Tenho 40 e poucos e casei, digamos, há 10 anos.
Antigamente, nos meus 22 anos, conheci numa balada da zona sul uma mina de 18, recém-saída do colégio.
Garota de família bem de vida, nunca faltou nada de nada, e embora não fosse virgem, eu fui o segundo na vida dela. –
Não nos víamos todo dia, porque eu já trabalhava, mas a gente sempre se falava e tinha um bom relacionamento. Ela não era de ter muitas amigas, no máximo duas, e uma tinha ido morar em Villa La Angostura e a outra em Pinamar; isso fazia com que ela usasse muito e-mail, e quando eu ia na casa dela, sempre a via sentada no computador conversando com as amigas, e-mail, chat, etc.
Passam uns meses do nosso relacionamento e ela consegue um emprego na capital. Tinha ido a uma entrevista de trabalho numa empresa de ônibus de longa distância e foi contratada.
Super feliz por ter um trampo, ia ter o dinheiro dela e seria uma experiência que mudaria a vida dela e a minha. –
Nunca fui ciumento, mas talvez curioso demais, de revistar alguma gaveta, no banheiro dos outros abrir e espiar armários, etc. –.–
Aconteceu que fui na casa da minha namorada, no quarto dela, estávamos prestes a sair e ela foi tomar banho. Aí, por minha curiosidade, peguei o celular dela e, quando entrei nos SMS, li algo tipo: "que delícia que a gente trepou ontem" e outras coisas do tipo, "amanhã vai com aquela calça que marca bem a bunda".
Realmente não sabia se ficava puto ou o quê, mas a real é que me excitou pensar que minha namorada estava sendo comida por outro ou outros. –
Deixei o celular, espiei e senti que o chuveiro ainda tava ligado no máximo, me tranquei no quarto e comecei a fuçar o Hotmail dela (óbvio, tava aberto no PC dela), e fui ler e-mails com as amigas e vi mensagens do tipo: "ai, você e seus machinhos, se seu namorado descobre, ele fica puto" ou ela contando que tal dia tinha ido com uma calça jeans justa e todos na oficina tinham elogiado ela, ou que um tal de Carlos a deixava louca.
Não conseguia acreditar, era uma mistura de surpresa com excitação, meu pau ficou duro, é a Verdade.-
Naquele dia a gente saiu e eu comi ela de um jeito bem safado, pensando em todos os que supostamente comiam ela.
Voltei pra casa e coloquei como objetivo conseguir a senha do Hotmail dela, mas sem levantar muita suspeita. Comecei a fazer mais quilômetros e ir mais vezes na casa dela. Quando tava no quarto dela, tentava bisbilhotar o Hotmail, lia umas coisas, fechava pra depois ver ela logando e descobrir a senha. Quando dava, dava uma olhada no celular dela, mas não queria ser muito óbvio, então sentia um pouco de medo, mas ao mesmo tempo muito tesão.
Passaram-se umas semanas na real, e um dia, sozinho na casa dela depois de transar, o assunto surgiu. Eu puxei o papo das senhas, e ela, toda inocente, falou da que usava pra tudo ou quase tudo. Meu coração quase parou. Não via a hora de voltar pra casa pra testar.
Quando cheguei em casa de madrugada, testei e boom: era verdade, sempre a mesma senha!
Fiquei acordado a madrugada inteira, acho que fiquei até meio-dia lendo e-mails entre ela e a amiga dela de Villa La Angostura, onde ela praticamente confessava tudo, contava cada detalhe do que fazia, do que já tinha feito, do que pediam pra ela, e por aí vai.
Fiquei louco.
Vamos do começo.
Catalina na época tinha 18 anos, e ainda tem. É bem baixinha, menos de 1,60m, morena, mas com uns reflexos claros, como muitas baixinhas. Peitão e uma bunda mais que interessante.
Vem de uma família onde nunca faltou nada e foi criada numa bolha de colégio católico e num ambiente bem privilegiado e playboy da zona sul.
Depois de ler muitos e-mails, onde ela conta pra amiga sobre mim e que foda-se o “normal”, haha, também li como ela contava que ir trabalhar em Buenos Aires foi sair da zona de conforto, que se viu rodeada de caras que falavam de tudo pra ela e ela começou a se sentir super desejada. A amiga dizia: “Drifuta amiga, você merece, mas se cuida.”
