Depois de todas as festas do terceirão, o pessoal quis organizar algo divertido. Eu tive umas aventuras aqui e ali durante o ano, mas nenhuma colega de turma. Num encontro, surgiu a ideia de fazer uma orgia, todo mundo riu por causa da bebida. Eu, vendo até onde eles iam, sugeri um lugar — um sítio que eu cuidava. Então eles se olharam, marquei a data: 12 de dezembro. Quem viesse, participava, e eu estabelecia as regras. Todo mundo ficou surpreso, mas o assunto morreu ali.
10 dias antes da data, meus colegas estavam tirando sarro do plano, eu nem ligava. Lembrando que a turma tem doze caras e seis minas. Fui falar com o grupo de meninas sobre o assunto, pra ver se precisavam de algo. Elas não se sentiam seguras pra fazer, e também não achavam todos os colegas "gostosos", nas palavras delas. Então sugeri criar regras e deixar elas aprovarem.
6 dias antes da data, a gente já tava indo pro colégio. Montei umas regras por escrito, e todo mundo tinha que assinar pra manter segredo do grupo.
Regras:
Cada um escolhe com quem vai transar.
A palavra de segurança pra parar tudo é "oceano".
Cada integrante tem que pagar X grana pra bebida, comida, camisinha e outras paradas.
Se quiser convidar alguém, a pessoa precisa da aprovação de 50% do grupo.
Os celulares ficam guardados numa caixa pra ninguém tirar foto ou vídeo.
Não pode falar sobre o assunto com ninguém de fora do grupo. O que rola naquela noite, fica naquela noite.
Todo mundo leu as regras. Primeiro, meus colegas não tavam muito a fim de assinar, mas 8 dos 12 assinaram — os outros tavam namorando ou não tinham confiança. Fui com o grupo de meninas. Enquanto eu juntava as assinaturas, elas conversaram sobre o assunto. Não estavam confiantes, mas, milagrosamente, uma que tem uma irmã gêmea perguntou se podia levar a irmã. Falei que sim, e ela assinou pelas duas. Depois disso, Jasmim, a melhor amiga dela, assinou. Sol assinou. O grupo da Sofia e da Mica assinou. Só faltou a Natália, que por causa da religião não quis, já que é virgem. E aí, Neguei redondamente. Três dias antes da data, já com a grana de todo mundo, as compras feitas e tudo na casa de campo. Eu tava indo pra um curso de capacitação profissional, com vários colegas, e um deixou escapar a parada da orgia, quatro pessoas ouviram, levei eles pra um lugar afastado pra conversar, confirmei e acharam a ideia boa, mas só três toparam, um colega tinha namorada e disse que não podia, aí uma colega falou que não tinha grana, então o cara gato que ela tava afim disse que pagava pra ela e pronto, me deram a grana, fiz eles assinarem. Doze de dezembro, comprei comida leve e umas coisas doces pra dar aquela larica, uma caixa de camisinha e coloquei os colchões pela sala toda. A geladeira cheia de álcool e mais dois isopor caso não desse conta. Comprei uns brinquedos sexuais, sabendo que tinha uma lésbica ou duas. Chegou a noite e o pessoal começou a chegar, todo mundo nervoso, confortável e a gente bebeu lá fora. Um colega e a Sol foram embora, não tiveram coragem pro ato. Pra não deixar eles irem, trouxe a caixa e coloquei meu celular. — Vamos começar essa porra, quem vem comigo? Todo mundo se olhou e a Mica levantou e deixou o celular dela, eu levantei ela e levei pra dentro. Vou descrever todas as minas envolvidas. Mica é a mais gostosa, peitos médios a grandes, uma bunda enorme pra 1,60m dela, cabelo castanho até os ombros e pele bronzeada pelo sol. Sofia magrinha, pouco peito, mas uma bunda aceitável pro tamanho dela, cabelo preto comprido, pele pálida e 1,60m de altura. Jazmim morena, cabelo castanho comprido, peito médio, ombros largos, umas pernas torneadas pelo futebol e uma bunda grande, não tanto pra se destacar, mas um rabo bem colocado, 1,70m, a mais alta. Milagros e Belém, idênticas, peito médio, cintura fina e uns quadris largos com uma bunda boa pelo vôlei, Milagros castanha e Belém com as pontas loiras, ambas de cabelo comprido e por volta de 1,65m. Camila morena, baixinha 1,60m, cabelo escuro passando dos ombros, peituda, com cintura e barriga lisa. Caderona e uma bunda bem firme, ela é bi e é a mina que quer comer o gato do Valera. Baixinha, 1,60m, cabelo loiro pintado até o ombro, uns quilinhos a mais, mas caderona com uma bunda linda, peito pequeno e é sapatão. Parei a Mica, tirei a roupa dela da cintura pra cima e comecei a chupar os bicos dela e brincar com o peito que eu não tava comendo. Ela tirou minha camiseta, passou a mão no meu torso. Virei ela e abaixei o short dela, mostrando aquela bunda enorme empinada, puxei a fio dental e comecei a lamber o cu dela, os dedos explorando a buceta dela, até achar os pontos e lamber de cima a baixo, ouvindo os gemidos. Tirei tudo, fiquei na frente dela e, depois que ela abriu os olhos, depois do orgasmo, começou a chupar com paixão, dá pra ver que ela tem experiência. Ela conseguiu engolir tudo, enquanto eu apertava os peitos dela, tirou da boca e pegou uma camisinha. Onde tava a caixa, umas pessoas estavam olhando, ficaram encarando minha ereção.
- Boa pica, Enzo – falou um colega
- Valeu, quando quiserem começar, deixem o celular na caixa, aqui tão as camisinhas – enquanto falo, coloco a camisinha e os olhos da Jasmim não desgrudam – aqui também tem lubrificante se curtir por trás – jogo um pouco na minha pica e espalho, Jasmim morde o lábio – e naquela caixa, tem brinquedos pros curiosos.
Volto pra sala, vejo a Mica de quatro, pernas abertas com a cintura dobrada e a cabeça apoiada no colchão, igual uma atriz pornô.
