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Esta série aborda várias variantes da vida do nosso "herói", então neste capítulo vamos ver um pouco de infidelidade e rolos de adolescentes e nem tão adolescentes assim.Capítulo 25: Será que eu vou ser o infiel?Mais um fim de semana chegou, só que dessa vez o Juan vinha visitar a cidade. Por causa da nova situação e da presença da ex-amante do papai, a Paula, eu e a Isa fomos exilados pra casa da tia Dani; a mamãe achava que era muito difícil explicar a presença da Paula e, no meu caso, disse que não tinha espaço suficiente. Eu, por minha parte, não sabia se era moeda de troca por ter mandado a Paula (uma completa estranha pra minha tia e as filhas dela) ou se simplesmente faltava uma cama (o que era verdade, mas a Isa podia ter dormido com ela no dia em que não tava de plantão). No fim, apesar dos meus protestos, tive que ir, mas não sem antes ver meu irmão, que chegou de muito bom humor e com vontade de pegar umas minas, segundo ele me disse no telefone, já que se achava um tal de "Don Juan".
Na hora do jantar, fui lá em casa pra vê-lo e saber da vida dele. Passamos boa parte da noite falando da nova vida dele numa unidade de combate (eu só pensava que existiam regimentos), do curso de inglês dele pra participar de operações de paz e de tudo relacionado ao batalhão. A verdade é que quando ele chegou no enésimo cabo, eu já tava mais que entediado, e acho que a Isa também; no fim, ele contou que ia sair pra ver os conhecidos e ver o que a noite trazia. Eu, por minha vez, voltei pro meu destino trágico, ou seja, a casa da tia Dani, onde a Ani ia estar e, muito provavelmente, a Flo.
Quando cheguei, encontrei a Paula na esquina, porque ela queria vir comigo. Mal batemos na porta, fomos recebidos pela tia Dani e pela Ani; a Flo não estava (graças a Deus!). Depois dos cumprimentos de sempre, mandaram a Paula pro quarto de visitas e eu fui pro quarto da tia Dani, com um gesto meio emburrado da Ani, o que me deu a impressão de que ela queria dividir a cama comigo. De qualquer forma, a tia Dani nem olhou pra ela nem disse nada, só sorriu pra mim como sempre, embora os olhos dela deixassem adivinhar que ela se regozijava de me ter sob a proteção dela. Assim que entramos no quarto, ela se jogou em cima de mim e, segundo... suas próprias palavras "pra me comer vivo", eu ria das ideias dela e acariciava o corpo dela com luxúria, já que não tinha aproveitado ele por vários dias ou talvez meses.
Eu estava amassando os peitos da tia Dani quando batem na porta e a Ani aparece, ela me disse que a gente devia sair pra dançar ou conversar com os amigos… e a mãe dela, ou seja, a tia Dani, podia "me comer vivo" quando eu voltasse. A mãe dela concordou de má vontade, com a condição de que ela não me usasse antes de eu dormir com ela.
Tudo isso me parecia loucura e, pelo que vivi nos últimos tempos, eu não queria passar de novo por todas as confusões e dramas que tive com minhas priminhas, então, sabendo que ia me meter em problemas se saísse sozinho com a Ani, decidi incluir a Ainhoa nessa saída inevitável. Assim, muito a contragosto da Ani, liguei pra minha namorada amiga, que aceitou encantada.
Depois de todas as autorizações e com todo o pesar da tia Dani, saímos no carro da família dirigido pela Ani, que já tinha carteira. Durante o trajeto pra buscar a Ainhoa, minha querida prima e ex-namorada aproveitou pra passar a mão na minha coxa e no meu pacote, como quem não quer nada, mesmo eu insistindo que a Ainhoa era minha namorada e que o que rolava nas nossas tardes de estudo era com a anuência dela. Ela insistia que o fato de ela não estar presente não era pecado nenhum e usava a mãe dela como exemplo (nisso ela tinha um ponto).
Finalmente passamos pra pegar minha namorada e, depois de ouvir as recomendações do Aitor, o pai da Ainhoa (e as ameaças veladas dele caso o comportamento não fosse adequado, hehehe… era tarde!), subimos no carro e começou a "quase discussão" sobre onde eu devia ir! A Ani era a motorista, mas segundo ela não era "chofer de ninguém" e não ia ficar sozinha na frente, então no fim as minas foram na frente e eu atrás. Além disso, quando já íamos partir, surgiu a típica discussão sobre pra onde ir. No fim, decidimos pelo lugar de sempre; isso foi por vários motivos. O primeiro deles é que era barato; o segundo, é que, diferente das minas que são um pouco mais velhas que eu, eu ainda era menor de idade, e só conseguia entrar naquele lugar sem problemas porque já me conheciam de tanto frequentar misturado no nosso grupo, onde todos eram caras mais velhos, então nem pediam meus documentos, com a grande vantagem de poder tomar uma cerveja (nunca exagerei).
Começamos a dançar os três, devo admitir que meio na obrigação por causa delas, e apesar de algum cara tentar me ajudar com uma das minhas duas mulheres, não conseguiram, porque as duas mandavam eles pastar. A verdade é que nenhuma delas largava o osso de me controlar, tanto no corpo quanto na alma, então me resignei a deixar ser mimado.
Tava tudo nos conformes quando, de surpresa, chegou meu irmão Juan acompanhado da Biocha (a surpresa não era o Juan). Os dois se aproximaram e cumprimentaram todo animado, e sem nem serem convidados, tomaram posse de um pedaço da mesinha onde a gente já tava, claramente porque o lugar tava lotado de caras.
Depois de um bom tempo, eu tava exausto de tanto dançar e cheio de cerveja, então precisei ir ao banheiro urgente. Felizmente, minhas minas me deixaram ir sozinho aliviar a bexiga. Depois de me refrescar e também com o objetivo de descansar, fiquei afastado uns minutos, e aproveitei pra observar o pessoal. Como consequência, vi que também era bom pra minhas perseguidoras me deixarem respirar um pouco… são gostosas, mas tanto assédio cansa!
Biocha: Oi, gatinho, fugindo das minas? Hehehe
Cláudio: Culpado, hahaha
Biocha: Não nos vemos há um tempinho, uns seis meses?
Cláudio: É, por aí. E você, também fugindo do Juan?
Biocha: Não, ele é um amor e tá comendo ele (lembrei da tia Dani, hahaha)
Cláudio: Então?
Biocha: Igual você, precisava aliviar um pouco, hahaha
Cláudio: Então vamos voltar…
Biocha: Ainda não, Eles estão dançando e eu ainda quero me aliviar… Cláudio: Mas você não tinha ido…? Biocha: Fui sim, quero aliviar minha bucetinha pra você me entender, ele me disse no ouvido. Cláudio: Mas o Juan… Biocha: Não quero parecer uma menina fácil e transar com ele no primeiro encontro, e quando te vi, pensei: que talvez?... Cláudio: Mas na universidade? Biocha: Desde que fiz com você, ninguém mais passou pela minha xereca, hehehe. Cláudio: Sério?... A universidade tá cheia de caras e alguns devem ser bem legais… Biocha: Mas são burros… Cláudio: Quer que eu te alivie? Biocha: Sim! Cláudio: Mas onde? Biocha: Tem um lugar lá no fundo que é bem escuro e os casais vão pra lá, chamam de VIP Privados e por um pouco mais de grana, você tem privacidade e não precisa disputar os sofás e mesas com os outros, são reservados pra quem não quer se misturar com a “ralé” — você não sabia? Cláudio: Na verdade, não… e como você sabe? Biocha: Meu bobinho, sou universitária com amigas universitárias… tô bem informada, hahaha. Cláudio: Mas vão notar nossa falta… Biocha: A gente fala que, como vimos eles dançarem, a gente fez o mesmo no outro lado… não vai ser uma mentira tão grande, já que vamos dançar, hehehe. Cláudio: E eles estão dançando?... Biocha: Eu cuidei disso, falei pro Juan dançar e ele tá todo apaixonado por mim e me obedece, hahaha. Cláudio: Pô, isso é premeditação e traição… Biocha: Tudo pra te sentir dentro de mim, meu bobinho… “os fins justificam os meios”… Cláudio: Ainda é meio perverso… Biocha: Você quer ou não? Cláudio: Sim, não consigo resistir à oferta, é tentadora demais… agora entendo o Adão. Biocha: Que Adão? Cláudio: O do paraíso… Biocha: Ahhh, esse, hahahaha. Eu não podia acreditar… mas “a cavalo dado não se olha os dentes”…. Então, depois desse diálogo alucinante, fomos pro “fundo”, era realmente escuro e só dava pra diferenciar os espaços ocupados dos livres por umas luzinhas vermelhas ou verdes e os murmúrios baixinhos que dava pra sentir no meio da música alta. A verdade é que Só restavam um par de luzes verdes, então a Biocha me pegou pela mão e a gente se apressou. Tinha que colocar uma ficha ou chave (não vi direito) que custava uma grana extra, com isso a gente tinha direito de controlar o acesso pra não entrar penetras ou moleques sem dinheiro igual você (a Biocha pagou)... era algo que eu nunca teria imaginado... foder na balada, hahaha. Na entrada, uma garçonete veio até a gente, alugamos o lugar mas não pedimos nada de consumo (a gente tava indo pro que importava).
Uma vez lá dentro do privê, mal dava pra enxergar, mas percebi que tinha um sofazinho, duas poltroninhas e uma mesinha, e uma janelona que, segundo a Biocha, era um vidro especial que dava pra ver a pista, mas da pista não dava pra ver lá dentro. A real é que privacidade tem seu preço, mas se a gente quer, é algo muito valioso. Como o tempo tava correndo e a Biocha tava mais que tesuda, ela me apressou pra dentro e mandou a garçonete embora.
Sozinhos, fiquei atrás dela e abracei, sussurrando no ouvido dela enquanto começava a amassar os peitos dela, eram tão grandes quanto eu lembrava! Depois levantei a saia dela e comecei a acariciar as bandas da bunda linda dela. Ela deu um passo pra frente e se apoiou na janela que dava pra pista, eu encostei de novo minha hombridade na bunda dela, a Biocha suspirava e pelo pouco que eu ouvia, ela dizia "preciso de você", então abriu as bandonas enormes da raba dela, deixando aquele cuzão perfeito à minha mercê, me esfreguei com gosto na bunda dela, não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, mas pareceu curtinho demais.
Já com o tesão no talo, continuei com as mãos mais pra baixo e encontrei o montinho de Vênus inchado e molhado da Biocha, comecei a acariciar e ela abria as pernas pra sentir melhor meus carinhos. Não aguentava mais de tesão, então puxei minha piroca dura e ereta (tava dura que nem aço, talvez por causa da Biocha ser tão gostosa e do tesão de ser a mina que meu irmão tava pegando), e puxei a calcinha dela pro lado, quando com a cabecinha senti a Umidade da buceta da Biocha... coloquei minha hombridade na entrada e enfiei de uma vez só até bater com minhas bolas nas majestosas nádegas dela.
