Bombom...
A mensagem chega quando tô no escritório, atendendo. Peço um instante pro parceiro que tá na minha frente e respondo:
Potro. Achei que já tinha me esquecido.
Impossível...", garante minha diabinho interior.
Claro que é meu gato, meu crush de adolescente. No hotel, a gente tinha trocado os celulares pra manter um contato mais fácil, mas, sinceramente, depois que ele se aliviou, eu não tava com muita esperança de que ele fosse me procurar de novo.
Vocês já sabem quem é. Agora que ele tá separado, deve ter um harém pra escolher. Eu já tinha dado tudo o que tinha pra dar, não guardei nada, por isso achava que nunca mais ia ver ele. Mas, de repente, lá estava ele, me mandando mensagem.
Mais de uma vez eu tive vontade de escrever pra ele, mandar um áudio, uma foto, mas sempre me segurava. Não queria ser eu a primeira a retomar o contato.
Claro que depois que a gente ficou, fui ler tudo na internet, não só sobre ela, mas também sobre o relacionamento deles. Parece que eles tinham dado um tempo, moravam em casas separadas, mas continuavam se vendo todo dia, não mais como casal, mas como família. Até alguns sites falavam de uma suposta namorada, o que não me importava, porque eu não queria ser namorada dele, queria era ser amante.
Trocamos algumas mensagens, até que ela me liga e pergunta:
—Tá a fim de a gente se ver?
Meu coração começa a bater a mil por hora ao ouvir a voz dela. Bom, na verdade já tava batendo forte desde a primeira mensagem que recebi. Mesmo assim, demorei pra responder.
Se eu fosse sincera, teria dito pra ele:
Sim, quero te ver agora, quero te foder desde já até a noite sem parar".
Sei que vai ler isso, e tô escrevendo porque não é segredo nenhum, te falei depois, tava me molhando só de imaginar a gente junto de novo. Mas também não queria parecer uma desesperada, que só com um chamado abre as pernas, por isso falei que tava com o dia ocupado.
—Se eu tiver livre amanhã, te ligo, beleza? — falo no final, segurando a vontade de largar tudo e ir atrás dele onde quer que esteja.
—Ok, beleza—responde.
Desligo a ligação, encerro com o sócio e me tranco no banheiro pra me tocar. Não é o ideal, mas não ia aguentar o dia inteiro segurando a vontade.
No dia seguinte, não ligo pra ele na hora, só depois do meio-dia.
—Como você me fez esperar... — ela diz com aquela rouquidão dela que me desmonta.
-Kkkk..., não foi de propósito, tive é que tava bem ocupada-
—Quer dizer que você não está mais?
-Digamos que tenho umas horas livres
—Um par de horas não vai dar pra gente...
- Mmmm...! Isso é uma ameaça?
—Uma promessa...
Combinamos de nos ver no mesmo hotel da primeira vez. Cada um vai por seu lado, nos nossos próprios carros, e como se fosse uma operação comando, a gente se encontra na esquina, entrando pela garagem, um atrás do outro.
—Parece que você sentiu minha falta... — falo já no quarto, depois de um beijo intenso e prolongado.
Segurando na minha bunda, ela me aperta contra o volume dela.
—Esse aqui também sentiu sua falta! — me confirma, fazendo eu sentir ele em toda sua plenitude guerreira.
Voltamos a nos beijar, de língua, sem parar de nos esfregar um no outro, nos sentindo, nos desejando.
—Como você me mandou pra frente... — ela reclama, sem me soltar, apertando forte minhas nádegas.
Claro, se refere ao relato do nosso encontro.
—Nem te nomeei... — me defendo, ajustando minha pélvis na ereção que se ergue na dele.
—Além disso, o que te preocupa, você não tá separado?
—Sim, mas...
Ela não termina a frase porque eu começo a beijar a boca dela. Ela quer dizer mais alguma coisa, mas antes que tente, já estou abrindo a braguilha dela.
Enfio a mão por dentro e aperto a rola dele, fazendo ele soltar um gemidinho leve.
Me ajoelho diante dele, como se o adorasse, e puxo de uma só vez a calça e a cueca dele. A pica surge ereta e triunfante, em estado de Graça.
Beijo ela toda ao redor, acariciando com uma mão a bunda dela e com a outra a perna onde ela tem a tatuagem.
Levanto o olhar e vejo ele fechar os olhos, se entregando ao prazer dos meus lábios.
Depois de dar um beijo provocante nas bolas dele, com mordidinhas incluídas, pego a pica e enfio na boca, chupando com toda a vontade.
Num instante, ela me olha, os olhos injetados de luxúria, e me puxando pelos cabelos, enfia até a garganta.
Empurra a pélvis pra trás e pra frente, fazendo ela engolir até o saco.
-¡¡¡AAAHHHGGGG... AAAHHHGGGG... AAAHHHGGGG...!!!- mesmo me sufocando, eu não resisto, deixando ela furar minha boca com aquela ferramenta que parece ficar mais dura a cada momento.
Excitada pra caralho, abro minha camisa, tiro o sutiã e, colocando a pica entre meus peitos, faço um Boobs fuck de dar inveja numa olimpíada de punheta.
