Minha irmã e eu - Capítulo 2

Minha irmã e eu - Capítulo 2No dia seguinte era um domingo horrível. Chuva e frio. Acordamos tarde e sugeri fazer uma refeição leve na cama com um filme. — Adorei o plano! Comemos uns sanduíches e assistimos a um filme de terror adolescente ruim, daqueles com assassinos em série e garotas peitudas. Em dado momento, perto do final, tinha uma cena de sexo bem sugestiva. — Ah, legal! Ainda bem que esqueceram que podem matar eles! — falei pra tirar o erotismo do momento. — Bom, se você me perguntar, acho que o perigo excita! — Epa! Que declaração, maninha! Fica com tesão de um assassino te perseguir? Haha — Idiota! Só tô dizendo que se minha vida corresse perigo, eu também ia querer viver um último momento gostoso! Além disso, não me diga que a cena não esquenta! — Bom, sim. A gostosa é forte, embora eu não curta silicone. Prefiro peitos mais agarradinhos! — Epa, maninho! Que declaração! Hahaha A gente se distraiu com um gemido da protagonista e entrou na cena de novo. Pelo ângulo da câmera, dava pra pensar que tavam fazendo anal. A Leni pareceu pensar o mesmo. — Tá metendo no cu? — Leni! Como você sabe dessas coisas? — Não se faz de virgem! Nunca fez? — Fez o quê? — O cu, seu nabo! Haha — Isso não é da sua conta! Você já fez? — Também não é da sua conta... Mas digamos que meu namorado sabe fazer muitas coisas! — Então o Edu te comeu de cu! Olha só! Haha — Sim, idiota! E mais de uma vez! — Aaaah táaaá! Por isso que você tem ele tão empinadinho e durinho! Hahaha — Aaai, o que cê tá falando? Meu rabo sempre foi lindo! Haha Ela me deu um cotovelo cúmplice, e eu respondi pegando e apoiando meu rosto no ombro dela. A gente ria junto como nunca, falando de sexo. — É verdade! Você tem um rabo muito lindo... Ontem à noite... Eu vi bem... Os dois paramos de rir. — Valeu! Você falar isso é estranho, mas legal. — Por quê? — Porque você me viu pelada e não quer me comer, como qualquer outro cara faria... — Bom... Tipo... Me incomoda que o rabo mais lindo que já vi na vida tenha sido já aproveitei outro e eu não! — Não te entendo... O que você quer dizer? — Que se você não fosse minha irmã, eu teria querido o que qualquer outro cara quer... — Aaai que depravadooo! Kkkk Melhor não fuder tuas costas! Kkkk — Po, eu aqui sendo sincero e você tá tirando sarro de mim! Que maldade! — Me perdoa, Gabito! Bom, pra você saber, você tem a rola mais linda que já vi. Me abraçou pelo pescoço, fazendo meu nariz ficar preso perto da orelha dela, de novo o cheiro dela me excitou. Respirei fundo e abracei ela também. — Hum... Bom... Colocamos outra coisa? O filme acabou. — Netflix? — Hum... Quero algo mais... Divertido! Esse filme me deixou com tesão, querendo mais! Não sabia a que essa garota estava jogando, mas não me deixei intimidar. — Quer que eu coloque pornô? Tenho um DVD cheio. — Que punheteiro! Kkk... Vale. Coloca aí. — Vamos ver... Coloquei o DVD e procurei um vídeo que tinha um casal quase amador fazendo de tudo. — Que gostoso que é esse cara! — Todo malhado o filho da puta. A gatinha pelo menos é natural, embora falte graça, sobra entusiasmo. — É. Muito cabeção! Entre o vídeo e a conversa, o calor e a cor no rosto dos dois começaram a aumentar. Chegou minha cena favorita, o anal profundo com as pernas dela penduradas nos ombros dele, que começava devagar e ia aumentando até o momento em que o cara tirava pra banhar a loira de porra. Na hora que ele enfiava bem fundo, eu endureci. Pra disfarçar meu tesão, fiz uma piada pra minha irmã: — Não fala nada agora? Assim que te faziam? Kkk — Kkk... Não... Não tão... Assim! Ela tava vermelha e respirava ofegante. Olhei pros peitos dela de relance e vi os bicos duros. Ela não tirava os olhos da tela. Minha rola pulsava debaixo das cobertas. — Tá bem, irmãzinha? — Não... eh, sim! Tô com calor! Puxou as cobertas de repente. — Não, para! Sem tempo de esconder meu prato, fiquei exposto. Minha ereção era enorme. — Que... Merda! Olhou pro meu volume assustada. Estendeu a mão pra tocar e tirou rápido. antes de fazer. - Bom, esse vídeo me... Estimula! - Tá bom. Eu também tô... Estimulada! Haha Não tá apertando? - Tá, mas o que cê quer que eu faça? - Tira a cueca e se cobre. No vídeo já tinham partido pro anal intenso. Tava explodindo aqui embaixo. Me cobri e tirei a cueca rápido. - Uuhuuh! - Disse a Elena jogando