Neste relato vou contar como perdi a virgindade, perdi com minha prima, ela é um ano mais velha que eu, embora a gente estivesse na mesma turma, já que ela tinha repetido um ano. Ela tem um corpo gostoso, muitos caras correm atrás dela, tem dois peitos como dois melões de grandes e uma bunda redondinha.
Tudo começou um dia depois da escola. Como de costume, nós dois fomos almoçar na casa da nossa avó. Eu e minha prima estávamos na sala, ela tinha um pacote de sementes e, como era preguiçosa, me pediu pra ir na cozinha pegar uma tigela pras cascas. Como eu não queria ir, falei que não. Ela ficou insistindo muito, e eu nem sempre dizia não, até que ela falou que se eu fosse, faria qualquer coisa que eu pedisse.
Como não queria, propus algo que achei que ela recusaria: que me mostrasse os peitos e a buceta. Pra minha surpresa, ela aceitou. Na hora, fiquei pensando se ia pegar a tigela, porque já fazia tempo que eu queria muito ver os peitos da minha prima. Então fui pegar a tigela. Quando voltei, falei: "Agora é sua vez de me mostrar os peitos e a buceta". Mesmo achando que ela não faria, ela levantou a camiseta e o sutiã, e pude ver aqueles peitos tão grandes. Ela tem dois mamilos do tamanho de uma bolacha Maria, além de uma cor escura. Pra minha infelicidade, isso só durou um segundo. Depois, ela desabotoou a calça e abaixou junto com a calcinha, e pude ver a buceta peluda por um segundo. Tenho que admitir que o pau ficou duro, mas por sorte, com a calça jeans, não deu pra perceber a ereção.
Enquanto a gente continuava na sala, eu não parava de pensar no que tinha visto há pouco, e a pica continuava dura. Aí, depois de um tempo, quando achei que ela não ia relacionar as coisas, fui pro banheiro bater uma punheta pensando nos peitos dela e na buceta dela. Foi uma das melhores punhetas que já bati.
Terminamos o curso e chegou o verão. Fui com meus pais pro sítio passar o verão no chalé. Como minha prima tinha rodado em matemática e física, meus tios falaram com meus pais pra ver se eu podia ajudar ela nessas matérias no verão, pra ela passar nas provas de recuperação em setembro, já que eu ia muito bem nessas matérias. Então minha prima veio passar o verão com a gente. Como no chalé só tinha dois quartos, o dos meus pais e o meu (com duas camas, caso algum amigo viesse dormir), minha prima se instalou no meu quarto.
O verão começou tranquilo. De manhã, passava umas duas horas com minha prima, ajudando ela com as matérias. Depois, ia pra piscina passar o dia, pegava a bike ou saía andando pelo mato. Uns dois anos atrás, encontrei uma área perto do rio, de acesso bem difícil, então ninguém ia lá — o que eu adorava. Tinha um gramado pra deitar e onde ninguém podia te ver, então eu ia muito pra lá, pra dar uma folga da minha prima e ficar na minha. Depois de um dia no ano passado em que fui pra essa área e esqueci a sunga em casa, acabei experimentando nadar pelado no rio e deitar sem roupa nenhuma na grama. Sempre que chegava lá, a primeira coisa que fazia era tirar toda a roupa e curtir o contato com a natureza.
Lá pelo meio de julho, um dia que voltei do meu lugar secreto, me joguei na cama pra descansar, bem na hora que minha prima saiu do banho e veio pro quarto se vestir. Mas quando me viu, voltou pro banheiro, só que meu pai já tinha ocupado ele. Aí ela me pediu pra sair do quarto, mas eu recusei, porque tava muito cansado. Ela insistiu, dizendo que não queria que eu visse ela pelada. Aí eu lembrei ela que não precisava ter vergonha, porque eu já tinha visto os peitos e a buceta dela, então não tinha problema. No fim, ela cansou de insistir e se trocou na minha frente. Enquanto tentava colocar o sutiã por baixo da toalha pra eu não ver nada, a toalha caiu e eu pude ver ela toda nua de novo, os peitões dela e a buceta peluda. Ela vestiu o sutiã e se virou pra pegar uma calcinha na gaveta. Na hora que se abaixou, eu vi em todo o esplendor os lábios da buceta dela, como eles se destacavam da rachinha. Isso me deu uma ereção enorme, impossível de esconder. Depois que vestiu a calcinha, ela se virou e disse que eu ia pagar por aquilo. Nessa hora, ela percebeu minha ereção e falou que parecia que eu tinha gostado do show, e que não era justo eu ter visto ela e ela não ter me visto. Eu respondi que desculpa, mas a vida é assim. Ela terminou de se vestir e foi embora.
