Quando briguei com minha ex-namorada, a da família bem de vida, fiquei um tempo sozinho, saindo pra caramba com os amigos, pegando geral por Buenos Aires. Uma noite, um amigo me chamou pro aniversário do Sergio, o primo tucumano dele que morava em Buenos Aires e que eu conhecia de vista. Sabendo que eu tava solteiro, ele me convidou.Fomos, tava o Sergio, a esposa, a família toda dele, irmãos, tios, pais, sobrinhos, tipo os Campanelli tudo de Tucumán, direto do jardim da república ou então filhos de tucumanos.Todo mundo muito gente boa, o tempo passava, a gente comia empadas, tomava cerveja, vinho, e chega a tia Sarita com a sobrinha.Sarita era a tia postiça do Sergio, e a sobrinha se chamava Bárbara, nascida em Tucumán, mas morava aqui com a Sarita desde que os pais a abandonaram.Uma mina, cabelo curto escuro, alta pra caramba pro meu gosto. Eu tenho 1,86 e sempre saí com mulheres baixinhas, essa garota tava de salto e chegava na minha altura, muito chamativa pelo cabelo curto tipo Araceli González, pela altura, pela pele morena, boca bem grande e parecia super simpática. Me apresentaram ela assim no meio da roda, cumprimentei e só, mas impossível não olhar, não seguir ela com o olhar.
Ela era uma mina muito tímida, apesar do corpo de gostosona, 20 anos, e estudante de Enfermagem. - O aniversário passou, fomos embora e não consegui tirar ela da cabeça. Continuei em contato com Sergio e caí na casa dele outro dia só porque sabia que ela ia estar lá. Dessa vez, éramos menos gente e a situação deu pra bater um papo e nos conhecer. Eu tava saindo de um relacionamento, ela não tinha namorado, não tinha tido nos últimos dois anos, e as coisas pareciam ir muito bem. Ela era muito simpática, muito doce e, como falei, apesar de ser uma mulher incrível, era muito tímida.
Passamos umas 4 horas conversando na varanda da casa do Sergio e num momento que ficamos sozinhos, beijei ela. Nos beijamos muito gostoso, muito doce, e ficamos conversando até de manhã, contando tudo um pro outro. A conversa tinha sido realmente muito legal.
Trocamos números, ficamos em contato e combinamos de nos ver em dois dias. Fui buscar ela, fomos ao cinema, depois comer algo, demos umas voltas de carro, e não deu outra: terminamos num motel.
A morena era uma bomba, corpo do pecado, peitos grandes, mamilos bem grandes, bunda empinada e uma buceta preta por fora, rosa por dentro, depiladinha quase 100%, tinha tipo um bigodinho. A gente comeu gostoso pra caralho. Ver ela cavalgando em cima de mim, balançando aqueles peitos, foi a glória, e ver aquela carinha de bebê simpática, completamente extasiada, me fez ver estrelas.Começamos a nos ver com frequência, não sei se dá pra chamar de namoro, mas a gente se dava muito bem e ela se mostrou bem submissa, muito disposta a me agradar. E eu realmente não consegui segurar meu gênio.
Primeiro, dei roupas pra ela, roupas que ela não usava normalmente, e pedi que usasse: jeans justos, lycra, regatas sem sutiã, camisetas apertadas, roupas que marcassem a bunda e os peitos. Dei muita lingerie também. E o mais excitante era que ela ainda é muito morena (tipo a Negra Capristo, pra você ter uma ideia) e ainda mantinha o cabelo curto na cor natural. Aí falei que queria vê-la loira.
Fomos ao salão, descoloriram e platinaram igual a Susana Giménez. Não sei se ficava bem ou mal, mas aquela negona alta, grandona e platinada não passava despercebida em lugar nenhum. Eu a fazia se vestir sexy e, onde quer que fôssemos, ela sempre chamava atenção. E a gente sempre acabava transando feito coelhos. Ela era uma máquina de foder.Foram meses em que ela foi se transformando e perdendo a timidez, a ponto de usar camisetas sem sutiã ou não ter problema, numa balada, de beijar outra mina porque eu pedia.
