Meu pai come minha namorada na minha cara

A verdade é que essa é uma situação estranha e que eu ainda não digeri muito bem. Sempre pensei que todas aquelas histórias que a gente vê na internet são muito exageradas e que nunca ou quase nunca acontecem na vida real. Mas uns vinte dias atrás, percebi o quanto eu estava enganado. Bom, antes de começar a história em si, vou contar um pouco como a gente é e tal. Eu me chamo José, tenho 27 anos, meço 1,85 e malho de vez em quando, não sou nenhum Adônis. Minha namorada se chama Irene, tem 26 anos, é muito gostosa, mede 1,75, cabelo moreno puxando para castanho, com um peito 96. Ela é simpática, divertida, geralmente se veste bem provocante e é bem ativa na cama. Uma das coisas que mais chama a atenção nela é como a pele dela é branca. É muito difícil ela pegar um bronzeado e no verão ela quase não pega cor. A gente já está junto há quase dois anos e temos planos de casamento, mas por causa de estudo e trabalho, quase nunca vejo meus pais, e no último Natal a Irene não pôde ir conhecê-los. No entanto, há cerca de um mês e meio, meus pais me ligaram. Era o aniversário do meu pai, 49 anos, e eles queriam que a gente fosse visitá-los para comemorar e, de quebra, conhecer a Irene. A ideia me pareceu boa, mas o problema era a data, já que em meados de maio era difícil conseguir alguns dias de folga. A Irene podia, porque agora ela não está trabalhando, mas eu teria que ficar pedindo favores que depois teria que pagar, provavelmente no verão. Mesmo assim, consegui trocar com alguns colegas e usei uns dias que tinha, e no final consegui 6 dias (de quarta a segunda). A Irene estava feliz, já que queria conhecer meus pais. Na terça, ela se dedicou a arrumar as malas, e na quarta de manhã a gente pegou o carro e partiu. Durante o caminho, fomos ouvindo música, conversando, etc. Irene: Bom, finalmente vou conhecer seus pais. Você acha que vou cair nas graças deles? Eu: Com certeza!, não se preocupa. Irene: Tem alguma coisa o que preciso saber pra não pisar na bola? Eu: Não, que eu saiba não. Meu pai trabalha como chaveiro e é bem caipira. Minha mãe é mais da cidade. Irene: Pai chaveiro e caipira? Quer dizer que ele é bem «fechado»? Eu: Bom, um pouco. Irene: -olhando pela janela- Já falta pouco. Eu: Não. Ainda falta um pouco. Meus pais não estão na cidade, estão numa casa de campo do meu tio. Meu tio tem uma horta e animais, mas como ele quase nunca está, meu pai vai lá dar comida e essas coisas. Seguimos por quase mais uma hora até chegar. Minha mãe saiu pra nos receber. Tava tão gostosa como sempre (minha mãe chama Isabel e tem 48, se conserva muito bem e com o peito arrumado tinha ganhado muito). Maria: Oi! Como vocês estão? Fizeram boa viagem? Eu: Sim, mãe. Isabel: Vem cá me dar um beijo. Eu: Vou – cheguei perto e dei dois beijos-. Bom, quero te apresentar a… Isabel: Irene. Oi! Nossa, meu filho não mentia. Você é muito gostosa. Irene: Muito obrigada, a senhora também está muito bem. Isabel: Obrigada, filha. Mas – pegando nos peitos – já dei uma arrumadinha aqui. Irene: Sério? Nem parece. Isabel: Obrigada e, aliás, não me trate de senhora. Me faz sentir mais velha do que sou. Irene: Como a senhora quiser. Isabel: De novo? Irene: Desculpa. Isabel: Venham. Entrem pra dentro. José estaciona o carro direito, não deixa aqui no meio. Minha mãe e a Irene entraram enquanto eu estacionava o carro. Minha mãe sempre foi muito simpática e acho que a primeira impressão foi boa. Além disso, o comentário sobre os peitos acho que quebrou o gelo. Quando entrei, minha mãe tava mostrando a casa pra Irene, então fui pra sala e sentei esperar. Logo meu pai entrou (meu pai tem 49, é alto, magro e forte; resultado de viver se mexendo, junto com o exercício do campo e uma genética boa). Pedro: Isabel! Isabel! Achei que ouvi… Ô, rapaz! Como cê tá? Que bom te ver! Tá aqui há muito tempo? Eu: Bem, tô bem. Tô aqui há 10 minutos. Pedro: E a sua mãe? Olha só, não me avisar. Nesse momento, Irene e minha mãe entraram na sala.