Comecei o frenético e profundo vai e vem, enquanto a Biocha continuava com os peitos colados na vitrine, acho que ela imaginava que tava se exibindo pra multidão enquanto era fodida... Depois ela me confessou que se sentia como se estivesse numa daquelas vitrines do famoso bairro de "Sankt Pauli", imaginando que era uma daquelas putas que se exibem como mercadoria... Lembrei de novo das maravilhosas tetas da Biocha e subi minhas mãos até o busto dela, ainda coberto pelo vestido sensual. Como pude, e com uma ajudinha dela, libertei aquelas maravilhas e, enquanto metia forte, amassava elas com muito prazer. A Biocha gozou antes mesmo de eu chegar perto... verdade seja dita, ela tava muito necessitada.
Como não queria ficar de pau duro à toa, cuspi no meu pau e, sem pedir permissão, coloquei ele no cu dela. Ela tentou apertar as nádegas, mas já era tarde!... Sem demora nem cerimônia, enfiei até o fundo! Ela gritou, mas o barulho da música abafou a dor dela. No fim, ela se acostumou com minha invasão e se entregou por completo. Aproveitando a rendição incondicional dela, agarrei suas cadeiras e comi ela mais rápido e fundo do que nunca... Sentia com muito tesão como meu púbis batia nas nádegas dela... A raba da Biocha era minha... A música forte da balada mal deixava eu ouvir o barulhinho dos nossos corpos se chocando, mas só de pensar em como eu tava fodendo ela naquela janela na frente de tanta gente, a situação era extremamente excitante, até que finalmente gozei naquele cuzinho que já tinha o formato e o tamanho do meu pau.
Sentamos uns momentos no sofazinho e ela se jogou em mim pra me beijar com paixão enquanto eu ainda brincava com os peitos dela, ainda nus; verdade seja dita, eu teria ficado ali até a eternidade, mas os outros iam se perguntar onde a gente tava, então falei com a maior delicadeza pra ela limpar minha pau com seus lábios sensuais, o que não agradou muito ela, mas eu disse:
Se não fizer, vou entender, mas nunca mais vou aliviar a coceira da sua bucetinha.
Biocha: Você é mau… vou fazer! mas não vou esquecer sua promessa…
Cláudio: Beleza, vai fundo…
Como a melhor chupadora do mundo, ela se dedicou tanto à minha pau que ele endureceu de novo, ela queria continuar apesar da dor no cu que estava sentindo, mas eu recusei, porque se demorássemos mais, seríamos descobertos ou nossa explicação não seria convincente. Voltamos para onde os caras ainda estavam dançando, o que parou assim que chegamos. Então João, todo animado, pegou a mão da Biocha e a convidou na hora para dançar (não sei como ela dançava com o cu dolorido?). Enquanto isso, minhas fécuties me levaram até nossa mesinha e começaram um interrogatório:
Ainhoa: Onde vocês estavam?
Cláudio: Como eu disse, fui ao banheiro e quando voltava, encontrei a Biocha, que estava saindo do feminino, começamos a conversar no caminho até aqui, mas ao ver vocês dançando com o João, ficamos conversando um pouco porque não nos víamos há muito tempo e depois… como vocês continuavam dançando, nós dançamos também…
Ani: Mas tanto tempo?
Cláudio: Qual é, não foi tanto, o que acontece é que vocês sentiram minha falta, né? falei sorrindo para elas
Ainhoa: Sim, sentimos sua falta, mas mesmo assim demoraram tanto que…
Cláudio: Ah, você pensou que eu estava pegando a Biocha… você é muito maliciosa!
Ani: Não tanto, porque você já pegou ela antes e demoraram muito
Cláudio: Exageram… não foi tanto
Ainhoa: Bom, continuo sem acreditar muito em você, mas agora você me deve umas danças… vamos
Ani: E eu?…
Ainhoa: Você depois, agora é minha vez.
Assim, as três danças seguintes foram com a Ainhoa e as três depois com a Ani. Um pouco mais tarde, e devido ao meu cansaço causado por tanta dança e algo mais, voltamos para casa, deixando João e Biocha por conta deles. Voltamos do mesmo jeito que tínhamos ido, elas na frente e eu atrás, a viagem foi bem silenciosa, elas de vez em quando comentavam algumas coisas. coisas, mas eu não prestava atenção nelas, pois estava imerso nos meus próprios pensamentos. Ao chegar na casa da Ainhoa, ela pediu para parar a alguns metros de distância, num lugar onde a luz era abafada pela folhagem de uma árvore bem frondosa. Assim que paramos, ela disse:
— Claudio, me fode…!!
Ani: — Mas a gente tá na frente da sua casa!… Se seus pais te veem… além disso, eu tô aqui…
Ainhoa: — Ani, eles estão dormindo, e você pode foder ele no carro depois. Vamos, Claudinho… você tem que me foder.
Claudio: — Mas, amor, é muito arriscado, e ainda tem a Ani aqui.
Ainhoa: — Não tô pedindo nada que você já não tenha feito com ela… Além disso, é mais arriscado pra você não me foder.
Claudio: — Por que você diz isso?
Ainhoa: — Bom, te conhecendo, posso apostar minha cabeça que você comeu a Biocha em algum canto, e se me foder como Deus manda, vou poder dar fé de que você é um garoto bonzinho e não fez nada com ela.
Ani: — Mas, Ainhoa, eles não tiveram muito tempo, e a Biocha tava com o Juan…
Ainhoa: — Não seja sonsa, mulher, que ela gosta do Claudio, e pro Claudio basta dois segundos pra comer uma garota, eu conheço ele… Então vou pra trás e ele vai me dar uma fodida rápida, ou então as bolas ou o pescoço dele tão em perigo, porque vou cortar fora e depois acusar ele pro meu pai…
Claudio: — É só sua imaginação, mas vou fazer. Vem cá, amor…
Não quis contrariá-la, pensando nas consequências, e assim que passei pra trás, recebi ela nos meus braços. Ela me beijou com força, puxou a calcinha pra baixo, montou de pernas abertas, abriu minha braguilha e enfiou no meu pau, que ainda tava meio murcho, mas com a atitude e a pegada dela, me esquentou o suficiente pra reagir (ainda não sei como), e ela começou a quicar em cima de mim sob o olhar atento da Ani. Depois, puxou os peitos pra fora do vestido e do sutiã, deixando-os na minha cara, e sem dizer mais nada, enfiou eles na minha boca. A verdade é que parecia outra garota, uma que realmente tava precisando de um pau. Na cavalgada frenética dela, não se preocupou comigo, só queria prazer pra si mesma e ter certeza de que eu não tinha Traído, não demorou muitos minutos até que ela gozasse, me olhando com satisfação e acho que segura de que eu não tinha feito nada com a Biocha.
Por sua vez, a Ani, sentada na frente, nos olhava com uma expressão entre incrédula do que tinha acontecido, misturada com luxúria, mais ainda, notei quando ela começou a se masturbar a bucetinha, sem perder nenhum detalhe durante a foda que minha namorada tinha me dado; acho até que ela não conseguiu gozar, mas curtiu pra caralho o que viu. A passividade dela diante dos fatos só mudou no final, quando a Ainhoa caiu exausta do meu lado e eu me levantei pra banhar os peitos dela com meu gozo (não muito, hehehe). Não sei se com maldade ou outra coisa!, mas a Ani, num instante enquanto a gente se arrumava, deu um tapa na bunda da Ainhoa que doeu até em mim.
Ainhoa: Aiii... isso doeu pra caralho!!!
Ani: Você merece, sua puta, e além disso você gostou, ou não, sua puta?
Ainhoa: Uhm, não tanto quanto você gosta que meu namorado te coma quando você entrar na sua casa, hahaha. Devia me agradecer, já que você é tão puta quanto eu, hahaha.
Ani: Então foda-se à sua saúde, hahaha
Essa foi a despedida da Ani com a Ainhoa, essa última se vestiu como pôde, ainda banhada do meu gozo, e foi andando pra casa dela. Eu quis ir deixar ela na porta, mas ela não deixou. Quando vi que ela tinha entrado em casa, subi no carro no banco do carona pra ir pra casa... Naquele exato instante, a puta da Ani me disse:
Agora é minha vez...
Cláudio: Mas já tô exausto... e ainda não chegamos em casa...
Ani: Parece que sua namoradinha tinha razão... você comeu a Biocha!... você é um...
Cláudio: Vamos, Ani, sou só um cara normal e já comi minha namorada...
Ani: Mas faltou eu...
Cláudio: É que não sei se vai subir... e a gente tá no meio da rua, caralho, podia esperar até chegar!!!
Ani: Não, não posso! e você vai ver que vai subir, deixa comigo!... quer dizer, na minha boca, hehehe
Cláudio: Ok, mas vamos esperar chegar em casa
Ani: Ok... Muito bem, a gente faz em casa... você me prometeu!
Resumindo a parada, mal chegamos e a Ani meteu o carro na garagem, ela não deixou nem eu descer e me comeu no carro da mãe dela, do jeito que só ela sabe fazer. A verdade é que é sempre um puta prazer foder com ela, porque de algum jeito ela transforma o sexo num jogo interativo, que vai muito além de ser só produto da paixão ou um ato reprodutivo. A real é que eu me diverti pra caralho, mas tava exausto...
Depois de nos ajeitarmos e ela se dar por satisfeita, descemos de mãos dadas e nos beijamos a cada passo que dávamos até a entrada da sala, onde finalmente — e ainda não sei como — consegui me livrar dela. Quando finalmente cheguei na cama da tia Dani, já não aguentava mais. Felizmente, a tia Dani, apesar de acordar com vontade, teve pena de mim e me deixou descansar. Claro que no dia seguinte agradeci no chuveiro, onde só posso dizer que gastamos muita água.
O resto do fim de semana não teve nada demais. No domingo almoçamos todos juntos, Juan levou a Biocha pra casa e também conheceu a Paula, que foi apresentada como uma parente do lado do pai, sem entrar em detalhes. Esse almoço foi relaxado só na aparência, porque fizemos um churrasco no jardim, tudo parecia paz e tranquilidade, mas a Ani ficava olhando direto pra Biocha e eu tinha a impressão de que também tava de olho em mim. A Flo, por sua vez, interrogava a Paula tentando descobrir a verdadeira origem dela, mas a mãe e a tia Dani bloqueavam essas tentativas com referências e parentescos estranhos.
Finalmente, meu irmão foi embora pra unidade dele, mas na despedida pediu pra Ani levar a namorada Biocha pra casa (sim, com essas palavras), pra não desviar a mãe do caminho até o terminal de ônibus. Fiquei estupefato, tanto que a Ani percebeu e perguntou desde quando eles estavam namorando, e ele, sorrindo, disse:
— Desde ontem à noite. A verdade é que ela é uma garota maravilhosa.
Biocha: — Obrigada, mas não acho que sou tão maravilhosa assim, hehehe
Juan: — Vai, mulher, você é inteligente, Linda e simpática, a mulher nota dez.
Ani: Mmmm… se é perfeita, hehehe, parabéns, não tem problema nenhum se o Claudio vier comigo pra não voltar sozinha.
Claudio: Claro, lógico.
