đź’–Promessa… De amor.  Ano 2019-Junho-11.❤️  A luz da lua que iluminava o cĂ©u escuro entrava pela janela, dando um clima romântico Ă noite. Velas aromáticas e pĂ©talas de rosas vermelhas decoravam o quarto, a luz constante das velas e o delicioso aroma lascivo tomavam conta do ambiente. As pĂ©talas de rosas espalhadas no chĂŁo e na cama formavam um caminho atĂ© ela. A porta se abriu, revelando duas figuras: uma mulher e um homem entravam no quarto, seus corpos juntos, lábios colados num beijo. O beijo era longo e muito amoroso, como dois amantes que nĂŁo se viam há muito tempo. Mal conseguiam respirar, mas ninguĂ©m queria se separar do outro. Depois de alguns minutos, se separaram. Os lábios que antes estavam unidos num longo beijo se afastaram, os olhos que estavam fechados se abriram lentamente, se olhando um no outro. “… vocĂŞ realmente quer continuar?” Com uma voz suave, mas ao mesmo tempo um pouco excitada, a pergunta, embora fosse para fazĂŞ-la duvidar do grande passo que estava prestes a dar, ela, sem hesitar, respondeu com um aceno. “… nunca estive tĂŁo certa na minha vida… entĂŁo…” Um leve sorriso apareceu em seu rosto, seus lindos olhos cor de avelĂŁ se apertaram um pouco ao ver a pessoa que esperara por tantos anos. Ela rapidamente se aproximou dele, seus lábios rosados e macios se aproximaram dos dele. Um beijo com mais ĂŞxtase do que o anterior aconteceu. Ele se surpreendeu, mas isso durou muito pouco; as dĂşvidas que haviam desaparecido por um momento. Ele correspondeu ao beijo. Ela colocou a lĂngua na boca dele, começando a acariciar o interior. Ele nĂŁo hesitou em corresponder, mas uma dĂşvida entrou em sua cabeça: como ela sabe beijar tĂŁo bem assim? Assim como essa dĂşvida chegou, foi embora. Começou a mover lentamente a lĂngua na boca dela, saboreando sua saliva. Ela tambĂ©m nĂŁo ficou para trás; cada vez que ele movia a lĂngua rapidamente, ela fazia o mesmo, ainda mais rápido. Embora fosse inexperiente, ela queria dar tudo para satisfazĂŞ-lo. Ele aproximou os braços em direção Ă s costas dela, e ela tremeu levemente, o rosto já todo corado. Ele começou a acariciar as costas dela, e o vestido vermelho que a cobria foi levemente removido, deixando exposta a pele branca e a figura linda da jovem. Uma lingerie preta com renda de flores nĂŁo deixava ver as partes Ăntimas dela. Ele se afastou um pouco dos lábios dela, deixando um fio fino de saliva, para poder admirar em todo esplendor a figura gostosa da garota. A beleza dela deixou ele impressionado: o cabelo dela era da cor dos olhos avelĂŁ, os peitos, que nĂŁo eram grandes e se sustentavam firmes no corpo, eram a perfeição para um homem; a cintura fina e a bunda dela pareciam ter saĂdo de uma pintura. Ele ficou nervoso, porque na idade dele já tinha conhecido muitas mulheres, cada uma com seus prĂłprios atributos para provocá-lo — peitos, bundas, corpos bonitos —, mas nenhuma delas fez ele sentir o que aquela garota provocou com seu corpo sexy e perfeito. A garota na frente dele ficou nervosa, porque ele nĂŁo parava de devorá-la com os olhos. Ela estava a um metro dele, se aproximou atĂ© ficar a centĂmetros do corpo dele, chegou perto do ouvido dele e sussurrou: “... Kenshi-san, parece que vocĂŞ ficou bem excitado... nĂŁo se segura... faz comigo o que vocĂŞ quiser...” O tom suave, mas ao mesmo tempo lascivo e sedutor, acendeu