Espiando a mamãe gostosa

Essa é minha primeira história, me desculpem qualquer erro de ortografia e qualquer falha na trama.

Minha mãe é interpretada pela Jayden Jaymes, minha irmã pela Leah Gotti, e a Julia pela Valentina Nappi, pra vocês terem uma ideia de como seriam minhas protagonistas.

Meu pai tem uma fazenda grande e gostosa, desde antes de eu nascer, onde a gente vai de férias. Lá a gente curte a natureza e passou por momentos inesquecíveis. Era uma solução pra não gastar muita grana em hotéis na praia, já que moramos numa cidade grande como Machala, é melhor ficar no campo. Meu pai tem amigos no povoado que o incentivaram a comprar a fazenda, foi um baita investimento, porque rende lucros bem produtivos.
Na minha família somos 6. Eu sou o Mateo, com meus 24 anos, terminei a faculdade faz pouco tempo, tenho 1,80 de altura, pele branca, olhos castanhos herdados do meu pai. Meu pai trabalha como administrador da fazenda dele, se chama Manuel e tem 42 anos, mede 1,91, pele morena, olhos castanhos. Minha mãe Josefina, de 40 anos, é dona de casa, pele branca, olhos castanhos, peitão e bundão.
Espiando a mamãe gostosaE por último, minha irmã Priscila, tem 22 anos, mede 1,75, pele branca, olhos castanhos, é mais gostosa que minha mãe, mas os peitos e a bunda são normais pra idade dela.sexo oralNossas férias eram focadas na fazenda e seus arredores. Eu gostava de uma área onde tinha uma travessia do rio, armava uma rede e um pequeno acampamento enquanto pescava. Nos primeiros anos, quando éramos pequenos, as férias eram incríveis, mas com o tempo, minha irmã e eu começamos a achar tudo chato.

A casa principal da fazenda era grande. No térreo ficavam a sala principal, uma cozinha enorme e a biblioteca. No segundo andar, o quarto principal, que era o maior, além de quatro dormitórios, todos com banheiros individuais. As empregadas arrumavam os quartos, e a comida era feita pela minha mãe junto com elas.

Minha irmã e eu tínhamos nosso próprio quarto. Como sempre tivemos intimidade, podíamos andar de roupa íntima. Adoro os peitos dela e a bunda. O que curto mesmo é vê-la de fio dental, aquele abdômen lisinho, a raba e os peitos. Mais de uma vez já bati uma punheta pensando na minha irmã. Adoro cheirar as calcinhas dela quando ela tira no mesmo dia.

Vê-la na piscina é um tesão. Ficar de olho nela de fio dental minúsculo sempre foi meu hobby nas férias, mas pra ela não perceber, me distraio pescando.
EmpregadinhaO bom da piscina é que tem um vestiário pequeno, onde em mais de uma ocasião eu espiei minha irmã e minha mãe. Vi elas nuas poucas vezes, mas o que mais vejo é quando saem de fio dental rumo à piscina, o balanço das bundinhas delas é um verdadeiro tesão.incestoÉ super normal eu ficar de olho na minha mãe e na minha irmã durante as férias, mas também dou uma espiada nas empregadas. Uma vez, dei pra empregada Júlia um kit de tangas de vários tamanhos; ela sabia que era uma ousadia, mas como eu era filho do patrão, ela aceitou. Aí comecei a olhar por baixo da saia delas, e quando subiam as escadas na direção dos quartos, eu ficava espiando, sabendo que estavam usando aquelas tanguinhas.

Naquele verão, eu tava com os hormônios à flor da pele e qualquer coisinha me excitava. O que mais me dava tesão era ouvir minha mãe gemer; como meu pai passava semanas na fazenda dele e só vinha uns dias pra cidade, não conseguia dar carinho pra esposa quando ela precisava. Por isso, eles aproveitavam as férias pra satisfazer as necessidades carnais.
irmaComo meu quarto era perto, eu ouvia todas as noites eles trepando, mais precisamente de madrugada, quando todo mundo dormia profundamente. Eu sempre escutava eles, por causa do barulho que faziam, especialmente o rangido da cama. Como no verão fazia calor e eu não conseguia dormir, qualquer barulho ou movimento já era o suficiente pra me deixar alerta.