Isabel: Não te avisei porque você tava com os cavalos, dando comida pra eles.
Pedro: Mas podia ter me avisado – olhando pra Irene – Você deve ser a Irene, né?
Irene: Isso mesmo. Prazer em conhecê-lo.
Pedro: Puxa, puxa. Acho que você ficou devendo. Sua namorada é espetacular. Muito gostosa, embora você devia pegar um pouco de sol.
Irene: Muito obrigada, mas o sol não tem jeito. Sou de pele branca e por mais sol que pegue, não fico morena. Os médicos dizem que tenho pouca melanina ou algo assim.
Pedro: Bom, sem problema. Negra ou branca, você é linda. Mas tá muito coberta – olhando pra mim – Você não disse pra sua namorada o calor que faz na Andaluzia nessa época de maio? O frio do norte te apagou os neurônios?
Eu: Não é isso. É que lá fazia frio e, bem...
Isabel: As roupas que vocês trouxeram são de frio?
Irene: Não são de frio, trouxe roupa de verão. Quantos graus faz?
Pedro: Faz trinta e tantos. Se eu fosse você, tirava esse moletom ou vai começar a suar.

Fomos pro quarto que tinham preparado pra gente, que era o mesmo onde eu ficava quando pequeno, mas com a cama trocada. Nos trocamos e descemos. Durante o almoço, ficamos conversando, contando como a gente se conheceu, etc. Eles queriam saber como era a Irene, os gostos dela, a família e essas coisas. Depois de uma comida bem boa e farta, fomos tirar uma soneca (entre a viagem, acordar cedo, a comida e o calor, era quase obrigatório).

Depois da soneca, levantamos e tomamos banho. Minha mãe disse que a gente ia jantar na casa de uns vizinhos. Os vizinhos eram a Sofia e o Luís. Os dois três ou quatro anos mais novos que meus pais e com uma aparência bem parecida. O jantar foi legal e depois vimos um filme. Aí voltamos pra casa e fomos dormir.

A verdade é que nesse dia não rolou nada de mais, só que a Irene se dava super bem com meus pais, principalmente com meu pai; mas nada fora do normal. Na manhã seguinte, acordamos e, enquanto tomávamos café da manhã, meu pai chegou. Pedro: Bom dia, dormiram bem? Irene: Sim, obrigada. Essa cama é muito confortável. Pedro: É que o colchão é novo, vocês estão estreando. José, preciso que você venha comigo para me ajudar com as ferraduras de um cavalo. Eu: Tá bom, mas... Isabel: Não se preocupa. Ela vem comigo pra piscina da Sofia – em tom de brincadeira – pra ver se a gente pega o moreno, hahaha. Irene: Mas não trouxe biquíni. Isabel: Relaxa, a gente dá um jeito. Eu fui com meu pai e elas foram pra piscina. Depois de quase duas horas de vai e vem e de fazer mais coisa do que só ferra o cavalo, finalmente terminamos. Estávamos suados e, depois de um banho rápido e vestir uma sunga (meu pai me emprestou uma), fomos pra casa da Sofia. E quando cheguei, levei um sustinho: as três estavam peladas tomando sol nas espreguiçadeiras! Me surpreendeu, mas nem tanto. Meus pais eram nudistas e adoravam ir pra praias de nudismo, inclusive já tinha ido com eles várias vezes; e a Irene também gostava, e a gente já tinha feito isso algumas vezes. Pedro: Caralho, que visão! – fazendo uma reverência – Senhoras, aos seus pés. Irene, tudo que eu falei ontem parece pouco. Você tá maravilhosa! De quem foi a ideia? Isabel: Então, viu. Como ela não tinha biquíni, a gente tava procurando um, mas aí surgiu o papo de nudismo e ela disse que também curtia, e aí, viu. A verdade é que a Irene tava um espetáculo. Deitada, pelada, de óculos escuros, sem nenhum pelo (só na cabeça) e com a pele branquinha. Pedro: Bom, com a permissão de vocês, vou entrar na onda também. Meu pai tirou a sunga e deixou à mostra uma bela pica. A dele era quase do mesmo tamanho que a minha (18 e pouco), mas um pouco mais grossa. Já tava meio dura. Isabel: O que foi? Quando a gente fica pelada, não fica assim – olhando pra Irene – isso é culpa sua. Irene: – rindo – Isso prova que o que ele fala de mim é verdade e que não é só da boca pra fora. Pedro: Por acaso você duvidava? O resto De manhã, passamos o