Nós nos despimos às pressas e, nos jogando na cama, enfiamos as mãos por todo lado. Adoro sentir os dedos dele dentro de mim, explorando minha intimidade. Ele tira os dedos molhados, chupa eles, e volta a me beijar, compartilhando meu gosto.
Pego na pica dele e aperto, fazendo ele soltar um gemido.
Ele se levanta e, ali em pé na frente da cama, exibe orgulhoso sua ereção.
Sento e, segurando ela com as duas mãos, chupo ela pra cima e pra baixo, pelos lados, sentindo nos meus lábios aquela dureza que supera minhas melhores expectativas.
Quando ele coloca a camisinha, eu fico em pé em cima da cama, me penduro no pescoço dele, subo no corpo dele e enrolo as pernas na cintura dele.
Ele me agarra na bunda e, me manejando como se eu não pesasse nada, enfia a pica bem até o talo. Assim, de uma vez.
Levantada, com minhas pernas por cima dos braços dele que me seguram, ele começa a meter com tudo, enérgico, brutal, impetuoso... PLAP PLAP PLAP PLAP PLAP... fazendo nossos corpos ressoarem a cada golpe.
—Você é uma fera...! — ela me diz no meio dessas sacudidas vibrantes.
—E você é um animal...! — respondi, sentindo como ele me bombava cada vez com mais força.
Ele me empurra pra frente e pra trás, me enfiando naquela estaca que parece derreter dentro de mim pra formar um todo único, completo, absoluto.
Quando me deixa na cama, ele para e, botando toda a carne no fogo, me beija com uma paixão que me abala.
Aí tem algo mais do que só tesão, eu acho.
Envolvo ele com minhas pernas e, puxando ele pra perto de mim, peço pra ele continuar me comendo.
—Me fode... Não para...!
Claro que me dá prazer, retomando aquele vai e vem devastador e irresistível que faz meu corpo se sentir tão à vontade.
Estamos tão juntos, tão grudados, que o suor de um e do outro se mistura formando um só rio.
Não paramos de nos beijar nem por um instante, enquanto o pau dela entra e sai, formidavelmente ereto, duro e escaldante como um ferro em brasa.
Consigo sentir o fogo dela até pela camisinha, queimando, incendiando tudo lá dentro.
Movo minha cintura no ritmo das estocadas dele, selando cada movimento com um... Ahhhhh...! que ele devora com puros beijos.
Nós rolamos pela cama, sem nos separar, nos atraindo, nos empurrando, sentindo o prazer se espalhar por cada canal dos nossos corpos.
Quando eu tenho meu orgasmo, o primeiro de muitos, ele sai de mim e, se afastando, me dá espaço pra eu aproveitar sem interferência. Mas eu pego a mão dele e faço ele enfiar os dedos na minha pussy, pra ele sentir minha umidade e o calor que ele mesmo provoca em mim.
Um instante depois, levanto e vou pro banheiro, tô com vontade de mijar e quero lavar toda essa porra que escorre entre minhas pernas. Mas antes mesmo de chegar na porta, ele vem atrás de mim, me enfia contra a parede e me penetra por trás com uma única e certeira enfiada.
Ele me segura pelas mãos e, mantendo elas acima da minha cabeça, me fode com tanta perícia que me faz ficar molhada de novo, agora com muito mais intensidade do que antes.
Quero dizer pra ela não parar, continuar me fodendo assim, até mais forte, mas só suspiros e gemidos saem da minha boca.
Ele tá na mesma sintonia que eu, então a gente se pega feroz, batendo a pélvis dele na minha bunda cada vez que ele enfia até o fundo.
É aí, quando ela me prende bem contra a parede, entre a rola e o drywall, que a gente goza junto, se dissolvendo um nos braços do outro.
O prazer que sinto, o gozo, a curtição é indescritível. Uma sensação que me envolve e bagunça todas as minhas emoções.
Agora sim, ela me solta e deixa eu ir ao banheiro, porque a verdade é que eu já tava me mijando todo.
Faço xixi, um jato forte e carregado, com certeza misturado com o fluxo das minhas gozadas anteriores. Me limpo, lavo as mãos, arrumo o cabelo na frente do espelho e volto pra cama, onde o gostoso já tá deitado, batendo uma punheta firme num pau que ainda mantém a dureza intacta.
Subo na cama pelo outro lado e vou me aproximando de quatro, balançando propositalmente meus peitos de um lado pro outro.
Avanço entre as pernas dela, até colocar elas bem em cima da minha pica. Ela sabe o que eu quero, então coloca ela no meio e, apertando um peito contra o outro, começa a se mexer como se eu estivesse comendo elas.
Ali, entre meus peitos, a pica do gostoso parece atingir a plenitude. Não consigo resistir a morder a cabeça dela, curtindo essa firmeza que tem um gosto tão bom.
Volto a chupar ela, comendo até os pelos, apesar de ela ser bem grande, mas fazer boquete desde novinha, então não é problema pra mim engolir uma pica desse tamanho.
O galã apoia a cabeça entre as mãos entrelaçadas e curte o boquete que eu tô dando, garantindo pra ele uma e outra vez que ninguém, mas ninguém mesmo, chupou ele igual eu chupo.
Na cama, todo mundo te fala que você é a melhor, a mais puta, mas no caso dele, eu sentia que ele não tava mentindo. Depois de tantos caras, eu saco a ficha deles na hora.
