Esta é minha primeira história e é 100% real. Sou um homem já bem velho, tenho 36 anos, e a protagonista desta história é a mãe da minha namorada. Uma senhora de 57 anos, com cabelo descolorido puxando pro loiro, pele branca e uns olhos incríveis cor de mel, magra mas com carne igual à filha dela, quadris generosos e uns peitos incríveis, já meio caídos pela idade, mas são enormes. Eu sou comum, não muito alto, até que me cuido, e não sou como em todas as histórias que leio, que descrevem a rola sempre enorme, de 19 cm pra cima. Não, meu pau é tamanho padrão, uns 14 cm, e bem grosso, então é difícil que ela fique louca com o tamanho, como acontece na maioria dos relatos.
Nós moramos nos fundos da casa dela. Ela é uma senhora separada há vários anos, mas mantém uma vida sexualmente ativa. Sai pra jantar com alguns homens, embora pra minha namorada ela diga que sai com amigas. Várias vezes, quando chego do trabalho (tarde), vejo algum carro estacionado na porta. Enfim.
Tudo começou num dia de outubro. Era o Encontro Nacional de Mulheres em La Plata, e minha namorada nunca perde. Era sábado à noite, umas 21h30, fazia calor, parecia verão, estava pesadíssimo, como se fosse chover. Chego e vejo minha sogra sentada lá fora, no pátio que dividimos, tomando uma cerveja. Chego, estaciono a moto e vejo ela, toda gostosa, com um vestido longo preto indiano, e o cabelo loiro e a pele branca completavam o cenário. "Oi", falo. "Oi, Cris!!", ela responde, com um tom como se estivesse feliz em me ver. "Caro já foi?", pergunto. "Sim, saiu cedo. Quer uma cerveja?", ela pergunta, e eu respondo: "Depois, primeiro vou tomar um banho, tô morto." Deixo a porta da frente aberta porque dentro de casa era um forno. Coloco uma música tipo bossa nova chill out e entro no chuveiro. Saio e vou pro quarto com a toalha, sem nada por baixo. Visto uma cueca boxer na frente do espelho, e pelo espelho vejo minha sogra sentada lá fora, com a latinha de cerveja, olhando pra cá. Onde eu tava, isso me deu uma ereção instantânea. A cueca era de lycra e dava pra perceber um pouco minha ereção. Decidi me fazer de besta, como se não tivesse visto nada. Tava tudo apagado, menos a luz do quarto, que acendi pra me trocar. Olhei de novo pelo espelho e ela continuava olhando, mas com a mão no peito, como se estivesse se acariciando. Aproveitei e, com a barraca armada, comecei a me acariciar na frente do espelho, sabendo que ela tava me vendo. Coloquei o short, me virei e na hora ela virou o rosto pro lado. Apaguei a luz e saí direto, sem camisa, porque tava muito calor. "Te trago a cerveja", ela disse. "Valeu, obrigado" (nunca consegui tratar ela de você). Sentei em outra espreguiçadeira, pensando no momento pós-banho. Será que viajei? Ela trouxe duas latas e um petisco. "Pra caso você esteja com fome", ela falou. "Ai, que amor", eu disse. "Ops! Falei demais", pensei... Ela não falou nada. A gente conversou um pouco sobre o clima e meu dia de trabalho. Os dois somos comerciantes, então o papo fluía sozinho. Tomamos as cervejas e eu falei: "Bom, vou ver o que cozinho pra mim". Aí ela respondeu: "Eu tô com vontade de comer, mas com esse calor não dá pra ligar o forno. E fiquei com vontade de pizza. Quer que eu peça na rotisseria?" "Fala aí!" Ela ligou e, claro, por ser fim de noite, tava demorando. "Bom, tenho mais umas latas enquanto a gente espera", ela disse. Estranho ela ter latas de cerveja, já que ela gosta de vinho branco doce. Mas enfim, continuamos tomando cerveja e conversando até a comida chegar. Junto veio um vento forte de chuva, e ela falou: "Vamos comer lá dentro". Entrou na casa dela com a pizza, mas não tinha mais cerveja. "Tenho um vinho branco", falei. "Vou pegar." Era da minha ex-namorada, porque eu prefiro cerveja. Entrei correndo, coloquei uma camisa, peguei o vinho, fechei a porta e fui pra casa dela. O vento tava terrível. Abri o vinho e sentamos pra comer na sala dela. Ela colocou um filme que a gente quase não assistiu, só algumas risadas porque era comédia. O vento já vinha com gotas grossas, quase pedras. Comemos e ainda sobrou vinho. "Bom, mais um pouco? Valeu por tudo, vou descansar, falei. Sobrou um pouco de vinho, ela me disse. Beleza, a gente termina e eu vou. Ela me contou umas paradas que rolaram na semana dela (nunca se falou de sexo nem nada), ela é uma dama em todos os sentidos, mas tem um não sei o quê que me pega fogo. Só que eu sempre fico na minha, educado, nada de palhaçada nem nada, e em nenhum momento a gente falou da filha dela também. Acabou o vinho e tava chovendo. Vou nessa, falei, olha que chuva. Não se preocupa, atravesso rápido e entro em casa. Muito obrigado de novo, dei tchau e saí correndo, pulando as poças.