Eu ouvia claramente os suspiros e gemidos de prazer que minha mãe soltava, parecia que ela curtia pra caralho, porque quando transava, gozava várias vezes numa só foda.

No começo, os gemidos me excitavam, mas fui me acostumando. Às vezes, quando tava cansado, colocava meus fones de ouvido pra não escutar nada, enquanto outras vezes eu batia uma quando tava com o pau duro igual a um mastro, imaginando como eu comeria minha mãe, se tivesse a oportunidade.
espiadasÀs vezes eu pensava na minha irmã Priscila e na buceta dela, que com certeza devia ser bem apertadinha.
De noite, lá pras três da madrugada, meus pais começaram a foder. Como eu tava com sono, coloquei meus fones de ouvido. Mas aí aconteceu uma coisa: minha irmã entrou no meu quarto pra perguntar de onde vinham os gemidos.
— Ei, Mateo, o que você acha que nossos pais tão fazendo a essa hora? — Eu falei que tava com sono e coloquei os fones de novo, mas ela continuava me perguntando.
— Talvez eles estejam jogando algum jogo. — Falei com sarcasmo.
Voltei a dormir, não respondi nem prestei atenção nela, e falei que não me importava o que eles tavam fazendo. Minha irmã continuou falando, mas dessa vez pra me dizer que a porta do quarto dos nossos pais tava meio aberta, e falou que ia espiar eles, já que não era a primeira vez que ela fazia isso.
sexo vaginalFiz o indignado e dei um sermão de irmão mais velho, falei que se ela fizesse de novo, eu contaria pros nossos pais. Ela não ligou nem um pouco pra minha ameaça.
Com todo cuidado e silêncio, ela saiu do meu quarto em direção ao dos nossos pais e, devagar, abriu a porta uns centímetros. Eu olhava da porta do meu quarto, vendo a esperteza da minha irmã. Entrei no meu quarto pra esperar ela; passaram uns minutos; minha irmã voltou com um sorrisão no rosto.
— Você tinha que ter visto! Puta que eles estavam se divertindo, vamo, me segue! Você vai ficar de boca aberta! — E ria.
Na hora, não soube o que fazer, mas minha irmã era muito convincente, então topei. Com cuidado, fomos até o quarto dos meus pais. Minha irmã se abaixou pra espiar, eu fiquei de pé pra ver a cena. Observamos meus pais; tava bem escuro, mas dava pra ver eles claramente, porque a luz do quintal entrava pelas janelonas que tinham no quarto. Confirmei que eles estavam no meio do ato sexual.
amor filialMinha mãe mudou de posição e ficou de quatro na cama, e meu pai começou a penetrar ela por trás, tava fodendo ela com vontade, ela gemia que nem uma louca, que prazer era ouvir ela.Espiando a mamãe gostosaO balanço das tetas dela se sincronizava com as estocadas que meu pai dava nela. Que excitante era ver ela naquela posição, mas mantive meus olhos fixos por vários minutos, fascinado e pasmo com aquele espetáculo.sexo oralMinha irmã estava excitada ao ver aquela cena e curtia o espetáculo. Na escuridão do corredor, observei por um fio de luz que nos iluminava que ela estava com um sorriso e nem piscava. A cena que eu presenciava estava fazendo meu amigo acordar, colado na minha irmã ela notaria como meu pau começava a endurecer, eu encostava ele na bunda dela, num momento em que os dois estavam quentes, ela se virou e falou baixinho comigo.
— Mateo, teu brinquedo tá ficando duro? Comigo acontece a mesma coisa, só que no meu caso não dá pra notar. Cena gostosa, né? — Nunca tinha visto ela falar daquele jeito.
Minha excitação subiu de nível, então parei de me esfregar na minha irmã e saí em direção ao meu quarto. Priscila me seguiu até o quarto e, depois de fechar a porta, se aproximou e perguntou, já mais calmos.
— Ei, o que foi, você ficou excitado igual a mim? — A pergunta dela me surpreendeu.
Com essa primeira pergunta, deixamos de lado que éramos irmãos e compartilhamos nossas dúvidas.
Ela começou a me contar que já sabia há um tempão que meus pais transavam de madrugada. Quem contou foi a empregada Júlia, uma garota de 19 anos, linda; ela tinha ouvido e espionado eles pra ver como transavam; às vezes mamãe vinha sozinha pra fazenda pra acompanhar papai.
EmpregadinhaNão acreditava no que ouvia da boca da minha irmã, embora já soubesse o que eles faziam há uns dois anos, não imaginava que minha irmã sabia e falava naquele linguajar.
Longe de parar de contar, ela disse que não só os caras falam de sexo e que ela e as amigas já tinham praticado há anos. Me veio uma pergunta na cabeça, então perguntei pra Priscila quando foi a primeira vez dela.
- Faz quatro anos, quando eu tinha dezoito. _Fiquei surpreso com a idade que ela já tinha dado a buceta, e imaginei aquela cena.
incestoPriscila me fez a mesma pergunta, eu respondi que foi com minha ex-namorada, quando a gente tava no ensino médio. Na hora, percebi como ela olhava pro meu pau.