Acontece que ela começou a trabalhar nessa empresa de ônibus de longa distância em Buenos Aires, no terminal da Retiro. Tinham Tomado para o departamento de Contas a Pagar, o dia inteiro rodeada de homens e vestida como uma rainha, camiseta branca, calça social azul, sempre de salto e bem arrumadinha. -
Passaram-se os dias e parece que aquele clima de cantadas começou a deixá-la puta, e ela começou a fumar. Aí um motorista que passava sempre e cantava ela começou a engatar um papo, ficava com ela conversando, fumando, e segundo ela contou pra amiga, era um cara de 40 anos, mais perto da idade do pai dela do que da dela (isso quem fala sou eu). Assim umas duas vezes, e num meio-dia, ela conta pra amiga que esse cara passa e fala: "Cata, me ajuda com uma coisa na unidade 509?" E ela aceita. Quando sobem, ele sobe primeiro, dá a mão pra ela subir e fecha a porta. E do mesmo jeito que pegou a mão dela, leva direto pro pau e fala: "Cata, me ajuda com isso". E ela conta pra amiga que não fez nada, só ficou passando a mão, e aí ele beijou ela, ela fechou os olhos e chupou ele. Na sequência, ele empurrou ela pra baixo e fez ela abaixar a calça dele, e ela conta que chupou o pau dele ali mesmo no micro, engolindo toda a porra. -
Eu lia e não conseguia acreditar, não por ela engolir a porra, mas porque não achava que ela era tão puta assim. - Quanto mais eu lia, mais me excitava, e quando a gente se via e transava, eu transava pensando em tudo que tinha lido, e com o tempo sentia ela muito mais puta também comigo. -
Passaram-se os meses e eu continuava, de um lado, me acabando na punheta por ser corno, mas realmente me enlouquecia saber que a menina de família boa tinha virado a puta da empresa. -
Assim como esse motorista fez ela chupar a borracha, depois ela conta pra amiga que o mesmo cara levou ela pra dentro de um micro ao meio-dia e comeu ela, sentadinhos na primeira fila de assentos. Ela contava que ficou completamente pelada e sentou em cima do pau até fazer ele gozar, e o cara se agarrava nos peitos dela, e isso deixava ela louca. - E foi assim que a fofoca se espalhou, e Catalina, a menina de família, passou a ser a Cata da administração, ou a peti, ou a peituda dos escritórios, ou simplesmente a gostosa do escritório, lia tudo aquilo e não acreditava. Motoristas, mecânicos e aí veio a mudança.
Ela conta pra amiga: “ontem peguei onda com o xxxxx, o gerente geral, não vai acreditar, amiga.” Ela tinha passado de usar a blusinha branca e a calça oficial azul pra ir muito mais dias com jeans elástico, ou com calças sociais rosa ou branca, porque segundo ela eram confortáveis, mas depois contando pra amiga, cantavam mais ela quando ela circulava pela oficina e pelo terminal.
A parada é que esse cara, o gerente, botou os olhos nela e começou a atirar, cantar ela todo dia, pedir pra ela chegar perto da sala, despir ela com o olhar até que um meio-dia ela conta pra amiga que ele convida ela pra almoçar.
Ela conta pra amiga que se fez de difícil e disse que não, mas depois acabou aceitando e naquele meio-dia, uma semana depois de começar o ataque, foi comer com esse cara.
Eu lia esses e-mails quase ao vivo lá de casa e não acreditava, não podia acreditar que quando eu perguntava como foi teu dia ela me falava “tudo bem” e depois pra amiga contava que o cara levou ela pra comer, que quando subiu no carro importado o cara já passou a mão nas pernas dela, elogiou como aquele jeans elástico ficava no quadril dela e enquanto dirigia olhava de canto os peitos que apareciam na camisa semiaberta e quando estacionaram passou a mão na barriguinha que aparecia e falava “muito sexy” e ela se deixou tocar e só dizia “obrigada”.
Ela contava pra amiga que almoçaram em Puerto Madero e o cara não parou um segundo de cantar e desejar ela até que pagou e saíram e ele perguntou se ela não queria ir tomar um café em outro lugar, coisa que ela primeiro disse que não porque já tinha passado muito tempo e diante do “bebê, você tá comigo, não acontece nada”, ela aceitou e subiram no carro e foram pro apê que o cara tinha lá, “cê sabe, sou de Colón, mas esse apê tenho aqui pra quando fico uns dias em Buenos Aires…” foi a mensagem do cara.
