Minha amiga e cúmplice. Parte 1

Minha amiga e cúmplice parte 1

Para a próxima história, temos que voltar uns 9 anos atrás, quando eu ainda era solteiro e, mesmo sem ter ideia do que era um relacionamento aberto, comecei a curtir os prazeres do sexo casual e sem compromisso. Fisicamente, eu estava na minha melhor fase, depois de vários meses na academia e de dieta, finalmente tinha pegado confiança pra sair e botar o mundo pra frente, haha, ou pelo menos era o que eu achava. Na real, eu era péssimo na cantada e bem tímido, mas isso durou até minha melhor amiga se mudar da cidade. Com a tristeza de ter perdido uma grande amizade, comecei a sair com outra amiga dela, e pra fazer companhia um ao outro, a gente começou a se encontrar pra tomar umas cervejas e conversar sobre a vida e sobre minas. Ah, sim, se eu não contei, todas as minhas melhores amigas eram lésbicas, e mesmo que eu nunca tivesse olhado pra ela com olhos de homem, só como amigo, não dava pra negar que ela era gostosa pra caralho. Eu achava muito engraçado ver a decepção dos meus amigos homens quando a conheciam e descobriam que os caras não mexiam um fio de cabelo nela. Tudo correu super bem por algumas semanas, a gente não fazia muito mais do que se encontrar em algum bar de vez em quando. Na época, ela morava com a namorada, então a gente não ia muito no apartamento dela, nem no meu, onde meu colega de quarto tava sempre com uns amigos que eram uns punheteiros do caralho e eu não aguentava nenhum deles. Até que um dia ela me liga e pergunta se eu queria ir na casa dela porque a namorada tinha viajado pra cidade natal e ela tava entediada. Antes de sair, peguei um dinheiro e fui caminhando de boa, no caminho comprei umas garrafas de vinho pra começar a noite. Quando cheguei, levei um baita susto, nunca tinha visto ela vestida daquele jeito. Quando ela abriu a porta, percebi que ela já tinha começado a beber, na mesa tinha uma garrafa de whisky recém-aberta que faltava quase metade. Ela me cumprimentou com um abraço forte e me fez entrar, sentei numa cadeira e dei um gole na garrafa de whisky. Ela em... Em vez de sentar, ela continuou dançando, enquanto eu relaxava um pouco comecei a vê-la pela primeira vez com outros olhos. Não sei se foi a bebida ou o calor, mas vê-la com aquele jeans apertado e um corset preto de renda, mesmo que por um momento, me fez duvidar das minhas intenções. Apesar de ser só um instante, senti algo entre as pernas ao olhar para ela. Então tocou a campainha e voltei a mim, era a pizza que tinha pedido. Baixei a música e nos sentamos à mesa para comer de boa. Ela parecia meio estranha, e perguntei se tinha algo errado, ao que ela me contou a verdadeira razão pela qual o parceiro dela não estava. Aparentemente tinham brigado feio, embora ela nunca tenha me dito o motivo. A comida continuou tranquila, sem nada memorável, depois abrimos um vinho e fomos sentar no PC, para procurar vídeos para ver enquanto conversávamos, ou era o que eu pensava. Enquanto ela se sentou no PC, eu me sentei atrás dela na cama — ah, cabe esclarecer que eles moravam num monoambiente, e embora fosse grande, não deixava de ser um cômodo só. Aí percebo que ela está digitando e, por cima do ombro dela, vejo que não era o YouTube que ela tinha aberto, mas uma página que eu conhecia muito bem por ser de masturbação. É quando ela vira sorrindo para mim e diz:
J: Euuu Alex, você curte porno?
A: Algo, não vejo muito (mentira), mas se vejo alguma coisa, por quê?
J: kkkkkk foi mal, é que comecei a ver faz pouco porque tava entediada e sinceramente faz um tempão que a gente não transa com a Lara (a namorada dela)
A: Ahh, olha só, e o que você acha...?
J: Adoro, mas por mais estranho que pareça, os vídeos que mais me excitam são os héteros. O pornô lésbico é muito distante da realidade e não me dá tesão, mas tem algo em ver uma gostosa se engasgando com um pau que me deixa com muito tesão…
A: kkkk sério, que loucura isso.
Em seguida, ele se virou e começou a digitar de novo até que uma página começou a carregar. Eu me aproximei um pouco e pude ver que era um vídeo. Como naquela época a internet era muito ruim, ele deixou pausado um tempo para carregar, então me olhou de novo sorrindo ainda mais...

