Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A história foi há pouco tempo. Meu amigo Christopher e eu costumamos jogar futebol direto, e como a casa dele é bem perto, a gente vai pra lá sempre muito cansado. Nas primeiras vezes, a mãe dele tava sempre lá fazendo faxina ou comida. É uma senhora baixinha, tipo 1,60m, um pouco mais ou um pouco menos. É uma mulher bonita, não é modelo, mas é muito simpática. Ela tem pouca bunda, mas é empinadinha e gostosa, e o que falta de bunda, sobra de peito — uns 36D, mais ou menos. A senhora sempre me tratou bem, então nunca pensei nada de mal. Mas quando a gente ia, às vezes ela falava pro meu amigo sairmos porque ia tomar banho. Depois, a gente ficava no sofá jogando videogame, ela saía do banho e eu via ela passar assim, sem mais nem menos, e foi despertando minha curiosidade ao ver aqueles peitões enormes balançando enquanto ela andava por ali.
Um dia, combinei de encontrar o Cristopher na casa dele pra ir pro jogo. Entrei na casa, a senhora me recebeu e me deixou na sala esperando enquanto ela cuidava das coisas dela. Nisso, o Cristopher me mandou uma mensagem dizendo que não ia rolar, que a casa da namorada dele tava vazia e que ele ia pra lá. Perguntou se eu podia cobrir ele, pra falar qualquer coisa. Só falei que sim.
Foi aí que eu falei pra dona que tinha que ir, que ia encontrar o Christopher lá, e ela respondeu que se eu não ficasse pra almoçar, ia ficar sozinha. Como eu tinha tempo, acabei ficando. "Só vou dar uma duchada, filho, não demoro". Como tinha uma janela no quintal dela que dava pro banheiro, resolvi dar uma espiada e vi aqueles peitões enormes ensaboados. Comecei a passar a mão no meu pau, que já cresceu na hora e ficou duro. Tentei me segurar, desci e esperei no sofá sentado, mas meu pau continuava bem duro. Quando ela sai, só olho pra ela de roupão, que mal cobre aqueles peitões enormes, e o mamilo dela duro aparece. "Filho, fica à vontade, já volto. Põe a mesa, por favor.
Eu vou com o pau meio duro arrumar a mesa e quando termino, ela vem. Me viro, mas não sei por que senti que ela tava olhando pro meu volume, talvez fosse coisa da minha cabeça. Ela passa do meu lado e esfrega esses peitões enormes em mim, sem sutiã — que gostoso sentir eles com o mamilo duro. Mas não rolou nada, tentei ignorar isso.
Quando eu tava servindo a comida, mal percebi a saia curta que ela tava usando e a blusa de alcinha sem sutiã. Os peitos dela tinham uma caída bem gostosa, um pedacinho da teta escapava pelo lado. Quando ela andava pra trazer os pratos, os peitos dela balançavam de leve. Na hora de comer, a gente tava de frente, e eu não conseguia evitar: de repente, eu olhava pra eles. Finalmente ela soltou que tava sempre sozinha, eu via ela triste, o marido dela não tava por perto, ela bebia muito — e isso eu já sabia — e que o pai da Cris às vezes batia neles. Levantei e abracei a senhora. Não sei por que fiz isso, mas fiz.
