Olá, me chamo Jonathan, sou um garoto de 22 anos, sou o caçula da casa. Isso mesmo, só tenho um irmão e ele é o mais velho, de 25 anos, se chama César e é um pouco explosivo. Nós dois moramos na mesma casa com a nossa mãe. Minha querida mãe, Karla, uma mulher madura de 46 anos, magra, morena, era linda fisicamente, mas como era magra, dava pra ver aquela bunda gostosa dela, e quando usa vestidos de gala ou aqueles que usam pra ir em festas de casamento, afff, tem uns peitões que dá vontade de pegar e apertar até estourar. Bem, a história que hoje quero contar é algo delicioso, mas pra mim, desde o começo, foi impactante e algo que não conseguia aceitar. Vou contar a situação. Se você está se perguntando: tínhamos pai? Sim, tínhamos, mas descobrimos que ele tinha outra família. Claro, mamãe ao descobrir ficou destruída, mas o mais imperdoável é que papai não pensou nem por um momento com qual família queria ficar. Pra ele foi fácil pegar as coisas dele, sorrir e dar tchau pra gente. Mamãe, 14 anos de casamento jogados no lixo. Depois disso, ela até convivia com muitos caras no trabalho e até os convidava pra comer em casa, mas nenhum conseguiu ir mais longe com a nossa mãe. Nós tentávamos apoiar ela emocionalmente, convivíamos, conversávamos sobre qualquer coisa, ou até meu irmão e eu brigávamos de propósito pra mamãe esquecer só um momento a pressão do trabalho e focar na gente. Ficamos assim por anos, até que chegou a idade e começamos a pensar no que fazer da vida. Não podíamos deixar mamãe sozinha, então, por minha parte, eu me afastei de ter namorada, já que nunca me interessou ter alguém da minha idade ao meu lado. Meu irmão, bem, ele até tinha, mas não sei o que acontecia. Quando ele tinha namorada, em pouco tempo começava a ficar entediado com elas e, igual ao nosso pai, achava fácil terminar os relacionamentos. O problema do meu irmão é que ele é meio preguiçoso, se você não disser o que ele tem que fazer, ele não faz. E como ele é o mais velho da casa, ele foi o primeiro a arrumar emprego, mas como eu disse, como ele é meio folgado, ficou um ano. Inteiro em casa sem fazer nada. Enquanto eu estudava e a mamãe trabalhava, ele não continuou os estudos, só terminou o ensino médio e pronto. Aí um dia, mamãe teve que ir pedir emprego pro meu irmão, e demorou pra conseguir um, mas aceitaram ele como instrutor numa academia. Sim, talvez meu irmão seja burro e preguiçoso, mas ele adorava praticar esporte e malhar, e claro, na escola era tão habilidoso que chegou a competir com outras escolas. Não era um grande trabalho e a academia não era lá essas coisas, mas ele tinha emprego. Agora vamos ao que interessa: nesses meses, notei uns comportamentos estranhos em casa. Bom, depois que meu irmão começou a trabalhar, passou um ano pra mamãe se animar a fazer exercício, mas em casa, e claro, pedia pra ele ser o instrutor particular dela. Eu continuava com meus estudos e trabalhava com uns colegas da escola. A gente tinha um pequeno negócio de conserto de celular, computador, tablet, impressora, etc. Era pequeno, mas o bom é que tínhamos horários legais e o trabalho, apesar de não ser uma grande movimentação, dava um bom lucro. Um dia, saindo da escola, me convidaram pra tomar uns drinks pra aliviar a tensão depois da aula, mas a verdade é que naquele dia eu só queria chegar em casa e dormir. Então não fiquei com meus amigos e fui embora. Ao chegar em casa, como sempre, a música que mamãe usa pra treinar e meu irmão cuidando dela. Subo tranquilo, normal, como sempre, e nisso escuto uma conversa meio estranha. C: Isso aí, mamãe!! 1, 2, 3. K: Siiim, querido, eu tô fazendo direito? C: Claro, se os caras da academia te vissem, eles iam pagar pra provar esses glúteos suculentos, hehehe. K: Ai, hahaha, César, não fala isso, já tô meio velha pra essas loucuras. C: Sim, claro, e aquela vez que você vestiu... K: Shhh, César, a gente disse que não ia falar sobre isso, além do mais, foi só um acidente. C: Uii, sim, claro, que coincidência o acidente ter acontecido mais de 3 vezes. K: Você pode calar a boca e continuar com a rotina, por favor? C: Vamos, mamãe, admite que você adorou. Mas tudo bem, não me responde e vamos continuar. Irmão não demora pra chegar
K: vamo ver o que mais eu tenho que fazer
C: bom, já que você tá assim, por que não abre logo essa sua pu...