Quando chego na porta e procuro a chave pra abrir, que problema!! Tinha deixado a chave dentro de casa, e do lado de fora não tem maçaneta, só abre com a chave. Abro a janela e vejo a chave pendurada no chaveiro... talvez com um pedaço de pau desse pra pegar, mas era quase impossível, ainda mais com a chuva me molhando e não deixando eu pensar direito.
Minha sogra sai pra fechar o portão e é aí que me vê todo ensopado tentando pegar a chave pela janela. O que houve, Cris? Deixei a chave dentro, acredita? Falei. Vem pra cá que você tá se molhando todo!! E volto pra casa da minha sogra. A Caro não te deixou uma cópia, por via das dúvidas? Perguntei. Não, não me deixou nada, ela disse. Ah, Cris, você tá encharcado, vai no banheiro e me dá a roupa que vou secar pra você, por cima não tenho nada pra te emprestar, ela falou.
Vou pro banheiro e entrego a camiseta e o short, e ela diz: a cueca tá seca? (óbvio que tava molhada também) por que você não me passa? Seca em dois minutos, se quiser pode até tomar outro banho, mas com água quentinha pra não pegar uma gripe, ela falou... Quando tiro a cueca, vejo que tava manchada de pré-gozo, que em algum momento da conversa ou da comida ou sei lá, senti tesão... ou só de olhar pra ela. O que eu faço? Entrego assim? O que ela vai pensar? Vai, me dá a cueca que seca rápido. Ok, falei e entreguei... tomara que ela não veja, e fui pro chuveiro porque, se for verdade, já tava me excitando. Frio... Enquanto tomava banho, fiquei pensando em toda a situação e, obviamente, tive uma ereção daquelas. Quando percebi que não tinha nem uma toalha... com a pica dura ali, sem saber o que fazer. Será que eu batia uma pra ela baixar? Foi tudo muito rápido quando ouvi baterem na porta (ela é de correr) e ela diz: "Cristian, lembrei que não tem toalha!" Eu, de pau duro no chuveiro, "Posso entrar?" "Fala aí", respondi. "Aqui está", ela disse. Não sei por que não deixei pendurada ou algo assim... E eu, todo nervoso, sem querer abri a cortina do jeito que estava. Tinha uma adrenalina correndo em mim que nem percebi que abri bastante a cortina. Ela estende o braço com a toalha e, claro, baixou o olhar... mas não disse nada. "Valeu", falei. "Nada, imagina", ela respondeu. Senti que ela foi educada, então não ficou brava nem se sentiu desconfortável. O negócio é que meu coração ficou batendo a mil. E aí sim eu bati uma punheta que gozei litros e litros em umas poucas bombadas. Que sensação! Saio do chuveiro e vejo que a porta não estava bem fechada, mas não dava pra ver nada... então não sei se ela estava do outro lado olhando ou não. Eu não tirava os olhos daquela porta entreaberta enquanto me secava, quando de repente vejo uma sombra se mexer... Uffa, será que ela estava lá? "Cris, sua roupa já está seca." Ela estende o braço pela porta entreaberta. "Valeu", falo. "Por nada", ela diz. Quando peguei a cueca, tinha uma mancha de pré-gozo, como se tivessem passado algo pra tirar... ou seja, ela viu e limpou, ou sei lá o que fez. Saio do banheiro e ainda estava chovendo. Vejo ela de costas, com aquele vestido preto longo que eu nem tinha reparado direito, mas dava pra ver uma calcinha fio-dental linda por causa da luz clara da cozinha. E lá estava ela abrindo outro vinho branco, e diz: "Bom, eu tava planejando continuar bebendo e ver outro filme, já que é fim de semana e meu único dia livre é amanhã." "Bom, te acompanho", falo. "E se não vai me deixar na mão sozinha, né? haha." Tava tudo bem e parecia que a noite ia ser interessante... Eu pensando: "Onde é que isso vai parar? Você vai me fazer dormir?
Mas eu ouvi o barulho da rolha e esqueci completamente de onde poderia ir dormir... O sofá da sala não é muito grande... não parecia confortável...