A senhora me abraçou e de repente senti os peitos dela no meu estômago, perto do meu peito. Eu dizia pra ela não chorar, e ela soluçava, me apertava contra ela. Quando meu pau começou a crescer um pouco, me afastei e fui sentar. A senhora se recompôs e sentamos no sofá, continuamos conversando, só que agora mais íntimos, mais à vontade, e passamos pra assuntos mais sexuais. Ela me perguntou por que eu trocava de namorada toda hora, que sempre me via na saída com uma diferente. Eu disse que não sabia, e ela falou: "Aposto que sei por quê. Com esses shorts que você usa, as meninas se jogam em cima de você." Ela se referia ao meu pau. Eu me fiz de desentendido e falei: "É, acho que tenho uma boa perna, hahaha." E ela: "É, uma terceira perna." E rimos. Eu, nervoso, fiquei envergonhado. "Me deixaria ver?" Eu olhei pra ela, desconcertado... "Já nem lembro como é, filho. Deixa eu ver só um pouquinho. Vem, levanta", disse ela. Eu levantei, ela abaixou meu short e meu pau balançando, ainda não totalmente duro... "Você tá com ele duro, né?" "Não, senhora, ainda não totalmente..." "Mas, mãe... mas que pedaço! Meu marido tem um menor quando tá duro." Mais curiosa do que com tesão, ela se ajoelhou e começou a me masturbar. "Até onde cresce?" Eu, extasiado, falei: "Não sei, senhora." Ela continuou, e meu pau cresceu mais e ficou mais duro. Ela pegou o copo comprido onde bebia água, colocou meu pau dentro do copo — sobrou um pedaço de pau e enchia quase todo o copo. Levou a mão na própria buceta e dizia: "Filho, não é possível, que gostoso que tá." Soltou meu pau e começou a esfregar os peitos, os mamilos, os peitos batendo um no outro de um jeito delicioso. Ela se tocava tão gostosa que meu pau não aguentava mais. Comecei a bater punheta na hora, ela disse que não, que pra isso ela tava ali. Me sentou no sofá e começou a me masturbar. Um pouco depois, com os peitos dela, que estavam meio frios, era muito gostoso — meu pau quente e os peitos dela. Ela mexia eles e via eles pulando, tão gostosos. Levantou, virou de costas e com maestria sentou no meu pau, que segurou antes de sentar, e se enfiou. Custou um pouco pra entrar. sentia como essa buceta se abria na medida que eu enfiava meu pau, ela sentava, filho, não entra, não entra, mas continuava sentando e rebolando a raba até que se deixou cair no meio do caminho e gemeu gostoso pra caralho, o melhor gemido, e senti como ela apertou sua buceta, yummy, ela tocou os peitos e apertava enquanto dava sentadas, nisso senti que ela gozou no meu pau, molhando ele e molhando o sofá, se deixou cair em cima de mim, na minha barriga, tirou um pouco do meu ar, ela mexia as pernas e se tocava e repetia gozei, gozei, gozei, eu pegava os peitos enormes dela que não cabiam nas minhas mãos enquanto ela continuava puxando meu pau, mexia os quadris como se fosse meter de novo, dessa vez ela virou e montou em mim de forma selvagem, de uma enfiada só meteu, que pau gostoso, filho, me dá tudo, tudo, e cavalgava tanto que os peitos subiam e desciam, eu chupava um que segurava com as duas mãos, ela suava tão gostoso, depois com o pau todo dentro ela só mexia os quadris, minha buceta enchia ele completamente e eu sentia os sucos dela escorrendo, levantei ela, empinei de quatro no sofá, meti gostoso, embora não entrasse completo, e peguei os peitos dela, comecei a foder ela como a puta que era, ela gemia e gemia alto, tava com medo de alguém ouvir, peguei ela pelo cabelo e isso a deixou mais puta, ela começou a rebolar a bunda enquanto eu metia, assim, cada metida meu pau entrava num ângulo diferente, de repente se ouve a porta abrindo e gritam meu amor, cheguei...
Um dia, combinei de encontrar o Cristopher na casa dele pra ir pro jogo. Entrei na casa, a senhora me recebeu e me deixou na sala esperando enquanto ela cuidava das coisas dela. Nisso, o Cristopher me mandou uma mensagem dizendo que não ia rolar, que a casa da namorada dele tava vazia e que ele ia pra lá. Perguntou se eu podia cobrir ele, pra falar qualquer coisa. Só falei que sim.
Foi aí que eu falei pra dona que tinha que ir, que ia encontrar o Christopher lá, e ela respondeu que se eu não ficasse pra almoçar, ia ficar sozinha. Como eu tinha tempo, acabei ficando. "Só vou dar uma duchada, filho, não demoro". Como tinha uma janela no quintal dela que dava pro banheiro, resolvi dar uma espiada e vi aqueles peitões enormes ensaboados. Comecei a passar a mão no meu pau, que já cresceu na hora e ficou duro. Tentei me segurar, desci e esperei no sofá sentado, mas meu pau continuava bem duro. Quando ela sai, só olho pra ela de roupão, que mal cobre aqueles peitões enormes, e o mamilo dela duro aparece. "Filho, fica à vontade, já volto. Põe a mesa, por favor.
Eu vou com o pau meio duro arrumar a mesa e quando termino, ela vem. Me viro, mas não sei por que senti que ela tava olhando pro meu volume, talvez fosse coisa da minha cabeça. Ela passa do meu lado e esfrega esses peitões enormes em mim, sem sutiã — que gostoso sentir eles com o mamilo duro. Mas não rolou nada, tentei ignorar isso.