Eu ouvi isso, mas em vez de deixar ele terminar, abri pra cumprimentar
J: oiiii, já tô em casa
Meu irmão deu um pulo pra trás quando me viu
K: aii oiii querido, bem-vindo, como foi?
J: bem, meio tenso como sempre, mas tudo bem
C: e aí Jony, se você tá tenso, vem fazer um exercício, tá precisando de massa nesses braços
J: hahaha claro, como se isso me preocupasse, além disso, você sabe que não malho pra ficar bombado
C: hahahaha bom, pelo menos sua um pouco, idiota
J: e se você usar seu suor pra hidratar melhor seu cérebro?
K: galera, galera!!! Não comecem com o show de vocês, por favor, hoje eu quero descansar e curtir com vocês dois
C: hehehe tá bom, mãe, só tava brincando (piscada)
J: haha tô ligado, mãe, é que eu amo muito meu irmão (sarcasmo) hehe
K: bom, que tal a gente sair pra comer hoje?
C e J: perfeito
K: beleza, termino aqui, tomamos banho e daqui a umas horas a gente vai
Eu me retirei pra deitar e respirar um pouco, e o que aconteceu foi só a brincadeira de sempre entre os dois.
Eu amava muito meu irmão e sempre nos falávamos assim, era nosso jeito, mesmo que pra mãe não parecesse tão normal.
Mas aí fiquei pensando no que meu irmão disse pra nossa mãe: "aquela vez que você ficou", "acidente" foi estranho, e ela cortava pra não falar mais do assunto. E o mais estranho é que ela não falava num tom irritado, se eu não ouvi errado, o tom dela era como se fosse algo divertido.
Quanto mais eu pensava, não conseguia imaginar o que poderia ser, e é chato quando escondem coisas, já que sempre contamos tudo um pro outro.
Fiquei assim por uma boa hora, mas já era hora de sair, então deixei o assunto de lado e foquei em me divertir com a família.
Saímos pra passear, comemos e de quebra compramos um filme pra ver à noite. Até aí, tudo normal.
Vimos o filme, mas eu já não aguentava mais o sono, então fui o primeiro a me retirar e ir pra cama.