tempo na piscina. Todo mundo conversando e comentando coisas, menos meu pai, que tava mais preocupado com a Irene do que com qualquer outra coisa. Por um lado, não tava muito a fim de ver ele olhando pra ela daquele jeito, mas por outro, tinha que me colocar no lugar dele. Quando a gente ia pra praias de nudismo, vários caras ficavam de olho nela, então acabei relevando. Quando chegou a hora do almoço, a gente se vestiu e comeu. Depois voltamos pra casa e tiramos um cochilo. Pra janta, comemos em casa de novo, mas depois saímos pra tomar umas coisas. A Irene colocou uma saia jeans curta e uma camisa com um decão generoso. Minha mãe e a Sofia também foram bem provocantes, mas um pouco menos. Fomos pra uma cidade vizinha na van do meu pai e chegamos num pub não muito cheio. Quando chegamos, sentamos numa mesa e começamos a tomar uns drinks. No segundo drink, a Irene me puxou pra dançar. Depois de alguns minutos, meu pai chegou e pediu pra dançar com ela, e eu deixei. Quando voltei pra mesa, a Sofia tava lá. Eu: — E a minha mãe? Sofia: — Sei lá. Tava dançando com o Luís, mas não tô vendo eles. Só vejo seu pai e sua mina, e bem animados. Cuidado que ela te rouba. Eu: — rindo — Acho que não. A verdade é que meu pai e a Irene dançavam bem colados e ela não fazia muito pra evitar. Depois de uns cinco minutos, minha mãe e o Luís chegaram. Eu: — Onde vocês estavam? Isabel: — A gente foi no banheiro. Eu: — Muita Booty? Isabel: — Sim, mas já baixou. A Sofia e o Luís riram. Eu não peguei a piada, porque olhei pra minha namorada e vi ela dançando abraçada com meu pai. Ele tava falando umas coisas no ouvido dela e ela ria. Depois de alguns minutos, voltaram pra mesa. A gente continuou conversando e bebendo até voltar pra casa e ir dormir. Durante o caminho de volta, não falei muito, pensando na dança do pub e no que a Sofia disse sobre eu tomar cuidado, mas quando cheguei em casa, decidi esquecer e não dar muita importância, pensando que tinha visto coisas que não eram tão graves assim. De manhã, acordei umas... Dez e meia. Irene não estava na cama. Desci pra cozinha e encontrei minha mãe. Eu: Cadê a Irene? Isabel: Com seu pai. Ela queria ver os bichos que têm aqui e seu pai tá mostrando pra ela. Eu: Ah… tá. Faz tempo que tão lá? Isabel: Não, uns quinze minutos. Por quê? Eu: Nada, por nada. Nessa hora eles chegaram rindo. Irene: Oi, faz muito que você acordou? Eu: Não, faz pouco. E você? Irene: Umas horas, mais ou menos. Eu: Vendo os bichos? Irene: Sim. Queria ver o que tem por aqui. Não curti muito o jeito que eles sorriam, ainda mais depois do que rolou na noite anterior com a dança. A real é que a situação tava me deixando incomodado, mas eu tentava disfarçar e não falar nada pra não criar um climão. Meus pais e Irene se davam bem, e eu tava muito de boa com Irene e não queria estragar tudo. Durante o almoço e a tarde toda, meu pai não parava de olhar pra Irene. Meu pai sentou do lado da Irene quando fomos comer; eu fui sentar do outro lado, mas minha mãe falou pra eu deixar ela ficar ali, então sentei na frente da Irene (a mesa era redonda). Durante o almoço, vi como meu pai colocava a mão nas coxas da Irene e ela não fazia muito pra evitar. A mão dele ficava pouco tempo, mas ele repetiu várias vezes. Durante o jantar, continuaram com essa "brincadeira", mas dessa vez vi menos, porque a Sofia e o Luís vieram jantar e eu fiquei no lugar mais longe da Irene e do meu pai, que tava do lado dela de novo. No fim do jantar, minha mãe sugeriu jogar cartas. Isabel: Que tal a gente jogar cartas? Pedro: Beleza. Irene: Sim, acho legal. Isabel: Tá, vou pegar e a gente joga quadrado. A real é que no começo não curti a ideia, mas depois achei bom pra esquecer esses pensamentos. (Antes de continuar, vou dar uma pausa pra explicar como funciona o jogo, caso alguém não conheça. Joga-se em duplas e todo mundo fica em círculo com seu Parece na frente. Cada um tem 4 cartas