Deixo ela toda babada, e depois de colocar a camisinha eu mesma, subo em cima dele, encaixo ela entre meus lábios, e vou sentando devagarinho, pedaço por pedaço, sentindo como se ela derretesse dentro de mim, mas sou eu que fico ainda mais molhada por ter ele de novo dentro de mim.
Me acomodo sobre o corpo dele, apoiando as tetas no peito dele, e beijando ele na boca, começo a me mexer, fazendo ele fluir por todo o meu interior.
PLAP PLAP PLAP... Não sei se a gente vai transar de novo, mas aquele momento, aquele instante exato em que ele entra e sai de mim, vai virar uma das melhores lembranças da minha vida.
Quando eu tenho outro orgasmo, me entrego ao prazer, desabando sobre o corpo dele. Mas dessa vez ele não me deixa, me agarra firme pelas nádegas e começa a bombar por baixo, me destruindo a cada estocada, me levando montada na pica dele pra outro gozo ligado ao anterior.
O prazer é tanto que me sinto como se tivesse febre, com um ardor que queima minha pele e me mergulha no fogo caótico da luxúria.
Com a ereção no talo, o gostoso me empurra de lado, me vira de costas e enfia dois dedos babados no meu cu. Eu tremo toda, já imaginando o que vem por aí.
Primeiro sinto a ponta avançando entre minhas nádegas, com uma mão eu mesma as abro, deixando que deslize confortavelmente pra dentro de mim. Não precisa me lubrificar muito, já que a pica e toda essa parte do meu corpo estão encharcadas, molhadas com o fluxo das minhas gozadas.
Solta um gemido forte ao receber essa primeira enfiada. Deixa ela lá dentro, e segurando minhas tetas, começa a me foder com aquela potência que não guarda nem um pingo de pena do meu buraco mais apertado. Bom, apertado é modo de dizer, porque ele logo alarga de tanto meter e tirar.
Enquanto ele continua se movendo, pra frente e pra trás, encaixando a pélvis nas minhas nádegas, um braço apertando meus peitos, eu começo a esfregar meu clitóris, primeiro devagar, quase como acariciando, pra ir aumentando a intensidade no ritmo que ele dita na retaguarda.
Quanto mais rápido ele vai, mais rápido eu vou, os dois ofegando quase em coro. Coloco uma mão na cintura dele e incentivo ele a me dar ainda mais forte.
—Vai... vai...! —digo ao sentir na barriga aquela tontura que vem antes do orgasmo.
Quando ele aumenta o ritmo da estocada, eu faço o mesmo com o movimento dos meus dedos, mantendo o estouro ali, na porta da minha buceta, inflamando cada vez mais.
Quando sinto que já tá quase, que acelera, que ela geme ainda mais forte, eu belisco o clitóris e seguro ele, apertado, esperando ela gozar.
Um, dois, três empurrões a mais, ele deixa enfiada toda pra dentro e goza... Bem nessa hora eu solto o clitóris e gozo junto com ele, me agarrando ainda mais no corpo dele.
Sentir no meu pescoço os suspiros de prazer que ela solta é um bálsamo de satisfação. Mais uma vez gozamos os dois juntos, afundando um no orgasmo do outro, até torná-los incomparáveis.
—Como é que você consegue chegar ao mesmo tempo? — ela me pergunta, depois que passamos aquele momento em que é impossível dizer qualquer palavra.
—Vai me dizer que com sua ex vocês não terminavam juntos? — falo incrédula, me virando e me aninhando entre os braços dele.
— Muito raramente, era mais a exceção do que a regra — ela confidencia.
—Eu gosto de compartilhar esse momento, gozar os dois, juntos. Só um gozar me parece muito egoísta — confirmo pra ela.
O que é verdade, sempre gostei de gozar junto com meus amantes. Acho mágico, estimulante.
—Que sorte a do seu marido — ela responde.
Nós nos beijamos. Depois do beijo, ela fica pensando e completa:
- Tem outra coisa também que quase nunca fiz com minha mulher, bom, nunca é mais correto dizer -
- Ah, é? Que coisa? - pergunto interessada.
Ele me fala num sussurro. Fico olhando pra ele de boca aberta.
—Sério? Nunca, mas... nunca?
Ela balança a cabeça negando.
—Nem em datas importantes, tipo aniversário ou bodas? — insisto, sem conseguir acreditar.
—Não..., nunca mais — ela me garante.
Que desperdício!, penso, sem conseguir entender que tendo um homem daqueles ao lado nunca tenha mimado ele desse jeito.
Apoio o cotovelo e, olhando séria pra ele, pergunto:
—Quer que eu faça isso pra você?
—Você me faria o homem mais feliz do mundo — acena.
Me levanto, fico de joelhos no chão e, com um gesto, mando ela chegar mais perto.
Com um sorriso de orelha a orelha, ela se levanta e vem na minha direção, a piroca balançando entre as pernas dela. Para na minha frente e coloca as mãos na cintura, os braços arqueados.
Ela ainda tá meio borrachuda, coisa normal depois das gozadas que a gente deu, mas assim que começo a beijar ela todinha, sinto uma reação mais que promissora.
