Espiando a mamãe 2

Na manhã seguinte, acordei com umas olheiras da noite mal dormida. Preferi tomar um banho pra espantar a preguiça. A vantagem de ter banheiro privativo é que ninguém me incomoda, nem preciso esperar se alguém tá usando. Depois do banho, me vesti e desci pro refeitório pra tomar café. Parece que eu era o único que faltava. Perguntei pra empregada onde todo mundo estava. Ela me informou que meu pai tava no escritório particular, minha mãe na biblioteca e minha irmã na piscina. Ouvindo isso, me apressei pra comer. Caminhei até a piscina e notei que minha irmã já tava saindo. Quando passou por mim, me deu um sorriso safado.

Como não vi nada interessante, fui pescar. Também ia aproveitar pra tirar um cochilo, porque se o que rolou ontem se repetir, quero estar bem descansado. Enquanto pescava, fiquei pensando no que vivi, no que aconteceu entre minha irmã e a Júlia. Aquele dia foi o melhor da minha vida inteira. Não queria parecer desesperado indo falar com a Priscila ou a Júlia sobre o ocorrido. O bom é que peguei um peixão. Depois, dormi na minha rede, ouvindo o barulho do rio.

Senti que me balançavam de um lado pro outro. Era minha mãe me chamando pra acompanhá-la nadar numa lagoa que se formava rio abaixo. Ainda com sono, falei que sim. Guardei todo meu equipamento de pesca, fui pro meu quarto, coloquei roupa numa mochila e me encontrei com minha mãe pra começar nossa excursão. Na caminhada, minha mãe e eu começamos a conversar sobre vários assuntos que envolviam cada um de nós.

— E no que você vai trabalhar, agora que terminou a faculdade? — minha mãe falou.
— Ainda não sei. — respondi.
— Pelo menos ajuda teu pai aqui, pra não ficar à toa.
— Relaxa, já vou pensar no que fazer.
— Só tava dando uma sugestão.
— Claro, claro, como você quiser.
— E mudando de assunto, já tem namorada?
— Não, mãe, ainda não encontrei a tal. — falei com sarcasmo, que intrometida que era minha mãe. — Não se preocupa comigo. vida amorosa.
- Ah, já entendi, você ainda é jovem, uma hora aparece alguém que te queira.
- É, pois é, já tamo chegando.

Depois de uma conversa nada produtiva com minha mãe, chegamos no lago. O bom desse lugar é que tinha um campão pra armar umas barracas. Minha mãe falou que ia nadar pra desestressar, enquanto isso eu estendi uns lençóis pra deixar nossas coisas.

- Ei, mãe, vou armar minha rede.
- Beleza, enquanto isso vou trocar de roupa, me passa minha mochila.
- Toma aqui.

O tesão de ver minha mãe se trocar me dominou. Armei a rede e me deitei pra tirar um cochilo, imaginando que ia até ela enquanto se trocava e metia nela no meio do mato.


Espiando a mamãe 2

—Mateo, você tá dormindo.
*Justo minha mãe, me tirando do meu sono.*
*Tenho o costume de que, se deito, apago na hora.*

—É, sim, aproveitei que aqui não tem barulho.

—Claro, aqui é tranquilo.

—Sim, bom, se me der licença, vou voltar a dormir.

—Tá bom, eu vou nadar um pouco, e depois faço o mesmo que você.

—Ok.

Levantei o olhar pra ver de que lado minha mãe ia ficar, mas o que vi foi melhor: minha mãe tava de fio dental entrando no rio. Que rabo gostoso ela tinha. Fiquei olhando até ela entrar toda na água.


mano

O sono me venceu, acabei dormindo, quase uma hora. Quando acordei, levantei o olhar pra ver onde minha mãe estava. Não tinha ninguém no rio, nem na cachoeira. Olhei se ela tava por perto de onde eu estava, e realmente tava atrás de mim, mas tava tomando sol, parecia que tava dormindo, me mostrando aquela bunda enorme.

creampie

Me levantei pra olhar ele melhor, a vontade de tocar aquela bunda foi maior que minha sanidade, eu tocava com as duas mãos, apertava, era tanta minha excitação que comecei a bater uma por cima da bunda da minha mãe.

gozada

Já sentia que tava perto de gozar, me virei de lado e acabei. Tirei um tempo pra me recuperar, e depois de um momento, entrei no rio pra esfriar a cabeça. Fiquei um tempão lá até que notei minha mãe se levantando e me avisando que já era hora de voltar pra fazenda. Comecei a me trocar e guardar todas as coisas, e minha mãe também foi se trocar. Depois, já estávamos no meio do caminho de volta. No percurso, eu só ficava de olho na bunda da minha mãe.

