Transformei o papai no meu marido… 😈 Meu nome é Kairi Nutsume, desde que nasci, sempre fui uma garota superprotegida pelo meu pai, embora não me importasse de ter ele como meu protetor… Uff… hoje entendi por que meu pai fazia isso. “Seu maldito, me solta… Não vou contar nada pra ninguém, então me deixa em paz…” Minha voz rouca, nervosa, assustada, eu não saberia explicar esse sentimento de impotência que estava sentindo. Uma pessoa de muita confiança da minha mãe, meu primo materno, está tentando me estuprar. Eu me sentia irritada comigo mesma por não ter dado ouvidos ao que meu pai me disse antes de sair. [“Não confie muito nesse… se tranca no seu quarto até eu chegar.”] Meu excesso de confiança foi meu maior erro. Há alguns segundos, ele veio me perguntar sobre uma tarefa de matemática, ingenuamente abri a porta e isso aconteceu. Ele trancou a porta por dentro e se tornou meu pior pesadelo. Se jogou em cima de mim, deixando minhas pernas entre as pernas dele e minhas mãos presas pelas dele. Ele era forte, pensei. Um sorriso feio apareceu no rosto dele, enquanto eu me esforçava para me soltar, e ele falou: “Seus pais não estão em casa, por que a gente não aproveita um pouco…” disse aquele lixo. Ele me forçando a ficar parada no chão. “Meus pais vão chegar logo… então cai fora daqui antes que…” Minha voz estava nervosa, não conseguia esconder o medo e a raiva que sentia. “Você acha que eu não sei quando meu tio e minha tia vão chegar? Minha tia chega daqui a quatro horas e o tio daqui a seis… então temos muito tempo, ainda dá tempo de eu ir embora, né…” falou com aquela cara horrível, cheia de arrogância. Minha última esperança de convencê-lo foi embora. Meu pai, a única pessoa que poderia me salvar desse problema, chegaria no máximo duas horas antes, então não dava para esperar pelo papai. Tenho que me defender sozinha, pensei. “Me solta, se você fizer alguma coisa comigo, meu pai não vai te deixar em paz, ele vai te achar e te bater, então me solta.” Minha voz se acalmou um pouco, mas eu ainda estava apavorada com a possibilidade do pior acontecer. “Hehehe… não.” não importa se me encontra ou me mata, de qualquer jeito já ferrei a vida da sua querida filha…" a risada dele e as palavras cheias de confiança e arrogância me fizeram tremer de medo. Ele, com aquela cara feia, se aproximou de mim, não sei pra quê, mas acho que era pra me beijar, mas foi uma oportunidade enorme pra sair dessa merda de situação. Deixando meus pés livres, foi uma chance que qualquer idiota aproveitaria. "… Ahhhhh… maldita…" dei um chute forte bem no meio das pernas dele, me soltei e joguei ele no chão, me senti mais aliviada, olhei pra ele e ele tava agonizando no chão. "Você… maldita… acha que vai escapar dessa… hahaha" ele, ainda tremendo de dor, se levantou, ainda se segurando na virilha, uma mão foi no bolso e tirou um canivete pequeno. "Tão orgulhosa da sua cara… vamos ver quando eu destruir ela, o que vai acontecer… hahaha." fiquei com muito medo, o pavor que tinha sumido voltou. "você é louco…" ele continuava rindo igual um doido. Ele era meu primo, mas não tinha nada de bom, era feio e o corpo inteiro era um saco de gordura, pensei que ele devia ser um frustrado por ser rejeitado, por isso tentou isso. Uma pontada de pena apareceu em mim, mas assim como veio, sumiu, o medo e o terror de como essa situação tava ficando a favor dele. "Se chupar minha rola, não vou te fazer nada…" foi o que ele disse, "nem louca… um gordo feio igual você… haha" ri um pouco, sério, não ia ser tão doida pra minha primeira vez ser com uma pessoa tão nojenta assim. A raiva dele aumentou, tudo que tava acontecendo tava indo conforme meu plano, recuei um pouco até chegar perto da minha cama, como ele tava cheio de raiva, acho que pensou que eu tava recuando por causa da faca na mão dele. Na minha cama tinha um taser pequeno (nota: é uma arma de choque que quando atinge o corpo, deixa a pessoa imobilizada… Ren-Rin te ensina… 😉), que meu pai me deu pra minha proteção pessoal, bom, não pensei que fosse usar, então peguei rápido. embora essa Taser tivesse