Nessa pandemia, tô trabalhando muito mais de casa, saindo quase nada no começo e agora voltando aos poucos pra normalidade. Isso me leva a ficar três dias em casa e dois, quase sempre, ir pro trampo.
Moro num condomínio fechado, saio daqui, pego umas ruazinhas e chego num cruzamento onde sempre tem artista de rua fazendo suas manobras e pedindo uma ajuda.
Agora moro na zona norte e, quando saio de casa e quero ir até o acesso pra Tigre, na Panamericana, encontro eles em alguns semáforos.
Faz um tempo que descobri que, numa dessas esquinas, no fim da tarde, tem uma menina muito chamativa. No começo, o que chamava atenção era a altura dela, bem baixinha. Depois, era que ela tava sempre de babuchas, de várias cores, que marcavam bem a bunda dela. E, quando via de perto, sem máscara (depois da gorjeta, ela tira pra agradecer), era muito gostosa.
Uma jovem de cabelo loiro, aquele loiro caseiro, sem salão, mas que a gente adora. Toda vez que passava, tentava procurar ela, olhar, dar gorjeta, cumprimentar, puxar conversa, é a verdade.
Era uma piranha muito chamativa. Assim, consegui descobrir primeiro que ela se chamava Salomé e, depois, pelo sotaque, achei que não era de Buenos Aires, e ela confirmou: era de Corrientes.
Sempre passava por essa esquina à tarde, voltando do trampo, umas 16h/17h. Um dia passei às 21h e não vi ela. Outro dia, às 19h, ela ainda tava lá. Menos gente, semáforo longo, consegui dar gorjeta depois de ver ela jogar as claves. Perguntei até que horas ela ficava, ela disse até umas 20h30. Aí, com uma desculpa de visitar um amigo, na sexta passei umas 20h35 e vi ela indo embora, caminhando, mochilinha, lenço verde na mochila e as claves aparecendo… Virei, fui pra lá, abaixei o vidro, buzinei e, quando ela olhou, acendi o pisca-alerta, parei e cumprimentei. Ela me cumprimentou, convidei ela pra subir, tava frio. Ela hesitou uns 10 segundos, mas subiu. Aquecedor no talo, tava muito frio lá fora. Ela me cumprimentou com um beijo e agradeceu pela temperatura. Eu falei pra ela, "vistecorazón, era o melhor", e ela disse "se você diz". Perguntei onde ela morava, ela disse que morava, não era muito longe dali, mas também não era perto. Perguntei se ela queria tomar alguma coisa antes. Fomos tomar uma cervejinha e conversar. Quando estacionei e desci, abri a porta pra ela, bem cavalheiro. Ela desceu e eu pude ver de perto: primeiro, sem máscara, era uma gostosa; segundo, era bem baixinha, menos de 1,50; e terceiro, aquelas calças rosa não deixavam nada pra imaginação. Ela tinha uma bunda enorme e toda a fio dental enfiada naquele rabão.
Peguei na mão dela, ajudei a descer, tomamos uma breja. Descobri que ela tinha 20 anos, era de Corrientes, de Bella Vista. Tava há dois anos em Buenos Aires, primeiro morando com uns tios e agora com uma amiga num PH. Passaram uns minutos de conversa bem gostosa, eu conhecendo ela, ela me conhecendo, até que eu tava beijando ela apaixonadamente e ela abrindo bem a boca pra devorar a minha boca toda.
Falei no ouvido dela pra irmos pra outro lugar. Ela disse que sim. Subimos na caminhonete e fui direto pra um hotel de encontro que eu sabia que tava aberto até tarde. Entramos no quarto, e eu já vinha agarrando ela, apalpando aquela bunda enorme que ela tem. Tirei a regata dela, ela tinha peitos bem pequenos, mamilos rosados, lindos. Joguei ela na cama de bruços e devagarzinho puxei aquela calça pra baixo. Me deparei com uma bundona gostosa que tinha engolido uma fio dental, e quando tirei a tanga, tinha a marquinha de sol com algo super pequeno. Já nua, nem pensei duas vezes: passei a mão da frente pra trás na buceta dela, toda suja de ter trabalhado o dia inteiro, e levei os dedos na minha língua. Uma loucura, e a piranha tava a mil.
