Exibir e compartilhar minha gostosa

Terminada a piscina e os jogos ao ar livre, depois de tomar banho e descansar um pouco, comecei a preparar tudo para fazer o churrasco.
Caro ficou mais um tempo no quarto, enquanto eu estava temperando a carne, apareceu Ezequiel e se ofereceu pra me ajudar. Pedi pra ele abrir uma garrafa de cabernet que eu tinha levado e servir pros dois. Ele disse que ia servir vinho pra mim e um fernet pra ele.

Fui até a churrasqueira e ele trouxe minha taça e o copo dele. Começamos a falar sobre qualquer coisa e, num momento, ele me perguntou se podia fazer uma pergunta sobre meu relacionamento com Caro. Eu respondi que sim.

- Ezequiel: Você ama a Caro ou o que você tem com ela é só transar?

- Fer: Eu amo ela, é uma gostosa pra caralho, e também transamos pra cacete. Por que a pergunta?

- Ezequiel: Eu não consigo entender que você não se incomode da gente olhar pra ela, que você incentive a gente a passar protetor nela. Às vezes penso que você tá entregando ela pra gente, e aí eu penso: claro, você não ama ela, só curte e não liga que a gente também queira comer ela. Por que você tem tanta certeza de que a gente tá doido pra comer ela? Você tem noção de que o que você faz incentiva a gente a pensar em comer ela?

- Fer: Eu te entendo, porque o que eu faço não é normal. O lógico seria eu ficar com ciúme do jeito que vocês olham pra ela. Te confesso que sempre gostei que olhassem pras minhas namoradas. Sempre me deu muito tesão ver amigos, colegas de estudo ou de trabalho olhando pra minha mulher, e dava pra perceber que alguns olhavam como quem diz "que vontade de te comer". Às vezes eu colocava eles em situações desconfortáveis, perguntando: "Você quer comer minha mulher?" E a resposta era "não, como vou querer isso, a mulher de um amigo é sagrada" ou coisas do tipo. E eu insistia: "Tô falando porque vejo que você olha pra ela de um jeito, como se quisesse devorar ela com os olhos." "Desculpa se alguma vez passei disso sem perceber", dizia meu amigo. "Não se assusta, eu sei que ela é muito gostosa, usa umas saias que são de matar. Se não fosse minha mulher, eu também olharia, e ainda mais porque ela se cuida nos mínimos detalhes. Não duvido que você já tenha visto a calcinha dela mais de uma vez, e sei que ela usa umas tanguinhas bem pequenininhas. E entendo que isso te excita. Nessas situações, que foram muitas, isso é só um exemplo, eles ficavam bem desconfortáveis, mas eu continuava pra que eles reconhecessem sem culpa. Aí chegava a confissão. "Fernando, não fica bravo, é verdade, eu vi a thong dela várias vezes, e bom, sou humano, não consigo evitar de olhar e pensar 'que bunda gostosa', mas automaticamente eu reprimo esse pensamento, porque é a sua mulher."

Com a Natalia (minha ex-mulher) nunca fiz nada do que estou fazendo com a Carol, às vezes eu falava pra Natalia: "como seus amigos te olham, você enlouquece eles, às vezes acho que vão te pegar na marra". Ou coisas assim, mas a reação dela era de raiva. Por isso, por mais que a situação me desse tesão, com a Natalia nunca cheguei a falar muito do assunto. Com outras parceiras mais casuais, avancei um pouco mais, mas com a Carol foi tudo diferente.

(Nessa altura, o Ezequiel já ia no segundo fernet e eu no meu segundo copo, e a gente caladinho, mas ouvindo, já tinham chegado o Patrício e o Inácio, também com os copos cheios) (olhei pra eles e continuei como se não estivessem ali, mas pra eles ouvirem)

Desde que entrei no instituto, vi que ela era a estrela, vi que todo mundo desejava ela, claro, era a melhor e, tipo, um desafio, falei: "vou ganhar ela", e foi assim. Naquele momento, notei que vocês, quer dizer, todo mundo, pensava: "olha, o velho levou a melhor", e isso me excitava pra caralho e me colocava num pedestal. Até o Inácio me disse mais de uma vez que eu era o ídolo dele pelo que eu tinha conseguido e que me invejava.