Ela colocou as duas taças na mesa... filme não íamos ver, aparentemente... então me ocorre... boto uma música, quer? — Vai fundo, ela me diz, é sábado! Eu não podia acreditar em tudo que estava acontecendo. Sempre admirei ela... mas é uma senhora tão centrada que jamais me passaria pela cabeça qualquer tipo de contato ou o simples fato de estar tomando vinho com aquela mulher gostosa. Quando vou colocar música, ela apaga a luz da cozinha e fica uma espécie de abajur fraco que dava um clima excelente. Mais ou menos conheço a música que ela ouve, mas temos uma em comum... a música dos anos 80. Coloco uma lista aleatória do aplicativo famoso de música digital premium sem anúncios... — Ai, que lindo, adoro essa música! — Eu também, falo. — Bom, tomávamos vinho e conversávamos, risadas... parecia um jantar romântico em um momento. De repente, tocavam todas as músicas lentas dos anos 80. Eu já excitado com a situação, mas tentava me controlar, não queria estragar o momento. Rimos bastante, isso graças ao vinho branco doce que de repente sumia como água. Servimos a última taça e eu pensava: onde caralho eu durmo! No chão? Não tinha outro colchão. No sofá? Era muito pequeno e eu ia acordar todo travado. E ela parecia que não tinha vontade de dormir. — Bom, o vinhozinho tá acabando, falo. Ela levanta rápido e pega outro, me olhando rindo... — Pô, falo, que lindooo — ao que ela responde: — E você ia dormir... Silêncio. — Falando nisso, falo, parece que vou ter que dormir aqui. — Depois a gente vê isso, ela me diz enquanto me servia outra taça de vinho. — Saúde, ela me diz, enquanto crava aqueles olhos claros lindos que ela tem e um sorrisinho que até hoje eu lembro. As músicas lentas continuavam e o vinho aumentava, e minha excitação também, mas sempre tranquilo, sabia que minha cabeça podia me pregar uma peça, então... Sempre fui no molde de tudo. Bom, o vinho tá acabando e o sono tá batendo... cê tem alguma coisa pra colocar no sofá? Jogo a ideia e ela responde na hora: "você vai ter que dormir comigo ali, não vou deixar você dormir". Já bem desinibido com os vinhos, respondo: "pra mim não tem problema nenhum". "Que bom", ela diz.
A gente vai pra cama e ela meio que cambaleia, seguro ela pela cintura com as duas mãos: "cuidado!" E ela só ria: "ai, que vergonha", fala. "Fica tranquila, a gente bebeu muito, eu também tô meio tonto." Sento na cama, automaticamente tiro a camiseta, acostumado a dormir só de cueca, já ia tirando a calça quando me toco onde ia dormir... deixo ela vestida e me enfio na cama, me cobrindo com o lençol. Ainda tava calor, mesmo já quase amanhecendo. A noite foi embora naqueles vinhos. Falo: "me desculpa, mas tô acostumado a dormir de cueca e, debaixo do lençol, tiro o short." Ela também tinha deitado vestida... por respeito, acho, pela bebedeira que tava. E ela diz: "bom, eu também, esse vestido é desconfortável pra dormir" e tira ele. Lembrei daquela calcinha fio dental que aparecia transparente. Tava deitado do lado da minha sogra, os dois de roupa íntima e bêbados. Até hoje não sei como não me joguei em cima dela. Ficamos os dois olhando pro teto, eu pensando: "calma, Cristian, calma". Quando escuto ela falar: "ai, acho que tô passando mal, tô tonta". "Senta aqui", falo, e na hora seguro a mão dela e vou sentando ela na cama devagar, e o lençol escorrega, deixando eu ver toda a costa dela e aquela calcinha fio dental preta linda, daquelas meio transparentes... uff, divina. E já sentada, o lençol cai e me deixa ver o sutiã preto dela cobrindo aqueles peitões que ela tem... mas na hora ela puxou o lençol de volta. "Desculpa", ela diz. "Não se preocupa", sinto ela e falo: "respira fundo... e mexe a cabeça devagar. Não deixa ela parada, senão vai tudo rodar do mesmo jeito." "Ah, tem experiência, né?", ela fala rindo. "Bom, não tá... Tão mal, né... falei pra ela... ah, valeu, me fez bem... e a gente deitou de novo. Já tinha amanhecido e o quarto tava bem claro, então já tava difícil pegar no sono, mas eu tentava. Gosto de dormir de barriga pra cima e parece que ela também. Passou um tempo e parecia que ela tinha dormido. Eu quieto, de olhos fechados, começo a sentir o braço dela se mexendo bem devagar. Fico alerta e sinto a mão dela roçar no meu braço... meu Deus, será que tava rolando? Ela fica parada de novo. "Ah, dormiu", pensei. Ela mexe a mão um pouco mais... eu quietinho e já sinto ela perto da minha perna... meu Deus, tá rolando!! Eu tava coberto só com o lençol, até a metade do peito. Mas ela foi tirando a mão da minha perna com uns movimentos que quase não dava pra notar. Eu queria abrir os olhos, mas ia estragar o momento. Continuei imóvel. Não sinto nada. "Pronto, se arrependeu", pensei. De