Acompañando a mi madre al cumpleaños de su hermano

Meu tio tinha nos convidado pro aniversário dele esse fim de semana. Minha mãe ia por obrigação. Afinal, era irmão dele e todo mundo sabia que grande parte da família não ia. Mas ela, sempre pensando nos outros, se comprometeu a ir. Sempre teve essas atitudes altruístas, se é que dá pra chamar assim. Nos cinquenta anos de vida dela, essas atitudes sempre trouxeram mais resultado negativo do que positivo. Ela ainda tinha um corpo bonito. Se cuidava e, mesmo sem ir à academia, se mantinha ativa. Fazia ioga e comia saudável. Era magra, mas tinha um quadril largo, o que significava que tinha uma bunda bem chamativa. Isso parece ser comum em mulheres baixinhas. De peito, era mais normal. Costumava se vestir bem casual. Os olhos dela eram castanhos, igual o cabelo, e a pele era branca.

Eu fui com ela pra não deixar ela ir sozinha. A festa ia ser num sítio com salão na zona oeste. Meio longe, então não dava pra voltar de madrugada. Além disso, eu não tinha carro. Não lembro por que meu pai não pôde levar ela. De qualquer forma, aquele casamento já tava acabado. Só continuavam juntos por segurança e estabilidade, acho. Meu irmão mais velho não quis ir.

Chegou o dia e fomos pra casa do meu tio. Naquela tarde, desabou uma chuva forte que durou várias horas. Uma típica chuva de primavera. Pegamos o metrô, fizemos baldeação pro trem e depois ainda teríamos que pegar outro ônibus. Uma viagem super cansativa. Quando finalmente chegamos na estação e tínhamos que pegar o ônibus, a gente se perdeu. Ela não lembrava direito.

A chuva só piorava tudo. Não dava pra ver direito os pontos de ônibus. Um carro velho passou na nossa frente. Tinham uns moleques ouvindo música alta. "Precisa de ajuda, dona?" "Oi." Minha mãe disse, se aproximando e se inclinando pra falar com o cara da janela, perguntando como chegar no destino. "Se quiser, a gente leva." Disse o motorista. "Não, não, obrigada. Só me diz onde é o ponto." Aquela situação me deixava desconfortável. Me sentia vulnerável. Naquele contexto: "Mas olha, o 454 demora uma hora pra chegar e acabou de passar." Mamãe já tava perdendo a paciência. Tava chovendo pra caralho e a gente não tinha guarda-chuva. "Sobe, a gente leva de graça." Eu não queria, mas alguma coisa naqueles caras fez ela confiar. Até que era perto, dava pra arriscar. O que tava atrás abriu a porta e a gente entrou, ela ficou no meio. Do lado esquerdo, o que abriu a porta, e do direito, eu. Tava tocando uma música horrível, mas eles tavam acostumados a ouvir aquilo. "E vem de longe?" ele falou enquanto ligava o carro. "Sim, da capital." "Uhh, tão longe? Veio visitar um parente?" "É o aniversário do meu irmão." "Ahh, a putaria." Mamãe concordou com a cabeça. "A festança, haha." "Tá certo, tem que se divertir enquanto dá." Ele falou, olhando pra ela pelo retrovisor. O que tava do lado dela olhava de canto as pernas dela cobertas por uma saia jeans. "E você?" ele me perguntou. "Ele é meu filho." "Veio acompanhar a mamãe?" "Tá certo, nunca se sabe o que pode acontecer com tanto degenerado solto por aí." "É, muitos degenerados." falou o que tava do lado dela. "E seu marido?" "Não, ele... tá trabalhando hoje." "Que merda. Não pode deixar uma dama como você sozinha." "Não, não, eu não deixaria." "Mas até que é melhor pra você, vai poder curtir à vontade." "Eu sou livre. Ninguém me controla." Ela falou, cortando ele na hora. "Sim, foi o que quis dizer. Não me entenda