
Fala, galera! Quero compartilhar com vocês essa história cheia de fantasia. Dividi em dois posts pra não ficar chato e interminável. Espero que curtam, boa noite!

Violeta fez um menage com dois caras desconhecidos p1

Violeta é uma jovem muito gostosa, 29 anos, estudante de engenharia, cursando o 4º ano dessa faculdade. Ela precisa de um engenheiro que possa explicar pra ela, de forma particular, uns exercícios pra passar numa matéria. Nas paredes da faculdade, ela encontra o número de telefone de um engenheiro que dá aulas particulares. Violeta pega o número e liga pra ele, explica o que precisa aprender e combinam uma aula pra aquela tarde. Ela chega correndo em casa, prepara o almoço e toma um banho.

Lava o corpo todo e o cabelo preto e liso. Enquanto passa a esponja pela buceta, percebe que ela estava bem peluda. Ficou puta consigo mesma e, aproveitando que a vulva estava ensaboada, pegou uma gilete e começou a raspar, mas não conseguiu muito — só tirou um pouco. Depois do banho, escolheu a roupa. Tava calor naquele dia, então optou por uma saia curta e, de calcinha, uma fio dental branca e um push-up pras tetas médias e durinhas. Depois de se vestir, ligou pro professor e avisou que já tava saindo pra lá. Passou perfume, pegou as pastas e foi embora. Pegou o metrô, vagão lotado — já imaginava que ia dar problema, porque tinha muita gente e ela precisava passar. Respirou fundo e foi. Dois homens na frente dela olhavam, comendo ela com os olhos, e na cara deles dava pra ver uma certa perversidade. Violeta preferiu ficar onde estava.

Então os dois caras se aproximaram dela, ficando cada um de um lado, e aproveitando que o vagão estava cheio, encostaram os corpos na cintura da Violeta. Começaram a puxar papo, perguntando o nome dela, ela não respondia, mas eles, aproveitando o balanço, se apertavam mais contra ela e continuavam falando, tocando ela com as mãos. Ela tava nervosa, pediram pra ela se acalmar e se apresentaram: o da direita era Claudio e o outro, Sergio. Ficavam falando como ela era gostosa, passando as mãos pelo corpo da Violeta. Ela quis sair, mas não conseguiu. Com o passar dos minutos, sentiu as picas duras dos caras, incomodada, pediu pra eles se afastarem. Os dois riram e perguntaram se a situação tava incomodando ela, e ela disse que sim. Um deles falou: "Então beleza, vamos mais pra trás ou descemos e te prometemos um momento foda", enquanto as mãos do Claudio enfiavam por baixo da saia da Violeta e acariciavam bem de leve a buceta dela.

Eu afasto ele e ordeno que tire a mão, mas o Cláudio só sorriu. O Sérgio colocou as mãos nos peitos dela e os dois começaram a apalpar o corpo todo dela. O Cláudio puxou a tanga dela pra baixo e começou a enfiar os dedos dentro dela, beijando o pescoço dela. O Sérgio tinha as mãos nos peitos e na bunda dela. "Chega, parem aqui", ela disse. Eles olharam pra ela, mas não deram bola. De repente, o trem parou e eles a puxaram pra fora. "Vem com a gente". "Mas não posso", ela disse, "tenho um compromisso". "Vem", eles repetiram. "Ok, mas não me machuquem".

Levaram ela pro depósito da estação, se trancaram e, depois de fechar a porta, sentaram ela e abaixaram o zíper. Agora você vai devorar nossas picas. Ela estava mal, com medo. Eles puxaram os cocks, ela ficou surpresa — aqueles dois estranhos tinham cock grande. "Ooh", disse ela, surpresa, mas sentiu que a luxúria a dominava. Então mudou de atitude, pegou ambas as picas nas mãos e as aproximou. Começou a usar as mãos naqueles chouriços, queria eles duros e eretos, pra ela. "Quero esses salames duros e parados pra mim." Soltou os cocks, levantando devagar a saia, abriu as pernas pra mostrar a pussy. "Agora quero que um de vocês me coma a pussy e o outro eu chupo." Se recostou mais, abriu totalmente as pernas e puxou a tanga. "Você aí, vem trabalhar minha pussy. Claudio, é você? E você traz esse cock pra eu chupar." Na hora, um trabalhou a pussy dela e o outro colocou o cock na boca dela.

Violeta, entre gemidos de prazer, chupava aquela pica preta e grossa do Sergio. Na mão esquerda, segurava a cabeça do Claudio, movendo ela no ritmo do cunnilingus, e na outra mão, percorria toda a pica do amigo. Passava a língua, colocava os ovos na boca e brincava com eles, apertava e mordia, batia uma pra aquela pica, apertava e chupava em intervalos, devagar e suave, depois rápido e forte. Ele pegava a boca dela, sentia a ponta da glande tocar o céu da garganta, dando ânsias. Como ela curtia a boca e a língua do outro cara trabalhando a sua pussy. Seguia, não para, seguia. Ele enfiava a língua e os dedos, pegava ela, e ela já sentia como a sua pussy ficava encharcada com os próprios sucos vaginais. Bom, amigos, fim da primeira parte. Espero que tenha divertido vocês um pouco.

Fim da primeira parte
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