Quando eu tava servindo a comida, mal percebi a saia curta que ela tava usando e a blusa de alcinha sem sutiã. Os peitos dela tinham uma caída bem gostosa, um pedacinho da teta escapava pelo lado. Quando ela andava pra trazer os pratos, os peitos dela balançavam de leve. Na hora de comer, a gente tava de frente, e eu não conseguia evitar: de repente, eu olhava pra eles. Finalmente ela soltou que tava sempre sozinha, eu via ela triste, o marido dela não tava por perto, ela bebia muito — e isso eu já sabia — e que o pai da Cris às vezes batia neles. Levantei e abracei a senhora. Não sei por que fiz isso, mas fiz.
A senhora me abraçou e de repente senti os peitos dela no meu estômago, perto do meu peito. Eu dizia pra ela não chorar, e ela soluçava, me apertava contra ela. Quando meu pau começou a crescer um pouco, me afastei e fui sentar. A senhora se recompôs e sentamos no sofá, continuamos conversando, só que agora mais íntimos, mais à vontade, e passamos pra assuntos mais sexuais. Ela me perguntou por que eu trocava de namorada toda hora, que sempre me via na saída com uma diferente. Eu disse que não sabia, e ela falou: "Aposto que sei por quê. Com esses shorts que você usa, as meninas se jogam em cima de você." Ela se referia ao meu pau. Eu me fiz de desentendido e falei: "É, acho que tenho uma boa perna, hahaha." E ela: "É, uma terceira perna." E rimos. Eu, nervoso, fiquei envergonhado. "Me deixaria ver?" Eu olhei pra ela, desconcertado... "Já nem lembro como é, filho. Deixa eu ver só um pouquinho. Vem, levanta", disse ela. Eu levantei, ela abaixou meu short e meu pau balançando, ainda não totalmente duro... "Você tá com ele duro, né?" "Não, senhora, ainda não totalmente..." "Mas, mãe... mas que pedaço! Meu marido tem um menor quando tá duro." Mais curiosa do que com tesão, ela se ajoelhou e começou a me masturbar. "Até onde cresce?" Eu, extasiado, falei: "Não sei, senhora." Ela continuou, e meu pau cresceu mais e ficou mais duro. Ela pegou o copo comprido onde bebia água, colocou meu pau dentro do copo — sobrou um pedaço de pau e enchia quase todo o copo. Levou a mão na própria buceta e dizia: "Filho, não é possível, que gostoso que tá." Soltou meu pau e começou a esfregar os peitos, os mamilos, os peitos batendo um no outro de um jeito delicioso. Ela se tocava tão gostosa que meu pau não aguentava mais. Comecei a bater punheta na hora, ela disse que não, que pra isso ela tava ali. Me sentou no sofá e começou a me masturbar. Um pouco depois, com os peitos dela, que estavam meio frios, era muito gostoso — meu pau quente e os peitos dela. Ela mexia eles e via eles pulando, tão gostosos. Levantou, virou de costas e com maestria sentou no meu pau, que segurou antes de sentar, e se enfiou. Custou um pouco pra entrar. sentia como essa buceta se abria na medida que eu enfiava meu pau, ela sentava, filho, não entra, não entra, mas continuava sentando e rebolando a raba até que se deixou cair no meio do caminho e gemeu gostoso pra caralho, o melhor gemido, e senti como ela apertou sua buceta, yummy, ela tocou os peitos e apertava enquanto dava sentadas, nisso senti que ela gozou no meu pau, molhando ele e molhando o sofá, se deixou cair em cima de mim, na minha barriga, tirou um pouco do meu ar, ela mexia as pernas e se tocava e repetia gozei, gozei, gozei, eu pegava os peitos enormes dela que não cabiam nas minhas mãos enquanto ela continuava puxando meu pau, mexia os quadris como se fosse meter de novo, dessa vez ela virou e montou em mim de forma selvagem, de uma enfiada só meteu, que pau gostoso, filho, me dá tudo, tudo, e cavalgava tanto que os peitos subiam e desciam, eu chupava um que segurava com as duas mãos, ela suava tão gostoso, depois com o pau todo dentro ela só mexia os quadris, minha buceta enchia ele completamente e eu sentia os sucos dela escorrendo, levantei ela, empinei de quatro no sofá, meti gostoso, embora não entrasse completo, e peguei os peitos dela, comecei a foder ela como a puta que era, ela gemia e gemia alto, tava com medo de alguém ouvir, peguei ela pelo cabelo e isso a deixou mais puta, ela começou a rebolar a bunda enquanto eu metia, assim, cada metida meu pau entrava num ângulo diferente, de repente se ouve a porta abrindo e gritam meu amor, cheguei...
1 comentários - A mãe gostosa do meu amigo Cristofer