suas desvantagens, uma delas é que precisava ser usada a um metro de distância. “ hahaha…. Você continua com a língua bem afiada, espero que use ela muito bem no meu pau…. “ o rei com sua cara feia, ele estava abaixando as calças, deixando ver as pernas gordas e uma coisa, ou melhor, uma coisinha. “ heh…. Você é feio e com uma coisinha tão pequena…. Dá pena. “ eu não sentia nada ao vê-lo com a parte de baixo exposta, só nojo e vergonha alheia. É sério o que estou dizendo, a coisa dele era pequena, três centímetros, comparado com o primeiro pau que eu tinha visto era uma diferença enorme, o do meu pai media uns catorze centímetros dormindo, mas duro eu não sabia porque nunca tinha visto. Ele se encheu de raiva e falou. “ você…. Maldita puta…. “ ele se jogou em cima de mim, a cara dele ficou ainda mais feia. -tap A Taser acertou o peito daquela bolsa de bosta. “ ahhhhh… brruu… “ ele tremia como se fosse epiléptico, caiu no chão, feito um saco de carne. A maçaneta da porta começou a se mexer de um lado pro outro mas não abria porque estava trancada por dentro, eu ia correr pra abrir a porta porque sabia quem era, mas antes de chegar. -bannn. A porta caiu, a figura de um homem apareceu, de felicidade eu chorei e me joguei gritando. “… papai… “ meu pai era de aparência forte, os braços dele eram de alguém que malhava, porque meu pai era um ex-comandante da milícia, a aparência dele, era cabelo preto, um rosto um pouco enrugado, era meio bonito e os olhos também eram pretos. Ele me pegou com as mãos e olhou em volta vendo aquele “filho da puta “ no chão, deu um longo suspiro de alívio e disse. “ desculpa filha…. Quase cheguei tarde, não te aconteceu nada me fala… “ eu respondi ao meu pai negando, contei tudo o que aconteceu, ele me xingou, mas depois me parabenizou por ter me defendido bem. Me senti muito feliz estando nos braços do papai, mas depois de uns minutos ele disse. “ filha, pode sair uns minutos…. Vai pro quarto da mamãe… “ disse com carinho, embora o papai se Por fora, ele parecia muito durão, mas na verdade era uma pessoa meiga e suave… ou será que só comigo é assim?. Obedeci e saí, deixando papai e aquele lindo incapacitado no quarto……
No quarto… O primo incapacitado estava no chão, tremendo. “T… tio, me perdoa, não vou fazer de novo….” ele implorava, como se não ligasse pro que dizia, continuou e foi até o armário da filha, pegou uma meia-calça — ele sabia onde estava porque a filha etiquetava tudo, organizando tudo. “Tio, pelo amor de Deus, me perdoa….” O pai, indiferente, andou até uma mesinha de cabeceira e, na gaveta, pegou uma gravata. “Tentou estuprar minha filha…. e quer que eu te perdoe….” A voz dele era áspera, ele foi e colocou a meia na boca daquele gordo saco de banha, e amarrou as mãos juntas nas costas dele. Levantou ele como se fosse nada e sentou na cadeira da filha, e deu um soco no estômago dele — um gemido surdo de dor saiu da boca do sobrinho, ele agonizava e a respiração parou por um minuto. Outro soco, mas agora na cara, deixando uma marca vermelha de hematoma. Outro e outro soco em tudo quanto é lugar, cara, tronco — ele agonizava de dor, queria vomitar sangue. “Já volto….” O pai saiu, deixando o coitado agonizando, sentado e todo roxo. Depois de alguns minutos, voltou — esses minutos viraram um inferno. Na mão dele, trouxe uma coisa que impressionou. “Sabe o que fazem com estupradores na cadeia….” Ele agarrou o gordo e jogou no chão, com aquele rabo gordo e feio pra cima. Pegou o consolo na mão e colocou perto do cu dele, deixando a cabeça do consolo de quinze centímetros apontando pra lá. O sobrinho começou a tremer de medo e a se contorcer, tentando se soltar, mas com a outra mão ele segurou a cintura gorda — o cara chutava forte. Começou a enfiar o consolo, ele começou a gemer de dor, o pai não ligou e meteu tudo rápido…. “Ummmmmmmmmm” o gemido de dor, que parecia que ele ia desmaiar, mordeu com forçou o brinquedo na boca dele, ele sentiu como se estivesse sendo partido ao meio, se contorcia e se erguia de dor. Movendo o braço com força, enfiando o consolo a cada movimento, ele