Tudo continuou mais ou menos igual por uns dois meses, até que chegaram os dias quentes do fim da primavera. Elena e eu continuávamos nos comportando como namorados quando estávamos sozinhos, até recebermos a notícia de que Edu, o namorado oficial dela, viria nos visitar. Tivemos que arrumar todo o apartamento para parecer que éramos irmão e irmã normais. O dia chegou e, enquanto jantávamos, Edu, que além de namorado de Elena era meu amigo, me pediu se eu podia deixar o "apê" livre pra eles naquela noite. Como sempre fui cúmplice dele, não pude dizer não. Tinha que deixá-los sozinhos. Aproveitei quando ele foi ao banheiro pra comentar com Elena. — Fodeu, Edu quer te comer! — Óbvio, mano, ele ainda é meu namorado lá. — Beleza... E aí, o que a gente faz? — Vou ter que dar pra ele, pra não levantar suspeitas... — Sim, claro. Pra não levantar suspeitas! — falei com meu tom sarcástico. A verdade é que tava com ciúmes, mas ela tinha razão. Qualquer mudança de humor chamaria a atenção do Edu, que era gente boa, mas não era trouxa. — Ok. Se diverte hoje, mas amanhã me conta tudo. Elena fez uma cara safada e respondeu. — Sim, meu amor, juro que não vou aproveitar... — Que mina você é! Não sei se fico com ciúme ou excitado! — Por que não os dois? Dei um beijo rápido nela quando ouvi Edu saindo do banheiro. — Nossa, que cansado que tô! Podíamos ir dormir, não é, meu amor? — Sim, bicho. Vamos. Você vai sair? — Sim. Vou tomar um negócio por aí! Se comportem, hein! Apertei forte o ombro do Edu e dei um beijo na bochecha da minha irmã. Eram 10 da noite de um sábado e eu não tinha planos com ninguém. A única pessoa que me respondeu foi uma louca com quem eu tinha saído umas duas vezes. Não era muito bonita, mas gostava de transar bem. Ela disse que tinha saído, mas podia estar em casa em meia hora, se eu tivesse a fim. Falei ok e mandei mais umas mensagens pra mostrar interesse. A verdade é que não foi ruim. Quando ela chegou, a gente conversou umas besteiras na porta, ela tava muito bem vestida, de saia, botas e regata decotada. Aí lembrei que ela tinha uns peitões gostosos. Me senti um babaca, mas queria comer ela com força. Foi isso mesmo, quase 1 minuto depois de entrar, ela já estava em cima de mim num futon. Enquanto me beijava, já puxava minha rola pra fora. Chupou que nem uma profissional por um tempo. Como eu queria penetrar ela, não deixei por muito tempo. Sentei ela e, sem tirar a roupa, coloquei os peitos pra fora, chupei que nem um bebê, levantei a saia dela e puxei a calcinha fio dental. Ela abriu as pernas que nem uma ginasta. Chupei a buceta dela com lambidas longas e curtas, batendo e babando tudo por dentro. Quando ajeitei pra meter, ela me parou. — Cê não tem camisinha? — Ah, com a tesão nem percebi! Não trouxe! — Umm, tá bom! Por ser você, vou deixar passar! Me come, gostoso! Sem perder um segundo, enfiei tudo. — Uuhhh... Como tava com saudade dessa rola! Meti forte por um bom tempo, fazendo ela gemer alto. Depois coloquei ela de quatro e enfiei quase com violência. Ela já gritava e se molhava de prazer. Enfiei um dedo no cu dela. — Aahh... Cê virou um selvagem nesse tempo, hein! — É que você me deixa louco! Vou gozar a qualquer hora! — Espera. Não goza dentro! Ela virou, tirou a regata e começou a bater uma pra mim. — Goza na minha boca! — Lá vai! Aaaahh! Gozei uma boa quantidade. Ela engoliu a maior parte, cuidou de