Olá, pessoal. Dessa vez, vou contar outra história que aconteceu há uns dois anos e que nunca tinha contado, talvez porque não achei tão foda quanto outras aventuras que tivemos com minha esposa, ou talvez porque me fez sentir meio mal na época com o que rolou.
Com a Mica, minha esposa, a gente tem uma vida sexual bem ativa, principalmente desde que começamos no swing, ménage, cuckold, etc. Como acho que comentei em relatos anteriores, embora tudo tenha começado com ela me chifrando, não era cuckold porque eu não tinha dado meu consentimento, mas depois a ideia me excitou e passamos pros ménages, swing, e por último pro cuckold, ou seja, os chifres consentidos e onde te chamam na cara dura de "cuck".
Talvez pra alguns seja pior ou mais humilhante outro cara foder sua esposa num ménage, tipo meter um estranho na cama, mas pra mim sempre foi uma espécie de aventura, era uma parada nossa dois, onde os dois curtiam pra caralho o sexo, ou seja, eu participava ativamente junto com o outro cara e a gente comia minha esposa juntos. Já pensar em ser um cuck me "doía", e nem se fala na ideia de ser tratado como tal.
Resumindo, eu não curtia muito o rótulo de cuck, mas acho que, como em muitas relações liberais, acabou acontecendo, e não foi de um jeito suave, muito pelo contrário. A gente já vinha conversando sobre isso com minha esposa naquela época, e apesar das indiretas dela nesse sentido, eu não dava muita bola pro assunto. Ela insistia em saber se eu gostava dessa prática, se me excitava a ideia de ser cuck, se eu curtiria só ver ela trepar com outro sem participar, etc. Era óbvio que na cabeça dela a ideia de me fazer sentir um cuck a excitava.
E como sempre, as mulheres acabam fazendo o que querem, e aconteceu o que tinha que acontecer... ou o que ela queria que acontecesse. Essa passagem do swing ou ménage pro cuckold foi pesada e forte como a fodida que minha esposa levou. Naquela noite, e apesar de ter sido difícil de aceitar no começo, acho que depois me acostumei, e até acabei gostando ou sentindo um tesão, no fim das contas.
Passando pra história em si, numa sexta à noite, eu e a Mica decidimos ir tomar algo num pub que ficava perto do nosso apartamento daquela época. Como era sexta, a maioria era grupo de amigos e amigas, não tinha muitos casais no lugar, e o clima era bem mais puxado pra balada do que pra bar, tinha muita gente em pé, alguns até dançavam um pouco, e as luzes do lugar estavam bem fracas, quase no escuro, digamos.
Eu e a Mica primeiro ficamos no balcão tomando algo até conseguirmos uma mesa. Nesse meio tempo em que estávamos no balcão, minha esposa era alvo de todo tipo de olhares, muitos cheios de safadeza e outros com um certo desprezo ou inveja, e não era à toa. Como era um dia bem quente, a Mica tinha vestido um vestido branco, bem curto e colado no corpo, o que, por razões óbvias, destacava seus atributos, principalmente a bunda linda e redonda que ela tem. Era tão curto que ela tinha que ficar ajeitando o tempo todo pra não mostrar as nádegas, ou seja, tinha que ficar puxando pra baixo direto.
Já na mesa, a situação do vestido continuava igual ou pior, mas cruzando as pernas ela resolvia qualquer problema que pudesse aparecer e, no fim, não se via nada além das pernas, que, embora também fossem uma delícia, não chamavam tanto a atenção. A noite foi passando e, entre um gole e outro, o pub foi "depurando", digamos. Casais quase não tinham mais, e era tudo homem ou mulher nos seus respectivos grupos, e claro, o clima ficou mais de balada, alguns se animavam a chegar em alguma mina, grupos se juntavam, etc.
Eu e a Mica já não tínhamos muitos assuntos pra conversar, e basicamente ficávamos só observando o cenário. Eu percebia ela mais distraída, quase não me dando bola, ela tava olhando alguma coisa, mas... não dava pra distinguir o que ou quem ela olhava.
Em um momento ela vai para os banheiros. Eu fui seguindo ela com o olhar, sabia que ela estava tramando algo, mas não sabia o quê. De repente, ela passa do lado de um grupo de vagabundos que nem disfarçaram e olharam ela de cima a baixo. Ela, enquanto passava entre eles, acariciou bem de leve o braço de um e olhou pra ele por um instante enquanto continuava indo pro banheiro. O vagabundo falou algo pra ela e ela sorriu, acho que não respondeu nada. Em poucos segundos, com a galera dele incentivando, ele saiu da roda e foi na direção dos banheiros também.
Nessa altura, eu já não conseguia ver o que acontecia porque tinha bastante gente na área.
Eu fiquei sentado esperando minha esposa e prestando atenção se o vagabundo voltava, mas nada acontecia. Depois de uns 10 minutos, o cara volta com o grupo de amigos e quase na mesma hora vejo minha esposa voltando pra mesa. Quando ela senta, percebo que ela tá meio estranha, meio acalorada, descomposta, e até quando comecei a falar com ela, a voz tava meio trêmula, e claro, os olhares pra aqueles vagabundos eram bem óbvios.
Eu: O que aconteceu? Por que demorou tanto no banheiro?
Mica: Tinha muita gente (ela falou meio seca)
Eu: Sério? Daqui não parece que tem tanta gente.
Mica: (me olhou meio desafiadora): sim, tinha muita gente... por quê?
Eu: Sei lá, achei meio estranho você demorar tanto.
Ela não respondeu, só desviou o rosto e continuou olhando pros vagabundos. Passou um tempo e percebi que ela não tava de pernas cruzadas, na verdade tava até um pouco abertas, e claro, o vestidinho bem levantado. Mesmo da minha posição eu não conseguia ver nada (eu olhava de cima), mas quem tava a alguns metros com certeza via mais do que as pernas dela.
Eu: ei, cruza as pernas ou vão ver a tanga no meio do pub...
Mica: Fica tranquilo que não deve dar pra ver a tanga.
Eu: haaaa... certeza que dá pra ver a tanga, tem vários olhando por ali.
Mica: Sério, a tanga não vai aparecer, te juro...
Eu: Aham, e por que você tá tão segura?
Mica: Porque eu não tô de tanga, idiota... (e começou a rir)
Eu: Como assim não tá de tanga? Se eu vi você trocar de roupa em casa e tava com uma tanga branca...
Mica: Não, não tô... deixei no banheiro (ela falou com voz de tesão)
Eu: Tá falando sério?
(ela só balançou a cabeça que sim)
Eu: Deixou no banheiro? Ah, claro....
Mica: Bom, eu... não, não deixei no banheiro, desde que fui no banheiro não tô mais com ela, é isso aí... feliz?
Eu: Na verdade não.... quero saber o que aconteceu... por que você não tá mais com a tanga, se é que posso saber...
Mica: Alguém pediu e eu emprestei...
(nessa altura eu já sabia onde isso ia dar, ou pelo menos imaginava).
Eu: ahh, olha só... outra gatinha pediu sua tanga e você emprestou? Assim, simples assim?
Mica: sim... bom, não tanto, não foi uma gatinha, como vou emprestar minha tanga pra uma gatinha, você é louco...
Eu: claro, né, idiota.... bom, fala pro cara que você emprestou a tanga devolver, porque aquela tanga eu te dei de presente de aniversário, não sei se lembra...
Mica: uhhhh, é mesmo.... ficou bravo? Desculpa, amor...
Eu: tô sim... recupera essa tanga agora.
Mica: tá bom, já volto, daqui a pouco trago a tanga sã e salva...
Eu: pera pera pera.... não vai pros banheiros, não quero te perder de vista, ok?
Mica: e... mas....
Eu: já sei o que você ia fazer e não, recupera a tanga aqui na minha frente.
Ela ficou sem graça, com certeza tinha pensado em levar o cara pro banheiro e foder, ou pelo menos chupar ele pra ele devolver a tanga, mas eu tinha marcado posição e ela respeitou.
Foi até o grupo de caras, separou o sujeito em questão e começou a conversar com ele. Primeiro dava pra ver que ela tava implorando, digamos, mas depois começaram a rir um pouco entre os dois enquanto continuavam falando.
A conversa parecia estar ficando mais quente porque eles falavam no ouvido e não riam tanto. Em um Momento, minha esposa ficou de costas pra mim e eu conseguia ver como o cara tava segurando ela pela cintura, suave mas segurando, e ela não falava nem fazia nada pra tirar a mão dele da cintura dela, e continuavam se falando.
Por uns instantes não consegui ver eles porque tava passando gente do lado, e quando retomei a visão da situação, a coisa tinha mudado drasticamente. A mão do cara já não tava mais na cintura da minha esposa, tinha descido e agora tava acariciando suavemente a bunda dela. Eu fiquei paralisado sem saber o que fazer. Por instinto, sentia vontade de levantar e partir pra porrada com o cara, mas como um bom cuck, a tesão vencia minha raiva, e então fiquei olhando o cara passar a mão cada vez mais descaradamente no rabo da minha esposa.
Por cima do ombro da minha esposa, dava pra ver a cara do cara, que tava com o olhar fixo em mim, num desafio, e enquanto apalpava à vontade a bunda da Mica, um sorriso de filho da puta se desenhava na cara dele.
