Relato baseado em fantasias. Toda quinta-feira a gente se reúne com três amigos, na minha casa, pra jogar pôquer. Sempre montamos a mesa na sala de baixo, pra não acordar com nossa música e gritaria a minha filhinha, que descansa no andar de cima. Como toda noite de pôquer, a cerveja lotava nossa mesa... não importava beber demais, já que nós quatro amigos combinávamos de não trabalhar no dia seguinte. Eram 3 da madrugada, várias latas de cerveja se amontoavam no lixo. Foi nessa hora que saiu a mão mais importante da noite, com um pote de uns 6.000 pesos, bem quando eu não tinha nem um centavo pra apostar e com um Poker de Reis na minha frente... Impossível perder!!!!! Dois dos meus amigos, Manuel e José, desistiram, então ficamos cara a cara com o Antonio. — Beleza, mano... decide logo... aceita ou não? (ele perguntou). — Antonio, você sabe que não tenho grana pra pagar... o que você aceitaria no lugar? — Uffff.... Paco... que cara chato!!!!.. O que poderia valer esse pote de 6.000?... além disso, pensa bem que com a mão que eu tenho, você vai perder na certa. — O que você quiser... O que você quiser... pede o que quiser e eu aceito, só pra poder jogar essa mão (respondi sem me importar com nada, porque tava certo das minhas cartas). — Pede a filha dele!!!! (falou o José, num tom de brincadeira). Antonio me olhou como quem pergunta se eu estaria disposto a entregar minha filha por uma partida de pôquer. — Paco, meu amigo, se você ganhar, leva o pote todo e a amizade, mas... se perder, você topa comer sua filha na nossa frente?... o que me diz? — Aceito!!!!... os 6 mil contra eu comer minha filhinha na frente de vocês. Na hora que eu falei "Aceito", nós quatro nos jogamos em cima da mesa... ansiosos pra ver minhas cartas, já que eu era o primeiro a mostrar. — Beleza... por qual você quer que eu comece? (falei zoando o Antonio)... pela que é descarte ou pela que forma o Poker?.. Hahahaha — Pela que você quiser... mas antes de fazer isso, porra. Te dei a chance de desistir... já sei que te venci. - Jááá... disso nada, Antonio, certeza que não tem nada... Com toda a displicência, fui mostrando uma a uma minhas cartas até revelar meu Poker de Reis - E... o que você diz agora, Antonito?... Jááááááá (falei enquanto minhas mãos já pegavam as fichas em sinal de vitória) - Te digo pra esperar pra ver minha mão, Paco... (enquanto ele ia colocando uma a uma suas cartas, bem devagar, sobre a mesa, até formar uma Escala Real de Copas impecável). - Nãããão!!!!! Não pode ser!!!!!! (gritei de impotência), Não pode tanta má sorte!!. - Não diga que não te dei a chance de sair a tempo, Paco... né? (disse Antonio em tom debochado). - Já... já... mas o que você faria com um Poker de Reis?. - Tudo... menos apostar minha filha... jáááá... Mas o que tá feito tá feito, Paquito, agora você tem que cumprir. Você tem 10 minutos pra convencer sua filha a descer, comer ela na frente dos seus amigos... enquanto a gente vai pra cozinha pegar mais bebida porque a situação merece... ou não?... jááááááá (respondeu Antonio diante do meu desespero pelo que eu teria que enfrentar). Enquanto ouvia as risadas e cochichos deles, subi pro quarto da minha filha. No caminho, ficava pensando no que dizer pra ela topar aquilo, e realmente não me vinha nada convincente. Quando vi ela na cama, só coberta por um baby doll, sem nada por baixo, não consegui evitar começar a pensar nela como uma mulher e não como minha filhinha. Sentei num espaço da cama dela que deixava a cintura dela à mostra, ela dormia de lado, e comecei a acariciar os ombros dela, os braços e os peitos que transbordavam pelo baby. Ela, meio sonolenta, gemia baixinho... minha outra mão foi pousando na coxa dela, subindo até encontrar a bucetinha dela e a entrada do cuzinho. Ambos virgens. - Ah... Papai?... o