- Notei como teu pau ficou duro, e é impressionante como isso acontece só de olhar pra ele. _Ainda não me acostumava a ouvi-la falar assim.

Ela comentou que, ao observar nossos pais, também tinha ficado excitada de um jeito brutal, então talvez tenha se excitado ainda mais com o contato com meu pau.

Mesmo a gente sempre se vendo de cueca, essa sensação nova que tivemos os dois era algo sensacional.

A única vez que vi os peitos dela foi quando ela tava de topless na piscina da casa da cidade, e ela só me viu de boxer.

Naquela hora, com o tesão que eu tava, não ligava que era minha irmã, baixei a calça e mostrei meu pau no auge do esplendor.

- Nossa, que grande, deixa eu tocar nele e eu deixo você acariciar minha buceta. _Com uma proposta dessas, ninguém recusaria.

Por eu ser lerdo, foi ela quem tomou a iniciativa, aproximou as mãos do meu pau e começou a subir e descer. A cara de surpresa dela quando sentiu meu pau pulando me deu um tesão extra. Meu pau ficou igual a um mastro, tava extremamente excitado.
irmaMeu coração tava batendo muito forte quando minha irmã começou a me bater uma punheta, com uma cara de puta. Eu tava adorando o trabalho manual que ela fazia, enquanto com uma mão me masturbava, com a outra acariciava minhas bolas.
Num momento, Priscila fez algo que eu curti: ela enfiou meu pau na boca dela. Sem piscar, mandou ele até o fundo da garganta, que gostoso que era. A boquinha dela se alargava pra engolir quase metade do pau.
espiadasA habilidade dela pra chupar meu pau era incrível, minha vontade de gozar aumentava a cada sugada, mas minha vontade de continuar aproveitando aquele boquete era maior. A mamada que ela me dava era surpreendente, nunca tinha recebido um boquete assim, ou seria o tesão que naquele momento me pegava? O melhor era que parecia que ela tinha esquecido que éramos irmãos.

