❤️❤️FOLEI BEEEM gostosa A MINHA cunhada💜💜 Jessica, minha cunhada, é 12 anos mais velha que eu. Meu irmão tinha se casado com ela 3 anos antes e a trazia muito pra casa, então naturalmente a gente foi criando uma boa relação. Eu via da minha janela ela chegando com meu irmão e pensava: "Que sorte a dele de ter encontrado uma mina tão linda". Ela era jovem, pele branca, magrinha, com uma bunda bem empinadinha e redonda, e uns peitos que, mesmo não sendo enormes, eram bem suculentos e firmes. Às vezes ela deixava aparecer um pouco no decote. Ela pintava o cabelo, às vezes de ruivo, outras de loiro, e por sinal minha mãe sempre dizia pro meu irmão que essa garota tinha uma carinha de séria. Na época que rolou, ela tinha 35 e eu 21 anos.
Isso aconteceu em 2009 e eu lembro que meu irmão, o marido da Jessica, teve que viajar pra fora da cidade porque a empresa de construção onde ele trabalhava o mandou pra um treinamento na capital, Cidade do México, deixando a Jessica e meu sobrinho sozinhos por 4 meses.
Já tinham passado 2 meses desde que meu irmão foi embora, estávamos no começo de dezembro. Toda a família decidiu visitá-la e o menino constantemente, pra que não se sentissem sozinhos. Eu peguei o costume de ir quase todo fim de semana buscar meu sobrinho na casa dela, pra que ele não sentisse tanto a falta do pai e convivesse com os tios e avós. Ia na sexta ou no sábado buscar ele.
Uma sexta-feira, eu estava voltando da facul, de pagar umas provas que ia fazer, e pensei: "Vou passar pra visitar minha cunhada e meu sobrinho", já que da faculdade pra minha casa, a casa deles ficava no caminho. E assim foi, cheguei no destino e bati na porta. Minha cunhada abriu.
- E aí, cunhado? Veio buscar o menino agora? Sem me avisar, você podia ter ligado, e se eu tivesse saído?
- Não, é que eu fui na universidade e, como você vê, sua casa fica no caminho. Aí pensei em passar pra visitar vocês.
- Que legal. Você vê que quando você vem, o Santiago, o menino, fica louco de alegria.
E assim foi. quando meu sobrino me viu ficou muito feliz e como eu sempre brincava muito com ele, passamos a tarde toda jogando videogame e carrinhos. Chegou a noite e minha cunhada me convidou para jantar, e quando terminamos eu disse:
- Já vou indo, o que você acha de eu levar o menino? Levo pra minha mãe pra ele ficar com os avós amanhã e te trago no domingo.
Ela respondeu:
- É que me sinto muito sozinha sem ele, e com seu irmão quase nem liga, deve tá de farra por aí.
E então disse:
- Por que você não dorme aqui? Aí amanhã de manhã você leva o menino pra sua casa e ele fica com os avós.
Meu sobrino logo falou:
- Sim, tio, por favor! Assim a gente pode jogar a noite toda.
- Tá bom então, fico dormir.
Não ia recusar vendo a carinha feliz do meu sobrino, além do mais não tinha nada importante pra fazer no fim de semana, e ainda tinha terminado com minha namorada uma semana antes.
Depois de uma longa noite brincando, meu sobrino dormiu — já era quase 1h da manhã e eu estava cansado de tanto jogar. Falei pra minha cunhada:
- Ei, onde vou dormir, Jessi?
- No quarto do menino, e ele fica comigo.
- Beleza, Jessi, boa noite. Tô com muito sono, vou subir me deitar.
- Boa noite, cunhado. Eu ainda vou tomar um banho e depois vou dormir.
Subi pro quarto, fechei a porta, mas não totalmente, deixei entreaberta. Deitei, peguei o controle da TV pra ver alguma coisa e dar mais sono. Navegando pela programação a cabo, achei um daqueles filmes eróticos que passam na TV aberta no canal 22 e comecei a assistir. Fui ficando excitado. Depois de quase uma hora de filme, o sono começou a bater forte. Desliguei a TV, me ajeitei na cama, me cobri e alguns minutos depois, Jessica bateu na porta.