Deixamos a Biocha em casa como se nada tivesse acontecido. Ficava impressionado com a calma dela diante dos olhares inquisidores e das perguntas e indiretas da Ani, sem soltar uma palavra. Minha priminha no final não conseguiu tirar nada a limpo, mas fez todo tipo de comentário enquanto voltávamos pra casa. Eu fiquei impassível, negando qualquer possibilidade de ter comido a Biocha de novo, mas a Ani desconfiava da Biocha e de mim, disso não tinha dúvida. Perto de casa, a Ani parou o carro num lugar mais isolado e me encarou:
— ¡Claudio, você comeu ela ou não!?
Claudio: Você sabe muito bem que eu comi a Biocha e que ela me deu a virgindade dela.
Ani: Não tô falando daquelas vezes…
Claudio: Não tô entendendo o que você quer saber… não como a Biocha desde que ela é namorada do meu irmão, se é isso que você quer saber (sem dar brecha pra mais perguntas, beijei ela).
Sim, beijei ela, pra evitar idiotamente que ela continuasse me perguntando coisas que me davam vergonha e pena de confessar. Nunca teria comido a Biocha naquele maldito privado se soubesse que o Juan tava falando sério com ela. Continuamos nos beijando e minha querida Ani me fez um boquete mágico enquanto eu “dedava a bucetinha dela”. Nós dois gozamos no carro da mãe dela mais uma vez e voltamos pra casa antes que sentissem nossa falta.
Finalmente terminou o fim de semana aparentemente tranquilo. Todos voltamos pra nossa rotina: eu e a Ani pra preparar as provas finais, a Isa pros estudos e plantões, a mãe pra empresa e a tia Dani pro negócio dela, com a única diferença de que a Paula entrou pra trabalhar com a tia Dani no negócio. A ex do meu pai tava no momento certo pra ocupar uma vaga de balconista e caixa, sendo sortuda por ter o conhecimento necessário. Bem feito pra ela!
A nova semana passou “umas fodidas a mais, outras a menos”, com as minas que estavam disponíveis e afim. Pra frente, a verdade é que sou um cara sortudo… Tudo seguiu normal (se é que dá pra dizer isso no meu caso), até que, pra surpresa de todos, o Juan voltou pra casa no fim de semana seguinte (dizem no campo que uma mulher puxa mais que uma junta de bois), e de novo, feito ciganos, eu e a Paula fomos pra casa da tia Dani, que não me deixou sair na sexta à noite (não queria que eu escapasse dos desejos dela), e praticamente botou pra fora de casa a Flo e a Ani, e também a Paula, que teve que ir ver um filme cujo ingresso minha querida tia deu assim que saíram da loja. A verdade é que ela me queria só pra ela.
Como uma ovelha indo pro matadouro, assim que ficamos sozinhos, fui com a tia Dani pro quarto dela. Ela me dizia que sonhava comigo e com meu "amiguinho". Claro que eu gostava da ideia de estar fodendo com ela, mas era tanta insistência desesperada dela! Que cheguei a ficar com um pouco de medo de não dar conta da paixão dela. Pra relaxar, jantamos devagar na frente da TV vendo as notícias do mundo (a verdade é que não acalmam ninguém, hehehe), e aí ela, com um sorriso safado, me disse:
— Vou ficar confortável, você me espera?
Cláudio: — Até o fim do mundo, titia.
Quando ela voltou do quarto, eu ainda estava na sala tentando relaxar com a TV, mas não conseguia. Ao vê-la, percebi como ela era linda. A verdade é que ela estava uma gostosa, porque vestia umas lingeries transparentes que levantariam até um defunto, e meu amiguinho, apesar de toda a maratona que tinha tido, não foi exceção, já que a roupa ousada dela dava um molde pra exibir o corpo voluptuoso com a graça que só ela tem. Eu fiquei pasmo, e depois de uns instantes só consegui baixar a calça, libertando meu pau do cativeiro. Diante dessa reação, ela, divertida, me disse:
— Hum, vejo que você está tão animado quanto eu, hehehe.
Cláudio: — É que você está uma delícia, falei, tirando os pés da calça e da cueca…
Me aproximei depressa e, beijando ela, Apoiei minhas mãos na bunda linda e firme dela, começando a esfregar meu pau devagar no monte de Vênus dela, que estava só coberto pela lingerie fina. Nessa altura, eu já não pensava, só agia, o líquido pré-seminal escorria visivelmente, molhando ainda mais a calcinha fio dental dela.
Ela me beijou com paixão e me apertou contra o corpo dela, e com um pouco de desespero tirou minha camisa. Senti os peitos dela pressionando meu torso, então tirei o sutiã dela. Tava tão excitado que aconteceu algo impensável. Sim: gozei pra caralho!! Molhando as pernas e a buceta dela com meu esperma… que desgraça!, não me acontecia uma coisa dessas há muito tempo, virei um ejaculador precoce de novo, ah, porra!! O que tinha acontecido comigo?... Como ia resolver isso?
Tia Dani: Uai, o que foi meu menino, sua titia te impressionou demais?, kkkk
Cláudio: Mais ou menos isso, falei com um amargo de decepção.
Tia Dani: Vamos, melhora essa cara, a noite é jovem, cê vai ver que sua titia vai te ajudar na tarefa, kkkk
Tia Dani me limpou com uns lenços de papel e depois deitamos. Nessa altura, eu já tava com pânico de palco e não subia… Comecei a me preocupar, mas minha tia, com a sabedoria e experiência dela, falava comigo como se nada tivesse acontecido enquanto nos acariciávamos com carinho, e depois de uns minutos, sem perceber como tinha rolado, fiquei tão tesudo quanto há poucos minutos atrás, quando achava impossível. Meu pau tava duro de novo e a ponto de explodir, mas me mentalizei pra não deixar isso acontecer de novo; usando todo meu autocontrole, prestei atenção na respiração da minha tia, comecei a tocar ela devagar, subindo das pernas, passando pela buceta dela até apertar o peito esquerdo; ela me beijou com luxúria e se deixou levar. Daí em diante, consegui retomar o controle que no começo tinha perdido completamente.
Ficar apalpando o peito esquerdo dela me causava um monte de emoções que me faziam perder o foco e largar aquele controle que tinha sido tão difícil de segurar essa noite. dia, e sem dúvida ela também sentia o mesmo, mas nós dois nos acalmamos trocando de atividades, verdade é que parecíamos dois adolescentes (mas já estou quase fazendo 18 anos). Nisso, tia Dani se virou completamente, deixando a bunda dela pronta pra minha pica com total entrega. Eu, mesmo com o tesão dominando quase todas as minhas ações, finalmente peguei leve, enfiando minha pica reanimada na bucetinha quentinha e molhada, começamos uma metida e tirada suave enquanto eu me agarrava nos peitos dela e apertava com uma certa paixão bruta. Meus sentidos ficavam cheios de estímulos enquanto a penetrava, amassando aqueles peitos pesados e me lambuzando com os bicos duros; quando beijava o pescoço dela e fazia minhas maldades nas orelhas perfeitas, mordiscando os lóbulos, falando no ouvido ou só acariciando com meus lábios. Depois de um tempo, tia Dani não aguentou mais se segurar e deixou escapar algo difícil de definir, foi entre um gemido leve e um suspiro ansioso que anunciava a gozada dela, além disso, ela jogou a bunda pra trás com força pra sentir minha pica enquanto chegava ao céu. Continuamos por mais uma hora brincando e fodendo até a exaustão, e sem perceber, dormimos no silêncio da noite, senti a porta do quarto abrir com aquele rangido característico de falta de lubrificação, então acordei e vi que uma garota estava nos olhando, não sabia qual delas era, mas não me preocupei, a única que não sabia que eu fodia com tia Dani era a Paula e acho que ela não contaria pra ninguém, então fechei os olhos e dormi na mesma posição que ficamos com tia Dani. Não sei quanto tempo dormi, mas ela acordou antes, e sem saber que horas eram ainda, ela me sacudiu e deu um beijo na bochecha pra me acordar, dizendo: Acorda dorminhoco, já é hora de levantar. Claudio: Que horas são, titia? Falei sem lembrar do que tinha rolado na noite. Tia Dani: Umas nove horas de um dia lindo e quente, hora de tomar café pra depois ir. pra passear ou o que quisermos, já que não vou trabalhar, a Paula vai no meu lugar, hehehe.Cláudio: Posso ficar mais um tempinho vendo TV, titia? falei meio preguiçosoTia Dani: Tão exausto te deixei, hehehe.Cláudio: Nem tanto, titia, se quiser eu levanto na hora, para o que você precisar.Tia Dani: Bom, meu menino, vou tomar banho primeiro; aproveita pra ver TV, mas acho que num sábado de manhã não tem nada mais divertido do que eu.Cláudio: Você é a mais divertida, heheheTia Dani: Isso você fala pra todas, inclusive pra Biocha?Cláudio: Mas que coisa você tá dizendo, tia Dani?Tia Dani: O que sua prima Ani me contou, só isso…Cláudio: Essa Ani é uma fofoqueira!!!Tia Dani: Vejo que é verdade… Não faça com seu irmão o que você não gostou que fizessem com você…Cláudio: Quando eu fiz, não sabia que eles estavam juntos. Não, se soubesse não teria feito, mas de qualquer jeito, quando comi ela, acho que o Juan ainda não tinha pedido nada… (confessando finalmente o que eu tinha negado)Tia Dani: Acredito em você, porque a Ani pensava a mesma coisa, só que ela insistia que a Biocha era uma puta e que queria você na mão dela… mas antes sobre o cadáver dela, hehehe.Cláudio: Ela não me tem na mão dela, foi só sexo…Tia Dani: Eu sei, mas pra Ani aparentemente não, ela só quer você e desde que terminaram não procura mais ninguém… seja bonzinho com a minha menina, sei que ela é meio doida mas é uma boa garota, te garanto…Cláudio: Eu sei, tia, eu seiNesse sábado, surpreendentemente, a Ani e a Ainhoa saíram pra fazer compras me excluindo da aventura delas, já não compartilhavam só os estudos e o amante, também estavam ficando mais amigas. Por outro lado, a tia Dani não foi trabalhar e me convidou pra correr no parque perto de casa. A verdade é que ver ela é extremamente "gostoso", ver a harmonia voluptuosa dela mal contida pelo collant me deixava excitado, então num momento peguei na mão dela e, vendo que ninguém estava olhando, levei ela pra um bosque e, escondido atrás de uns arbustos, comi ela de pé enquanto ela se apoiava numa árvore com a calça de lycra até os joelhos, como se diz Fodi ela bem fodida:
Tia Dani: Vejo que meu tigre voltou a rugir, ahhh que delícia isso aqui.
Cláudio: Você é gostosa, mais que gostosa, mmm que delícia você tá, dá vontade de te comer inteira…
Terminada nossa aventura no parque, voltamos pra casa e tomamos banho sem parar de foder mais uma vez, minha tia tinha me devolvido o espírito. Depois de vestidos, ela me beijou e disse que ia pra casa de umas amigas fofocar, e quem sabe o quê mais!, então fiquei sozinho com a Flo, que acordou tarde depois de ter saído com o grupo dela à noite. Vi ela ir pra cozinha pegar um “café da manhã-almoco” já que era tarde. Ela entrou enquanto eu tomava um litro de água pra repor o que perdi suando com tanto exercício, ela só me olhou porque não falava comigo e eu também não falava com ela, a verdade é que a situação tava mais que tensa, depois ela foi pro quarto dela e eu fiquei sozinho de novo.