J: aaaah (bocejando) já não aguento mais, meus olhos
C: sério? se ainda nem termina J: sim, mas a escola me deixou a manhã bem pesada C: viu, te falei pra não continuar estudando, olha só você se tornando uma fresca K: shhh cesar!! É seu irmão e faz de tudo pra ter uma vida boa, então é melhor não opinar porque o seu caso é pior C: tá bom mãe, não é insulto, só tô dizendo que o Jony precisa parar de pensar nos estudos pelo menos um dia K: chega, Jony querido, tudo bem, vai descansar, você mereceu J: obrigado mãe, e obrigado a você também, idiota K: bem bem, agora vão dormir, boa noite filho J: igualmente, aproveitem o filme e durmam bem C: ei, e você não ia querer que eu te desse um copinho de leite quentinho, um ursinho e contasse uma historinha antes de dormir? (zombando) J: haha vai se foder C: aiii vamos, aceita pelo menos um beijinho de boa noite (zombando) K: para cesar, pelo amor, você já é grande, para de agir assim C: vai mãe, é assim que a gente se diverte Pra isso que meu irmão era bom, zoar os outros, mas beleza, cheguei na cama e fui dormir Fiquei um tempão dormindo, aí escuto um barulhão Pensei que fossem os cachorros da rua ou algum vizinho chegando em casa, só peguei e olhei meu celular pra ver as horas, era meia-noite, então não liguei e voltei a dormir Aí escuto barulho de novo, mas não foi um baque como o de antes, era mais seguido, parecia que alguém estava rondando a casa inteira, abrindo e fechando as portas Então peguei meu celular de novo e já tinha passado uma hora desde o primeiro baque, levantei pra ver por que tanto silêncio e depois barulho a essa hora Ao sair do meu quarto, tive que ser eu mesmo pra descobrir esses barulhos que estavam me incomodando A casa era grande, os quartos tinham boa distância pra não ouvir os barulhos dos outros Então fui andando até o primeiro quarto, o do Cesar, meu irmão, e o mais estranho foi que notei que o quarto dele estava completamente aberto e eu não via direito se ele estava lá, não tive outra opção, liguei a lanterna do celular pra ver se ele estava Mas não, não estava, pensei que ele tinha ido O melhor era que ele fazia barulho a essa hora, então eu dei uma olhada no banheiro e nada. Fui pro próximo quarto, o da minha mãe, mas igual ao do meu irmão: a porta completamente aberta e o mais estranho, a cama dela ainda estava bem arrumada. Era como se ela nunca tivesse dormido naquela cama. Já tava achando tudo muito estranho, quando ouço o barulho de novo. Desci as escadas devagar. Chegando no andar de baixo, tudo apagado, exceto a cozinha. As luzes estavam acesas. Quando olhei pra luz, ouvi o barulho de novo, mas dessa vez mais claro: era como se alguém estivesse mascando chiclete. Me aproximei e, quando coloquei a cabeça pra ver o que era... Pois é... era algo que eu não podia acreditar. Eu falei pra mim mesmo: "Isso tá acontecendo, tô vendo isso de verdade?" Não tinha dúvida, sim, tava acontecendo. Meu irmão e minha mãe, os dois se beijando no canto da cozinha, onde a geladeira tava cobrindo eles. Bem, quase cobrindo, mas o que mais me chocou foi que minha mãe tava semi-nua, mas o César, ele sim, tava pelado. Não conseguia acreditar no que tava vendo, até esfreguei os olhos com as palmas das mãos pra ver se era ilusão de ótica, mas não. Fiquei perplexo, imóvel. Queria gritar "que porra tá acontecendo?", mas não sei o que deu, senti um calor, minha garganta parecia que tava se apertando sozinha.
C: Mmhmmm, nossa, Karlita, você não tinha me falado que os acidentes não iam se repetir?
K: Jijiji, bem, qualquer um erra.
C: É, claro (sarcasmo). Uff, já tava com uma saudade de você.
K: Uhhmmm, sim, quem diria que meu homem seria meu filho.
C: Sim, né, além do mais, você tava precisando.
K: Jiji, cala a boca, mas ainda tô falando que isso é errado.
C: Não começa com isso, você acabou de falar que sou seu homem.
K: Uma coisa é falar, outra é como você sente.
C: Como você sentiu?
K: Tasty, hahaha, mas da próxima vez seja mais discreto. Espero que não tenhamos acordado seu irmão.
C: Fica tranquila, tá tudo bem.
K: Não, sério, César, se seu irmão soubesse o que a gente tá fazendo, o infarto que ele teria na idade dele.
C: Além do mais, por que você se preocupa? Como eu te falei, a geladeira nos protege. Se ouvirmos barulho lá em cima... Saberemos quem é ele, apagamos as luzes rápido e nos encostamos bem na geladeira pra ele não nos ver.
K: Sim, mas se você parasse de me meter tão forte, eu agradeceria.
C: Para de chorar, já passou um tempão, o fresco do meu irmão já deve ter acordado.
K: Bom, já deu, você me deixou toda encharcada e preciso me limpar e descansar.
C: Vamo mais um pouco, mãe.
