Olá, meus amores, sou nova aqui e quero contar como me tornei uma sissy vadia.
Bom, vou começar contando que meu primo e eu temos apenas um ano de diferença e fomos criados juntos. Quando éramos pequenos, mais ou menos aos meus 10 anos e 11 do meu primo, por um acaso do destino, vimos numa revista uma foto de dois homens se beijando e começamos, na brincadeira, a imaginar como seria nos beijarmos. Numa dessas, ele esticou os lábios como se fosse me beijar e eu, sem hesitar, beijei a boca dele como um impulso. No entanto, nos conectamos na hora e, daí em diante, viramos tipo um casalzinho inocente que se amava, mas só demonstrávamos com beijinhos gostosos e uma ou outra carícia.
Assim se passaram uns 3 anos, até que meu priminho, na inocência dele, teve a ideia de contar pra minha tia que ele estava apaixonado por mim, que eu era o namorado dele e que me amava. Obviamente, foi um pequeno escândalo, mas como éramos só crianças, não passou de uma conversa, e aí não podíamos mais ficar sozinhos porque estavam de olho. Além disso, meu priminho levou muito a sério o sermão que levaram e não me deu mais nenhum beijinho por um bom tempo...
Os anos passaram e, de certa forma, viramos "os caras", fingindo que nada tinha acontecido. Continuamos crescendo juntos e tudo "normal", mas eu, a vida toda, morria de vontade de beijar aqueles lábios de novo e sentir a linguinha molhada dele. Tive umas namoradas e, enquanto estava com elas, conseguia esquecer um pouco do meu verdadeiro amor, meu primo. Mas toda vez que terminava com uma, voltava a tortura de pensar no meu priminho. Além disso, ele ficava cada vez mais másculo e mais lindo pra mim, porque começou a gostar muito de academia lá pelos 16 anos, e daí em diante, ele ficava cada vez mais gostoso e maior era minha frustração por não poder mimá-lo.
Assim os anos passaram e eu, de certa forma, me resignei. E naquele momento, o que me ajudava era que meu amor por ele era tão grande que eu não tinha olhos pra mais ninguém. outro homem, ou seja, se eu fosse ser gay, só podia ser com meu bebê, ele era o único que merecia (naquele momento). Ele se tornou um homem lindo enquanto eu sempre tive um corpo delicadinho, sempre com umas pernas que pareciam de menina. Por isso mesmo, começaram a chover mulheres pra ele, e ele se envolveu com uma com quem ficou quase 4 anos.
Essa decepção amorosa do meu priminho foi a melhor coisa que podia ter acontecido na minha vida, já que obviamente eu fui o companheiro de sofrimento dele e a gente passou vários dias se embriagando, onde ele acabava totalmente nocauteado pelo álcool, e aí eu aproveitava pra mimar ele um pouquinho, era maravilhoso. A partir daí foi que comecei a me tornar uma menininha; um dia desses fiquei cuidando da casa da minha irmã e falei pra ele ir lá, que a gente ia tomar umas cervejas. Quando ele já tava meio bêbado, eu me vesti de menina com roupa da minha irmã e me aninhei nele, ele não tava valendo nada ou pelo menos aparentava, eu só guiava as mãos dele pra ele acariciar minha bunda pequenininha e me abraçar. Gostei tanto que no dia seguinte comprei minhas próprias calcinhas fio dental, saias curtas e blusinhas de barriga de fora.
Assim a gente ficou por uns dois anos e já era costume a gente se embriagar e terminar agarradinhos, fingindo no dia seguinte que ninguém lembrava do que tinha acontecido, até que chegou o dia mais maravilhoso da minha vida. No meu aniversário de 23 anos, fizeram uma reunião de família pra mim, algo bem normal, a gente tomou umas cervejas com todo mundo e no final todos foram dormir enquanto meu priminho e eu ficamos na frente de casa, os dois de bermuda (vale lembrar que isso aconteceu num lugar quente); a gente já tava bêbado e naquele dia tava ao contrário do que costumava ser, ou seja, eu tava mais bêbado que ele, foi quando percebi que tava sentindo algo maravilhoso na minha perna, sim, era a mão dele acariciando minhas pernas. Naquele momento me senti a menina mais linda do mundo, eu fingi que não tava vendo e só deixei ele acariciar minhas pernas, afinal, naquele momento eu era a menininha. mas feliz do mundo. Quando fomos dormir, já estavam todos dormindo e as camas ocupadas, então tivemos que dormir no quintal da casa numa barraca. Naquele momento, me senti a pessoa mais feliz do mundo, era a situação perfeita. Assim que entramos na barraca, meu priminho fingiu que estava dormindo. Eu comecei a mimar ele até que me atrevi a colocar a mão dentro da bermuda dele e cheguei naquela buceta linda dele, que já estava dura pra caralho. Obviamente ele tava adorando, foi quando ele abriu os olhos, me encarou, me pegou pelo pescoço e me deu o beijo mais gostoso do mundo. Me levou de volta pros meus 11 anos, quando a gente se beijava inocente, mas claro que dessa vez não ia ser inocente. Aquela noite foi uma noite maravilhosa, só de beijos e boquetes.
A partir daí, foram dois anos do amor mais lindo do mundo. Eu virei a neném dele e ele cada vez mais safado. A gente se beijava e ele fazia de tudo comigo, me fazia sentir a menina mais linda e mais puta do mundo. Até que um dia ele engravidou uma mina. Daí pra frente, nosso relacionamento acabou. E eu já tinha virado uma puta, ele já não era mais meu único homem. Mas de vez em quando a vontade bate e a gente acaba se beijando, mas é bem raro.