a imaginação do homem chamado Kenshi, que já imaginava tudo o que queria fazer com ela. Ela se afastou um pouco do ouvido dele, se aproximou do pescoço dele e começou a beijar e lamber. Um gemido meio rouco saiu dele, o que o fez reagir. Ela levou a mĂŁo atĂ© o paletĂł preto do smoking de Kenshi e começou a desabotoar devagar, para depois removĂŞ-lo. Ela soltou o pescoço dele, deixando uma marca vermelha. “... Kenshi-san, olha, essa Ă© minha marca de que agora vocĂŞ Ă© meu...” O tom sedutor e lascivo fez ele se impressionar, e uma risadinha escapou dele. “... Do que vocĂŞ tá rindo, Kenshi?” — San… O que vocĂŞ acha divertido…" Ele segurou o queixo dela e aproximou os lábios dos dela, um beijo curto, mas ao mesmo tempo romântico. "… Kaori, parece que vocĂŞ preparou tudo… nĂŁo… mas nĂŁo vou deixar vocĂŞ tomar a dianteira nessa situação…" Depois de dizer isso, sem deixar Kaori responder, ele a beijou. Esse beijo foi mais intenso, a mĂŁo que segurava o queixo dela se moveu para outro lado, sem parar de beijá-la, aumentou a força do beijo. Com as mĂŁos, Kenshi a carregou no colo, tipo princesa. Sem parar de beijá-la, ele a levou atĂ© a cama e a deitou suavemente sobre ela, os lençóis brancos que estavam em cima da cama amassaram um pouco. Ele parou de beijá-la e tirou as roupas que ainda tinha, sĂł uma cueca boxer cobrindo as partes Ăntimas. Se aproximou dela, tirando os sapatos dela. Ela estava vermelha, o nervosismo tinha aumentado, mas nĂŁo tinha dĂşvidas: ela queria o que ia acontecer, tinha esperado por muito tempo, sempre desejou aquilo. A pessoa que mais ama nesse mundo estava na frente dela, nĂŁo tinha dĂşvidas, a mente dela sĂł pensava nele, na figura dele, no rosto dele, em tudo nele. Ele viu o nervosismo nela, se aproximou e começou a beijá-la, com tanta intensidade e luxĂşria naquele beijo, o amor e a excitação aumentavam cada vez mais. Depois de alguns minutos, eles se separaram levemente, ela deu um sorriso leve, ele tambĂ©m sorriu. Ela se levantou rapidamente e disse: "… Deita…" Ele ignorou as palavras dela e se deitou de barriga para cima. Kaori, com boa agilidade, se sentou em cima dele, deixando a virilha dela em cima do abdĂ´men dele. Ela tremeu um pouco quando fez contato pele com pele, olhou para ele com atenção, apreciando a figura do homem com quem vai viver para sempre e construir uma famĂlia. O cabelo preto com alguns fios brancos, olhos pretos e umas rugas leves na testa, mas isso nĂŁo tirava a beleza dele. Ele era um homem que, nĂŁo importa a idade, sempre pareceria um pouco mais jovem do que a idade mental verdadeira. O corpo dele era bem cuidado, os mĂşsculos… Pareciam de um atleta, era alguĂ©m que cuidava da aparĂŞncia. “…. Parece que vocĂŞ tá se divertindo me montando, hein….” disse ele, com a voz meio provocante e um sorriso de diversĂŁo. “….” Ela corou como nunca com as palavras que ele disse. NĂŁo conseguiu falar, virou a cabeça para continuar beijando ele, e ele correspondeu ao beijo. O tempo parecia desacelerar, o amor e o fogo lascivo deles estavam acendendo cada vez mais. Kaori roçou o corpo no de Kenshi, tremeu um pouco, colocou a lĂngua de novo e começou a movĂŞ-la rapidamente. Ele a empurrou levemente para baixo, ficando entre as pernas dela, mas continuou beijando, sem se separar um segundo sequer. Ele quis tomar a dianteira, soltou os lábios macios