Entediado com essa situação, liguei pra uns colegas da escola e decidimos sair pra jogar uma partida de futebol lá pelas três da tarde (a hora mais quente, uf, que loucura), jogamos com muita intensidade, lá pelas cinco voltei cansado, suado e vermelho que nem um caranguejo, mas otimista e alegre. Então, depois de ver que ainda tava sozinho ou com uma Flo que parecia um fantasma, resolvi tomar banho pra tirar a sujeira e matar um pouco o tempo… já tava debaixo do chuveiro com água morna quando a porta do banheiro abriu e um aviso seco da Flo me informou:
— Tô morrendo de vontade de mijar…
Cláudio: — E o outro banheiro?
Flo: — Tá sujo…
Cláudio: — Ok… mas não puxa a descarga…
Flo: — Ok, ela disse e eu ouvi o jato do mijo dela.
Não tinha nem vontade nem força pra olhar minha prima gostosa abaixando o shortinho da pijama, continuei debaixo do carinho gostoso do chuveiro quando passou… não deu nem um minuto do aviso e eu senti ela puxar a descarga, dois segundos depois comecei a me queimar vivo, então falei:
— Sua filha da puta!!, e na hora tirei meio corpo pra fora pra não continuar me cozinhando e Olhei pra ela.
Flo: Ué, desculpa…
Ela tapou a boca como quem diz que foi sem querer.
Não era só o calor da água que tinha agido, eu tava realmente insolarado, não tinha me ligado até aquele momento. As desculpas dela soaram como mentira, não acreditei em nada, então estendi a mão, peguei um dos pulsos dela e puxei ela pra dentro do chuveiro, enfiando ela à força.
Flo: Ai, o que cê tá fazendo?! Foi sem querer…
Cláudio: Com você, os acidentes não acontecem… agora você vai ver!!
Enfiei ela no chuveiro. Ela tava vestida com o mesmo pijama que usava desde que a vi quando levantou ao meio-dia pra tomar café. Abracei ela pra evitar que ela se debatesse e fomos pra debaixo do chuveiro. A água ainda tava quente, mas aguentei. Ela resistiu um pouco, mas parecia mais uma rendição do que uma resistência de verdade. Peguei ela com uma mão na bunda e encostei na parede. Ela me olhou com aqueles olhos elétricos que ela faz quando quer amedrontar alguém, como quem anuncia uma tempestade, e sem saber como, beijei ela. Ela mordeu meu lábio até sangrar, mas insisti e enfiei minha língua até o fundo (agora que penso, podia ter me deixado mudo). Depois comecei a apalpar ela por cima do pijama, sem deixar nenhum canto de fora: a bunda dela, os peitos, o rosto, o cabelo, a buceta. Ela ainda fazia gestos de resistência, mas sem dúvida tava tão cheia de desejo quanto eu.
Parei um momento pra olhar na cara dela, soltando ela da prisão. Ela me olhou com uma raiva selvagem, os olhos eletrizantes me encarando com desprezo, e com um dos dedos roçou o corte que eu tinha no lábio. Depois sorriu e chupou cada um daqueles dedos ensanguentados. Doeu, mas era o sinal dela… não sei se de rendição ou de vitória. Como pude, tirei as roupas molhadas dela e, mal consegui, levantei uma das pernas majestosas dela e enfiei até o fundo, começando uma mete-saca desenfreada. Os gemidos e palavras de baixo calão não demoraram a aparecer.
Você é um filho da puta que come qualquer uma e não deixa a gente provar outras rolas, maldito, você é Pervertido, mas se ofende fácil, filho da puta…
Cláudio: Fala o que quiser, mas sou quem sou…
Flo: Meu namorado é duas vezes mais homem que você, seu canalha viado.
Cláudio: Seu namorado não te tem enfiada, putinha minha, para de falar merda e vamos foder em silêncio, ou vou arrebentar esse rabo de puta que você tem.
Flo: Metido, farsante, pica mole…
Você quem pediu, eu falei…
Virei ela e, apertando o torso e os peitos dela contra a parede do chuveiro, abri as pernas dela e enfiei de uma só estocada, igual um matador na hora da verdade. Ela gemeu de dor, mas se deixou fazer, e comecei uma cavalgada alucinada naquela bunda maravilhosa que ela tem, que depois de tantos meses parecia mais carnuda do que antes. Enquanto comia ela, me segurava nos peitões dela e nas ancas de gostosa no cio. A loucura das minhas estocadas só fazia ela soltar mais gracinhas, acho que o tesão de se sentir humilhada excitava ela, mas em nenhum momento ela me impediu ou resistiu à cavalgada selvagem que eu tava dando. Mais que isso, ela mesma se dedava o clitóris com uma mão enquanto com o outro braço se apoiava na parede.
Quando ela começou a gozar, meu mete-saca ficou ainda mais frenético até inundar a bunda deliciosa dela com meu leite, que saía em jorros e depois escorria pelo cu dela quando minha pica saiu exausta. A verdade é que foder a Flo foi uma experiência de outro mundo — toda a raiva, todo o desprezo, toda a luxúria e a vontade de vingar as afrontas anteriores saíram naquele momento. Depois que recuperamos o fôlego, ninguém disse nada. Ela saiu do chuveiro sem me olhar, se enrolou na minha toalha e foi embora, me deixando sem nada pra me secar e com o pijama molhado no chão do box… até o fim, ela é uma mulher pérfida e vingativa.
O resto da tarde fiquei pensando no que aconteceu e, num momento, decidi ir falar com ela. Mas por mais que batesse na porta, ela não respondia nem aparecia. Então, meus ciúmes e minha raiva… Voltaram a me assaltar e voltei pro meu quarto.
À noite, quando todas chegaram, a gente começou a jogar cartas. Flo participou, mas era como se eu não existisse. Mais ainda, quando Ani perguntou sobre o namorado dela, ela se abriu falando maravilhas dele, repetindo que era um homem completo, compreensivo, inteligente, de bom gosto, sensível. A verdade é que já tava enchendo o saco com as palavras dela, mas só olhei pra ela e, sustentando o olhar, sorri de forma maliciosa. Ela me fulminou com aquele olhar que eu tinha visto à tarde; por um momento, pareceu um relâmpago na escuridão, quase como aqueles que anunciam a tempestade que vem vindo. Felizmente, passou despercebido pra tia Dani, Ani, Ainhoa e Paula.
Terminada a noitada, fui deixar Ainhoa em casa. Ela, muito carinhosa, me convidou pra entrar e tomar uns drinks e petiscos na sala dela, enquanto os pais já estavam na cama no segundo andar. Ela subiu pra dar um oi pra eles enquanto eu comia uns salgadinhos lá embaixo. Quando voltou, começou a me beijar e a passar a mão na minha pica, e eu falei:
— Calma, seus pais estão em casa…
Ainhoa: — Calma você, que eles não vão descer e você pode fazer umas coisinhas sem a Ani por perto.
Cláudio: — Mas eles podem descer por qualquer motivo…
Ainhoa: — Mamãe vai evitar que papai desça, se isso te preocupa, hehehe.
Dadas as circunstâncias e a segurança com que minha namorada me dizia que não tinha perigo nenhum, respondi às carícias e beijos passionais dela. Depois de um tempo, já tava com os peitos dela de fora e, puxando a calcinha fio dental pro lado, chupei a bucetinha dela e logo comecei a foder ela. Numa posição que achei super confortável, já que eu tava ajoelhado na frente dela, que tava sentada no sofá com as pernas abertas, quando:
— Ainhoa!! O que você tá fazendo… — disse a mãe dela, tapando a boca e olhando pra gente da porta da sala.
Ainhoa: — Mãe!...
Mãe da Ainhoa: — Como é que você tem coragem de transar em casa e ainda mais com a gente aqui?
Ainhoa: — É que eu tava precisando… snif, snif…
Mãe da Ainhoa: — Eu também preciso, mas não fodo na sua frente, nem Trago um amante pra casa.
Ainhoa: Mãe, o que você tá dizendo…
Eu, enquanto isso, olhava a cara de incredulidade das duas. Ainhoa, toda envergonhada, mas a mãe dela não tirava os olhos da minha rola quando, com o susto, eu tirei ela da buceta da minha namorada. A verdade é que todo mundo estava desconcertado e sem graça. Naquele breve instante, refleti sobre o que a mãe da minha namorada tinha dito e, com a cara de pau que a experiência de já ter comido umas coroas me deu, levantei e peguei suavemente na mão da mãe da minha namorada.
Ela, como hipnotizada pela minha rola e sem resistir à minha ousadia, deixou eu pegar. Depois, sentei ela no mesmo sofá onde a filha tentava em vão esconder os peitos, pra colocar a rola tão perto dos lábios dela que, se ela espirrasse, ia trombar com ela… Era tipo o momento da verdade, aquele em que o touro e os chifres encaram o toureiro. Acho que era uma boa metáfora pra descrever a situação. Ainhoa, ainda vermelha e sem entender nada, olhou pra mim e depois pra mãe, como quem espera. Dona Arantxa me olhou nos olhos e depois pra minha rola, e eu avancei os três centímetros que precisava pra encostar nos lábios dela.
Ela não abriu a boca, mas deixou eu passar a cabeça da minha rola ao longo dos lábios, depois pelas bochechas e pelo nariz. No mínimo, era curiosa a passividade da dona Arantxa. Ainda sem dizer uma palavra, peguei na mão dela e coloquei na minha rola, e ataquei a boca dela de novo. Ela finalmente recebeu. Olhei pra Ainhoa, que continuava sem dizer nada e com os peitos cobertos. Estendi uma mão pra ela, e ela me passou uma das mãos. Coloquei a mão dela sobre a mão da mãe, que segurava minha rola, e acariciei o rosto e o cabelo das duas. Arantxa começou a passar a língua suavemente pela minha rola, até que, caindo em si, tirou a boca e disse:
Ehhh… tenho que voltar pra cama. Ainhoa, seu pai quer que você vá dormir, então seu namorado precisa ir embora.
Em seguida, levantou e foi embora. Fiquei tão pasmo quanto a Ainhoa. Ela se levantou, me deu um beijo tímido, desejou boa noite e apontou pra porta. Na saída, abracei ela e… Beijei, minha intenção era terminar de foder o mais rápido que a gente pudesse, mas ela não tava pra isso, então, sem mais explicações ou reflexões, cumprimos o que foi mandado: eu pra minha casa e ela pra cama dela. Claro que até eu voltar pra minha cama e dormir, só pensava na cena que vivi com a Ainhoa e a mãe dela, a Arantxa. O que acabara de acontecer não saiu da minha cabeça nem por um instante.
A verdade é que minha cabeça era de novo um turbilhão de pensamentos, dúvidas, questionamentos e espanto pelo tanto de puta que algumas podiam ser e o quão tarados outros podiam ser… Serei eu "O Infiel".