- Posso entrar, cunhado?
- Pode sim, entra.
Me cobri bem porque estava de camiseta e só de cueca — é como costumo dormir. Ela entrou, acendeu a luz e… Ela me disse:
- Vim buscar o creme hidratante.
- Ah, tudo bem.
Ela estava vestindo um roupão, porque tinha acabado de sair do banho.
- Desculpa, te acordei, né?
- Não, acabei de desligar a TV.
- Que bom que você estava acordado e não te incomodei ao entrar.
Então ela saiu do quarto, fechou a porta e foi para o dela. Passaram uns 2 ou 3 minutos e então ouvi:
- Cunhado, posso entrar de novo?
- Claro, ainda não dormi.
Ela entrou e não acendeu a luz. Eu disse:
- Se quiser, pode acender a luz.
Ela demorou a responder, fechou a porta, mas não acendeu a luz. E qual não foi minha grande surpresa quando virei para ver o que estava acontecendo: Jessica estava nua. O roupão que ela usava estava no chão, e eu cobri o rosto com os lençóis — foi minha reação diante daquela imagem. Ela se aproximou e me disse:
- Da primeira vez que entrei, eu já vinha decidida a fazer isso, mas não tive coragem. Mas nesses minutos em que saí do quarto, pensei: "Faz dois meses que estou morrendo de vontade de um homem, e meu cunhado pode me ajudar com isso. Não posso desperdiçar a oportunidade. Ou será que você não quer me ajudar?"
Eu estava mega nervioso com o que ela disse. Não sabia exatamente como responder nem o que fazer, francamente. Naquele momento, até pensei que estava sonhando. Então ela sentou na beirada da cama, ao meu lado, e disse:
- Não quero te incomodar, só quero saber se você quer e pode fazer isso por mim. Eu sei muito bem que, desde que nos conhecemos, você olhava meu decote — te peguei mais de uma vez — e também sei que você falava de mim com alguns amigos do seu irmão, porque eu ouvi algumas vezes.
Eu só conseguia ver sua silhueta, que contrastava com a luz que entrava pela janela. Aos poucos, minha vista foi se acostumando àquela escuridão fraca, e olhei para o rosto dela e disse:
- Mas você é esposa do meu irmão, e eu não quero problemas com ele.
Ela pegou, levantou o lençol e se deitou ao meu lado, dizendo:
- Sim, mas imagina como seu irmão ficaria se soubesse o que ouvi que você falava com os amigos dele, ou pior, se ele Eu diria que você ficava me olhando no decote, eu só estava nervoso, nem conseguia me mexer. Ouvia os batimentos do meu coração na cabeça. De repente, ela subiu em cima de mim, estava totalmente pelada e me deu um beijo. Pegou minhas mãos e colocou nas suas nádegas, me dizendo: "Agora que já me tem aqui, não vai fazer nada?" Naquele momento, o demônio se apoderou de mim. Passava pela minha cabeça todas aquelas vezes que olhei pra minha cunhada com desejo, que olhei suas nádegas naquele shorts apertadinho, que olhei seu decote com um pedacinho de peito saindo, imaginando o resto. Até cheguei a ver um pedaço da sua calcinha saindo da calça, e até mesmo uma vez ter cheirado uma calcinha suja tirada do cesto de roupas que ela guardava no banheiro. Aquele aroma me excitava tanto. E sem perceber, já estávamos nos beijando apaixonadamente. Ela metia a língua na minha boca, eu apertava suas nádegas com minhas mãos, percorrendo suas costas até suas pernas. Ela começou a se mover, esfregando sua buceta na ponta do meu pau, que já estava a ponto de estourar. Sentia seu calor, sua umidade no máximo. Ela não parava de me beijar, então pegou um dos seus peitos e levou até minha boca. Me dizia: "Chupa, gostoso", enquanto com a outra mão brincava com seu peso e massageava sua linda teta, macia e firme. Não conseguia vê-las em detalhes por causa da escuridão, mas sentiam e sabiam deliciosos. Ficamos assim por alguns