e colocam 4 cartas viradas pra cima no centro. Cada jogador pode trocar uma carta da mão por outra do centro, quantas vezes quiser, até trocar todas, e qualquer carta que estiver no centro pode ser pega por quem quiser. O objetivo do jogo é conseguir quatro cartas do mesmo número. Se alguém conseguir as quatro cartas iguais, precisa, por meio de uma senha combinada antes, avisar o parceiro pra ele gritar QUADRADO. Aí quem tem as 4 cartas iguais mostra pra verificar e ganha um ponto. Vence a dupla que fizer mais pontos, com o limite que cada um quiser. A dificuldade é que os outros jogadores podem gritar CORTO QUADRADO quando acharem que alguma dupla tem quadrado. Ao falar isso, têm que apontar qual dupla, ganhando o ponto se for verdade e dando o ponto pra outra dupla se for mentira. Claro que dá pra fazer gestos pra enganar os outros e forçar eles a gritarem CORTO QUADRADO quando é mentira, e assim ganhar o ponto. Se chegar num momento em que ninguém quer as cartas do centro, essas 4 são trocadas por outras 4 do resto do baralho. Como vocês veem, o jogo não tem muita dificuldade. Minha mãe foi buscar as cartas, mas quando voltou trouxe as cartas, uma garrafa de uísque e 6 copos. Isabel: Vamos dar uma emoção e diversão a mais no jogo. José e Irene, a gente costuma jogar de um jeito meio diferente. Pedro: É. A gente joga até quinze pontos, mas negativos. Ou seja, perde quem chegar a 15 e ganha quem fizer menos. Se uma dupla ganhar a mão, não soma nada e os outros somam 1 ponto. Aí todo mundo, menos quem ganhou a mão, toma um gole bem forte de uísque. Sofia: O jogo continua assim até chegar aos 10 pontos. Nessa hora, cada ponto a mais significa que tem que tirar uma peça de roupa. castigo, para o qual cada um deve levar cinco peças de roupa. O casal que chegar a 15 fica pelado e perde, ganhando quem tiver menos pontos, que terá o direito de dar um castigo aos perdedores. Isabel: Bom, o que acham? Irene: Pra mim tá de boa, parece… interessante. Eu não tinha gostado nada das novas regras que colocaram. Mas quando ia falar algo, meu pai me interrompeu. Isabel: Bom, já que todo mundo concordou, vamos formar os pares. Não vale ficar com seu marido ou namorado. Pedro: Irene, fica comigo. Isabel, fica com o Luís, e Sofia com o José. Não sabia o que dizer, mas todo mundo parecia concordar. Sofia: Vem. Vamos ver qual senha a gente faz. Não tava afim de jogar, mas todo mundo queria e eu não queria estragar. Sentei na mesa e decidi que tinha que evitar que meu pai e a Irene perdessem. Considerando como tava a situação, eu é que tinha que perder. Podia começar a falar "quadrado curto" sem sentido, mas isso ia ficar muito na cara, então resolvi fazer de um jeito mais sutil. Começamos a jogar e as mãos foram rolando uma atrás da outra. Comecei concentrado e perdi algumas vezes, mas com o que eu tava bebendo, tava difícil me concentrar no jogo. Quando me dei conta, minha mãe exclamou: Isabel: Vocês chegaram a 10! Ela tava falando da Irene e do meu pai. Eu tinha começado perdendo, mas depois ganhei algumas. Quando me toquei, eles tinham 10 pontos, eu e a Sofia 6, e minha mãe e o Luís 4. Não tinham ganhado nenhuma! É verdade que a Irene não joga muito bem, mas meu pai sim, e mesmo assim não tinham ganhado uma partida. A próxima mão foi ganha pelo casal da minha mãe, então eles tinham que tirar algo, mas como tava calor, meu pai só tava com três peças (camiseta, calça e cueca) e a Irene quatro (camiseta, calça, sutiã e calcinha), então continuariam bebendo até tirarem algo. Com 11, 7, 4, jogamos outra mão. Depois de pegar um par de cartas, eu ia Falei curto pra minha mina perder e assim eles ganharem, mas a Irene se adiantou e contou pra minha mãe. Era mentira, então tive que tomar outra igual à Sofia e ao meu pai, mas a Irene não. Ela tinha que tirar alguma coisa. Levantou e, olhando pro meu pai, tirou a camiseta deixando à mostra um sutiã preto bonito. Todo