que foi?... o que você tá fazendo? (ela perguntou). - Acontece que o Papai tá num problema lá embaixo, com a partida de Poker... e a única que você pode me ajudar a sair dessa? é você... me desculpa. - Problema?... Te ajudar?... mas como?... eu não sei jogar - É que o Papai ficou sem dinheiro e aí apostou que a gente ia dar um beijo na boca na frente dos meus amigos... sabe como é... Só teria que descer, se beijar um pouco, e depois esquecer tudo... o que você acha... me ajuda? Enquanto a gente descia as escadas, rumo à sala, vi que meus amigos já estavam completamente soltos, bêbados, largados nos sofás esperando o show, e alguns deles se esfregando nos próprios volumes. - Amigos... deem Boa Noite pra minha filhinha (me apresentei na frente deles, levando minha filha diante dos olhos deles). - Mas como você tá gostosa... (exclamou Antônio). - Tá demais... ninguém diria a idade que você tem (dizia José enquanto ela deixava a coxa toda à mostra ao descer o degrau). - Essa não é a sua filha que eu tinha em mente... Se já é toda uma Mulher!!!! (Manuel não parava de se surpreender com a visão das tetas balançando). - Oi, galera... como vocês estão? Que horas de me acordar, né? haaaaa (ela sorriu pra eles). - A culpa é do seu pai (responderam os três) - É... ele já me falou algo - Quer beber alguma coisa?... talvez te faça sentir melhor e te ajude a relaxar (perguntou José). Ao vê-la espalhada no sofá, com a baby doll que mal cobria ela, deixando à mostra pra quem estivesse de frente a pussy e as tetas dela, eu já tava começando a ficar excitado pra caralho. - Pô... pô... que vista boa que a filha do nosso Paco tá nos dando (disse José enquanto aproximava o drink... olhando a pussy dela). - Você tá linda assim... a gente bem que queria ter uma mulher como você em casa e poder usar ela como o Paco vai fazer daqui a pouco (os três concordaram). Enquanto isso, ela virou o drink como se fosse um copo d'água, estendendo o copo vazio agora pro Antônio, que não demorou e foi buscar outro. O sofá era de três lugares, então quando Antônio se levantou, eu ocupei o lugar vazio, ficando ela entre mim. — E aí, Manuel. José preferiu se sentar no sofá da frente, com certeza pra ser espectador privilegiado da buceta dela. — Pega teu drink (disse Antonio, sentando do lado de José). Eu beijei ela e, enquanto a gente se beijava, minhas mãos pegaram os peitos firmes dela e comecei a acariciar, apertar, esmagar... Tava num estado de êxtase que nunca tinha sentido antes. — Boaaaaa... Paco!!!!! — Isssooooo... mete a mão... nesses peitos... vai, Paco!!!!! Meus amigos incentivavam... levados pelo tesão e pelo álcool. — Cê gosta que o papai te apalpe... hein? Fala, cê gosta, sua puta? (respondi eu, totalmente fora do meu papel de pai). — Amigos, querem ver como a puta da minha filha chupa a pica do pai? (falei pra eles). — Siiiiim!!!!! (gritaram todos, provocando ela). Amarrei as mãos dela pra impedir que se defendesse e amordacei ela, desabotoei minha calça, baixei ela junto com a cueca, deixando minha pica enorme à mostra, prestes a explodir. José e Antonio se posicionaram do meu lado pra ver a foda de perto... Manuel já tava no lugar de privilégio desde que o show começou. — A gente vai foder todos vocês e cê vai tomar todo o leite e engolir. — Podemos tocar nela?... Podemos passar a mão na buceta dela?... Podemos foder ela? (perguntavam os urubus). — Tudo no seu tempo... agora aproveitem minha foda. Meti nela de uma vez, e ela deu um grito abafado de dor, e eu comi ela selvagemente. — Siiim... siiiim, ahhhh... cê é o máximo... aaahhhhh. Fiquei assim por um bom tempo, enquanto meus amigos já tinham as picas de fora esperando a vez. — Ahhhhhjjjj... vou gozar... vou gozar... ahhhh... siiiim, siiiim... siiiiiiiiiiiiiii (gritei pra