Me despi e fomos pro chuveiro bem quente. Lá, debaixo d'água, ela me deu um boquete delicioso, engolindo toda a porra. Depois de relaxar um pouco, nos molhar bem, nos arrumar, fomos pra cama. Começamos a nos beijar de novo e, aos poucos, fui descendo. Os mamilos estavam durinhos, aquela barriguinha já tinha uma respiração ofegante. e quando cheguei na buceta, como explicar. Buceta gordinha, rosadinha, com certeza depilada 100% há um tempo e agora com um bigodinho preto começando, bem pretinho pro cabelo loiro dela. Esse contraste me deixava louco e não conseguia parar de meter a língua e punhetar ela com minha língua e dedinho, esfregando, deixando ela no ponto... até que ela disse "por favor, me come", num sotaque correntino, portenho, mas bem manhosa comigo. Já tinha o amigo pronto, de capa, e do jeito que estávamos, perninhas no ombro, enfiei tudo lá dentro e comecei a me mexer. Não sou grande fodedor, nem tenho uma pica de 22 cm, mas me viro bem e, sem dúvida, eu tava adorando, ainda mais quando ela disse que queria montar em mim. Quando ela subiu, começou a fazer todo o trabalho dela, rebolando muito bem, mexendo aquela cintura como uma louca, fechando os olhos, gemendo igual uma gatinha no cio, até que, enquanto fazia isso, começou a se tocar e, uns 20 segundos depois, veio uma cachoeira de gemidos e eu gozei na hora. Caiu exausta na cama. Foi até a mochila, me perguntou se eu fumava, falei que não, mas que se ela quisesse fumar, tudo bem. Pegou algo, bolou um baseado e fumou um beck. Conversamos, ela me contou sobre ela, quase dois anos em Buenos Aires, tinha tido namorados, namoradas portenhas, queria se divertir, morava com uma amiga (ou amigovia), vinha de uma família classe média alta, mas sempre foi rebelde. Acabou vindo pra Buenos Aires tentar a sorte. Daí a pouco, assim nua, pegou os malabares e começou a fazer malabarismos pra mim, e aconteceu algo que eu não tinha planejado nem pensado: cheguei na carteira, tirei uma nota de 500 e dei de gorjeta pra ela, falei "pelo show exclusivo". Ela veio, me agradeceu "obrigada, meu amor" e disse "pra pais generosos, tenho um show exclusivo". Deitou do meu lado com um dos malabares, tirou a tampa do cabo e falou "tudo pra você" e enfiou tudo na buceta dela, começou a se punhetar com parte do malabar enfiado na buceta. Por favor, que loucura, mas me deixou doidão. Não consegui resistir, falei pra ela que Me deixou e comecei devagar a tirar e botar a clava. Ela se masturbava, se esfregava suave e me olhava, me perguntava se eu tava gostando. Eu beijava ela e seguíamos assim até que falei pra ela virar. Ela se ajeitou de quatro, com a bunda pra cima, e eu não hesitei: me afundei naquele rabão gostoso, beijei, meti a língua e, com um pouco de gel, apoiei a clava e enfiei uns 5 centímetros. Senti um "sim, amor", e não parei mais. Enfiei uns 5 cm, bem devagar, e comecei a tirar e botar, tirar e botar, e ela tava em chamas, gemendo, se esfregando na buceta. Quando tirei a clava, ela olhou pra trás e me viu me preparando pra comer ela, e disse: "sim, meu amor, você vai me comer pelo rabo?". Eu me aproximei, beijei ela e apoiei a pica no cuzinho dela, e ela sozinha fez força e engoliu tudo. Com a pica toda dentro, comecei a bombar e ela a mexer aquelas cadeiras e aquele rabão gordo pra sentir melhor, e eu, louco, extasiado, vendo aquela baixinha bunduda de quatro, vendo ela gozar, vendo aquele rabo gordo aberto, vendo a marquinha da calcinha fio dental sexy, tudo me fez gozar e encher o cu dela de porra. Gozei aos gritos, e ela foi direto pro banheiro, voltou e se jogou do meu lado. Ficamos conversando e, antes de ir, ela me chupou de novo, engolindo a pouca porra que ainda tinha. Nos trocamos, saímos do hotel e levei ela até em casa. Segui minha vida normal, passando naquela esquina quase sempre, ela sempre muito simpática e, eventualmente, uma semana depois, a gente transou de novo no mesmo hotel, e assim construímos uma grande amizade que ainda mantenho e que com certeza vai continuar se desenvolvendo.