mundo zoava enquanto ela fazia isso e ela sentou de novo. Com 12, 8, 4 na mão seguinte, pra minha desgraça a Sofia ganhou ao perceber o que a minha mãe tinha. De novo a Irene perdia. Isabel: Vai, Irene! Nesse ritmo você fica pelada e todo mundo de roupa. Irene: Todo mundo não. Seu marido também. Pedro: Verdade. Meu pai levantou e tirou a camiseta, enquanto a Irene tirava a calça. Minha mina de calcinha e todo mundo olhando pra ela. Como podem imaginar, as duas mãos seguintes eles perderam (o resultado final foi 15 meu pai e Irene, 9 Sofia e eu, e 6 minha mãe e Luís. Quando perderam a penúltima, meu pai levantou e tirou a calça bem rápido. Já a Irene levantou e desabotoou o sutiã bem devagar (tenho que admitir que ver a Irene assim e o álcool me deixou de pau duro) se cobrindo um pouco os peitos com as mãos. Pedro: Vai! Mostra logo! Irene deixou o sutiã cair, mostrando os peitos lindos dela. Na mão seguinte, como perderam de novo, os dois levantaram e ficaram um do lado do outro. Pedro: No três a gente tira, ok? Irene: Fechou. Todos (menos eu): Um, dois, três!. Os dois cumpriram e tiraram tudo rápido e de uma vez. Meu pai deixou à mostra um pau duro, a Irene viu e riu. Irene: É assim que eu te deixo? Pedro: Pois é. Irene: Ferramenta boa. Os dois se deram um abraço rápido. Eu não tava achando graça nenhuma naquilo, ver sua mina pelada se abraçando com seu pai também pelado, os dois felizes por terem perdido. Levantei com a ideia de ir pro quarto. Eu: Irene, vou dormir. Te espero na cama. Isabel: Espera. Ainda tem a punição. Os ganhadores, Nós temos que aplicar o castigo – depois de se fazer um pouco de interessante – Amanhã vocês vão ficar o dia inteiro pelados. Como assim?! Isso já era demais. Eu já estava na porta da sala, todo mundo começou a rir e a falar. Fui falar alguma coisa, mas desisti. Vazei e fui pra cama. Me deitei e tentei pensar um pouco. Isso já estava passando dos limites. Uma coisa é se dar bem com sua nora, outra é ver ela pelada e ficar de pau duro. Tava imerso nos meus pensamentos quando, uns dez minutos depois de me deitar, a Irene entrou. Ela tava com a roupa na mão, a safada não tinha tido tempo de vestir. Jogou a roupa numa cadeira e se meteu na cama pelada (tava muito calor). Eu: Cê acha certo o que aconteceu? Irene: Do que você tá falando? Eu: Do que vai ser? De você se exibir pelada na frente do meu pai e deixar ele de pau duro. Irene: O que você quer que eu faça? Era um jogo e essas eram as regras. Além disso, ele sempre fala que eu sou muito gostosa, e seu pai é homem. É uma reação normal. Eu: Também é normal os abraços e os olhares? Irene: Ué, sim! Qual é? Seu pai é homem e, pra falar a verdade, ele não é nada mal! Se der, eu como ele! É isso que você quer ouvir? Então já falei! Eu: Mas o que você tá dizendo? Cê tá bêbada. Irene: Pode ser que sim, pode ser que não. Mas agora me deixa em paz que quero dormir. Como eu já disse, a Irene é bem provocante e ousada, embora eu ache que ela passou dos limites. Deixei ela dormir e eu também fui dormir. Na manhã seguinte, acordei e a Irene ainda tava dormindo. Fui pra cozinha e lá estava minha mãe. Isabel: O que foi? Dormiu bem? Eu: Sim. Peguei um pouco de café e uma torrada. Daí a pouco chegou meu pai pelado. Ao vê-lo, estranhei. Pedro: O que foi? A aposta, já esqueceu? Eu: Ahh... é, claro, a aposta – porra, tinha esquecido dela. Pedro: E sua namorada? Eu: Por quê? Não viu ela o suficiente ontem? Pedro: Vi, mas ver uma mulher como sua namorada pelada é um presente e disso nunca vou me cansar. Nesse momento, Irene entrou. Tava nua. Veio até mim e me deu um beijo, depois foi até meu pai e deu um beijo perto dos lábios dele, e aí deu outro na minha mãe. Depois sentou na mesa do lado do meu pai, na minha frente. Pedro: Que cara é essa. Ressaca? Irene: Acho que sim. Isso e a cama. É nova, mas diferente da minha, e tô com uma dor nas costas na parte de baixo. Pedro: Se