minutos, até que ela desceu da cama. Pensei: "Tá, ela se arrependeu". Mas não. Qual foi minha surpresa quando ela se virou e colocou suas nádegas na minha cara. Foi muito rápido, pois quase sem perceber, eu já tinha sua buceta na minha boca e sentia como ela chupava meu membro, só saliva, enfiando até a garganta. Eu só pensava: "Uau, que delícia!" Não podia acreditar, estava fazendo um 69 com minha cunhada. Ela fazia como uma profissional. Senti que ia gozar imediatamente, então ela me disse com voz baixinha: "Experimenta, coração, ou nunca fez isso?" E era verdade. Minha namorada não gostava disso, e eu não tinha experiência chupando uma. Só fui lá por causa dos filmes que tinha visto, pensei: "vou ver qualé". Ela chegou pra mim e eu disse que tava admirando a bunda linda que ela tinha. Na hora, comecei a enfiar a língua no cuzinho dela - hmm, que delícia, eu falava. Tinha um gostinho azedo salgado delicioso, um aroma que tava deixando meu pau cada vez mais duro. Enfiava e tirava a língua como se fosse um membro, escorria saliva e líquido da buceta dela aos montes. Ela só gemía baixinho, parecia que tentava não fazer barulho. Do nada, minha língua esbarrou no limite entre a vagina e o cuzinho, e aí decidi ir pro próximo nível: comecei a dar um beijo grego. Ela só gemía mais alto e falava: - hmm assim, assim, continua, meu amor, siiim. Seu irmão nunca fez algo assim comigo, você parece profissional. De repente, ela parou de me chupar e jogou o corpo todo na minha cara. Sentou completamente na minha boca, segurando na cabeceira da cama. Aí, minha sobrinha começou a sentar na minha língua, na minha boca, de novo e de novo. Eu deixava a língua dura e ela esfregava o clitóris nela. Ela dizia: si, si, si, assim, gato, me dá gostoso. Aí senti a parte íntima dela ficar mais quente, tava escorrendo. Já tinha engolido uns pelinhos, mas não liguei. Tava com a buceta da minha cunhada na boca e via ela tendo um orgasmo com minha língua. Nisso, ela parou e ficou um tempo parada, como se tivesse ouvido algum barulho. Achei que talvez tivesse ouvido meu sobrinho acordar. Ela desceu de mim e foi até a porta. Disse: achei que seu sobrinho tinha levantado. Deu uma espiada e falou: tá dormindo tranquilo. Saiu um instante e voltou dois segundos depois pro quarto. Eu tava suando, com os olhos semiabertos. Na hora, ela agarrou e deitou do meu lado. Virou meu rosto e disse: - quero que você me faça amor, sim? Quero ser sua essa noite e não pensar em mais nada. Eu só a beijei de novo. Ela metia a língua na minha boca e agarrava meu pau de cima a baixo, apertando as bolas. Dizia: - quero esse pirocão dentro de mim, siim. por favor, você vai meter gostoso dentro de mim, né? Eu só estava dizendo que sim, que sim. Foi como se um feitiço tivesse baixado, minha consciência tinha sumido e me deixado ali só curtindo o que minha cunhada Jessica estava fazendo comigo. Então agarrei, subi em cima dela sem parar de beijá-la e disse: "Eu quero ter você só pra mim". Coloquei meu pau na entrada da sua buceta, esfregando um pouco naquela umidade, e de repente ela prendeu minhas coxas com as pernas e disse: "Já mete, mete, meu bem, sim, por favor". Ela estava super quente, dava pra sentir aquele calor e umidade que eu nunca tinha sentido antes. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta e comecei a meter devagar. Ela só ficava de boca aberta e dizia: "Aaaaah, aaaaah, que delícia, aaaaah, assim, sim, assim, me dá gostoso, me dá". Com as pernas dela presas na minha cintura, comecei a enfiar tudo dentro dela, flop flop flop, entrava e saía, flop flop flop, cada vez mais rápido e mais forte. Ela só gemida, olhando pra cima, e eu só chupava e agarrava seus mamilos deliciosos. Sinceramente, estava na glória. Fiquei assim uns 5 minutos, na verdade, sentia que meu pau ia explodir de porra. Então eu disse: "Já, Jessi, porque eu vou gozar". Ela disse: "Ah, sim, então me dá mais forte". Eu disse: "Não, não, porque já vou explodir, vou gozar, Jessi, chega". Ela prendeu minha cintura de novo com as pernas, e eu continuei metendo. Ela agarrou meu pescoço com os braços e começou a dizer: "Me dá forte, mete mais fundo, goza dentro". Ao ouvir essas palavras, o pouco de consciência que me restava se foi. E foi aí que senti que ela também começou a convulsionar. Vi como ela arqueou as solas dos pés e gritou um pouco alto, puxando-me para ela para tapar sua boca com um beijo, dizendo entrecortado: "Estou gozando, meu amor, me dá, joga dentro". Eu não aguentei mais, só comecei a deixar minha esperma dentro dela, como ela pedia. Não sei o que aconteceu, como se eu tivesse perdido a consciência por alguns segundos. Quando recuperei, minha cabeça estava ao lado dela e eu... eu ainda estava dentro dela, só sentia uma poça enorme no lençol e estávamos suados os dois. Ela só sussurrou no meu ouvido que estava gostoso, meu amor, que delicioso, e acariciava minha nuca. Ficamos assim por uns 10 minutos, até que eu me deitei ao lado dela, enrolado no lençol. Ela não disse absolutamente nada, só se levantou e foi embora. Na manhã seguinte, ela agiu como se nada tivesse acontecido, veio me acordar para dizer que já eram 11 e meia e que eu tinha que levantar para tomar café. Na real, me deixou muito confuso ver a indiferença dela, mas na hora não liguei. Só quando coloquei o menino no carro, voltei para me despedir dela, e ela só disse que aquilo nunca mais ia se repetir, que a gente fizesse de conta que nada aconteceu, tá? Eu só fiquei com o olhar perdido, mas na minha cabeça vai ficar marcada aquela foda selvagem que a gente meteu. E quem sabe, talvez no futuro apareça outra chance dessas.
Isso aconteceu em 2009 e eu lembro que meu irmão, o marido da Jessica, teve que viajar pra fora da cidade porque a empresa de construção onde ele trabalhava o mandou pra um treinamento na capital, Cidade do México, deixando a Jessica e meu sobrinho sozinhos por 4 meses.
Já tinham passado 2 meses desde que meu irmão foi embora, estávamos no começo de dezembro. Toda a família decidiu visitá-la e o menino constantemente, pra que não se sentissem sozinhos. Eu peguei o costume de ir quase todo fim de semana buscar meu sobrinho na casa dela, pra que ele não sentisse tanto a falta do pai e convivesse com os tios e avós. Ia na sexta ou no sábado buscar ele.
Uma sexta-feira, eu estava voltando da facul, de pagar umas provas que ia fazer, e pensei: "Vou passar pra visitar minha cunhada e meu sobrinho", já que da faculdade pra minha casa, a casa deles ficava no caminho. E assim foi, cheguei no destino e bati na porta. Minha cunhada abriu.
- E aí, cunhado? Veio buscar o menino agora? Sem me avisar, você podia ter ligado, e se eu tivesse saído?
- Não, é que eu fui na universidade e, como você vê, sua casa fica no caminho. Aí pensei em passar pra visitar vocês.
- Que legal. Você vê que quando você vem, o Santiago, o menino, fica louco de alegria.
E assim foi. quando meu sobrino me viu ficou muito feliz e como eu sempre brincava muito com ele, passamos a tarde toda jogando videogame e carrinhos. Chegou a noite e minha cunhada me convidou para jantar, e quando terminamos eu disse:
- Já vou indo, o que você acha de eu levar o menino? Levo pra minha mãe pra ele ficar com os avós amanhã e te trago no domingo.
