Mi Novia y su Familia 2 Fin!!

Dom Lalo, o padrastro da minha namorada, tinha a rola grossa e larga, diferente da minha, que é grande e comprida, mas a Yuli não percebia a diferença, só chupava sem parar.

Yuli se virou, se abaixou e com as mãos abriu as próprias nádegas. "Mete logo, love, até o fundo, por favor", disse com a voz ofegante. Seu Lalo virou pra mim, meio que sorrindo, como quem agradecia pelo momento. Sem pensar muito, enfiou o pau entre as nádegas dela. Mas não entrava — o pau era mais grosso e ela não tava acostumada. Então Seu Lalo teve que meter de uma vez só. Yuli gritou bem alto e, depois de uns berros, começaram os gemidos. "Tá ardendo minha bucetinha, love, tá ardendo", ela dizia. Era o primeiro pau de senhor que ela comia, e não parava de gritar. Daí começou a falar: "Sinto teu pau estranho, love, sinto teu pau estranho". Seu Lalo empurrava com raiva, até que não aguentou mais — sentiu aquela bucetinha apertada e quase nova — e começou a meter mais forte, e depois passou a dar tapas na bunda dela. Minha pobre Yuli gritava e soluçava: "Dói, dói". Até que, como conseguiu, tirou o vestido do rosto e viu o padrasto atrás dela, comendo ela com força. Ele não parava de atravessar ela com o pau. "Não, papai...
Papai, por que você tá me comendo assim? Não, papai, para, por favor. Amor, fala pro papai que ele vai rasgar minha bucetinha. Dom Lalo já estava mais do que decidido, então não deu ouvidos. Ele a jogou na cama e subiu em cima dela, enquanto Yuli aguentava como podia. Dom Lalo, com uma mão, tapava a boca dela pra ninguém ouvir os gritos, enquanto com a outra puxava o cabelo dela pra ela não se mexer e ele enfiar a pica toda.Yuli estava sendo partida ao meio por aquele homem que não parava de castigá-la. "Ele vai rasgar minha bucetinha", dizia minha namorada, enquanto seu pai, seu Lalo, falava: "Engole tudo, minha filha, engole. Se você aguentar, princesa. Se sua mãe aguenta tudo, você também consegue, minha filha."

As lágrimas de Yuli rolavam pelo rosto e seus gemidos ficavam cada vez mais fortes. "Aí, aí, aí, papai Lalo, seu pau me preenche, me preenche até bem lá dentro." Seu Lalo pegou Yuli pela cintura e a colocou de quatro. Foi quando ela começou a me chamar: "Amor, amor", e começou a gritar: "Deixa eu chupar seu pau, deixa eu chupar, por favor, eu imploro. É que meu papai Lalo já me comeu com força e vai doer." Yuli soluçava enquanto me dizia isso. Meu pau escorria de tesão ao ver Yuli tão excitada e com a mente totalmente perdida, parecia muito depravada, minha namorada transando com o pai dela. Então, me aproximei da frente de Yuli enquanto ela abria a boca, como se esperasse que o gosto do meu pau aliviasse um pouco o que ia acontecer em seguida.

Seu Lalo disse: "Yuli, você deu a virgindade pro seu namorado, então pra mim você tem que dar o cu, princesinha, ouviu? Eu sou seu pai e tenho que arrebentar seu cu, esse é seu castigo por ser uma putinha." Antes que Yuli respondesse, enfiei meu pau na boca dela, entalando ela toda. Ela não conseguiu falar, e seu Lalo aproveitou e cuspiu na bunda dela pra lubrificar um pouco. O velho foi considerado e meteu devagar. Eu soube porque Yuli tirou meu pau da boca e começou a berrar: "Nãooooo, meu cu não, papai, meu cu não, doi demais." "Já já passa, Yuli, não grita", dizia seu Lalo. "Enfia o pau na boca dela pra ela calar a boca", ele me falou. Eu enfiava pra ela não gritar, mas a verdade é que eu adorava ouvir ela gemer e gritar. "Amor, amor, não deixa meu pai meter tudo, ele vai deixar bem largo", minha namorada me dizia, enquanto seu Lalo abria as nádegas de Yuli pra ver o cu dela e sentir como ia entrando devagar na filha. Finalmente, seu Lalo pegou ela pelos ombros e... Jalo pra dentro, entrou toda, minha menina. Os olhos da Yuli estavam virados, e a boca dela aberta já não dizia nada, só gemia igual uma puta. Seu Lalo começou a bombar a pica no cu da Yuli, que só berrava: aahhg, ahhgg, ahhhhg. "Você é uma puta, Yuli. Comigo nunca deixou eu comer teu cu, e agora tá engolindo uma pica grossa, sua suja desgraçada", ele dizia enquanto batia na cara dela com a pica. "Tá vendo, mocinha? Te falei que se aguentasse tudo, minha menina." Depois, Seu Lalo carregou a Yuli e abriu as pernas dela na minha frente. "Olha como ficou o cu dela, genro, todo aberto, onde engoliu inteira." O cu da Yuli estava todo arrombado, totalmente aberto e escorrendo porra. Seu Lalo tinha comido ela até gozar dentro.

Yuli estava imóvel e fora de si, mas Seu Lalo queria mais. Então sentou ela no colo e fez ela pular em cima dele. "Pula, puta, pula até eu gozar de novo." Yuli, aos poucos, foi se mexendo e dando os pulos. No começo, eram lentos, mas depois começaram a ficar cada vez mais rápidos, até dar umas sentadas fortes na pica do pai dela. "Já, pai, já, pai, me dá toda a porra, por favor, por favor, pai, me dá toda a sua porra pra você me deixar, pra você não me comer mais." Seu Lalo nunca imaginou a entrega da filha pra conseguir esvaziar ele completamente. Yuli pulava e gemia, deixando cair a bunda no pau, até que ele não aguentou mais e, numa sentada, esvaziou o resto da porra na filha.

Seu Lalo ficou largado na cama, mas Yuli ainda tinha a bocetinha molhada e queria mais pica. E antes que ele usasse a do pai de novo, eu me aproximei, peguei ela pela cintura e, assim, apoiada na cama, meti a pica. "Amor, espera, amor, espera, tô cheia de porra e sinto o cu todo aberto, já não fecha mais. Meu pai arrebentou ele", ela dizia enquanto separava a bunda pra ver. "Isso é por você ser puta, Yuli, por ser puta", eu dizia enquanto enfiava. "Sim, amor, sim, sou puta, sim, sou puta", ela começou a falar quando minha pica começou a atravessar a bocetinha dela. Não aguentei. Muito e gozei meu leite dentro dela. Don Lalo percebeu que eu tava gozando na filha dele e levantou da cama pra dar um tapa nela. "Sua puta, Yuli, você deixa fazer tudo." "Sim, buceta, desculpa, desculpa, mas eu gosto da pica e do leite", ela dizia enquanto gozava comigo. Finalmente a gente tinha conseguido: minha namorada seria nossa putinha pra sempre.
FIN

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