quiser, posso te dar uma massagem pra aliviar. A Isabel pode confirmar. Isabel: É, verdade. Ele não é um expert, mas manja um pouco. Meu pai levantou e ficou atrás da Irene, que tava sentada num banquinho. Começou a massagear ela, e Irene respondeu fechando os olhos. Durante a massagem, me pareceu que meu pai descia mais das costas e ficava acariciando a bunda dela. Levantei como se fosse pegar um pouco de água e vi que era verdade. Meu pai tava passando a mão na bunda dela e nem tava ligando. Eu: Acho que já deu. Pedro: Pô, que chato você é! Devia relaxar um pouco e não ficar tão tenso. Bom, vou pro curral, volto depois. Mas antes vou me vestir – olhando pra Irene – não quero me encher de merda. Irene: Fica tranquilo, entendo. O resto da manhã foi tranquilo. Irene andou pela casa toda nua, e meu pai passou o tempo no curral com os bichos. Na hora do almoço, meu pai voltou, já pelado, e comemos. Depois fomos pra sala ver um filme. Meu pai e Irene sentaram no sofá do meio, meio largados, de um jeito que só cabiam os dois. Minha mãe e eu sentamos no outro. Ele colocou um filme, mas eu tava mais ligado onde a mão do meu pai tava e o que a Irene fazia. Quando a gente tava uns 20 minutos de filme, minha mãe me chamou pra ir na cozinha. Eu: O que você quer? Isabel: Senta. Eu: – sentando – Fala aí. Isabel: Sabe? Acho que você não é cego nem burro. Então, suponho que já percebeu o joguinho que seu pai e a Irene tão tendo. Eu: Sim. Isabel: E o que você acha? Eu: Não me sinto muito à vontade. Ver sua namorada e seu pai se pegando não é algo que me interesse. Aliás, o que você acha disso? Tudo bem pra você? Isabel: Sim. Eu: Como?! Tá falando sério?! Isabel: Cala a boca!, não grita tanto. Olha, filho, vou te contar uma coisa. Seu pai e eu, há um tempo, praticamos troca de casais. Eu: Troca de casais? Isabel: Sim. Desde uns dois anos. Por exemplo, com a Sofia e o Luís. Seu pai já comeu a Sofia várias vezes, e eu comi o Luís. Outro dia, no bar, quando você disse que não me achava, eu tava no banheiro chupando o pau dele. Eu: É sério? Não esperava por isso. Isabel: Pois é. Eu: E por que você tá me contando isso? Isabel: Primeiro, pra te dizer que não me importo se seu pai paquera ou come outras, eu também faço o mesmo. Segundo, a Irene. Seu pai gosta da Irene desde que a viu. E tá claro o que ele quer. Eu: Mas a Irene não quer transar com ele. Isabel: Tem certeza? Quantas mulheres você conhece que ficam peladas na frente de um homem, deixam ele se esfregar, tocar, olhar, falar que ela é gostosa, que tem uns peitões, e depois de tudo isso sentam do lado dele, os dois nus? Sua namorada, querendo ou não, é meio piranha. Ela gosta disso, senão já tinha parado. Além disso, outro dia ela me disse que não se importaria de dar pro seu pai. Eu: Como?! Isabel: Sim, é verdade. Eu: Mas minha namorada quer me chifrar com meu pai?... O que eu faço? Isabel: Olha. Quando duas pessoas querem foder, acabam fodendo. Pelo que vejo, você tem duas opções. A primeira é entrar na sala, começar a falar merda e ter um puta chilique. Isso vai fazer sua namorada ficar puta, seu pai ficar puto, vocês terminarem, você ir embora e eles transarem. A segunda opção é aceitar, dar seu aval. Seu pai ia te agradecer pra caralho e sua namorada ia ficar feliz, você não precisaria terminar e eles iam foder muito mais sossegados. Eu: Pelo seu jeito de falar, deduzo que você prefere a segunda. opção. Que eu seja um corno manso. Isabel: Olha. Como te falei antes, sua namorada é meio puta. Pelo jeito que se comportou aqui, imagino o que faz por aí. Acho melhor saber que sua namorada dá pra outros e que esse outro seja alguém que você conhece, do que ela ficar fazendo isso por aí sem você saber. Com seu pai, você não corre o risco de ela te largar por ele, e sabe quem tá comendo ela. Se você gosta dela, e acho que sim, vai saber que é a melhor opção. Além disso, talvez você até curta, tem muita