J: Esse é um dos meus favoritos

Ela virou de novo e deu play no vídeo. No vídeo, uma garota novinha estava sendo pressionada contra a parede por um homem mais velho, que segurava seu pescoço e a apoiava enquanto ela gemía. O vídeo tinha uma longa introdução, mas o mais louco era como ela estava hipnotizada pelo vídeo, não me dizia nada, eu também não. Foi aí que percebi que ela começou a baixar a mão até a virilha, e ela some dentro do jeans dela. Ver isso imediatamente me deu uma ereção, sem perceber comecei a me tocar por cima do jeans. Nenhum de nós percebeu o que estava acontecendo até que, de repente, como em todos os vídeos grátis, a cena mudou sem aviso e, como o PC estava com o volume alto, a garota do vídeo começou a gritar, enquanto o cara enfiava seu grande pau nela por trás. Isso nos desconcentrou e ela, que estava se masturbando lentamente com os olhos fechados, percebeu a situação e pausou o vídeo ao mesmo tempo que tirou a mão da perna. Ela virou de novo, mas dessa vez seu rosto estava todo vermelho e um pouco ofegante.

J: Quer que a gente dê uma volta por aí um pouco, tá um calor da porra.
A: Vamos, bora pra aquele lugar que você tanto gosta.

Eu percebi que ela tinha notado o que fez e queria sair daquela situação embaraçosa, e eu meio que queria a mesma coisa, porque esquentar com minha amiga sapatão não estava nos meus planos. Então a gente se arrumou um pouco e saímos andando até aquele antro que ficava umas dez quadras da casa dela. Quando chegamos, pagamos a entrada e entramos num dos melhores lugares que me lembro — um lugar pequeno, onde a comunidade LGBT costumava frequentar. O álcool e a festa nunca paravam, e se você fosse interessado em pegar alguém, nunca saía de mãos vazias, a menos que fosse hétero, haha. Assim que entramos, a primeira coisa que fizemos foi pedir uns drinks e ir dançar. Entre o lugar cheio de gente e tudo o que a gente tinha usado, não dava pra evitar dançar bem perto um do outro. Sentir o perfume do pescoço dela misturado com suor estava começando a me excitar demais. Ela começou a soltar um pouco e, sem eu perceber, ela estava de costas, apoiando a bunda na minha calça, enquanto minhas mãos seguravam sua cintura. A dança continuou por um tempo, até que, como sempre acontece, a vibe da música mudou do nada e cortaram toda a energia. Ela se levantou, me olhou e, meio envergonhada, disse que ia ao banheiro. Normalmente tinha muita bunda no banheiro, então não me surpreendeu que ela demorasse tanto. Até que, sem eu perceber, já tinha passado meia hora. Aí fui ver se ela estava bem, porque, apesar de tudo, ela tinha bebido bastante. Mas grande foi a surpresa quando percebi que não tinha bunda nenhuma lá, e outra mina me confirmou que não tinha ninguém dentro. Imaginando que talvez ela estivesse desconfortável, mandei uma mensagem pra ver se estava tudo bem, enquanto aproveitei pra sair no pátio fumar um cigarro e tomar um ar. Foi aí que eu vi: minha amiga se espremendo contra outra mina na parede. Vê-la contra a parede enquanto outra mina chupava seu pescoço era um espetáculo muito bom, então acendi meu cigarro e fiquei ali. aproveitando o momento. Em certo ponto, a outra garota desabotoou o jeans dela e enfiou a mão por baixo da calcinha, dava pra ver perfeitamente o volume daquela mão masturbando ela enquanto comia sua boca; foi aí que essa garota começou a descer pelo pescoço até chegar no corset, então vejo que ela desabotoa alguns botões deixando parcialmente à mostra um seio, o suficiente pra ver o mamilo dela, e assim começou a chupar. Eu já estava super excitado vendo aquilo, mas sem perceber, entre as caras de prazer, minha amiga percebeu que eu estava olhando, me encarou e sorriu de um jeito que nunca tinha visto antes, um sorriso que se misturou com uma expressão de prazer, pra então fechar os olhos e continuar aproveitando. Depois de um tempo elas pararam e voltaram pra dentro de novo, lá fora não tinha ninguém, estranhamente, o que não era tão estranho considerando que lá dentro naquele momento tinha um concurso no palco. Eu, fazendo de bobo, voltei pra dentro e fui até o bar pegar uma cerveja, depois de alguns minutos vejo ela voltando aos pulos pra me procurar, achei que ia me dizer que ia embora com a outra mina, mas ao contrário do esperado, a nova amiguinha dela tinha que ir embora, mas deixou o número pra se