K: Não, César, foi gostoso e tal, mas olha a hora, quero dormir. Se continuarmos, não vou conseguir levantar.
C: Tá bom, mas mais um beijo e a gente dorme.
K: Ah, tá bem, jeje.
C: Não, mas não na minha boca.
K: Então...
K: No meu rapagão.
Mamãe se abaixa pra ficar de joelhos na frente do meu irmão pra beijar... Não, pra dar a última mamada da noite no César.
C: Ahhh, sim, você é a melhor mãe. Como recompensa, prometo te dar amor e carinho mais vezes por ser uma boa putinha.
K: Sim, mas para de me chamar assim, ainda sou sua mãe, e se vamos fazer isso, vai ser com respeito.
C: Claro, sem problemas, putinha.
K: Césaaar!!!
Nisso, os dois se levantam. Eu, tão impactado com o que vi, não tive escolha a não ser recuar, tremendo com o corpo quente.
Caminhei pro outro lado da cozinha.
Se você tá se perguntando: "outro lado?" Sim, nossa cozinha tem duas entradas, uma que dá pra sala de jantar e outra pra subir as escadas.
Não tava com medo de ser descoberto, tava mais impactado com o que vi. E é que eu não conseguia processar, não fazia sentido.
Meu irmão bonzinho, aquele que era alegre e bobo comigo, tá comendo a nossa mãe.
Não sei o que pensar, o que dizer e, mais importante, o que fazer.
Continua...
Bom, galera.
Quero destacar que não sou escritor profissional nem nada do tipo.
Mas esse tipo de tema me encantou, até cheguei a viver algo assim, e hoje não me arrependo. Mas pra mim já teve um começo e um fim, caso você esteja se perguntando.
Mas é isso, espero que gostem. Em breve vou postar as outras partes e, quem sabe, já tô preparando mais histórias do mesmo tema, mas com situações diferentes. E tento fazer o mais realista possível, caso você já tenha passado por algo assim ou esteja passando. passando por algo parecido Isso vai te ajudar pra que você possa agir da melhor forma Como eu disse, não sou escritor profissional Então qualquer conselho, opinião e crítica são bem-vindos Isso me ajuda muito a melhorar mais as histórias e a gente poder curtir ao máximo Se cuidem, falou.
K: vamo ver o que mais eu tenho que fazer
C: bom, já que você tá assim, por que não abre logo essa sua pu...
Eu ouvi isso, mas em vez de deixar ele terminar, abri pra cumprimentar
J: oiiii, já tô em casa
Meu irmão deu um pulo pra trás quando me viu
K: aii oiii querido, bem-vindo, como foi?
J: bem, meio tenso como sempre, mas tudo bem
C: e aí Jony, se você tá tenso, vem fazer um exercício, tá precisando de massa nesses braços
J: hahaha claro, como se isso me preocupasse, além disso, você sabe que não malho pra ficar bombado
C: hahahaha bom, pelo menos sua um pouco, idiota
J: e se você usar seu suor pra hidratar melhor seu cérebro?
K: galera, galera!!! Não comecem com o show de vocês, por favor, hoje eu quero descansar e curtir com vocês dois
C: hehehe tá bom, mãe, só tava brincando (piscada)
J: haha tô ligado, mãe, é que eu amo muito meu irmão (sarcasmo) hehe
K: bom, que tal a gente sair pra comer hoje?
C e J: perfeito
K: beleza, termino aqui, tomamos banho e daqui a umas horas a gente vai
Eu me retirei pra deitar e respirar um pouco, e o que aconteceu foi só a brincadeira de sempre entre os dois.
Eu amava muito meu irmão e sempre nos falávamos assim, era nosso jeito, mesmo que pra mãe não parecesse tão normal.
Mas aí fiquei pensando no que meu irmão disse pra nossa mãe: "aquela vez que você ficou", "acidente" foi estranho, e ela cortava pra não falar mais do assunto. E o mais estranho é que ela não falava num tom irritado, se eu não ouvi errado, o tom dela era como se fosse algo divertido.