Depois de uns dias, a gente tava eu e ela na piscina, aí minha mãe veio e falou que ia com meu pai pro povoado do lado, comprar umas paradas e que iam demorar umas duas horas pra voltar. Quando minha prima ouviu o barulho do carro se afastando, ela tirou a parte de cima do biquíni, porque segundo ela, queria sumir com as marcas do biquíni. Aí eu respondi que beleza, mas se ela queria tirar a marca do biquíni, tinha que tirar a parte de baixo também. Ela respondeu que até gostaria, mas não queria me dar essa alegria. Eu fiz tipo que tava nem aí, mas no fundo tava puto, porque adoraria que ela ficasse pelada. Aproveitei quando ela não percebeu e tirei umas fotos, pra bater uma depois no banheiro e também pra quando fosse pro meu lugar secreto. Minha prima ficou com os peitos de fora até ouvir o barulho do carro dos meus pais.
No dia seguinte depois do almoço, fui pro meu lugar secreto. Quando cheguei lá, a primeira coisa que fiz foi me pelar, tomei um banho no rio e deitei na grama no sol. Enquanto relaxava, ouvi uma voz dizendo que tinha me pegado em flagra. Era minha prima, que tinha me seguido. Tentei me cobrir com a mão, mas não adiantou nada. Levantei e fui pegar minha cueca, que tava do lado do rio, vesti ela e depois a calça. Quando me virei, percebi que minha prima tava se despindo. Vi ela tirando a calcinha, o que me deu uma ereção, mas como tava de calça, não dava pra ver muito. Perguntei o que ela tava fazendo, e ela respondeu que ia tomar banho. Entrou na água e começou a nadar e pular, o que fez minha ereção aumentar ainda mais.
Minha prima não parava de falar pra eu me pelar, que não tinha problema, que já tinha me visto e pra eu entrar com ela, que a água tava uma delícia. Mas como não queria que ela visse minha pica dura, recusei. Ela insistiu tanto que saiu da água e veio na minha direção. Ver as gotas escorrendo pelos peitões dela e a água caindo dos pelinhos da buceta dela não ajudou nada a broxar, então virei de costas pra disfarçar. Ela deitou em cima de mim, o que também não ajudou nada — sentia os peitos dela na minha costa, e com o frescor da água, os bicos tavam bem durinhos. Ela falou: "Viu como a água tá gostosa?" Eu respondi pra ela levantar, que ia molhar minha calça. Ela disse que isso tinha solução fácil e começou a se levantar, mas pegou minha calça e cueca e puxou pra baixo, me deixando pelado. Nessa hora, me virei meio que pra tentar pegar minha calça de volta, e minha prima viu minha rola bem dura. Ela disse que era por isso que eu não queria entrar na água e perguntou o que tava me excitando: se eram os peitos dela, enquanto os tocava, ou a buceta dela, que também acariciou.
Meu pau tava prestes a explodir, virei de barriga pra cima e, enquanto via ela se tocando, comecei a me acariciar o pau. Minha prima tava se tocando no clitóris com a mão direita e nos peitos com a esquerda. Depois de uns minutos assim, ela parou de se tocar nos peitos, pegou no meu pau e começou a me masturbar. Como fiquei com as duas mãos livres, não pude perder a oportunidade e agarrei os dois peitos dela, comecei a brincar com eles e a beliscar os bicos. Depois, levei a mão até a buceta dela, primeiro com um dedo comecei a esfregar o clitóris, quando ela começou a gemer, enfiei o dedo dentro da boceta dela. Aí ela parou de me masturbar e se deitou na grama de pernas abertas, enquanto eu a masturbava, ela gemia cada vez mais forte. Parei de masturbá-la e comecei a chupar a buceta dela, o que fez ela gemer ainda mais intensamente. Enquanto eu chupava a buceta dela, um líquido jorrou com força de dentro dela, ela tinha gozado na minha boca, o líquido tinha um gosto meio adocicado.