mal. Desculpa, senhora." "Tá, beleza." Ela falou, cruzando os braços. "Foi só uma brincadeira", ele me disse. Não respondi, só fiquei olhando pela janela, me perguntando quanto tempo faltava. A música continuava tocando. Era a hora de uma música que eu odiava e que tava na moda. Dizia algo tipo "gatinha, mexe seu bum bum. Rebola pra mim." "Eaaaa eaaaaa" eles começaram a se agitar, eu não sabia onde me enfiar. "Porque eu tenho pra te dar, algo grande que vai te agradar" cantavam com alegria. Minha mãe sorria, meio sem graça. "Bom, chegamos." "Qual é a casa?" "Não, aqui. Tá bom", ela disse. Obrigado! "De nada, senhora." "Divirtam-se." "Tchau, senhora", disse um, sem tirar os olhos da bunda dela. Uff, que gostosa que é a senhora, haha, falou um quando já estávamos longe. Finalmente chegamos na casa do meu tio. Um cachorro enorme nos recebeu latindo. Ela tinha medo daquele cachorro. Daí a pouco saiu meu tio, que nos cumprimentou e convidou a gente pra entrar, tirando o cachorro do caminho. Atualmente ele tava separado da mulher. Então minha tia não ia. Mas meu primo veio, cumprimentando a tia favorita dele. "Oi, Nico! Como você tá grande!", ele disse pro sobrinho. "Oi, tia Clara", ele respondeu com cara de sono. "Agora que ele vai pra escola à tarde, passa a noite inteira nos videogames", disse o pai. "Ah, esses videogames. Eles ficam hipnotizados com isso", ela respondeu. Os anos tinham feito estrago, dividindo a família. Coisas que acontecem. Não iam ter muitos rostos conhecidos na festa. Na casa tinham amigos do meu tio, que estavam ajudando ele com as coisas pra levar pro salão. A gente tinha chegado bem em cima da hora. Logo a gente tinha que ir pro salão. Minha mãe foi se trocar no quarto do sobrinho, que tinha sido oferecido pelo tio. Lá ela se despiu, tirou os sapatos e ficou de roupa íntima. O quarto era uma bagunça. E tinha um cheiro que ela reconhecia bem. Não à toa tinha criado dois filhos homens. A porta se abriu e entrou o Nico, que arregalou os olhos ao ver ela. "Desculpa, tia...", ele disse enquanto olhava o corpo dela de calcinha e sutiã. O olhar dele passou rápido pelo peito dela, pelas pernas, e ele fechou a porta rapidinho. Não tinha feito de propósito, foi sem querer. Tudo tinha acontecido em questão de segundos. Mamãe tirou da bolsa a roupa que ia vestir e se arrumou. Na sala, eu tava conversando um pouco com meu tio quando vi minha mãe sair. Me surpreendi ao ver que ela tava de vestido. Raramente tinha visto ela usar um. Ela também tava usando uns saltinhos que ajudavam na silhueta e faziam ela parecer mais elegante. Também tinha colocado uns brincos. E não tinha... Já terminou? Ela ia se maquiar, então fui procurar o banheiro. Fiquei impressionado quando a vi saindo. Ela tinha se maquiado: sombra nos olhos, rímel nos cílios e batom. Ela estava realmente gostosa. Era uma milf completa. Terminaram os preparativos e fomos para o salão. Viajamos em carros diferentes. Queríamos evitar ter que ir e voltar duas vezes, então nos acomodamos. Minha mãe estava no meio de 5 homens, contando com o Nico. Não cabiam. "Sem problemas, vou no colo do meu sobrinho", disse ela, se ajeitando como podia no colo dele, com toda inocência. Aquilo pegou meu primo de surpresa, que tinha uma milf entre as pernas. Ele tentava pensar em outra coisa, mas aos poucos o amigo dele foi acordando. Minha mãe percebeu, mas não falou nada. O pior é que ela sentia tudo cada vez que passavam por um buraco. Sentia o pau jovem dele na bunda dela. Depois de alguns