dela e depois continuou. “…. Kaori…. Vou continuar….” Ele abaixou a cabeça e começou a se aproximar do pescoço dela, lambendo docemente. “Ahhn… mmn…” Um gemido doce escapou dos lábios dela. Ao ouvi-la gemer, ele ficou mais excitado. “…. Eu tambĂ©m vou deixar minha marca em vocĂŞ, Kaori….” Ele começou a lamber com força, enquanto ela gemia, deixando uma marca dos lábios dele no pescoço dela. “… A partir de hoje, vocĂŞ tambĂ©m Ă© minha propriedade….” Ela balançou a cabeça. “… mmn… sim, eu sou sua propriedade….” Ele continuou, descendo atĂ© a clavĂcula dela, beijando suavemente, descendo mais enquanto ela gemia, chegando atĂ© os seios cobertos por um sutiĂŁ preto com renda de flores. Ele começou a tirar o sutiĂŁ devagar. Os seios dela ficaram expostos, e ela, nervosa, começou a cobri-los com as mĂŁos. Ele sorriu. “…. Seus peitos sĂŁo lindos….” disse ele, aproximando as mĂŁos e afastando as dela, deixando os seios Ă vista. Ele ficou meio atordoado com a beleza deles: a pele branca e os mamilos com um tom rosado. Depois do aturdimento, começou a se aproximar. Com a experiĂŞncia que tinha, começou a chupar os mamilos dela. Cada gemido que saĂa de Kaori era mais forte que o anterior. Com a mĂŁo, ele massageava e acariciava o outro mamilo, alternando entre um e outro. Ahhh... Ahnn... Mnnn..." Os gemidos dela eram tĂŁo altos que dava pra ouvir em todo o quarto. Meia hora depois de brincar com os mamilos da garota, ela já estava suando, aquele cheiro sedutor saindo dela. TrĂŞs orgasmos foram causados pelo brinquedo e pelos carinhos de Kenshi. Os olhos cor de avelĂŁ dela estavam marejados de tanta euforia e excitação dos orgasmos. "... Parece que vocĂŞ tá cansada... Quer que eu pare?" perguntou Kenshi. Ele nĂŁo queria parar, mas se ela pedisse, ele pararia de bom grado. NĂŁo queria que ela se sentisse mal na primeira vez dela. "... N-NĂŁo, nĂŁo para... Eu tĂ´ gostando e nĂŁo tĂ´ cansada..." A voz dela soava cansada, mas ele nĂŁo insistiu em perguntar de novo. Ele se moveu na direção do rosto dela, se aproximando, vendo o rostinho lindo dela todo corado atĂ© o talo, os olhos meio lacrimejantes, os lábios rosados tremendo um pouco e o cabelo todo bagunçado. Se aproximando dos lábios de Kaori, começou outra rodada de beijos. A mĂŁo direita desceu atĂ© a barriga dela, tocando de leve. Ela se arrepiou e tremeu. Ele começou a acariciar a barriga dela, fazendo ela gemer e tremer a cada carĂcia. Continuou o beijo cheio de sentimentos. Ela tremia, os olhos dela, pequenas lágrimas de alegria escorriam. Ele nĂŁo quis perguntar sobre aquelas lágrimas, porque já sabia a resposta. Ele tambĂ©m tava feliz. Ele começou a descer a mĂŁo mais ainda, chegando na beirada da calcinha preta dela com renda de flor. Ele levantou ela, enfiando a mĂŁo, tocando a buceta dela. Ela tremeu forte, ele se assustou e disse: "... VocĂŞ tá com medo... Acho que a gente devia parar por aqui, a gente continua outro dia..." Ele ia tirar a mĂŁo da calcinha dela, mas foi impedido por ela, que falou: "... NĂŁo... NĂŁo Ă© que eu tĂ´ com medo... É que nunca ninguĂ©m tinha tocado ali... Bom, e foi estranho..." Ela disse toda corada, a voz suave e trĂŞmula. Um sorriso de deboche apareceu no rosto dele e ele disse: "... É sĂ©rio? SĂ©rio mesmo que vocĂŞ nunca se tocou aĂ... hahaha... E nunca... se tocou... Masturbado hahaha… que menina mais inocente… “ a voz zombeteira dele irritou ela. “ nĂŁo ri… seu idiota…. Pra falar a verdade, nunca me toquei lá, Ă© culpa sua… “ ela fez bico. “ culpa minha?... Por que Ă© culpa minha… “ o mosquito da dĂşvida picou ele e ele perguntou. “…. NĂŁo vou te contar porque vocĂŞ Ă© mau e idiota… “ ela disse fazendo bico, virando a cabeça, olhando pro outro lado. “… oh… nĂŁo vai me contar… bom, nĂŁo ligo muito… porque… “ ele respondeu com indiferença. “…. Por que vocĂŞ desiste tĂŁo rápi… Unnn” ela percebeu que ele tinha a mĂŁo na virilha dela. Ele começou a acariciar suavemente a buceta da Kaori. “ ummn…. Ahhh…uhnn…” os gemidos dela ficaram mais fortes e mais extasiados, o corpo dela começou a tremer e se contrair levemente. “…parece que vocĂŞ tá bem molhada.…. “ o tom debochado dele continuava, ela olhou fixamente pra ele enquanto tremia e as pupilas dela dilatavam, e falou trĂŞmula. “….. Seu-idiota….. Amm… unn. “ os gemidos dela eram fortes e ao mesmo tempo lindos. Ele nĂŁo continuou perguntando, mas começou a acariciar a buceta dela de novo com a mĂŁo, a boca dele se aproximou dos peitos duros dela, começou a chupar e massagear, ela gemeu mais alto, os gemidos dela ecoavam por todo o lugar. Ela nĂŁo soube quanto tempo ele ficou masturbando a buceta e o clitĂłris dela, e lambendo os peitos dela, ela começou a se contrair, fechando as pernas deixando a mĂŁo do Kenshi presa entre as coxas dela. “…. Parece que vocĂŞ vai gozar… “ ela começou a balançar e a se arquear com força. “…mnmn…. Ann… uhnn” os gemidos dela ficaram mais brutos e roucos. Ele soltou o peito dela, pra beijar ela nos lábios segurando os gemidos dela, ela gozou na mĂŁo do homem. “…. Isso nĂŁo Ă© nada… vocĂŞ gostou, nĂŁo foi…. “ a mĂŁo dele que estava na virilha da Kaori, ele tirou com uma grande mancha de fluidos vaginais da garota, num transe de excitação ele levou a mĂŁo ao rosto dele “…. Q-que vocĂŞ tá fazendo…. “ a voz dela suave mas nervosa. Ele levou a mĂŁo ao nariz, absorvendo os cheiros dos fluidos dela, Ă© a primeira vez que ele fazia isso, Ele, com a euforia do momento, aproximou a mĂŁo da boca, esticou a lĂngua para lamber os fluidos dela. "... Sabe, isso tem um gosto estranho... Mas eu gosto..." Ela, ao ouvir isso, cobriu o rosto, mas as orelhas ficaram vermelhas. "... P-p-pero que que vocĂŞ tá falando... Por que vocĂŞ fez isso... Pervertido..." Ela gaguejava de tanta vergonha. "... Como vocĂŞ pode ser tĂŁo inocente e meiga..." Ele afastou levemente as mĂŁos dela, revelando o lindo rosto de Ădola dela. Com um movimento suave, plantou um beijo doce e macio, se afastou um pouco e disse. "... A partir de hoje, vou fazer coisas mais pervertidas com vocĂŞ, entĂŁo se prepare..." Ela ficou ainda mais nervosa e corou feito um tomate. Ele nĂŁo continuou com os lábios, mas desceu devagar, atĂ© chegar na barriga dela, dando um beijo. Ela tremeu de leve e gemeu. O umbigo dela foi sugado de leve pela boca do homem, os gemidos aumentaram. As mĂŁos de Kenshi acariciaram suavemente a cintura e as pernas dela, ela tremeu e gemeu. A mĂŁo dela começou a se aproximar da boca, tentando abafar os gemidos, e a outra começou a puxar a cabeça de Kenshi, empurrando ele mais para baixo, contra a barriga dela. Ela fechou os olhos de leve, lembrando de tudo que tinha acontecido atĂ© sentir essa felicidade, e estar com o homem que mais ama pela primeira vez. .... Ano 