Resumindo, o cara levou ela pro apê, e a Cata contava pra amiga, quando estacionaram na garagem do prédio, o cara tentou beijar ela e ela deixou rolar. Palavras literais dela: "fingia que tava transando com meu namorado"... uau, ele apalpou os peitos dela, passou a mão na buceta por cima da calça jeans e mandou ela subir. Dentro do apê, ela conta que ele tirou a camisa e o sutiã dela assim que entraram, e na mesma hora se ajoelhou pra chupar ela um pouco antes de levar pro quarto. - Eu lia e, por um lado, até acreditava, mas por outro era tudo muito louco, minha namorada, a menina boazinha, fazendo isso, e eu fuçando o e-mail dela, lendo tudo e me acabando na punheta porque a situação toda me excitava pra caralho.
O cara meteu nela na cama dela, enquanto desafivelava a calça jeans, dizia que ela era uma gostosa linda, e quando tirou a calça e puxou a fio dental, viu a buceta dela, já de cara, se agarrou a passar a língua e bater siririca até quase fazer ela gozar, aí foi quando meteu, perninhas no ombro e comeu ela, no pelo. Inacreditável, mas foi assim. Ela contava que os mamilos dela ficavam duros e ela beliscava ainda mais até gozar e sentir a porra dentro dela. - Ficaram de papo na cama, cigarro no meio, e aí o cara, 50 anos, casado com família em Colón, tava afim da Catalina, a menina de Adrogué, a baixinha do escritório, e via ela como uma bombinha desfilando todo dia, balançando aquela raba. "Você sabe que a gente fica doido com essa raba, né?" Ela ficava séria e balançava a cabeça, e aí conta pra amiga que o cara olhava ela deitada do lado dele, de cima a baixo, e perguntava: "Vai muito na academia?" "SIM, jogo hóquei." "Uau, dá pra ver, olha essas pernas. Dá pra ver que pega um solzinho, né?" "É, sou bem pálida." "É, olha essa marquinha da fio dental."
E aí ela conta que o cara se sentou e viu ela assim de cima, viu a marquinha da fio dental, o triângulo em cima da bunda bem pequenininho (coisa que me deixava louco) e falou: "Mas olha a gatinha do escritório", e ela se ajoelhou de quatro e perguntou: "Gostou? Miau", e ele... aí, ele toca a bunda dela e ela diz que sim, e ela fica parada e ele tocando a bunda dela, abriu as pernas dela e enfiou a língua e ela sem falar nada só revirou os olhos e depois gemeu quando sentiu os dedinhos e depois como ele enfiava a piroca. O cara arrombou a buceta dela na primeira vez que comeu ela, eu demorei meses, mas mesmo assim ler isso me deixou louco. - passaram os meses e esse cara virou o amante oficial da minha namorada e minha namorada virou a putinha dele. - começou a ir sempre de jeans apertado, com vestidos curtinhos, sempre andava de táxi, não pegava ônibus, sempre tinha muito trabalho e a gente se via pouco e eu lia como o cara comia ela, enfiava nela com outro gerente e como foi transformando ela na puta da empresa que todo mundo sabia que ela saía com o chefe. Chegou um momento que nosso relacionamento não deu mais porque, embora eu me acabasse na punheta e ficasse louco com o que lia, cada dia ela me dava menos bola e acabou me largando pra morar em Puerto Madero com esse cara. Continuei lendo o email dela por um tempo até que ela se ligou ou simplesmente parou de contar pra amiga e não soube mais nada por muito tempo. Cruzei com ela quase dez anos depois e ela tava de garçonete e dançarina a-go-go num bar, tinha um filho, tinha se separado, acabei comendo ela num hotel perto desse bar e nunca mais soube dela.
Antigamente, nos meus 22 anos, conheci numa balada da zona sul uma mina de 18, recém-saída do colégio.