Ela respondeu:
- É que me sinto muito sozinha sem ele, e com seu irmão quase nem liga, deve tá de farra por aí.
E então disse:
- Por que você não dorme aqui? Aí amanhã de manhã você leva o menino pra sua casa e ele fica com os avós.
Meu sobrino logo falou:
- Sim, tio, por favor! Assim a gente pode jogar a noite toda.
- Tá bom então, fico dormir.
Não ia recusar vendo a carinha feliz do meu sobrino, além do mais não tinha nada importante pra fazer no fim de semana, e ainda tinha terminado com minha namorada uma semana antes.
Depois de uma longa noite brincando, meu sobrino dormiu — já era quase 1h da manhã e eu estava cansado de tanto jogar. Falei pra minha cunhada:
- Ei, onde vou dormir, Jessi?
- No quarto do menino, e ele fica comigo.
- Beleza, Jessi, boa noite. Tô com muito sono, vou subir me deitar.
- Boa noite, cunhado. Eu ainda vou tomar um banho e depois vou dormir.
Subi pro quarto, fechei a porta, mas não totalmente, deixei entreaberta. Deitei, peguei o controle da TV pra ver alguma coisa e dar mais sono. Navegando pela programação a cabo, achei um daqueles filmes eróticos que passam na TV aberta no canal 22 e comecei a assistir. Fui ficando excitado. Depois de quase uma hora de filme, o sono começou a bater forte. Desliguei a TV, me ajeitei na cama, me cobri e alguns minutos depois, Jessica bateu na porta.
- Posso entrar, cunhado?
- Pode sim, entra.
Me cobri bem porque estava de camiseta e só de cueca — é como costumo dormir. Ela entrou, acendeu a luz e… Ela me disse:
- Vim buscar o creme hidratante.
- Ah, tudo bem.
Ela estava vestindo um roupão, porque tinha acabado de sair do banho.
- Desculpa, te acordei, né?
- Não, acabei de desligar a TV.
- Que bom que você estava acordado e não te incomodei ao entrar.
Então ela saiu do quarto, fechou a porta e foi para o dela. Passaram uns 2 ou 3 minutos e então ouvi:
- Cunhado, posso entrar de novo?
- Claro, ainda não dormi.
Ela entrou e não acendeu a luz. Eu disse:
- Se quiser, pode acender a luz.
Ela demorou a responder, fechou a porta, mas não acendeu a luz. E qual não foi minha grande surpresa quando virei para ver o que estava acontecendo: Jessica estava nua. O roupão que ela usava estava no chão, e eu cobri o rosto com os lençóis — foi minha reação diante daquela imagem. Ela se aproximou e me disse:
- Da primeira vez que entrei, eu já vinha decidida a fazer isso, mas não tive coragem. Mas nesses minutos em que saí do quarto, pensei: "Faz dois meses que estou morrendo de vontade de um homem, e meu cunhado pode me ajudar com isso. Não posso desperdiçar a oportunidade. Ou será que você não quer me ajudar?"
Eu estava mega nervioso com o que ela disse. Não sabia exatamente como responder nem o que fazer, francamente. Naquele momento, até pensei que estava sonhando. Então ela sentou na beirada da cama, ao meu lado, e disse:
- Não quero te incomodar, só quero saber se você quer e pode fazer isso por mim. Eu sei muito bem que, desde que nos conhecemos, você olhava meu decote — te peguei mais de uma vez — e também sei que você falava de mim com alguns amigos do seu irmão, porque eu ouvi algumas vezes.
Eu só conseguia ver sua silhueta, que contrastava com a luz que entrava pela janela. Aos poucos, minha vista foi se acostumando àquela escuridão fraca, e olhei para o rosto dela e disse:
- Mas você é esposa do meu irmão, e eu não quero problemas com ele.