lustrar minha rola e limpar todo o gozo que tinha caído no rosto dela. — Lindo, cê não vai ficar bravo se a gente for embora? É que eu fugi do aniversário de uma amiga! — Não, imagina! Vamos. Saímos e me despedi dela com um beijo na boca. Ela piscou o olho e pediu pra não deixar passar tanto tempo até a próxima. Cheguei em casa depois das 3 da manhã. Só ouvia o ronco do Edu. Entrei no banheiro pra tomar um banho. Um minuto depois, a Elena entrou. — Oi! Finalmente chegou! O que cê tava fazendo? — A mesma coisa que você, Leni! — Tem lugar pra mim? — Cê tá louca? Se ele acord... — Ele não vai acordar! Tentei mexer ele pra parar de roncar e nem se mexeu! Ela entrou pelada comigo. Na hora, pegou na minha pau. - Onde você se meteu? - Numa louca que conheço... Nada demais. E você, curtiu? - Mais ou menos. Não vou mentir, o Edu é um aguentador. Mas a pau dele é mais comprida do que grossa. Gosto muito mais dessa! - Ela meteu forte? - Sim... - Usou camisinha? - Ah, não! Não trouxe e eu falei que não tinha. - Tá doendo a buceta? - Aahh... Se você me tocar assim, não! As coisas foram esquentando... - Onde gozou? - Adivinha! - Nos peitos... não. Na boquinha? Mmm não... Aqui? Enfiei dois dedos e senti a consistência cremosa do sêmen nos lábios da buceta dela. - Aahh... Ela gozou fora, não deixei gozar dentro... - E você gostou? - Sim... Mas nem tanto... Ela tentava evitar gemer enquanto eu a punhetava devagar. Mexi um pouco mais os dedos. - E isso você gosta? - Ah... Um pouquinho... - O que você mais gostaria? - Sua pau! - Quer agora? - Sim! Beijei ela com desejo e virei ela. Me abaixei e abri a buceta e a racha do cu dela. Lubrifiquei a ponta e enfiei bem devagar até a metade. - Era isso que você queria? - Você é mau... Ah... - Por quê? - Me come direito! - Se pedir assim, maninha! Enfiei até o fundo, tapei a boca dela com uma mão pra não gritar. Meti fundo e devagar pra fazer ela sentir cada centímetro do movimento. - Ahh... Ahmm... Mais! Mais forte! - Como você manda! Ela apoiou as mãos na parede e eu nas cadeiras dela. Fiquei bombando forte e intenso, tirava até a cabeça e metia até minha pélvis bater na bunda dela. Leni chorava pra não gemer alto. As nádegas molhadas dela estavam tão tentadoras que não resisti e apertei e abri a bunda pra ver melhor. - Não usou o cuzinho? - Não. Não... - Amanhã vai usar se ela pedir? - Mmm... - Sim, vai dar pro Edu. Assim ele vai feliz pro interior! Enfiei um dedo. - Aaayy... Sim. - Você gosta que o Edu te coma o cu? - Ai ai ai ai... Sim sim siiiiim! As pernas dela tremeram e ela quase caiu. Peguei ela pelos peitos, sem tirar da buceta dela. - Te excita Ter duas picas pra você? - Sim... Si... Porra... - Quer a porra agora? - Sim, por favor! Sentei ela na borda da pia e comi com movimentos curtos e rápidos. Um minuto depois, tava enchendo ela de porra. - Aaahhh... Ela tapou minha boca com um beijo e me apertou forte contra ela pra aumentar a profundidade. A gente se separou e eu vi a buceta dela vermelhinha, que começava a vazar sêmen devagar. Beijei ela de língua bem fundo. - Até amanhã, Lenita! - Até amanhã, meu amor! No dia seguinte, Edu acordou cedo e me perguntou onde podia comprar pão de sal pra tomar café. Mandei ele numa padaria um pouco longe, mas insisti que era a melhor. - Beleza, vou lá. A Elenita ainda tá dormindo. Deixei ela na cama, haha. Ele piscou pra mim e saiu. Eu me sentia triunfante