incesto

Era uma vista excelente, o movimento da bunda tava me deixando com tesão, isso eu tinha que contar pra Priscila quando chegasse. Quando cheguei, minha mãe falou pra eu tomar banho porque a comida já ia estar pronta, obedeci na hora. Antes de ir, vi minha mãe cumprimentando meu pai perto da cerca, ela se aproximou pra provocar ele a dar um tapão na bunda dela — essa foi a última imagem da rabeta dela naquela tarde.

irma

Jantamos todos, sem nenhum olhar meu ou da minha irmã. Pra matar o tempo, subi pro meu quarto jogar Resident Evil 6, e coloquei um som do Rammstein pra esquecer de tudo por um momento. Depois de duas horas, desliguei tudo e desci pra ver TV. Minha irmã tava vendo televisão, então, como a gente tava sozinho, cheguei perto pra contar o que aconteceu à tarde com a mãe.

— Priscila, você não sabe o que rolou com a mãe hoje à tarde. — comecei a conversa.
— Que foi? Conta, conta. — minha irmã levantou do sofá ao me ouvir. — Deve ser algo excitante, né.
— Sim, nossa mãe pediu pra eu acompanhar ela pra nadar no rio, na cachoeira. — respondi.
— É, continua. — disse Priscila. — Você viu ela pelada?
— Não, a roupa de banho que ela vestiu. — comentei. — Era uma fio dental minúscula.
— Com certeza queria que você visse a raba dela. — respondeu, se sentando de novo no sofá. — Que tremenda gostosa que ela é.
— Pra ela não falar que eu tava olhando. — falei, enquanto também me sentava. — Acabei dormindo um pouco, mas quando acordei, encontrei ela dormindo de bruços, mostrando a bunda.
— Que puta. — disse Priscila. — Imagino que você bateu uma punheta vendo aquela raba.
— Óbvio, até toquei. — respondi.
— Já tô vendo. — disse Priscila. — Essa noite ela vai transar pra caralho.
— Acho que sim, e dessa vez também vamos espiar. — falei.
— Talvez, mas tenho uma surpresa preparada pra você. — enquanto falava, ela sorria.
— Ah, que suspense.
— A gente se vê daqui a pouco, quando o filme acabar.
— Beleza.

Minha imaginação começou a voar, com as ideias que vinham na cabeça sobre o que podia rolar com minha irmã. Pensei que, dessa vez, finalmente ia comer minha irmã, sozinho.

Eu achava que o que a gente fazia era super normal entre irmãos, a gente experimentava tudo que o sexo pode oferecer, mesmo que incesto seja um assunto meio tabu. Naquela noite, meus pais, junto com os empregados, foram pra cidade curtir as festas que tavam rolando. De repente, a porta do meu quarto abriu e entrou minha irmã. comentando algo pra mim.
—Mateo. _ele me dizia_. Vamos pra balada da cidade.
—Sério. _eu respondi_. Vai te dar vontade de dançar.
—Sim, vamos. _ele me dizia, enquanto fazia carinhas pra mim_. Anda, assim você socializa um pouco.
—Beleza. _eu falei_. Deixa eu trocar de roupa, e você também vai se trocar.
—Siim, obrigada. _ela me agradeceu por acompanhá-la, enquanto me dava um beijo na testa_. Me espera na sala, já desço.
Bom, estamos de férias e o que é melhor do que ir pra uma balada? Me apressei pra me trocar e desci pra sala esperar a Priscila. Minha irmã estava vestida normal, com um moletom cinza, jeans e sapatos de salto preto. Não tinha se vestido de forma provocante, gostei disso.


sexo vaginal

—Mateo. _disse Priscila_. Que tal se a gente convidar a Júlia?
—Você vai atrás dela. _respondi_. E vai demorar pra achar ela no meio da multidão.
—Eu vou atrás, e relaxa, ainda é cedo.
—Ok, vou pegar a caminhonete. _falei_; ela tinha razão, ainda eram oito da noite.
Chegamos na cidade, estacionei na igreja, esperando minha irmã achar a Júlia. Sobrou pra mim esperar. Pra matar o tempo, acendi um cigarro, fiquei sentado mais de uma hora ouvindo o rádio, até que finalmente minha irmã apareceu.
—E achou ela? _perguntei_. Ou já cansou de procurar?
—Claro que achei. _respondeu_. Também encontrei nossos pais, e falei que a gente ia pra balada.
—O que eles disseram? _perguntei_. Que não, pra não beber muito.
—Algo assim. _ela disse_. Lá vem a Júlia.
Não podia acreditar, a Júlia vinha linda, blusa vermelha, calça e sapato preto, batom preto, estava uma gostosa, não consegui tirar os olhos dela.