A apalpação pareceu eterna, mas não deve ter passado de uns dois minutos até terminar com um tapinha suave do cara na minha esposa, tipo "pronto, já era". Ela colocou a mão como se esperasse receber alguma coisa, mas o cara se aproximou do ouvido dela e falou alguma coisa.
A expressão corporal da minha esposa foi de raiva, como se não concordasse com o que ele disse, mas ele continuou falando e a Mica foi se acalmando, até que ela vira a cabeça e me encara fixo, como se tivesse confirmando que eu tava olhando. Falou mais umas coisas com o cara e voltou pra mesa.
Eu: E aí? O que rolou? E a calcinha fio dental?
Mica: Complicou, deixa pra lá...
Eu: Por quê?!?! Sério, vou buscar eu então...
Mica: Não não, para, vai dar merda, deixa quieto, já foi...
Eu: Puta merda, ele passou a mão na sua bunda e não devolveu a calcinha! Cê é doida?!?!
Mica: É, beleza, mas deixa, são vários caras e vão te encher de porrada, já era, erro meu.
(Eu pensei uns segundos naquilo de serem vários e, embora minha esposa tivesse razão, o O orgulho tava falando mais alto e eu já tava quase partindo pra porrada com os caras).
Eu: tá bom, chega, vou lá e que se dane, não tô nem aí... (já ia levantar quando a Mica me segurou pelo braço e me parou)
Mica: Paraaaa... porque além disso, vou ficar parecendo uma puta que deu a calcinha de presente pro cara, que desculpa você vai dar? Ainda mais que vão te encher de porrada, você vai ficar de corno manso na frente de todo mundo e eu de vadia, então chega, já foi, deixa assim e pronto.
De novo me deixou pensando, e ela tinha um pouco de razão, ia dar merda se eu confrontasse o cara, ia aparecer um segurança, todo mundo ia saber qual era o problema (que minha esposa era uma puta e eu um corno) e iam nos expulsar do bar, e lá fora se me pegassem entre dois ou mais iam me desfigurar, eu só tinha a perder.
Eu: sinceramente, hoje você passou dos limites...
Mica: ah, também não é pra tanto... você já me viu foder com outros milhares de vezes, pra esse eu só dei uma calcinha de presente, nem beijei ele...
Eu: não tô falando de dar a calcinha, tô falando que aquela calcinha quem te deu fui eu, se você quer dar as tangas que você compra, faz quando quiser, e se quer foder com alguém, vai lá e fode e pronto (falei mais puto do que pensando nessa última parte).
Mica: ah, não fica puto assim, no final você que me incentiva a fazer essas coisas e depois fica bravo se dá errado.
Eu: eu te incentivo a fazer o quê?
Mica: a meter outros na cama, é disso que tô falando... ou vai me dizer que você não gosta?
Eu: sim, tá bom, mas o que isso tem a ver (meio desconcertado)
Mica: nada, deixa, esquece o assunto...
Eu: não, fala sério, se explica agora.
Mica: nada, que minha ideia era fazer um menage se rolasse, mas não rolou, deu errado, só isso...
Eu: essa era sua ideia? E por que não me fala?
Mica: o que vou te falar, se você percebeu, não se faz de besta... ou vai negar que você já imaginava onde isso ia dar, ou que ficou de pau duro quando ele passou a mão na minha bunda? Não seja cara de pau...
Eu: ah, sei lá... pode ser (agora quem tava A defensiva era eu, tinha virado o jogo).
Mica: ok, bom, não deu certo, já era, deixa pra lá, vamos pagar e ir pra casa, a noite já foi pro saco.
Eu: não, calma aí, dá uma segurada... e o que aconteceu?
Mica: o que aconteceu com o quê?
Eu: com a parada do ménage, e tal.
Mica: chega, esquece.
Eu: fala, me conta, ou você não confia em mim?
Mica: confio, mas não vou te contar, não é o tipo de coisa que você curte fazer, então chega.
Eu: fala, me conta, não vou ficar puto, juro...
(ela não falou nada, só ficou bebendo o que restava do drink em silêncio).
Eu: fala, vai me contar ou vou ter que ir perguntar?
Mica: já te falei que não, o cara não quer fazer um ménage, ponto final.
Eu: ah sim, o cara não quer te dar uma bela de uma foda... sei...
Mica: eu não falei isso, falei que o cara não quer fazer um ménage.
Eu: aham, e o que ele quer? que você case com ele? hahahaha
Mica: ha ha... não, chega, sério...
Eu: tá, vou parar com isso... mas me conta por que ele não te devolveu a fio dental?
Mica: porque ele me pediu algo que eu não podia fazer.
Eu: e o que ele pediu? Ir pra cama?
Mica: algo do tipo.
Eu: o que seria algo do tipo...
Mica: uhhh, como você é chato!!! o que ele pediu foi me comer com você presente, foi isso que ele pediu
Eu: e?!?! como se a gente nunca tivesse feito um ménage...
Mica: hahaha nãooooo, ménage não, você não participa, só olha.
Eu: bom, sei lá, a gente pode se revezar, talvez o cara não curta ter um homem por perto, também não é o fim do mundo.
Mica: você ainda não entendeu... ele queria que você fizesse o papel de corno, não de participar.
Eu: ahhh... sim, isso é outra coisa... cuckold, digamos
Mica: sim... por isso já era.
Ficamos em silêncio, meio desconfortáveis também, e eu pedi a conta pra ir embora. Mica foi ao banheiro, mas dessa vez não passou na frente do grupo onde tava esse cara, passou bem longe pra não cruzar com ele.
Enquanto eu esperava a conta na mesa, o cara se aproximou, se apresentou (Lorenzo, o nome dele) e perguntou se podia sentar (muito educado) e eu fiz sinal pra ele. Sim.
Lorenzo: desculpa se houve um mal-entendido, aqui te devolvo o que é da sua esposa.
(por baixo da mesa, ele passou a calcinha da Mica disfarçadamente).
Eu: obrigado.
Lorenzo: espero que não tenha ficado puto, não sou mau caráter.
Eu: tudo bem, mas acho que você passou dos limites com a minha esposa e não devolver a calcinha.
Lorenzo: é, então, é uma fantasia que eu tenho, era mais uma brincadeira do que outra coisa, por isso vim devolver a calcinha porque entendi que já era, que não rolou e não quero ficar de punheteiro.
Eu: ok, tudo bem, valeu pela sinceridade.
Lorenzo: eu, sem te ofender, te convido pra tomar um negócio e a gente conversa.
Eu: não, valeu, não vamos pra outro lugar, além disso já pedi a conta e vamos dormir.
Lorenzo: não não, tô falando aqui no bar. Eu pago pelo mal-entendido.
Antes que eu pudesse recusar de novo, a Mica apareceu e ficou parada olhando, com cara de "puta" e sem falar nada. O Lorenzo olhou pra ela e disse "desculpa, galera, vou nessa, me perdoem". Levantou e foi embora com o grupinho dele, que já tinha diminuído.
Mica: o que rolou? O que ele queria?
Eu: nada, pediu desculpa e me devolveu sua calcinha.
Mica: é? bom, pelo menos...
Eu: ele não parece um babaca, disse que era uma brincadeira e tal, e pediu desculpa várias vezes.
Mica: é, não parece má pessoa, mas beleza. Já pagou?
Eu: já, por quê?
Mica: tava perguntando pra gente ir embora.
Eu: ahh... não quer tomar mais nada? Seu amigo convidou a gente pra um drink.
Mica: ele não é meu amigo... além disso, há pouco você queria partir pra porrada e agora quer tomar algo com ele? Decide logo...
Eu: bom, eu, curti ele ter devolvido a calcinha.
Mica: é, mas o que ele quer é transar e você olhar como corno, não tomar algo com a gente.
Eu: como você sabe, capaz que a gente tenta um menage... você topa pra um menage?
Mica: olha, faz o que quiser, me dá a calcinha que vou no banheiro vestir, não quero ficar de periquita.
Ela pegou a calcinha e foi pro banheiro. Fiquei uns instantes olhando minha esposa ir embora e fiz sinal pro Lorenzo (que olhava pra gente de vez em quando) pra ele chegar na mesa. Quando ele chegou, falei pra puxar uma cadeira, que a gente aceitava tomar algo com ele pra esquecer aquele momento ruim.
Ele sentou, chamou o garçom e pediu um champanhe e 3 taças.
Pouco tempo depois, a Mica chegou do banheiro e olhou confusa.
Mica: que rolê?
Eu: nada, amor, aceitei o convite pra tomar algo. Ou você já queria ir embora?
Mica: tanto faz (ela sentou).
Já com o champanhe na mesa, o Lorenzo pediu desculpas mais algumas vezes pra nós dois e começamos a conversar, primeiro sobre besteiras e depois sobre sexo. Não sei se ele inventava histórias, mas contava um monte de coisas sobre ménage, swing, orgias, e perguntava pra gente como era. Parecia saber do que tava falando, embora pudesse ser um mentiroso bem informado.
Num momento, ele disse que uma das poucas fantasias que ainda faltava realizar era ser um bull, ou seja, transar com uma hotwife enquanto o marido assiste e é tratado como cuck, basicamente, que era algo muito difícil de conseguir e que adoraria ter feito com a gente.