gente que adora ver as esposas ou namoradas sendo comidas por outros. Dá uma olhada na internet e você vai ver. Respondendo ao que você disse antes, quero que você seja um corno manso, pelo menos essa semana. O que eu faria era sair e deixar eles fazerem o que quisessem. Quando vocês forem pra casa, conversa com a Irene e decide o que quiser, mas não estrague tudo com seu pai por causa de dois dias. Minha mãe se levantou e foi pra sala. Eu fiquei uns minutos esperando na cozinha. Não queria brigar com meus pais, e o que minha mãe disse sobre quando dois querem foder, é verdade. Depois de pensar muito, decidi seguir o conselho da minha mãe. Ia deixar eles e na terça-feira conversar com a Irene. Fui pra sala e me sentei. Os três ficaram me olhando. Eu não falei nada e comecei a ver o filme. Depois de alguns minutos, meu pai começou a acariciar os peitos da Irene enquanto os dois me olhavam. Vendo que eu não fazia nada, meu pai desceu a mão até a buceta da Irene. Ela abriu as pernas e meu pai começou a brincar. Vendo que não tinha reação da minha parte, meu pai beijou a Irene enquanto com uma mão tocava os peitos dela e com a outra a buceta. Irene soltou vários gemidos. Minha mãe estava como se nada fosse. Depois de uns dois minutos, eles pararam. Os dois ficaram quietos me olhando. Pedro: José. Você tem uma namorada estupenda e eu adoraria comer ela. Me dá sua permissão? Eu: – depois de alguns segundos em que olhei pra minha mãe e ela balançou a cabeça dizendo sim – Sim. Irene: Obrigada, amor. Você não sabe a vontade que eu tô de Enfiar esse pau em mim. Adoro que você me deixe foder com outro. Pedro: Beleza – olhando para Irene – Dá tchau pro seu futuro namorado corno e vamos fazer uns chifres bem grandes crescerem nele. Irene: Tchau, futuro namorado corno. Vou foder com seu pai. Pedro: E você, filho. Dá tchau pra sua namorada. Deseja uma boa fodida pra ela. Eu: Tchau. Irene: Tchau, e mais o quê? Eu: – quase sem olhar pra eles – Que você tenha uma boa fodida. Pedro: Vamos fazer na cama de vocês, pra ser a primeira trepada da cama. Meu pai e a Irene foram pro quarto. Eu fiquei na sala com minha mãe vendo o filme sem pensar em nada. Em poucos minutos comecei a ouvir gritos da Irene e do meu pai: «Mete mais forte, fode a namorada do seu filho» «Faz ele de corno direito» etc. Minha mãe olhou pra mim. Isabel: Você fez o que devia. Eu: Acho que não precisava dessa humilhação dos dois. Isabel: Tanto faz. É o jogo deles. Você segue e pronto. Agora é sobre eles se divertirem. Se é o que querem, faz e acabou. Eu continuei vendo o filme. Umas meia hora depois, meu celular tocou. Era a Irene: «Vem». Levantei do sofá e fui pro quarto. Quando entrei, Irene tava de bruços com meu pai em cima metendo no cu dela. Pedro: Entra. Só queríamos que você visse como eu meto no cu dela. Ela disse que você não deixava. Irene: Mmm… Continua… Olha a puta da sua namorada sendo fodida pelo seu pai! Isso é foder, não a merda que você faz! Vaza e me deixa! Já te aviso! Voltei pra sala. Sentei e continuei vendo o filme que já não me interessava mais nada. Como era possível a Irene ter virado uma puta tão de repente? Decidi ignorar tudo. Que fizessem o que quisessem. Depois de quase duas horas desde que foram, que eu acho que devem ter transado várias vezes, o celular tocou de novo. Era a Irene: «Vem, e sua mãe também». Falei pra minha mãe e fomos pro quarto. Quando chegamos, Irene tava deitada na cama de barriga pra cima com as pernas abertas e meu pai beijando ela do lado. Irene: Deita aqui do meu lado. Quero que você coma a buceta com a porra quentinha do seu pai.
Eu: — O quê?! Isso, não!
Isabel: — Pra que eu vim, então?
Pedro: — Pra ver o corno do seu filho comer a gozada do pai na buceta da puta da namorada dele.
Irene: — Vamos, tá esperando o quê?
Eu: — Não quero.
Isabel: — Vai, filho. É gostoso. Quem sabe você até gosta. Não faz essa feiura pra sua namorada. Ela quer.
