Relato fictício, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Agradeço comentários e notas.
Se algo me chamava a atenção ao chegar no canal era ver a quantidade de famosas que desfilavam na minha frente, muitas me cumprimentam, outras, com sua mania de grandeza, faziam vista grossa e desviavam o olhar. Mas tudo tem sua recompensa, quem trabalha em dobro come calado. Eu acreditava nisso, estava convencido, uma hora ia rolar. Nunca ia desperdiçar a chance.
Naquela noite, cheguei e tive que preparar o camarim da Flor. Estava vazio. Limpei a sujeira, varri e organizei as roupas. As maquiadoras chegaram e deixaram as coisas delas pra eu arrumar na penteadeira. Obedeci.
Sendo um cara astuto, além de punheteiro, era viciado em tecnologia. Por isso, quando comecei nesse trampo, comprei várias câmeras portáteis com uma boa carga de bateria. Tinha vídeos e fotos de quase todas as famosas. Até tinha gravado umas traições entre casais. Não podia vender pra mídia, podiam me foder. A chance era pequena, mas não dava pra arriscar, também não queria perder a chance de ver esse conteúdo.
Naquela noite, deixei a câmera no camarim da Flor. Sempre ligava ela e, no fim do programa, entrava pra limpar e levava pro meu computador. Só que nada ia ser como sempre...
O programa acabou, a maioria dos participantes já tinha ido embora e só restavam poucas pessoas, principalmente o pessoal da limpeza e os técnicos.
Abro a porta e me deparo com a loira mais gostosa do mundo, ela estava recostada na cadeira. Quando entrei, pedi desculpas, disse que voltaria depois. Mas ela me parou na hora.
─ Você não vai sair daqui não ─ ela falou, enquanto trancava a porta com a chave.
─ Desculpa, senhorita. O que que houve? ─ perguntei, me fazendo de sonsinho e desentendido.
─ Acha que sou burra, que não percebo? Seu punheteiro de merda.
─ Como?
─ Eu sei que você me grava e tira fotos. Não sou idiota. Imagino a quantidade de tarados como vocês que trabalham aqui e ficam de tocaia.
—E você gostou, puta? —como você não me dedurou— completei já excitado.
Me aproximei e quis beijar ela na boca, mas ela rapidamente me afastou.
—Para, para, para que aqui quem manda sou eu.
—Me diz o que você quer, olha como você me deixa —e mostrei o volume.
—Opa, olha o que temos aqui —ela disse e se aproximou. Agora sim, me beijou na boca.
Segurei a bunda enorme que ela tem e coloquei ela em cima da penteadeira. Tirei o top e comecei a chupar os peitos dela. Os mamilos estavam durinhos, ela tava muito excitada, a filha da puta.
Ela começou a gemer no meu ouvido, baixinho, num ritmo marcado, era extremamente excitante. Tirei o short preto e ela estava de fio dental da mesma cor. A bunda daquela mulher, meu deus, que pele macia.
Ela baixou minha calça, me tocou por cima da cueca por alguns segundos. Meu pau ficou ainda maior.
Ela soltou meus 20 centímetros, arregalou os olhos.
—Nunca vi um assim —então meu namorado tinha um pequeno.
—Vai, chupa meu pau. Sua puta que te pariu —enquanto segurava a cabeça dela levando até a glande.
Primeiro ela pegou com a mão, beijou, depois passou a língua por todo o tronco, desceu até as bolas. Chupou elas. Beijou e aí sim meteu o pedaço inteiro de uma vez. Como ela chupava!
Ela gemia, a gente gemia. Aproveitávamos aquele clímax.
Ela subiu em cima, começou a cavalgar, eu batia na bunda dela. Como ela subia e descia, impressionante. Eu não queria gozar.
—Não goza, não goza —ela gritava. AAAAAAH.
—Não para, Flor, não para —eu dizia.
—Ai, me fode, me fode, vai assim, assim, sim, sim, sim, filho da puta, como você vai se tocar com esse vídeo que tá gravando, vai, siiiim.
—Você gosta de ser gravada, puta, agora toda noite vou vir te foder,
—AI SIM, vem, vem sempre —Eu gozo, gozo, vai mais uma.
Segurei ela forte pela bunda e ela gozou.
Rapidamente coloquei ela de quatro, segurei a bundinha dela pelo cabelo e puxei a cabeça dela para trás. Enquanto eu metia, ela fazia biquinho, caretas, gemia. Não parava de gritar.
—Vou gozar em você, puta. Onde você quer a porra?
—Óbvio, na boca, meu amor.
Ela virou, não aguentava mais. Era a melhor foda da minha vida. Já ia dar tempo pra um papai-e-mamãe e outras posições.
Ela me chupou dois segundos, literalmente, porque eu gozei inteiro na boca dela.
Obediente, mostrou a porra e engoliu.
Ficamos um tempinho nos tocando juntos.
Ela disse que adorou, que queria repetir. Depois dessa frase, foi até o esconderijo da câmera, deu um beijo nela e desligou.
Fim
Espero que tenham gostado, valeu por ler.
Peçam mais relatos!
Ou se quiserem que eu escreva alguma história pessoal de forma anônima também.
Falou, punheteiros!