repente, sinto ela tirar o braço debaixo do lençol e começar a tocar meu peito só com a ponta dos dedos. Uffa, já tava endurecendo. Ela me acariciava tão suave que só me deixei levar. De repente, ela para... o que foi? E enfia o braço de volta debaixo do lençol. Ficou parada também. Começo a simular uns roncos leves pra ela achar que eu tava dormindo fundo. Aí começo a sentir a mão dela aberta na minha cintura... pelo amor de Deus! Queria abrir os olhos e pular em cima dela, beijar ela toda... mas não podia estragar o momento. Sinto a mão dela se aproximando do meu pau devagar, fazendo movimentos circulares... meu pau começa a inchar, caralho! Continuei simulando roncos leves e quando ela chega no meu volume, ouço um gemido baixinho — ela tava ficando excitada!! Ela passava a mão bem suave, quase roçando meu pau dentro da cueca, prestes a explodir!! De repente, sinto ela levantar o lençol! Ela tava me tocando e olhando por baixo do lençol!! A mão dela no meu volume era tão suave que mal sentia. De repente, dou uma contraída no músculo e meu pau se mexe. E aí, só soltou ela... puta merda, pensei... ferrei tudo. Daqui a pouco já tava me acariciando de novo, mas mais forte. Já sentia a mão dela no meu cuecão, me tocando e brincando com os dedos. Começou a me descobrir bem devagar até eu ficar só de cueca com a pica dura que já queria sair dali! Sinto que ela começa a se mexer bem devagar e com as duas mãos, numa suavidade incrível, me abaixa o cuecão até que minha pica super ereta finalmente saiu e ouço outro gemido leve... meu deus, quanto tesão!! Ela pega de leve e começa a me bater uma suave... muito suave... começa a gemer um pouco mais e eu já não aguento. Tento abrir os olhos de leve e vejo a mão dela na minha pica e ela coberta, mas com a outra mão ela tava se tocando!! Fechei os olhos de novo por precaução. Já era dia e parecia que tinha sol. A chuva parecia ter passado só pra noite. Ela começa a gemer um pouco mais forte e começa a se agitar... até que um gemido escapa de mim... e ela me solta. Quando me solta, fica imóvel... e sinto que ela sai da cama. Aí abro os olhos e vejo ela indo pro banheiro com aquela calcinha fio dental divina bem enfiada na bunda linda dela, meu deus, parecia uma jovem gostosa de costas! Que mulher linda, por favor... Levantei atrás dela e ela tinha deixado a porta do banheiro meio aberta, mas não me aproximei. Mas ouvi ela gemendo... ela tava se masturbando no banheiro!! E eu ali com a pica dura!! Fiquei a ponto de entrar e enfiar na boca dela... mas preferi ficar ouvindo o orgasmo lindo dela... quase gozei seco também. Percebi que ela já tinha terminado e pensei: a qualquer momento ela sai e me encontra aqui. Então vou pra cama com a pica dura e me deito de novo. Me cubro... mas percebo que ela tinha me deixado descoberto e com a pica de fora. Então fico deitado assim, com a pica dura. Mal termino de me ajeitar e sinto que ela abre a porta do banheiro e vem. Fica um tempo, parece que me olhando... pega na minha pica de novo e dá um gemido leve... e Ela se deita... guarda minha pica e me cobre... eu fiquei ultra excitado! E ela, toda acabada, dormiu. Eu estava de pau duro e com a cabeça a mil... Que filha da puta me deixou super excitado, além do tesão da situação, não podia acreditar e lá estava ela dormindo. Então decido me levantar bem devagar pra tirar a porra que tinha em cima de mim... olho pra ela e dormia profundamente... agora é minha vez, pensei... fui descobrindo ela bem devagar e aos poucos... o sutiã preto dela foi a primeira coisa que vejo... já queria gozar nos peitos dela, mas não... olhei fundo nos olhos dela com desejo... ela é linda, amigos, vocês não fazem ideia. Continuo descendo até o umbigo dela e, aos poucos, vou descendo até começar a ver a linda calcinha fio-dental preta semi-transparente dela, uma deusa!!! Me aproximo da buceta dela que transparecia naquela calcinha linda... parecia linda, toda depilada... me aproximo e cheiro... hummm, como essa mulher cheira... que gostosa... o cheiro de sexo dela era como uma droga... morria de vontade de puxar a calcinha dela e beijar toda aquela buceta linda, mas vou pro banheiro gozar pela segunda vez na casa dela... umas punhetadas e gozei em jatos fortes, como os de uma boa transa... fico sentado no vaso revivendo cada momento daquela linda noite de sábado com ela... quando volto pra cama, ela estava coberta... será que percebeu? Também me ouviu? Deito e olho pra ela... estava profundamente dormindo... mas quando me deito, levanto o lençol de novo pra olhar ela outra vez... meu Deus, eu tinha a mãe da minha namorada de lingerie e ela estava realmente linda... deito com um sorriso de orelha a orelha e durmo...