e, ao mesmo tempo, mal pelo meu amigo, mas isso não me impediu de ir acordar a Leni. Ela tava dormindo de bruços com um pijama de verão de cetim. Abaixei a calça e a calcinha dela e comecei a beijar aquela bunda linda. - Mmm... Sai... Deixa eu dormir... Afastei as nádegas dela e deixei cair um fio de cuspe naquela rachinha. - Mmm, gostoso... Enfiei a ponta de um dedo e fiquei tentando meter ele todo bem devagar. Depois de uns minutos que pareceram horas, tava fodendo ela com um dedo. - Ahh... Mmm... O que cê tá fazendo comigo? - Te preparando! O Edu vai embora antes do almoço, umas uma. - E você quer que eu dê o cu? - Ele é meu amigo! Assim ele vai feliz! - Você fica com tesão de eu dar pra ele? - Também! E você não? - Sim. Gosto de transar com ele e ele não saber que você vai me comer depois! A gente levantou, se vestiu e preparou o café pra receber o Edu, que trouxe de tudo. Comemos e ficamos todos felizes. - Bom, se não se importam, vou estudar com música. Se quiserem se trancar no quarto, não me incomoda! Ao falar isso, pisquei pro Edu. Quando a Leni levantou pra ir no banheiro, ele chegou perto de mim. - Você tava me dizendo que não tem problema a gente ficar na cama enquanto você tá aqui? - Edu, come a Elena. Se despede dela com uma boa foda. Coloco música alta e finjo que não escuto nada. - Mas é muito estranho... - Olha, faz de conta que não é minha irmã, você comeria uma gostosa que tá afim, mesmo eu estando em outro cômodo da casa? - Sim. Acho que sim. - Me deixaria ver se eu pedir? - O quê?? - Haha, otário! Tô te zoando! Relaxa e come essa mina, irmão! - Você é o melhor! Ele foi pro quarto preparar o clima enquanto a Leni se arrumava no banheiro. Me dava muito tesão saber que daqui a pouco iam estar transando. Pra matar o tempo, peguei um livro e coloquei um fone com música, mas não muito alta. Depois de alguns minutos, encostei um copo na parede e fiquei ouvindo o Edu gemer e falar pra minha irmã como ela chupava bem. Daí, pelo que entendi, ele chupava os peitos dela e passava a mão. Quando começaram a foder, a Leni gemia gostoso, quase gritando, pra eu ouvir bem. Tirei a pica da calça e fiquei batendo uma leve. Decidi me arriscar mais e fui espiar pelo buraco da fechadura. Por sorte, não pensaram em tampar. Vi o Edu metendo a pica na buceta da Leni de quatro. Ele tinha braços compridos que usava pra apertar os peitos dela enquanto empurrava. Depois de um tempo, ela gozou visivelmente, tremendo e soltando gritinhos. Após uma pausa curta, ele tirou a camisinha e, sem sinal de cansaço, passou a pica ainda dura no cu dela. A Leni entendeu rápido o pedido do namorado e subiu em cima pra comandar o anal. Eu olhava, tentando não bater uma, enquanto minha irmã e "namorada" sentava devagar naquela pica comprida. Quando entrou mais da metade, ela parou como pra tomar fôlego, subiu uns centímetros e desceu devagar mais um pouco. Assim começou a enlouquecer o Edu, que já gemia alto também. - Não tem mais vergonha do Gabo te ouvir? - Já não ligo pra mais nada, amor, só pelo que você tá fazendo comigo! - Então o que vem a seguir você vai amar! Ela se apoiou nele e, empinando bem a raba, começou um sobe e desce espetacular. A O pau do Edu quase sumia inteiro dentro da Leni. — Ai Edu, tá muito fundo! — Cê gosta na bunda, puta? — Amo! Vai gozar dentro de mim? — Vou! Vou encher você todinha por dentro! Agarrou ela pelas nádegas e