O champanhe acabou e ele logo pediu outro, e a gente continuou bebendo e falando mais de sexo, festas, swing. A conversa tava ficando cada vez mais quente, até que num momento ele me pergunta na lata:
Lorenzo: Você não teria interesse em experimentar o cuckold?
Eu: é... não curto muito a ideia.
Lorenzo: Por que não curte?
Eu: não tenho certeza se ia gostar.
Lorenzo: Mas a ideia te excita?
Eu: é... um pouco sim, mas sei lá, tenho dúvidas.
Lorenzo: Olha, te proponho o seguinte, não se ofende, se quiser a gente testa, e se em algum momento você ou ela quiser parar, a gente para e pronto, acabou a história.
(A Mica e eu ficamos calados, sem saber o que responder, ou eu não sabia, a Mica com certeza topava, dava pra ver que ela tava excitada).
Eu: sei lá, e se a coisa sair do controle e você não quiser parar, a gente vai ter que se pegar na porrada. depois kkkkkk
Lorenzo: kkkk não não, tenho meus códigos, se alguém diz não é não e pronto, sempre foi assim.
Eu: sei lá, o que cê acha, love?
Mica: eu não tenho problema, quem tem que decidir é você.
Eu: bom, a gente pode tentar pra ver qual é.
Lorenzo: (com um sorriso visível) bom, mas deixa uma coisa clara, a fantasia é mais baseada na humilhação do que no sexo, então se você não se sentir confortável com isso desde o começo, nem começamos.
Eu: ehhh, calma aí, nem começamos e já tá me dizendo pra não fazer kkkkk
Lorenzo: kkkk não não, tô te explicando como é pra não ter surpresa, como falei, tenho meus códigos.
Eu: bom, ok, mas que tipo de coisa você diz? suponho que gay não... não curto essa onda.
Lorenzo: não não, isso também não é comigo, mas é mais na onda de você me pedir pra comer sua esposa, ou de a gente te insultar, coisas assim. Reforço, se não curte essa onda, nem começamos, tudo bem.
A gente ficou em silêncio por uns segundos, até que o silêncio foi quebrado de novo.
Eu: escuta aqui, Lorenzo, cê gostou da bunda da minha esposa?
Lorenzo: sim sim, ela é uma gostosa (olhando pra ela)
(ele não tinha percebido que eu tinha dado o sinal verde pra fantasia).
Eu: bom, queria que você levasse ela pro banheiro e desse uma boa apalpada nela.
Lorenzo: ha (com um sorriso de orelha a orelha), beleza, cuck, daqui a pouco a gente volta. Vamos, linda?
Eu: mais uma coisa, que ela venha sem a fio-dental, por favor.
Lorenzo: fechado, cuck, já voltamos.
Eles se levantaram e foram quase de mãos dadas até a área dos banheiros. Nessa hora eu perdi eles de vista, mas depois a Mica me contou que não conseguiram entrar, tinha muita gente olhando, então ficaram se pegando e se apalpando encostados numa parede perto dos banheiros, sem ninguém ver (segundo ela, mas sei lá se alguém viu, ainda mais com a pegação que devia estar rolando) ela tirou a fio-dental e deu pro macho dela.
Depois de um tempo voltaram, a Mica tava vermelha de calor, meio desarrumada e com os lábios visivelmente acabados de beijar. mordidos e transados. Sentaram e Lorenzo, bem descarado, colocou a calcinha fio-dental em cima da mesa.
Lorenzo: aqui tá a calcinha da sua esposa, corno.
Eu: valeu. (peguei a calcinha e, mesmo todo mundo podendo ver, levei ao rosto e cheirei fundo). UFFFF, que cheiro de vontade de pau que isso tem. Amor, cê quer que o Lorenzo te coma?
Mica: (só balançou a cabeça que sim).
Eu: beleza, amigo, vamos pra casa, quero que você coma minha esposa.
Lorenzo: bora, mas vamos pra um hotel melhor, corno.
Eu: não, quero que você coma ela na cama de casal.
(ele pensou por uns segundos)
Lorenzo: que corno de merda, não vou na casa de desconhecidos, mas vou abrir uma exceção pra vocês.
Levantamos e fomos pro nosso apartamento. Umas seis ou sete quadras, era perto, mas o caminho demorou, porque a toda hora eles paravam e começavam a se agarrar na parede, numa árvore, em carros, qualquer coisa. Teve hora que o agarramento era tão forte que a Mica ficava praticamente de cu pra fora, porque o vestido subia até a cintura. Eles não ligavam pra nada, e eu também não. Eu ia com o pau duro só de ver eles se pegando na rua.
Num momento, chego perto deles e meto um dedo na buceta da minha esposa, que já tava bem molhada nessa altura.
Eu: uhhh, que molhada que cê tá... comigo ela não fica assim, sabia? (falando pro Lorenzo)
Lorenzo: óbvio que não, corno, ela precisa de um macho de verdade.
Eu: é, cê tem razão. Andem logo, quero ver você comendo ela na minha cama, faltam duas quadras.
Mica: para, deixa eu aproveitar o caminho, corno...
Lorenzo: é, corno, para de encher o saco... quer pau, gostosa?
Mica: siiiim
Lorenzo: vira aqui, vai...
Ele encostou ela num carro, mandou ela botar a bunda um pouco pra fora e disse: "vem cá, corno, levanta o vestido dela e abre a bunda dela pra eu meter o pau".
Eu cheguei perto deles, levantei o vestido da minha esposa e abri as nádegas dela como ele mandou, enquanto ele já tinha abaixado o zíper da calça e tirado o pau, que em poucos segundos desapareceu. usa a palavra: buceta da minha esposa.
Os gemidos de ambos foram bem altos, era aquele gemido de alívio, de vontade de foder reprimida. Ele bombou algumas vezes e tirou. "Ajeita o vestido dela" ele me ordenou e seguimos caminhando pra casa. Nesse trajeto, acho que 80% do tempo Lorenzo foi com uns dois dedos enfiados na buceta da minha esposa, que como podia ia andando do lado dele, e pela cara dela, curtindo ser a puta daquele cara.
Assim que entramos no apartamento, Lorenzo perguntou qual era nosso quarto e fomos. Ele se despiu completamente e deitou na cama com as pernas abertas e disse pra Mica "vai, puta, se despe e chupa minha rola na frente do cuck".
Ela quase arrancou o vestido e se jogou na cama pra chupar a rola do Lorenzo.
Ela devorava a rola com uma vontade que eu raramente tinha visto. Saboreava, engasgava sozinha, chupava os ovos dele e até o cu.
O bull daquela noite só gemia e soltava frases tipo "que puta boa que é sua mulher, cuck" "Gosto como sua esposa chupa minha rola" "você é pouco homem pra tanta mulher", entre outras que nem lembro, mas todas parecidas, num tom humilhante e direcionadas a mim.
Nessa altura, eu já tava com a rola na mão e muito excitado. Num ataque de loucura de cuck, gritei "enche a boca dela de porra!!!" Tanto Lorenzo quanto Mica começaram a rir, e entenderam que eu tava entregue a ser um cuck fodido a noite toda.
Lorenzo: não, cuck, primeiro vou comer sua esposa.
Eu: ok, desculpa.
Lorenzo: deita, gostosa, que vou comer toda essa buceta divina.
Mica fez o que foi mandado, abriu as pernas e se deixou comer a buceta. Lorenzo tava desenfreado na entreperna da Mica, se deliciando com os orgasmos que minha esposa dava de vez em quando, e com os fluidos com certeza.
Depois de um tempo de uma gritaria infernal da minha esposa, Lorenzo se levantou e me disse "posso foder ela, cuck?"
Eu respondi um sonoro SIMMMM, COME ELA!!! COME MINHA ESPOSA!!!"
Ele riu de novo, deitou sobre a Mica e começou a beijar ela enquanto enfiava devagar o pau dele na buceta da minha esposa.
Ele tava curtindo a umidade da Mica, mas ela queria que ele macetasse forte, que fizesse ela gritar. Ela agarrou o cabelo dele meio na violência pra separar a boca dele da dela e, mesmo sem ver a cara dela, pela voz eu percebi que ela tava possessa. Ela começou a gritar "me come... me come... me come... me come na frente do corno do meu marido". O vagabundo não fez questão e começou a meter com força na Mica, que gritava e gemia que nem uma louca, e chegou o momento que talvez mais doeu em mim.
No meio da loucura, minha esposa começou a gritar "olha, corno, como um macho de verdade me come.... você não come assim, corno.... chega perto e olha bem como tão comendo sua esposa, corno"....
Eu fiquei paralisado, mas o Lorenzo virou a cabeça e, me olhando, falou "vem, corno, vem e olha como eu tô comendo sua mulher".
Não tive escolha a não ser chegar mais perto e observar de pertinho como o pau do bull tava arrebentando minha esposa, com raiva, com vontade, com desejo, com tesão. Entre um gemido e outro da minha esposa, eu ouvia as risadas debochadas dele até que ela falou "me enche de porra, cara, vai".
Enquanto ele continuava a bombar sem parar, o Lorenzo disse "corno, sua mulher toma remédio ou você vai ser pai otário?", eu respondi que ela tomava pílula, e ele falou "que pena, com certeza eu engravidava ela de uma menina".
