de mim. Todos os dias eu repensava minha situação com ele, mas sempre dizia a mim mesma que era só sexo. Foram uns dias de pura putaria, quase como uma adolescente que acabou de descobrir o sexo. Fiz tudo o que ele mandou, menos duas coisas: ligar pro meu marido enquanto transávamos e fazer na minha cama. Não via necessidade de humilhar meu marido, porque, apesar de tudo, eu ainda amava ele. Mas chegou a hora de ir com meu marido para um apartamento na praia e deixar tudo isso de lado por pelo menos quase um mês. Na volta… continua.
2 comentários - Com o amigo do meu filho