O auge foi quando uma noite estávamos na casa do Sergio, aquele lugar inicial onde a gente se conheceu, e o Sergio chega perto de mim e fala: "Por favor, olha só a Bárbara, que mulher divina, cara, uma puta gostosa, deve foder pra caralho", e me deu a entender que tava morrendo de vontade de comer ela. O problema é que ele morava lá com a esposa. A conversa continuou e umas semanas depois eu tava fazendo algo no apartamento onde eu morava (já morava sozinho, mas em Olivos). Ela, por causa dos estudos e porque a tia era bem cuidadosa e não confiava muito, não deixava ela ficar muitos dias, mas naquela sexta-feira sim.Falei pra ela vir, pra ficar aqui dormindo o fim de semana comigo, porque na sexta vinham o Marcos e o Sérgio (meu amigo Marcos e o Sérgio, o dono da casa onde eu tinha conhecido ela).Resultou que eles apareceram, comemos uma picada e o Marcos teve uma emergência e foi embora, e o Sergio ficou com a gente. A noite foi avançando, mais cerveja, coloquei música, começamos a dançar (destaque: fevereiro, março, calor, shortinho e regata sem sutiã). Eu tava passando a mão nela, encostando, beijando o pescoço dela, e o Sergio olhando. A mina foi ficando excitada, dava pra ver nos peitos dela, nos mamilos enormes, e aí o Sergio entendeu tudo. Num momento, ele levanta, puxa ela pra dançar, e dançamos os três. Ela ficou abraçada em mim, eu apoiando ela gostoso, e o Sergio segurando as mãos dela, se aproximando e, bem de leve, tocando os peitos dela. Por um segundo ela ficou dura, e aí eu sussurrei no ouvido dela: "Fica tranquila, meu amor, hoje você se forma como putinha". Foi instantâneo: ela me beijou, fechou os olhos e deixou o Sergio tirar a regata dela, chupar os peitos dela, e depois a fizemos ajoelhar e chupar a rola dos dois. Eu olhava pro Sergio e não acreditava, era a mesma Barbarinha que ele conhecia desde pequena e que viu crescer junto com a tia Sarita. Ali mesmo, a gente pelou ela e levamos ela nua pro quarto, e eu deixei o Sergio no controle. Meio bruto, mas na hora ele meteu até o fundo, como se tivesse desesperado, e ela gemendo igual uma gatinha boazinha. Ele comeu ela gostoso pra caralho, principalmente pelo tesão de conhecer a mina desde nova e vê-la transformada numa puta linda. Quando o Sergio foi embora, a gente tomou banho juntos, transamos e dormimos. Passamos o fim de semana inteiro transando em casa, sem sair do apartamento. A Barbara tinha virado pra todo mundo a Barby ou a loira Barby, e dava pra ver que ela era bem putinha, bem sem vergonha e confiante. Ficamos juntos por quase um ano, até viajamos pro Brasil juntos, mas não tinha amor de verdade, e ela também sentia algo parecido, então a gente se separou. Ainda tenho contato com ela, continua a mesma puta chamativa, casada, separada, e morando com um velho que trata ela como uma deusa.
Ela era uma mina muito tímida, apesar do corpo de gostosona, 20 anos, e estudante de Enfermagem. - O aniversário passou, fomos embora e não consegui tirar ela da cabeça. Continuei em contato com Sergio e caí na casa dele outro dia só porque sabia que ela ia estar lá. Dessa vez, éramos menos gente e a situação deu pra bater um papo e nos conhecer. Eu tava saindo de um relacionamento, ela não tinha namorado, não tinha tido nos últimos dois anos, e as coisas pareciam ir muito bem. Ela era muito simpática, muito doce e, como falei, apesar de ser uma mulher incrível, era muito tímida.
Passamos umas 4 horas conversando na varanda da casa do Sergio e num momento que ficamos sozinhos, beijei ela. Nos beijamos muito gostoso, muito doce, e ficamos conversando até de manhã, contando tudo um pro outro. A conversa tinha sido realmente muito legal.
Trocamos números, ficamos em contato e combinamos de nos ver em dois dias. Fui buscar ela, fomos ao cinema, depois comer algo, demos umas voltas de carro, e não deu outra: terminamos num motel.
A morena era uma bomba, corpo do pecado, peitos grandes, mamilos bem grandes, bunda empinada e uma buceta preta por fora, rosa por dentro, depiladinha quase 100%, tinha tipo um bigodinho. A gente comeu gostoso pra caralho. Ver ela cavalgando em cima de mim, balançando aqueles peitos, foi a glória, e ver aquela carinha de bebê simpática, completamente extasiada, me fez ver estrelas.Começamos a nos ver com frequência, não sei se dá pra chamar de namoro, mas a gente se dava muito bem e ela se mostrou bem submissa, muito disposta a me agradar. E eu realmente não consegui segurar meu gênio.