Não demorou muito mais e, com bombadas profundas, ele começou a esvaziar os ovos dele dentro da Mica, que abraçava ele com as pernas enquanto gemia de prazer recebendo jorro atrás de jorro de leite.
Depois dessa primeira esporrada, e digo primeira porque foram várias, o Lorenzo se jogou em cima da minha esposa pra "descansar" um pouco. Uns minutos depois, ele deitou do lado da Mica e foi nesse momento que eu pude ver como o leite do macho da vez da minha esposa jorrava sem parar e caía até sujar tudo. Os lençóis.
Depois de um tempinho de descanso, Lorenzo foi pro banheiro e fiquei a sós com minha esposa. Perguntei se ela tava gostando e, sorrindo, ela disse que tava se divertindo pra caralho. Aí ela me olhou, percebeu que eu ainda tava de pau duro e falou: "você também tá se divertindo, pelo que vejo, né, cuck, hahaha". Eu ri um pouco e tentei me enfiar na cama com ela, queria comer ela, mas ela me parou na hora, dizendo: "não, não, cuck, hoje à noite eu sou do Lorenzo, amanhã sou sua de novo".
Isso já deixou claro o esquema, digamos. Naquela noite, eu não ia foder minha esposa, só ia ver ela ser penetrada várias vezes pelo amante da vez, e aceitei meu papel.
Pouco depois, Lorenzo voltou pro quarto, e dessa vez trouxe uma garrafa de uísque e três copos. Serviu os três, me disse: "toma um pouco e fica confortável, porque a noite vai ser longa, cuck", e foi se meter de novo na cama com minha esposa.
Enquanto eu continuava sentado numa cadeira, tomando meu copo de uísque, eles fizeram o mesmo, mas se acariciando e se beijando. Sem bebida nos copos, Lorenzo agarrou minha esposa pelo cabelo e disse: "vai, vagabunda, chupa meu pau na frente do cuck do teu marido". Não precisei que ele "guiasse" ou empurrasse a cabeça dela pro pau dele; ela mesma se jogou no membro do macho dela e, com muita vontade, começou a lamber e chupar gostoso, igual tinha feito antes.
O cara gemia e curtia o boquete espetacular que a Mica tava fazendo, e em pouco tempo já tava duro de novo. Agarrou ela pelo cabelo de novo, mas dessa vez pra tirar a boca da minha esposa do pinto dele, olhou fixo pra ela, virou ela de lado e disse: "fica de quatro, olhando pro cuck".
Em questão de segundos, minha esposa se ajeitou como o amante mandou e esperou o homem dela penetrar ela, sempre com o olhar fixo nos meus olhos.
Lorenzo, com muita paciência, se posicionou atrás dela, passou o pau umas duas vezes por fora da buceta dela e depois penetrou bem devagar.
Minha esposa, embora Ela gemia e curtia cada centímetro de pau que ia recebendo, nunca fechou os olhos nem parou de me encarar, só gemia e mordia os lábios num tom de prazer, de paixão. Lorenzo foi acelerando as estocadas na minha esposa, fazendo ela tremer toda e se ouvia aquele barulho típico do choque dos corpos, ou melhor, dos genitais. Ele tava metendo forte e fundo, com vontade e curtindo com certeza a lubrificação da minha esposa.
Eu, por minha vez, tinha uma cena incrível: de um lado via o corpo da minha esposa balançando pra frente e pra trás no ritmo das estocadas, enquanto a cara dela se desfigurava de prazer e os peitos dela se mexiam no ritmo da porra da foda que tavam dando nela, e quando eu levantava um pouco o olhar, via outro cara agarrado nas nádegas da Mica, com o olhar fixo pra não perder nenhum detalhe de como o pau dele entrava e saía da buceta ardente da minha esposa, e tudo isso coroado pelos goles de uísque que ele ia dando.
Era como estar num set de filme pornô, onde minha esposa era a atriz principal, e o pior de tudo é que eu tava adorando demais, tava curtindo só de ver minha esposa ser possuída por outro homem.
Num surto de tesão, falei pro Lorenzo:
Eu: Arrebenta a bunda dela.
Lorenzo: ha!!! Olha o corno, agora tá pedindo as coisas.
Mica: haha, é que ele sabe que eu gosto disso...
Lorenzo: Quer que eu arrebente esse cuzinho, amor?
Mica: siiiim
Lorenzo: ok, ok, então fala, corno, me pede pra arrebentar o cu da sua esposa, faz direito o papel.
Eu: Lorenzo, arrebenta o cu da minha esposa, por favor.
Ele riu um pouco, abriu um pouco mais as pernas da Mica pra ajustar a altura e começou a chupar primeiro o cu dela e, depois de uns minutos, a enfiar uns dedos pra dilatar um pouco. Mica, por sua vez, continuava me encarando e dando sinais de prazer. Dava pra ver que ela tava mais concentrada em prestar atenção nas minhas reações do que no cara que tava brincando com a bunda dela. Isso me deixou ainda mais excitado, porque era óbvio que Ela não estava interessada naquele cara, o que ela realmente queria era realizar a fantasia comigo, não estava atrás de uma transa, estava atrás de putaria.
Mica já estava ficando um pouco impaciente e disse pra ele que na mesa de cabeceira tinha lubrificante, pra ele passar um pouco e tentar penetrar ela. Lorenzo fez o que ela mandou, lubrificou bem, encostou o pau no cu da minha esposa, que continuava com o olhar fixo em mim, e penetrou ela devagar.
Por momentos Mica fechava os olhos, era óbvio que ela estava sentindo a rigidez de ser comida de cu, mas depois de um tempo foi se acostumando e voltou a cravar o olhar em mim e a mostrar que estava ficando com tesão porque eu estava olhando ela.
O anal durou vários minutos, onde foram mudando o ritmo das estocadas, algumas suaves e outras violentas e profundas, até teve momentos em que era minha esposa que se movia pra frente e pra trás gerando a penetração.
Eu, por minha vez, me masturbava bem devagar trocando olhares com minha esposa, que de vez em quando passava a língua nos lábios olhando pro meu pau, como se quisesse chupar ele, coisa que não aconteceu na realidade, mas que estava rolando nas nossas mentes, digamos. Era um jogo safado, perverso por momentos, mas que pra falar a verdade era super excitante.
Ela viu que eu não aguentava mais e ia gozar, então abriu a boca como se fosse tomar meu gozo, ou esperava que meu esperma chegasse até a boca dela, mas não foi possível, eu estava a uns dois metros de distância dela e apesar da minha intenção de querer que chegasse pelo menos um jato, não consegui. Um jato chegou até a cama mas ficou nos pés, digamos, e a grande maioria do esperma caiu no chão.
Mesmo assim ela fechou os olhos e fez caras como se estivesse saboreando, como se eu tivesse descarregado todo meu gozo na boca dela, e em poucos segundos ela teve um orgasmo enquanto Lorenzo continuava comendo ela de cu forte.
Não sei quanto tempo passou, eu estava meio perdido depois daquela tremenda e estranha masturbação que eu tinha feito. Cravado, mas dava pra ver que o touro tava chegando no limite e com estocadas profundas começou a despejar o leite dele de novo, mas agora no cu da minha esposa, que agarrada nos lençóis se deixava encher o rabo de porra.
Lorenzo, depois de gozar completamente, quase desmaiou na cama pra curtir o pós-sexo, com uma cara de felicidade do caralho, e minha esposa devagar se deixou cair, digamos, e ficou deitada de bruços descansando.
Pouco tempo depois, me levantei e fui até minha esposa, olhei a bunda linda e redonda dela descansar depois dessa façanha, enquanto o sêmen que tinha inundado ela poucos instantes antes começava a escorrer bem devagar.
Abri um pouco as nádegas dela e apreciei melhor como o leite escorria pelo cu dilatado dela.
Lorenzo: E aí, corno? Deixei bem aberto pra você?
Eu: Já vi mais aberto, mas mesmo assim parece bem aberto (enquanto falava isso, enfiava uns dedos no cu da minha esposa).
Lorenzo: Ehhh, sério? O que você diz, gata?
Mica: O corno tem razão, mas mesmo assim nunca me encheram tanto de porra quanto você.
Lorenzo: Bom, já é alguma coisa, hahaha. Se quiser, continuo te enchendo de leite, tenho muito pra você.
Mica: Não, não, chega por hoje, já tô muito cansada.
Lorenzo: Uhhh, beleza, sem problema, fica pra próxima.
Deixei ele descansar um pouco e depois convidei ele a se retirar, digamos. O cara cumprimentou a Mica e a mim bem respeitosamente, disse que tinha se divertido pra caralho e tal, e foi embora. Quando voltei pro quarto, a Mica já tava dormindo, totalmente pelada e com a virilha cheia de porra.
No outro dia, a Mica me acordou. Ela já tinha tomado banho e me preparado o café da manhã, e trouxe na cama.
Enquanto eu tomava café tranquilo, ela começou a me fazer um boquete suave. Se na noite anterior eu tinha curtido pra caralho, receber um boquete com amor enquanto você toma café da manhã não tem preço, é incrível ser "mimado" assim.
Obviamente não aguentei muito tempo tomando café, joguei tudo pro alto e a Mica montou em cima de mim e começou a cavalgar com vontade. Ficamos várias horas transando como loucos os dois, não sei quantas gozadas a gente deu, mas foram muitas e, embora nenhum dos dois tenha falado nada sobre a noite anterior, acho que estávamos ambos muito tarados por causa disso.
