Primeiro de tudo, é um relato real de minha autoria, compartilho com amor. Era um sábado num mês frio. Saí com uns amigos pra beber num bar, como todo fim de semana... depois de muitos drinks, resolvi voltar pra casa, e indo de carro, chegando perto da estação de trem, encontro um vizinho do meu bairro, o Ricardo. O Ricardo era pai de um amigo de infância, que eu não via há anos. Ele tava completamente bêbado. Aí pensei em dar uma carona até em casa pra ele chegar bem, então resolvi parar pra perguntar se ele queria que eu levasse, já que a gente tava bem longe de onde ele morava. Ele respondeu sem problemas que sim. Ao subir no carro, me cumprimentou confuso, achando que eu era um parente dele. Perguntou por familiares, e eu dizia que estavam todos bem, sem saber quem eram. Naquela hora, me veio a ideia de aproveitar a oportunidade, porque quando tô bebido, sempre dá vontade de comer um coroa (sempre gostei mais dos mais velhos). Ele tinha uns 47 anos, pele clara, gordinho, olhos claros, gato, um coroa. Nisso, pergunto se ele queria beber algo, e ele topou na hora. Fomos a um 24 horas e comprei dois vinhos em garrafa, depois fomos pra trás de uma praça com o carro. Bebemos dentro dele, porque a noite tava fria e o lugar bem escuro. Ao estacionar, perguntei se ele queria ir pro banco de trás, e ele disse que sim. Quando fui atrás, ele entrou primeiro, e quando passei, ele já passou a mão na minha bunda com vontade, como se soubesse minha intenção. E eu falei: "Calma, primeiro me dá um oi, um beijo, sei lá", e a gente ficou se olhando fixo por um tempo, como se devorássemos um ao outro com o olhar, mais excitado eu ficava. Tomando o primeiro vinho, falo: "Dá pra ter uma boa putaria aqui". E ele responde: "Sim", e que de vez em quando ele comia uma vadia amiga dele. E eu digo: "Então, uff, que sorte dessa vadia, bora ver se desperta". E ele respondeu: "Sim, mas então... Quer, tenho pra você também, mamãe, não fica com ciúme. E aí mesmo eu falo: "Fala sério, gordo, vamo ver, o que você tem pra mim?" E vou me aproximando com uma cara de putinha bem safada. Ele abaixa a calça e me mostra a piroca grossa que tinha, mas tava dormindo, era grande e branca com muito pelo em volta. Eu me aproximei e beijei ele na boca enquanto segurava a piroca dele com a minha mão e com a outra soltava o meu jeans. Na hora tirei a calça e subi nas pernas dele, ajoelhada de frente pra ele e arqueando minha raba, enquanto beijava ele e passava a língua por todo o pescoço. Aproveitando a liberdade de saber que ele não ia lembrar de nada. Ele já com a piroca dura queria meter, mas eu não deixava porque minha bucetinha tava seca, mas adorava sentir a ponta da piroca tocando meu furinho. Então deitei ele e fizemos um 69 por um tempo. Comecei a chupar e minha mandíbula não dava conta do tamanho daquela piroca, nunca tinha chupado uma assim. E do gosto gostoso que tinha, nem se fala. Comecei a chupar e já saía pré-gozo e gotinhas de porra que davam ainda mais gosto e mais vontade de chupar. Ele, enquanto isso, esfregava e chupava minha bucetinha apertada. Eu, a mil, aproveitando tudo, engolia inteira e segurava até não aguentar mais de tesão. Aí cuspi na mão e molhei bem meu cu. Senti ele, e me coloquei de novo sobre ele de joelhos, beijando ele freneticamente, encostava minha bucetinha e sentei. Sentindo como ele me penetrava, abrindo minha raba como ninguém, de tão grossa que era. Só quando a cabeça entrou, quase gozei de susto que deu. Só de pensar que era o pai do meu amigo e que tava bêbado me excitava ainda mais. Comecei a rebolar em cima da piroca dele toda feliz, metia tudo e tirava pra sentir aquela sensação de prazer, e beijava ele, não conseguia parar de gemer. E ele falava: "Que putinha você é, bebê, o que eu daria pra ter te comido na minha juventude." Eu pensando: se ele soubesse que eu também queria comer ele quando era pequeno, mas bom, isso é outra história. E entre mordidas e beijos, eu... Fala pra quê que eu vou gozar, bebê, e eu, louco de tesão, continuei pulando com mais vontade. Até que ouvi a voz dela dizer aaaah... e me sentei, empurrando bem minha bunda no pau dela pra que ele me enchesse bem de porra por dentro. Beijando ele até sentir que não pulsava mais, tirei devagarzinho e meti de novo, tirei e meti pra me deitar por cima dele, cansada. E ficamos assim um tempão na poltrona. Enquanto ele me dizia o quanto aquilo o excitava. E eu não via a hora de ele se recuperar pra poder provar o sêmen dele na boca. Mas, enfim, continuamos bebendo um pouco e fui com ele até em casa. Ele me perguntou se eu queria entrar e eu, sabendo que a filha ou o filho podiam estar lá, hesitei, mas a excitação de estar em tanto perigo me fez entrar com ele ainda mais tesuda. Ao entrar em casa, tinha que passar por um corredor comprido, a primeira porta era um banheiro e a segunda, o quarto dele. Entramos e na hora nos despimos e nos jogamos na cama. Comecei a beijar ele e a esfregar tudo, rebolando como uma puta, e ali mesmo desci e comecei a chupar o pau dele de novo. Saboreava cada gota de porra que saía e ele chupando minha buceta, eu de pernas bem abertas com minha bunda lisinha e depilada bem separada, fazendo garganta profunda e ouvindo como ele se excitava. Enfiava tudo na boca até a garganta e ele metia como se tivesse me comendo sem tirar da garganta, sentia como pulsava dentro do meu pescoço, babava toda e me limpava e continuava chupando. Num momento, ele começa a comer minha boca com desespero e me faz engolir tudo, parecia um endemoniado e ali, na minha garganta, empurrando tudo pra dentro, gozava... Uff, direto pro meu estômago os primeiros jatos com força e depois ele aliviou e continuou gozando na minha boca, começou a tirar e meter devagarzinho, eu saboreando feliz aquela porra gostosa que ele me dava. Quando terminou de gozar, mostrei pra ele abrindo bem a boca e engoli com todo prazer. Nos abraçamos e ficamos assim um tempão até que eu disse que tinha que ir, e ele se despediu na porta. Só lamento que não possa... ter ele de novo, já que ele não sabia quem eu era e, sinceramente, oportunidades assim não aparecem duas vezes. E também não teria coragem de dizer que foi comigo que ele passou tão feliz naquele dia. Espero que tenham gostado da minha história, um beijo, bebês!
3 comentários - Com o pai do meu amigo (relato gay)