Primeiro, dei roupas pra ela, roupas que ela não usava normalmente, e pedi que usasse: jeans justos, lycra, regatas sem sutiã, camisetas apertadas, roupas que marcassem a bunda e os peitos. Dei muita lingerie também. E o mais excitante era que ela ainda é muito morena (tipo a Negra Capristo, pra você ter uma ideia) e ainda mantinha o cabelo curto na cor natural. Aí falei que queria vê-la loira.
Fomos ao salão, descoloriram e platinaram igual a Susana Giménez. Não sei se ficava bem ou mal, mas aquela negona alta, grandona e platinada não passava despercebida em lugar nenhum. Eu a fazia se vestir sexy e, onde quer que fôssemos, ela sempre chamava atenção. E a gente sempre acabava transando feito coelhos. Ela era uma máquina de foder.Foram meses em que ela foi se transformando e perdendo a timidez, a ponto de usar camisetas sem sutiã ou não ter problema, numa balada, de beijar outra mina porque eu pedia.
O auge foi quando uma noite estávamos na casa do Sergio, aquele lugar inicial onde a gente se conheceu, e o Sergio chega perto de mim e fala: "Por favor, olha só a Bárbara, que mulher divina, cara, uma puta gostosa, deve foder pra caralho", e me deu a entender que tava morrendo de vontade de comer ela. O problema é que ele morava lá com a esposa. A conversa continuou e umas semanas depois eu tava fazendo algo no apartamento onde eu morava (já morava sozinho, mas em Olivos). Ela, por causa dos estudos e porque a tia era bem cuidadosa e não confiava muito, não deixava ela ficar muitos dias, mas naquela sexta-feira sim.Falei pra ela vir, pra ficar aqui dormindo o fim de semana comigo, porque na sexta vinham o Marcos e o Sérgio (meu amigo Marcos e o Sérgio, o dono da casa onde eu tinha conhecido ela).Resultou que eles apareceram, comemos uma picada e o Marcos teve uma emergência e foi embora, e o Sergio ficou com a gente. A noite foi avançando, mais cerveja, coloquei música, começamos a dançar (destaque: fevereiro, março, calor, shortinho e regata sem sutiã). Eu tava passando a mão nela, encostando, beijando o pescoço dela, e o Sergio olhando. A mina foi ficando excitada, dava pra ver nos peitos dela, nos mamilos enormes, e aí o Sergio entendeu tudo. Num momento, ele levanta, puxa ela pra dançar, e dançamos os três. Ela ficou abraçada em mim, eu apoiando ela gostoso, e o Sergio segurando as mãos dela, se aproximando e, bem de leve, tocando os peitos dela. Por um segundo ela ficou dura, e aí eu sussurrei no ouvido dela: "Fica tranquila, meu amor, hoje você se forma como putinha". Foi instantâneo: ela me beijou, fechou os olhos e deixou o Sergio tirar a regata dela, chupar os peitos dela, e depois a fizemos ajoelhar e chupar a rola dos dois. Eu olhava pro Sergio e não acreditava, era a mesma Barbarinha que ele conhecia desde pequena e que viu crescer junto com a tia Sarita. Ali mesmo, a gente pelou ela e levamos ela nua pro quarto, e eu deixei o Sergio no controle. Meio bruto, mas na hora ele meteu até o fundo, como se tivesse desesperado, e ela gemendo igual uma gatinha boazinha. Ele comeu ela gostoso pra caralho, principalmente pelo tesão de conhecer a mina desde nova e vê-la transformada numa puta linda. Quando o Sergio foi embora, a gente tomou banho juntos, transamos e dormimos. Passamos o fim de semana inteiro transando em casa, sem sair do apartamento. A Barbara tinha virado pra todo mundo a Barby ou a loira Barby, e dava pra ver que ela era bem putinha, bem sem vergonha e confiante. Ficamos juntos por quase um ano, até viajamos pro Brasil juntos, mas não tinha amor de verdade, e ela também sentia algo parecido, então a gente se separou. Ainda tenho contato com ela, continua a mesma puta chamativa, casada, separada, e morando com um velho que trata ela como uma deusa.
3 comentários - Minha ex-namorada gostosa
o sea que Barby era prima pero no de sangre de tu amigo Sergio, podemos decir que se cogió a la prima gracias a vos