Essa tara que sempre tive de que desejassem minha parceira explodiu, e comecei a curtir, até falei pra Carol, e aí aconteceu algo totalmente diferente do que quando falei pra Natalia. A Carol respondeu: "e como não vão olhar e desejar, se eu sou a mais gostosa? Com certeza pensam: 'como esse mina vai com aquele velho?'" E começou a rir. "Você se incomoda?" Ela perguntou. Minha resposta foi: "Não, adoro que me invejem porque tenho a mulher mais linda e a que é mais gostosa, a cara mais linda, os melhores peitos e de longe a melhor bunda, uma bunda pra todo mundo desejar". E continuei "além disso, você gosta que te olhem, sempre notei que quando vê que tão te olhando, você exagera mais na rebolada ou mostra mais os peitos" ela corou e me pergunta "dá pra perceber?" Sim, claro que dá, mas fica tranquila, não me incomoda.
A conversa terminou aí, mas os ratos na minha cabeça fizeram festa por vários dias, aliás, continuam na festa e hoje enlouqueceram. Ainda mais vendo que os ratos da Caro também tão na festa.
Só e pela sua pergunta, quero que saiba que não trato ela como uma puta, eu amo ela e muito mais do que imaginava, já até pedi pra ela vir morar comigo, isso ninguém sabe ainda.
Aí veio a pergunta de um milhão do Ezequiel "Qual é o limite?" E minha resposta "não sei" e às vezes me assusta. Só como exemplo, quando o Patricio passou protetor na virilha dela e eu imaginei que ele tava roçando a buceta dela, tive igual a ele e vocês uma ereção, mas também pensei "e se a Caro gostou e também ficou excitada, se eles chegarem a se desejar mutuamente, vou aguentar ele comer ela?" Essas e mil perguntas passaram pela minha cabeça. E todas tiveram a mesma resposta "não sei"
(olhei pro Patricio e perguntei) "você pensou naquele momento em comer ela? Ou pelo menos seu pau sim, porque tava consertado" (tentei botar um pouco de humor)

-Patricio: Fer, tô muito confuso, tem confiança entre nós. Sempre quis comer ela desde que vi pela primeira vez, mas hoje quando meus dedos roçaram a buceta dela, o desejo explodiu, eu também não entendo essa situação que a gente tá vivendo. Embora te ouvir botou um pouco de clareza, não sou o único confuso (e começou a rir)

-Fer: sim Patricio, devemos estar todos confusos, imagino que a Caro também. Só quero dizer uma coisa ou reafirmar algo, não trato ela como uma puta que vou dividir com meus amigos. Ela não é uma puta, também não quero dividir ela, não quero que comam ela. Faço coisas que parecem estar levando a situação pra aquele momento. Será que eu quero que aquele momento chegue?
Minha primeira resposta é NÃO, mas aquele rato mais tarado que fica na minha cabeça diz "por que não?".
Caras, amigos, não sei o que vai rolar, mas tô ciente de que sou eu quem empurra isso, fui eu que trouxe vocês pra essa chácara, fui eu que falei que, no lugar do Ezequiel, eu teria aproveitado pra roçar na buceta dela. Então, sei que te dei permissão, Patrício, pra fazer isso. Será que eu achei certo você ter feito? Não sei, mas também subiu pra mim, igual subiu pra você. Com certeza a Caro também ficou excitada, com certeza deve ter se molhado, e com certeza você percebeu.
Mas, hoje à noite vou dar uma foda histórica nela, e vocês vão fazer uma punheta coletiva.

Talvez por causa do álcool e da excitação, a gente tinha entrado numa situação estranha. Me aproximei deles, juntei todo mundo, abracei e falei: "vamos brindar à deusa que está nesta casa hoje".

– Patrício: "Caras, o Fernando tá meio bêbado ou é impressão minha? Se a gente der mais álcool pra ele, talvez mude a cena, ele dorme e nós três comemos a Caro (rapidinho, esclareço): brincadeira, brincadeira, é só piada, fica tranquilo, Fernando."

