Olá, pessoal. A história que vou contar é real, aconteceu há 11 anos, quando eu era universitário, embora até hoje ainda role. Meu pai, militar aposentado, tem 69 anos atualmente, e minha mãe, professora de 52, também parou de dar aula há anos. Em casa, desde moleque, eu já tinha me acostumado a ouvir as sessões de sexo deles, e até cheguei a espiar. Ela tem uma bunda espetacular, típica das morenas, e ele era meio fortão, característica de qualquer militar. Sempre ouvia eles trocando palavras bem pesadas: "slut, você é minha slut, sempre vai ser, toma por slut, como você gosta de pica", e ela respondia: "mais, mais, seu cuck, como você gosta das novinhas, fala que você gosta das novinhas, porque eu você conheceu bem novinha", e coisas assim. Parece que ele ficava muito excitado com o fato de que ela já tinha dado pra outros antes dele. O tempo foi passando, e os encontros foram diminuindo aos poucos, ainda mais porque eu estava cada vez menos em casa. Quando os dois se aposentaram — ele com 60 e ela largou a carreira aos 41 —, ela entrou num grupo de trabalho social de uma igreja local, enquanto ele simplesmente começou a viajar. No começo, iam juntos, o que achei legal, mas com o tempo cada um foi seguindo seu rumo. Ele sumia de casa por até um mês, e quando voltava, só ficava o fim de semana; a gente passava o tempo em família, e ele ia embora de novo no domingo à noite. Então, como vocês podem imaginar, o contato íntimo deles foi ficando cada vez mais raro. Na verdade, já não tinham mais intimidade, o que me parecia bem estranho, especialmente por parte dela, porque aos 45 anos uma mulher ainda é fogosa e adora sexo, ainda mais com o histórico que eu imaginava pelas conversas que ouvia e que já comentei. Pra piorar, o que começou a me incomodar foi que ela passou a fazer viagens com o grupo de trabalho social, e supostamente... convivências com a galera do grupo e também passava a semana toda fora, o que me fazia desconfiar de umas paradas. Pouco tempo depois, meu pai parou de fazer as viagens dele, mas ela continuou com as dela. Um dia, ligaram pra minha mãe no telefone de casa, meu pai atendeu e eu também peguei um dos ramais por acaso, mas quem falou foi meu pai, e eu não desliguei o ramal porque fiquei curioso pra ouvir a conversa. Era uma amiga do grupo, chamada Cristina. Elas se cumprimentaram e começaram a falar sobre as atividades que tinham tido nos últimos retiros e os planos pros próximos. Na conversa, também comentaram sobre as novas pessoas que entraram no grupo, entre elas um amigo da minha família, o Júlio é o nome dele, que parecia ter participado bem ativamente no grupo. Cristina perguntou como tinha sido a participação dele, e minha mãe respondeu que foi excelente, que deixou ela “completamente satisfeita”, e as duas soltaram umas gargalhadas. Cristina disse pra ela não exigir tanto do coitado na próxima, porque ele ficou completamente exausto, e de novo as risadas saíram das duas. Minha mãe era quem tava no comando do grupo onde o Júlio entrou, então ele tinha que seguir as instruções que ela dava pra todo mundo. Ela também respondeu que o Júlio precisava se acostumar e ficar em forma porque as próximas sessões dos retiros iam ser “mais cansativas”… Cristina respondeu: “Nossa, como você é exigente, hein. Não é à toa que seu marido não quer vir pro grupo.” E ela respondeu: “Ele já não tá pra essas exigências há um tempão, então é melhor ficar em casa” hahahaha, as duas riram, e assim continuaram a conversa, até que numa hora Cristina fala: “Aqui, vou passar o Júlio pra você.” “Oi, negrinha”, ele cumprimentou. Ela respondeu: “Oi, Júlia”, pra papai não desconfiar. “Espero que no fim de semana você cumpra o que prometeu. Temos um monte de coisa pra fazer que já…” deixei pendentes e neste sábado e domingo espero conseguir fazer TODAS. Lembra que as caixas de doações de mantimentos ficaram em posições ruins e ocupam muito espaço, então temos que testar como colocá-las. Fique em forma porque vamos testar TODAS AS POSIÇÕES POSSÍVEIS pra economizar espaço e TODO MUNDO FICAR COMPLETAMENTE SATISFEITO. Ela falava bem séria, ele ria do outro lado do telefone, e assim a conversa se estendeu por quase 1 hora. Eu não sabia o que fazer naquele momento: contar pro meu pai, fingir que não tinha ouvido nada, ou confrontar ela. Tava meio confuso, decidi esperar um pouco. Naquela noite, espiei eles de novo, tava curioso pra saber o que rolava na intimidade deles. O que vi foi meu pai por cima montando nela, ela de pernas abertas, ele fazia o que podia, ela nem um gemido soltava, e em minutos ele parou tudo e se deitou ao lado dela. Tinha uma cara de frustração, ela não disse nada, mas dava pra ver a cara de raiva, de desconforto. Aí entendi o porquê da atitude dela: era uma mulher ardente e insatisfeita, meu pai já não conseguia dar o que ela queria. Sinceramente, não sei o que senti na hora, mas decidi ficar calado por enquanto. Assim os fatos continuaram: mais um fim de semana