Ela soltou meu pau pra começar a lamber minha glande com a língua, aquelas lambidas que me fascinaram a ponto de me levar ao êxtase. Aquele boquete que minha irmã tava me dando, e com tanto capricho, me fez explodir. Enchi a garganta dela de porra, esse foi o boquete mais selvagem que já recebi, soltei uma carga acumulada de vários dias.
sexo vaginalPriscila parou de chupar, tirando minha pica pra engolir a carga de porra que eu tinha. Com safadeza, me mostrou como engolia meu leite, e minha surpresa foi que ela colocou a língua pra fora pra limpar bem os lábios.amor filial- Gostou do que eu fiz com você, Mateus? _Já estava me acostumando com a safadeza dela.
- Claro que sim, você é foda fazendo boquete. _Falei a verdade por causa da puta excitação que tava na hora.
- Quantas vezes você bate uma por semana? _Essa pergunta eu não esperava.
- Eu me masturbo desde a adolescência, nessas férias já fui 4 vezes batendo uma _ela riu da minha cara de surpresa. _Nossa, minha irmã acabou sendo uma punheteira.
Espiando a mamãe gostosaCaramba, as surpresas que eu ia descobrindo nessas férias e as experiências dela com sexo. Ela quem tava no comando agora, era a mais experiente e a mais safada.
Ela me deu permissão pra tocar na buceta dela e fazer ela gozar, entendi que era pra retribuir o favor. Com a excitação que tava me consumindo, agradeci, levei minha mão direita até a buceta dela, tocando por cima do pijama. Ela pegou minha mão e enfiou pra dentro do pijama dela, colocando direto na buceta. Com as duas mãos, ela puxou a calça e a calcinha fio dental pra baixo. A buceta dela tava toda depilada, dava pra ver os lábios vaginais tão bonitinhos.
sexo oralEu acariciava o clitóris dela com a mão esquerda enquanto com a direita enfiava um dedo. Aos poucos, o clitóris dela foi inchando, por causa das minhas carícias, e eu já enfiava dois dedos dentro da buceta dela. Me surpreendi como as paredes vaginais da buceta dela ficavam molhadas.EmpregadinhaEu esfregava o clitóris dela um pouco mais forte pra acelerar os gemidos, adorava ouvir aqueles gemidos, aquele rostinho lindo ficava vermelho de tesão.
- Isso mesmo, me acaricia mais o clitóris, vai, esfrega ele, preciso que me faça gozar, enfia três dedos na minha buceta. *Que delícia, como ela falava comigo.*
Queria pegar nos peitos dela e falei pra ela, não eram grandes, mas eram bem voluptuosos. Parei de acariciar o clitóris, com a mão esquerda livre, enfiei por baixo da camisa dela e fiquei apertando os peitos. Os dois biquinhos estavam durinhos, marcando por cima da camisa, ela tava tão excitada.
incestoCom tantas carícias, ela começou a aumentar o volume dos gemidos, o que me assustou um pouco, porque podiam ouvir ela.
- ¡¡ Priscila, geme mais baixo, senão vão nos ouvir ¡¡. *Ela entendeu o recado e moderou o volume.*
Ela se ajeitou melhor na minha cama, tirou a camisa e o sutiã juntos, terminou de tirar a calça e a calcinha fio dental que estavam nos tornozelos. Agora mais à vontade, deitou de barriga pra cima, abriu as pernas pra receber melhor as carícias. Que vista gostosa ver ela sem roupa, tava completamente pelada, levada pela excitação e pela vontade de gozar. Ela pegou na minha pica, que tava dura, com o calor das mãos dela começou a me masturbar de cima pra baixo.
irmaEu me joguei pra lamber os peitos dela, fazia tempo que queria devorar aquelas tetas. Ela adorava que eu lambesse as tetas dela, me apertava contra os peitos dela pra eu não parar de lamber, pra mim era um puta prazer saborear aquelas tetas, eu mordia os bicos dela pra deixar ela mais excitada ainda.espiadasDepois de uns minutos, parei de chupar os peitos dela pra descer e devorar a buceta dela, que delícia poder lamber aquela buceta gostosa. Eu lambia o clitóris dela enquanto enfiava dois dedos dentro da buceta dela.
Eu tava com o pau duro igual um tronco de tão excitado, minha irmã não dava sinais de gozar, parecia que ela tava acostumada a aguentar muito tempo. Já tava chupando a buceta dela com a língua, só que agora eu enfiava o dedo no cu dela. A tentação me dominou e eu parti pra algo que nunca pensei que fosse rolar: peguei meu pau e, com a ponta, fiquei esfregando na entrada da buceta dela.