começou uma metida rápida. Abria a buceta dela e cravava. Leni gemia feito uma santinha descobrindo o prazer do sexo. Eu não aguentava mais de tesão, mas não podia gozar ali. Então fui comprar umas besteiras no mercado e passar o tempo até o Edu ir embora, que com certeza não ia conseguir me olhar na cara. Meia hora depois chegou uma mensagem dele dizendo que ia embora e lamentava não poder se despedir, mas ia perder o ônibus. Voltei pra casa rápido e fui pro quarto. Leni me esperava na cama, de peitos de fora e de fio dental. — Finalmente voltou, meu amor! — Sim. Dei um espaço pra vocês pra evitar saia justa. — Haha. Cê tá falando do Edu. Pra mim deu mais tesão ainda saber que você tava ouvindo! — Sua filha da puta! Também fiquei olhando! Tirei a roupa e deitei pra chupar os peitos dela. — Opa! Me conta o que cê viu! — Como o pau do Edu sumia no seu cu. — Hummm... E cê gostou? — Sim. Me deu um tesão do caralho! — Nele também! Ele confessou que se você não fosse meu irmão, teria te chamado pra um menage! Haha, se ele soubesse! — Não imaginava o Edu assim! — É que ele tem essa fantasia de comer uma gostosa com você! Mas não tem coragem de me falar na cara. — E você, o que disse? — Falei pra ele te chamar e vocês dois me encherem de pau! — Sério?? Não! E aí, o que rolou? — Aí ele gozou que nem um animal... E eu também! — Você gozou com o pau dele no seu cu imaginando nós dois te comendo? —... Sim... Sou muito pervertida? — Sei não, mas quero te comer agora! Tirei o fio dental dela e desci direto pra lamber a buceta. — Aaah, como eu amo isso! O Edu falha aí! Aaah... Vai me fazer gozar assim rapidinho! Continuei lambendo, chupando e mordiscando até ela gozar na minha boca. — Aaah... Como eu amooo... Me dá o pau, amor! Sem demora, montei nela de papo pra cima, beijando ela. por todos os lados. Um tempinho depois ela pediu pra trocar de posição. - Me dá de quatro, quero sentir você bem no fundo! Ela se ajeitou e eu enfiei tudo. Um barulho de chapinhar saía da buceta dela a cada estocada. Consegui ver o sêmen do meu amigo começando a escorrer do cu dela. - Tá escorrendo cum da raba... vagabunda! Parece que ela se excitou com o que eu falei. - Aah... Ah... É que... Encheram ela toda... promíscua! Me come! - Espera! Tirei a pica e passei por toda a fenda dela transbordando. A ponta ficou cheia de cum do Edu. Enfiei de novo bem fundo. - Agora tem cum do Edu na sua buceta! - Ai, que filha da puta! Quero a sua também! Ela tava explorando o lado perverso dela e eu amava. Era minha irmã, não podia ser muito diferente de mim. - Eu queria que o Edu estivesse te comendo assim agora. Com a pica comprida que ele tem, ia encher teu útero! - Aahmm... Siiiiiim! - Agora eu encho você e é como se os dois gozassem dentro de você! - Aaahh aahh... Continuaaaaa! - Vou gozar agoraaaa! - Aaaahhh... Tô sentindooo! A cada espasmo que percorria da minha nuca até a ponta da glande, eu sentia jorros de sêmen inundando a buceta da Elena. Continuei me movendo até não aguentar mais e tirei. O que vi foi brutal. A Leni era um vulcão de sêmen. Tudo saía dela, que tava de cu pra cima, a menos de um metro do meu rosto. O cheiro era muito forte. Ela ofegava pra se recuperar de um orgasmo intenso causado por mim e pela sacanagem na cabeça dela. Agora eu sabia que ela tinha um lado escuro e selvagem. Amava ela ainda mais por isso. Enquanto nos recuperávamos, conversamos