Espiando a mamãe 2

—Tá me olhando tanto assim? _ela me disse, porque eu não parava de olhar pra ela_. Tem alguma coisa no meu rosto?
—Desculpa. _respondi na hora pra não ficar mal_. É que você tá linda.
—Ah, obrigada. _ela respondeu gentil_. Mas vamos, que tá ficando tarde.
—Relaxa, ainda é cedo. _minha irmã falou_. Além disso, falei com sua mãe que você vinha com a gente.
—Beleza. _consegui dizer_.

Chegamos na balada, era um lugar maneiro. Falei que ia estacionar a caminhonete, enquanto elas entravam, eu fiquei olhando a bunda da Julia, parecia que eu tava me apaixonando por ela.


mano

Deixei o carro e entrei, a música tava alta e a multidão de gente dançando era um clima que sempre curti. Parei pra procurar uma mina sozinha e gostosa. Fiquei de olho pra ver se tinha algum rosto conhecido, mas ninguém apareceu. A Priscila e a Júlia já tavam dançando com dois caras que pareciam ser trabalhadores da região. Dançavam bem colados e cochichavam no ouvido delas, que riam. Não enchi o saco, pode ser que queiram experimentar coisas novas.

creampie

Cheguei no bar pra tomar uns drinks. Depois de um tempo, uma mulher vestida com um vestido branco chegou perto de mim e me cumprimentou. Era gostosa, chutava entre uns 35 ou 40 anos, e com a escuridão e a bebida, ela me pareceu ainda mais atraente do que realmente era. Era daquelas biscates que chegam em você pra transar por dinheiro ou pra ganhar um drink. Achei ela gente boa, então paguei um coquetel pra ela e chamei ela pra dançar.

gozada

Ela tinha uns peitões grandes, no ritmo da música eu puxava ela pra perto de mim, sentia os peitos dela esfregando no meu peito, ela tinha um corpão; o corpo dela me parecia familiar, mas por causa do álcool e da escuridão não dava pra distinguir quem era. Por enquanto, não tava nem aí, coloquei minhas mãos na cintura dela e, de vez em quando, descia pra acariciar o começo da bunda dela.
Enquanto isso, de olho, via minhas minas, a Priscila e a Júlia dançando de costas sozinhas, talvez já não quisessem mais dançar com os caras de antes.


incesto

Parei de olhar pra elas e voltei a dançar com minha nova amiga. Ela tinha uma carinha redonda que me deu vontade de beijar. Na primeira vez que tentei, ela virou o rosto. Na segunda, segurei ela pela cintura e puxei pra perto, beijei com gosto. Puta merda, o bafo dela tava forte de álcool; com aquele bafo, percebi que ela tava podre de bêbada. Então, pra aproveitar, peguei na bunda dela.

irma

Levantei o vestido dela pra passar a mão na bunda e tocar na buceta, mas ela, adivinhando o que eu queria, se afastou de mim enquanto arrumava o vestido. Que delícia que era aquela bunda.

sexo vaginal

- Não exagera! — reclamei.
Enquanto ela arrumava o vestido, olhei de novo pra minha irmã, dessa vez me surpreendi, as duas estavam se beijando, puta merda, o álcool já tava começando a fazer efeito.


Espiando a mamãe 2

A puta continuou dançando colada em mim. Talvez quando eu levar ela pro banheiro pra foder, já deixe eu apalpar ela sem problema. Eu já tava com um puta tesão, e a mulher tirou um papel enquanto anotava o número dela, esfregou a bunda no meu pau por um bom tempo, enquanto se aproximava do meu ouvido pra falar algo e guardava o papel no meu bolso.
— Pra você me ligar, e essa esfregada é pra agradecer a dança. — ela dizia enquanto parecia que já ia embora. — Parece que tão te chamando.
Quando ela falou isso, virei pra ver quem tava me chamando; era a Júlia fazendo sinal pra eu ir até lá; quando virei, vi que a mulher já tinha ido embora, não tive escolha a não ser ir até a Júlia pra ver o que ela queria.
— Fala, Júlia. — perguntei. — Pra que você me chamou?
— É pra você ajudar sua irmã. — ela respondeu angustiada, e pela voz dava pra perceber que tava bem bebida. — Esses caras tão querendo passar a mão nela.
— Beleza. — falei. — Vem atrás de mim.
Fui até onde minha irmã tava, e realmente, eram os caras que tinham dançado antes, estavam esfregando ela contra eles como se minha irmã fosse uma boneca. Cheguei, peguei minha irmã pelo braço e falei com ela.