- Me arrebenta
- Primeiro vou te foder a buceta, depois vai ser teu cu – fico atrás e dedo ela pra ver se ainda tá bem lubrificada
- Porra, me come que não aguento mais – ela dobra as pernas, coloco a cabeça na buceta dela, passo de cima pra baixo e quando ela começa a reboltar o cu, seguro a cintura dela e entro como se tivesse cortando manteiga – ai meu Deus, me faz ver estrelas
Com a penetração completa, começo uma metida rápida e vou batendo na bunda dela, fazendo ela gemer, até que... A voz dela ecoa no quarto. A buceta dela é quente e deixa penetrar com facilidade, mas continua te chupando, sinto ela tremer e molhar as pernas, isso foi com um grito que deixou o corpo dela mole. Depois do grito do orgasmo dela, eu paro e acaricio a bunda dela, o quadril, o corpo enquanto ouço a respiração dela, de repente uns colegas se aproximam e veem a cena. - Tão matando a Mica, meninas, venham!!! – um fala gritando - Mica, você tá bem? – a Sofia falou olhando a cena - Tô sim, Sofi, tô muito bem - Ei, sigam as regras, celulares na caixa Três caras foram deixar as coisas deles e a Sofia seguiu eles, eu tiro meu pau da Mica, dou uns tapas na bunda dela e vou pra onde os caras tão se despindo, ao entrar vejo que eles tão pelados e a Sofia só de tanguinha rosa, tão linda ela parece, com os pezinhos escuros mas pequenos, me aproximo dela, chupo os peitos dela e tiro a camisinha. - Vão se divertir, eu vou atrás dos outros – os caras entraram na sala e eu pego a Sofia pelo braço – me dá umas chupadas, pra não dormir A Sofia se ajoelhou e começou a beijar a cabeça, acariciando as bolas, dando longas lambidas no tronco, das bolas até a cabeça, já bem babada tenta engolir o máximo que dá com a boquinha dela, até chegar a engasgar. - Valeu, depois te pago o favor A Sofia limpou a baba e entrou na sala, pego meu short esportivo e me visto, saio e vejo como tão todos, arrumando uma mesa. Me aproximo e todos me olham, eu abaixo o short e bato com meu pau no ombro da Jasmim. - Beleza, quero todo mundo dentro – amarro o cabelo da Jasmim e faço a boca dela começar a me chupar, devagar no começo, mas foi se soltando com as cabeçadas – então, se quiserem ir embora, a porta tá aberta, senão, entra que já vai começar tudo, vocês cuidam de trazer tudo Tiro meu pau da boca da Jasmim, deixando um fio de saliva, subo o short e vou de novo pra sala, pego Antes, uns preservativos. Ao entrar, vejo um cara comendo a Mica de papai e mamãe, e a Sofia chupando as picas dos outros dois. Chego perto da Sofia, tiro a fio dental dela e vejo a buceta molhada, começo a dedilhar ela.
- Enzo, pode comer ela depois, assim você não rasga ela com essa pica que você tem?
- Beleza, enquanto isso, vou ficar com a Mica.
Deito num canto da sala, me masturbo até ficar bem duro.
- Vem, Mica, monta.
A Mica beija o cara que tava comendo ela, vem até mim e começa a sentar de frente. Dou uns tapas na bunda dela pra parar e faço sinal pra ela virar. Ela entendeu. Olhando praquele rabo, ela foi descendo até enfiar tudo, começando devagar, depois acelera o ritmo, até que tira um terço da minha pica e mete de novo com força.
Da onde tô, vejo a Sofia sendo comida de quatro, enquanto os caras vão revezando a pica que ela chupa. Vejo gente entrando de roupa íntima e sentando nos sofás. Os mais agarradinhos são o gato e a Camila — ela entra pelada e ele de cueca. Vão pra um canto e começam a trepar de papai e mamãe, enquanto as gêmeas começam a chupar as picas dos caras sentados. A Jasmim ajuda a Sofia, e a Valentina fica de lado, só olhando e se tocando um pouco.
Lubrifico um dedo com os fluidos da Mica e começo a penetrar o cu dela, fazendo ela gozar, quase me fazendo gozar também, mas seguro. Mando ela deitar do meu lado e vou até onde a Valéria tá.
- Galera, lembrem dos preservativos e não usem o mesmo com outra mina, tem vários — chego perto da Valéria e ela me olha — Vem, que pensei em você.
Pego na mão dela e levo pro outro quarto, na caixa de brinquedos.
- Fiquei sabendo que você é sapatão.
- Sim, e daí?
- Trouxe umas coisas pra você. Tira a roupa.
A Valéria me olha estranho, mas tira a roupa, mostrando os peitos médios mas rosados e uma buceta toda depilada. Tiro da caixa um cintaralho, um ovo vibrador e um plug anal. A cintaporra tem um dildo que tem que enfiar na buceta dela, assim ela sente as penetrações. Levanto a perna dela no meu ombro e começo a chupar esses lábios finos, que molham rápido, estimulando até ouvir os gemidos dela, pego o ovinho e enfio nela.
- Tá bom, assume o controle – dou o controle do ovinho na mão dela – coloco o plug?
- Beleza
Encosto ela na parede e abro as nádegas dela, começo a lamber o cu dela, até entrar e depois de ver que minha língua entra, pego lubrificante e lubrifico meu dedo, entra suave, mas não paro de lamber, pego o controle e ligo o ovinho, enfio dois dedos e no final três, pego o plug, lubrifico e vou enfiando aos poucos, ouço ela gemer. Coloco a cintaporra nela, com o dildo bem enfiado, apertado pra não soltar, e acaricio a bunda dela.
- Pronto, gata, todos os seus buracos não podem ser penetrados por paus
- Valeu
- Pega uns preservativos e lubrificante
Com a Valéria entramos na sala, as gêmeas estavam cavalgando e chupando um pau a dois, os três caras com a Sofia e a Jasmim estão descansando, a Mica levantou e tá trazendo uma jarra pra beber com eles, enquanto a Camila tá puta e o gostoso tava de cueca, largado num sofá. A Camila chega e agarra a Valéria, leva ela pra onde comeram ela. Fico do lado da Jasmim e acaricio a cabeça dela, ela sabe o que vem e começa a chupar meu pau devagar, tiro da boca dela quando tá bem duro.