Quanto mais eu pensava, não conseguia imaginar o que poderia ser, e é chato quando escondem coisas, já que sempre contamos tudo um pro outro.
Fiquei assim por uma boa hora, mas já era hora de sair, então deixei o assunto de lado e foquei em me divertir com a família.
Saímos pra passear, comemos e de quebra compramos um filme pra ver à noite. Até aí, tudo normal.
Vimos o filme, mas eu já não aguentava mais o sono, então fui o primeiro a me retirar e ir pra cama.
J: aaaah (bocejando) já não aguento mais, meus olhos
C: sério? se ainda nem termina J: sim, mas a escola me deixou a manhã bem pesada C: viu, te falei pra não continuar estudando, olha só você se tornando uma fresca K: shhh cesar!! É seu irmão e faz de tudo pra ter uma vida boa, então é melhor não opinar porque o seu caso é pior C: tá bom mãe, não é insulto, só tô dizendo que o Jony precisa parar de pensar nos estudos pelo menos um dia K: chega, Jony querido, tudo bem, vai descansar, você mereceu J: obrigado mãe, e obrigado a você também, idiota K: bem bem, agora vão dormir, boa noite filho J: igualmente, aproveitem o filme e durmam bem C: ei, e você não ia querer que eu te desse um copinho de leite quentinho, um ursinho e contasse uma historinha antes de dormir? (zombando) J: haha vai se foder C: aiii vamos, aceita pelo menos um beijinho de boa noite (zombando) K: para cesar, pelo amor, você já é grande, para de agir assim C: vai mãe, é assim que a gente se diverte Pra isso que meu irmão era bom, zoar os outros, mas beleza, cheguei na cama e fui dormir Fiquei um tempão dormindo, aí escuto um barulhão Pensei que fossem os cachorros da rua ou algum vizinho chegando em casa, só peguei e olhei meu celular pra ver as horas, era meia-noite, então não liguei e voltei a dormir Aí escuto barulho de novo, mas não foi um baque como o de antes, era mais seguido, parecia que alguém estava rondando a casa inteira, abrindo e fechando as portas Então peguei meu celular de novo e já tinha passado uma hora desde o primeiro baque, levantei pra ver por que tanto silêncio e depois barulho a essa hora Ao sair do meu quarto, tive que ser eu mesmo pra descobrir esses barulhos que estavam me incomodando A casa era grande, os quartos tinham boa distância pra não ouvir os barulhos dos outros Então fui andando até o primeiro quarto, o do Cesar, meu irmão, e o mais estranho foi que notei que o quarto dele estava completamente aberto e eu não via direito se ele estava lá, não tive outra opção, liguei a lanterna do celular pra ver se ele estava Mas não, não estava, pensei que ele tinha ido O melhor era que ele fazia barulho a essa hora, então eu dei uma olhada no banheiro e nada. Fui pro próximo quarto, o da minha mãe, mas igual ao do meu irmão: a porta completamente aberta e o mais estranho, a cama dela ainda estava bem arrumada. Era como se ela nunca tivesse dormido naquela cama. Já tava achando tudo muito estranho, quando ouço o barulho de novo. Desci as escadas devagar. Chegando no andar de baixo, tudo apagado, exceto a cozinha. As luzes estavam acesas. Quando olhei pra luz, ouvi o barulho de novo, mas dessa vez mais claro: era como se alguém estivesse mascando chiclete. Me aproximei e, quando coloquei a cabeça pra ver o que era... Pois é... era algo que eu não podia acreditar. Eu falei pra mim mesmo: "Isso tá acontecendo, tô vendo isso de verdade?" Não tinha dúvida, sim, tava acontecendo. Meu irmão e minha mãe, os dois se beijando no canto da cozinha, onde a geladeira tava cobrindo eles. Bem, quase cobrindo, mas o que mais me chocou foi que minha mãe tava semi-nua, mas o César, ele sim, tava pelado. Não conseguia acreditar no que tava vendo, até esfreguei os olhos com as palmas das mãos pra ver se era ilusão de ótica, mas não. Fiquei perplexo, imóvel. Queria gritar "que porra tá acontecendo?", mas não sei o que deu, senti um calor, minha garganta parecia que tava se apertando sozinha.