Depois disso, eu me joguei no chão e ela começou a chupar minha pica, enfiou quase inteira de uma vez na boca e começou a subir e descer com a boca, só parava de vez em quando por um segundo pra pegar ar e continuava chupando meu pau. Quando eu tava quase gozando, falei que ia gozar, e isso fez ela chupar com mais força ainda, aí gozei na boca da minha prima, e ela engoliu toda a minha porra.
Eu fiquei exausto, largado no chão. Ela se deitou do meu lado, e ficamos em silêncio, os dois descansando. Depois de um tempo, ela virou pra mim e perguntou se eu queria ir mais além, e eu respondi que sim, balançando a cabeça. Ela pegou minha pica com a mão e começou a me masturbar até ela ficar dura. Ela montou em cima de mim e começou a esfregar minha pica na buceta dela, que já tava molhada. Depois, levou minha pica até o buraquinho dela e, devagar, foi descendo, e minha pica foi entrando dentro dela. Enquanto descia, senti que ela resistiu um pouco, e minha prima fez uma cara de dor, mas logo continuou descendo numa boa. Assim que minha pica entrou de vez, ela começou a subir e descer devagar, e foi aí que percebi que na minha pica tinha sangue. No fim das contas, minha prima também era virgem, igual a mim.
Minha prima cada vez pegava mais ritmo e eu tava alucinando com o balanço dos peitos dela, não consegui resistir e peguei os dois com minhas mãos, ela não parava de gemer. Quando já tava rolando um tempo, ela falou que tava exausta e perguntou se eu podia continuar. Ela se levantou e ficou de quatro, eu fiquei atrás dela e direcionei meu pau pra buceta dela, enfiei tudo dentro e comecei a meter. Ela gemia cada vez mais forte. Quando tava quase gozando, comecei a sentir uma pressão maior no meu pau e um líquido saindo da buceta dela, o que fez eu não aguentar e gozei dentro dela, soltando todo meu leite na buceta dela.
Depois de gozar, tirei minha pica de dentro dela, ela se virou e me deu um beijo na rola e disse que a gente tinha que repetir aquilo. Foi pro rio, tomou um banho, se vestiu e foi embora sem falar mais nada. Eu fiquei mais um tempão lá deitado.
Depois desse momento, meu verão mudou completamente. Se quiserem saber o que aconteceu depois, comentem.
Tudo começou um dia depois da escola. Como de costume, nós dois fomos almoçar na casa da nossa avó. Eu e minha prima estávamos na sala, ela tinha um pacote de sementes e, como era preguiçosa, me pediu pra ir na cozinha pegar uma tigela pras cascas. Como eu não queria ir, falei que não. Ela ficou insistindo muito, e eu nem sempre dizia não, até que ela falou que se eu fosse, faria qualquer coisa que eu pedisse.
Como não queria, propus algo que achei que ela recusaria: que me mostrasse os peitos e a buceta. Pra minha surpresa, ela aceitou. Na hora, fiquei pensando se ia pegar a tigela, porque já fazia tempo que eu queria muito ver os peitos da minha prima. Então fui pegar a tigela. Quando voltei, falei: "Agora é sua vez de me mostrar os peitos e a buceta". Mesmo achando que ela não faria, ela levantou a camiseta e o sutiã, e pude ver aqueles peitos tão grandes. Ela tem dois mamilos do tamanho de uma bolacha Maria, além de uma cor escura. Pra minha infelicidade, isso só durou um segundo. Depois, ela desabotoou a calça e abaixou junto com a calcinha, e pude ver a buceta peluda por um segundo. Tenho que admitir que o pau ficou duro, mas por sorte, com a calça jeans, não deu pra perceber a ereção.
Enquanto a gente continuava na sala, eu não parava de pensar no que tinha visto há pouco, e a pica continuava dura. Aí, depois de um tempo, quando achei que ela não ia relacionar as coisas, fui pro banheiro bater uma punheta pensando nos peitos dela e na buceta dela. Foi uma das melhores punhetas que já bati.
Terminamos o curso e chegou o verão. Fui com meus pais pro sítio passar o verão no chalé. Como minha prima tinha rodado em matemática e física, meus tios falaram com meus pais pra ver se eu podia ajudar ela nessas matérias no verão, pra ela passar nas provas de recuperação em setembro, já que eu ia muito bem nessas matérias. Então minha prima veio passar o verão com a gente. Como no chalé só tinha dois quartos, o dos meus pais e o meu (com duas camas, caso algum amigo viesse dormir), minha prima se instalou no meu quarto.