- Beleza, quem ainda não tá cansada? – mostro os preservativos na minha mão
- Me dá – a Jasmim pega e coloca em mim com a boca
- Jaz, depois você come, agora a gente quer continuar te comendo
- Isso, Jaz
- Mas galera, quero comer esse pau gostoso
- Deixa a Mica continuar
- Quero descansar um pouco, galera, tô exausta, vem que eu chupo enquanto isso – a Mica se ajoelha entre as pernas de um e começa a mamar como a melhor
- Vou eu – a Sofia levanta e me pega pelo braço - Claro, Sofi, ela vai te destruir, acho que eu aguento melhor - Não, Jaz, calma aí, enquanto eu distraio ela Sofía me fez sentar num sofá, quando ela tenta sentar em cima de mim, seguro seus quadris e levanto ela, deixando a buceta dela na minha boca, bem no clima, e começo a chupar a buceta dela. Ela fica molhada muito rápido e, por ser tão leve, seguro ela com uma mão e com a outra começo a dedar. Tá tão molhada que meus dedos entram fácil. Quando ela começa a tremer, enfio um dedo no cu dela e ela goza, me agarra pelo cabelo pra não cair. Vou descendo ela devagar e enfiando tudo, não deixo as pernas dela tocarem as minhas, deixando ela suspensa no ar, até que, depois de uma série de penetradas, deixo ela cair em cima de mim e ela solta um grito que fez todo mundo olhar pra gente - Não mata a cadela, cara Todo mundo caiu na risada, começo a chupar os peitos dela enquanto movo meus quadris, parece uma boneca. Depois de uns minutos, com ela parada, só gemendo, jogo ela no colchão e começo a meter forte e sem parar de papai e mamãe, tirando só um pouco pra deixar ela cheia. Meus quadris não param até ver ela gozar pela segunda vez, uma gozada boa que molhou o colchão, quase me fazendo gozar também, mas segurei. Levanto sem parar de penetrar ela, apoio Sofía no sofá e começo a meter de quatro, enquanto na minha frente, Mica cavalga chupando um pau e Jazmín tá montando, mas olhando direto pro show. Seguro a cintura de Sofía e começo a meter com força, fazendo ela se agarrar no sofá. Sofía teve um orgasmo forte, ficando exausta no sofá, e a buceta dela, depois do orgasmo, apertou e me fez gozar. Foi um espetáculo, o quanto ela ficou apertada naquele momento, ficamos grudados feito cachorros por um tempo. Beijo as costas dela e saio, tiro a camisinha, sento Sofía no sofá pra descansar, vou pegar algo pra beber e, quando volto, vejo o grupo das gêmeas descansando. Tomando uma cerveja, vejo o gostoso sozinho e a Valéria comendo a Camila de quatro. Aqueles peitos me atraem, com aqueles biquinhos pequenos e escuros. Deito debaixo da Camila e começo a chupar os peitos dela, apalpo e acaricio o corpo dela, enquanto a Valéria não parava de meter forte. Chegou uma hora que a Valéria tava exausta.
- Vale, deixa a Cami montar em você, assim você descansa e aumenta a vibração.
- Pode vir.
Nem perguntamos pra Camila. A Valéria deitou, a Camila sentou no dildo e começou a cavalgar num ritmo bom. A Valéria começou a apalpar os peitos da Camila e aumentou a velocidade do vibrador. Coloco meu pau na cara da Camila e seguro ela. Ela começou a lamber devagar, brincar com ele, chupar só a cabeça, até que começou a engolir que nem a gulosa que é, tentando enfiar tudo, até que goza junto com a Valéria. Tira meu pau da boca e continua me masturbando.
- Mano, ainda não gozou?
- Não, ainda aguento mais.
- Viado, essa é uma verdadeira pica – gritei pro gostoso – essa pica vai me fazer gozar.
- Calma, Cami, não vou deixar você ir, ainda quero me divertir mais.
- Vou trazer ela pra você, Vale.
Fui até o sofá onde a Sofia tava, ainda descansando. Peguei ela, coloquei no ombro e levei até onde estavam.
- Vale, alivia a buceta dela e depois come ela devagar.
- Adoro.
- Enzo, não sou sapatão.
- Sofi, você não vai comer buceta, ela vai te comer como qualquer um daqui e vai durar mais. Abre a boca, Valéria – deixei a Sofia na cara da Valéria, e ela começou a chupar ela – aproveita.
- Porra, que língua boa.
- Viu, Sofi? – me virei e vi a Camila com um preservativo na mão – vem, tigresa.
A Camila colocou a camisinha em mim, deu umas lambidas, lubrificou e se encostou na parede. Levantei uma das pernas dela e penetrei devagar, mas firme, entrando tudo. Agarrei os peitos dela e comecei a meter. Eles são macios. Não aguentei e virei ela. Ela subiu como um koala, de costas. Bate com as costas, aguentando minhas investidas, nossas bocas se encontram num beijo, beijo seu pescoço e vou descendo pra beijar seus peitos, fazendo ela gemer, sem parar de preencher ela, suas mãos me arranham enquanto ela goza. Levo ela até os colchões, jogo ela e coloco igual a Mica, de quatro, com a cintura quebrada e o rosto no colchão. Metidas fortes, esse foi o ritmo da foda que eu tô dando, seguro o quadril dela e viramos, ela cavalgando que nem uma vaqueira no cio, sem se segurar, esses peitos na minha cara, não aguento e começo a chupar eles. – Porra, viu que eu tava te fazendo de macho ahhh – Camila aponta pro gostoso – esse aqui é um macho ai meu deusss, me arrebentaaa – começo a mexer minha cintura com força, coordenando a penetração, ela subindo, eu descendo e buscando a metida ao mesmo tempo – pinto curto, precoce, viadinho ohhhhh – caiu largada em cima de mim, o orgasmo dela foi forte – Não vou deixar me xingarem assim, quem me abre, eu vazo – Lá vou eu – tento me separar da Camila, mas a buceta dela ainda suga – ei, se segura Camila – ela me agarra pelo pescoço e eu levo ela no colo, as pernas dela envolvem minha cintura e seguro ela por baixo da bunda pra não cair – vamos. Fico olhando, mas foi, se trocou, cada passo que eu dava, meu pau mexia dentro da Camila, fazendo ela soltar gemidos leves. Acompanho ele até a saída, nem me cumprimentou, antes de voltar pra dentro vejo a lua linda. – Você gostaria de ver a lua? – Sim. Deitamos no gramado e começo a meter de missionário, ela vendo o céu e eu beijando o pescoço dela, ela geme no meu ouvido, fazendo eu meter mais forte até ela gozar e me morder. A respiração dela mostra cansaço, as paredes dela afrouxam e eu consigo tirar meu pau. – Sabe, quero