Espero que tenham gostado da minha história. Beijinhos, bebês.
Bom, vou começar contando que meu primo e eu temos apenas um ano de diferença e fomos criados juntos. Quando éramos pequenos, mais ou menos aos meus 10 anos e 11 do meu primo, por um acaso do destino, vimos numa revista uma foto de dois homens se beijando e começamos, na brincadeira, a imaginar como seria nos beijarmos. Numa dessas, ele esticou os lábios como se fosse me beijar e eu, sem hesitar, beijei a boca dele como um impulso. No entanto, nos conectamos na hora e, daí em diante, viramos tipo um casalzinho inocente que se amava, mas só demonstrávamos com beijinhos gostosos e uma ou outra carícia.
Assim se passaram uns 3 anos, até que meu priminho, na inocência dele, teve a ideia de contar pra minha tia que ele estava apaixonado por mim, que eu era o namorado dele e que me amava. Obviamente, foi um pequeno escândalo, mas como éramos só crianças, não passou de uma conversa, e aí não podíamos mais ficar sozinhos porque estavam de olho. Além disso, meu priminho levou muito a sério o sermão que levaram e não me deu mais nenhum beijinho por um bom tempo...
Os anos passaram e, de certa forma, viramos "os caras", fingindo que nada tinha acontecido. Continuamos crescendo juntos e tudo "normal", mas eu, a vida toda, morria de vontade de beijar aqueles lábios de novo e sentir a linguinha molhada dele. Tive umas namoradas e, enquanto estava com elas, conseguia esquecer um pouco do meu verdadeiro amor, meu primo. Mas toda vez que terminava com uma, voltava a tortura de pensar no meu priminho. Além disso, ele ficava cada vez mais másculo e mais lindo pra mim, porque começou a gostar muito de academia lá pelos 16 anos, e daí em diante, ele ficava cada vez mais gostoso e maior era minha frustração por não poder mimá-lo.
Assim os anos passaram e eu, de certa forma, me resignei. E naquele momento, o que me ajudava era que meu amor por ele era tão grande que eu não tinha olhos pra mais ninguém. outro homem, ou seja, se eu fosse ser gay, só podia ser com meu bebê, ele era o único que merecia (naquele momento). Ele se tornou um homem lindo enquanto eu sempre tive um corpo delicadinho, sempre com umas pernas que pareciam de menina. Por isso mesmo, começaram a chover mulheres pra ele, e ele se envolveu com uma com quem ficou quase 4 anos.
Essa decepção amorosa do meu priminho foi a melhor coisa que podia ter acontecido na minha vida, já que obviamente eu fui o companheiro de sofrimento dele e a gente passou vários dias se embriagando, onde ele acabava totalmente nocauteado pelo álcool, e aí eu aproveitava pra mimar ele um pouquinho, era maravilhoso. A partir daí foi que comecei a me tornar uma menininha; um dia desses fiquei cuidando da casa da minha irmã e falei pra ele ir lá, que a gente ia tomar umas cervejas. Quando ele já tava meio bêbado, eu me vesti de menina com roupa da minha irmã e me aninhei nele, ele não tava valendo nada ou pelo menos aparentava, eu só guiava as mãos dele pra ele acariciar minha bunda pequenininha e me abraçar. Gostei tanto que no dia seguinte comprei minhas próprias calcinhas fio dental, saias curtas e blusinhas de barriga de fora.
Assim a gente ficou por uns dois anos e já era costume a gente se embriagar e terminar agarradinhos, fingindo no dia seguinte que ninguém lembrava do que tinha acontecido, até que chegou o dia mais maravilhoso da minha vida. No meu aniversário de 23 anos, fizeram uma reunião de família pra mim, algo bem normal, a gente tomou umas cervejas com todo mundo e no final todos foram dormir enquanto meu priminho e eu ficamos na frente de casa, os dois de bermuda (vale lembrar que isso aconteceu num lugar quente); a gente já tava bêbado e naquele dia tava ao contrário do que costumava ser, ou seja, eu tava mais bêbado que ele, foi quando percebi que tava sentindo algo maravilhoso na minha perna, sim, era a mão dele acariciando minhas pernas. Naquele momento me senti a menina mais linda do mundo, eu fingi que não tava vendo e só deixei ele acariciar minhas pernas, afinal, naquele momento eu era a menininha. mas feliz do mundo. Quando fomos dormir, já estavam todos dormindo e as camas ocupadas, então tivemos que dormir no quintal da casa numa barraca. Naquele momento, me senti a pessoa mais feliz do mundo, era a situação perfeita. Assim que entramos na barraca, meu priminho fingiu que estava dormindo. Eu comecei a mimar ele até que me atrevi a colocar a mão dentro da bermuda dele e cheguei naquela buceta linda dele, que já estava dura pra caralho. Obviamente ele tava adorando, foi quando ele abriu os olhos, me encarou, me pegou pelo pescoço e me deu o beijo mais gostoso do mundo. Me levou de volta pros meus 11 anos, quando a gente se beijava inocente, mas claro que dessa vez não ia ser inocente. Aquela noite foi uma noite maravilhosa, só de beijos e boquetes.
A partir daí, foram dois anos do amor mais lindo do mundo. Eu virei a neném dele e ele cada vez mais safado. A gente se beijava e ele fazia de tudo comigo, me fazia sentir a menina mais linda e mais puta do mundo. Até que um dia ele engravidou uma mina. Daí pra frente, nosso relacionamento acabou. E eu já tinha virado uma puta, ele já não era mais meu único homem. Mas de vez em quando a vontade bate e a gente acaba se beijando, mas é bem raro.
Espero que tenham gostado da minha história. Beijinhos, bebês.
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