verem de novo. A gente ficou mais uma hora até começarem a acender as luzes sinalizando o fim da noite. Uma vez lá fora, fomos pro apartamento dela, entre uma conversa e outra ela disse que fazia muito tempo que não se divertia daquele jeito e que estava com muita vontade de sair de novo. Chegando no apartamento, a primeira coisa que fizemos foi encher um colchão inflável e jogar do lado da cama dela pra eu dormir ali, de tão cansado que eu estava deitei direto, enquanto ela foi ao banheiro tirar a maquiagem, com os olhos semiabertos de sono e no meio da escuridão, pude ver brevemente ela saindo do banheiro de calcinha, por um momento achei que era um sonho, até que me dei Percebi que ela estava ao pé da cama. Por algum motivo, ela ficou parada ali por alguns minutos, como se estivesse pensando em algo, mas no final acabou deitando-se, coberta apenas por um lençol fino. Foi assim que adormeci, mas não por muito tempo — acordei de novo porque estava com a costela toda dolorida. Não entendia nada; o quarto estava escuro porque a persiana estava abaixada, mas eu conseguia sentir algo muito duro embaixo de mim. O maldito colchão tinha esvaziado. Ao tentar me levantar, agarrei-me no colchão e acabei acordando ela sem querer. Coberta com o lençol, ela olhou para baixo e começou a rir. Imediatamente pediu desculpas, e eu respondi que não tinha problema e que ela podia continuar dormindo tranquilamente ali.
J: Não seja burro, como você vai dormir aí?
A: Não faz drama, haha
Vem cá, vamos entrar juntos, não tenha medo de mim, sou boazinha.
Meu problema não era dividir a cama, mas só a ideia de dormir com ela naquela cama minúscula já ia me entregar. Mas no final, depois de tanta insistência, acabei cedendo.
Então, com cuidado, me deitei ao lado dela, dando as costas. Mas depois de alguns segundos, comecei a sentir que ela tinha virado, e então senti os seios dela nas minhas costas, e devagar percebi que ela começou a me abraçar. Foram uns instantes, mas o suficiente para o meu amigo acordar. Depois disso, ela virou e me deu as costas. Não pude evitar ficar pensando se ela estava dormindo ou não, então virei disfarçadamente e lá estava todo aquele cabelo ruivo com aquele perfume tão intoxicante. Eu estava viajando só de sentir o calor dela tão perto de mim. Estava quase pegando no sono quando, do nada, senti a bunda dela colada na minha virilha. A ereção foi imediata e involuntária. Tentei me afastar, mas o que aconteceu em seguida foi definitivamente o ponto de virada que mudou tudo. Do nada, sinto a mão dela por cima da minha cueca, acariciando meu pau. Ficou assim um tempinho, e então ela virou e ficou de frente pra mim. Tinha os olhos bem abertos, tudo isso sem parar de me tocar. Então, sem dizer nada, me beijou. Tinha os lábios molhados, como se tivesse se preparado pra isso.
J: Desculpa hehe, desde cedo eu tô muito excitada e agora que te tenho aqui, só consigo pensar em transar e te sentir dentro de mim, tá errado?
A: Sabe que, pra falar a verdade, desde que você abriu a porta hoje, comecei a sentir uma coisa muito estranha hehehe
Mmm, que filha da puta você é, ficou excitada me vendo com a outra gostosa?
A: Pra que mentir, né? Hahaha, eu tava a dois passos de ir pro banheiro…
J: Que pervertido você é. Eu, sabe, nunca estive com um cara, não me interessa muito, mas tanto pornô ultimamente me deixa curiosa pra sentir isso.
Sem tirar o olhar de mim, ela me beijou de novo, mas dessa vez se aproximou e meteu a mão por baixo da minha cueca, agarrando meu pau por completo e começando a me masturbar. Eu agarrei sua bunda e a puxei ainda mais para perto. Ela subiu uma perna sobre mim e começamos a nos esfregar. Eu conseguia sentir a cabeça do meu pau por cima da calcinha dela. Enquanto fazíamos isso, desabotoei seu sutiã e, mesmo no meio da escuridão, conseguia imaginar seus seios na minha frente. Entre beijos e mais beijos, fui descendo e peguei seus seios grandes nas minhas mãos, começando a chupá-los. Depois de um tempo, desci uma mão e a meti por baixo do seu thong. Ela estava toda molhada. Nunca tinha sentido uma vulva tão macia antes. Tinha um pouco de pelos, mas era como de um bebê. A maciez só aumentava por causa da umidade dos seus fluidos. Meus dedos deslizavam de cima para baixo com uma facilidade, enquanto eu sentia sua respiração cada vez mais ofegante na minha frente.