chorava e tremia, implorando na cabeça que parasse, sangue e pedaços de merda saíam junto com o consolo. O inferno do gordo durou uma hora, cada movimento fazia ele chorar de dor, já tinha desmaiado de dor antes de gozar… Ele pegou o celular do bolso e ligou pra alguém, e falou. “Vem aqui, tenho uma coisa pra vocês se divertirem…” A conversa foi longa. Ele pegou o gordo e levou pra fora, e deixou ele com o carro que tinha chamado, voltou pro quarto da filha pra limpar o sangue e o cheiro de merda do quarto, depois de gozar tomou banho e foi ver a filha que ainda estava no quarto…. A filha dele… Quando cheguei no quarto, tava nervosa pelo que tinha acontecido, não sei por que, mas pensei que meu pai fosse fazer alguma coisa, mas não dei importância. Comecei a mexer no meu celular, depois de uns minutos ouvi sons vindo do meu quarto, mas de novo não liguei, coloquei meus fones e ouvi música, acabei dormindo… Acho que tinha passado uma hora desde que ele entrou no quarto da mamãe, porque meu pai já não dormia com minha mãe há uns anos, só não tinham se divorciado por minha causa. Ouvi a porta abrindo, era meu pai e ele falou baixinho. “Filha, você tá dormindo…?” Embora não estivesse dormindo, não quis responder. “…..” Meu pai, ao não ouvir resposta, andou até a cama, sentou do meu lado, eu continuei fingindo que tava dormindo. “Filha, me perdoa, se tivesse acontecido o pior com você, não sei como me perdoaria… Uff…” Ele aproximou a mão e acariciou minha bochecha. Aquele sentimento de calor que eu sentia, era um que só sentia com ele, nem com minha mãe sentia aquele calor que meu pai me passava. “Hummm… parece que você tá fingindo que tá dormindo…” Eu dei um sorriso suave e abri lentamente meus olhos azuis. “Ah, pai, o senhor me descobriu…” eu falei. Exaltada, meu pai riu e acariciou minhas bochechas. Aqueles carinhos me deram um calor de felicidade e uma ideia veio à minha cabeça. "Papai, você pode dormir do meu lado…" Meu pai me olhou fixamente e então respondeu. "…está bem…" Meu pai se mexeu e se deitou ao meu lado, eu me aproximei do peito dele, sentindo com minha bochecha sua respiração tranquila. Embora já tivéssemos dormido assim muitas vezes, até agora não me acostumei. "Eu te amo, papai…" falei isso automaticamente, fiquei um pouco corada e me apertei mais contra o corpo dele de vergonha. "Eu também, filha… eu também te quero…" A voz suave dele e suas palavras encheram meu coração de um sentimento quente. Se eu te disser que não te amo do jeito que uma filha ama um pai, mas sim que te quero como homem, o que você diria se eu confessar esses sentimentos…
Perspectiva do sobrinho… Meu nome é Kai, tenho vinte e um anos, terceiro filho de uma família. Vou ser breve: desde criança sempre fui perseguido pela minha aparência feia, meus pais e meus irmãos sempre foram indiferentes comigo. Minha puberdade foi pesada, porque fiquei ainda mais gordo do que já era. O bullying dos meus colegas aumentou até virar agressão física, foi difícil… nunca tive amigos, nem namorada, hahaha, quem sairia com alguém da minha aparência? Vou contar a história que mudou minha vida. Quando completei vinte e um anos, meus pais estavam tão cansados de mim que me expulsaram de casa. Uma tia, por pena, me acolheu na casa dela, e lá a conheci: uma garota cinco anos mais nova que eu, que parecia uma deusa. O cabelo loiro e os olhos azuis dela eram lindos, a figura dela era perfeita, era como a garota dos meus sonhos. Nunca a tinha visto antes, mas me apaixonei à primeira vista. Quando morava com meus tios, meu olhar sempre ia para ela, mas ela era muito indiferente comigo. Meu tio, acho que percebeu meus olhares para ela, então aconselhava que ela não se aproximasse de mim. Mas uma oportunidade apareceu um dia, e aquele dia foi o que mudou minha vida. Meu plano era curto: enganá-la com uma tarefa de… Matemática, entrar no quarto dela e meter nela, era curto e grosso. No começo, tudo deu certo, consegui enganar ela com a lição de casa, encurralei ela no chão, a figura gostosa dela sendo encurralada por mim, a única coisa que passava na minha