2007 - 12 de agosto. ❤️ "Cheguei..." Uma pessoa avisando que chegou, entrou em casa. "Papai!!..." Um grito forte de uma menina de seis anos, que se jogou no pai, um abraço forte a recebeu. "Ah... estava esperando aqui na entrada, faz tempo..." A voz era de um pai falando com a filha. O cabelo e os olhos cor de avelĂŁ eram muito parecidos com os da filha, a aparĂŞncia era de um jovem de vinte anos. A filha que estava no colo dele era, literalmente, linda, o cabelo e os olhos eram da mesma cor do pai, avelĂŁ. "Unh" ela fez bico, inchando as bochechas. "Um pai que abandona a filha por... Uma semana de trabalho, nĂŁo receberia essa recepção... Mas eu te amo muito, entĂŁo esse Ă© meu presente de boas-vindas pro papai. O pai se emocionou com as palavras da filha, abraçou ela mais forte e deu um beijinho na testa dela e disse. “... Papai nĂŁo vai mais embora... entĂŁo nĂŁo fica mais chateada... me deixa muito triste ver vocĂŞ assim...” agindo de forma triste, como se uma lágrima fosse cair dos olhos dele, deixou a filha nervosa. “Já, já papai, nĂŁo tĂ´ mais triste... nĂŁo fica assim...” ela tentando consolar o pai, acariciando o cabelo dele, a menina inocente ia chorar, mas outra voz entrou na situação. “... Marido, para de agir assim, vai fazer a Kaori chorar...” O cabelo dela era preto, os olhos tambĂ©m e a figura era de uma modelo, era uma mulher linda de vinte e trĂŞs anos. “Já chegou e nĂŁo vai cumprimentar sua querida esposa...” a voz dela era suave, mas tinha um toque de sedução. O pai se aproximou com a filha na mĂŁo, ele deu um beijo nos lábios carnudos dela, o beijo durou uns segundos. “... Aii... Papai, que nojo, por que vocĂŞs ficam fazendo isso na frente da filha de vocĂŞs... que nojo.” a menina falou com nojo. “Ah... Kaori, ainda Ă© tĂŁo infantil... essas coisas vocĂŞ vai fazer com a pessoa que mais ama no futuro, entĂŁo tem que estar preparada...” disse a mĂŁe. “... AHHH...” gritou a menina um pouco surpresa “... NĂŁo, eu nunca vou fazer nada disso... atĂ© porque posso fazer com o Kenshi-kun... Sim, Kenshi-kun vai ser meu marido... isso Ă© uma promessa...” a menina falou corando um pouco, os pais da menina já sabiam disso há muito tempo, porque uns meses atrás ela estava dizendo que ia se casar com o Kenshi, mas nĂŁo levaram a sĂ©rio, pois achavam que eram devaneios inocentes da menina, mas quando ouviram ela dizer essas palavras de novo, “vou me casar com o Kenshi-kun”, se surpreenderam um pouco, de que ela nĂŁo tinha esquecido esses pensamentos. “... EntĂŁo Ă© assim... Bom, entĂŁo vou me comprometer a aceitar ele no futuro...” falou o pai, a voz dele era um pouco Desiludida, porque a filha dela, com seis anos de idade, já tava pensando em casar. Tentando mudar de assunto, a mĂŁe falou: “… falando nisso, como foi a viagem? Aceitaram a proposta…?” e colocou a filha no chĂŁo. “Foi bem… O Kenshi aumentou a proposta e a gente fechou mais um negĂłcio… Acho que era uma proposta de animação de um filme… Ah, aliás, o Kenshi vai vir aqui em casa daqui a dois dias, pra comemorar o contrato…”. A menina que tava do lado escutava atentamente a conversa dos pais. “… Pai, Ă© sĂ©rio que o Kenshi-kun vai vir… hehehe…” uma risadinha fofa, cheia de felicidade. “… Sim…” o pai respondeu meio seco e um pouco assustado com o que vinha pela frente.
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