Na minha frente, ele começa a endurecer, recuperando rápido aquele esplendor que me fez gozar tanto. Quando já tá bem duro e ereto, eu pego ele, sacudo com firmeza e meto na boca, quase até o fundo. Fecho os lábios em volta daquele volume vibrante, apertando bem, e dou uma chupada longa e intensa.
Quando solto ela, faço aquele barulhinho de tapa... PLOP... que é tão excitante. Olho pra ele e sorrio, a cara de puro prazer dele é tudo que preciso pra me sentir feliz.
Vou comer ela de novo e agora, sim, segurando com as duas mãos, chupo ela com entusiasmo, raivosa e cegamente, espirrando saliva pra todo lado.
Quando eu toco neles, dá pra sentir como os ovos dele incham, se preparando pra despejar mais uma carga na minha garganta. Isso era o que a ex dele nunca tinha feito: chupar ele até o fim, até fazer ele gozar e engolir toda a porra.
Com o quanto gostosa que ela é!", pensava enquanto chupava ela, sem ainda acreditar que a própria esposa dela tinha resistido a algo tão delicioso.
Tem mulher que não sabe o que tem...
Eu como tudo, enchendo a boca, saboreando cada pedaço, da cabeça até a base. Sem soltar, continuo chupando com toda força, respirando pelo nariz pra não deixar escapar nem por um segundo.
Quero dar o melhor boquete, o melhor oral, a melhor chupada de buceta que ele já teve na vida, pra que pelo resto dos dias dele ele lembre de mim não só como uma boa transa, mas também por fazer coisas que nem a mulher dele fez.
Continuo chupando com habilidade, fazendo todo esse cano escorrer entre meus lábios, pra dentro e pra fora, me afogando da forma mais deliciosa e excitante.
Num instante, vendo a cara de êxtase dela, pego a mão dela e faço ela segurar meu cabelo. Ela puxa minha cabeça pra trás e, no melhor estilo ator pornô, começa a me comer pela boca, arrancando a cada estocada aqueles sons abafados e guturais que enfatizam a força dessas porradas.
-AAHHGGG... AAHHGGG... AAHHGGG...!
Quando ele tira o pau, como pra me dar um respiro — respiro que, aliás, não preciso —, cuspo na rola dele tudo que tenho na boca, uma mistura de saliva e líquido pré-gozo, e espalhando com meus lábios por todo o contorno, chupo de novo, enfiando até a garganta.
Ali, com toda essa mangueira dentro da boca, sinto como se ela inchasse ainda mais.
Intensifico então o boquete e a punheta, sempre ligada no momento do clímax.
Quando já começo a perceber os primeiros sinais, o rosto ficando vermelho, as veias do pescoço marcando como canos, os gemidos cada vez mais fortes, empurro meus ombros pra frente e me preparo pro que vem.
Chupo e bato punheta, toda minha atenção focada naquele centro nevrálgico do corpo dela, que inflama e acende.
Mais umas chupadas e, no meio de um longo suspiro arrepiado... PLOP PLOP PLOP... ele goza na minha boca.
Apesar da violência da descarga, não solto ela, fico ali firme, recebendo no céu da boca cada um dos seus potentes e efusivos gozadas.
Como prometi, engulo tudo, fazendo barulho na garganta.
Vou chupar ela todinha... Mmmhhhh... Mmmhhhh... Mmmhhhh....!, e solto com um enfático Aaahhhh...!
Abro a boca e, colocando a língua pra fora, mostro pra ela que engoli até a última gota.
Com um sorriso cheio de felicidade, ela se joga de costas na cama, a pica ainda dura, balançando de um lado para o outro.
Levanto e me deito sobre as pernas dela, continuo chupando, sugando os restos de porra que ainda marcam a pele dela.
Depois de deixar ela bem limpinha e lustrada, me deito do lado dela. Ela me abraça com um braço e exclama:
—Que boquete do caralho você me fez!
—Melhor que os da sua ex?
-Muito melhor, nem se comparam, e como te falei, ela não engole-
—Que boba, com o quanto sua porra é gostosa... — falo, e passando um dedo num resto imaginário da buceta dela, levo à minha boca e chupo.
—Vamos tomar um banho juntos? — ele me pergunta depois de soltar uma gargalhada.
O que rolou no banheiro merecia outra história. A gente não transou, mas os beijos e as carícias foram tão bons quanto sexo. Foi lá que ela me confessou que fazia anos que não dividia um banho de chuveiro ou de imersão com o ex.
—Comigo você pode tomar todos os banhos que quiser, na próxima até quem sabe a gente usa a jacuzzi... — falo pra ela como uma promessa.
—Vai ser gostoso fazer isso na jacuzzi — ela sorri.
-Onde a gente fizer vai ser bom, disso eu tenho certeza - falo pra ele, confirmando minhas palavras com um beijo gostoso e cheio de tesão.
Saímos do hotel do mesmo jeito que entramos, cada um no seu carro, um atrás do outro, separando nossos caminhos ao chegar na esquina.
Não sei como essa história vai continuar, mas o que eu sei é que vou guardar cada um desses momentos pra sempre...
A mensagem chega quando tô no escritório, atendendo. Peço um instante pro parceiro que tá na minha frente e respondo:
Potro. Achei que já tinha me esquecido.
Impossível...", garante minha diabinho interior.