Continua…
Esta série aborda várias variantes da vida do nosso "herói", então neste capítulo vamos ver um pouco de infidelidade e rolos de adolescentes e nem tão adolescentes assim.Capítulo 25: Será que eu vou ser o infiel?Mais um fim de semana chegou, só que dessa vez o Juan vinha visitar a cidade. Por causa da nova situação e da presença da ex-amante do papai, a Paula, eu e a Isa fomos exilados pra casa da tia Dani; a mamãe achava que era muito difícil explicar a presença da Paula e, no meu caso, disse que não tinha espaço suficiente. Eu, por minha parte, não sabia se era moeda de troca por ter mandado a Paula (uma completa estranha pra minha tia e as filhas dela) ou se simplesmente faltava uma cama (o que era verdade, mas a Isa podia ter dormido com ela no dia em que não tava de plantão). No fim, apesar dos meus protestos, tive que ir, mas não sem antes ver meu irmão, que chegou de muito bom humor e com vontade de pegar umas minas, segundo ele me disse no telefone, já que se achava um tal de "Don Juan".
Na hora do jantar, fui lá em casa pra vê-lo e saber da vida dele. Passamos boa parte da noite falando da nova vida dele numa unidade de combate (eu só pensava que existiam regimentos), do curso de inglês dele pra participar de operações de paz e de tudo relacionado ao batalhão. A verdade é que quando ele chegou no enésimo cabo, eu já tava mais que entediado, e acho que a Isa também; no fim, ele contou que ia sair pra ver os conhecidos e ver o que a noite trazia. Eu, por minha vez, voltei pro meu destino trágico, ou seja, a casa da tia Dani, onde a Ani ia estar e, muito provavelmente, a Flo.
Quando cheguei, encontrei a Paula na esquina, porque ela queria vir comigo. Mal batemos na porta, fomos recebidos pela tia Dani e pela Ani; a Flo não estava (graças a Deus!). Depois dos cumprimentos de sempre, mandaram a Paula pro quarto de visitas e eu fui pro quarto da tia Dani, com um gesto meio emburrado da Ani, o que me deu a impressão de que ela queria dividir a cama comigo. De qualquer forma, a tia Dani nem olhou pra ela nem disse nada, só sorriu pra mim como sempre, embora os olhos dela deixassem adivinhar que ela se regozijava de me ter sob a proteção dela. Assim que entramos no quarto, ela se jogou em cima de mim e, segundo... suas próprias palavras "pra me comer vivo", eu ria das ideias dela e acariciava o corpo dela com luxúria, já que não tinha aproveitado ele por vários dias ou talvez meses.
Eu estava amassando os peitos da tia Dani quando batem na porta e a Ani aparece, ela me disse que a gente devia sair pra dançar ou conversar com os amigos… e a mãe dela, ou seja, a tia Dani, podia "me comer vivo" quando eu voltasse. A mãe dela concordou de má vontade, com a condição de que ela não me usasse antes de eu dormir com ela.
Tudo isso me parecia loucura e, pelo que vivi nos últimos tempos, eu não queria passar de novo por todas as confusões e dramas que tive com minhas priminhas, então, sabendo que ia me meter em problemas se saísse sozinho com a Ani, decidi incluir a Ainhoa nessa saída inevitável. Assim, muito a contragosto da Ani, liguei pra minha namorada amiga, que aceitou encantada.
Depois de todas as autorizações e com todo o pesar da tia Dani, saímos no carro da família dirigido pela Ani, que já tinha carteira. Durante o trajeto pra buscar a Ainhoa, minha querida prima e ex-namorada aproveitou pra passar a mão na minha coxa e no meu pacote, como quem não quer nada, mesmo eu insistindo que a Ainhoa era minha namorada e que o que rolava nas nossas tardes de estudo era com a anuência dela. Ela insistia que o fato de ela não estar presente não era pecado nenhum e usava a mãe dela como exemplo (nisso ela tinha um ponto).
Finalmente passamos pra pegar minha namorada e, depois de ouvir as recomendações do Aitor, o pai da Ainhoa (e as ameaças veladas dele caso o comportamento não fosse adequado, hehehe… era tarde!), subimos no carro e começou a "quase discussão" sobre onde eu devia ir! A Ani era a motorista, mas segundo ela não era "chofer de ninguém" e não ia ficar sozinha na frente, então no fim as minas foram na frente e eu atrás. Além disso, quando já íamos partir, surgiu a típica discussão sobre pra onde ir. No fim, decidimos pelo lugar de sempre; isso foi por vários motivos. O primeiro deles é que era barato; o segundo, é que, diferente das minas que são um pouco mais velhas que eu, eu ainda era menor de idade, e só conseguia entrar naquele lugar sem problemas porque já me conheciam de tanto frequentar misturado no nosso grupo, onde todos eram caras mais velhos, então nem pediam meus documentos, com a grande vantagem de poder tomar uma cerveja (nunca exagerei).
Começamos a dançar os três, devo admitir que meio na obrigação por causa delas, e apesar de algum cara tentar me ajudar com uma das minhas duas mulheres, não conseguiram, porque as duas mandavam eles pastar. A verdade é que nenhuma delas largava o osso de me controlar, tanto no corpo quanto na alma, então me resignei a deixar ser mimado.
Tava tudo nos conformes quando, de surpresa, chegou meu irmão Juan acompanhado da Biocha (a surpresa não era o Juan). Os dois se aproximaram e cumprimentaram todo animado, e sem nem serem convidados, tomaram posse de um pedaço da mesinha onde a gente já tava, claramente porque o lugar tava lotado de caras.
Depois de um bom tempo, eu tava exausto de tanto dançar e cheio de cerveja, então precisei ir ao banheiro urgente. Felizmente, minhas minas me deixaram ir sozinho aliviar a bexiga. Depois de me refrescar e também com o objetivo de descansar, fiquei afastado uns minutos, e aproveitei pra observar o pessoal. Como consequência, vi que também era bom pra minhas perseguidoras me deixarem respirar um pouco… são gostosas, mas tanto assédio cansa!
Biocha: Oi, gatinho, fugindo das minas? Hehehe
Cláudio: Culpado, hahaha
Biocha: Não nos vemos há um tempinho, uns seis meses?
Cláudio: É, por aí. E você, também fugindo do Juan?
Biocha: Não, ele é um amor e tá comendo ele (lembrei da tia Dani, hahaha)
Cláudio: Então?
Biocha: Igual você, precisava aliviar um pouco, hahaha
Cláudio: Então vamos voltar…
Biocha: Ainda não, Eles estão dançando e eu ainda quero me aliviar… Cláudio: Mas você não tinha ido…? Biocha: Fui sim, quero aliviar minha bucetinha pra você me entender, ele me disse no ouvido. Cláudio: Mas o Juan… Biocha: Não quero parecer uma menina fácil e transar com ele no primeiro encontro, e quando te vi, pensei: que talvez?... Cláudio: Mas na universidade? Biocha: Desde que fiz com você, ninguém mais passou pela minha xereca, hehehe. Cláudio: Sério?... A universidade tá cheia de caras e alguns devem ser bem legais… Biocha: Mas são burros… Cláudio: Quer que eu te alivie? Biocha: Sim! Cláudio: Mas onde? Biocha: Tem um lugar lá no fundo que é bem escuro e os casais vão pra lá, chamam de VIP Privados e por um pouco mais de grana, você tem privacidade e não precisa disputar os sofás e mesas com os outros, são reservados pra quem não quer se misturar com a “ralé” — você não sabia? Cláudio: Na verdade, não… e como você sabe? Biocha: Meu bobinho, sou universitária com amigas universitárias… tô bem informada, hahaha. Cláudio: Mas vão notar nossa falta… Biocha: A gente fala que, como vimos eles dançarem, a gente fez o mesmo no outro lado… não vai ser uma mentira tão grande, já que vamos dançar, hehehe. Cláudio: E eles estão dançando?... Biocha: Eu cuidei disso, falei pro Juan dançar e ele tá todo apaixonado por mim e me obedece, hahaha. Cláudio: Pô, isso é premeditação e traição… Biocha: Tudo pra te sentir dentro de mim, meu bobinho… “os fins justificam os meios”… Cláudio: Ainda é meio perverso… Biocha: Você quer ou não? Cláudio: Sim, não consigo resistir à oferta, é tentadora demais… agora entendo o Adão. Biocha: Que Adão? Cláudio: O do paraíso… Biocha: Ahhh, esse, hahahaha. Eu não podia acreditar… mas “a cavalo dado não se olha os dentes”…. Então, depois desse diálogo alucinante, fomos pro “fundo”, era realmente escuro e só dava pra diferenciar os espaços ocupados dos livres por umas luzinhas vermelhas ou verdes e os murmúrios baixinhos que dava pra sentir no meio da música alta. A verdade é que Só restavam um par de luzes verdes, então a Biocha me pegou pela mão e a gente se apressou. Tinha que colocar uma ficha ou chave (não vi direito) que custava uma grana extra, com isso a gente tinha direito de controlar o acesso pra não entrar penetras ou moleques sem dinheiro igual você (a Biocha pagou)... era algo que eu nunca teria imaginado... foder na balada, hahaha. Na entrada, uma garçonete veio até a gente, alugamos o lugar mas não pedimos nada de consumo (a gente tava indo pro que importava).
Uma vez lá dentro do privê, mal dava pra enxergar, mas percebi que tinha um sofazinho, duas poltroninhas e uma mesinha, e uma janelona que, segundo a Biocha, era um vidro especial que dava pra ver a pista, mas da pista não dava pra ver lá dentro. A real é que privacidade tem seu preço, mas se a gente quer, é algo muito valioso. Como o tempo tava correndo e a Biocha tava mais que tesuda, ela me apressou pra dentro e mandou a garçonete embora.
Sozinhos, fiquei atrás dela e abracei, sussurrando no ouvido dela enquanto começava a amassar os peitos dela, eram tão grandes quanto eu lembrava! Depois levantei a saia dela e comecei a acariciar as bandas da bunda linda dela. Ela deu um passo pra frente e se apoiou na janela que dava pra pista, eu encostei de novo minha hombridade na bunda dela, a Biocha suspirava e pelo pouco que eu ouvia, ela dizia "preciso de você", então abriu as bandonas enormes da raba dela, deixando aquele cuzão perfeito à minha mercê, me esfreguei com gosto na bunda dela, não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, mas pareceu curtinho demais.
Já com o tesão no talo, continuei com as mãos mais pra baixo e encontrei o montinho de Vênus inchado e molhado da Biocha, comecei a acariciar e ela abria as pernas pra sentir melhor meus carinhos. Não aguentava mais de tesão, então puxei minha piroca dura e ereta (tava dura que nem aço, talvez por causa da Biocha ser tão gostosa e do tesão de ser a mina que meu irmão tava pegando), e puxei a calcinha dela pro lado, quando com a cabecinha senti a Umidade da buceta da Biocha... coloquei minha hombridade na entrada e enfiei de uma vez só até bater com minhas bolas nas majestosas nádegas dela.