Com a outra mão, aproveitei para deslizar suavemente pelas suas costas, tentando desabotoar o sutiã que ela ainda tinha. Sem muito problema, consegui. Com a pouca luz do amanhecer que entrava pela janela, consegui ver o par de seios mais grandes e perfeitos que já tive a oportunidade de ver. Mamilos grandes que já estavam duros. Apreciei por alguns instantes, até que olhei nos seus olhos e, com uma expressão extasiada, ela me pediu para chupá-los. Sem hesitar, abaixei minha cabeça e comecei a me deliciar com sua pele. Ela ainda tinha um cheiro de suor bem particular que só me excitava mais.

Ficamos assim nos esfregando por um tempo. De vez em quando, eu alternava entre seus seios e sua boca. Ambos estávamos completamente suados. O contato com sua pele só fazia meu pau ficar mais duro que nunca. A mão dela não parava de me masturbar suavemente, até que, em certo momento, ela soltou por um instante só para puxar minha cueca para baixo. Ela o pegou de novo, mas dessa vez levou até sua virilha e comecei a esfregar minha ereção por cima da sua roupa. interior. Com a minha mão, agarrei sua bunda e a puxei ainda mais para perto, por um momento abri meus olhos e estávamos cara a cara, ela também os abriu, ambos gemíamos de prazer sem tirar os olhos um do outro. Ficamos assim por um bom tempo, eu teria gozado há tempos se não fosse por, como pude, explicar para ela diminuir a intensidade um pouco de vez em quando. Até que, em um momento, ela respirou fundo e me virou de costas, subindo em cima de mim, sentou no meu pau e lentamente começou a esfregar com movimentos suaves para frente e para trás, enquanto eu a segurava pelos quadris, ela se inclinou para frente apoiando os seios no meu rosto e, com um movimento da mão, se esticou para acender a luminária de cabeceira. Nunca a tinha visto assim, tão linda e tão sensual ao mesmo tempo, a luz refletia em sua pele branca encharcada de suor, por um momento fiquei paralisado apreciando sua figura, era uma fantasia que se tornava realidade, e que a cada momento ficava melhor. Então ela me interrompe…

Euuu! Posso experimentar? Tô com vontade de chupar ela, você gosta?
A: Ehhh, se você quiser...
Por um momento, eu tinha esquecido que tudo isso era muito novo para ela, mas ela já tinha visto alguns guias aproximados do que podia fazer. Sem hesitar, ela se moveu para o lado, ficou de quatro e terminou de puxar minha cueca para baixo. Então, agarrou meu pau com uma mão e começou a me masturbar suavemente. Aproximou a boca, mas só para cuspir um pouco e lubrificar mais. De vez em quando, ela me olhava de lado. Eu não podia fazer muita coisa. De repente, comecei a soltar líquido pré-gozo, ela viu e com a língua limpou da minha pica. Em seguida, começou a lamber com mais energia, até que em um ponto começou a enfiar na boca. Eu podia sentir a língua dela percorrendo meu falo de cima a baixo. Às vezes, o roçar dos dentes dela me fazia estremecer, mas ela manjava bem o ritmo e o êxtase era constante e muito gostoso.