C: Mmhmmm, nossa, Karlita, você não tinha me falado que os acidentes não iam se repetir?
K: Jijiji, bem, qualquer um erra.
C: É, claro (sarcasmo). Uff, já tava com uma saudade de você.
K: Uhhmmm, sim, quem diria que meu homem seria meu filho.
C: Sim, né, além do mais, você tava precisando.
K: Jiji, cala a boca, mas ainda tô falando que isso é errado.
C: Não começa com isso, você acabou de falar que sou seu homem.
K: Uma coisa é falar, outra é como você sente.
C: Como você sentiu?
K: Tasty, hahaha, mas da próxima vez seja mais discreto. Espero que não tenhamos acordado seu irmão.
C: Fica tranquila, tá tudo bem.
K: Não, sério, César, se seu irmão soubesse o que a gente tá fazendo, o infarto que ele teria na idade dele.
C: Além do mais, por que você se preocupa? Como eu te falei, a geladeira nos protege. Se ouvirmos barulho lá em cima... Saberemos quem é ele, apagamos as luzes rápido e nos encostamos bem na geladeira pra ele não nos ver.
K: Sim, mas se você parasse de me meter tão forte, eu agradeceria.
C: Para de chorar, já passou um tempão, o fresco do meu irmão já deve ter acordado.
K: Bom, já deu, você me deixou toda encharcada e preciso me limpar e descansar.
C: Vamo mais um pouco, mãe.
K: Não, César, foi gostoso e tal, mas olha a hora, quero dormir. Se continuarmos, não vou conseguir levantar.
C: Tá bom, mas mais um beijo e a gente dorme.
K: Ah, tá bem, jeje.
C: Não, mas não na minha boca.
K: Então...
K: No meu rapagão.
Mamãe se abaixa pra ficar de joelhos na frente do meu irmão pra beijar... Não, pra dar a última mamada da noite no César.
C: Ahhh, sim, você é a melhor mãe. Como recompensa, prometo te dar amor e carinho mais vezes por ser uma boa putinha.
K: Sim, mas para de me chamar assim, ainda sou sua mãe, e se vamos fazer isso, vai ser com respeito.
C: Claro, sem problemas, putinha.
K: Césaaar!!!
Nisso, os dois se levantam. Eu, tão impactado com o que vi, não tive escolha a não ser recuar, tremendo com o corpo quente.
Caminhei pro outro lado da cozinha.
Se você tá se perguntando: "outro lado?" Sim, nossa cozinha tem duas entradas, uma que dá pra sala de jantar e outra pra subir as escadas.
Não tava com medo de ser descoberto, tava mais impactado com o que vi. E é que eu não conseguia processar, não fazia sentido.
Meu irmão bonzinho, aquele que era alegre e bobo comigo, tá comendo a nossa mãe.
Não sei o que pensar, o que dizer e, mais importante, o que fazer.
Continua...
Bom, galera.
Quero destacar que não sou escritor profissional nem nada do tipo.
Mas esse tipo de tema me encantou, até cheguei a viver algo assim, e hoje não me arrependo. Mas pra mim já teve um começo e um fim, caso você esteja se perguntando.
Mas é isso, espero que gostem. Em breve vou postar as outras partes e, quem sabe, já tô preparando mais histórias do mesmo tema, mas com situações diferentes. E tento fazer o mais realista possível, caso você já tenha passado por algo assim ou esteja passando. passando por algo parecido Isso vai te ajudar pra que você possa agir da melhor forma Como eu disse, não sou escritor profissional Então qualquer conselho, opinião e crítica são bem-vindos Isso me ajuda muito a melhorar mais as histórias e a gente poder curtir ao máximo Se cuidem, falou.
1 comentários - Minha mãe e meu irmão vivem uma vida escondida