em que ela foi comida enquanto papai esperava em casa. Era inevitável que ele sabia o que tava rolando. Naquele fim de semana, conversei com ele, perguntei se gostava do fato de mamãe passar vários dias fora num lugar onde tinha outros homens. Ele se fez de desentendido e disse que confiava totalmente nela e que não ia discutir a vida pessoal comigo. Foi quando entendi que ele tinha se resignado a ser um cuck. No mês seguinte, foi o aniversário dele. Fizeram uma festa enorme em casa, fecharam a rua com permissão dos vizinhos. Fora de casa, recebiam todos os convidados. Os dois estavam de gala pra ocasião. Os convidados foram chegando, e chegou... Julian também estava com Cristina e várias outras pessoas do grupo dela que a mamãe tinha convidado, a família também estava lá. As amigas da mamãe eram muito simpáticas, pareciam as anfitriãs, ficavam na cozinha, na recepção, em tudo, assim como o Julian. Mamãe deu a ordem para que as amigas dela cuidassem de tudo e elas aceitaram de bom grado, então ninguém mais entrava na cozinha ou nos banheiros. Elas preparavam os coquetéis e todo tipo de bebida, que na minha opinião estavam bem fortes. Eu tentava beber o mínimo possível. No meio da festa, minha mãe vai para a cozinha. A reunião já estava avançada e o pessoal meio tonto, eu não estava porque quase não tomei nenhum drink. Os amigos e amigas da mamãe também não, já que estavam atendendo o pessoal, mas todo o resto sim, embora meu pai nem tanto. Eu fingi que estava tonto e até me fiz de dormido na sala perto da cozinha para poder saber o que rolava. Quando a mamãe entrou na cozinha, estavam o Julian e mais duas amigas do grupo dela. Elas saíram imediatamente rindo e dizendo que iriam até onde o Lucho (meu pai) estava para distraí-lo enquanto terminavam o "jantar" na cozinha. Quando elas saíram, eu me aproximei silenciosamente da cozinha e os encontrei. Ela estava apoiada na mesa, de costas para o Julian, com as mãos na mesa. Ele tinha levantado o vestido dela e estava beijando a bunda dela. Ela gemia baixinho. Ele se levantou depois de alguns minutos, sentou ela na mesa rapidamente. Os dois se olharam nos olhos como se estivessem hipnotizados, se beijaram apaixonadamente e ele começou a meter nela. Ela se movia ritmicamente junto com ele, pareciam sincronizados e não paravam de se olhar fixamente em nenhum momento. A mesa começou a fazer barulho no ritmo dos movimentos deles. Não podia acreditar que estavam comendo a mamãe bem na minha cara. No começo, pensei em entrar e encher o Julian de porrada, mas não fiz. Em vez disso, fiquei olhando e até curti um pouco aquele momento. Era muito erótico e até me deu vontade de ser eu quem estava comendo ela. Fiquei Uma ereção tremenda. Peguei meu celular e filmei um pouco as cenas que tava vendo. No fim, decidi sair pra dar uma olhada lá fora, pra ver se ninguém tentava entrar. Fui pra rua onde tava rolando a recepção. Meu pai, com uma taça na mão, me perguntou pela mãe. Ele tava acompanhado pela Cristina e outra amiga do grupo dele. Falei que não tinha visto ela. Aí ele tentou ir procurar ela dentro de casa. As amigas não sabiam o que fazer. Quando ele ia entrar, eu chamei ele e falei: "Pai, é seu aniversário e você quase nem brindou comigo. Vamos, toma um gole." Ele parou e brindou comigo. As amigas começaram a rir e se juntaram a nós, apoiando minha ideia. Daí a pouco, minha mãe saiu. Tinha molhado o cabelo e tava super normal. Os amigos do grupo dela se olhavam de canto de olho e davam uns sorrisinhos. Eu entrei em casa de novo e encontrei o Julián, que tava pronto pra sair, mas não saía porque queria esperar, provavelmente, algo acontecer pra meu pai não desconfiar tanto. Eu vi ele e ofereci um drink. Quando a gente já tava tomando umas quatro doses, meu pai entrou e perguntou pra ele quando tinha entrado, que não tinha visto ele. Ele não sabia o que dizer, tava enrascado, porque acho que meu pai tava desconfiando. Aí eu respondi que ele tinha entrado comigo há alguns minutos, que ele provavelmente não tinha visto. Meu pai fez cara de dúvida, mas no fim acreditou em mim. Julián só seguiu minha onda e a gente saiu pra recepção. Ele me agradeceu e tentou explicar, mas eu falei pra ele não se preocupar, que meu pai ficava meio estranho quando bebia um pouco. Lá fora, minha mãe, toda cínica, perguntou pro Julián por onde ele tinha andado, que não tinha visto ele em quase toda a recepção, e todo mundo no grupo dela riu. Eu, claro, me fiz de desentendido. A verdade é que eu mesmo me surpreendi com minha reação, porque não só tava aprovando a safadeza da minha mãe, como também tinha virado cúmplice dela ao encobrir o amante. E não era só isso: eu tinha ficado com A obsessão de querer possuir ela, o que houve comigo, não sei, mas mais cedo ou mais tarde eu tinha que ter aquele corpo cor de canela, aqueles peitos, aquela bunda tinha que ser minha e já não me importava se era minha mãe, só queria possuir ela.
1 comentários - Mamãe mete chifre no papai