Continua...
Nós moramos nos fundos da casa dela. Ela é uma senhora separada há vários anos, mas mantém uma vida sexualmente ativa. Sai pra jantar com alguns homens, embora pra minha namorada ela diga que sai com amigas. Várias vezes, quando chego do trabalho (tarde), vejo algum carro estacionado na porta. Enfim.
Tudo começou num dia de outubro. Era o Encontro Nacional de Mulheres em La Plata, e minha namorada nunca perde. Era sábado à noite, umas 21h30, fazia calor, parecia verão, estava pesadíssimo, como se fosse chover. Chego e vejo minha sogra sentada lá fora, no pátio que dividimos, tomando uma cerveja. Chego, estaciono a moto e vejo ela, toda gostosa, com um vestido longo preto indiano, e o cabelo loiro e a pele branca completavam o cenário. "Oi", falo. "Oi, Cris!!", ela responde, com um tom como se estivesse feliz em me ver. "Caro já foi?", pergunto. "Sim, saiu cedo. Quer uma cerveja?", ela pergunta, e eu respondo: "Depois, primeiro vou tomar um banho, tô morto." Deixo a porta da frente aberta porque dentro de casa era um forno. Coloco uma música tipo bossa nova chill out e entro no chuveiro. Saio e vou pro quarto com a toalha, sem nada por baixo. Visto uma cueca boxer na frente do espelho, e pelo espelho vejo minha sogra sentada lá fora, com a latinha de cerveja, olhando pra cá. Onde eu tava, isso me deu uma ereção instantânea. A cueca era de lycra e dava pra perceber um pouco minha ereção. Decidi me fazer de besta, como se não tivesse visto nada. Tava tudo apagado, menos a luz do quarto, que acendi pra me trocar. Olhei de novo pelo espelho e ela continuava olhando, mas com a mão no peito, como se estivesse se acariciando. Aproveitei e, com a barraca armada, comecei a me acariciar na frente do espelho, sabendo que ela tava me vendo. Coloquei o short, me virei e na hora ela virou o rosto pro lado. Apaguei a luz e saí direto, sem camisa, porque tava muito calor. "Te trago a cerveja", ela disse. "Valeu, obrigado" (nunca consegui tratar ela de você). Sentei em outra espreguiçadeira, pensando no momento pós-banho. Será que viajei? Ela trouxe duas latas e um petisco. "Pra caso você esteja com fome", ela falou. "Ai, que amor", eu disse. "Ops! Falei demais", pensei... Ela não falou nada. A gente conversou um pouco sobre o clima e meu dia de trabalho. Os dois somos comerciantes, então o papo fluía sozinho. Tomamos as cervejas e eu falei: "Bom, vou ver o que cozinho pra mim". Aí ela respondeu: "Eu tô com vontade de comer, mas com esse calor não dá pra ligar o forno. E fiquei com vontade de pizza. Quer que eu peça na rotisseria?" "Fala aí!" Ela ligou e, claro, por ser fim de noite, tava demorando. "Bom, tenho mais umas latas enquanto a gente espera", ela disse. Estranho ela ter latas de cerveja, já que ela gosta de vinho branco doce. Mas enfim, continuamos tomando cerveja e conversando até a comida chegar. Junto veio um vento forte de chuva, e ela falou: "Vamos comer lá dentro". Entrou na casa dela com a pizza, mas não tinha mais cerveja. "Tenho um vinho branco", falei. "Vou pegar." Era da minha ex-namorada, porque eu prefiro cerveja. Entrei correndo, coloquei uma camisa, peguei o vinho, fechei a porta e fui pra casa dela. O vento tava terrível. Abri o vinho e sentamos pra comer na sala dela. Ela colocou um filme que a gente quase não assistiu, só algumas risadas porque era comédia. O vento já vinha com gotas grossas, quase pedras. Comemos e ainda sobrou vinho. "Bom, mais um pouco? Valeu por tudo, vou descansar, falei. Sobrou um pouco de vinho, ela me disse. Beleza, a gente termina e eu vou. Ela me contou umas paradas que rolaram na semana dela (nunca se falou de sexo nem nada), ela é uma dama em todos os sentidos, mas tem um não sei o quê que me pega fogo. Só que eu sempre fico na minha, educado, nada de palhaçada nem nada, e em nenhum momento a gente falou da filha dela também. Acabou o vinho e tava chovendo. Vou nessa, falei, olha que chuva. Não se preocupa, atravesso rápido e entro em casa. Muito obrigado de novo, dei tchau e saí correndo, pulando as poças.