cabeça era beijar ela, mas foi aí que tudo começou. Me descuidei e ela me acertou nas bolas, a dor foi tão forte que eu não consegui evitar de me contorcer no chão. Ela se levantou, mas eu tinha um ás na manga, tirei uma faca do bolso e ameacei ela, mas não senti medo nela. Um xingamento que me tirou do sério, não sei se era pela raiva, mas tirei a calça pra mostrar minhas partes e fazer ela se envergonhar, mas a única coisa que senti dela foi nojo e mais um xingamento. Fiquei puto e parti pra cima dela, não sei como, mas levei um tiro de taser. Sabia que meu tio era ex-comandante, então não era difícil ela conseguir uma. Fiquei me contorcendo no chão, uns minutos depois meu tio chegou, senti como se o céu tivesse desabando. Não ouvi muita coisa, mas senti um ar frio, algo ruim ia acontecer, era o que eu pensava. Não sei por que, mas ela saiu e meu tio ficou no quarto. A única coisa que eu podia fazer era implorar perdão, mas ele era indiferente aos meus pedidos. Meu tio pegou uma meia e uma fita, colocou na minha boca e amarrou minhas mãos nas costas. Ele começou a me torturar, me batendo, os socos dele eram fortes, me deixando sem fôlego. A surra toda durou uns dez minutos, não ouvi o que ele disse, porque eu tava meio inconsciente, mas ele saiu do quarto e voltou logo depois com algo na mão, algo que eu já tinha visto em vídeos adultos, um consolo. Ele, sem o menor esforço, me jogou bruscamente no chão, de barriga pra baixo e deixando minha bunda pra fora. Ele colocou o consolo na entrada do meu cu, não demorou muito, e enfiou pra dentro, arrombando meu cu, me desvirgando. Os movimentos dele eram brutos, doíam como se fosse uma barra de fogo que ele tava enfiando. Meia hora durou minha tortura antes de eu desmaiar. Não sei como, mas estou nesse lugar, um lugar escuro onde tinha cinco homens musculosos, que estavam de pé, a aparência deles era acabada, mas os corpos eram cheios de músculos e feridas, e as picas deles pendiam, a maior tinha dezoito centímetros e as outras, embora menores, também eram imensas. “Oi, gorda… Por que você se atreveu a tentar tocar na filha do chefe?… Bom, aqui está seu presente…” A voz era com um tom de pena, eu ainda não estava muito consciente, mas conseguia ouvir bem aquelas palavras. Ele apontou para os homens que estavam na minha frente. “Esses são desertores de guerra… E também precisam se divertir, não é?… Então aproveita…” Eu não entendia as palavras dele. Os homens começaram a andar na minha direção e um falou. “Edhe pse ai është një njeri i trashë, të hahet është të hahet” (“Mesmo sendo um homem gordo, comer é comer…”) Comecei a tremer de medo, queria sair correndo, mas minha bunda doía, e minhas pernas fraquejavam. Ele me segurou pelo quadril e colocou meu cu ao lado da pica rosada dele, com o pau, o líquido pré-seminal do falo dele molhou meu cu, e de uma só vez ele enfiou a coisa dele, me partindo ao meio. Com um grito forte, expressei minha dor. O outro ficou na minha frente, o falo grande dele colocou rosado nos meus lábios, eu fechei a boca com força, ele viu isso e deu um tapa na minha cara, que ficou mais inchada do que já estava. O que estava atrás de mim começou a se mover, a dor profunda fez meus dentes se apertarem, sangue saía do meu cu, escorrendo, manchando o chão. Outro dos cinco me chutou o estômago, fazendo minha respiração ficar ofegante e eu abrir a boca. Num movimento, ele enfiou a coisa gigante dele na minha boca, abrindo caminho pela minha garganta, me deixando sem respirar. Ele tirava a cada dez segundos, pra me deixar respirar. A dor no meu cu e na minha garganta, eu chorava de dor e por estar me afogando. Toda a dor que eu sentia agora não era nada comparada com o que eu ia sentir depois. O outro que me chutou o estômago se colocou debaixo de mim e começou a… encostar o pau dele no meu cu que já tava sendo invadido pelo pau do outro, o outro tirou o pau da minha entrada pra deixar o outro entrar, meu buraco dilatado foi invadido de novo, um grito de dor abafado pela rola que forçava a entrada na minha garganta, os dois estavam se revezando, cedendo