mano

— Beleza, mana. _falei pra ela_. Já vamos, você já tá muito bebida.
— Fala sério, mano, ela tá com a gente. _Aqueles filhos da puta ousaram me desafiar_.
— Não, mano. _Só falei isso mesmo, antes de levar minha irmã_. Vamos, Pris. _Tava com medo que esses caras quisessem brigar, claramente iam me moer de porrada, sendo dois contra um_.
Puxei minha irmã e sentamos numa mesa; enquanto ficava de olho pra ver se os dois sujeitos não vinham arrumar confusão; já na mesa, esperei o susto passar, pedi uns mojitos pra elas, ficamos mais uma hora, criei coragem pra conversar com a Julia.
— Já tá mais calma. _falei_. Que susto, hein, o que aconteceu agora pouco.
— É. _ela disse_. Todo mundo passou por um momento ruim.
— Melhor. _falei_. Já é tarde. _enquanto olhava pro celular_.
— É. _Julia me disse_. Quem era aquela que você tava dançando?
— Sério. _minha irmã também entrou na conversa_. Conheceu uma mina?
— Sim. _tive que responder pras duas_. Ela não disse o nome, só me deixou o número dela.
— Pelo menos já tem uma trepada garantida. _Priscila disse_. Espero que você ligue pra ela.
— É, liga sim, não se segura por nossa causa. _Julia disse_.
— Fica pra outro dia. _respondi_. Vamos embora que já é tarde.
— Beleza. _Priscila disse_. Deixa eu comprar umas cervejas pro caminho.
— Ok, espero vocês na caminhonete. _foi a última coisa que falei antes de ir pra caminhonete_.
Liguei a caminhonete, elas subiram, e a gente se preparou pra voltar; no caminho, o álcool subiu pra Julia, ela não conseguia falar de tão bêbada que tava, o pior é que ela tinha tomado a maioria das cervejas, eu e minha irmã estávamos meio altos, mas não muito, especialmente eu que tinha que dirigir.
Chegamos finalmente, ao ver que não tinha nenhuma outra caminhonete além da nossa, então nossos pais ainda não tinham chegado; ajudamos a Julia a descer, sentamos ela na sala, Julia ficou animada e começou a dançar com minha irmã.


creampie

Quando vi elas, minha excitação foi aumentando, mas a alegria da dança não durou muito, a Júlia caiu dormindo no sofá, não teve outro jeito senão levar ela e deitar na cama dela. Quando eu e minha irmã saímos, fomos pra cozinha tomar um pouco d'água, mas ela começou a dançar na minha frente, rebolava bem a bunda, pra me deixar tesudo.

gozada

—Puxa, como você mexe essa bunda. —falei pra ela. Mas beleza, vamos dormir.
Minha irmã não perdeu tempo e me mostrou um sorriso com um entusiasmo especial, sorrimos os dois compartilhando um vínculo de cumplicidade pelo que podia rolar daqui a pouco, só bastou eu balançar a cabeça, confirmando a dúvida dela. Pensando, depois de uma tarde gostosa com a mãe nadando e uma noite linda com a Priscila e a Júlia, a gente se divertiu na balada, e eu garantindo uma mina pra foder outro dia; deixando de lado o problema com os caras; minha irmã me propôs subir pros nossos quartos.
Bom, a gente foi pros quartos, mas ela não perdeu tempo e me agarrou pelo braço, quase me puxando pra dentro do quarto dela. Bom, já sabia o que ia rolar, porque ela tinha me dito na noite anterior que um dia a gente ia foder. Mas ia rolar foda ou só uma punheta mútua? Ia ter que descobrir daqui a pouco.
Já dentro do quarto dela, minha irmã chegou perto do meu ouvido e lambeu ele; que delícia que foi; parou e falou.
—Sobe na cama agora. —disse a Priscila com um tom autoritário.
—Claro. —foi a única coisa que respondi.
Obedeci minha irmã sem hesitar, porque tava morrendo de vontade de repetir a experiência da noite anterior, em segundos já estávamos os dois na cama, a Priscila já tinha fechado a porta e a gente começou a tirar a roupa.
Totalmente pelados, eu com meu pau duro igual a um mastro e a Priscila com a buceta depilada esperando carinho, talvez o melhor das nossas vidas. Num dado momento a gente já começou a se tocar e se acariciar, a temperatura dos dois ia aumentando. Ela se deitou de novo de barriga pra cima e abriu as pernas pra me ajudar a enfiar meus dedos na buceta dela.
—Vai, Mateus. —ela dizia. —Vai, acaricia meu corpo todo, não se segura, essa noite você pode fazer o que quiser comigo.
—Beleza, você vai ver que vai se divertir pra caralho. —respondi todo excitado. —Nunca vou me cansar de enfiar meus dedos nessa buceta gostosa, além disso Gosta que esteja depilado, dá um toque jovial.