minutos, chegaram. Era um sítio com um salão de festas. "Por pouco você não comeu sua tia, hein, haha", disse um dos amigos do meu tio para o Nico, em voz baixa. Depois deu um tapinha nele. Eu estava esperando por ela. Nos deram uma mesa com alguns parentes que não víamos há um tempo. A parte boa: tinha open bar. Isso foi sem dúvida a melhor parte da noite para mim. Minha mãe não costumava beber, mas a gente a convenceu a tomar um pouco. Aconteceu o típico de um aniversário em salão: um animador insuportável, o jantar, o momento emocionante, um vídeo na tela, etc. Depois da sobremesa, cortaram o bolo. Nossos parentes vieram nos cumprimentar e começaram a ir embora. A galera mais velha também foi saindo. A festa ia começar. Os garçons preparavam tudo e depois a iluminação mudou para dar início à música dançante. "Vamos ver se o pessoal das cadeiras levanta", disse o animador, se referindo a nós. Meu tio puxou minha mãe para dançar. Eu odiava aquele funk que estava tocando. Então fui para o bar. Estranhei ver minha mãe com uma bebida. Meu tio a integrou no círculo de amigos e amigas dele. Não sei o que ela me disse. "Meu filho é um amargurado", disse ela. Já estava Um pouco alterada. Mas depois continuou com outro gole, estimulada pelas garotas que bebiam. Não, de novo não, eu disse ao ouvir os primeiros versos daquela música. Gatinhaaa. Mexe essa bunda. Rebola, rebola pra mim. Ehhhhh ehhh ehhhh, gritavam comemorando. A festa tava pegando fogo. E mais estranho ainda era ver minha mãe com um braço pra cima e o outro segurando a bebida. Porque eu tenho pra te dar algo grande que vai te agradar. Mamãe ria e dançava. Não demorou pra chamar atenção. Tanto álcool me deu vontade de ir ao banheiro. Entrei, e tinham outros dois caras. "É, a coroa tá pedindo uns ejaculations, hein" "Uff, nem me fala, jjaa. Sabe como eu meto nela" Não tinha quase mulher milf por ali, então imaginem de quem falavam. Quando saí, vi um cara dançando com a mamãe. Era alto e tinha um corpo bonito. Daqueles que vão pra academia e cuidam da aparência. Não consegui ver muito porque o povo se atravessava. Nisso, vi meu primo, que também não era de dançar, e depois de uns minutos fomos sentar. "Issooo", dizia o animador, que vibrava e incentivava minha mãe, que tava no centro de uma roda dançando. Mexe, mexe. Aplausos pra irmã do aniversariante. Aquela que sempre esteve ao lado do irmão. Mamãe ganhou uma ovação do público. É, se te perseguiram os amigos do teu irmão naquela época. Todo mundo ria. Sim, aplausos pra Clara e pro filho dela que a trouxe. Mas que não quer dançar. Todo mundo vaiava. Mamãe tava no auge. Se divertindo como nunca. E o instinto dela se soltava, o de mulher que gosta de ser olhada, se sentir desejada. Ela percebia tudo que tava perdendo. Eu, por minha vez, continuava bebendo, não conhecia ninguém além do meu primo. O resto era amigo dele e colegas de trabalho. Num momento, sentei porque o álcool já tava batendo. Olhei pro grupinho que dançava onde minha mãe tava e não a vi. Tava escuro, não vi direito. Mas o cara com quem ela dançava segurava ela pela cintura enquanto movia o quadril dela em direção a ela. Dizia umas coisas no ouvido dela. "Nãão." ela respondia "Vai, Clari." "Não, eu não faço essas coisas." Ela disse, mantendo a mesma caretice de sempre. A noite continuou. A festa tava no auge. Fui no banheiro de novo e quando voltei, tentei me divertir. Me aproximei do povo que tava dançando. Dessa vez não vi minha mãe. Reconheci uns amigos do meu tio