passagem um pro outro, gemidos dos homens que estavam forçando a entrada nos meus buracos ecoavam. Os outros dois estavam se masturbando vendo como me estupravam, o que tava metendo a rola na minha garganta gozou dentro de mim, chegando até meu esôfago, o homem tremeu enquanto gozava, na minha garganta. Tirei a coisa dele e uma tossida com parte do sêmen saiu de mim, queria vomitar mas não conseguia, como se minha garganta se recusasse a soltar, quando a rola dele saiu, um dos que tava se masturbando veio, sem me deixar respirar ou gemer, enfiou todo o falo até meu esôfago, queria vomitar mas não conseguia, o pau dele segurava. Os que tavam se revezando pra me penetrar o cu, meteram a coisa deles ao mesmo tempo, se abrindo caminho pelo meu cu, rasgando mais, queria gritar mas não conseguia, minha cabeça já tava branca de pensamento, só sentia dor, não pensava em mais nada, queria que essa merda de pesadelo acabasse. Cada movimento me fazia chorar de dor, depois de uns minutos, gozaram dentro do meu cu deixando algo quente, eles tiraram as coisas deles ao mesmo tempo, sem descanso, o outro que tava se masturbando meteu a rola sem meu cu oferecer resistência, já tava tão aberto que a rola dele só dançava tranquilamente no meu cu escancarado. Começou a enfiar mais rápido na minha garganta sem me deixar respirar, gozou na minha garganta deixando meu estômago cheio de porra. Continuaram se revezando um no outro na minha garganta e no meu cu, gozando dentro desses... Três horas que pareciam um ano, dor e arrependimento, era o que eu sentia. Tava quase desmaiando, mas começou a surgir um sentimento de excitação, um orgasmo meu tava prestes a brotar, eles perceberam que eu tava quase gozando. E começaram a rir. O que estava forçando minha garganta tirou o pau dele pra ficar atrás de mim. Enfiou o pau no meu cu que já tinha um, dois paus começaram a balançar de um lado pro outro. Já não sentia tanta dor, meu orgasmo tava prestes a explodir, mas senti algo que me fez gritar de dor. Um terceiro pau tava forçando a entrada. Meus gritos de dor explodiram como um vulcão, sangue saía do meu cu manchando as três gigantescas rolas, mas não parou por aí. Outro pau forçou a entrada em mim. Gritos de agonia saíam, eu chorava e implorava pra tirarem. Outro forçou a entrada. Os cinco paus entraram em mim, meu cu já tinha o tamanho de um cano. Começaram a se mover ao mesmo tempo. Minha dor era tão tremenda que eu queria morrer ali mesmo. Cada movimento me levava ao inferno da dor. Trinta minutos de agonia. Senti algo que ia sair de mim. Meu orgasmo era tão forte, nunca tinha me sentido assim. Gozei, sujei o chão com meu esperma. Eles riram do meu orgasmo e começaram a se mover em uníssono rapidamente. Gozaram dentro de mim, deixando meu intestino cheio de porra. Tiraram os paus, deixando meu cu grande e pulsando. Tava escorrendo a porra que tinha dentro de mim. Caí no chão, desmaiei. Meu cu ardia tanto que nem desmaiado a dor passava. Caretas de dor saíam do meu rosto inconsciente... Eles foram embora e me abandonaram lá. Esse foi o começo da minha tortura... Continua...
No quarto… O primo incapacitado estava no chão, tremendo. “T… tio, me perdoa, não vou fazer de novo….” ele implorava, como se não ligasse pro que dizia, continuou e foi até o armário da filha, pegou uma meia-calça — ele sabia onde estava porque a filha etiquetava tudo, organizando tudo. “Tio, pelo amor de Deus, me perdoa….” O pai, indiferente, andou até uma mesinha de cabeceira e, na gaveta, pegou uma gravata. “Tentou estuprar minha filha…. e quer que eu te perdoe….” A voz dele era áspera, ele foi e colocou a meia na boca daquele gordo saco de banha, e amarrou as mãos juntas nas costas dele. Levantou ele como se fosse nada e sentou na cadeira da filha, e deu um soco no estômago dele — um gemido surdo de dor saiu da boca do sobrinho, ele agonizava e a respiração parou por um minuto. Outro soco, mas agora na cara, deixando uma marca vermelha de hematoma. Outro e outro soco em tudo quanto é lugar, cara, tronco — ele agonizava de dor, queria vomitar sangue. “Já