Quando chego na porta e procuro a chave pra abrir, que problema!! Tinha deixado a chave dentro de casa, e do lado de fora não tem maçaneta, só abre com a chave. Abro a janela e vejo a chave pendurada no chaveiro... talvez com um pedaço de pau desse pra pegar, mas era quase impossível, ainda mais com a chuva me molhando e não deixando eu pensar direito.
Minha sogra sai pra fechar o portão e é aí que me vê todo ensopado tentando pegar a chave pela janela. O que houve, Cris? Deixei a chave dentro, acredita? Falei. Vem pra cá que você tá se molhando todo!! E volto pra casa da minha sogra. A Caro não te deixou uma cópia, por via das dúvidas? Perguntei. Não, não me deixou nada, ela disse. Ah, Cris, você tá encharcado, vai no banheiro e me dá a roupa que vou secar pra você, por cima não tenho nada pra te emprestar, ela falou.
Vou pro banheiro e entrego a camiseta e o short, e ela diz: a cueca tá seca? (óbvio que tava molhada também) por que você não me passa? Seca em dois minutos, se quiser pode até tomar outro banho, mas com água quentinha pra não pegar uma gripe, ela falou... Quando tiro a cueca, vejo que tava manchada de pré-gozo, que em algum momento da conversa ou da comida ou sei lá, senti tesão... ou só de olhar pra ela. O que eu faço? Entrego assim? O que ela vai pensar? Vai, me dá a cueca que seca rápido. Ok, falei e entreguei... tomara que ela não veja, e fui pro chuveiro porque, se for verdade, já tava me excitando. Frio... Enquanto tomava banho, fiquei pensando em toda a situação e, obviamente, tive uma ereção daquelas. Quando percebi que não tinha nem uma toalha... com a pica dura ali, sem saber o que fazer. Será que eu batia uma pra ela baixar? Foi tudo muito rápido quando ouvi baterem na porta (ela é de correr) e ela diz: "Cristian, lembrei que não tem toalha!" Eu, de pau duro no chuveiro, "Posso entrar?" "Fala aí", respondi. "Aqui está", ela disse. Não sei por que não deixei pendurada ou algo assim... E eu, todo nervoso, sem querer abri a cortina do jeito que estava. Tinha uma adrenalina correndo em mim que nem percebi que abri bastante a cortina. Ela estende o braço com a toalha e, claro, baixou o olhar... mas não disse nada. "Valeu", falei. "Nada, imagina", ela respondeu. Senti que ela foi educada, então não ficou brava nem se sentiu desconfortável. O negócio é que meu coração ficou batendo a mil. E aí sim eu bati uma punheta que gozei litros e litros em umas poucas bombadas. Que sensação! Saio do chuveiro e vejo que a porta não estava bem fechada, mas não dava pra ver nada... então não sei se ela estava do outro lado olhando ou não. Eu não tirava os olhos daquela porta entreaberta enquanto me secava, quando de repente vejo uma sombra se mexer... Uffa, será que ela estava lá? "Cris, sua roupa já está seca." Ela estende o braço pela porta entreaberta. "Valeu", falo. "Por nada", ela diz. Quando peguei a cueca, tinha uma mancha de pré-gozo, como se tivessem passado algo pra tirar... ou seja, ela viu e limpou, ou sei lá o que fez. Saio do banheiro e ainda estava chovendo. Vejo ela de costas, com aquele vestido preto longo que eu nem tinha reparado direito, mas dava pra ver uma calcinha fio-dental linda por causa da luz clara da cozinha. E lá estava ela abrindo outro vinho branco, e diz: "Bom, eu tava planejando continuar bebendo e ver outro filme, já que é fim de semana e meu único dia livre é amanhã." "Bom, te acompanho", falo. "E se não vai me deixar na mão sozinha, né? haha." Tava tudo bem e parecia que a noite ia ser interessante... Eu pensando: "Onde é que isso vai parar? Você vai me fazer dormir?
Mas eu ouvi o barulho da rolha e esqueci completamente de onde poderia ir dormir... O sofá da sala não é muito grande... não parecia confortável...