Com a Mica, minha esposa, a gente tem uma vida sexual bem ativa, principalmente desde que começamos no swing, ménage, cuckold, etc. Como acho que comentei em relatos anteriores, embora tudo tenha começado com ela me chifrando, não era cuckold porque eu não tinha dado meu consentimento, mas depois a ideia me excitou e passamos pros ménages, swing, e por último pro cuckold, ou seja, os chifres consentidos e onde te chamam na cara dura de "cuck".
Talvez pra alguns seja pior ou mais humilhante outro cara foder sua esposa num ménage, tipo meter um estranho na cama, mas pra mim sempre foi uma espécie de aventura, era uma parada nossa dois, onde os dois curtiam pra caralho o sexo, ou seja, eu participava ativamente junto com o outro cara e a gente comia minha esposa juntos. Já pensar em ser um cuck me "doía", e nem se fala na ideia de ser tratado como tal.
Resumindo, eu não curtia muito o rótulo de cuck, mas acho que, como em muitas relações liberais, acabou acontecendo, e não foi de um jeito suave, muito pelo contrário. A gente já vinha conversando sobre isso com minha esposa naquela época, e apesar das indiretas dela nesse sentido, eu não dava muita bola pro assunto. Ela insistia em saber se eu gostava dessa prática, se me excitava a ideia de ser cuck, se eu curtiria só ver ela trepar com outro sem participar, etc. Era óbvio que na cabeça dela a ideia de me fazer sentir um cuck a excitava.
E como sempre, as mulheres acabam fazendo o que querem, e aconteceu o que tinha que acontecer... ou o que ela queria que acontecesse. Essa passagem do swing ou ménage pro cuckold foi pesada e forte como a fodida que minha esposa levou. Naquela noite, e apesar de ter sido difícil de aceitar no começo, acho que depois me acostumei, e até acabei gostando ou sentindo um tesão, no fim das contas.
Passando pra história em si, numa sexta à noite, eu e a Mica decidimos ir tomar algo num pub que ficava perto do nosso apartamento daquela época. Como era sexta, a maioria era grupo de amigos e amigas, não tinha muitos casais no lugar, e o clima era bem mais puxado pra balada do que pra bar, tinha muita gente em pé, alguns até dançavam um pouco, e as luzes do lugar estavam bem fracas, quase no escuro, digamos.
Eu e a Mica primeiro ficamos no balcão tomando algo até conseguirmos uma mesa. Nesse meio tempo em que estávamos no balcão, minha esposa era alvo de todo tipo de olhares, muitos cheios de safadeza e outros com um certo desprezo ou inveja, e não era à toa. Como era um dia bem quente, a Mica tinha vestido um vestido branco, bem curto e colado no corpo, o que, por razões óbvias, destacava seus atributos, principalmente a bunda linda e redonda que ela tem. Era tão curto que ela tinha que ficar ajeitando o tempo todo pra não mostrar as nádegas, ou seja, tinha que ficar puxando pra baixo direto.
Já na mesa, a situação do vestido continuava igual ou pior, mas cruzando as pernas ela resolvia qualquer problema que pudesse aparecer e, no fim, não se via nada além das pernas, que, embora também fossem uma delícia, não chamavam tanto a atenção. A noite foi passando e, entre um gole e outro, o pub foi "depurando", digamos. Casais quase não tinham mais, e era tudo homem ou mulher nos seus respectivos grupos, e claro, o clima ficou mais de balada, alguns se animavam a chegar em alguma mina, grupos se juntavam, etc.
Eu e a Mica já não tínhamos muitos assuntos pra conversar, e basicamente ficávamos só observando o cenário. Eu percebia ela mais distraída, quase não me dando bola, ela tava olhando alguma coisa, mas... não dava pra distinguir o que ou quem ela olhava.
Em um momento ela vai para os banheiros. Eu fui seguindo ela com o olhar, sabia que ela estava tramando algo, mas não sabia o quê. De repente, ela passa do lado de um grupo de vagabundos que nem disfarçaram e olharam ela de cima a baixo. Ela, enquanto passava entre eles, acariciou bem de leve o braço de um e olhou pra ele por um instante enquanto continuava indo pro banheiro. O vagabundo falou algo pra ela e ela sorriu, acho que não respondeu nada. Em poucos segundos, com a galera dele incentivando, ele saiu da roda e foi na direção dos banheiros também.
Nessa altura, eu já não conseguia ver o que acontecia porque tinha bastante gente na área.
Eu fiquei sentado esperando minha esposa e prestando atenção se o vagabundo voltava, mas nada acontecia. Depois de uns 10 minutos, o cara volta com o grupo de amigos e quase na mesma hora vejo minha esposa voltando pra mesa. Quando ela senta, percebo que ela tá meio estranha, meio acalorada, descomposta, e até quando comecei a falar com ela, a voz tava meio trêmula, e claro, os olhares pra aqueles vagabundos eram bem óbvios.
Eu: O que aconteceu? Por que demorou tanto no banheiro?
Mica: Tinha muita gente (ela falou meio seca)
Eu: Sério? Daqui não parece que tem tanta gente.
Mica: (me olhou meio desafiadora): sim, tinha muita gente... por quê?
Eu: Sei lá, achei meio estranho você demorar tanto.
Ela não respondeu, só desviou o rosto e continuou olhando pros vagabundos. Passou um tempo e percebi que ela não tava de pernas cruzadas, na verdade tava até um pouco abertas, e claro, o vestidinho bem levantado. Mesmo da minha posição eu não conseguia ver nada (eu olhava de cima), mas quem tava a alguns metros com certeza via mais do que as pernas dela.
Eu: ei, cruza as pernas ou vão ver a tanga no meio do pub...
Mica: Fica tranquilo que não deve dar pra ver a tanga.
Eu: haaaa... certeza que dá pra ver a tanga, tem vários olhando por ali.
Mica: Sério, a tanga não vai aparecer, te juro...
Eu: Aham, e por que você tá tão segura?
Mica: Porque eu não tô de tanga, idiota... (e começou a rir)
Eu: Como assim não tá de tanga? Se eu vi você trocar de roupa em casa e tava com uma tanga branca...
Mica: Não, não tô... deixei no banheiro (ela falou com voz de tesão)
Eu: Tá falando sério?
(ela só balançou a cabeça que sim)
Eu: Deixou no banheiro? Ah, claro....
Mica: Bom, eu... não, não deixei no banheiro, desde que fui no banheiro não tô mais com ela, é isso aí... feliz?
Eu: Na verdade não.... quero saber o que aconteceu... por que você não tá mais com a tanga, se é que posso saber...
Mica: Alguém pediu e eu emprestei...
(nessa altura eu já sabia onde isso ia dar, ou pelo menos imaginava).
Eu: ahh, olha só... outra gatinha pediu sua tanga e você emprestou? Assim, simples assim?
Mica: sim... bom, não tanto, não foi uma gatinha, como vou emprestar minha tanga pra uma gatinha, você é louco...
Eu: claro, né, idiota.... bom, fala pro cara que você emprestou a tanga devolver, porque aquela tanga eu te dei de presente de aniversário, não sei se lembra...
Mica: uhhhh, é mesmo.... ficou bravo? Desculpa, amor...
Eu: tô sim... recupera essa tanga agora.
Mica: tá bom, já volto, daqui a pouco trago a tanga sã e salva...
Eu: pera pera pera.... não vai pros banheiros, não quero te perder de vista, ok?
Mica: e... mas....
Eu: já sei o que você ia fazer e não, recupera a tanga aqui na minha frente.
Ela ficou sem graça, com certeza tinha pensado em levar o cara pro banheiro e foder, ou pelo menos chupar ele pra ele devolver a tanga, mas eu tinha marcado posição e ela respeitou.
Foi até o grupo de caras, separou o sujeito em questão e começou a conversar com ele. Primeiro dava pra ver que ela tava implorando, digamos, mas depois começaram a rir um pouco entre os dois enquanto continuavam falando.
A conversa parecia estar ficando mais quente porque eles falavam no ouvido e não riam tanto. Em um Momento, minha esposa ficou de costas pra mim e eu conseguia ver como o cara tava segurando ela pela cintura, suave mas segurando, e ela não falava nem fazia nada pra tirar a mão dele da cintura dela, e continuavam se falando.
Por uns instantes não consegui ver eles porque tava passando gente do lado, e quando retomei a visão da situação, a coisa tinha mudado drasticamente. A mão do cara já não tava mais na cintura da minha esposa, tinha descido e agora tava acariciando suavemente a bunda dela. Eu fiquei paralisado sem saber o que fazer. Por instinto, sentia vontade de levantar e partir pra porrada com o cara, mas como um bom cuck, a tesão vencia minha raiva, e então fiquei olhando o cara passar a mão cada vez mais descaradamente no rabo da minha esposa.
Por cima do ombro da minha esposa, dava pra ver a cara do cara, que tava com o olhar fixo em mim, num desafio, e enquanto apalpava à vontade a bunda da Mica, um sorriso de filho da puta se desenhava na cara dele.
A apalpação pareceu eterna, mas não deve ter passado de uns dois minutos até terminar com um tapinha suave do cara na minha esposa, tipo "pronto, já era". Ela colocou a mão como se esperasse receber alguma coisa, mas o cara se aproximou do ouvido dela e falou alguma coisa.