te ver banhada no meu leite – Que pervertido haha, posso saber por quê? – Quero que a próxima te limpe. Tiro a camisinha e coloco na cara dela, Camila começa a chupar elas com paixão, muita saliva, pra poder comer o máximo possível. Lambendo minhas bolas e depois massageando, sem parar em nenhum momento, fazendo eu gozar e banhando os peitos dela com vários jatos, ela limpa meu pau, pega as gotas que sobraram. - Hum, achei que o sêmen fosse amargo - Você gostou? - Sim - Então me alimentei pra isso Levantou a Camila e pegamos algo, terminamos a jarra, entramos na sala e todo mundo descansando, bebendo algo. - Meninas, quem me limpa? - Quem limpa ele com a língua, me fode - Eu me limparia sozinha, mas ele me deixou exausta As gêmeas se levantaram, Belén começou a limpar e beijar a Camila, enquanto Milagros se ajoelha e começa a endurecer meu pau, devagar no começo e depois com mais força, com uma língua bem brincalhona. As irmãs trocam de lugar, Belén é mais delicada mas a língua dela sabe onde se mexer, coloca a camisinha em mim e me leva pro centro da sala. - Galera, vejo vocês cansados, vamos dar um show, não é Milu? - Sim Belu, as gêmeas contra a fera Me deitaram e não sei quem, mas uma delas sentou na minha cara, enquanto a outra montou em mim, colocando as mãos nas minhas costelas pra cavalgar com força, enquanto eu como a buceta de uma das gêmeas, minhas mãos vão pros peitos delas, acaricio, belisco e amasso as tetas delas, de repente, troca de lugar, meu pau fica no ar e em um segundo a que tava na minha cara sai, fazendo a outra sentar e montar, a cavalgada é suave, enquanto quem tava na minha cara mexe os quadris, acho que já sei qual é qual, então com as duas mãos agarro as nádegas da que tava na minha cara, abro as nádegas dela e começo a chupar o cu dela e ela se assusta, levanto meu quadril e começo a mexer, fazendo a gêmea gemer mais alto, e depois de alguns minutos de penetrações com o quadril e chupando desde o cu, enfiando minha língua, até passar por toda a buceta dela, pressionando forte com a língua no clitóris dela, fazemos a que tá me cavalgando gozar e eu não paro que saia a que tá em cima da minha cara, até gozar. - Ah, vai, ah, a besta aguenta muito - Tira a arma secreta ah ah - Me passem vaselina Elas trocam de lugar de novo, mas a que tá na minha cara senta ao contrário, deixando só a buceta ao meu alcance, sinto elas me cavalgando num ritmo leve e vejo dedos, ela tá estimulando o cu dela, então eu subo minha bunda de novo e começo a meter com força, seguro as cadeiras da que tá montando, fazendo a lubrificação do cu ficar mais difícil. Tento levantar o máximo minha bunda pra deixar ela no ar e faço ela gozar, a belen levanta da minha cara com uma cara de tarada, eu deito completamente e tiro a milagros de cima de mim, jogo um pouco de lubrificante no meu pau, ela vira de costas e começa a descer, se empalando sozinha, depois de se acostumar com minha ferramenta, começa a rebolsar, fazendo voar de prazer, bem apertado e num ritmo constante, essas cadeiras sabem se mexer, até gozar analmente, me fazendo gozar junto. Todo mundo aplaude, as gêmeas me beijam e eu levanto, tiro a camisinha e começo a tomar uma jarra que me passaram, todo mundo feliz, rindo, tô sentada no sofá. A jazmín chega perto de mim, se ajoelha e começa a chupar, devagar, com uma língua brincalhona, demorou mas deixou ele duro. Ela coloca uma camisinha em mim e me cavalga devagar, acaricio as pernas dela e a bunda, chupei os peitos dela, suavemente, até que ela acelera o ritmo e eu beijo o pescoço dela, até ela gozar, coloco ela de quatro e começo a meter, forte, mas a resistência aumentou por causa das gozadas anteriores, não ligo se a jazmín gozar, continuo metendo, a jazmín também tá sensível de tanta foda, então vejo a valéria e me vem uma ideia. - Vale, me traz lubrificante e vem - O que cê vai fazer Enzo? - Jazmín, vou te fazer ver estrelas Elas me trazem o lubrificante e começo a penetrar ela mais devagar, começo a estimular o cu dela, um dedo enfio, dois e três, Tiro o pau pra fora e, rápido, a Vale começa a chupar a buceta da Jasmim. Coloco meu pau e começo a entrar devagarzinho. Ela começa a gritar, mas não quer que eu pare. Encho ela e começo a meter devagar, tomando cuidado pra não bater na cabeça da Valéria. Pego as cadeiras da Jasmim e começo com estocadas curtas, mas fortes, fazendo a Jasmim gozar.
— Ah, Valéria, ah, como você come bem minha buceta.
— De nada.
— Vale, senta no sofá — acariciei as costas da Jasmim — preparada pra voar.
— Siiiim, me destruam.
A Valéria sentou no sofá, a Jasmim montou no dildo da Valéria e começou a cavalgar, sem tirar muito o dildo. Peguei o controle do ovinho e aumentei. Fiquei atrás da Jasmim, comecei a penetrar ela, e a Valéria chupava os peitos da Jasmim feito um bebê, fazendo ela gritar de prazer, arranhando o sofá. Depois de ver que ela se acostumou a estar cheia nos dois buracos, comecei a meter com força, fazendo a Jasmim rebolar e a Valéria sentir mais prazer com o rebolado. Comecei a foder com mais força, minhas bolas batendo na bunda da Jasmim. A Valéria beijou a boca dela pra parar de gritar tanto. Vi todo mundo nos olhando e se vestindo. Aumentei pra velocidade máxima que eu tinha, com o resto das minhas pernas. As estocadas estavam enlouquecendo a Jasmim. Coloquei o ovinho no máximo e, em alguns minutos, nós três gozamos: primeiro a Jasmim, depois a Valéria e, por último, eu, por causa do jeito que a Jasmim apertou o cu. Exausto, colado na Jasmim, depois de alguns minutos me separei dela. Tirei a Jasmim de cima da Valéria pra não sufocar ela. Desliguei o ovinho e levei a Jasmim pro banheiro. Minhas pernas estavam acabadas. Deixei ela na banheira e as gêmeas vieram tomar banho com ela. Todos meus colegas foram embora e as minas foram tomando banho. Dei um creme pra evitar irritação e elas foram ligando pra virem buscá-las. Tentaram me motivar, mas não aguento mais. Me despedi de todas, arrumei tudo e fui dormir em casa. Foi uma boa noite.