volto….” O pai saiu, deixando o coitado agonizando, sentado e todo roxo. Depois de alguns minutos, voltou — esses minutos viraram um inferno. Na mão dele, trouxe uma coisa que impressionou. “Sabe o que fazem com estupradores na cadeia….” Ele agarrou o gordo e jogou no chão, com aquele rabo gordo e feio pra cima. Pegou o consolo na mão e colocou perto do cu dele, deixando a cabeça do consolo de quinze centímetros apontando pra lá. O sobrinho começou a tremer de medo e a se contorcer, tentando se soltar, mas com a outra mão ele segurou a cintura gorda — o cara chutava forte. Começou a enfiar o consolo, ele começou a gemer de dor, o pai não ligou e meteu tudo rápido…. “Ummmmmmmmmm” o gemido de dor, que parecia que ele ia desmaiar, mordeu com forçou o brinquedo na boca dele, ele sentiu como se estivesse sendo partido ao meio, se contorcia e se erguia de dor. Movendo o braço com força, enfiando o consolo a cada movimento, ele chorava e tremia, implorando na cabeça que parasse, sangue e pedaços de merda saíam junto com o consolo. O inferno do gordo durou uma hora, cada movimento fazia ele chorar de dor, já tinha desmaiado de dor antes de gozar… Ele pegou o celular do bolso e ligou pra alguém, e falou. “Vem aqui, tenho uma coisa pra vocês se divertirem…” A conversa foi longa. Ele pegou o gordo e levou pra fora, e deixou ele com o carro que tinha chamado, voltou pro quarto da filha pra limpar o sangue e o cheiro de merda do quarto, depois de gozar tomou banho e foi ver a filha que ainda estava no quarto…. A filha dele… Quando cheguei no quarto, tava nervosa pelo que tinha acontecido, não sei por que, mas pensei que meu pai fosse fazer alguma coisa, mas não dei importância. Comecei a mexer no meu celular, depois de uns minutos ouvi sons vindo do meu quarto, mas de novo não liguei, coloquei meus fones e ouvi música, acabei dormindo… Acho que tinha passado uma hora desde que ele entrou no quarto da mamãe, porque meu pai já não dormia com minha mãe há uns anos, só não tinham se divorciado por minha causa. Ouvi a porta abrindo, era meu pai e ele falou baixinho. “Filha, você tá dormindo…?” Embora não estivesse dormindo, não quis responder. “…..” Meu pai, ao não ouvir resposta, andou até a cama, sentou do meu lado, eu continuei fingindo que tava dormindo. “Filha, me perdoa, se tivesse acontecido o pior com você, não sei como me perdoaria… Uff…” Ele aproximou a mão e acariciou minha bochecha. Aquele sentimento de calor que eu sentia, era um que só sentia com ele, nem com minha mãe sentia aquele calor que meu pai me passava. “Hummm… parece que você tá fingindo que tá dormindo…” Eu dei um sorriso suave e abri lentamente meus olhos azuis. “Ah, pai, o senhor me descobriu…” eu falei. Exaltada, meu pai riu e acariciou minhas bochechas. Aqueles carinhos me deram um calor de felicidade e uma ideia veio à minha cabeça. "Papai, você pode dormir do meu lado…" Meu pai me olhou fixamente e então respondeu. "…está bem…" Meu pai se mexeu e se deitou ao meu lado, eu me aproximei do peito dele, sentindo com minha bochecha sua respiração tranquila. Embora já tivéssemos dormido assim muitas vezes, até agora não me acostumei. "Eu te amo, papai…" falei isso automaticamente, fiquei um pouco corada e me apertei mais contra o corpo dele de vergonha. "Eu também, filha… eu também te quero…" A voz suave dele e suas palavras encheram meu coração de um sentimento quente. Se eu te disser que não te amo do jeito que uma filha ama um pai, mas sim que te quero como homem, o que você diria se eu confessar esses sentimentos…