Moro num condomínio fechado, saio daqui, pego umas ruazinhas e chego num cruzamento onde sempre tem artista de rua fazendo suas manobras e pedindo uma ajuda.
Agora moro na zona norte e, quando saio de casa e quero ir até o acesso pra Tigre, na Panamericana, encontro eles em alguns semáforos.
Faz um tempo que descobri que, numa dessas esquinas, no fim da tarde, tem uma menina muito chamativa. No começo, o que chamava atenção era a altura dela, bem baixinha. Depois, era que ela tava sempre de babuchas, de várias cores, que marcavam bem a bunda dela. E, quando via de perto, sem máscara (depois da gorjeta, ela tira pra agradecer), era muito gostosa.
Uma jovem de cabelo loiro, aquele loiro caseiro, sem salão, mas que a gente adora. Toda vez que passava, tentava procurar ela, olhar, dar gorjeta, cumprimentar, puxar conversa, é a verdade.
Era uma piranha muito chamativa. Assim, consegui descobrir primeiro que ela se chamava Salomé e, depois, pelo sotaque, achei que não era de Buenos Aires, e ela confirmou: era de Corrientes.
Sempre passava por essa esquina à tarde, voltando do trampo, umas 16h/17h. Um dia passei às 21h e não vi ela. Outro dia, às 19h, ela ainda tava lá. Menos gente, semáforo longo, consegui dar gorjeta depois de ver ela jogar as claves. Perguntei até que horas ela ficava, ela disse até umas 20h30. Aí, com uma desculpa de visitar um amigo, na sexta passei umas 20h35 e vi ela indo embora, caminhando, mochilinha, lenço verde na mochila e as claves aparecendo… Virei, fui pra lá, abaixei o vidro, buzinei e, quando ela olhou, acendi o pisca-alerta, parei e cumprimentei. Ela me cumprimentou, convidei ela pra subir, tava frio. Ela hesitou uns 10 segundos, mas subiu. Aquecedor no talo, tava muito frio lá fora. Ela me cumprimentou com um beijo e agradeceu pela temperatura. Eu falei pra ela, "vistecorazón, era o melhor", e ela disse "se você diz". Perguntei onde ela morava, ela disse que morava, não era muito longe dali, mas também não era perto. Perguntei se ela queria tomar alguma coisa antes. Fomos tomar uma cervejinha e conversar. Quando estacionei e desci, abri a porta pra ela, bem cavalheiro. Ela desceu e eu pude ver de perto: primeiro, sem máscara, era uma gostosa; segundo, era bem baixinha, menos de 1,50; e terceiro, aquelas calças rosa não deixavam nada pra imaginação. Ela tinha uma bunda enorme e toda a fio dental enfiada naquele rabão.
Peguei na mão dela, ajudei a descer, tomamos uma breja. Descobri que ela tinha 20 anos, era de Corrientes, de Bella Vista. Tava há dois anos em Buenos Aires, primeiro morando com uns tios e agora com uma amiga num PH. Passaram uns minutos de conversa bem gostosa, eu conhecendo ela, ela me conhecendo, até que eu tava beijando ela apaixonadamente e ela abrindo bem a boca pra devorar a minha boca toda.
Falei no ouvido dela pra irmos pra outro lugar. Ela disse que sim. Subimos na caminhonete e fui direto pra um hotel de encontro que eu sabia que tava aberto até tarde. Entramos no quarto, e eu já vinha agarrando ela, apalpando aquela bunda enorme que ela tem. Tirei a regata dela, ela tinha peitos bem pequenos, mamilos rosados, lindos. Joguei ela na cama de bruços e devagarzinho puxei aquela calça pra baixo. Me deparei com uma bundona gostosa que tinha engolido uma fio dental, e quando tirei a tanga, tinha a marquinha de sol com algo super pequeno. Já nua, nem pensei duas vezes: passei a mão da frente pra trás na buceta dela, toda suja de ter trabalhado o dia inteiro, e levei os dedos na minha língua. Uma loucura, e a piranha tava a mil.