Claro que é meu gato, meu crush de adolescente. No hotel, a gente tinha trocado os celulares pra manter um contato mais fácil, mas, sinceramente, depois que ele se aliviou, eu não tava com muita esperança de que ele fosse me procurar de novo.
Vocês já sabem quem é. Agora que ele tá separado, deve ter um harém pra escolher. Eu já tinha dado tudo o que tinha pra dar, não guardei nada, por isso achava que nunca mais ia ver ele. Mas, de repente, lá estava ele, me mandando mensagem.
Mais de uma vez eu tive vontade de escrever pra ele, mandar um áudio, uma foto, mas sempre me segurava. Não queria ser eu a primeira a retomar o contato.
Claro que depois que a gente ficou, fui ler tudo na internet, não só sobre ela, mas também sobre o relacionamento deles. Parece que eles tinham dado um tempo, moravam em casas separadas, mas continuavam se vendo todo dia, não mais como casal, mas como família. Até alguns sites falavam de uma suposta namorada, o que não me importava, porque eu não queria ser namorada dele, queria era ser amante.
Trocamos algumas mensagens, até que ela me liga e pergunta:
—Tá a fim de a gente se ver?
Meu coração começa a bater a mil por hora ao ouvir a voz dela. Bom, na verdade já tava batendo forte desde a primeira mensagem que recebi. Mesmo assim, demorei pra responder.
Se eu fosse sincera, teria dito pra ele:
Sim, quero te ver agora, quero te foder desde já até a noite sem parar".
Sei que vai ler isso, e tô escrevendo porque não é segredo nenhum, te falei depois, tava me molhando só de imaginar a gente junto de novo. Mas também não queria parecer uma desesperada, que só com um chamado abre as pernas, por isso falei que tava com o dia ocupado.
—Se eu tiver livre amanhã, te ligo, beleza? — falo no final, segurando a vontade de largar tudo e ir atrás dele onde quer que esteja.
—Ok, beleza—responde.
Desligo a ligação, encerro com o sócio e me tranco no banheiro pra me tocar. Não é o ideal, mas não ia aguentar o dia inteiro segurando a vontade.
No dia seguinte, não ligo pra ele na hora, só depois do meio-dia.
—Como você me fez esperar... — ela diz com aquela rouquidão dela que me desmonta.
-Kkkk..., não foi de propósito, tive é que tava bem ocupada-
—Quer dizer que você não está mais?
-Digamos que tenho umas horas livres
—Um par de horas não vai dar pra gente...
- Mmmm...! Isso é uma ameaça?
—Uma promessa...
Combinamos de nos ver no mesmo hotel da primeira vez. Cada um vai por seu lado, nos nossos próprios carros, e como se fosse uma operação comando, a gente se encontra na esquina, entrando pela garagem, um atrás do outro.
—Parece que você sentiu minha falta... — falo já no quarto, depois de um beijo intenso e prolongado.
Segurando na minha bunda, ela me aperta contra o volume dela.
—Esse aqui também sentiu sua falta! — me confirma, fazendo eu sentir ele em toda sua plenitude guerreira.
Voltamos a nos beijar, de língua, sem parar de nos esfregar um no outro, nos sentindo, nos desejando.
—Como você me mandou pra frente... — ela reclama, sem me soltar, apertando forte minhas nádegas.
Claro, se refere ao relato do nosso encontro.
—Nem te nomeei... — me defendo, ajustando minha pélvis na ereção que se ergue na dele.
—Além disso, o que te preocupa, você não tá separado?
—Sim, mas...
Ela não termina a frase porque eu começo a beijar a boca dela. Ela quer dizer mais alguma coisa, mas antes que tente, já estou abrindo a braguilha dela.
Enfio a mão por dentro e aperto a rola dele, fazendo ele soltar um gemidinho leve.
Me ajoelho diante dele, como se o adorasse, e puxo de uma só vez a calça e a cueca dele. A pica surge ereta e triunfante, em estado de Graça.
Beijo ela toda ao redor, acariciando com uma mão a bunda dela e com a outra a perna onde ela tem a tatuagem.
Levanto o olhar e vejo ele fechar os olhos, se entregando ao prazer dos meus lábios.
Depois de dar um beijo provocante nas bolas dele, com mordidinhas incluídas, pego a pica e enfio na boca, chupando com toda a vontade.
Num instante, ela me olha, os olhos injetados de luxúria, e me puxando pelos cabelos, enfia até a garganta.
Empurra a pélvis pra trás e pra frente, fazendo ela engolir até o saco.
-¡¡¡AAAHHHGGGG... AAAHHHGGGG... AAAHHHGGGG...!!!- mesmo me sufocando, eu não resisto, deixando ela furar minha boca com aquela ferramenta que parece ficar mais dura a cada momento.
Excitada pra caralho, abro minha camisa, tiro o sutiã e, colocando a pica entre meus peitos, faço um Boobs fuck de dar inveja numa olimpíada de punheta.
Nós nos despimos às pressas e, nos jogando na cama, enfiamos as mãos por todo lado. Adoro sentir os dedos dele dentro de mim, explorando minha intimidade. Ele tira os dedos molhados, chupa eles, e volta a me beijar, compartilhando meu gosto.