sobre como foi "hot", segundo ela, ter ficado com dois caras seguidos. Eu falei que junto teria sido "o máximo". - Você não ficaria com ciúmes? - Não sou ciumento. Além disso, você é minha irmã, no dia que quiser ter filhos, ou se eu quiser, não vou te engravidar. Esse é meu limite! Hahaha Rimos juntos e continuamos nos acariciando. - Eu sou ciumenta, sim. Quero você só pra mim. Quero seus beijos só pra mim, seus Braços para mim... Teu pau todo pra mim! - E tem recompensa pela exclusividade? Desceu pra me comer com energia renovada. Lambeu e engoliu todo o resto de sêmen e me chupou até eu ficar duro de novo. - Você quer recompensa? Subiu em cima de mim e, como com o Edu, encaixou meu pau na entrada do cu dela e enfiou a cabeça. - Minha bunda é suficiente? - Era o que eu tava pensando! Sentou um pouco mais. Sentia o interior dela ainda lubrificado pela porra do Edu, mas algo não cedia. - Aaai... Esse é muito grosso! Tô com mais dificuldade! Espera que vou virar! - Eu te ajudo! Virou de costas pra mim, segurando nas minhas pernas, desceu a raba e enfiou quase a metade. Eu separei as nádegas dela e levantei meu quadril, entrando mais fundo nela. - Ai! Vai me partir! Levantei ela pela bunda e tirei quase todo o pau, pra descer e enfiar um pouco mais. - Aaahh... Tá me rasgando! - Você gosta mais do meu pau ou do do Edu no cu? Falava pra distrair ela e esquentar mais se pudesse. Queria enfiar inteiro. - Do seu! Cada vez que eu tirava um pouco, parecia coberto de creme. - Meu pau tá coberto da porra dela... Ela deixou bem fundo em você! - Mmm... Ahh... Não fala essas coisas! - Que o Edu enfiou o pau comprido dele até o fundo do teu cu e encheu de porra? Eu enfiei mais fundo, fazia ela quicar devagar em cima de mim. O buraco dela dilatava cada vez mais. Era a hora, enfiei tudo até o fundo e abracei os peitos dela pra obrigar ela a sentir. - Aaah... Entrou tudooo! - Tô abrindo teu cu pra caralho! Aaai! Comecei a mover ela pra cima e pra baixo de novo. O cu dela fechava e apertava meu pau. - Aahh! Não! Cê é malvado! - Vamos fazer algo melhor então! Coloquei ela de quatro sem tirar o pau e, segurando os quadris dela, comecei a bombar, aumentando a velocidade aos poucos. - Aah Ahh Ah Ahh... Hi... Jo... De... Pu... Taaa... Tava comendo ela com força, entrando tudo e tirando a metade. Era a sensação mais gostosa, e o fato de outro ter feito a mesma coisa um tempo antes tornava tudo ainda melhor. - Vou gozaaaar! - Por favoooor! Vai, vai! Enche meu cuzinho! Descarreguei enfiando meu pau bem no fundo. Sentia pulsar a cada jato o pau. - Aaaahhh... Você tá me enchendo! Caímos exaustos na cama, ela de bruços e eu do lado. Depois de recuperar o fôlego, conversamos. - Você foi comida duas vezes hoje... Como se sente? - Como uma puta! Destruíram meu cuzão! A coisa comprida do outro e a sua grossa... Me mataram! - Você parece bem feliz pra quem tá morta! - Sou uma morta feliz! - Imagina se a gente te pegasse junto... - Imaginei... Por isso gozei forte! Haha - Pergunta... Se eu conseguir convencer o Edu, você topa um menage? - Cê acha que ele vai aceitar você comer sua irmã? Nós somos dois doentes, o Edu é um cara legal. - Ele não te come como um cara legal... O Edu é homem, e homem pensa mais com o pau do que com a cabeça. Tô te falando que consigo convencer ele! - Convence ele e a gente conversa!
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