A expressão corporal da minha esposa foi de raiva, como se não concordasse com o que ele disse, mas ele continuou falando e a Mica foi se acalmando, até que ela vira a cabeça e me encara fixo, como se tivesse confirmando que eu tava olhando. Falou mais umas coisas com o cara e voltou pra mesa.
Eu: E aí? O que rolou? E a calcinha fio dental?
Mica: Complicou, deixa pra lá...
Eu: Por quê?!?! Sério, vou buscar eu então...
Mica: Não não, para, vai dar merda, deixa quieto, já foi...
Eu: Puta merda, ele passou a mão na sua bunda e não devolveu a calcinha! Cê é doida?!?!
Mica: É, beleza, mas deixa, são vários caras e vão te encher de porrada, já era, erro meu.
(Eu pensei uns segundos naquilo de serem vários e, embora minha esposa tivesse razão, o O orgulho tava falando mais alto e eu já tava quase partindo pra porrada com os caras).
Eu: tá bom, chega, vou lá e que se dane, não tô nem aí... (já ia levantar quando a Mica me segurou pelo braço e me parou)
Mica: Paraaaa... porque além disso, vou ficar parecendo uma puta que deu a calcinha de presente pro cara, que desculpa você vai dar? Ainda mais que vão te encher de porrada, você vai ficar de corno manso na frente de todo mundo e eu de vadia, então chega, já foi, deixa assim e pronto.
De novo me deixou pensando, e ela tinha um pouco de razão, ia dar merda se eu confrontasse o cara, ia aparecer um segurança, todo mundo ia saber qual era o problema (que minha esposa era uma puta e eu um corno) e iam nos expulsar do bar, e lá fora se me pegassem entre dois ou mais iam me desfigurar, eu só tinha a perder.
Eu: sinceramente, hoje você passou dos limites...
Mica: ah, também não é pra tanto... você já me viu foder com outros milhares de vezes, pra esse eu só dei uma calcinha de presente, nem beijei ele...
Eu: não tô falando de dar a calcinha, tô falando que aquela calcinha quem te deu fui eu, se você quer dar as tangas que você compra, faz quando quiser, e se quer foder com alguém, vai lá e fode e pronto (falei mais puto do que pensando nessa última parte).
Mica: ah, não fica puto assim, no final você que me incentiva a fazer essas coisas e depois fica bravo se dá errado.
Eu: eu te incentivo a fazer o quê?
Mica: a meter outros na cama, é disso que tô falando... ou vai me dizer que você não gosta?
Eu: sim, tá bom, mas o que isso tem a ver (meio desconcertado)
Mica: nada, deixa, esquece o assunto...
Eu: não, fala sério, se explica agora.
Mica: nada, que minha ideia era fazer um menage se rolasse, mas não rolou, deu errado, só isso...
Eu: essa era sua ideia? E por que não me fala?
Mica: o que vou te falar, se você percebeu, não se faz de besta... ou vai negar que você já imaginava onde isso ia dar, ou que ficou de pau duro quando ele passou a mão na minha bunda? Não seja cara de pau...
Eu: ah, sei lá... pode ser (agora quem tava A defensiva era eu, tinha virado o jogo).
Mica: ok, bom, não deu certo, já era, deixa pra lá, vamos pagar e ir pra casa, a noite já foi pro saco.
Eu: não, calma aí, dá uma segurada... e o que aconteceu?
Mica: o que aconteceu com o quê?
Eu: com a parada do ménage, e tal.
Mica: chega, esquece.
Eu: fala, me conta, ou você não confia em mim?
Mica: confio, mas não vou te contar, não é o tipo de coisa que você curte fazer, então chega.
Eu: fala, me conta, não vou ficar puto, juro...
(ela não falou nada, só ficou bebendo o que restava do drink em silêncio).
Eu: fala, vai me contar ou vou ter que ir perguntar?
Mica: já te falei que não, o cara não quer fazer um ménage, ponto final.
Eu: ah sim, o cara não quer te dar uma bela de uma foda... sei...
Mica: eu não falei isso, falei que o cara não quer fazer um ménage.
Eu: aham, e o que ele quer? que você case com ele? hahahaha
Mica: ha ha... não, chega, sério...
Eu: tá, vou parar com isso... mas me conta por que ele não te devolveu a fio dental?
Mica: porque ele me pediu algo que eu não podia fazer.
Eu: e o que ele pediu? Ir pra cama?
Mica: algo do tipo.
Eu: o que seria algo do tipo...
Mica: uhhh, como você é chato!!! o que ele pediu foi me comer com você presente, foi isso que ele pediu
Eu: e?!?! como se a gente nunca tivesse feito um ménage...
Mica: hahaha nãooooo, ménage não, você não participa, só olha.
Eu: bom, sei lá, a gente pode se revezar, talvez o cara não curta ter um homem por perto, também não é o fim do mundo.
Mica: você ainda não entendeu... ele queria que você fizesse o papel de corno, não de participar.
Eu: ahhh... sim, isso é outra coisa... cuckold, digamos
Mica: sim... por isso já era.
Ficamos em silêncio, meio desconfortáveis também, e eu pedi a conta pra ir embora. Mica foi ao banheiro, mas dessa vez não passou na frente do grupo onde tava esse cara, passou bem longe pra não cruzar com ele.
Enquanto eu esperava a conta na mesa, o cara se aproximou, se apresentou (Lorenzo, o nome dele) e perguntou se podia sentar (muito educado) e eu fiz sinal pra ele. Sim.
Lorenzo: desculpa se houve um mal-entendido, aqui te devolvo o que é da sua esposa.
(por baixo da mesa, ele passou a calcinha da Mica disfarçadamente).
Eu: obrigado.
Lorenzo: espero que não tenha ficado puto, não sou mau caráter.
Eu: tudo bem, mas acho que você passou dos limites com a minha esposa e não devolver a calcinha.
Lorenzo: é, então, é uma fantasia que eu tenho, era mais uma brincadeira do que outra coisa, por isso vim devolver a calcinha porque entendi que já era, que não rolou e não quero ficar de punheteiro.
Eu: ok, tudo bem, valeu pela sinceridade.
Lorenzo: eu, sem te ofender, te convido pra tomar um negócio e a gente conversa.
Eu: não, valeu, não vamos pra outro lugar, além disso já pedi a conta e vamos dormir.
Lorenzo: não não, tô falando aqui no bar. Eu pago pelo mal-entendido.
Antes que eu pudesse recusar de novo, a Mica apareceu e ficou parada olhando, com cara de "puta" e sem falar nada. O Lorenzo olhou pra ela e disse "desculpa, galera, vou nessa, me perdoem". Levantou e foi embora com o grupinho dele, que já tinha diminuído.
Mica: o que rolou? O que ele queria?
Eu: nada, pediu desculpa e me devolveu sua calcinha.
Mica: é? bom, pelo menos...
Eu: ele não parece um babaca, disse que era uma brincadeira e tal, e pediu desculpa várias vezes.
Mica: é, não parece má pessoa, mas beleza. Já pagou?
Eu: já, por quê?
Mica: tava perguntando pra gente ir embora.
Eu: ahh... não quer tomar mais nada? Seu amigo convidou a gente pra um drink.
Mica: ele não é meu amigo... além disso, há pouco você queria partir pra porrada e agora quer tomar algo com ele? Decide logo...
Eu: bom, eu, curti ele ter devolvido a calcinha.
Mica: é, mas o que ele quer é transar e você olhar como corno, não tomar algo com a gente.
Eu: como você sabe, capaz que a gente tenta um menage... você topa pra um menage?
Mica: olha, faz o que quiser, me dá a calcinha que vou no banheiro vestir, não quero ficar de periquita.
Ela pegou a calcinha e foi pro banheiro. Fiquei uns instantes olhando minha esposa ir embora e fiz sinal pro Lorenzo (que olhava pra gente de vez em quando) pra ele chegar na mesa. Quando ele chegou, falei pra puxar uma cadeira, que a gente aceitava tomar algo com ele pra esquecer aquele momento ruim.
Ele sentou, chamou o garçom e pediu um champanhe e 3 taças.
Pouco tempo depois, a Mica chegou do banheiro e olhou confusa.
Mica: que rolê?
Eu: nada, amor, aceitei o convite pra tomar algo. Ou você já queria ir embora?
Mica: tanto faz (ela sentou).
Já com o champanhe na mesa, o Lorenzo pediu desculpas mais algumas vezes pra nós dois e começamos a conversar, primeiro sobre besteiras e depois sobre sexo. Não sei se ele inventava histórias, mas contava um monte de coisas sobre ménage, swing, orgias, e perguntava pra gente como era. Parecia saber do que tava falando, embora pudesse ser um mentiroso bem informado.
Num momento, ele disse que uma das poucas fantasias que ainda faltava realizar era ser um bull, ou seja, transar com uma hotwife enquanto o marido assiste e é tratado como cuck, basicamente, que era algo muito difícil de conseguir e que adoraria ter feito com a gente.
O champanhe acabou e ele logo pediu outro, e a gente continuou bebendo e falando mais de sexo, festas, swing. A conversa tava ficando cada vez mais quente, até que num momento ele me pergunta na lata:
Lorenzo: Você não teria interesse em experimentar o cuckold?