Perspectiva do sobrinho… Meu nome é Kai, tenho vinte e um anos, terceiro filho de uma família. Vou ser breve: desde criança sempre fui perseguido pela minha aparência feia, meus pais e meus irmãos sempre foram indiferentes comigo. Minha puberdade foi pesada, porque fiquei ainda mais gordo do que já era. O bullying dos meus colegas aumentou até virar agressão física, foi difícil… nunca tive amigos, nem namorada, hahaha, quem sairia com alguém da minha aparência? Vou contar a história que mudou minha vida. Quando completei vinte e um anos, meus pais estavam tão cansados de mim que me expulsaram de casa. Uma tia, por pena, me acolheu na casa dela, e lá a conheci: uma garota cinco anos mais nova que eu, que parecia uma deusa. O cabelo loiro e os olhos azuis dela eram lindos, a figura dela era perfeita, era como a garota dos meus sonhos. Nunca a tinha visto antes, mas me apaixonei à primeira vista. Quando morava com meus tios, meu olhar sempre ia para ela, mas ela era muito indiferente comigo. Meu tio, acho que percebeu meus olhares para ela, então aconselhava que ela não se aproximasse de mim. Mas uma oportunidade apareceu um dia, e aquele dia foi o que mudou minha vida. Meu plano era curto: enganá-la com uma tarefa de… Matemática, entrar no quarto dela e meter nela, era curto e grosso. No começo, tudo deu certo, consegui enganar ela com a lição de casa, encurralei ela no chão, a figura gostosa dela sendo encurralada por mim, a única coisa que passava na minha cabeça era beijar ela, mas foi aí que tudo começou. Me descuidei e ela me acertou nas bolas, a dor foi tão forte que eu não consegui evitar de me contorcer no chão. Ela se levantou, mas eu tinha um ás na manga, tirei uma faca do bolso e ameacei ela, mas não senti medo nela. Um xingamento que me tirou do sério, não sei se era pela raiva, mas tirei a calça pra mostrar minhas partes e fazer ela se envergonhar, mas a única coisa que senti dela foi nojo e mais um xingamento. Fiquei puto e parti pra cima dela, não sei como, mas levei um tiro de taser. Sabia que meu tio era ex-comandante, então não era difícil ela conseguir uma. Fiquei me contorcendo no chão, uns minutos depois meu tio chegou, senti como se o céu tivesse desabando. Não ouvi muita coisa, mas senti um ar frio, algo ruim ia acontecer, era o que eu pensava. Não sei por que, mas ela saiu e meu tio ficou no quarto. A única coisa que eu podia fazer era implorar perdão, mas ele era indiferente aos meus pedidos. Meu tio pegou uma meia e uma fita, colocou na minha boca e amarrou minhas mãos nas costas. Ele começou a me torturar, me batendo, os socos dele eram fortes, me deixando sem fôlego. A surra toda durou uns dez minutos, não ouvi o que ele disse, porque eu tava meio inconsciente, mas ele saiu do quarto e voltou logo depois com algo na mão, algo que eu já tinha visto em vídeos adultos, um consolo. Ele, sem o menor esforço, me jogou bruscamente no chão, de barriga pra baixo e deixando minha bunda pra fora. Ele colocou o consolo na entrada do meu cu, não demorou muito, e enfiou pra dentro, arrombando meu cu, me desvirgando. Os movimentos dele eram brutos, doíam como se fosse uma barra de fogo que ele tava enfiando. Meia hora durou minha tortura antes de eu desmaiar. Não sei como, mas estou nesse lugar, um lugar escuro onde tinha cinco homens musculosos, que estavam de pé, a aparência deles era acabada, mas os corpos eram cheios de músculos e feridas, e as picas deles pendiam, a maior tinha dezoito centímetros e as outras, embora menores, também eram imensas. “Oi, gorda… Por que você se atreveu a tentar tocar na filha do chefe?… Bom, aqui está seu presente…” A voz era com um tom de pena, eu ainda não estava muito consciente, mas conseguia ouvir bem aquelas palavras. Ele apontou para os homens que estavam na minha frente. “Esses são desertores de guerra… E também precisam se divertir, não é?… Então aproveita…” Eu não entendia as palavras dele. Os homens começaram a andar na minha direção e um falou. “Edhe pse ai është një njeri i trashë, të hahet është të hahet” (“Mesmo sendo um homem gordo, comer é comer…”) Comecei a tremer de medo, queria sair correndo, mas minha bunda doía, e minhas pernas fraquejavam. Ele me segurou pelo quadril e colocou meu cu ao lado da pica rosada dele, com o pau, o líquido pré-seminal do falo dele molhou meu cu, e de uma só vez ele enfiou a coisa dele, me partindo ao meio. Com um grito forte, expressei minha dor. O outro ficou na minha frente, o falo grande dele colocou rosado nos meus lábios, eu fechei a boca com força, ele viu isso e deu um tapa na minha cara, que ficou mais inchada do que já estava. O que estava atrás de