Eu: — Tô fora.
Irene: — Se não fizer o que eu mando, vou te largar. Você que sabe.
Eu: — Você não tá falando sério.
Irene: — Acho que nesses dois dias eu já te mostrei do que sou capaz, então não me testa.

A seriedade no rosto dela me fez ver que era pra valer. Quando a Irene falava sério, sempre fazia aquela cara. Eu não queria que ela me largasse. Depois de alguns minutos, decidi engolir o pouco de orgulho que me restava e falei que sim. A Irene continuava deitada pra evitar "derramar" meu prêmio. Eu me deitei e ela virou rápido, colocando a buceta na minha boca. Caíram umas gotas de sêmen em mim.
Irene: — Tá esperando o quê? Chupa.
Do jeito que deu, comecei a chupar a buceta dela. Era nojento.
Irene: — Isso aí.
Pedro: — Que corno bom que ele tem!
Irene: — Pois é.
Isabel: — Como ele chupa bem. Tô muito orgulhosa de você, filho. Continua até deixar limpinho.

Quando terminei, levantei e fui pro banheiro tirar aquele gosto nojento da boca, enquanto eles continuavam conversando no quarto. Fui pra sala e minha mãe chegou.
Isabel: — Seu pai e a Irene tão tomando banho.
Eu: — *de má vontade* — Valeu pela informação.
Isabel: — Vou te contar uma coisa. Tudo aquilo do jogo de cartas e da dança foi combinado.
Eu: — Combinado?
Isabel: — Sim. Como eu te falei, seu pai gosta da Irene. Quando foram ver os animais outro dia, sua namorada chupou o pau do seu pai e foi aí que decidiram que iam se acertar. Me contaram e a gente organizou a dança, o jogo de cartas e…
Eu: — O quê mais?
Isabel: — A conversinha que a gente teve na cozinha.
Eu: — Vocês armaram uma cilada pra mim?
Isabel: — Não! Só queríamos conseguir uma coisa e… conseguimos! A verdade é que… Quase tudo o que eu disse é verdade. Eu: Mas, por quê? Isabel: Você tem que aproveitar. A foda com a mesma pessoa cansa. Tem que variar. E isso não precisa significar que um casamento acabe. Eu amo seu pai e vou continuar amando ele do mesmo jeito depois de ele ter comido a Irene. Do mesmo jeito que ele me ama quando eu vou pra cama com o Luís ou com outros. E se a sua namorada curte o papel de cuck consensual, então dá pra ela. Depois daquilo, fiquei pensativo e tudo se acalmou um pouco, embora naquela noite a Irene tenha passado o tempo todo transando com meu pai, a mesma coisa até voltarmos pra casa. Quando chegamos, Irene me disse pra eu ir me preparando que, a partir de agora, eu ia me tornar o cuck mais cuck do mundo e que a gente precisava visitar meus pais com mais frequência. Da minha parte, estou tentando digerir o fato de meus pais terem "transformado" minha namorada numa puta de verdade e, de vez em quando, eles me ligam pra me convencer a deixar ela fazer o que quiser e aproveitar, embora eu não tenha tanta certeza disso. É verdade que eu gosto um pouco dessa nova Irene, mas não ao extremo que ela leva e muito menos que ela fique me lembrando o tempo todo pra agradecer meu pai por foder ela tão bem. Quem diria que meu pai ia comer minha namorada na minha cara?

7 comentários - Meu pai come minha namorada na minha cara

fa_jose +1
los cuernos siempre son bien venidos, no importa quien te los haga crecer, van 10 ptos buen relato
Uf mi bro, con padres así que apoyo no, bueno por lo menos te puedes coger otras mujeres con confianza, la haces cornuda, disfruta como dice tu madre de tener sexo con varías, por qué ella goza y tú no? Mente bro 😁
Con una novia así 😜😅 carta abierta a coger con varías sin preocupaciones , así que no te estreses tanto, hazle caso a mamá, disfruta del sexo, que crezcan esos cuernos para ambos 😅😆😄 😁
Eso se llama traición de tu novia hacia ti y peor aun cómplices tus padres, goazaron a cuesta de tu dolor y humillacion.si eso hizo con tu padre que hará con otros, no vale la pena ella y por desgracia también tus padres.mejor alejarse no valen la pena
Este relato ya lo había leído por ahí. Una lástima porque me parecía muy bueno hasta que me di cuenta. Malisimo. Cuenta tus historias, no robes y las hagas propias