Eu: é... não curto muito a ideia.
Lorenzo: Por que não curte?
Eu: não tenho certeza se ia gostar.
Lorenzo: Mas a ideia te excita?
Eu: é... um pouco sim, mas sei lá, tenho dúvidas.
Lorenzo: Olha, te proponho o seguinte, não se ofende, se quiser a gente testa, e se em algum momento você ou ela quiser parar, a gente para e pronto, acabou a história.
(A Mica e eu ficamos calados, sem saber o que responder, ou eu não sabia, a Mica com certeza topava, dava pra ver que ela tava excitada).
Eu: sei lá, e se a coisa sair do controle e você não quiser parar, a gente vai ter que se pegar na porrada. depois kkkkkk
Lorenzo: kkkk não não, tenho meus códigos, se alguém diz não é não e pronto, sempre foi assim.
Eu: sei lá, o que cê acha, love?
Mica: eu não tenho problema, quem tem que decidir é você.
Eu: bom, a gente pode tentar pra ver qual é.
Lorenzo: (com um sorriso visível) bom, mas deixa uma coisa clara, a fantasia é mais baseada na humilhação do que no sexo, então se você não se sentir confortável com isso desde o começo, nem começamos.
Eu: ehhh, calma aí, nem começamos e já tá me dizendo pra não fazer kkkkk
Lorenzo: kkkk não não, tô te explicando como é pra não ter surpresa, como falei, tenho meus códigos.
Eu: bom, ok, mas que tipo de coisa você diz? suponho que gay não... não curto essa onda.
Lorenzo: não não, isso também não é comigo, mas é mais na onda de você me pedir pra comer sua esposa, ou de a gente te insultar, coisas assim. Reforço, se não curte essa onda, nem começamos, tudo bem.
A gente ficou em silêncio por uns segundos, até que o silêncio foi quebrado de novo.
Eu: escuta aqui, Lorenzo, cê gostou da bunda da minha esposa?
Lorenzo: sim sim, ela é uma gostosa (olhando pra ela)
(ele não tinha percebido que eu tinha dado o sinal verde pra fantasia).
Eu: bom, queria que você levasse ela pro banheiro e desse uma boa apalpada nela.
Lorenzo: ha (com um sorriso de orelha a orelha), beleza, cuck, daqui a pouco a gente volta. Vamos, linda?
Eu: mais uma coisa, que ela venha sem a fio-dental, por favor.
Lorenzo: fechado, cuck, já voltamos.
Eles se levantaram e foram quase de mãos dadas até a área dos banheiros. Nessa hora eu perdi eles de vista, mas depois a Mica me contou que não conseguiram entrar, tinha muita gente olhando, então ficaram se pegando e se apalpando encostados numa parede perto dos banheiros, sem ninguém ver (segundo ela, mas sei lá se alguém viu, ainda mais com a pegação que devia estar rolando) ela tirou a fio-dental e deu pro macho dela.
Depois de um tempo voltaram, a Mica tava vermelha de calor, meio desarrumada e com os lábios visivelmente acabados de beijar. mordidos e transados. Sentaram e Lorenzo, bem descarado, colocou a calcinha fio-dental em cima da mesa.
Lorenzo: aqui tá a calcinha da sua esposa, corno.
Eu: valeu. (peguei a calcinha e, mesmo todo mundo podendo ver, levei ao rosto e cheirei fundo). UFFFF, que cheiro de vontade de pau que isso tem. Amor, cê quer que o Lorenzo te coma?
Mica: (só balançou a cabeça que sim).
Eu: beleza, amigo, vamos pra casa, quero que você coma minha esposa.
Lorenzo: bora, mas vamos pra um hotel melhor, corno.
Eu: não, quero que você coma ela na cama de casal.
(ele pensou por uns segundos)
Lorenzo: que corno de merda, não vou na casa de desconhecidos, mas vou abrir uma exceção pra vocês.
Levantamos e fomos pro nosso apartamento. Umas seis ou sete quadras, era perto, mas o caminho demorou, porque a toda hora eles paravam e começavam a se agarrar na parede, numa árvore, em carros, qualquer coisa. Teve hora que o agarramento era tão forte que a Mica ficava praticamente de cu pra fora, porque o vestido subia até a cintura. Eles não ligavam pra nada, e eu também não. Eu ia com o pau duro só de ver eles se pegando na rua.
Num momento, chego perto deles e meto um dedo na buceta da minha esposa, que já tava bem molhada nessa altura.
Eu: uhhh, que molhada que cê tá... comigo ela não fica assim, sabia? (falando pro Lorenzo)
Lorenzo: óbvio que não, corno, ela precisa de um macho de verdade.
Eu: é, cê tem razão. Andem logo, quero ver você comendo ela na minha cama, faltam duas quadras.
Mica: para, deixa eu aproveitar o caminho, corno...
Lorenzo: é, corno, para de encher o saco... quer pau, gostosa?
Mica: siiiim
Lorenzo: vira aqui, vai...
Ele encostou ela num carro, mandou ela botar a bunda um pouco pra fora e disse: "vem cá, corno, levanta o vestido dela e abre a bunda dela pra eu meter o pau".
Eu cheguei perto deles, levantei o vestido da minha esposa e abri as nádegas dela como ele mandou, enquanto ele já tinha abaixado o zíper da calça e tirado o pau, que em poucos segundos desapareceu. usa a palavra: buceta da minha esposa.
Os gemidos de ambos foram bem altos, era aquele gemido de alívio, de vontade de foder reprimida. Ele bombou algumas vezes e tirou. "Ajeita o vestido dela" ele me ordenou e seguimos caminhando pra casa. Nesse trajeto, acho que 80% do tempo Lorenzo foi com uns dois dedos enfiados na buceta da minha esposa, que como podia ia andando do lado dele, e pela cara dela, curtindo ser a puta daquele cara.
Assim que entramos no apartamento, Lorenzo perguntou qual era nosso quarto e fomos. Ele se despiu completamente e deitou na cama com as pernas abertas e disse pra Mica "vai, puta, se despe e chupa minha rola na frente do cuck".
Ela quase arrancou o vestido e se jogou na cama pra chupar a rola do Lorenzo.
Ela devorava a rola com uma vontade que eu raramente tinha visto. Saboreava, engasgava sozinha, chupava os ovos dele e até o cu.
O bull daquela noite só gemia e soltava frases tipo "que puta boa que é sua mulher, cuck" "Gosto como sua esposa chupa minha rola" "você é pouco homem pra tanta mulher", entre outras que nem lembro, mas todas parecidas, num tom humilhante e direcionadas a mim.
Nessa altura, eu já tava com a rola na mão e muito excitado. Num ataque de loucura de cuck, gritei "enche a boca dela de porra!!!" Tanto Lorenzo quanto Mica começaram a rir, e entenderam que eu tava entregue a ser um cuck fodido a noite toda.
Lorenzo: não, cuck, primeiro vou comer sua esposa.
Eu: ok, desculpa.
Lorenzo: deita, gostosa, que vou comer toda essa buceta divina.
Mica fez o que foi mandado, abriu as pernas e se deixou comer a buceta. Lorenzo tava desenfreado na entreperna da Mica, se deliciando com os orgasmos que minha esposa dava de vez em quando, e com os fluidos com certeza.
Depois de um tempo de uma gritaria infernal da minha esposa, Lorenzo se levantou e me disse "posso foder ela, cuck?"
Eu respondi um sonoro SIMMMM, COME ELA!!! COME MINHA ESPOSA!!!"
Ele riu de novo, deitou sobre a Mica e começou a beijar ela enquanto enfiava devagar o pau dele na buceta da minha esposa.
Ele tava curtindo a umidade da Mica, mas ela queria que ele macetasse forte, que fizesse ela gritar. Ela agarrou o cabelo dele meio na violência pra separar a boca dele da dela e, mesmo sem ver a cara dela, pela voz eu percebi que ela tava possessa. Ela começou a gritar "me come... me come... me come... me come na frente do corno do meu marido". O vagabundo não fez questão e começou a meter com força na Mica, que gritava e gemia que nem uma louca, e chegou o momento que talvez mais doeu em mim.
No meio da loucura, minha esposa começou a gritar "olha, corno, como um macho de verdade me come.... você não come assim, corno.... chega perto e olha bem como tão comendo sua esposa, corno"....
Eu fiquei paralisado, mas o Lorenzo virou a cabeça e, me olhando, falou "vem, corno, vem e olha como eu tô comendo sua mulher".
Não tive escolha a não ser chegar mais perto e observar de pertinho como o pau do bull tava arrebentando minha esposa, com raiva, com vontade, com desejo, com tesão. Entre um gemido e outro da minha esposa, eu ouvia as risadas debochadas dele até que ela falou "me enche de porra, cara, vai".
Enquanto ele continuava a bombar sem parar, o Lorenzo disse "corno, sua mulher toma remédio ou você vai ser pai otário?", eu respondi que ela tomava pílula, e ele falou "que pena, com certeza eu engravidava ela de uma menina".
Não demorou muito mais e, com bombadas profundas, ele começou a esvaziar os ovos dele dentro da Mica, que abraçava ele com as pernas enquanto gemia de prazer recebendo jorro atrás de jorro de leite.