O verão começou tranquilo. De manhã, passava umas duas horas com minha prima, ajudando ela com as matérias. Depois, ia pra piscina passar o dia, pegava a bike ou saía andando pelo mato. Uns dois anos atrás, encontrei uma área perto do rio, de acesso bem difícil, então ninguém ia lá — o que eu adorava. Tinha um gramado pra deitar e onde ninguém podia te ver, então eu ia muito pra lá, pra dar uma folga da minha prima e ficar na minha. Depois de um dia no ano passado em que fui pra essa área e esqueci a sunga em casa, acabei experimentando nadar pelado no rio e deitar sem roupa nenhuma na grama. Sempre que chegava lá, a primeira coisa que fazia era tirar toda a roupa e curtir o contato com a natureza.
Lá pelo meio de julho, um dia que voltei do meu lugar secreto, me joguei na cama pra descansar, bem na hora que minha prima saiu do banho e veio pro quarto se vestir. Mas quando me viu, voltou pro banheiro, só que meu pai já tinha ocupado ele. Aí ela me pediu pra sair do quarto, mas eu recusei, porque tava muito cansado. Ela insistiu, dizendo que não queria que eu visse ela pelada. Aí eu lembrei ela que não precisava ter vergonha, porque eu já tinha visto os peitos e a buceta dela, então não tinha problema. No fim, ela cansou de insistir e se trocou na minha frente. Enquanto tentava colocar o sutiã por baixo da toalha pra eu não ver nada, a toalha caiu e eu pude ver ela toda nua de novo, os peitões dela e a buceta peluda. Ela vestiu o sutiã e se virou pra pegar uma calcinha na gaveta. Na hora que se abaixou, eu vi em todo o esplendor os lábios da buceta dela, como eles se destacavam da rachinha. Isso me deu uma ereção enorme, impossível de esconder. Depois que vestiu a calcinha, ela se virou e disse que eu ia pagar por aquilo. Nessa hora, ela percebeu minha ereção e falou que parecia que eu tinha gostado do show, e que não era justo eu ter visto ela e ela não ter me visto. Eu respondi que desculpa, mas a vida é assim. Ela terminou de se vestir e foi embora.
Depois de uns dias, a gente tava eu e ela na piscina, aí minha mãe veio e falou que ia com meu pai pro povoado do lado, comprar umas paradas e que iam demorar umas duas horas pra voltar. Quando minha prima ouviu o barulho do carro se afastando, ela tirou a parte de cima do biquíni, porque segundo ela, queria sumir com as marcas do biquíni. Aí eu respondi que beleza, mas se ela queria tirar a marca do biquíni, tinha que tirar a parte de baixo também. Ela respondeu que até gostaria, mas não queria me dar essa alegria. Eu fiz tipo que tava nem aí, mas no fundo tava puto, porque adoraria que ela ficasse pelada. Aproveitei quando ela não percebeu e tirei umas fotos, pra bater uma depois no banheiro e também pra quando fosse pro meu lugar secreto. Minha prima ficou com os peitos de fora até ouvir o barulho do carro dos meus pais.
No dia seguinte depois do almoço, fui pro meu lugar secreto. Quando cheguei lá, a primeira coisa que fiz foi me pelar, tomei um banho no rio e deitei na grama no sol. Enquanto relaxava, ouvi uma voz dizendo que tinha me pegado em flagra. Era minha prima, que tinha me seguido. Tentei me cobrir com a mão, mas não adiantou nada. Levantei e fui pegar minha cueca, que tava do lado do rio, vesti ela e depois a calça. Quando me virei, percebi que minha prima tava se despindo. Vi ela tirando a calcinha, o que me deu uma ereção, mas como tava de calça, não dava pra ver muito. Perguntei o que ela tava fazendo, e ela respondeu que ia tomar banho. Entrou na água e começou a nadar e pular, o que fez minha ereção aumentar ainda mais.