10 dias antes da data, meus colegas estavam tirando sarro do plano, eu nem ligava. Lembrando que a turma tem doze caras e seis minas. Fui falar com o grupo de meninas sobre o assunto, pra ver se precisavam de algo. Elas não se sentiam seguras pra fazer, e também não achavam todos os colegas "gostosos", nas palavras delas. Então sugeri criar regras e deixar elas aprovarem.
6 dias antes da data, a gente já tava indo pro colégio. Montei umas regras por escrito, e todo mundo tinha que assinar pra manter segredo do grupo.
Regras:
Cada um escolhe com quem vai transar.
A palavra de segurança pra parar tudo é "oceano".
Cada integrante tem que pagar X grana pra bebida, comida, camisinha e outras paradas.
Se quiser convidar alguém, a pessoa precisa da aprovação de 50% do grupo.
Os celulares ficam guardados numa caixa pra ninguém tirar foto ou vídeo.
Não pode falar sobre o assunto com ninguém de fora do grupo. O que rola naquela noite, fica naquela noite.
Todo mundo leu as regras. Primeiro, meus colegas não tavam muito a fim de assinar, mas 8 dos 12 assinaram — os outros tavam namorando ou não tinham confiança. Fui com o grupo de meninas. Enquanto eu juntava as assinaturas, elas conversaram sobre o assunto. Não estavam confiantes, mas, milagrosamente, uma que tem uma irmã gêmea perguntou se podia levar a irmã. Falei que sim, e ela assinou pelas duas. Depois disso, Jasmim, a melhor amiga dela, assinou. Sol assinou. O grupo da Sofia e da Mica assinou. Só faltou a Natália, que por causa da religião não quis, já que é virgem. E aí, Neguei redondamente. Três dias antes da data, já com a grana de todo mundo, as compras feitas e tudo na casa de campo. Eu tava indo pra um curso de capacitação profissional, com vários colegas, e um deixou escapar a parada da orgia, quatro pessoas ouviram, levei eles pra um lugar afastado pra conversar, confirmei e acharam a ideia boa, mas só três toparam, um colega tinha namorada e disse que não podia, aí uma colega falou que não tinha grana, então o cara gato que ela tava afim disse que pagava pra ela e pronto, me deram a grana, fiz eles assinarem. Doze de dezembro, comprei comida leve e umas coisas doces pra dar aquela larica, uma caixa de camisinha e coloquei os colchões pela sala toda. A geladeira cheia de álcool e mais dois isopor caso não desse conta. Comprei uns brinquedos sexuais, sabendo que tinha uma lésbica ou duas. Chegou a noite e o pessoal começou a chegar, todo mundo nervoso, confortável e a gente bebeu lá fora. Um colega e a Sol foram embora, não tiveram coragem pro ato. Pra não deixar eles irem, trouxe a caixa e coloquei meu celular. — Vamos começar essa porra, quem vem comigo? Todo mundo se olhou e a Mica levantou e deixou o celular dela, eu levantei ela e levei pra dentro. Vou descrever todas as minas envolvidas. Mica é a mais gostosa, peitos médios a grandes, uma bunda enorme pra 1,60m dela, cabelo castanho até os ombros e pele bronzeada pelo sol. Sofia magrinha, pouco peito, mas uma bunda aceitável pro tamanho dela, cabelo preto comprido, pele pálida e 1,60m de altura. Jazmim morena, cabelo castanho comprido, peito médio, ombros largos, umas pernas torneadas pelo futebol e uma bunda grande, não tanto pra se destacar, mas um rabo bem colocado, 1,70m, a mais alta. Milagros e Belém, idênticas, peito médio, cintura fina e uns quadris largos com uma bunda boa pelo vôlei, Milagros castanha e Belém com as pontas loiras, ambas de cabelo comprido e por volta de 1,65m. Camila morena, baixinha 1,60m, cabelo escuro passando dos ombros, peituda, com cintura e barriga lisa. Caderona e uma bunda bem firme, ela é bi e é a mina que quer comer o gato do Valera. Baixinha, 1,60m, cabelo loiro pintado até o ombro, uns quilinhos a mais, mas caderona com uma bunda linda, peito pequeno e é sapatão. Parei a Mica, tirei a roupa dela da cintura pra cima e comecei a chupar os bicos dela e brincar com o peito que eu não tava comendo. Ela tirou minha camiseta, passou a mão no meu torso. Virei ela e abaixei o short dela, mostrando aquela bunda enorme empinada, puxei a fio dental e comecei a lamber o cu dela, os dedos explorando a buceta dela, até achar os pontos e lamber de cima a baixo, ouvindo os gemidos. Tirei tudo, fiquei na frente dela e, depois que ela abriu os olhos, depois do orgasmo, começou a chupar com paixão, dá pra ver que ela tem experiência. Ela conseguiu engolir tudo, enquanto eu apertava os peitos dela, tirou da boca e pegou uma camisinha. Onde tava a caixa, umas pessoas estavam olhando, ficaram encarando minha ereção.
- Boa pica, Enzo – falou um colega
- Valeu, quando quiserem começar, deixem o celular na caixa, aqui tão as camisinhas – enquanto falo, coloco a camisinha e os olhos da Jasmim não desgrudam – aqui também tem lubrificante se curtir por trás – jogo um pouco na minha pica e espalho, Jasmim morde o lábio – e naquela caixa, tem brinquedos pros curiosos.
Volto pra sala, vejo a Mica de quatro, pernas abertas com a cintura dobrada e a cabeça apoiada no colchão, igual uma atriz pornô.