ela assim que senti meu primeiro jato de porra indo parar na buceta dela). Meus amigos... coitados... tavam totalmente excitados, vendo como eu comia ela e apalpando os próprios sacos. — Beleza... agora cê vai atender meus amigos... sim? (falei pra ela enquanto acariciava os peitos dela de novo, puxando ela pra perto de mim). — Rapaziada!!!!... vocês topam encher ela de porra, os três? de uma vez?.. (perguntei a eles). Antonio, deitado no chão, sem nenhum aviso, enfiou o cock enorme dele na buceta dela, fazendo movimentos de cima pra baixo freneticamente. José, com o cock dele prestes a explodir, tirou a mordaça e passava o cock no rosto dela, pelos olhos, pescoço e lábios... esperando que os outros dessem início ao festival pra penetrar ela pela boca. - Ahhhhhhhhhhjjjjjjjjjjjjjjjjjjyyyyyyyyy (ouviu-se um grito dilacerante da minha filha quando Antonio enfiou tudo de uma vez, bem até o fundo). - Doeu, slut?. Jaaaaaaaaaaaa... Jaaaaa (disse Antonio enquanto tirava de novo pra meter de novo) - Agora vou deixar tudo dentro... assim você sente bem quando entrar a do Manuel - slut, vai doer..jjajjjaaaa... (Antonio se divertia). - Ayyyyyyyyyyhhaaaaaaaaaayyyyyyyyy...... ...(o grito foi dilacerante quando Manu também enfiou de uma vez na buceta dela, que também era enorme). Tanto Manu quanto Antonio começaram a comer ela com força e dor, enquanto José comia ela assim pela boca. Era muito mórbido ver como meus três melhores amigos estavam destruindo minha filha.... Manu metendo por trás... tirando o cock até a cabeça e depois enfiando até o fundo da buceta dela enquanto Antonio fazia ela quicar de cima pra baixo, penetrando também pela buceta dela... e José comendo ela pela boca. Eu, ao ver ela penetrada assim e tão slut, não consegui conter minha excitação, então meu cock já estava mais duro que antes... pena não ter mais algum buraco pra entrar... então fui me aproximando por trás do amigo que ela tava mamando pra começar uma masturbação que com certeza ia parar no rosto dele. - Vou encher sua buceta de slut... (disse Manuel). - Eu também vou inundar ela!!!!!!!! (disse Antonio) Enquanto eu me sacudia o cock, vi Manu e Antonio se descarregando nela..... Foi magnífico ver os três gozando. Eles metendo e ela recebendo... Os gemidos dos três, aproveitando aquele momento. A porra dos meus amigos nos buracos da minha filha... e ela sendo comida como a maior puta... me deixou a mil. Ahhhhh... ohhhhhhhhhhssiiiiiiiiiiohhhhhhhhh... aaaaaaaaaaaaaaaajjjjjjjssssiiiiiiissiiiiiiaahhhhh (as vozes dos três se misturavam). - Mãe... mãe, como a puta que você é, assim eu gozo na sua boca... Vamos!!!! Chupa essa pica.... chupa.. (exigia José, já prestes a gozar na boca da minha filha). - Seu pai também vai te dar porra... - Ahhhhjjjjjjj gluuuuupppppp..... gluuuupppp pppp.. (ela conseguia dizer enquanto começava a engolir a porra do José) Finalmente.... depois que José terminou, eu enfiei a minha, obrigando ela a engolir a gozada dele e meu primeiro jato, abundante, forte, grosso, saiu da minha pica e acertou em cheio na garganta dela. Só tirei depois que ela engoliu tudo. Nós cinco caímos exaustos, misturados, uns por cima dos outros e ela no meio de nós quatro. Ela sem forças e dolorida. E, uma hora depois, as picas dos meus amigos voltaram a foder aquela buceta vermelha e aberta, tão aberta que as três entraram enquanto eu comia ela pela boca, quando acabamos depois de um bom tempo, ela dormiu de cansaço, mas isso não impediu que continuássemos comendo ela. Ao meio-dia, me despedi deles, me comprometendo que nos próximos jogos poderíamos abusar todos dela, mas sem apostas no meio e que convidaríamos mais homens, sejam amigos nossos, conhecidos nossos, a partir de hoje ela seria nossa puta.
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