Depois dessa primeira esporrada, e digo primeira porque foram várias, o Lorenzo se jogou em cima da minha esposa pra "descansar" um pouco. Uns minutos depois, ele deitou do lado da Mica e foi nesse momento que eu pude ver como o leite do macho da vez da minha esposa jorrava sem parar e caía até sujar tudo. Os lençóis.
Depois de um tempinho de descanso, Lorenzo foi pro banheiro e fiquei a sós com minha esposa. Perguntei se ela tava gostando e, sorrindo, ela disse que tava se divertindo pra caralho. Aí ela me olhou, percebeu que eu ainda tava de pau duro e falou: "você também tá se divertindo, pelo que vejo, né, cuck, hahaha". Eu ri um pouco e tentei me enfiar na cama com ela, queria comer ela, mas ela me parou na hora, dizendo: "não, não, cuck, hoje à noite eu sou do Lorenzo, amanhã sou sua de novo".
Isso já deixou claro o esquema, digamos. Naquela noite, eu não ia foder minha esposa, só ia ver ela ser penetrada várias vezes pelo amante da vez, e aceitei meu papel.
Pouco depois, Lorenzo voltou pro quarto, e dessa vez trouxe uma garrafa de uísque e três copos. Serviu os três, me disse: "toma um pouco e fica confortável, porque a noite vai ser longa, cuck", e foi se meter de novo na cama com minha esposa.
Enquanto eu continuava sentado numa cadeira, tomando meu copo de uísque, eles fizeram o mesmo, mas se acariciando e se beijando. Sem bebida nos copos, Lorenzo agarrou minha esposa pelo cabelo e disse: "vai, vagabunda, chupa meu pau na frente do cuck do teu marido". Não precisei que ele "guiasse" ou empurrasse a cabeça dela pro pau dele; ela mesma se jogou no membro do macho dela e, com muita vontade, começou a lamber e chupar gostoso, igual tinha feito antes.
O cara gemia e curtia o boquete espetacular que a Mica tava fazendo, e em pouco tempo já tava duro de novo. Agarrou ela pelo cabelo de novo, mas dessa vez pra tirar a boca da minha esposa do pinto dele, olhou fixo pra ela, virou ela de lado e disse: "fica de quatro, olhando pro cuck".
Em questão de segundos, minha esposa se ajeitou como o amante mandou e esperou o homem dela penetrar ela, sempre com o olhar fixo nos meus olhos.
Lorenzo, com muita paciência, se posicionou atrás dela, passou o pau umas duas vezes por fora da buceta dela e depois penetrou bem devagar.
Minha esposa, embora Ela gemia e curtia cada centímetro de pau que ia recebendo, nunca fechou os olhos nem parou de me encarar, só gemia e mordia os lábios num tom de prazer, de paixão. Lorenzo foi acelerando as estocadas na minha esposa, fazendo ela tremer toda e se ouvia aquele barulho típico do choque dos corpos, ou melhor, dos genitais. Ele tava metendo forte e fundo, com vontade e curtindo com certeza a lubrificação da minha esposa.
Eu, por minha vez, tinha uma cena incrível: de um lado via o corpo da minha esposa balançando pra frente e pra trás no ritmo das estocadas, enquanto a cara dela se desfigurava de prazer e os peitos dela se mexiam no ritmo da porra da foda que tavam dando nela, e quando eu levantava um pouco o olhar, via outro cara agarrado nas nádegas da Mica, com o olhar fixo pra não perder nenhum detalhe de como o pau dele entrava e saía da buceta ardente da minha esposa, e tudo isso coroado pelos goles de uísque que ele ia dando.
Era como estar num set de filme pornô, onde minha esposa era a atriz principal, e o pior de tudo é que eu tava adorando demais, tava curtindo só de ver minha esposa ser possuída por outro homem.
Num surto de tesão, falei pro Lorenzo:
Eu: Arrebenta a bunda dela.
Lorenzo: ha!!! Olha o corno, agora tá pedindo as coisas.
Mica: haha, é que ele sabe que eu gosto disso...
Lorenzo: Quer que eu arrebente esse cuzinho, amor?
Mica: siiiim
Lorenzo: ok, ok, então fala, corno, me pede pra arrebentar o cu da sua esposa, faz direito o papel.
Eu: Lorenzo, arrebenta o cu da minha esposa, por favor.
Ele riu um pouco, abriu um pouco mais as pernas da Mica pra ajustar a altura e começou a chupar primeiro o cu dela e, depois de uns minutos, a enfiar uns dedos pra dilatar um pouco. Mica, por sua vez, continuava me encarando e dando sinais de prazer. Dava pra ver que ela tava mais concentrada em prestar atenção nas minhas reações do que no cara que tava brincando com a bunda dela. Isso me deixou ainda mais excitado, porque era óbvio que Ela não estava interessada naquele cara, o que ela realmente queria era realizar a fantasia comigo, não estava atrás de uma transa, estava atrás de putaria.
Mica já estava ficando um pouco impaciente e disse pra ele que na mesa de cabeceira tinha lubrificante, pra ele passar um pouco e tentar penetrar ela. Lorenzo fez o que ela mandou, lubrificou bem, encostou o pau no cu da minha esposa, que continuava com o olhar fixo em mim, e penetrou ela devagar.
Por momentos Mica fechava os olhos, era óbvio que ela estava sentindo a rigidez de ser comida de cu, mas depois de um tempo foi se acostumando e voltou a cravar o olhar em mim e a mostrar que estava ficando com tesão porque eu estava olhando ela.
O anal durou vários minutos, onde foram mudando o ritmo das estocadas, algumas suaves e outras violentas e profundas, até teve momentos em que era minha esposa que se movia pra frente e pra trás gerando a penetração.
Eu, por minha vez, me masturbava bem devagar trocando olhares com minha esposa, que de vez em quando passava a língua nos lábios olhando pro meu pau, como se quisesse chupar ele, coisa que não aconteceu na realidade, mas que estava rolando nas nossas mentes, digamos. Era um jogo safado, perverso por momentos, mas que pra falar a verdade era super excitante.
Ela viu que eu não aguentava mais e ia gozar, então abriu a boca como se fosse tomar meu gozo, ou esperava que meu esperma chegasse até a boca dela, mas não foi possível, eu estava a uns dois metros de distância dela e apesar da minha intenção de querer que chegasse pelo menos um jato, não consegui. Um jato chegou até a cama mas ficou nos pés, digamos, e a grande maioria do esperma caiu no chão.
Mesmo assim ela fechou os olhos e fez caras como se estivesse saboreando, como se eu tivesse descarregado todo meu gozo na boca dela, e em poucos segundos ela teve um orgasmo enquanto Lorenzo continuava comendo ela de cu forte.
Não sei quanto tempo passou, eu estava meio perdido depois daquela tremenda e estranha masturbação que eu tinha feito. Cravado, mas dava pra ver que o touro tava chegando no limite e com estocadas profundas começou a despejar o leite dele de novo, mas agora no cu da minha esposa, que agarrada nos lençóis se deixava encher o rabo de porra.
Lorenzo, depois de gozar completamente, quase desmaiou na cama pra curtir o pós-sexo, com uma cara de felicidade do caralho, e minha esposa devagar se deixou cair, digamos, e ficou deitada de bruços descansando.
Pouco tempo depois, me levantei e fui até minha esposa, olhei a bunda linda e redonda dela descansar depois dessa façanha, enquanto o sêmen que tinha inundado ela poucos instantes antes começava a escorrer bem devagar.
Abri um pouco as nádegas dela e apreciei melhor como o leite escorria pelo cu dilatado dela.
Lorenzo: E aí, corno? Deixei bem aberto pra você?
Eu: Já vi mais aberto, mas mesmo assim parece bem aberto (enquanto falava isso, enfiava uns dedos no cu da minha esposa).
Lorenzo: Ehhh, sério? O que você diz, gata?
Mica: O corno tem razão, mas mesmo assim nunca me encheram tanto de porra quanto você.
Lorenzo: Bom, já é alguma coisa, hahaha. Se quiser, continuo te enchendo de leite, tenho muito pra você.
Mica: Não, não, chega por hoje, já tô muito cansada.
Lorenzo: Uhhh, beleza, sem problema, fica pra próxima.
Deixei ele descansar um pouco e depois convidei ele a se retirar, digamos. O cara cumprimentou a Mica e a mim bem respeitosamente, disse que tinha se divertido pra caralho e tal, e foi embora. Quando voltei pro quarto, a Mica já tava dormindo, totalmente pelada e com a virilha cheia de porra.
No outro dia, a Mica me acordou. Ela já tinha tomado banho e me preparado o café da manhã, e trouxe na cama.
Enquanto eu tomava café tranquilo, ela começou a me fazer um boquete suave. Se na noite anterior eu tinha curtido pra caralho, receber um boquete com amor enquanto você toma café da manhã não tem preço, é incrível ser "mimado" assim.
Obviamente não aguentei muito tempo tomando café, joguei tudo pro alto e a Mica montou em cima de mim e começou a cavalgar com vontade. Ficamos várias horas transando como loucos os dois, não sei quantas gozadas a gente deu, mas foram muitas e, embora nenhum dos dois tenha falado nada sobre a noite anterior, acho que estávamos ambos muito tarados por causa disso.
8 comentários - Cuck impossível