- Me arrebenta
- Primeiro vou te foder a buceta, depois vai ser teu cu – fico atrás e dedo ela pra ver se ainda tá bem lubrificada
- Porra, me come que não aguento mais – ela dobra as pernas, coloco a cabeça na buceta dela, passo de cima pra baixo e quando ela começa a reboltar o cu, seguro a cintura dela e entro como se tivesse cortando manteiga – ai meu Deus, me faz ver estrelas
Com a penetração completa, começo uma metida rápida e vou batendo na bunda dela, fazendo ela gemer, até que... A voz dela ecoa no quarto. A buceta dela é quente e deixa penetrar com facilidade, mas continua te chupando, sinto ela tremer e molhar as pernas, isso foi com um grito que deixou o corpo dela mole. Depois do grito do orgasmo dela, eu paro e acaricio a bunda dela, o quadril, o corpo enquanto ouço a respiração dela, de repente uns colegas se aproximam e veem a cena. - Tão matando a Mica, meninas, venham!!! – um fala gritando - Mica, você tá bem? – a Sofia falou olhando a cena - Tô sim, Sofi, tô muito bem - Ei, sigam as regras, celulares na caixa Três caras foram deixar as coisas deles e a Sofia seguiu eles, eu tiro meu pau da Mica, dou uns tapas na bunda dela e vou pra onde os caras tão se despindo, ao entrar vejo que eles tão pelados e a Sofia só de tanguinha rosa, tão linda ela parece, com os pezinhos escuros mas pequenos, me aproximo dela, chupo os peitos dela e tiro a camisinha. - Vão se divertir, eu vou atrás dos outros – os caras entraram na sala e eu pego a Sofia pelo braço – me dá umas chupadas, pra não dormir A Sofia se ajoelhou e começou a beijar a cabeça, acariciando as bolas, dando longas lambidas no tronco, das bolas até a cabeça, já bem babada tenta engolir o máximo que dá com a boquinha dela, até chegar a engasgar. - Valeu, depois te pago o favor A Sofia limpou a baba e entrou na sala, pego meu short esportivo e me visto, saio e vejo como tão todos, arrumando uma mesa. Me aproximo e todos me olham, eu abaixo o short e bato com meu pau no ombro da Jasmim. - Beleza, quero todo mundo dentro – amarro o cabelo da Jasmim e faço a boca dela começar a me chupar, devagar no começo, mas foi se soltando com as cabeçadas – então, se quiserem ir embora, a porta tá aberta, senão, entra que já vai começar tudo, vocês cuidam de trazer tudo Tiro meu pau da boca da Jasmim, deixando um fio de saliva, subo o short e vou de novo pra sala, pego Antes, uns preservativos. Ao entrar, vejo um cara comendo a Mica de papai e mamãe, e a Sofia chupando as picas dos outros dois. Chego perto da Sofia, tiro a fio dental dela e vejo a buceta molhada, começo a dedilhar ela.
- Enzo, pode comer ela depois, assim você não rasga ela com essa pica que você tem?
- Beleza, enquanto isso, vou ficar com a Mica.
Deito num canto da sala, me masturbo até ficar bem duro.
- Vem, Mica, monta.
A Mica beija o cara que tava comendo ela, vem até mim e começa a sentar de frente. Dou uns tapas na bunda dela pra parar e faço sinal pra ela virar. Ela entendeu. Olhando praquele rabo, ela foi descendo até enfiar tudo, começando devagar, depois acelera o ritmo, até que tira um terço da minha pica e mete de novo com força.
Da onde tô, vejo a Sofia sendo comida de quatro, enquanto os caras vão revezando a pica que ela chupa. Vejo gente entrando de roupa íntima e sentando nos sofás. Os mais agarradinhos são o gato e a Camila — ela entra pelada e ele de cueca. Vão pra um canto e começam a trepar de papai e mamãe, enquanto as gêmeas começam a chupar as picas dos caras sentados. A Jasmim ajuda a Sofia, e a Valentina fica de lado, só olhando e se tocando um pouco.
Lubrifico um dedo com os fluidos da Mica e começo a penetrar o cu dela, fazendo ela gozar, quase me fazendo gozar também, mas seguro. Mando ela deitar do meu lado e vou até onde a Valéria tá.
- Galera, lembrem dos preservativos e não usem o mesmo com outra mina, tem vários — chego perto da Valéria e ela me olha — Vem, que pensei em você.
Pego na mão dela e levo pro outro quarto, na caixa de brinquedos.
- Fiquei sabendo que você é sapatão.
- Sim, e daí?
- Trouxe umas coisas pra você. Tira a roupa.
A Valéria me olha estranho, mas tira a roupa, mostrando os peitos médios mas rosados e uma buceta toda depilada. Tiro da caixa um cintaralho, um ovo vibrador e um plug anal. A cintaporra tem um dildo que tem que enfiar na buceta dela, assim ela sente as penetrações. Levanto a perna dela no meu ombro e começo a chupar esses lábios finos, que molham rápido, estimulando até ouvir os gemidos dela, pego o ovinho e enfio nela.
- Tá bom, assume o controle – dou o controle do ovinho na mão dela – coloco o plug?
- Beleza
Encosto ela na parede e abro as nádegas dela, começo a lamber o cu dela, até entrar e depois de ver que minha língua entra, pego lubrificante e lubrifico meu dedo, entra suave, mas não paro de lamber, pego o controle e ligo o ovinho, enfio dois dedos e no final três, pego o plug, lubrifico e vou enfiando aos poucos, ouço ela gemer. Coloco a cintaporra nela, com o dildo bem enfiado, apertado pra não soltar, e acaricio a bunda dela.
- Pronto, gata, todos os seus buracos não podem ser penetrados por paus
- Valeu
- Pega uns preservativos e lubrificante
Com a Valéria entramos na sala, as gêmeas estavam cavalgando e chupando um pau a dois, os três caras com a Sofia e a Jasmim estão descansando, a Mica levantou e tá trazendo uma jarra pra beber com eles, enquanto a Camila tá puta e o gostoso tava de cueca, largado num sofá. A Camila chega e agarra a Valéria, leva ela pra onde comeram ela. Fico do lado da Jasmim e acaricio a cabeça dela, ela sabe o que vem e começa a chupar meu pau devagar, tiro da boca dela quando tá bem duro.