sexo vaginalO tesão me venceu, aos poucos fui enfiando meu pau, só tinha colocado a cabeça, e a sensação era incrível, mas parei porque senti que o que tava fazendo era errado.
- Priscila, se a gente continuar assim, vou meter em você. *Esperava que ela dissesse pra eu meter mesmo.*
A única coisa que ela disse foi que ia subir em mim e que ia roçar a buceta dela no meu pau. Depois de alguns minutos, ela chegou ao êxtase, foi tanto orgasmo que ela teve, que deu até um pequeno squirt.
amor filial- Foi uma ótima sessão. _Respondi com um sorrisão.
- Sim, você tem razão, mas olha como me deixou. _Mostrei minha nova ereção pra ver se dessa vez ela deixava eu meter na buceta dela.
- Tenho uma ideia, lembra que te falei da Julia, a filha da cozinheira? _Priscila me disse.
- Sim, claro, o que tem ela? _Não entendi por que ela mencionou.
- Ela deve estar acordada, enfiando os dedos na buceta dela, ouvindo os gemidos da minha mãe. _Não acreditava nisso da Julia, mas com o quanto ela é gostosa, não me surpreenderia.
Espiando a mamãe gostosa- Uhhh, já tô entendendo. — Falei com um sorriso.
- Vamos pro quarto dela pra você poder aliviar esse tesão. — Disse Priscila.
- E assim, pelados, a gente vai descer? E se nossos pais nos virem pelados? — Perguntei.
- Eles tão transando, não vão nos ver. — Ela respondeu.
- Beleza, confio em você. — Foi minha resposta.
- Ok, o que vou fazer é: descer, entrar no quarto dela, enquanto você me espera na porta, chamo ela, levamos pro meu quarto e começamos a festa. — Não acreditava que minha irmã tava me dizendo isso.
- E por que ela vai aceitar transar com a gente? — Falei.
- Porque eu e ela, sempre que venho, a gente transa, por isso. — Fiquei chocado com essa resposta, minha irmã transava com a Júlia e eu nem sabia.
sexo oral- Cada vez você me surpreende, vamos atrás da nossa empregada gostosa. — Eu disse a ela.
Ela me disse que antes ia no quarto dela, que já vinha, passaram alguns minutos e ela trouxe duas coisas: uns saltos pretos altos e uma camiseta branca pequena. Ela calçou os saltos, eu não sabia por que estava colocando aquilo.
- Ei, por que os saltos? — Perguntei
- Para me sentir uma puta. — A resposta dela me desconcertou.
- Claro, que puta você se revelou. — Falei rindo.
- Obrigada, e como eu estou? — Ela disse
- Você está muito gostosa. — Respondi, vendo os peitos lindos dela.
- Beleza, vamos. — Ela finalizou.
Saímos do meu quarto para descer até o quarto da Julia. Enquanto descíamos as escadas, eu estava com medo de alguém nos encontrar assim, pelados, e eu com meu pau ereto. A única coisa que me acalmava era ver minha irmã, que naquele momento estava vestindo a camiseta dela. Percebi que ela não cobriu a bunda nem a buceta, que puta ela se revelou ser, pensava comigo mesmo para que ela não ouvisse.
EmpregadinhaChegamos no quarto da Júlia, minha irmã tinha razão, dava pra ouvir uns gemidinhos baixinhos. A Priscila fez sinal pra eu ficar atrás dela, e foi abrindo a porta bem devagar. E, de fato, a Júlia tá se masturbando.incesto- Te falei, se você visse como ela enfia o dedo. _ Minha irmã comentou baixinho.
- É, você tinha razão. _ Respondi também em voz baixa.
Ver a Julia se masturbando, pensando que ninguém via nem ouvia, era uma visão espetacularmente gostosa, como eu não tinha percebido antes que ela era uma mulher bem safada.
irma— E agora, o que a gente faz? — comentei.
— Entra, você espera aqui na porta. — ela respondeu.
A desgraçada da minha irmã parou do lado da Júlia, enquanto mostrava a bunda pra mim e fazia uma cara safada. A Júlia nem percebia o barulho dos saltos da minha irmã, tava de olhos fechados, se tocando sem se importar com nada ao redor.
Finalmente, minha irmã a tirou do êxtase, tapou a boca dela pra não falar, se colocou atrás dela, e o que veio depois foi brutal: a Priscila meteu a mão dentro da calcinha fio dental da Júlia, agora ela tava masturbando ela, enquanto a Júlia se deixava levar.