incesto

Nessa posição, não dá pra aguentar muito tempo, a vontade de meter na buceta dela é grande, então, automaticamente, fui colocando a ponta do meu pau dentro da vagina dela, pra depois começar a roçar a buceta. Tenho que admitir que era uma roçada perigosa, mas naquele momento, a única coisa que eu queria era deixar ela mais excitada do que já tava. Nesse ponto, nosso controle foi se perdendo no tesão.
— Abre mais as pernas.
— Isso, Mateo, tô adorando essa roçada… aaahhh


irma

Num instante, minha irmã pediu uma pausa e, sentando-se, me mandou sentar na beirada da cama, porque era a vez dela cuidar do meu pau. Ela se deitou sobre meu pau e começou a chupar com uma puta maestria e, claro, como ela tava de bruços, aproveitei pra enfiar um dedo na buceta dela. Ela soltou um gemido agudo que me arrepiou de puro prazer.
— Isso é o que eu mais gosto em você. — falei sem parar de enfiar o dedo. — É muito gostoso ver você excitada.
— É muito gostoso, porque eu sou sua irmã… ah! — ela gritou de prazer quando comecei a meter e tirar o dedo bem rápido.
— Não seja boba, é a coisa mais linda.
— É verdade… Ah! Isso, continua mais rápido.


sexo vaginal

Começou a me acariciar, chupava minha pica inteira até chegar nas bolas, começou a lamber minha cabeça, e aí, em segundos, um jato de porra saiu, caindo na boca e no rosto dela, sujou a cara toda, parecia uma atriz pornô.
Enchi a cara da minha irmã de porra, era muito excitante ver ela!
- Que porra é essa! _Ela exclamou_. Tanta porra!
- Desculpa, não aguentei suas lambidas. _falei_.
- Nah… não tem problema.
- Ok.
- Foi bom. _ela disse, limpando com a mão parte do sêmen que tinha no rosto_. Bom, vou lavar a cara, não tem outro jeito.


Espiando a mamãe 2

Ela limpou o rosto com a blusa dela, ria enquanto com a língua começou a limpar meu pau, deixando ele impecável, caralho, ela tinha um talento oral do caralho. Quando terminou de lamber até o último resto de porra do meu pau, ela me perguntou.

mano

- Você topa fazer o mesmo comigo? Tô morrendo de vontade de você chupar minha buceta.
Sem tempo pra me recuperar, minha irmã se jogou no chão e começou a me dar outro boquete, enquanto eu fico por cima dela; parecido com um 69; eu tava com a cabeça entre as pernas dela e com minha língua me dediquei a lamber a buceta dela.


creampie

—Você é espetacular, Pris. —falei sem parar de lamber a buceta dela. Tô adorando fazer isso com você.
—Vai ser nosso grande segredo.

Depois de um tempo, decidimos trocar de posição: agora ela ficava por cima, e eu por baixo. Ela se contorcia de prazer enquanto eu enfiava meus dedos nela. Ela estava aguentando mais tempo do que eu, mas depois de alguns minutos, o orgasmo dela chegou, bem intenso, dava pra sentir o calor da buceta dela.