Comecei o frenético e profundo vai e vem, enquanto a Biocha continuava com os peitos colados na vitrine, acho que ela imaginava que tava se exibindo pra multidão enquanto era fodida... Depois ela me confessou que se sentia como se estivesse numa daquelas vitrines do famoso bairro de "Sankt Pauli", imaginando que era uma daquelas putas que se exibem como mercadoria... Lembrei de novo das maravilhosas tetas da Biocha e subi minhas mãos até o busto dela, ainda coberto pelo vestido sensual. Como pude, e com uma ajudinha dela, libertei aquelas maravilhas e, enquanto metia forte, amassava elas com muito prazer. A Biocha gozou antes mesmo de eu chegar perto... verdade seja dita, ela tava muito necessitada.
Como não queria ficar de pau duro à toa, cuspi no meu pau e, sem pedir permissão, coloquei ele no cu dela. Ela tentou apertar as nádegas, mas já era tarde!... Sem demora nem cerimônia, enfiei até o fundo! Ela gritou, mas o barulho da música abafou a dor dela. No fim, ela se acostumou com minha invasão e se entregou por completo. Aproveitando a rendição incondicional dela, agarrei suas cadeiras e comi ela mais rápido e fundo do que nunca... Sentia com muito tesão como meu púbis batia nas nádegas dela... A raba da Biocha era minha... A música forte da balada mal deixava eu ouvir o barulhinho dos nossos corpos se chocando, mas só de pensar em como eu tava fodendo ela naquela janela na frente de tanta gente, a situação era extremamente excitante, até que finalmente gozei naquele cuzinho que já tinha o formato e o tamanho do meu pau.
Sentamos uns momentos no sofazinho e ela se jogou em mim pra me beijar com paixão enquanto eu ainda brincava com os peitos dela, ainda nus; verdade seja dita, eu teria ficado ali até a eternidade, mas os outros iam se perguntar onde a gente tava, então falei com a maior delicadeza pra ela limpar minha pau com seus lábios sensuais, o que não agradou muito ela, mas eu disse:
Se não fizer, vou entender, mas nunca mais vou aliviar a coceira da sua bucetinha.
Biocha: Você é mau… vou fazer! mas não vou esquecer sua promessa…
Cláudio: Beleza, vai fundo…
Como a melhor chupadora do mundo, ela se dedicou tanto à minha pau que ele endureceu de novo, ela queria continuar apesar da dor no cu que estava sentindo, mas eu recusei, porque se demorássemos mais, seríamos descobertos ou nossa explicação não seria convincente. Voltamos para onde os caras ainda estavam dançando, o que parou assim que chegamos. Então João, todo animado, pegou a mão da Biocha e a convidou na hora para dançar (não sei como ela dançava com o cu dolorido?). Enquanto isso, minhas fécuties me levaram até nossa mesinha e começaram um interrogatório:
Ainhoa: Onde vocês estavam?
Cláudio: Como eu disse, fui ao banheiro e quando voltava, encontrei a Biocha, que estava saindo do feminino, começamos a conversar no caminho até aqui, mas ao ver vocês dançando com o João, ficamos conversando um pouco porque não nos víamos há muito tempo e depois… como vocês continuavam dançando, nós dançamos também…
Ani: Mas tanto tempo?
Cláudio: Qual é, não foi tanto, o que acontece é que vocês sentiram minha falta, né? falei sorrindo para elas
Ainhoa: Sim, sentimos sua falta, mas mesmo assim demoraram tanto que…
Cláudio: Ah, você pensou que eu estava pegando a Biocha… você é muito maliciosa!
Ani: Não tanto, porque você já pegou ela antes e demoraram muito
Cláudio: Exageram… não foi tanto
Ainhoa: Bom, continuo sem acreditar muito em você, mas agora você me deve umas danças… vamos
Ani: E eu?…
Ainhoa: Você depois, agora é minha vez.
Assim, as três danças seguintes foram com a Ainhoa e as três depois com a Ani. Um pouco mais tarde, e devido ao meu cansaço causado por tanta dança e algo mais, voltamos para casa, deixando João e Biocha por conta deles. Voltamos do mesmo jeito que tínhamos ido, elas na frente e eu atrás, a viagem foi bem silenciosa, elas de vez em quando comentavam algumas coisas. coisas, mas eu não prestava atenção nelas, pois estava imerso nos meus próprios pensamentos. Ao chegar na casa da Ainhoa, ela pediu para parar a alguns metros de distância, num lugar onde a luz era abafada pela folhagem de uma árvore bem frondosa. Assim que paramos, ela disse:
— Claudio, me fode…!!
Ani: — Mas a gente tá na frente da sua casa!… Se seus pais te veem… além disso, eu tô aqui…
Ainhoa: — Ani, eles estão dormindo, e você pode foder ele no carro depois. Vamos, Claudinho… você tem que me foder.
Claudio: — Mas, amor, é muito arriscado, e ainda tem a Ani aqui.
Ainhoa: — Não tô pedindo nada que você já não tenha feito com ela… Além disso, é mais arriscado pra você não me foder.
Claudio: — Por que você diz isso?
Ainhoa: — Bom, te conhecendo, posso apostar minha cabeça que você comeu a Biocha em algum canto, e se me foder como Deus manda, vou poder dar fé de que você é um garoto bonzinho e não fez nada com ela.
Ani: — Mas, Ainhoa, eles não tiveram muito tempo, e a Biocha tava com o Juan…
Ainhoa: — Não seja sonsa, mulher, que ela gosta do Claudio, e pro Claudio basta dois segundos pra comer uma garota, eu conheço ele… Então vou pra trás e ele vai me dar uma fodida rápida, ou então as bolas ou o pescoço dele tão em perigo, porque vou cortar fora e depois acusar ele pro meu pai…
Claudio: — É só sua imaginação, mas vou fazer. Vem cá, amor…
Não quis contrariá-la, pensando nas consequências, e assim que passei pra trás, recebi ela nos meus braços. Ela me beijou com força, puxou a calcinha pra baixo, montou de pernas abertas, abriu minha braguilha e enfiou no meu pau, que ainda tava meio murcho, mas com a atitude e a pegada dela, me esquentou o suficiente pra reagir (ainda não sei como), e ela começou a quicar em cima de mim sob o olhar atento da Ani. Depois, puxou os peitos pra fora do vestido e do sutiã, deixando-os na minha cara, e sem dizer mais nada, enfiou eles na minha boca. A verdade é que parecia outra garota, uma que realmente tava precisando de um pau. Na cavalgada frenética dela, não se preocupou comigo, só queria prazer pra si mesma e ter certeza de que eu não tinha Traído, não demorou muitos minutos até que ela gozasse, me olhando com satisfação e acho que segura de que eu não tinha feito nada com a Biocha.
Por sua vez, a Ani, sentada na frente, nos olhava com uma expressão entre incrédula do que tinha acontecido, misturada com luxúria, mais ainda, notei quando ela começou a se masturbar a bucetinha, sem perder nenhum detalhe durante a foda que minha namorada tinha me dado; acho até que ela não conseguiu gozar, mas curtiu pra caralho o que viu. A passividade dela diante dos fatos só mudou no final, quando a Ainhoa caiu exausta do meu lado e eu me levantei pra banhar os peitos dela com meu gozo (não muito, hehehe). Não sei se com maldade ou outra coisa!, mas a Ani, num instante enquanto a gente se arrumava, deu um tapa na bunda da Ainhoa que doeu até em mim.
Ainhoa: Aiii... isso doeu pra caralho!!!
Ani: Você merece, sua puta, e além disso você gostou, ou não, sua puta?
Ainhoa: Uhm, não tanto quanto você gosta que meu namorado te coma quando você entrar na sua casa, hahaha. Devia me agradecer, já que você é tão puta quanto eu, hahaha.
Ani: Então foda-se à sua saúde, hahaha
Essa foi a despedida da Ani com a Ainhoa, essa última se vestiu como pôde, ainda banhada do meu gozo, e foi andando pra casa dela. Eu quis ir deixar ela na porta, mas ela não deixou. Quando vi que ela tinha entrado em casa, subi no carro no banco do carona pra ir pra casa... Naquele exato instante, a puta da Ani me disse:
Agora é minha vez...
Cláudio: Mas já tô exausto... e ainda não chegamos em casa...
Ani: Parece que sua namoradinha tinha razão... você comeu a Biocha!... você é um...
Cláudio: Vamos, Ani, sou só um cara normal e já comi minha namorada...
Ani: Mas faltou eu...
Cláudio: É que não sei se vai subir... e a gente tá no meio da rua, caralho, podia esperar até chegar!!!
Ani: Não, não posso! e você vai ver que vai subir, deixa comigo!... quer dizer, na minha boca, hehehe
Cláudio: Ok, mas vamos esperar chegar em casa
Ani: Ok... Muito bem, a gente faz em casa... você me prometeu!
Resumindo a parada, mal chegamos e a Ani meteu o carro na garagem, ela não deixou nem eu descer e me comeu no carro da mãe dela, do jeito que só ela sabe fazer. A verdade é que é sempre um puta prazer foder com ela, porque de algum jeito ela transforma o sexo num jogo interativo, que vai muito além de ser só produto da paixão ou um ato reprodutivo. A real é que eu me diverti pra caralho, mas tava exausto...
Depois de nos ajeitarmos e ela se dar por satisfeita, descemos de mãos dadas e nos beijamos a cada passo que dávamos até a entrada da sala, onde finalmente — e ainda não sei como — consegui me livrar dela. Quando finalmente cheguei na cama da tia Dani, já não aguentava mais. Felizmente, a tia Dani, apesar de acordar com vontade, teve pena de mim e me deixou descansar. Claro que no dia seguinte agradeci no chuveiro, onde só posso dizer que gastamos muita água.
O resto do fim de semana não teve nada demais. No domingo almoçamos todos juntos, Juan levou a Biocha pra casa e também conheceu a Paula, que foi apresentada como uma parente do lado do pai, sem entrar em detalhes. Esse almoço foi relaxado só na aparência, porque fizemos um churrasco no jardim, tudo parecia paz e tranquilidade, mas a Ani ficava olhando direto pra Biocha e eu tinha a impressão de que também tava de olho em mim. A Flo, por sua vez, interrogava a Paula tentando descobrir a verdadeira origem dela, mas a mãe e a tia Dani bloqueavam essas tentativas com referências e parentescos estranhos.
Finalmente, meu irmão foi embora pra unidade dele, mas na despedida pediu pra Ani levar a namorada Biocha pra casa (sim, com essas palavras), pra não desviar a mãe do caminho até o terminal de ônibus. Fiquei estupefato, tanto que a Ani percebeu e perguntou desde quando eles estavam namorando, e ele, sorrindo, disse:
— Desde ontem à noite. A verdade é que ela é uma garota maravilhosa.
Biocha: — Obrigada, mas não acho que sou tão maravilhosa assim, hehehe
Juan: — Vai, mulher, você é inteligente, Linda e simpática, a mulher nota dez.
Ani: Mmmm… se é perfeita, hehehe, parabéns, não tem problema nenhum se o Claudio vier comigo pra não voltar sozinha.
Claudio: Claro, lógico.