com quem a gente tinha viajado e perguntei se tinham visto ela. "Não, não vi sua mãe não." Um respondeu, olhando pro outro que tava sorrindo. "Relaxa, deve tá no banheiro com as minas. Já sabe como é. Vão ficar meia hora lá." "É, com certeza." "Vem com a gente, parceiro. Vou te apresentar o pessoal." Também tinha perdido o Nico de vista. Meu primo só tinha saído pra pegar um ar. Tava entediado e não gostava de bebida. Preferia ter ficado em casa jogando videogame. Mas tinha que esperar, então foi andar pelo lugar. A chácara tinha um parque bem grande, com o lugar onde faziam as cerimônias de casamento. Uma área arborizada. De repente, viu um gambá. Com tanta chuva, era comum aparecer um bichinho desses. Achou engraçado e seguiu ele, se afastando cada vez mais. O gambá entrou num arbusto. Nico viu uma construção pequena, um quartinho, provavelmente onde guardavam umas coisas. Virou pra voltar quando ouviu uns barulhos. Intrigado, se aproximou na surdina e conseguiu ver duas pessoas do lado do quarto, debaixo de um telhado. Reconheceu a tia dele. Minha mãe e o cara era com quem ela tinha dançado. Era um amigo do pai dele, chamado Ismael. Tava comendo a boca dela. Se escondeu entre os arbustos, mas não conseguiu evitar de continuar olhando. Ele passava a mão nela e minha mãe deixava. Amassava os peitos dela e pegava na bunda dela. Agarrou a nuca dela, forçando ela a descer. Mamãe tava de cócoras na frente dele, que desesperado abria a calça. Minha mãe ficou surpresa ao ver o que o amante dela tinha entre as pernas. Ficou admirando aquele pau que se erguia. ereto na frente dela. O coração dela disparava ao ver o pedaço que ia comer. "Cê gosta do meu pau, Clarita?" ele dizia, se masturbando quase em cima do rosto dela. Ela se lambia. Era bem maior que o do marido dela. Tava com vontade de provar aquele membro, de levar ele pra boca. "Você vai chupar ele todinho." Mamãe segurou aquele vergalhão grosso com a mão direita e colocou os lábios na ponta da glande. Tava tão quente, a mistura do álcool com a excitação do momento. Não era de chupar, mas queria agradar o macho dela. Aos poucos foi engolindo mais até ter a cabeça inteira na boca. "Ahhhhh Clari, siiiim" Mamãe gemia enquanto chupava, de olhos fechados. Nico via atônito a cabeça da tia se movendo, engolindo o pau do amigo do pai. Não era uma expert, mas fazia o possível pra satisfazer ele. Tava bem cachorra, bem molhada imaginando como seria ter aquele pedaço dentro dela. "Mete em mim, me come." Disse a mãe de família, totalmente entregue ao macho dela. Se colocou com as mãos na parede. Fechando os olhos. Esperando. "Como vou te comer. Vou te comer todinha, Clarita." "Sim, me come, me come." Respondia com voz de puta. Ele levantou o vestido dela e puxou a calcinha pro lado, pra depois enterrar devagar. Lentamente. Ela sentiu o pedaço quente entrando na buceta dela. Começou a ofegar. "Ohhh sim, Clara. Ohhh siiiim. Que apertadinha!" Ele dizia enquanto enterrava mais pra dar as primeiras estocadas. De pouco em pouco, metia cada vez mais fundo. Ela ofegava em êxtase. Mordia os lábios. Virava o rosto de um lado pro outro. Fazia muito tempo mesmo que não era comida. Algo imperdoável. Nico, por sua vez, tava se masturbando vendo a cena. Era tipo um filme pornô ao vivo. Só que a protagonista era a tia dele. Com quem já tinha batido uma em alguma oportunidade. Ismael segurava ela firme pelas cadeiras e metia cada vez mais fundo. "Ahhh, que buceta quentinha que você tem." "Ahhhh siiiim, meu