—Faz eu gozar. —ela pediu, gemendo.


gozada

Deitei minha irmã de barriga pra cima com as pernas abertas pra lamber bem a buceta dela, senti na minha língua o gosto dela, as pulsações e os espasmos dela eram visíveis na cara, um fluxo intenso jorrou de dentro dela, escorrendo pelas coxas dela até chegar na minha boca. Quando eu ia parar de lamber, ela pediu pra esperar; porque nas mulheres o orgasmo dura mais que nos homens; continuei lambendo devagar a bucetinha rosada e pulsante dela, até que ela deu uma respirada funda acompanhada de um sorriso, sinalizando que tinha acabado.

incesto

—Assim que eu gosto, que você termine com um sorrisão.
— Sim, foi bom, você foi fantástico, Mateo.
Nós dois estamos de barriga pra cima, pelados, descansando, quando minha irmã notou que eram só doze e meia. Isso significava que nossos pais ainda não iam chegar, então a gente podia continuar se divertindo. Eu concordei balançando a cabeça e, mesmo cansado, meu pau ainda aguentava, o que não passou despercebido pela minha irmã, que voltou a pegar e esfregar meu pau com entusiasmo.
— Vamos de novo no jogo? — Priscila me disse.
— Sei lá, tava excitado, mas já tô cansado.
— Relaxa, disso eu cuido.
Eu ainda tava cansado, mas minha irmã continuou insistindo até esquentar meu tesão. Subindo em cima de mim, ela pegou meu pau e começou a esfregar na buceta dela, o que me surpreendeu pra caralho — pelo meu pau, eu sentia o calor que a buceta dela exalava.


irma

- Como eu sentia falta dessa sensação! _disse Priscila_
- Aproveita, Priscila. _falei entre ofegos_. Se você gosta de paus, pode brincar com o meu quando quiser.
- Seu pau já tá duro.
- Sim, graças ao seu entusiasmo.
Comentei que, se fossemos transar, devíamos usar camisinha pra evitar qualquer surpresa tipo gravidez, mas ela se deitou na minha frente e respondeu numa boa.
- Primeiro, a gente não tem. _ela me disse_. Segundo, não se preocupa, tomo anticoncepcional há anos, esquece que já tive vários namorados. _bom, era óbvio que ela tava certa, além disso ela sabe mais_.
- Beleza, você é a expert. _falei_.
Ela foi devagar com a manobra e pegou meu pau com uma mão, enquanto com a outra abria bem a buceta dela. Masturbá-la me deu muito prazer, já que dava pra ouvir ela gemer, sentia cada espasmo do corpo dela contra o meu.
- Dá pra ver que você já tá com tesão de novo.
- Sim, e muito. _ela levantou o pé direito, isso me deixou enfiar os dedos mais fundo na boceta dela_. Isso, assim, assim… uff! Adoro, vou te prometer uma coisa, Mateo! _ela disse entre ofegos_. A gente não pode ser namorados, mas toda vez que você quiser transar comigo… nossa, como é bom! _enfiei três dedos_. Toda vez que quiser ficar comigo, é só pedir.
- Sério? _levantei a cabeça, ela também levantou a dela pra me olhar nos olhos_.
- Sim, gostoso, sério.
- Que notícia excelente.
Procurei a boca dela pra dar um beijo longo, com a mão direita enfiei três dedos na buceta dela, comecei a meter eles, mesmo metendo rápido, ela deu um espasmo forte e saiu um fluxo intenso que lubrificou tudo lá dentro, aos poucos, puta merda, tava vendo minha irmã dar um pequeno squirt.
- Vai… Mateo… Ah!
- Quer que eu vá mais devagar? _falei, pra ver a reação dela_.
- Não… vai, mais rápido… Aahhh!


sexo vaginal

Fiz o meu melhor pra satisfazer ela, já com as paredes da buceta dela molhadas, consegui uma penetração profunda entre suspiros finos da minha irmã e um prazer intenso que me tomou, o gosto de ter meu pau dentro da minha irmã não se comparava a nada que eu tivesse experimentado antes, comecei a meter e tirar de forma rápida.
Chegou a hora de partir pra uma tática mais direta. Subi minhas mãos até os peitos dela e apertei os dois mamilos ao mesmo tempo.
- Ai! _Ela reclamou, levantando a voz_. Ei, isso doeu.