Agradeço comentários e notas.
Se algo me chamava a atenção ao chegar no canal era ver a quantidade de famosas que desfilavam na minha frente, muitas me cumprimentam, outras, com sua mania de grandeza, faziam vista grossa e desviavam o olhar. Mas tudo tem sua recompensa, quem trabalha em dobro come calado. Eu acreditava nisso, estava convencido, uma hora ia rolar. Nunca ia desperdiçar a chance.
Naquela noite, cheguei e tive que preparar o camarim da Flor. Estava vazio. Limpei a sujeira, varri e organizei as roupas. As maquiadoras chegaram e deixaram as coisas delas pra eu arrumar na penteadeira. Obedeci.
Sendo um cara astuto, além de punheteiro, era viciado em tecnologia. Por isso, quando comecei nesse trampo, comprei várias câmeras portáteis com uma boa carga de bateria. Tinha vídeos e fotos de quase todas as famosas. Até tinha gravado umas traições entre casais. Não podia vender pra mídia, podiam me foder. A chance era pequena, mas não dava pra arriscar, também não queria perder a chance de ver esse conteúdo.
Naquela noite, deixei a câmera no camarim da Flor. Sempre ligava ela e, no fim do programa, entrava pra limpar e levava pro meu computador. Só que nada ia ser como sempre...
O programa acabou, a maioria dos participantes já tinha ido embora e só restavam poucas pessoas, principalmente o pessoal da limpeza e os técnicos.
Abro a porta e me deparo com a loira mais gostosa do mundo, ela estava recostada na cadeira. Quando entrei, pedi desculpas, disse que voltaria depois. Mas ela me parou na hora.
─ Você não vai sair daqui não ─ ela falou, enquanto trancava a porta com a chave.
─ Desculpa, senhorita. O que que houve? ─ perguntei, me fazendo de sonsinho e desentendido.
─ Acha que sou burra, que não percebo? Seu punheteiro de merda.
─ Como?
─ Eu sei que você me grava e tira fotos. Não sou idiota. Imagino a quantidade de tarados como vocês que trabalham aqui e ficam de tocaia.
—E você gostou, puta? —como você não me dedurou— completei já excitado.
Me aproximei e quis beijar ela na boca, mas ela rapidamente me afastou.
—Para, para, para que aqui quem manda sou eu.
—Me diz o que você quer, olha como você me deixa —e mostrei o volume.
—Opa, olha o que temos aqui —ela disse e se aproximou. Agora sim, me beijou na boca.
Segurei a bunda enorme que ela tem e coloquei ela em cima da penteadeira. Tirei o top e comecei a chupar os peitos dela. Os mamilos estavam durinhos, ela tava muito excitada, a filha da puta.
Ela começou a gemer no meu ouvido, baixinho, num ritmo marcado, era extremamente excitante. Tirei o short preto e ela estava de fio dental da mesma cor. A bunda daquela mulher, meu deus, que pele macia.
Ela baixou minha calça, me tocou por cima da cueca por alguns segundos. Meu pau ficou ainda maior.
Ela soltou meus 20 centímetros, arregalou os olhos.
—Nunca vi um assim —então meu namorado tinha um pequeno.
—Vai, chupa meu pau. Sua puta que te pariu —enquanto segurava a cabeça dela levando até a glande.
Primeiro ela pegou com a mão, beijou, depois passou a língua por todo o tronco, desceu até as bolas. Chupou elas. Beijou e aí sim meteu o pedaço inteiro de uma vez. Como ela chupava!
Ela gemia, a gente gemia. Aproveitávamos aquele clímax.
Ela subiu em cima, começou a cavalgar, eu batia na bunda dela. Como ela subia e descia, impressionante. Eu não queria gozar.
—Não goza, não goza —ela gritava. AAAAAAH.
—Não para, Flor, não para —eu dizia.
—Ai, me fode, me fode, vai assim, assim, sim, sim, sim, filho da puta, como você vai se tocar com esse vídeo que tá gravando, vai, siiiim.
—Você gosta de ser gravada, puta, agora toda noite vou vir te foder,
—AI SIM, vem, vem sempre —Eu gozo, gozo, vai mais uma.
Segurei ela forte pela bunda e ela gozou.
Rapidamente coloquei ela de quatro, segurei a bundinha dela pelo cabelo e puxei a cabeça dela para trás. Enquanto eu metia, ela fazia biquinho, caretas, gemia. Não parava de gritar.
—Vou gozar em você, puta. Onde você quer a porra?
—Óbvio, na boca, meu amor.
Ela virou, não aguentava mais. Era a melhor foda da minha vida. Já ia dar tempo pra um papai-e-mamãe e outras posições.
Ela me chupou dois segundos, literalmente, porque eu gozei inteiro na boca dela.
Obediente, mostrou a porra e engoliu.
Ficamos um tempinho nos tocando juntos.
Ela disse que adorou, que queria repetir. Depois dessa frase, foi até o esconderijo da câmera, deu um beijo nela e desligou.
Fim
Espero que tenham gostado, valeu por ler.
Peçam mais relatos!
Ou se quiserem que eu escreva alguma história pessoal de forma anônima também.
Falou, punheteiros!
1 comentários - Uma noite com Flor Vigna