Como pude, com uma mão, fui virando ela um pouco e comecei a tocar a buceta, que estava toda melada. Minha mão ficou encharcada num instante. Parece que ela também queria um pouco de prazer, porque começou a girar o corpo até colocar as pernas na minha cara. Com um pouco da minha ajuda, ela passou uma perna por cima do meu rosto, colocando toda a sua xota molhada na minha cara. Enterrei meu rosto na buceta dela, minha boca se encheu de fluidos na hora. Estava quente e tinha um gosto delicioso. Comecei a brincar com a língua enquanto com as mãos agarrava a bunda dela. Ela não parava de chupar, embora às vezes dava pra ver que o prazer que eu estava dando fazia ela estremecer, e isso se notava na boca dela, quando deixava escapar um gemido.

Enquanto comia essa delícia, não pude evitar notar o cu dela. Aí eu percebi que, apesar de nunca ter provado uma pica, ela não era virgem ali atrás. Então, umedeci um dedão com a mistura da minha saliva com os fluidos dela e comecei a acariciar o ânus, até que, sem fazer nenhuma força, ele entrou suavemente. A brincadeira continuou por vários minutos, até que do nada ela começou a tremer. Em seguida, minha boca se encheu e por um momento... Senti que estava me afogando, ela estava squirtando na minha cara, cuspi um pouco e enfiei o rosto de volta, com a língua percebi o quanto ela estava dilatada, ela também notou, foi aí que ela se levantou e na mesma posição ficou de quatro aos meus pés com a bunda minúscula apontando pra cima. Fiquei de joelhos atrás dela, segurei sua cintura e lentamente comecei a me aproximar com meu pau e a passar a cabeça pela sua vulva toda molhada, tentei me esticar pra pegar uma camisinha mas ela disse que não precisava, que eu podia meter assim mesmo, mais tarde ela explicaria que tomava pílulas anticoncepcionais pra regular a menstruação, mas na hora não pensei muito e comecei a penetrar ela devagar, assim por uns instantes e com o tempo comecei a meter mais forte, ela começou a gritar cada vez mais alto até que em um momento apoiou a cabeça na cama abafando os gritos. Da minha parte, não conseguia tirar os olhos daquela bunda, então lentamente levei um polegar de volta e comecei a penetrar suavemente, isso aparentemente teve um efeito que a fez estremecer imediatamente. Ficamos assim um tempo até que ela me pediu pra meter no cu, por um momento tirei meu pau da sua buceta e fui lubrificar seu ânus com a boca, enquanto tentava enfiar mais dedos suavemente, quando estava suficientemente dilatado aproximei a cabeça do pau e comecei a forçar de novo, me surpreendeu que dentro ela estava ainda mais apertada, o que a fez gritar muito mais que antes, então senti todo o corpo dela começar a tremer, e pelas pernas escorreu tudo de novo, eu por minha parte já não aguentava mais, agarrei firme seus quadris e dei várias estocadas bem fortes, que junto com as contrações dela no final fizeram eu gozar dentro, nunca tinha gozado tanto assim, calculo que foram quase duas horas de sexo contínuo desde que começamos a nos esfregar. Quando tirei meu pau, um longo jato de porra saiu da sua bunda, meio exaustos começamos A gente riu e acabamos nos olhando na cara, então ele me deu um beijo molhado e depois se virou para eu abraçar. Não importava o suor nem todos os fluidos, a gente dormiu na hora.

Quando acordei já era noite de novo, ela vinha do banho pelada, tinha tomado um banho. Ao me ver sorriu e só disse "vamos de novo?" antes de pular em cima de mim outra vez e pegar meu pau com as mãos, que já tinha acordado também.
Foi assim que começou o melhor ano da minha vida, junto da minha amiga e cúmplice, mas bom, mais pra frente eu conto o porquê do "cúmplice".

Peçam desculpas pela introdução, mas bem, ela é necessária para entender um pouco mais como chegamos a fazer tudo o que fizemos.


PS: o que eu esqueci de contar é que minha amiga é uma ruiva gostosa da porra.


2 comentários - Minha amiga e cúmplice. Parte 1

Muy buen relato, detallado, morboso, no cambies nada, no importa si te piden fotos o que vayas más al grano, está genial tu estilo!