Deixamos a Biocha em casa como se nada tivesse acontecido. Ficava impressionado com a calma dela diante dos olhares inquisidores e das perguntas e indiretas da Ani, sem soltar uma palavra. Minha priminha no final não conseguiu tirar nada a limpo, mas fez todo tipo de comentário enquanto voltávamos pra casa. Eu fiquei impassível, negando qualquer possibilidade de ter comido a Biocha de novo, mas a Ani desconfiava da Biocha e de mim, disso não tinha dúvida. Perto de casa, a Ani parou o carro num lugar mais isolado e me encarou:
— ¡Claudio, você comeu ela ou não!?
Claudio: Você sabe muito bem que eu comi a Biocha e que ela me deu a virgindade dela.
Ani: Não tô falando daquelas vezes…
Claudio: Não tô entendendo o que você quer saber… não como a Biocha desde que ela é namorada do meu irmão, se é isso que você quer saber (sem dar brecha pra mais perguntas, beijei ela).
Sim, beijei ela, pra evitar idiotamente que ela continuasse me perguntando coisas que me davam vergonha e pena de confessar. Nunca teria comido a Biocha naquele maldito privado se soubesse que o Juan tava falando sério com ela. Continuamos nos beijando e minha querida Ani me fez um boquete mágico enquanto eu “dedava a bucetinha dela”. Nós dois gozamos no carro da mãe dela mais uma vez e voltamos pra casa antes que sentissem nossa falta.
Finalmente terminou o fim de semana aparentemente tranquilo. Todos voltamos pra nossa rotina: eu e a Ani pra preparar as provas finais, a Isa pros estudos e plantões, a mãe pra empresa e a tia Dani pro negócio dela, com a única diferença de que a Paula entrou pra trabalhar com a tia Dani no negócio. A ex do meu pai tava no momento certo pra ocupar uma vaga de balconista e caixa, sendo sortuda por ter o conhecimento necessário. Bem feito pra ela!
A nova semana passou “umas fodidas a mais, outras a menos”, com as minas que estavam disponíveis e afim. Pra frente, a verdade é que sou um cara sortudo… Tudo seguiu normal (se é que dá pra dizer isso no meu caso), até que, pra surpresa de todos, o Juan voltou pra casa no fim de semana seguinte (dizem no campo que uma mulher puxa mais que uma junta de bois), e de novo, feito ciganos, eu e a Paula fomos pra casa da tia Dani, que não me deixou sair na sexta à noite (não queria que eu escapasse dos desejos dela), e praticamente botou pra fora de casa a Flo e a Ani, e também a Paula, que teve que ir ver um filme cujo ingresso minha querida tia deu assim que saíram da loja. A verdade é que ela me queria só pra ela.
Como uma ovelha indo pro matadouro, assim que ficamos sozinhos, fui com a tia Dani pro quarto dela. Ela me dizia que sonhava comigo e com meu "amiguinho". Claro que eu gostava da ideia de estar fodendo com ela, mas era tanta insistência desesperada dela! Que cheguei a ficar com um pouco de medo de não dar conta da paixão dela. Pra relaxar, jantamos devagar na frente da TV vendo as notícias do mundo (a verdade é que não acalmam ninguém, hehehe), e aí ela, com um sorriso safado, me disse:
— Vou ficar confortável, você me espera?
Cláudio: — Até o fim do mundo, titia.
Quando ela voltou do quarto, eu ainda estava na sala tentando relaxar com a TV, mas não conseguia. Ao vê-la, percebi como ela era linda. A verdade é que ela estava uma gostosa, porque vestia umas lingeries transparentes que levantariam até um defunto, e meu amiguinho, apesar de toda a maratona que tinha tido, não foi exceção, já que a roupa ousada dela dava um molde pra exibir o corpo voluptuoso com a graça que só ela tem. Eu fiquei pasmo, e depois de uns instantes só consegui baixar a calça, libertando meu pau do cativeiro. Diante dessa reação, ela, divertida, me disse:
— Hum, vejo que você está tão animado quanto eu, hehehe.
Cláudio: — É que você está uma delícia, falei, tirando os pés da calça e da cueca…
Me aproximei depressa e, beijando ela, Apoiei minhas mãos na bunda linda e firme dela, começando a esfregar meu pau devagar no monte de Vênus dela, que estava só coberto pela lingerie fina. Nessa altura, eu já não pensava, só agia, o líquido pré-seminal escorria visivelmente, molhando ainda mais a calcinha fio dental dela.
Ela me beijou com paixão e me apertou contra o corpo dela, e com um pouco de desespero tirou minha camisa. Senti os peitos dela pressionando meu torso, então tirei o sutiã dela. Tava tão excitado que aconteceu algo impensável. Sim: gozei pra caralho!! Molhando as pernas e a buceta dela com meu esperma… que desgraça!, não me acontecia uma coisa dessas há muito tempo, virei um ejaculador precoce de novo, ah, porra!! O que tinha acontecido comigo?... Como ia resolver isso?
Tia Dani: Uai, o que foi meu menino, sua titia te impressionou demais?, kkkk
Cláudio: Mais ou menos isso, falei com um amargo de decepção.
Tia Dani: Vamos, melhora essa cara, a noite é jovem, cê vai ver que sua titia vai te ajudar na tarefa, kkkk
Tia Dani me limpou com uns lenços de papel e depois deitamos. Nessa altura, eu já tava com pânico de palco e não subia… Comecei a me preocupar, mas minha tia, com a sabedoria e experiência dela, falava comigo como se nada tivesse acontecido enquanto nos acariciávamos com carinho, e depois de uns minutos, sem perceber como tinha rolado, fiquei tão tesudo quanto há poucos minutos atrás, quando achava impossível. Meu pau tava duro de novo e a ponto de explodir, mas me mentalizei pra não deixar isso acontecer de novo; usando todo meu autocontrole, prestei atenção na respiração da minha tia, comecei a tocar ela devagar, subindo das pernas, passando pela buceta dela até apertar o peito esquerdo; ela me beijou com luxúria e se deixou levar. Daí em diante, consegui retomar o controle que no começo tinha perdido completamente.
Ficar apalpando o peito esquerdo dela me causava um monte de emoções que me faziam perder o foco e largar aquele controle que tinha sido tão difícil de segurar essa noite. dia, e sem dúvida ela também sentia o mesmo, mas nós dois nos acalmamos trocando de atividades, verdade é que parecíamos dois adolescentes (mas já estou quase fazendo 18 anos). Nisso, tia Dani se virou completamente, deixando a bunda dela pronta pra minha pica com total entrega. Eu, mesmo com o tesão dominando quase todas as minhas ações, finalmente peguei leve, enfiando minha pica reanimada na bucetinha quentinha e molhada, começamos uma metida e tirada suave enquanto eu me agarrava nos peitos dela e apertava com uma certa paixão bruta. Meus sentidos ficavam cheios de estímulos enquanto a penetrava, amassando aqueles peitos pesados e me lambuzando com os bicos duros; quando beijava o pescoço dela e fazia minhas maldades nas orelhas perfeitas, mordiscando os lóbulos, falando no ouvido ou só acariciando com meus lábios. Depois de um tempo, tia Dani não aguentou mais se segurar e deixou escapar algo difícil de definir, foi entre um gemido leve e um suspiro ansioso que anunciava a gozada dela, além disso, ela jogou a bunda pra trás com força pra sentir minha pica enquanto chegava ao céu. Continuamos por mais uma hora brincando e fodendo até a exaustão, e sem perceber, dormimos no silêncio da noite, senti a porta do quarto abrir com aquele rangido característico de falta de lubrificação, então acordei e vi que uma garota estava nos olhando, não sabia qual delas era, mas não me preocupei, a única que não sabia que eu fodia com tia Dani era a Paula e acho que ela não contaria pra ninguém, então fechei os olhos e dormi na mesma posição que ficamos com tia Dani. Não sei quanto tempo dormi, mas ela acordou antes, e sem saber que horas eram ainda, ela me sacudiu e deu um beijo na bochecha pra me acordar, dizendo: Acorda dorminhoco, já é hora de levantar. Claudio: Que horas são, titia? Falei sem lembrar do que tinha rolado na noite. Tia Dani: Umas nove horas de um dia lindo e quente, hora de tomar café pra depois ir. pra passear ou o que quisermos, já que não vou trabalhar, a Paula vai no meu lugar, hehehe.Cláudio: Posso ficar mais um tempinho vendo TV, titia? falei meio preguiçosoTia Dani: Tão exausto te deixei, hehehe.Cláudio: Nem tanto, titia, se quiser eu levanto na hora, para o que você precisar.Tia Dani: Bom, meu menino, vou tomar banho primeiro; aproveita pra ver TV, mas acho que num sábado de manhã não tem nada mais divertido do que eu.Cláudio: Você é a mais divertida, heheheTia Dani: Isso você fala pra todas, inclusive pra Biocha?Cláudio: Mas que coisa você tá dizendo, tia Dani?Tia Dani: O que sua prima Ani me contou, só isso…Cláudio: Essa Ani é uma fofoqueira!!!Tia Dani: Vejo que é verdade… Não faça com seu irmão o que você não gostou que fizessem com você…Cláudio: Quando eu fiz, não sabia que eles estavam juntos. Não, se soubesse não teria feito, mas de qualquer jeito, quando comi ela, acho que o Juan ainda não tinha pedido nada… (confessando finalmente o que eu tinha negado)Tia Dani: Acredito em você, porque a Ani pensava a mesma coisa, só que ela insistia que a Biocha era uma puta e que queria você na mão dela… mas antes sobre o cadáver dela, hehehe.Cláudio: Ela não me tem na mão dela, foi só sexo…Tia Dani: Eu sei, mas pra Ani aparentemente não, ela só quer você e desde que terminaram não procura mais ninguém… seja bonzinho com a minha menina, sei que ela é meio doida mas é uma boa garota, te garanto…Cláudio: Eu sei, tia, eu seiNesse sábado, surpreendentemente, a Ani e a Ainhoa saíram pra fazer compras me excluindo da aventura delas, já não compartilhavam só os estudos e o amante, também estavam ficando mais amigas. Por outro lado, a tia Dani não foi trabalhar e me convidou pra correr no parque perto de casa. A verdade é que ver ela é extremamente "gostoso", ver a harmonia voluptuosa dela mal contida pelo collant me deixava excitado, então num momento peguei na mão dela e, vendo que ninguém estava olhando, levei ela pra um bosque e, escondido atrás de uns arbustos, comi ela de pé enquanto ela se apoiava numa árvore com a calça de lycra até os joelhos, como se diz Fodi ela bem fodida:
Tia Dani: Vejo que meu tigre voltou a rugir, ahhh que delícia isso aqui.
Cláudio: Você é gostosa, mais que gostosa, mmm que delícia você tá, dá vontade de te comer inteira…
Terminada nossa aventura no parque, voltamos pra casa e tomamos banho sem parar de foder mais uma vez, minha tia tinha me devolvido o espírito. Depois de vestidos, ela me beijou e disse que ia pra casa de umas amigas fofocar, e quem sabe o quê mais!, então fiquei sozinho com a Flo, que acordou tarde depois de ter saído com o grupo dela à noite. Vi ela ir pra cozinha pegar um “café da manhã-almoco” já que era tarde. Ela entrou enquanto eu tomava um litro de água pra repor o que perdi suando com tanto exercício, ela só me olhou porque não falava comigo e eu também não falava com ela, a verdade é que a situação tava mais que tensa, depois ela foi pro quarto dela e eu fiquei sozinho de novo.