Pego na pica dele e aperto, fazendo ele soltar um gemido.
Ele se levanta e, ali em pé na frente da cama, exibe orgulhoso sua ereção.
Sento e, segurando ela com as duas mãos, chupo ela pra cima e pra baixo, pelos lados, sentindo nos meus lábios aquela dureza que supera minhas melhores expectativas.
Quando ele coloca a camisinha, eu fico em pé em cima da cama, me penduro no pescoço dele, subo no corpo dele e enrolo as pernas na cintura dele.
Ele me agarra na bunda e, me manejando como se eu não pesasse nada, enfia a pica bem até o talo. Assim, de uma vez.
Levantada, com minhas pernas por cima dos braços dele que me seguram, ele começa a meter com tudo, enérgico, brutal, impetuoso... PLAP PLAP PLAP PLAP PLAP... fazendo nossos corpos ressoarem a cada golpe.
—Você é uma fera...! — ela me diz no meio dessas sacudidas vibrantes.
—E você é um animal...! — respondi, sentindo como ele me bombava cada vez com mais força.
Ele me empurra pra frente e pra trás, me enfiando naquela estaca que parece derreter dentro de mim pra formar um todo único, completo, absoluto.
Quando me deixa na cama, ele para e, botando toda a carne no fogo, me beija com uma paixão que me abala.
Aí tem algo mais do que só tesão, eu acho.
Envolvo ele com minhas pernas e, puxando ele pra perto de mim, peço pra ele continuar me comendo.
—Me fode... Não para...!
Claro que me dá prazer, retomando aquele vai e vem devastador e irresistível que faz meu corpo se sentir tão à vontade.
Estamos tão juntos, tão grudados, que o suor de um e do outro se mistura formando um só rio.
Não paramos de nos beijar nem por um instante, enquanto o pau dela entra e sai, formidavelmente ereto, duro e escaldante como um ferro em brasa.
Consigo sentir o fogo dela até pela camisinha, queimando, incendiando tudo lá dentro.
Movo minha cintura no ritmo das estocadas dele, selando cada movimento com um... Ahhhhh...! que ele devora com puros beijos.
Nós rolamos pela cama, sem nos separar, nos atraindo, nos empurrando, sentindo o prazer se espalhar por cada canal dos nossos corpos.
Quando eu tenho meu orgasmo, o primeiro de muitos, ele sai de mim e, se afastando, me dá espaço pra eu aproveitar sem interferência. Mas eu pego a mão dele e faço ele enfiar os dedos na minha pussy, pra ele sentir minha umidade e o calor que ele mesmo provoca em mim.
Um instante depois, levanto e vou pro banheiro, tô com vontade de mijar e quero lavar toda essa porra que escorre entre minhas pernas. Mas antes mesmo de chegar na porta, ele vem atrás de mim, me enfia contra a parede e me penetra por trás com uma única e certeira enfiada.
Ele me segura pelas mãos e, mantendo elas acima da minha cabeça, me fode com tanta perícia que me faz ficar molhada de novo, agora com muito mais intensidade do que antes.
Quero dizer pra ela não parar, continuar me fodendo assim, até mais forte, mas só suspiros e gemidos saem da minha boca.
Ele tá na mesma sintonia que eu, então a gente se pega feroz, batendo a pélvis dele na minha bunda cada vez que ele enfia até o fundo.
É aí, quando ela me prende bem contra a parede, entre a rola e o drywall, que a gente goza junto, se dissolvendo um nos braços do outro.
O prazer que sinto, o gozo, a curtição é indescritível. Uma sensação que me envolve e bagunça todas as minhas emoções.
Agora sim, ela me solta e deixa eu ir ao banheiro, porque a verdade é que eu já tava me mijando todo.
Faço xixi, um jato forte e carregado, com certeza misturado com o fluxo das minhas gozadas anteriores. Me limpo, lavo as mãos, arrumo o cabelo na frente do espelho e volto pra cama, onde o gostoso já tá deitado, batendo uma punheta firme num pau que ainda mantém a dureza intacta.
Subo na cama pelo outro lado e vou me aproximando de quatro, balançando propositalmente meus peitos de um lado pro outro.
Avanço entre as pernas dela, até colocar elas bem em cima da minha pica. Ela sabe o que eu quero, então coloca ela no meio e, apertando um peito contra o outro, começa a se mexer como se eu estivesse comendo elas.
Ali, entre meus peitos, a pica do gostoso parece atingir a plenitude. Não consigo resistir a morder a cabeça dela, curtindo essa firmeza que tem um gosto tão bom.
Volto a chupar ela, comendo até os pelos, apesar de ela ser bem grande, mas fazer boquete desde novinha, então não é problema pra mim engolir uma pica desse tamanho.
O galã apoia a cabeça entre as mãos entrelaçadas e curte o boquete que eu tô dando, garantindo pra ele uma e outra vez que ninguém, mas ninguém mesmo, chupou ele igual eu chupo.
Na cama, todo mundo te fala que você é a melhor, a mais puta, mas no caso dele, eu sentia que ele não tava mentindo. Depois de tantos caras, eu saco a ficha deles na hora.
Deixo ela toda babada, e depois de colocar a camisinha eu mesma, subo em cima dele, encaixo ela entre meus lábios, e vou sentando devagarinho, pedaço por pedaço, sentindo como se ela derretesse dentro de mim, mas sou eu que fico ainda mais molhada por ter ele de novo dentro de mim.