– Fer: "E se isso acontecer..." (eles me olharam surpresos) "brincadeira, brincadeira" (falei) "enfio essa faca na barriga de vocês três. Ou melhor, talvez no Patrício eu enfie esta (tocando no meu pau) no cu dele. Viram, caras? Não é igual ao da Caro, mas essa bunda promíscua tem um bom rabo."

Caímos na gargalhada e continuamos brindando e rindo até ouvirmos uma voz.

– Caro: "Gente, o que tá rolando aqui? Não deixam ninguém descansar, tão aos berros com gargalhadas estridentes ou tão bêbados?" (ela também riu alto e se aproximou da gente) "O legal é que claramente tão se divertindo pra caralho. Tragam uma taça pra mim, que também quero brindar."

– Ezequiel: "O que você quer, Caro?"

– Caro: "Me prepara um Campari."

Eu continuei na minha função de churrasqueiro, a Caro ficou comigo, e os caras começaram a arrumar a mesa de sinuca pra jogar uma partida. Um detalhe que não comentei antes: Nós, homens, nos trocamos, mas continuamos de bermuda e camiseta. A Caro vestia uma saia linda, curta, não colada no corpo, e uma blusa com poucos botões, que deixava ver parte dos peitos lindos dela.

Vendo ela vestida assim, perguntei:

- Fer: Cê tem algo planejado pra essa noite?

- Caro: Não. Por que você tá perguntando?

- Fer: Por causa dessa saia e desse decote.

- Caro: Só seguir com o que foi planejado e amanhã fazer o topless, mas achei bom deixar vocês excitados e, com certeza, durante essa noite vão poder ver a raba e um pouco dos peitos, pra vocês se masturbarem bem na minha honra. E você se prepara, porque essa noite espero que me dê uma foda espetacular, porque tô com um tesão do caralho.

A Caro se mexia de forma exagerada pra saia levantar e os caras verem a raba, se abaixava pra pegar alguma coisa, até subiu numa cadeira pra pegar algo no alto do armário. Dava pra ver que ela tava excitada e provocava pra que essa excitação pegasse todo mundo.

Depois de jantar, decidimos jogar umas partidas de sinuca. A Caro mostrou ser uma jogadora muito boa e ainda aproveitou cada jogada que permitia se inclinar muito e se esticar pra alcançar a bola, deixando a raba no ar. Os caras se posicionavam na hora atrás dela. Numa jogada, ela praticamente subiu na mesa de sinuca e a saia subiu de vez. A bunda dela ficou totalmente exposta, o que gerou o seguinte comentário assim que ela terminou de dar a tacada e se levantou:

- Ezequiel: Caro, cê pode ir trocar a calcinha?

- Caro: Por quê?

- Ezequiel: Porque a gente já viu essa tanto que queria ver outras (e deu risada).

- Caro: (com voz de inocente) Sério? Deu pra ver muito?

- Patricio: Não, só toda vez que você se abaixou, quando subiu na cadeira e em cada tacada de sinuca. Ou você acha que a gente fica atrás de você pra não ver a jogada? Pra deixar claro, a gente faz isso pra ver sua raba linda.

- Caro: Não vou trocar, mas faço uma aposta com vocês. Vamos jogar um Partido: Fernando e eu contra os três. Se eles ganharem, eu tiro a calcinha; se vocês perderem, ficam pelados.