Ela pegou, levantou o lençol e se deitou ao meu lado, dizendo:
- Sim, mas imagina como seu irmão ficaria se soubesse o que ouvi que você falava com os amigos dele, ou pior, se ele Eu diria que você ficava me olhando no decote, eu só estava nervoso, nem conseguia me mexer. Ouvia os batimentos do meu coração na cabeça. De repente, ela subiu em cima de mim, estava totalmente pelada e me deu um beijo. Pegou minhas mãos e colocou nas suas nádegas, me dizendo: "Agora que já me tem aqui, não vai fazer nada?" Naquele momento, o demônio se apoderou de mim. Passava pela minha cabeça todas aquelas vezes que olhei pra minha cunhada com desejo, que olhei suas nádegas naquele shorts apertadinho, que olhei seu decote com um pedacinho de peito saindo, imaginando o resto. Até cheguei a ver um pedaço da sua calcinha saindo da calça, e até mesmo uma vez ter cheirado uma calcinha suja tirada do cesto de roupas que ela guardava no banheiro. Aquele aroma me excitava tanto. E sem perceber, já estávamos nos beijando apaixonadamente. Ela metia a língua na minha boca, eu apertava suas nádegas com minhas mãos, percorrendo suas costas até suas pernas. Ela começou a se mover, esfregando sua buceta na ponta do meu pau, que já estava a ponto de estourar. Sentia seu calor, sua umidade no máximo. Ela não parava de me beijar, então pegou um dos seus peitos e levou até minha boca. Me dizia: "Chupa, gostoso", enquanto com a outra mão brincava com seu peso e massageava sua linda teta, macia e firme. Não conseguia vê-las em detalhes por causa da escuridão, mas sentiam e sabiam deliciosos. Ficamos assim por alguns minutos, até que ela desceu da cama. Pensei: "Tá, ela se arrependeu". Mas não. Qual foi minha surpresa quando ela se virou e colocou suas nádegas na minha cara. Foi muito rápido, pois quase sem perceber, eu já tinha sua buceta na minha boca e sentia como ela chupava meu membro, só saliva, enfiando até a garganta. Eu só pensava: "Uau, que delícia!" Não podia acreditar, estava fazendo um 69 com minha cunhada. Ela fazia como uma profissional. Senti que ia gozar imediatamente, então ela me disse com voz baixinha: "Experimenta, coração, ou nunca fez isso?" E era verdade. Minha namorada não gostava disso, e eu não tinha experiência chupando uma. Só fui lá por causa dos filmes que tinha visto, pensei: "vou ver qualé". Ela chegou pra mim e eu disse que tava admirando a bunda linda que ela tinha. Na hora, comecei a enfiar a língua no cuzinho dela - hmm, que delícia, eu falava. Tinha um gostinho azedo salgado delicioso, um aroma que tava deixando meu pau cada vez mais duro. Enfiava e tirava a língua como se fosse um membro, escorria saliva e líquido da buceta dela aos montes. Ela só gemía baixinho, parecia que tentava não fazer barulho. Do nada, minha língua esbarrou no limite entre a vagina e o cuzinho, e aí decidi ir pro próximo nível: comecei a dar um beijo grego. Ela só gemía mais alto e falava: - hmm assim, assim, continua, meu amor, siiim. Seu irmão nunca fez algo assim comigo, você parece profissional. De repente, ela parou de me chupar e jogou o corpo todo na minha cara. Sentou completamente na minha boca, segurando na cabeceira da cama. Aí, minha sobrinha começou a sentar na minha língua, na minha boca, de novo e de novo. Eu deixava a língua dura e ela esfregava o clitóris nela. Ela dizia: si, si, si, assim, gato, me dá gostoso. Aí senti a parte íntima dela ficar mais quente, tava escorrendo. Já tinha engolido uns pelinhos, mas não liguei. Tava com a buceta da minha cunhada na boca e via ela tendo um orgasmo com minha língua. Nisso, ela parou e ficou um tempo parada, como se tivesse ouvido algum