Entediado com essa situação, liguei pra uns colegas da escola e decidimos sair pra jogar uma partida de futebol lá pelas três da tarde (a hora mais quente, uf, que loucura), jogamos com muita intensidade, lá pelas cinco voltei cansado, suado e vermelho que nem um caranguejo, mas otimista e alegre. Então, depois de ver que ainda tava sozinho ou com uma Flo que parecia um fantasma, resolvi tomar banho pra tirar a sujeira e matar um pouco o tempo… já tava debaixo do chuveiro com água morna quando a porta do banheiro abriu e um aviso seco da Flo me informou:
— Tô morrendo de vontade de mijar…
Cláudio: — E o outro banheiro?
Flo: — Tá sujo…
Cláudio: — Ok… mas não puxa a descarga…
Flo: — Ok, ela disse e eu ouvi o jato do mijo dela.
Não tinha nem vontade nem força pra olhar minha prima gostosa abaixando o shortinho da pijama, continuei debaixo do carinho gostoso do chuveiro quando passou… não deu nem um minuto do aviso e eu senti ela puxar a descarga, dois segundos depois comecei a me queimar vivo, então falei:
— Sua filha da puta!!, e na hora tirei meio corpo pra fora pra não continuar me cozinhando e Olhei pra ela.
Flo: Ué, desculpa…
Ela tapou a boca como quem diz que foi sem querer.
Não era só o calor da água que tinha agido, eu tava realmente insolarado, não tinha me ligado até aquele momento. As desculpas dela soaram como mentira, não acreditei em nada, então estendi a mão, peguei um dos pulsos dela e puxei ela pra dentro do chuveiro, enfiando ela à força.
Flo: Ai, o que cê tá fazendo?! Foi sem querer…
Cláudio: Com você, os acidentes não acontecem… agora você vai ver!!
Enfiei ela no chuveiro. Ela tava vestida com o mesmo pijama que usava desde que a vi quando levantou ao meio-dia pra tomar café. Abracei ela pra evitar que ela se debatesse e fomos pra debaixo do chuveiro. A água ainda tava quente, mas aguentei. Ela resistiu um pouco, mas parecia mais uma rendição do que uma resistência de verdade. Peguei ela com uma mão na bunda e encostei na parede. Ela me olhou com aqueles olhos elétricos que ela faz quando quer amedrontar alguém, como quem anuncia uma tempestade, e sem saber como, beijei ela. Ela mordeu meu lábio até sangrar, mas insisti e enfiei minha língua até o fundo (agora que penso, podia ter me deixado mudo). Depois comecei a apalpar ela por cima do pijama, sem deixar nenhum canto de fora: a bunda dela, os peitos, o rosto, o cabelo, a buceta. Ela ainda fazia gestos de resistência, mas sem dúvida tava tão cheia de desejo quanto eu.
Parei um momento pra olhar na cara dela, soltando ela da prisão. Ela me olhou com uma raiva selvagem, os olhos eletrizantes me encarando com desprezo, e com um dos dedos roçou o corte que eu tinha no lábio. Depois sorriu e chupou cada um daqueles dedos ensanguentados. Doeu, mas era o sinal dela… não sei se de rendição ou de vitória. Como pude, tirei as roupas molhadas dela e, mal consegui, levantei uma das pernas majestosas dela e enfiei até o fundo, começando uma mete-saca desenfreada. Os gemidos e palavras de baixo calão não demoraram a aparecer.
Você é um filho da puta que come qualquer uma e não deixa a gente provar outras rolas, maldito, você é Pervertido, mas se ofende fácil, filho da puta…
Cláudio: Fala o que quiser, mas sou quem sou…
Flo: Meu namorado é duas vezes mais homem que você, seu canalha viado.
Cláudio: Seu namorado não te tem enfiada, putinha minha, para de falar merda e vamos foder em silêncio, ou vou arrebentar esse rabo de puta que você tem.
Flo: Metido, farsante, pica mole…
Você quem pediu, eu falei…
Virei ela e, apertando o torso e os peitos dela contra a parede do chuveiro, abri as pernas dela e enfiei de uma só estocada, igual um matador na hora da verdade. Ela gemeu de dor, mas se deixou fazer, e comecei uma cavalgada alucinada naquela bunda maravilhosa que ela tem, que depois de tantos meses parecia mais carnuda do que antes. Enquanto comia ela, me segurava nos peitões dela e nas ancas de gostosa no cio. A loucura das minhas estocadas só fazia ela soltar mais gracinhas, acho que o tesão de se sentir humilhada excitava ela, mas em nenhum momento ela me impediu ou resistiu à cavalgada selvagem que eu tava dando. Mais que isso, ela mesma se dedava o clitóris com uma mão enquanto com o outro braço se apoiava na parede.
Quando ela começou a gozar, meu mete-saca ficou ainda mais frenético até inundar a bunda deliciosa dela com meu leite, que saía em jorros e depois escorria pelo cu dela quando minha pica saiu exausta. A verdade é que foder a Flo foi uma experiência de outro mundo — toda a raiva, todo o desprezo, toda a luxúria e a vontade de vingar as afrontas anteriores saíram naquele momento. Depois que recuperamos o fôlego, ninguém disse nada. Ela saiu do chuveiro sem me olhar, se enrolou na minha toalha e foi embora, me deixando sem nada pra me secar e com o pijama molhado no chão do box… até o fim, ela é uma mulher pérfida e vingativa.
O resto da tarde fiquei pensando no que aconteceu e, num momento, decidi ir falar com ela. Mas por mais que batesse na porta, ela não respondia nem aparecia. Então, meus ciúmes e minha raiva… Voltaram a me assaltar e voltei pro meu quarto.
À noite, quando todas chegaram, a gente começou a jogar cartas. Flo participou, mas era como se eu não existisse. Mais ainda, quando Ani perguntou sobre o namorado dela, ela se abriu falando maravilhas dele, repetindo que era um homem completo, compreensivo, inteligente, de bom gosto, sensível. A verdade é que já tava enchendo o saco com as palavras dela, mas só olhei pra ela e, sustentando o olhar, sorri de forma maliciosa. Ela me fulminou com aquele olhar que eu tinha visto à tarde; por um momento, pareceu um relâmpago na escuridão, quase como aqueles que anunciam a tempestade que vem vindo. Felizmente, passou despercebido pra tia Dani, Ani, Ainhoa e Paula.
Terminada a noitada, fui deixar Ainhoa em casa. Ela, muito carinhosa, me convidou pra entrar e tomar uns drinks e petiscos na sala dela, enquanto os pais já estavam na cama no segundo andar. Ela subiu pra dar um oi pra eles enquanto eu comia uns salgadinhos lá embaixo. Quando voltou, começou a me beijar e a passar a mão na minha pica, e eu falei:
— Calma, seus pais estão em casa…
Ainhoa: — Calma você, que eles não vão descer e você pode fazer umas coisinhas sem a Ani por perto.
Cláudio: — Mas eles podem descer por qualquer motivo…
Ainhoa: — Mamãe vai evitar que papai desça, se isso te preocupa, hehehe.
Dadas as circunstâncias e a segurança com que minha namorada me dizia que não tinha perigo nenhum, respondi às carícias e beijos passionais dela. Depois de um tempo, já tava com os peitos dela de fora e, puxando a calcinha fio dental pro lado, chupei a bucetinha dela e logo comecei a foder ela. Numa posição que achei super confortável, já que eu tava ajoelhado na frente dela, que tava sentada no sofá com as pernas abertas, quando:
— Ainhoa!! O que você tá fazendo… — disse a mãe dela, tapando a boca e olhando pra gente da porta da sala.
Ainhoa: — Mãe!...
Mãe da Ainhoa: — Como é que você tem coragem de transar em casa e ainda mais com a gente aqui?
Ainhoa: — É que eu tava precisando… snif, snif…
Mãe da Ainhoa: — Eu também preciso, mas não fodo na sua frente, nem Trago um amante pra casa.
Ainhoa: Mãe, o que você tá dizendo…
Eu, enquanto isso, olhava a cara de incredulidade das duas. Ainhoa, toda envergonhada, mas a mãe dela não tirava os olhos da minha rola quando, com o susto, eu tirei ela da buceta da minha namorada. A verdade é que todo mundo estava desconcertado e sem graça. Naquele breve instante, refleti sobre o que a mãe da minha namorada tinha dito e, com a cara de pau que a experiência de já ter comido umas coroas me deu, levantei e peguei suavemente na mão da mãe da minha namorada.
Ela, como hipnotizada pela minha rola e sem resistir à minha ousadia, deixou eu pegar. Depois, sentei ela no mesmo sofá onde a filha tentava em vão esconder os peitos, pra colocar a rola tão perto dos lábios dela que, se ela espirrasse, ia trombar com ela… Era tipo o momento da verdade, aquele em que o touro e os chifres encaram o toureiro. Acho que era uma boa metáfora pra descrever a situação. Ainhoa, ainda vermelha e sem entender nada, olhou pra mim e depois pra mãe, como quem espera. Dona Arantxa me olhou nos olhos e depois pra minha rola, e eu avancei os três centímetros que precisava pra encostar nos lábios dela.
Ela não abriu a boca, mas deixou eu passar a cabeça da minha rola ao longo dos lábios, depois pelas bochechas e pelo nariz. No mínimo, era curiosa a passividade da dona Arantxa. Ainda sem dizer uma palavra, peguei na mão dela e coloquei na minha rola, e ataquei a boca dela de novo. Ela finalmente recebeu. Olhei pra Ainhoa, que continuava sem dizer nada e com os peitos cobertos. Estendi uma mão pra ela, e ela me passou uma das mãos. Coloquei a mão dela sobre a mão da mãe, que segurava minha rola, e acariciei o rosto e o cabelo das duas. Arantxa começou a passar a língua suavemente pela minha rola, até que, caindo em si, tirou a boca e disse:
Ehhh… tenho que voltar pra cama. Ainhoa, seu pai quer que você vá dormir, então seu namorado precisa ir embora.
Em seguida, levantou e foi embora. Fiquei tão pasmo quanto a Ainhoa. Ela se levantou, me deu um beijo tímido, desejou boa noite e apontou pra porta. Na saída, abracei ela e… Beijei, minha intenção era terminar de foder o mais rápido que a gente pudesse, mas ela não tava pra isso, então, sem mais explicações ou reflexões, cumprimos o que foi mandado: eu pra minha casa e ela pra cama dela. Claro que até eu voltar pra minha cama e dormir, só pensava na cena que vivi com a Ainhoa e a mãe dela, a Arantxa. O que acabara de acontecer não saiu da minha cabeça nem por um instante.
A verdade é que minha cabeça era de novo um turbilhão de pensamentos, dúvidas, questionamentos e espanto pelo tanto de puta que algumas podiam ser e o quão tarados outros podiam ser… Serei eu "O Infiel".
Continua…
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