...Eu gozava dentro da mulher dele.
Fala, galera, como é que cês tão? Depois de um tempão, voltei a escrever um relato. Vou contar que descobri que a esposa do meu amigo é uma puta gostosa e, mesmo correndo o risco de foder tudo, não posso perder a chance de contar pra vocês o que rolou comigo nessas últimas semanas.
Saí de casa de calça comprida, camiseta do River e tênis branco. O destino era a casa do meu amigo Daniel, que tava há seis meses casado com a gostosa da Antonella, e que eu só conheci no casamento deles.
Como não tinha nada pra fazer, pensei em aparecer de surpresa, bater um papo, tomar umas cervejas com ele e de quebra ver o jogo do Boca, time que ele torce. Cheguei lá, bati na porta. Ninguém respondeu. Bati de novo, mais forte agora. Silêncio de novo. Pensei "puta que pariu, esse aí deve estar metendo um bom cacete, coisa de quem acabou de casar, e deve estar pouco se fodendo pro jogo.
Quando virei de novo pra minha casa, ouvi o barulho da porta. Ao abrir, vi a Anto e voltei.
Mandei um "boa tarde" e perguntei pelo meu amigo. Ela, com a cara bem amarrada, disse que ele não tava em casa.
Me surpreendeu, pedi desculpa e falei que voltaria outro dia. Pra minha surpresa, a mina me mandou entrar, e assim que passei pela porta, se jogou no meu pescoço e me abraçou chorando pra caralho, a ponto de encharcar minha camiseta até a altura dos ombros.
Fiz ela sentar num sofá, peguei uma cadeira, sentei na frente dela, que ainda tava chorando, e pedi pra ela se acalmar, perguntei o que tava rolando. A Anto segurou minhas mãos e chorou ainda mais forte. Fui na cozinha, peguei um copo d'água e dei pra ela. A mina foi se acalmando aos poucos e começou a falar, ainda soluçando:
— O Daniel prefere ver o jogo do Boca com os amigos do que comigo em casa. Sempre foi assim, mas eu pensei que quando a gente casasse isso ia mudar. Depois ele chega bêbado, se joga na cama e vai dormir — ela disse e começou a chorar de novo.
Tentei consolar:
- Calma, Anto. Vocês só tão casados há seis meses, tão na fase de ajuste, de adaptação. Compromisso é uma coisa, mas quando divide o mesmo teto, a realidade é outra. É aí que os dois vão se convencer naturalmente a abrir mão de certas coisas, certos hábitos, pra manter uma relação boa. Tem paciência. Já já passa, vai ver. Tudo vai dar certo!
Se acalmou, peguei uma toalha, limpei as lágrimas dela, abracei ela e dei um beijo na testa.
- Agora que você tá mais calma, vou embora. Fala pra Dani que eu vim e que outro dia eu volto. Mas fica de boa.
Anto ouviu e pediu pra eu ficar mais um pouco enquanto tomava um banho pra se recuperar. Aí eu poderia ir embora. Concordei com a cabeça enquanto ele se afastava, apontando pro controle remoto.
- Liga a televisão, assiste alguma coisa - sugeriu.
Assim que ela sumiu no corredor, liguei a TV e coloquei o jogo que o Dani tinha ido ver com os amigos, Atlético Mineiro - Boca, pela Libertadores.
Minutos depois, ouvi o chuveiro desligar e me preparei pra vazar assim que a Anto fosse pro quarto dela. Mas, pra minha surpresa, ela apareceu com a toalha, deixou cair no tapete e mostrou um corpo maravilhoso.
Embora estivesse surpreso, não falei nada, aceitei aquela situação, nem pensei no meu amigo Daniel. Palavras não eram necessárias. Anto abaixou o som da TV no mínimo — o jogo já estava no segundo tempo — se ajoelhou na minha frente, abriu o zíper da minha calça, puxou meu pau, ainda meio mole, e enfiou ele na boca com gosto. Senti ele crescendo na boca dela, me chupou até deixar ele duro, bem grosso e ereto. Tirou ele da boca por um segundo e disse:
- Olha a TV, olha o jogo. Era assim que eu queria que o Dani olhasse. Aqui, comigo, enquanto eu chupava a pica dele. Adoro dar prazer pro meu macho, adoro chupar paus, e ele sabe muito bem disso. E eu sempre me imaginei fazendo isso com meu marido, mas ele prefere os amigos e a cerveja. Então não vai me restar outra opção a não ser realizar essa fantasia com você.
Disse isso, colocou a boca de novo no meu pau e recomeçou a chupar, enquanto eu assistia ao jogo. Anto, a esposa do Dani, chupava meu pau como uma profissional: esfregava na cara dele, dava tapinhas na bochecha, lambia minhas bolas, enfiava uma por uma inteiras na boca, cuspia, fazia garganta profunda, chupava a ponta, rodeava a cabeça do meu pau com a língua em círculos. Dava pra ver que tinha experiência e que adorava chupar qualquer pau. Tava ficando louco. Quando o juiz apitou o fim do jogo, não aguentei mais e meu gozo jorrou na boca da recém-casada.
Ela engoliu toda a porra, era uma gostosa, e eu não podia acreditar que não tinha percebido antes que ela era tão puta. Depois de engolir a porra, ela me olhou, deu um meio sorriso enquanto eu via uma gotinha que tinha ficado no queixo dela, mas não por muito tempo, porque ela fez sumir com a língua, quando abriu a boca e me mostrou que tinha "engolido toda a porra igual uma menina boazinha". Depois me deu um beijo na ponta da pica e me agradeceu por ter dado a ela a porra que o marido não quis dar.
Depois de ordenhar minha pica, ela pegou na minha mão e me levou pra cama onde dorme com o marido dela...
O jogo tinha acabado e agora vinham os pênaltis.
Continua...
Amigos, se curtiram, deixem pontos e comentários pra eu saber se vocês querem que eu continue contando o que rolou na cama do corno do meu amigo. Tem mais um encontro que aconteceu na semana seguinte (enquanto rolava o superclássico) e uns whatsapp e fotos que troquei com a Anto. Por enquanto, vou deixar um gostinho do que provavelmente (repito, se vocês gostarem) vem por aí.vai vir.
deixo a foto que tirei enquanto jogavam River vs Boca pela Copa Argentina:

15 comentários - Enquanto meu amigo via a Libertadores...
Te felicito 👏 muy buen relato
Cosas que no me pasan ni en la puta vida!!!