- Beleza, quem ainda não tá cansada? – mostro os preservativos na minha mão
- Me dá – a Jasmim pega e coloca em mim com a boca
- Jaz, depois você come, agora a gente quer continuar te comendo
- Isso, Jaz
- Mas galera, quero comer esse pau gostoso
- Deixa a Mica continuar
- Quero descansar um pouco, galera, tô exausta, vem que eu chupo enquanto isso – a Mica se ajoelha entre as pernas de um e começa a mamar como a melhor
- Vou eu – a Sofia levanta e me pega pelo braço - Claro, Sofi, ela vai te destruir, acho que eu aguento melhor - Não, Jaz, calma aí, enquanto eu distraio ela Sofía me fez sentar num sofá, quando ela tenta sentar em cima de mim, seguro seus quadris e levanto ela, deixando a buceta dela na minha boca, bem no clima, e começo a chupar a buceta dela. Ela fica molhada muito rápido e, por ser tão leve, seguro ela com uma mão e com a outra começo a dedar. Tá tão molhada que meus dedos entram fácil. Quando ela começa a tremer, enfio um dedo no cu dela e ela goza, me agarra pelo cabelo pra não cair. Vou descendo ela devagar e enfiando tudo, não deixo as pernas dela tocarem as minhas, deixando ela suspensa no ar, até que, depois de uma série de penetradas, deixo ela cair em cima de mim e ela solta um grito que fez todo mundo olhar pra gente - Não mata a cadela, cara Todo mundo caiu na risada, começo a chupar os peitos dela enquanto movo meus quadris, parece uma boneca. Depois de uns minutos, com ela parada, só gemendo, jogo ela no colchão e começo a meter forte e sem parar de papai e mamãe, tirando só um pouco pra deixar ela cheia. Meus quadris não param até ver ela gozar pela segunda vez, uma gozada boa que molhou o colchão, quase me fazendo gozar também, mas segurei. Levanto sem parar de penetrar ela, apoio Sofía no sofá e começo a meter de quatro, enquanto na minha frente, Mica cavalga chupando um pau e Jazmín tá montando, mas olhando direto pro show. Seguro a cintura de Sofía e começo a meter com força, fazendo ela se agarrar no sofá. Sofía teve um orgasmo forte, ficando exausta no sofá, e a buceta dela, depois do orgasmo, apertou e me fez gozar. Foi um espetáculo, o quanto ela ficou apertada naquele momento, ficamos grudados feito cachorros por um tempo. Beijo as costas dela e saio, tiro a camisinha, sento Sofía no sofá pra descansar, vou pegar algo pra beber e, quando volto, vejo o grupo das gêmeas descansando. Tomando uma cerveja, vejo o gostoso sozinho e a Valéria comendo a Camila de quatro. Aqueles peitos me atraem, com aqueles biquinhos pequenos e escuros. Deito debaixo da Camila e começo a chupar os peitos dela, apalpo e acaricio o corpo dela, enquanto a Valéria não parava de meter forte. Chegou uma hora que a Valéria tava exausta.
- Vale, deixa a Cami montar em você, assim você descansa e aumenta a vibração.
- Pode vir.
Nem perguntamos pra Camila. A Valéria deitou, a Camila sentou no dildo e começou a cavalgar num ritmo bom. A Valéria começou a apalpar os peitos da Camila e aumentou a velocidade do vibrador. Coloco meu pau na cara da Camila e seguro ela. Ela começou a lamber devagar, brincar com ele, chupar só a cabeça, até que começou a engolir que nem a gulosa que é, tentando enfiar tudo, até que goza junto com a Valéria. Tira meu pau da boca e continua me masturbando.
- Mano, ainda não gozou?
- Não, ainda aguento mais.
- Viado, essa é uma verdadeira pica – gritei pro gostoso – essa pica vai me fazer gozar.
- Calma, Cami, não vou deixar você ir, ainda quero me divertir mais.
- Vou trazer ela pra você, Vale.
Fui até o sofá onde a Sofia tava, ainda descansando. Peguei ela, coloquei no ombro e levei até onde estavam.
- Vale, alivia a buceta dela e depois come ela devagar.
- Adoro.
- Enzo, não sou sapatão.
- Sofi, você não vai comer buceta, ela vai te comer como qualquer um daqui e vai durar mais. Abre a boca, Valéria – deixei a Sofia na cara da Valéria, e ela começou a chupar ela – aproveita.
- Porra, que língua boa.
- Viu, Sofi? – me virei e vi a Camila com um preservativo na mão – vem, tigresa.
A Camila colocou a camisinha em mim, deu umas lambidas, lubrificou e se encostou na parede. Levantei uma das pernas dela e penetrei devagar, mas firme, entrando tudo. Agarrei os peitos dela e comecei a meter. Eles são macios. Não aguentei e virei ela. Ela subiu como um koala, de costas. Bate com as costas, aguentando minhas investidas, nossas bocas se encontram num beijo, beijo seu pescoço e vou descendo pra beijar seus peitos, fazendo ela gemer, sem parar de preencher ela, suas mãos me arranham enquanto ela goza. Levo ela até os colchões, jogo ela e coloco igual a Mica, de quatro, com a cintura quebrada e o rosto no colchão. Metidas fortes, esse foi o ritmo da foda que eu tô dando, seguro o quadril dela e viramos, ela cavalgando que nem uma vaqueira no cio, sem se segurar, esses peitos na minha cara, não aguento e começo a chupar eles. – Porra, viu que eu tava te fazendo de macho ahhh – Camila aponta pro gostoso – esse aqui é um macho ai meu deusss, me arrebentaaa – começo a mexer minha cintura com força, coordenando a penetração, ela subindo, eu descendo e buscando a metida ao mesmo tempo – pinto curto, precoce, viadinho ohhhhh – caiu largada em cima de mim, o orgasmo dela foi forte – Não vou deixar me xingarem assim, quem me abre, eu vazo – Lá vou eu – tento me separar da Camila, mas a buceta dela ainda suga – ei, se segura Camila – ela me agarra pelo pescoço e eu levo ela no colo, as pernas dela envolvem minha cintura e seguro ela por baixo da bunda pra não cair – vamos. Fico olhando, mas foi, se trocou, cada passo que eu dava, meu pau mexia dentro da Camila, fazendo ela soltar gemidos leves. Acompanho ele até a saída, nem me cumprimentou, antes de voltar pra dentro vejo a lua linda. – Você gostaria de ver a lua? – Sim. Deitamos no gramado e começo a meter de missionário, ela vendo o céu e eu beijando o pescoço dela, ela geme no meu ouvido, fazendo eu meter mais forte até ela gozar e me morder. A respiração dela mostra cansaço, as paredes dela afrouxam e eu consigo tirar meu pau. – Sabe, quero te ver banhada no