Minha prima não parava de falar pra eu me pelar, que não tinha problema, que já tinha me visto e pra eu entrar com ela, que a água tava uma delícia. Mas como não queria que ela visse minha pica dura, recusei. Ela insistiu tanto que saiu da água e veio na minha direção. Ver as gotas escorrendo pelos peitões dela e a água caindo dos pelinhos da buceta dela não ajudou nada a broxar, então virei de costas pra disfarçar. Ela deitou em cima de mim, o que também não ajudou nada — sentia os peitos dela na minha costa, e com o frescor da água, os bicos tavam bem durinhos. Ela falou: "Viu como a água tá gostosa?" Eu respondi pra ela levantar, que ia molhar minha calça. Ela disse que isso tinha solução fácil e começou a se levantar, mas pegou minha calça e cueca e puxou pra baixo, me deixando pelado. Nessa hora, me virei meio que pra tentar pegar minha calça de volta, e minha prima viu minha rola bem dura. Ela disse que era por isso que eu não queria entrar na água e perguntou o que tava me excitando: se eram os peitos dela, enquanto os tocava, ou a buceta dela, que também acariciou.
Meu pau tava prestes a explodir, virei de barriga pra cima e, enquanto via ela se tocando, comecei a me acariciar o pau. Minha prima tava se tocando no clitóris com a mão direita e nos peitos com a esquerda. Depois de uns minutos assim, ela parou de se tocar nos peitos, pegou no meu pau e começou a me masturbar. Como fiquei com as duas mãos livres, não pude perder a oportunidade e agarrei os dois peitos dela, comecei a brincar com eles e a beliscar os bicos. Depois, levei a mão até a buceta dela, primeiro com um dedo comecei a esfregar o clitóris, quando ela começou a gemer, enfiei o dedo dentro da boceta dela. Aí ela parou de me masturbar e se deitou na grama de pernas abertas, enquanto eu a masturbava, ela gemia cada vez mais forte. Parei de masturbá-la e comecei a chupar a buceta dela, o que fez ela gemer ainda mais intensamente. Enquanto eu chupava a buceta dela, um líquido jorrou com força de dentro dela, ela tinha gozado na minha boca, o líquido tinha um gosto meio adocicado.
Depois disso, eu me joguei no chão e ela começou a chupar minha pica, enfiou quase inteira de uma vez na boca e começou a subir e descer com a boca, só parava de vez em quando por um segundo pra pegar ar e continuava chupando meu pau. Quando eu tava quase gozando, falei que ia gozar, e isso fez ela chupar com mais força ainda, aí gozei na boca da minha prima, e ela engoliu toda a minha porra.
Eu fiquei exausto, largado no chão. Ela se deitou do meu lado, e ficamos em silêncio, os dois descansando. Depois de um tempo, ela virou pra mim e perguntou se eu queria ir mais além, e eu respondi que sim, balançando a cabeça. Ela pegou minha pica com a mão e começou a me masturbar até ela ficar dura. Ela montou em cima de mim e começou a esfregar minha pica na buceta dela, que já tava molhada. Depois, levou minha pica até o buraquinho dela e, devagar, foi descendo, e minha pica foi entrando dentro dela. Enquanto descia, senti que ela resistiu um pouco, e minha prima fez uma cara de dor, mas logo continuou descendo numa boa. Assim que minha pica entrou de vez, ela começou a subir e descer devagar, e foi aí que percebi que na minha pica tinha sangue. No fim das contas, minha prima também era virgem, igual a mim.
Minha prima cada vez pegava mais ritmo e eu tava alucinando com o balanço dos peitos dela, não consegui resistir e peguei os dois com minhas mãos, ela não parava de gemer. Quando já tava rolando um tempo, ela falou que tava exausta e perguntou se eu podia continuar. Ela se levantou e ficou de quatro, eu fiquei atrás dela e direcionei meu pau pra buceta dela, enfiei tudo dentro e comecei a meter. Ela gemia cada vez mais forte. Quando tava quase gozando, comecei a sentir uma pressão maior no meu pau e um líquido saindo da buceta dela, o que fez eu não aguentar e gozei dentro dela, soltando todo meu leite na buceta dela.
Depois de gozar, tirei minha pica de dentro dela, ela se virou e me deu um beijo na rola e disse que a gente tinha que repetir aquilo. Foi pro rio, tomou um banho, se vestiu e foi embora sem falar mais nada. Eu fiquei mais um tempão lá deitado.
Depois desse momento, meu verão mudou completamente. Se quiserem saber o que aconteceu depois, comentem.
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