Me acomodo sobre o corpo dele, apoiando as tetas no peito dele, e beijando ele na boca, começo a me mexer, fazendo ele fluir por todo o meu interior.
PLAP PLAP PLAP... Não sei se a gente vai transar de novo, mas aquele momento, aquele instante exato em que ele entra e sai de mim, vai virar uma das melhores lembranças da minha vida.
Quando eu tenho outro orgasmo, me entrego ao prazer, desabando sobre o corpo dele. Mas dessa vez ele não me deixa, me agarra firme pelas nádegas e começa a bombar por baixo, me destruindo a cada estocada, me levando montada na pica dele pra outro gozo ligado ao anterior.
O prazer é tanto que me sinto como se tivesse febre, com um ardor que queima minha pele e me mergulha no fogo caótico da luxúria.
Com a ereção no talo, o gostoso me empurra de lado, me vira de costas e enfia dois dedos babados no meu cu. Eu tremo toda, já imaginando o que vem por aí.
Primeiro sinto a ponta avançando entre minhas nádegas, com uma mão eu mesma as abro, deixando que deslize confortavelmente pra dentro de mim. Não precisa me lubrificar muito, já que a pica e toda essa parte do meu corpo estão encharcadas, molhadas com o fluxo das minhas gozadas.
Solta um gemido forte ao receber essa primeira enfiada. Deixa ela lá dentro, e segurando minhas tetas, começa a me foder com aquela potência que não guarda nem um pingo de pena do meu buraco mais apertado. Bom, apertado é modo de dizer, porque ele logo alarga de tanto meter e tirar.
Enquanto ele continua se movendo, pra frente e pra trás, encaixando a pélvis nas minhas nádegas, um braço apertando meus peitos, eu começo a esfregar meu clitóris, primeiro devagar, quase como acariciando, pra ir aumentando a intensidade no ritmo que ele dita na retaguarda.
Quanto mais rápido ele vai, mais rápido eu vou, os dois ofegando quase em coro. Coloco uma mão na cintura dele e incentivo ele a me dar ainda mais forte.
—Vai... vai...! —digo ao sentir na barriga aquela tontura que vem antes do orgasmo.
Quando ele aumenta o ritmo da estocada, eu faço o mesmo com o movimento dos meus dedos, mantendo o estouro ali, na porta da minha buceta, inflamando cada vez mais.
Quando sinto que já tá quase, que acelera, que ela geme ainda mais forte, eu belisco o clitóris e seguro ele, apertado, esperando ela gozar.
Um, dois, três empurrões a mais, ele deixa enfiada toda pra dentro e goza... Bem nessa hora eu solto o clitóris e gozo junto com ele, me agarrando ainda mais no corpo dele.
Sentir no meu pescoço os suspiros de prazer que ela solta é um bálsamo de satisfação. Mais uma vez gozamos os dois juntos, afundando um no orgasmo do outro, até torná-los incomparáveis.
—Como é que você consegue chegar ao mesmo tempo? — ela me pergunta, depois que passamos aquele momento em que é impossível dizer qualquer palavra.
—Vai me dizer que com sua ex vocês não terminavam juntos? — falo incrédula, me virando e me aninhando entre os braços dele.
— Muito raramente, era mais a exceção do que a regra — ela confidencia.
—Eu gosto de compartilhar esse momento, gozar os dois, juntos. Só um gozar me parece muito egoísta — confirmo pra ela.
O que é verdade, sempre gostei de gozar junto com meus amantes. Acho mágico, estimulante.
—Que sorte a do seu marido — ela responde.
Nós nos beijamos. Depois do beijo, ela fica pensando e completa:
- Tem outra coisa também que quase nunca fiz com minha mulher, bom, nunca é mais correto dizer -
- Ah, é? Que coisa? - pergunto interessada.
Ele me fala num sussurro. Fico olhando pra ele de boca aberta.
—Sério? Nunca, mas... nunca?
Ela balança a cabeça negando.
—Nem em datas importantes, tipo aniversário ou bodas? — insisto, sem conseguir acreditar.
—Não..., nunca mais — ela me garante.
Que desperdício!, penso, sem conseguir entender que tendo um homem daqueles ao lado nunca tenha mimado ele desse jeito.
Apoio o cotovelo e, olhando séria pra ele, pergunto:
—Quer que eu faça isso pra você?
—Você me faria o homem mais feliz do mundo — acena.
Me levanto, fico de joelhos no chão e, com um gesto, mando ela chegar mais perto.
Com um sorriso de orelha a orelha, ela se levanta e vem na minha direção, a piroca balançando entre as pernas dela. Para na minha frente e coloca as mãos na cintura, os braços arqueados.
Ela ainda tá meio borrachuda, coisa normal depois das gozadas que a gente deu, mas assim que começo a beijar ela todinha, sinto uma reação mais que promissora.
Na minha frente, ele começa a endurecer, recuperando rápido aquele esplendor que me fez gozar tanto. Quando já tá bem duro e ereto, eu pego ele, sacudo com firmeza e meto na boca, quase até o fundo. Fecho os lábios em volta daquele volume vibrante, apertando bem, e dou uma chupada longa e intensa.