espiadasJá a Priscila percebeu que era perigoso ficar no quarto da Júlia, a mãe dela dormia ao lado e podia ver elas numa posição estranha. Então minha irmã disse pra ela irem pro quarto dela, pra curtir de verdade, me apontando enquanto falava. Pensei que nossa empregada gostosa não ia topar, mas quando deu um beijo na minha irmã, saciei na hora que ela curtiu a ideia. A Priscila pegou na mão da Júlia pra sair do quarto dela. Mal a Júlia fechou a porta, minha irmã agarrou ela pela cintura e encostou na parede pra dar um puta beijo nela.sexo vaginalFiz sinal pra ela soltar a Júlia, ela entendeu e pegou a Júlia pra levar pro quarto dela. Deixei elas irem na frente pra poder admirar os pedaços de raba que essas duas gostosas têm.amor filialEntrando no quarto da minha irmã, não aguentei, e pegando a Júlia, coloquei ela de barriga pra cima na cama. Ela falou "vai em frente", então apontando pra buceta dela, enfiei até a metade. Pela excitação que ela tava, a buceta dela tava super molhada, a buceta dela era uma maravilha.Espiando a mamãe gostosaJulia, que bucetinha apertadinha você tem. — Essas foram minhas primeiras palavras para Julia.
— Aaahhh, obrigada, jovem Mateo. — Julia me disse.
— Pode me chamar de Mateo. — Eu falei.
— Oohhh, tá bom, Mateo, me dá mais forte! Aaahhh!
Eu fiquei metendo nela por um bom tempo, até que mudei de posição, coloquei ela de quatro. Sempre gostei dessa posição, assim dá pra notar bem a bundona delas, e principalmente a raba da Julia. Fiquei massageando os peitos dela por um momento, mas ela disse pra eu enfiar de uma vez, e foi o que eu fiz.
sexo oralOooh, dá pra ver que você tava desesperada por uma pica. _Falei sem vergonha.
Aaaaah, sim, já tava precisando, ohhh, meus dedos já não são suficientes, aaaahhhh.
Julia, vou gozar. _Soltou de repente.
Eu também. _Ela respondeu.
EmpregadinhaOs dois gozamos ao mesmo tempo, gozei dentro dela, foi uma delícia encher o útero dela de porra, enquanto a gente se recuperava, vimos que minha irmã estava se masturbando enquanto a gente transava.incestoNão se preocupa, eu ajudo ela. _ Me disse a Júlia
Eu, enquanto isso, sentei do lado da cama, num sofá que a minha irmã tem. A Júlia puxou minha irmã pra cama e começou a chupar a buceta dela. Que cena do caralho, se eu não tivesse tão cansado, eu entrava junto.
irmaComo se isso já não bastasse, minha irmã tirou um cinto de arnês e deu pra Julia usar pra meter nela. Já não me surpreendi muito, porque da minha irmã eu já esperava qualquer coisa. Julia colocou ela de quatro e enfiou tudo na Priscila, a sincronia dos movimentos era hipnotizante.
Eu ouvia a Julia falando com ela, que jeito de foder entre as duas, e ainda melhor pra minha sorte que eu tava ali, observando.
espiadasMe dá mais, me dá mais, ahhh, que gostoso. _Eu ouvia minha irmã falar
Isso aí, você gosta de ser comida, hein, putinha. _A Julia dizia.
Sim, adoro, aahh, vamos trocar, quero ficar por cima, aaaahhh.
Beleza, putinha.
sexo vaginalIsso aí, pula, do jeito que você sabe fazer, mostra pro seu irmão como você monta.
Sim, aaah, que prazer do caralho, vou gozar, aaaaah.
Isso, putinha, adoro quando você goza.
Minha irmã acabou gozando, dava pra ver que não era a primeira vez que transavam, pelo jeito que conversavam entre si e tal. A gente se deitou junto pra descansar, minha irmã levantou pra trancar a porta, caso alguém entrasse.
Só faltou a gente foder entre nós. — Falei pra Priscila
Fica pra próxima. — Ela respondeu.
E vocês se falam assim? — Perguntei pra Priscila.
Sim, sempre que ela me come me chama de putinha, e quando eu como ela também chamo de putinha. — Minha irmã respondeu.
É verdade, Julia? — Perguntei pra Julia.
Sim, assim a gente esquenta mais. — Julia respondeu
Gostei das respostas delas. Depois de descansar, Julia e eu fomos pros nossos quartos. Quando cheguei no meu, me joguei na cama pra dormir, mas ainda não acreditava em tudo que tinha rolado.
Sabia que isso ia se repetir, Julia e Priscila eram umas putas danadas, já tavam transando há um tempão, mas me veio uma ideia louca: e se minha mãe entrasse na parada? A ideia me animou, mas sabia que não dava pra virar realidade, então me ajeitei pra pegar no sono.

Continua.

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