mim começou a se mover, a dor profunda fez meus dentes se apertarem, sangue saía do meu cu, escorrendo, manchando o chão. Outro dos cinco me chutou o estômago, fazendo minha respiração ficar ofegante e eu abrir a boca. Num movimento, ele enfiou a coisa gigante dele na minha boca, abrindo caminho pela minha garganta, me deixando sem respirar. Ele tirava a cada dez segundos, pra me deixar respirar. A dor no meu cu e na minha garganta, eu chorava de dor e por estar me afogando. Toda a dor que eu sentia agora não era nada comparada com o que eu ia sentir depois. O outro que me chutou o estômago se colocou debaixo de mim e começou a… encostar o pau dele no meu cu que já tava sendo invadido pelo pau do outro, o outro tirou o pau da minha entrada pra deixar o outro entrar, meu buraco dilatado foi invadido de novo, um grito de dor abafado pela rola que forçava a entrada na minha garganta, os dois estavam se revezando, cedendo passagem um pro outro, gemidos dos homens que estavam forçando a entrada nos meus buracos ecoavam. Os outros dois estavam se masturbando vendo como me estupravam, o que tava metendo a rola na minha garganta gozou dentro de mim, chegando até meu esôfago, o homem tremeu enquanto gozava, na minha garganta. Tirei a coisa dele e uma tossida com parte do sêmen saiu de mim, queria vomitar mas não conseguia, como se minha garganta se recusasse a soltar, quando a rola dele saiu, um dos que tava se masturbando veio, sem me deixar respirar ou gemer, enfiou todo o falo até meu esôfago, queria vomitar mas não conseguia, o pau dele segurava. Os que tavam se revezando pra me penetrar o cu, meteram a coisa deles ao mesmo tempo, se abrindo caminho pelo meu cu, rasgando mais, queria gritar mas não conseguia, minha cabeça já tava branca de pensamento, só sentia dor, não pensava em mais nada, queria que essa merda de pesadelo acabasse. Cada movimento me fazia chorar de dor, depois de uns minutos, gozaram dentro do meu cu deixando algo quente, eles tiraram as coisas deles ao mesmo tempo, sem descanso, o outro que tava se masturbando meteu a rola sem meu cu oferecer resistência, já tava tão aberto que a rola dele só dançava tranquilamente no meu cu escancarado. Começou a enfiar mais rápido na minha garganta sem me deixar respirar, gozou na minha garganta deixando meu estômago cheio de porra. Continuaram se revezando um no outro na minha garganta e no meu cu, gozando dentro desses... Três horas que pareciam um ano, dor e arrependimento, era o que eu sentia. Tava quase desmaiando, mas começou a surgir um sentimento de excitação, um orgasmo meu tava prestes a brotar, eles perceberam que eu tava quase gozando. E começaram a rir. O que estava forçando minha garganta tirou o pau dele pra ficar atrás de mim. Enfiou o pau no meu cu que já tinha um, dois paus começaram a balançar de um lado pro outro. Já não sentia tanta dor, meu orgasmo tava prestes a explodir, mas senti algo que me fez gritar de dor. Um terceiro pau tava forçando a entrada. Meus gritos de dor explodiram como um vulcão, sangue saía do meu cu manchando as três gigantescas rolas, mas não parou por aí. Outro pau forçou a entrada em mim. Gritos de agonia saíam, eu chorava e implorava pra tirarem. Outro forçou a entrada. Os cinco paus entraram em mim, meu cu já tinha o tamanho de um cano. Começaram a se mover ao mesmo tempo. Minha dor era tão tremenda que eu queria morrer ali mesmo. Cada movimento me levava ao inferno da dor. Trinta minutos de agonia. Senti algo que ia sair de mim. Meu orgasmo era tão forte, nunca tinha me sentido assim. Gozei, sujei o chão com meu esperma. Eles riram do meu orgasmo e começaram a se mover em uníssono rapidamente. Gozaram dentro de mim, deixando meu intestino cheio de porra. Tiraram os paus, deixando meu cu grande e pulsando. Tava escorrendo a porra que tinha dentro de mim. Caí no chão, desmaiei. Meu cu ardia tanto que nem desmaiado a dor passava. Caretas de dor saíam do meu rosto inconsciente... Eles foram embora e me abandonaram lá. Esse foi o começo da minha tortura... Continua...
1 comentários - Virei meu pai em meu marido... 😈