Espiando a mamãe 2

Enfiava bem fundo naquela buceta apertada, cujas paredes apertavam minha cabeça, fiquei metendo por vários minutos com tudo, na mesma posição. Aquela xota me espremia de um jeito diferente das outras bucetas que já comi na vida. Continuamos fodendo naquela posição até que nenhum dos dois aguentou mais.
— Pris, vou gozar, ohhh.
— Aaahh! Eu também vou gozar, goza em cima, ahhhh.


mano

Gozamos juntos, joguei vários jatos de porra. Era a primeira vez que eu gozava na buceta dela, por isso ela ficou excitada, tendo um segundo orgasmo intenso enquanto se esfregava no clitóris. Essa primeira experiência não durou muito, mas a gente ainda estava com tesão.
Uns minutos depois de relaxar do nosso orgasmo sincronizado, minha irmã pediu pra trocarmos de posição, porque ela queria tomar o controle. Eu tive que aceitar.
— Ei! O que você tá fazendo? — Ela perguntou, quando eu a fiz subir em cima de mim.
— Você disse que queria tomar o controle... então, vamos ver se aguenta isso...
— Não, espera!
Não consegui resistir, avancei pra frente... pro calor da buceta dela. Foi incrível, mais uma vez senti uma das sensações mais gostosas da minha vida. Aquela bucetinha se abriu de novo pra mim e a cabeça do meu pau começou a entrar.
— Ai!
— O que foi? Doeu?
— Sim! Cê acha que eu sou uma puta que tem a xota toda aberta?
— Você já não é mais virgem... e disse que queria tomar a iniciativa.
— É, eu adoro ficar por cima, gosto de ter o controle.

— Pois é, uma puta como você tem que ter o que quer.
Priscila pegou meu pau e colocou de um jeito confortável pra ela, que delícia que foi, começou a levantar a bunda, enquanto eu apertava os peitos dela, ela também me convidando pra meter, o som do choque da bunda dela contra minha pélvis era majestoso, logo minha irmã já tinha meu pau enfiado até o fundo, entrava e saía com maior facilidade, a vagina dela já estava dilatada e a lubrificação me ajudava a comê-la melhor.


creampie

- Sim, me fode… enche minha buceta com teu pau… faz de mim sua puta!
Dessa vez, nossa trepada durou muito mais… 20 minutos, onde nós dois tentamos ter o novo orgasmo ao mesmo tempo. Conseguimos graças a ela, porque quando percebeu que eu já não aguentava mais, ela começou a se masturbar no clitóris, era onde mais se tocava para ter as melhores gozadas, e terminamos de novo num orgasmo longo e intenso, onde seus gritos de prazer foram mais altos.


gozada

Ficamos abraçados por vários minutos. Já eram duas da manhã e nossos pais já deviam ter voltado, então me apressei a vestir minha roupa e mandei minha irmã se vestir. Depois de vestido, me despedi dela e fui pro meu quarto. Naquela noite, nós dois dormimos muito bem.

O que aconteceu de manhã foi bem chocante. Eram seis da manhã quando levantei pra tomar café e me deparei com uma cena pesada… meu pai sentado no chão ao lado da cama, mostrando a pica dura, e minha mãe pelada com a buceta aberta na minha direção, chupando ele de boca cheia, com a pica toda enfiada até a garganta.


incesto

Fiquei paralisado diante daquela cena, mas meu pau também reagiu, embora não o suficiente pra ereção ficar visível, até que resolvi descer e parar de ver minha mãe engolindo o pau do meu pai até as bolas e aquela bunda magistralmente aberta e a buceta dela. Saí me virando, desci, tomei café da manhã tranquilo, depois voltei pro meu quarto pra continuar dormindo.
Ao meio-dia, tudo correu normal: meu pai continuava fazendo seu giro pela fazenda, minha mãe estava na biblioteca, e minha irmã vendo filmes. Eu, por minha vez, estava jogando no PC, mas não conseguia parar de imaginar o que fiz com a Priscila, o prazer que senti foi intenso, entendia que não ia sempre foder com minha irmã. Tudo começou espiando nossos pais, que praticamente toda noite faziam amor; embora o que vi de manhã já me pareceu demais.
— Nossa, minha mãe é uma tremenda. — falei comigo mesmo pensando. Quem a visse, com a gente parece uma santa, mas no escuro com meu pai, vira uma fera.
Fui pro quarto da minha irmã, encontrei ela vendo uma série na Netflix, falei que tinha que contar uma coisa, aproveitando nossa intimidade.
— O que vai me contar? — ela disse. — Que de novo você espiou nossos pais?
— Sim, exato. — respondi. — Mas dessa vez encontrei nossa mãe engolindo o pau inteiro do nosso pai.
— Sério? — ela falou exaltada. — Isso que você viu?
— Sim, Pris, vi claramente.
Com a conversa, a temperatura dos dois foi subindo, comecei a tocar e chupar os peitos dela, nunca vou me cansar dos peitos dela. Depois de chupar e tocar os peitos, desci pra vagina dela, meti dois dedos na buceta dela pra lubrificar, agora mais aberta, avermelhada e ardente, ela me implorou pra foder de novo...
— Vamos, Mateo, faz comigo o mesmo que papai fazia com mamãe.
— É suposto você fazer o mesmo que nossa mãe fazia. — falei. — Ela mamava no papai.
— Certo. — ela disse. — Sobe na cama.
Eu ainda tava cansado por causa da noite passada, mas se a Priscila me pedia com aquele jeito... A voz de puta dela, eu comeria ela sem pensar duas vezes. Ela começou a chupar meu pau do mesmo jeito que vi minha mãe fazer, os lábios dela encostaram no meu pau, o calor e a maciez da boca dela, não sei como aguentei. O próximo passo veio quando a língua da minha irmã começou a percorrer toda a cabeça. E aguentar ficou ainda mais difícil quando ela foi engolindo a rola aos pouquinhos... bem devagar. Percebi que o braço esquerdo dela estava debaixo do corpo e se mexia rapidamente. Os peitos dela balançavam pra todo lado. Ela estava se masturbando de novo.