Quando solto ela, faço aquele barulhinho de tapa... PLOP... que é tão excitante. Olho pra ele e sorrio, a cara de puro prazer dele é tudo que preciso pra me sentir feliz.
Vou comer ela de novo e agora, sim, segurando com as duas mãos, chupo ela com entusiasmo, raivosa e cegamente, espirrando saliva pra todo lado.
Quando eu toco neles, dá pra sentir como os ovos dele incham, se preparando pra despejar mais uma carga na minha garganta. Isso era o que a ex dele nunca tinha feito: chupar ele até o fim, até fazer ele gozar e engolir toda a porra.
Com o quanto gostosa que ela é!", pensava enquanto chupava ela, sem ainda acreditar que a própria esposa dela tinha resistido a algo tão delicioso.
Tem mulher que não sabe o que tem...
Eu como tudo, enchendo a boca, saboreando cada pedaço, da cabeça até a base. Sem soltar, continuo chupando com toda força, respirando pelo nariz pra não deixar escapar nem por um segundo.
Quero dar o melhor boquete, o melhor oral, a melhor chupada de buceta que ele já teve na vida, pra que pelo resto dos dias dele ele lembre de mim não só como uma boa transa, mas também por fazer coisas que nem a mulher dele fez.
Continuo chupando com habilidade, fazendo todo esse cano escorrer entre meus lábios, pra dentro e pra fora, me afogando da forma mais deliciosa e excitante.
Num instante, vendo a cara de êxtase dela, pego a mão dela e faço ela segurar meu cabelo. Ela puxa minha cabeça pra trás e, no melhor estilo ator pornô, começa a me comer pela boca, arrancando a cada estocada aqueles sons abafados e guturais que enfatizam a força dessas porradas.
-AAHHGGG... AAHHGGG... AAHHGGG...!
Quando ele tira o pau, como pra me dar um respiro — respiro que, aliás, não preciso —, cuspo na rola dele tudo que tenho na boca, uma mistura de saliva e líquido pré-gozo, e espalhando com meus lábios por todo o contorno, chupo de novo, enfiando até a garganta.
Ali, com toda essa mangueira dentro da boca, sinto como se ela inchasse ainda mais.
Intensifico então o boquete e a punheta, sempre ligada no momento do clímax.
Quando já começo a perceber os primeiros sinais, o rosto ficando vermelho, as veias do pescoço marcando como canos, os gemidos cada vez mais fortes, empurro meus ombros pra frente e me preparo pro que vem.
Chupo e bato punheta, toda minha atenção focada naquele centro nevrálgico do corpo dela, que inflama e acende.
Mais umas chupadas e, no meio de um longo suspiro arrepiado... PLOP PLOP PLOP... ele goza na minha boca.
Apesar da violência da descarga, não solto ela, fico ali firme, recebendo no céu da boca cada um dos seus potentes e efusivos gozadas.
Como prometi, engulo tudo, fazendo barulho na garganta.
Vou chupar ela todinha... Mmmhhhh... Mmmhhhh... Mmmhhhh....!, e solto com um enfático Aaahhhh...!
Abro a boca e, colocando a língua pra fora, mostro pra ela que engoli até a última gota.
Com um sorriso cheio de felicidade, ela se joga de costas na cama, a pica ainda dura, balançando de um lado para o outro.
Levanto e me deito sobre as pernas dela, continuo chupando, sugando os restos de porra que ainda marcam a pele dela.
Depois de deixar ela bem limpinha e lustrada, me deito do lado dela. Ela me abraça com um braço e exclama:
—Que boquete do caralho você me fez!
—Melhor que os da sua ex?
-Muito melhor, nem se comparam, e como te falei, ela não engole-
—Que boba, com o quanto sua porra é gostosa... — falo, e passando um dedo num resto imaginário da buceta dela, levo à minha boca e chupo.
—Vamos tomar um banho juntos? — ele me pergunta depois de soltar uma gargalhada.
O que rolou no banheiro merecia outra história. A gente não transou, mas os beijos e as carícias foram tão bons quanto sexo. Foi lá que ela me confessou que fazia anos que não dividia um banho de chuveiro ou de imersão com o ex.
—Comigo você pode tomar todos os banhos que quiser, na próxima até quem sabe a gente usa a jacuzzi... — falo pra ela como uma promessa.
—Vai ser gostoso fazer isso na jacuzzi — ela sorri.
-Onde a gente fizer vai ser bom, disso eu tenho certeza - falo pra ele, confirmando minhas palavras com um beijo gostoso e cheio de tesão.
Saímos do hotel do mesmo jeito que entramos, cada um no seu carro, um atrás do outro, separando nossos caminhos ao chegar na esquina.
Não sei como essa história vai continuar, mas o que eu sei é que vou guardar cada um desses momentos pra sempre...
15 comentários - Engalanadas...
besos Misko
Por ahi la mujer no era tan "valiente" para comerse esa herramienta que posee el galán y vos sos una "campeona" en el sexo
💋💋💋
A mi también me gusta que me den entre varios, en la variedad está el gusto... Jajaja... pero a veces se puede y a veces no...
La descripción del pete con final feliz muy buena
Un afortunado tu Galan (L. C.). Van puntos...