Baseado em fantasias
A gente tava no carro, entramos num túnel onde tinha um engarrafamento monstruoso.
Não dava pra avançar nem pra voltar. Atrás tinha um caminhoneiro que desceu e não parava de xingar.
O caminhoneiro chegou perto do carro, me viu e, como sabia que aquilo ia demorar e tava meio escuro, abriu a porta onde eu tava e me jogou violentamente no chão. Me levantou pela minha camiseta e me deu um tapa forte que me fez cair. Minha camiseta tava rasgada e, sem sutiã, dava pra ver tudo.
— Que puta que eu achei — ele disse.
Eu olhava pro meu namorado, mas ele não ia enfrentar um caminhoneiro daquele tamanhão. O caminhoneiro agarrou uma das minhas tetas e puxou, puxou brutalmente. Abriu a calça dele e me deu um soco na cara, me deixando desacordada. Ele foi até o caminhão dele, pegou umas correntes e amarrou meus braços em volta das minhas tetas. Acordei e vi ele arrancando minha calça.
— Não! — gritei.
Ele me pegou pelo cabelo enquanto dizia:
— Você vai se comportar, puta. Se não, vou te matar na porrada.
Torceu meus mamilos com violência.
— ENTENDEU?! — gritou o caminhoneiro.
— Sim.
— Então, deita de bruços no capô desse carro. JÁ!
Me apoiou na frente do carro, minhas tetas esmagadas contra o metal quente por causa do motor ligado.
O caminhoneiro ficou atrás de mim, sentia a ponta do pau dele tocando minha buceta.
— Por favor, não — implorei.
O caminhoneiro me penetrou com violência até o fundo. Soltei um grito que ecoou por todo o túnel. As bombadas violentas do caminhoneiro me faziam doer.
— Que apertada, puta — ele disse.
Eu só chorava de dor. O caminhoneiro me puxou pelo cabelo. O motorista do carro onde eu tava sendo estuprada tava se masturbando. Ele me obrigou a andar até a porta do motorista, que abriu e enfiou o pau dele violentamente na minha boca.
— Chupa ele, puta! — ordenou.
Chupei enquanto ele aproveitava pra apalpar minhas tetas.
O caminhoneiro me estuprava brutalmente, a mão do motorista me obrigava a enfiar tudo até o fundo. engasgar.
O caminhoneiro empurrava e empurrava, provocando rachaduras na minha buceta, não só pela violenta foda, mas também pelo tamanho do pau dele. O motorista pegou o isqueiro do carro e enfiou no meu mamilo, senti a porra entrando violentamente pelos dois buracos, minhas pernas falharam e eu caí no chão. Ele me virou de barriga pra cima no capô de um carro e começou a chupar meus peitos, eu tava tão dolorida e exausta que não conseguia me mexer. Depois me levou pra frente, carro por carro, pra eu fazer oral, enquanto ele me comia pela buceta, a não ser que no carro tivesse outro homem, aí eu dava o lugar pra ele fazer.
– Se prepara, puta – disse o caminhoneiro.
O pau grosso do caminhoneiro entrava violentamente dentro de mim de novo e me bombava com força enquanto o motorista do carro me obrigava a chupar, e assim fui.
– É, puta, podia ficar dias te comendo.
O caminhoneiro apertou meus peitos com força, me enchendo mais que da outra vez, e o motorista gozou na minha boca.
Depois de tanta chupada e foda, caí exausta com minha buceta cheia de porra, igual meu estômago.
– Puta, não descansa não, ainda tem mais pica pra atender.
Olhei com horror enquanto vários motoristas saíram dos caminhões que estavam atrás do dele, abaixando os zíperes, óbvio que eles não iam ficar de fora. De dois em dois passaram pela minha buceta já vermelha e dolorida, todos me estupraram violentamente com seus paus descomunais. Depois de um bom tempo, me levaram pro carro e me devolveram pro meu namorado.
– Parabéns pela puta da sua namorada. Se eu fosse você, fazia ela trabalhar com isso.