irma

Quando fui tirar minha calça completamente, levantei mais o corpo e isso fez com que Priscila engasgasse. Ela tirou meu pau da boca e começou a tossir.
—Desculpa, Priscila. Foi sem querer. —mostrei minha calça—. Tava tirando ela e por isso me mexi.
—Tá tudo bem, sem problema. Faz anos que não como um pau desse tamanho. —Fiquei muito surpreso com o que ela disse, imaginei minha irmã chupando paus grandes.
Depois de um tempo chupando, ela se colocou de quatro e, pensando na bunda da mamãe, peguei meu pau e coloquei na entrada da buceta dela.
—Tá pronta, Priscila. —falei enquanto esfregava a cabeça do pau por toda a buceta dela.
—Sim… enfia… não aguento mais… Aaah!
Fiquei muito surpreso quando ela mesma decidiu recuar a bunda, fazendo meu pau afundar completamente, e depois começou a subir e descer devagar. Era incrível ver como aquela buceta tão apertada engolia uma boa parte do meu pau. Realmente entendo aqueles caras da balada que queriam comer ela, a sensação é maravilhosa. Segurando ela pelas cadeiras, fui metendo cada vez mais rápido. O aperto que a buceta dela me dava era magnífico.


sexo vaginal

Graças à lubrificação dela, meu pau deslizava como faca quente na manteiga, e minha irmã gritava surpreendentemente mais do que eu. Eu fodia sem parar que nem um louco. Uma e outra vez eu batia na parede vaginal dela, eu via como a buceta dela me chupava, sentia que tava perto do orgasmo.

Espiando a mamãe 2

Meu instinto sexual masculino me fez acelerar mais rápido meus movimentos, enfiando a piroca mais fundo, aí recuei e pude ver como meu pau estava cheio de gozo vaginal da minha irmã. A Priscila tava puta que pariu de tesão… e eu também.

mano

-Priscila, vou gozar... vou tirar...
-Não! Espera... não tira... Aaahh!
-Tem certeza?...
-Sim. Quero aproveitar isso... já te falei que tomei anticoncepcional... Ah!
-Ok... vou te encher até o útero.
-Assim mesmo, enche minha buceta... quero sentir seu gozo no meu cofrinho!!
Não aguentei mais, era extremamente excitante, o interior da buceta dela é delicioso. Meu pau reagiu a todos esses estímulos e começou a jorrar grandes golfadas de porra. Fiquei parado, enchendo de leite o interior da buceta da Priscila.


creampie

Ela me apertava com os músculos da buceta, espremendo meu pau até a última gota. Fiquei dentro da minha irmã, descansando e esperando meu pau perder a rigidez. Levantei e algumas gotas de porra caíram em cima da buceta dela.

gozada

Tava terminando de gozar dentro da buceta da minha irmã, quando ouvimos o barulho da porta. Achamos que era a Júlia, talvez ela quisesse falar com a minha irmã. Mas quando olhamos, vimos o que menos esperávamos: era a nossa mãe, furiosa.
— Mas que porra vocês dois estão fazendo?!

Continua.


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4 comentários - Espiando a mamãe 2

Muy bueno che... te dou los 10 de P! y 9 honesto muy rico y buenos los gifs... el 23 publico la parte 8 de Candy 2.0!!! Debate cuando puedas
Buenísimo el relato!!!quiero saber como sigue la historia...