meu leite – Que pervertido haha, posso saber por quê? – Quero que a próxima te limpe. Tiro a camisinha e coloco na cara dela, Camila começa a chupar elas com paixão, muita saliva, pra poder comer o máximo possível. Lambendo minhas bolas e depois massageando, sem parar em nenhum momento, fazendo eu gozar e banhando os peitos dela com vários jatos, ela limpa meu pau, pega as gotas que sobraram. - Hum, achei que o sêmen fosse amargo - Você gostou? - Sim - Então me alimentei pra isso Levantou a Camila e pegamos algo, terminamos a jarra, entramos na sala e todo mundo descansando, bebendo algo. - Meninas, quem me limpa? - Quem limpa ele com a língua, me fode - Eu me limparia sozinha, mas ele me deixou exausta As gêmeas se levantaram, Belén começou a limpar e beijar a Camila, enquanto Milagros se ajoelha e começa a endurecer meu pau, devagar no começo e depois com mais força, com uma língua bem brincalhona. As irmãs trocam de lugar, Belén é mais delicada mas a língua dela sabe onde se mexer, coloca a camisinha em mim e me leva pro centro da sala. - Galera, vejo vocês cansados, vamos dar um show, não é Milu? - Sim Belu, as gêmeas contra a fera Me deitaram e não sei quem, mas uma delas sentou na minha cara, enquanto a outra montou em mim, colocando as mãos nas minhas costelas pra cavalgar com força, enquanto eu como a buceta de uma das gêmeas, minhas mãos vão pros peitos delas, acaricio, belisco e amasso as tetas delas, de repente, troca de lugar, meu pau fica no ar e em um segundo a que tava na minha cara sai, fazendo a outra sentar e montar, a cavalgada é suave, enquanto quem tava na minha cara mexe os quadris, acho que já sei qual é qual, então com as duas mãos agarro as nádegas da que tava na minha cara, abro as nádegas dela e começo a chupar o cu dela e ela se assusta, levanto meu quadril e começo a mexer, fazendo a gêmea gemer mais alto, e depois de alguns minutos de penetrações com o quadril e chupando desde o cu, enfiando minha língua, até passar por toda a buceta dela, pressionando forte com a língua no clitóris dela, fazemos a que tá me cavalgando gozar e eu não paro que saia a que tá em cima da minha cara, até gozar. - Ah, vai, ah, a besta aguenta muito - Tira a arma secreta ah ah - Me passem vaselina Elas trocam de lugar de novo, mas a que tá na minha cara senta ao contrário, deixando só a buceta ao meu alcance, sinto elas me cavalgando num ritmo leve e vejo dedos, ela tá estimulando o cu dela, então eu subo minha bunda de novo e começo a meter com força, seguro as cadeiras da que tá montando, fazendo a lubrificação do cu ficar mais difícil. Tento levantar o máximo minha bunda pra deixar ela no ar e faço ela gozar, a belen levanta da minha cara com uma cara de tarada, eu deito completamente e tiro a milagros de cima de mim, jogo um pouco de lubrificante no meu pau, ela vira de costas e começa a descer, se empalando sozinha, depois de se acostumar com minha ferramenta, começa a rebolsar, fazendo voar de prazer, bem apertado e num ritmo constante, essas cadeiras sabem se mexer, até gozar analmente, me fazendo gozar junto. Todo mundo aplaude, as gêmeas me beijam e eu levanto, tiro a camisinha e começo a tomar uma jarra que me passaram, todo mundo feliz, rindo, tô sentada no sofá. A jazmín chega perto de mim, se ajoelha e começa a chupar, devagar, com uma língua brincalhona, demorou mas deixou ele duro. Ela coloca uma camisinha em mim e me cavalga devagar, acaricio as pernas dela e a bunda, chupei os peitos dela, suavemente, até que ela acelera o ritmo e eu beijo o pescoço dela, até ela gozar, coloco ela de quatro e começo a meter, forte, mas a resistência aumentou por causa das gozadas anteriores, não ligo se a jazmín gozar, continuo metendo, a jazmín também tá sensível de tanta foda, então vejo a valéria e me vem uma ideia. - Vale, me traz lubrificante e vem - O que cê vai fazer Enzo? - Jazmín, vou te fazer ver estrelas Elas me trazem o lubrificante e começo a penetrar ela mais devagar, começo a estimular o cu dela, um dedo enfio, dois e três, Tiro o pau pra fora e, rápido, a Vale começa a chupar a buceta da Jasmim. Coloco meu pau e começo a entrar devagarzinho. Ela começa a gritar, mas não quer que eu pare. Encho ela e começo a meter devagar, tomando cuidado pra não bater na cabeça da Valéria. Pego as cadeiras da Jasmim e começo com estocadas curtas, mas fortes, fazendo a Jasmim gozar.
— Ah, Valéria, ah, como você come bem minha buceta.
— De nada.
— Vale, senta no sofá — acariciei as costas da Jasmim — preparada pra voar.
— Siiiim, me destruam.
A Valéria sentou no sofá, a Jasmim montou no dildo da Valéria e começou a cavalgar, sem tirar muito o dildo. Peguei o controle do ovinho e aumentei. Fiquei atrás da Jasmim, comecei a penetrar ela, e a Valéria chupava os peitos da Jasmim feito um bebê, fazendo ela gritar de prazer, arranhando o sofá. Depois de ver que ela se acostumou a estar cheia nos dois buracos, comecei a meter com força, fazendo a Jasmim rebolar e a Valéria sentir mais prazer com o rebolado. Comecei a foder com mais força, minhas bolas batendo na bunda da Jasmim. A Valéria beijou a boca dela pra parar de gritar tanto. Vi todo mundo nos olhando e se vestindo. Aumentei pra velocidade máxima que eu tinha, com o resto das minhas pernas. As estocadas estavam enlouquecendo a Jasmim. Coloquei o ovinho no máximo e, em alguns minutos, nós três gozamos: primeiro a Jasmim, depois a Valéria e, por último, eu, por causa do jeito que a Jasmim apertou o cu. Exausto, colado na Jasmim, depois de alguns minutos me separei dela. Tirei a Jasmim de cima da Valéria pra não sufocar ela. Desliguei o ovinho e levei a Jasmim pro banheiro. Minhas pernas estavam acabadas. Deixei ela na banheira e as gêmeas vieram tomar banho com ela. Todos meus colegas foram embora e as minas foram tomando banho. Dei um creme pra evitar irritação e elas foram ligando pra virem buscá-las. Tentaram me motivar, mas não aguento mais. Me despedi de todas, arrumei tudo e fui dormir em casa. Foi uma boa noite.
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