barulho. Achei que talvez tivesse ouvido meu sobrinho acordar. Ela desceu de mim e foi até a porta. Disse: achei que seu sobrinho tinha levantado. Deu uma espiada e falou: tá dormindo tranquilo. Saiu um instante e voltou dois segundos depois pro quarto. Eu tava suando, com os olhos semiabertos. Na hora, ela agarrou e deitou do meu lado. Virou meu rosto e disse: - quero que você me faça amor, sim? Quero ser sua essa noite e não pensar em mais nada. Eu só a beijei de novo. Ela metia a língua na minha boca e agarrava meu pau de cima a baixo, apertando as bolas. Dizia: - quero esse pirocão dentro de mim, siim. por favor, você vai meter gostoso dentro de mim, né? Eu só estava dizendo que sim, que sim. Foi como se um feitiço tivesse baixado, minha consciência tinha sumido e me deixado ali só curtindo o que minha cunhada Jessica estava fazendo comigo. Então agarrei, subi em cima dela sem parar de beijá-la e disse: "Eu quero ter você só pra mim". Coloquei meu pau na entrada da sua buceta, esfregando um pouco naquela umidade, e de repente ela prendeu minhas coxas com as pernas e disse: "Já mete, mete, meu bem, sim, por favor". Ela estava super quente, dava pra sentir aquele calor e umidade que eu nunca tinha sentido antes. Coloquei meu pau na entrada da sua buceta e comecei a meter devagar. Ela só ficava de boca aberta e dizia: "Aaaaah, aaaaah, que delícia, aaaaah, assim, sim, assim, me dá gostoso, me dá". Com as pernas dela presas na minha cintura, comecei a enfiar tudo dentro dela, flop flop flop, entrava e saía, flop flop flop, cada vez mais rápido e mais forte. Ela só gemida, olhando pra cima, e eu só chupava e agarrava seus mamilos deliciosos. Sinceramente, estava na glória. Fiquei assim uns 5 minutos, na verdade, sentia que meu pau ia explodir de porra. Então eu disse: "Já, Jessi, porque eu vou gozar". Ela disse: "Ah, sim, então me dá mais forte". Eu disse: "Não, não, porque já vou explodir, vou gozar, Jessi, chega". Ela prendeu minha cintura de novo com as pernas, e eu continuei metendo. Ela agarrou meu pescoço com os braços e começou a dizer: "Me dá forte, mete mais fundo, goza dentro". Ao ouvir essas palavras, o pouco de consciência que me restava se foi. E foi aí que senti que ela também começou a convulsionar. Vi como ela arqueou as solas dos pés e gritou um pouco alto, puxando-me para ela para tapar sua boca com um beijo, dizendo entrecortado: "Estou gozando, meu amor, me dá, joga dentro". Eu não aguentei mais, só comecei a deixar minha esperma dentro dela, como ela pedia. Não sei o que aconteceu, como se eu tivesse perdido a consciência por alguns segundos. Quando recuperei, minha cabeça estava ao lado dela e eu... eu ainda estava dentro dela, só sentia uma poça enorme no lençol e estávamos suados os dois. Ela só sussurrou no meu ouvido que estava gostoso, meu amor, que delicioso, e acariciava minha nuca. Ficamos assim por uns 10 minutos, até que eu me deitei ao lado dela, enrolado no lençol. Ela não disse absolutamente nada, só se levantou e foi embora. Na manhã seguinte, ela agiu como se nada tivesse acontecido, veio me acordar para dizer que já eram 11 e meia e que eu tinha que levantar para tomar café. Na real, me deixou muito confuso ver a indiferença dela, mas na hora não liguei. Só quando coloquei o menino no carro, voltei para me despedir dela, e ela só disse que aquilo nunca mais ia se repetir, que a gente fizesse de conta que nada aconteceu, tá? Eu só fiquei com o olhar perdido, mas na minha cabeça vai ficar marcada aquela foda selvagem que a gente meteu. E quem sabe, talvez no futuro apareça outra chance dessas.
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