Ela colocou as duas taças na mesa... filme não íamos ver, aparentemente... então me ocorre... boto uma música, quer? — Vai fundo, ela me diz, é sábado! Eu não podia acreditar em tudo que estava acontecendo. Sempre admirei ela... mas é uma senhora tão centrada que jamais me passaria pela cabeça qualquer tipo de contato ou o simples fato de estar tomando vinho com aquela mulher gostosa. Quando vou colocar música, ela apaga a luz da cozinha e fica uma espécie de abajur fraco que dava um clima excelente. Mais ou menos conheço a música que ela ouve, mas temos uma em comum... a música dos anos 80. Coloco uma lista aleatória do aplicativo famoso de música digital premium sem anúncios... — Ai, que lindo, adoro essa música! — Eu também, falo. — Bom, tomávamos vinho e conversávamos, risadas... parecia um jantar romântico em um momento. De repente, tocavam todas as músicas lentas dos anos 80. Eu já excitado com a situação, mas tentava me controlar, não queria estragar o momento. Rimos bastante, isso graças ao vinho branco doce que de repente sumia como água. Servimos a última taça e eu pensava: onde caralho eu durmo! No chão? Não tinha outro colchão. No sofá? Era muito pequeno e eu ia acordar todo travado. E ela parecia que não tinha vontade de dormir. — Bom, o vinhozinho tá acabando, falo. Ela levanta rápido e pega outro, me olhando rindo... — Pô, falo, que lindooo — ao que ela responde: — E você ia dormir... Silêncio. — Falando nisso, falo, parece que vou ter que dormir aqui. — Depois a gente vê isso, ela me diz enquanto me servia outra taça de vinho. — Saúde, ela me diz, enquanto crava aqueles olhos claros lindos que ela tem e um sorrisinho que até hoje eu lembro. As músicas lentas continuavam e o vinho aumentava, e minha excitação também, mas sempre tranquilo, sabia que minha cabeça podia me pregar uma peça, então... Sempre fui no molde de tudo. Bom, o vinho tá acabando e o sono tá batendo... cê tem alguma coisa pra colocar no sofá? Jogo a ideia e ela responde na hora: "você vai ter que dormir comigo ali, não vou deixar você dormir". Já bem desinibido com os vinhos, respondo: "pra mim não tem problema nenhum". "Que bom", ela diz.
A gente vai pra cama e ela meio que cambaleia, seguro ela pela cintura com as duas mãos: "cuidado!" E ela só ria: "ai, que vergonha", fala. "Fica tranquila, a gente bebeu muito, eu também tô meio tonto." Sento na cama, automaticamente tiro a camiseta, acostumado a dormir só de cueca, já ia tirando a calça quando me toco onde ia dormir... deixo ela vestida e me enfio na cama, me cobrindo com o lençol. Ainda tava calor, mesmo já quase amanhecendo. A noite foi embora naqueles vinhos. Falo: "me desculpa, mas tô acostumado a dormir de cueca e, debaixo do lençol, tiro o short." Ela também tinha deitado vestida... por respeito, acho, pela bebedeira que tava. E ela diz: "bom, eu também, esse vestido é desconfortável pra dormir" e tira ele. Lembrei daquela calcinha fio dental que aparecia transparente. Tava deitado do lado da minha sogra, os dois de roupa íntima e bêbados. Até hoje não sei como não me joguei em cima dela. Ficamos os dois olhando pro teto, eu pensando: "calma, Cristian, calma". Quando escuto ela falar: "ai, acho que tô passando mal, tô tonta". "Senta aqui", falo, e na hora seguro a mão dela e vou sentando ela na cama devagar, e o lençol escorrega, deixando eu ver toda a costa dela e aquela calcinha fio dental preta linda, daquelas meio transparentes... uff, divina. E já sentada, o lençol cai e me deixa ver o sutiã preto dela cobrindo aqueles peitões que ela tem... mas na hora ela puxou o lençol de volta. "Desculpa", ela diz. "Não se preocupa", sinto ela e falo: "respira fundo... e mexe a cabeça devagar. Não deixa ela parada, senão vai tudo rodar do mesmo jeito." "Ah, tem experiência, né?", ela fala rindo. "Bom, não tá... Tão mal, né... falei pra ela... ah, valeu, me fez bem... e a gente deitou de novo. Já tinha amanhecido e o quarto tava bem claro, então já tava difícil pegar no sono, mas eu tentava. Gosto de dormir de barriga pra cima e parece que ela também. Passou um tempo e parecia que ela tinha dormido. Eu quieto, de olhos fechados, começo a sentir o braço dela se mexendo bem devagar. Fico alerta e sinto a mão dela roçar no meu braço... meu Deus, será que tava rolando? Ela fica parada de novo. "Ah, dormiu", pensei. Ela mexe a mão um pouco mais... eu quietinho e já sinto ela perto da minha perna... meu Deus, tá rolando!! Eu tava coberto só com o lençol, até a metade do peito. Mas ela foi tirando a mão da minha perna com uns movimentos que quase não dava pra notar. Eu queria abrir os olhos, mas ia estragar o momento. Continuei imóvel. Não sinto nada. "Pronto, se arrependeu", pensei. De repente, sinto ela tirar o braço debaixo