minha roupa íntima no chão. - E agora, quando eu quiser ir no banheiro, o que eu visto? - Aah... Nada! Vai de bunda! Kkkk - Então, tira a parte de baixo também! Assim fica mais justo. - Mmm... Ok. Não pode ser pior que ontem à noite, né? Haha Adorava a atitude despojada dela e a falta de vergonha. Ela tirou o shortinho e a tanga, que eu, de brincadeira, peguei e coloquei entre os dentes. - Isssooo! Queremos ver a bundinha pequena! - Kkkk Cê é terrível! A gente se ajeitou de novo e eu coloquei outro vídeo. Nele, um cara tava dando muito sexo oral numa atriz pornô antes de enfiar a rola sem piedade. Nós dois olhávamos sem falar. Ela quebrou o silêncio. - Que intensidade! Muito atuado! - Nunca transou assim? - Não. É um exagero! - Nesse caso sim, mas eu te como assim quando tô muito tarado! - Aaai que macho comedor! Kkkk O cara tirava da buceta e gozava muito nos peitos duros da gostosa. A Elena se ajeitou na cama. A perna nua dela roçava na minha. - Isso também não é muito real. Não é uma quantidade normal! - É sim, quando você fica segurando... Eu costumo soltar muito. - Haha, isso teria que ver! - Com o que eu venho aguentando, gozava na hora... Mas não tive nem momento nem lugar. Ela acariciou minha perna, tocando de leve com a ponta dos dedos. Um arrepio percorreu meu corpo. - Cuidado com a mão, por favor... - Pobre Gabito! Cê é tão bonzinho e educado... Ela me olhou com cara de cordeirinho. A boca dela se entreabriu. Me descobriu devagar. - O que cê tá fazendo, Leni? - Você cuidou de mim ontem à noite. Eu quero cuidar de você hoje. Ela acariciou meu peito e desceu a mão. - Isso tá muito duro. Vai te fazer mal... Ela tocava de leve. Sem apertar. Meu lado animal se sacudia dentro de mim. interior. Molhou os dedos na boca e umedeceu a ponta. — Ahh... O que você vai fazer? — Você vai bater uma punheta, maninho. Pra descarregar e se sentir melhor. — É que tô meio desconfortável... — Se acomoda... Como você quer fazer? — Quero dizer, bater punheta na sua frente... — Não fica desconfortável! É natural e necessária a punheta... Posso ajudar... Chega mais! Ela tirou a parte de cima. Os peitos pequenos dela eram lindos. Eu me ajoelhei na frente dela. — Ok. Ver de perto é forte... Comecei a bater punheta devagar, bem perto do rosto dela. — Mmmm... Que cheiro gostoso! Ela deslizou uma mão até a virilha. Se tocava no mesmo ritmo que eu batia punheta. Com uma voz tímida, perguntei: — Posso esfregar na sua pele? —... Aham... Mmmm... Ela se deitou. Eu me aproximei mais e lubrifiquei a cabeça com saliva e comecei a mover a mão devagar pra cima e pra baixo. Ela olhava pra minha rola com uma expressão interessada. — Vai... Encosta isso aqui... Ver os peitos dela me deixava mais excitado do que eu queria admitir. A besta queria fazer de tudo com ela. Encostei na barriga dela e me masturbei contra a pele dela. O contato arrepiou a pele dos dois. — Aah... Gabo... Que tesão... Uff... Aumentei o ritmo, mostrando que tava gostando. — Que... pervertido você é! Bate punheta com a sua irmã! — Sim, eu gosto da sacanagem, admito. Mas você também tá se tocando, é outra pervertida! — Mmm... Sim... Tem algo excitante e divertido nisso... Não me sinto estranha, me sinto à vontade assim... Quero que você relaxe, goze e se sinta bem. Dei mais um passo e aproximei minha rola da buceta dela, coberta pela mão que acariciava a área. — Quer ver minha buceta? Isso te deixaria mais excitado? — Siiiim! Foi pouco mais de um minuto olhando pros nossos sexos um pro outro, notei que tava perto de gozar. Me aproximei mais. Enquanto isso, ela brincava com o clitóris e abria os lábios. — O que foi, Gabito? Vai gozar? Era isso que você queria? Olha como você me deixou! Assenti e apontei minha rola pros peitos dela. Minha irmã já batia punheta abertamente e gemia sem parar de olhar pra minha pica. Me aproximei ainda mais e gozei com muito prazer violentamente vários jatos de porra, tudo caindo nos peitos dela, peito e pescoço. Leni jogou a cabeça pra trás e, sem parar de enfiar os dedos com uma mão, esfregou toda a porra com a outra. - Aaaah aahh... Aaai... A voz e as contorções dela me mostravam que ela também tinha tido um orgasmo intenso. Demorou um pouco pra recuperar o fôlego. - Foi muito bom... Nunca imaginei que me tocar na frente do meu irmão ia me deixar assim! - Igual aqui! Nunca gozei tanto e