Me despi e fomos pro chuveiro bem quente. Lá, debaixo d'água, ela me deu um boquete delicioso, engolindo toda a porra. Depois de relaxar um pouco, nos molhar bem, nos arrumar, fomos pra cama. Começamos a nos beijar de novo e, aos poucos, fui descendo. Os mamilos estavam durinhos, aquela barriguinha já tinha uma respiração ofegante. e quando cheguei na buceta, como explicar. Buceta gordinha, rosadinha, com certeza depilada 100% há um tempo e agora com um bigodinho preto começando, bem pretinho pro cabelo loiro dela. Esse contraste me deixava louco e não conseguia parar de meter a língua e punhetar ela com minha língua e dedinho, esfregando, deixando ela no ponto... até que ela disse "por favor, me come", num sotaque correntino, portenho, mas bem manhosa comigo. Já tinha o amigo pronto, de capa, e do jeito que estávamos, perninhas no ombro, enfiei tudo lá dentro e comecei a me mexer. Não sou grande fodedor, nem tenho uma pica de 22 cm, mas me viro bem e, sem dúvida, eu tava adorando, ainda mais quando ela disse que queria montar em mim. Quando ela subiu, começou a fazer todo o trabalho dela, rebolando muito bem, mexendo aquela cintura como uma louca, fechando os olhos, gemendo igual uma gatinha no cio, até que, enquanto fazia isso, começou a se tocar e, uns 20 segundos depois, veio uma cachoeira de gemidos e eu gozei na hora. Caiu exausta na cama. Foi até a mochila, me perguntou se eu fumava, falei que não, mas que se ela quisesse fumar, tudo bem. Pegou algo, bolou um baseado e fumou um beck. Conversamos, ela me contou sobre ela, quase dois anos em Buenos Aires, tinha tido namorados, namoradas portenhas, queria se divertir, morava com uma amiga (ou amigovia), vinha de uma família classe média alta, mas sempre foi rebelde. Acabou vindo pra Buenos Aires tentar a sorte. Daí a pouco, assim nua, pegou os malabares e começou a fazer malabarismos pra mim, e aconteceu algo que eu não tinha planejado nem pensado: cheguei na carteira, tirei uma nota de 500 e dei de gorjeta pra ela, falei "pelo show exclusivo". Ela veio, me agradeceu "obrigada, meu amor" e disse "pra pais generosos, tenho um show exclusivo". Deitou do meu lado com um dos malabares, tirou a tampa do cabo e falou "tudo pra você" e enfiou tudo na buceta dela, começou a se punhetar com parte do malabar enfiado na buceta. Por favor, que loucura, mas me deixou doidão. Não consegui resistir, falei pra ela que Me deixou e comecei devagar a tirar e botar a clava. Ela se masturbava, se esfregava suave e me olhava, me perguntava se eu tava gostando. Eu beijava ela e seguíamos assim até que falei pra ela virar. Ela se ajeitou de quatro, com a bunda pra cima, e eu não hesitei: me afundei naquele rabão gostoso, beijei, meti a língua e, com um pouco de gel, apoiei a clava e enfiei uns 5 centímetros. Senti um "sim, amor", e não parei mais. Enfiei uns 5 cm, bem devagar, e comecei a tirar e botar, tirar e botar, e ela tava em chamas, gemendo, se esfregando na buceta. Quando tirei a clava, ela olhou pra trás e me viu me preparando pra comer ela, e disse: "sim, meu amor, você vai me comer pelo rabo?". Eu me aproximei, beijei ela e apoiei a pica no cuzinho dela, e ela sozinha fez força e engoliu tudo. Com a pica toda dentro, comecei a bombar e ela a mexer aquelas cadeiras e aquele rabão gordo pra sentir melhor, e eu, louco, extasiado, vendo aquela baixinha bunduda de quatro, vendo ela gozar, vendo aquele rabo gordo aberto, vendo a marquinha da calcinha fio dental sexy, tudo me fez gozar e encher o cu dela de porra. Gozei aos gritos, e ela foi direto pro banheiro, voltou e se jogou do meu lado. Ficamos conversando e, antes de ir, ela me chupou de novo, engolindo a pouca porra que ainda tinha. Nos trocamos, saímos do hotel e levei ela até em casa. Segui minha vida normal, passando naquela esquina quase sempre, ela sempre muito simpática e, eventualmente, uma semana depois, a gente transou de novo no mesmo hotel, e assim construímos uma grande amizade que ainda mantenho e que com certeza vai continuar se desenvolvendo.
4 comentários - A malabarista gostosa
orteras de manual!!!!
felicitaciones amigo, gran hallazgo
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