A gente tava no carro, entramos num túnel onde tinha um engarrafamento monstruoso.
Não dava pra avançar nem pra voltar. Atrás tinha um caminhoneiro que desceu e não parava de xingar.
O caminhoneiro chegou perto do carro, me viu e, como sabia que aquilo ia demorar e tava meio escuro, abriu a porta onde eu tava e me jogou violentamente no chão. Me levantou pela minha camiseta e me deu um tapa forte que me fez cair. Minha camiseta tava rasgada e, sem sutiã, dava pra ver tudo.
— Que puta que eu achei — ele disse.
Eu olhava pro meu namorado, mas ele não ia enfrentar um caminhoneiro daquele tamanhão. O caminhoneiro agarrou uma das minhas tetas e puxou, puxou brutalmente. Abriu a calça dele e me deu um soco na cara, me deixando desacordada. Ele foi até o caminhão dele, pegou umas correntes e amarrou meus braços em volta das minhas tetas. Acordei e vi ele arrancando minha calça.
— Não! — gritei.
Ele me pegou pelo cabelo enquanto dizia:
— Você vai se comportar, puta. Se não, vou te matar na porrada.
Torceu meus mamilos com violência.
— ENTENDEU?! — gritou o caminhoneiro.
— Sim.
— Então, deita de bruços no capô desse carro. JÁ!
Me apoiou na frente do carro, minhas tetas esmagadas contra o metal quente por causa do motor ligado.
O caminhoneiro ficou atrás de mim, sentia a ponta do pau dele tocando minha buceta.
— Por favor, não — implorei.
O caminhoneiro me penetrou com violência até o fundo. Soltei um grito que ecoou por todo o túnel. As bombadas violentas do caminhoneiro me faziam doer.
— Que apertada, puta — ele disse.
Eu só chorava de dor. O caminhoneiro me puxou pelo cabelo. O motorista do carro onde eu tava sendo estuprada tava se masturbando. Ele me obrigou a andar até a porta do motorista, que abriu e enfiou o pau dele violentamente na minha boca.
— Chupa ele, puta! — ordenou.
Chupei enquanto ele aproveitava pra apalpar minhas tetas.
O caminhoneiro me estuprava brutalmente, a mão do motorista me obrigava a enfiar tudo até o fundo. engasgar.
O caminhoneiro empurrava e empurrava, provocando rachaduras na minha buceta, não só pela violenta foda, mas também pelo tamanho do pau dele. O motorista pegou o isqueiro do carro e enfiou no meu mamilo, senti a porra entrando violentamente pelos dois buracos, minhas pernas falharam e eu caí no chão. Ele me virou de barriga pra cima no capô de um carro e começou a chupar meus peitos, eu tava tão dolorida e exausta que não conseguia me mexer. Depois me levou pra frente, carro por carro, pra eu fazer oral, enquanto ele me comia pela buceta, a não ser que no carro tivesse outro homem, aí eu dava o lugar pra ele fazer.
– Se prepara, puta – disse o caminhoneiro.
O pau grosso do caminhoneiro entrava violentamente dentro de mim de novo e me bombava com força enquanto o motorista do carro me obrigava a chupar, e assim fui.
– É, puta, podia ficar dias te comendo.
O caminhoneiro apertou meus peitos com força, me enchendo mais que da outra vez, e o motorista gozou na minha boca.
Depois de tanta chupada e foda, caí exausta com minha buceta cheia de porra, igual meu estômago.
– Puta, não descansa não, ainda tem mais pica pra atender.
Olhei com horror enquanto vários motoristas saíram dos caminhões que estavam atrás do dele, abaixando os zíperes, óbvio que eles não iam ficar de fora. De dois em dois passaram pela minha buceta já vermelha e dolorida, todos me estupraram violentamente com seus paus descomunais. Depois de um bom tempo, me levaram pro carro e me devolveram pro meu namorado.
– Parabéns pela puta da sua namorada. Se eu fosse você, fazia ela trabalhar com isso.
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