amor." Continuava dizendo. Agora ele estocava mais forte. "Uhh Ahhhh AHHH ela gemia, mamãe." Mistura de dor e prazer. Ele segurava ela pelos ombros e falava baixinho no ouvido dela. "Tá gostando, hein, putinha? Falei que ia te foder." Isso deixava ela louca. Ele aumentava o ritmo cada vez mais. Metia fundo. PLAF PLAF PLAF se ouvia. O barulho da carne batendo. AHHH AHHHH UHHH ela gemia, mamãe aguentando as pancadas como uma campeã. As perninhas dela tremiam. Não aguentava mais. Teve o primeiro orgasmo. Se estremeceu. Algo percorreu o corpo inteiro dela. Sentia algo que não sentia há anos. Ela desabou, e Ismael virou ela de barriga pra cima, com as pernas bem abertas pra receber o pau dele de novo. Ohhh siii, adoro sua bucetinha apertada. "Não te comem em casa, é? Hein?" "AHHHH MMMAHH UHHH" ela gemia, com a respiração ofegante. Ele continuava furando ela com aquela vara. Parecia que ia rasgar ela. As bolas dele batiam na buceta dela. PLAF PLAF PLAF AHHHH AHHHHHH AHHHHHH ela gemia. Parecia uma cadela no cio. De qualquer jeito, ninguém ia ouvir ela lá dentro. "Ohhhhhhh OHHHHH OHHHHHH CLARAAAAAA EU VOU AAAAAA" "Não" Ela tentou tirar ele, mas ele gozou tudo dentro. "Ahhhh ahhhhhh" Ismael gemia, em êxtase. "SIIII Que gozada. Uff." Tentando recuperar o fôlego. Mamãe empurrou ele pra cima, e ele se deitou ao lado dela. Nico viu a tia dele de pernas abertas, escorrendo porra. AHHHH ele gritou e se cobriu. "Merda" Disse Ismael, e depois riu. "Vem cá, amigão." Ele balançou a cabeça, dizendo que não. "Não é o que parece" Disse mamãe. "Qual é, ele não é burro. Com certeza viu tudo." "E olha o que você tava fazendo." Apontou pro pau dele duro. Nico guardou rapidamente. Minha mãe não acreditava. Em que enrascada ela tinha se metido. O sobrinho dela tinha visto ela sendo fodida como uma puta contra a parede. "Viu como sua tia dá?" "Nico, meu amor, preciso que você não conte nada, por favor. Isso ia afetar muito seu primo. Vai ser segredo, tá? Vem cá." Disse minha mãe, desesperada. Nico se aproximou, nervoso. Ismael não dizia nada. Minha mãe abaixou a calça dele. deixando o pau dele de novo de fora. "Vai ser nosso segredinho, né?" — falou, deitando ele e começando a chupar o pinto dele. "Mmmm ahhhh, esse também é grande." "Mmmmm." O fato de estar cometendo incesto deixava ela muito excitada. Ela alternava entre um boquete e uma punheta. "Depois que te vi pelado sem querer naquela vez, soube que você ia ter uma piroca enorme." — disse ela, lembrando de um incidente que tiveram. "Mmmm enorme." Chup chup chup "E que bolas!" "Ahhhh tiaaaa" "Você gosta de como a tia chupa o seu pau, bebê?" "Ahhhhh ahhhhhhhhhh" Três jorros saíram disparados. Sujando o rosto da minha mãe, o cabelo dela. E não paravam de sair. "Ai, meu Deus!" "AHHHHH TIAAA Aaah" Ele estava esvaziando as bolas dentro da minha mãe. "Bom. Vai ser nosso segredinho?" Nico balançou a cabeça que sim. Mamãe se lavou num tanque que tinha ali. Molhou um pouco o rosto e se arrumou como pôde. Depois de um tempo, voltaram. Eu vi ela entrar com o Nico. "Mãe, cadê você?" "Saímos com o Nico pra caçar um sapinho." "E o que aconteceu com você?" "Eu escorreguei e caí. Acho que bebi um pouco demais. E você sabe como sua mãe é desastrada..." Já estava amanhecendo e finalmente a festa tinha acabado. Tomamos um café da manhã e fomos embora de uma vez. Mas ainda faltava a viagem de volta, que seria um parto. Não tinha ninguém que pudesse nos levar pra casa.

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