- Ignacio: Se a gente tem que ficar pelado, você também.
- Caro: Só tiro a tanga. Jogam ou não?
- Ezequiel: Você mostrou que é uma jogadora muito boa, com certeza vai ganhar da gente, mas acho que vale tentar.
- Caro: Assim que eu gosto, que se joguem. Mas se perderem, vou dar um presente: tiro a saia e fico só de tanga, e com a visão linda da minha raba, vocês vão ficar de pau duro. Já que vão estar pelados, quero ver o pau de vocês bem durinho, e depois vão pro quarto ou pro banheiro bater uma pensando em mim.
- Fer: Não se preocupa, Caro. Desde que você entrou no grupo com essa saia curta e ficava mostrando a raba toda hora, os três tão com o pau tão duro que dava pra jogar sinuca com a pica em vez do taco.
- Caro: Epa, epa. Tão grande assim, hahaha?
- Patricio: Grande não, mas a minha seria melhor pra jogar beisebol, porque não é tão fininha que nem um taco (risada geral).
- Ignacio: Eu diria que mais do que pra beisebol, é pra comer churros (mais risadas).
- Caro: Chega de besteira, vamos jogar. Primeiro, cada time organiza a estratégia. (Olhando pra mim) Vamos lá fora pra discutir a estratégia.
- Fer: Vamos. (Já do lado de fora) Você me surpreendeu. Se a gente perder, o topless de amanhã não vai ser nada comparado com a sua raba pelada.
- Caro: Tudo planejado. Primeiro, a gente não vai perder; eles não são bons jogando e a gente é. Segundo, se a gente perder, eu falei "tiro a tanga", nunca falei que tirava a saia. Então tiro a calcinha e vou dormir, eles não vão ver nada.
- Fer: Você é terrível. Se eles ganharem, vão ficar putos da vida. Mas me surpreendeu você querer ver as picas deles, e ainda durinhas.
- Caro: Os homens são bem burrões. A gente também gosta de ver paus, assim como vocês gostam de ver rabas, peitos e bucetas. Além disso, quero eles bem excitados pra baterem punheta pensando em mim a noite toda. Nós transamos a noite inteira. Porque eu tô muito tarada e depois de ver três paus vou ficar ainda mais, então se prepara, hoje você me come até eu morrer.

-Fer: pode ter certeza, vou gastar sua buceta

Começou o jogo, Caro é uma excelente jogadora, mas em cada tacada ela dava um jeito de mostrar a raba, se colocava em posições diferentes, embora fosse claro que só devia fazer de um jeito, mas ela mudava, se esticava, tudo pra eles verem. Eles, por mais que parecesse que iam perder, sonhavam com o milagre e entre o que viam e a chance de ganhar, estavam com os paus tão duros que as bermudas estavam prestes a explodir. Claramente o triunfo foi nosso. Caro deu um pulo ao ganhar e me abraçou se pendurando em mim, tanto no pulo quanto quando ficou abraçada, a bunda dela ficou à vista dos caras.

-Caro: (se aproximou de cada um, apertou a mão e parabenizou pelo jogo) Beleza, caras, tirem as bermudas e mostrem pra essa deusa esses paus que daqui a pouco vão ser esfregados pelas mãos de vocês. Eu já tirei a saia como prometi.

Eles ficaram nus na parte de baixo e os paus eram estacas, nenhum era muito grande, mas tinham um bom tamanho, talvez o do Ignacio fosse maior que o normal. Caro estava de tanga e olhou pra eles com atenção.

-Caro: é a primeira vez na minha vida que vejo três paus juntos e tenho que admitir que vocês têm uns paus bonitos, até me excitaram.

-Patricio: somos bons perdedores e cumprimos, mas você não nos daria de presente tirar a tanga? Assim nossas punhetas vão ser muito melhores.

-Caro: aposta é aposta. Eu também cumpri e tirei a saia. Agora dou a vocês o último olhar da minha raba enquanto vou pro meu quarto. (ela se vira, me olha e diz) Vem logo, Fernando, pra satisfazer os desejos dessa mulher que tá em chamas. (e foi embora rebolando a raba de forma exagerada)

Ignacio: (me olha e diz) vai rápido ou vou eu.

Fer: e você acha que se for, ela vai te dar bola? Ignacio: não sei, mas tô tentando. Kkkk. Vai lá, come ela por todos nós.

Cheguei no quarto e ela estava lá, totalmente pelada, só me disse: "me come, não aguento mais". Naquela noite, a Caro teve vários orgasmos, tava realmente com muito tesão, e além disso, os gemidos dela eram gritos. Era tanto que ela gritava e gemia que acho que fazia de propósito pra que ouvissem e ficassem ainda mais excitados. Em um momento ela me disse: "te amo, nunca pensei que dava pra ser tão feliz e sentir tanto tesão, adoro como você me come e minhas fantasias estão a mil. Penso naqueles três paus, penso que agora tão gozando pra todo lado com as punhetas que tão batendo". Ela me olhou e perguntou: "sério que tão batendo punheta por minha causa?" Sim, meu amor, tão se acabando na punheta, não tenho dúvidas, e ainda com seus gritos e gemidos, você inspirou eles ainda mais.

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