do lençol e começar a tocar meu peito só com a ponta dos dedos. Uffa, já tava endurecendo. Ela me acariciava tão suave que só me deixei levar. De repente, ela para... o que foi? E enfia o braço de volta debaixo do lençol. Ficou parada também. Começo a simular uns roncos leves pra ela achar que eu tava dormindo fundo. Aí começo a sentir a mão dela aberta na minha cintura... pelo amor de Deus! Queria abrir os olhos e pular em cima dela, beijar ela toda... mas não podia estragar o momento. Sinto a mão dela se aproximando do meu pau devagar, fazendo movimentos circulares... meu pau começa a inchar, caralho! Continuei simulando roncos leves e quando ela chega no meu volume, ouço um gemido baixinho — ela tava ficando excitada!! Ela passava a mão bem suave, quase roçando meu pau dentro da cueca, prestes a explodir!! De repente, sinto ela levantar o lençol! Ela tava me tocando e olhando por baixo do lençol!! A mão dela no meu volume era tão suave que mal sentia. De repente, dou uma contraída no músculo e meu pau se mexe. E aí, só soltou ela... puta merda, pensei... ferrei tudo. Daqui a pouco já tava me acariciando de novo, mas mais forte. Já sentia a mão dela no meu cuecão, me tocando e brincando com os dedos. Começou a me descobrir bem devagar até eu ficar só de cueca com a pica dura que já queria sair dali! Sinto que ela começa a se mexer bem devagar e com as duas mãos, numa suavidade incrível, me abaixa o cuecão até que minha pica super ereta finalmente saiu e ouço outro gemido leve... meu deus, quanto tesão!! Ela pega de leve e começa a me bater uma suave... muito suave... começa a gemer um pouco mais e eu já não aguento. Tento abrir os olhos de leve e vejo a mão dela na minha pica e ela coberta, mas com a outra mão ela tava se tocando!! Fechei os olhos de novo por precaução. Já era dia e parecia que tinha sol. A chuva parecia ter passado só pra noite. Ela começa a gemer um pouco mais forte e começa a se agitar... até que um gemido escapa de mim... e ela me solta. Quando me solta, fica imóvel... e sinto que ela sai da cama. Aí abro os olhos e vejo ela indo pro banheiro com aquela calcinha fio dental divina bem enfiada na bunda linda dela, meu deus, parecia uma jovem gostosa de costas! Que mulher linda, por favor... Levantei atrás dela e ela tinha deixado a porta do banheiro meio aberta, mas não me aproximei. Mas ouvi ela gemendo... ela tava se masturbando no banheiro!! E eu ali com a pica dura!! Fiquei a ponto de entrar e enfiar na boca dela... mas preferi ficar ouvindo o orgasmo lindo dela... quase gozei seco também. Percebi que ela já tinha terminado e pensei: a qualquer momento ela sai e me encontra aqui. Então vou pra cama com a pica dura e me deito de novo. Me cubro... mas percebo que ela tinha me deixado descoberto e com a pica de fora. Então fico deitado assim, com a pica dura. Mal termino de me ajeitar e sinto que ela abre a porta do banheiro e vem. Fica um tempo, parece que me olhando... pega na minha pica de novo e dá um gemido leve... e Ela se deita... guarda minha pica e me cobre... eu fiquei ultra excitado! E ela, toda acabada, dormiu. Eu estava de pau duro e com a cabeça a mil... Que filha da puta me deixou super excitado, além do tesão da situação, não podia acreditar e lá estava ela dormindo. Então decido me levantar bem devagar pra tirar a porra que tinha em cima de mim... olho pra ela e dormia profundamente... agora é minha vez, pensei... fui descobrindo ela bem devagar e aos poucos... o sutiã preto dela foi a primeira coisa que vejo... já queria gozar nos peitos dela, mas não... olhei fundo nos olhos dela com desejo... ela é linda, amigos, vocês não fazem ideia. Continuo descendo até o umbigo dela e, aos poucos, vou descendo até começar a ver a linda calcinha fio-dental preta semi-transparente dela, uma deusa!!! Me aproximo da buceta dela que transparecia naquela calcinha linda... parecia linda, toda depilada... me aproximo e cheiro... hummm, como essa mulher cheira... que gostosa... o cheiro de sexo dela era como uma droga... morria de vontade de puxar a calcinha dela e beijar toda aquela buceta linda, mas vou pro banheiro gozar pela segunda vez na casa dela... umas punhetadas e gozei em jatos fortes, como os de uma boa transa... fico sentado no vaso revivendo cada momento daquela linda noite de sábado com ela... quando volto pra cama, ela estava coberta... será que percebeu? Também me ouviu? Deito e olho pra ela... estava profundamente dormindo... mas quando me deito, levanto o lençol de novo pra olhar ela outra vez... meu Deus, eu tinha a mãe da minha namorada de lingerie e ela estava realmente linda... deito com um sorriso de orelha a orelha e durmo...
Continua...
6 comentários - Fim de semana com a sogra parte 1
Espero 2da parte