tão gostoso! - Você é um animal! Não tava mentindo quando dizia que soltava muita porra! Me banhou! - É que eu vinha guardando... E tava muito excitado! - Ficou com tesão por mim? - Sim! Tô errado? - Gabito... Nós dois tamos errados então! - Oook... E agora como a gente segue? - Nunca comeu assim? - Não. É um exagero! - Nesse caso sim, mas eu como você assim quando tô muito tesuda! - Aaai que macho comedor! Kkkk O cara tava tirando da buceta e gozava muito nos peitos duros da gatinha. Elena se ajeitou na cama. A perna nua dela roçava na minha. - Isso também não é muito real. Não é uma quantidade normal! - É sim quando você fica segurando... Eu costumo soltar muita porra. - Ja isso ia ter que ver! - Com o que eu venho aguentando, gozava na hora... Mas não tive nem momento nem lugar. Ela acariciou minha perna, tocando de leve com a ponta dos dedos. Um arrepio percorreu meu corpo. - Cuidado com a mão, por favor... - Pobre Gabito! Você é tão bom e educado... Me olhou com cara de cordeirinho. A boca dela se entreabriu. Descobriu devagar. - O que cê tá fazendo, Leni? - Você cuidou de mim ontem à noite. Eu quero cuidar de você hoje. Acariciou meu peito e desceu a mão. - Isso tá muito duro. Vai te fazer mal... Tocava de leve. Sem apertar. Meu lado animal se agitava por dentro. Molhou uns dedos na boca e umedeceu a ponta. - Ahh... O que cê vai fazer? - Você vai se masturbar, irmãozinho. Pra que você baixe e se sinta melhor. - É que tô meio desconfortável... - Fica à vontade... Como você quer fazer? - Quero dizer, bater uma na sua frente... - Não fica desconfortável! É natural e necessária a masturbação... Posso te ajudar... Chega mais! Ela tirou a parte de cima. Os peitos pequenos dela eram lindos. Eu me ajoelhei na frente dela. - Ok. Ver de perto é forte... Comecei a bater uma devagar, bem perto do rosto dela. - Mmmm... Que cheiro bom! Ela deslizou uma mão até a entreperna. Se tocava no mesmo ritmo que eu me masturbava. Com uma voz tímida, perguntei: - Posso esfregar na sua pele? -... Aham... Mmmm... Ela se deitou. Eu me aproximei mais e lubrifiquei a cabeça com saliva e comecei a mover a mão devagar pra cima e pra baixo. Ela olhava pro meu pau com uma expressão interessada. - Vai... Encosta isso aqui... Ver os peitos dela me deixava mais excitado do que eu tava disposto a admitir. A fera queria fazer de tudo com ela. Encostei na barriga dela e me masturbei contra a pele dela. O contato arrepiou a pele dos dois. - Aah... Gabo... Que tesão... Uff... Aumentei o ritmo, mostrando que tava gostando. - Que... pervertido você é! Bate uma com a sua irmã! - Sim, eu gosto da sacanagem, admito. Mas você também tá se tocando, é outra pervertida! - Mmm... Sim... Tem algo excitante e divertido nisso... Não me sinto estranha, me sinto confortável assim... Quero que você relaxe, goze e se sinta bem. Dei mais um passo e aproximei meu pau do púbis dela, coberto pela mão que acariciava a área. - Quer ver minha buceta? Isso te deixaria mais excitado? - Siiiiim! Foi pouco mais de um minuto olhando pros nossos sexos um do outro, notei que tava perto de gozar. Me aproximei mais. Enquanto isso, ela brincava com o clitóris e abria os lábios. - O que foi, Gabito? Vai gozar? Era isso que você queria? Olha como você me deixou! Concordei e apontei meu pau pros peitos dela. Minha irmã já se masturbava abertamente e gemia sem tirar os olhos do meu pau. Me aproximei ainda mais e gozei com muito prazer, violentamente, vários jatos de porra, tudo caindo nos peitos dela. Peitos, peito e pescoço. Leni jogou a cabeça pra trás e, sem parar de se dedar com uma mão, esfregou todo o esperma com a outra. — Aaaah aahh... Aaai... A voz dela e as contorções mostravam que ela também tinha tido um orgasmo intenso. Demorou um pouco pra recuperar o fôlego. — Foi muito bom... Nunca imaginei que me tocar na frente do meu irmão ia me deixar assim! — Mesma coisa! Nunca gozei tanto e tão gostoso! — Você é um monstro! Não tava mentindo quando dizia que soltava muito! Me encharcou! — É que eu vinha guardando... E tava muito excitado! — Você ficou com tesão por mim? — Sim! Tô errado? — Gabito... Nós dois tamos errados então! — Oook... E agora, como a gente segue?

2 comentários - Minha irmã e eu - Capítulo 2

Que situación. Caliente! +10. Cierto es que se duplica el final,. Igual vale la pena leerlo dos veces, jajaja