Garota de família bem de vida, nunca faltou nada de nada, e embora não fosse virgem, eu fui o segundo na vida dela. –
Não nos víamos todo dia, porque eu já trabalhava, mas a gente sempre se falava e tinha um bom relacionamento. Ela não era de ter muitas amigas, no máximo duas, e uma tinha ido morar em Villa La Angostura e a outra em Pinamar; isso fazia com que ela usasse muito e-mail, e quando eu ia na casa dela, sempre a via sentada no computador conversando com as amigas, e-mail, chat, etc.
Passam uns meses do nosso relacionamento e ela consegue um emprego na capital. Tinha ido a uma entrevista de trabalho numa empresa de ônibus de longa distância e foi contratada.
Super feliz por ter um trampo, ia ter o dinheiro dela e seria uma experiência que mudaria a vida dela e a minha. –
Nunca fui ciumento, mas talvez curioso demais, de revistar alguma gaveta, no banheiro dos outros abrir e espiar armários, etc. –.–
Aconteceu que fui na casa da minha namorada, no quarto dela, estávamos prestes a sair e ela foi tomar banho. Aí, por minha curiosidade, peguei o celular dela e, quando entrei nos SMS, li algo tipo: "que delícia que a gente trepou ontem" e outras coisas do tipo, "amanhã vai com aquela calça que marca bem a bunda".
Realmente não sabia se ficava puto ou o quê, mas a real é que me excitou pensar que minha namorada estava sendo comida por outro ou outros. –
Deixei o celular, espiei e senti que o chuveiro ainda tava ligado no máximo, me tranquei no quarto e comecei a fuçar o Hotmail dela (óbvio, tava aberto no PC dela), e fui ler e-mails com as amigas e vi mensagens do tipo: "ai, você e seus machinhos, se seu namorado descobre, ele fica puto" ou ela contando que tal dia tinha ido com uma calça jeans justa e todos na oficina tinham elogiado ela, ou que um tal de Carlos a deixava louca.
Não conseguia acreditar, era uma mistura de surpresa com excitação, meu pau ficou duro, é a Verdade.-
Naquele dia a gente saiu e eu comi ela de um jeito bem safado, pensando em todos os que supostamente comiam ela.
Voltei pra casa e coloquei como objetivo conseguir a senha do Hotmail dela, mas sem levantar muita suspeita. Comecei a fazer mais quilômetros e ir mais vezes na casa dela. Quando tava no quarto dela, tentava bisbilhotar o Hotmail, lia umas coisas, fechava pra depois ver ela logando e descobrir a senha. Quando dava, dava uma olhada no celular dela, mas não queria ser muito óbvio, então sentia um pouco de medo, mas ao mesmo tempo muito tesão.
Passaram-se umas semanas na real, e um dia, sozinho na casa dela depois de transar, o assunto surgiu. Eu puxei o papo das senhas, e ela, toda inocente, falou da que usava pra tudo ou quase tudo. Meu coração quase parou. Não via a hora de voltar pra casa pra testar.
Quando cheguei em casa de madrugada, testei e boom: era verdade, sempre a mesma senha!
Fiquei acordado a madrugada inteira, acho que fiquei até meio-dia lendo e-mails entre ela e a amiga dela de Villa La Angostura, onde ela praticamente confessava tudo, contava cada detalhe do que fazia, do que já tinha feito, do que pediam pra ela, e por aí vai.
Fiquei louco.
Vamos do começo.
Catalina na época tinha 18 anos, e ainda tem. É bem baixinha, menos de 1,60m, morena, mas com uns reflexos claros, como muitas baixinhas. Peitão e uma bunda mais que interessante.
Vem de uma família onde nunca faltou nada e foi criada numa bolha de colégio católico e num ambiente bem privilegiado e playboy da zona sul.
Depois de ler muitos e-mails, onde ela conta pra amiga sobre mim e que foda-se o “normal”, haha, também li como ela contava que ir trabalhar em Buenos Aires foi sair da zona de conforto, que se viu rodeada de caras que falavam de tudo pra ela e ela começou a se sentir super desejada. A amiga dizia: “Drifuta amiga, você merece, mas se cuida.”
Acontece que ela começou a trabalhar nessa empresa de ônibus de longa distância em Buenos Aires, no terminal da Retiro. Tinham Tomado para o departamento de Contas a Pagar, o dia inteiro rodeada de homens e vestida como uma rainha, camiseta branca, calça social azul, sempre de salto e bem arrumadinha. -
Passaram-se os dias e parece que aquele clima de cantadas começou a deixá-la puta, e ela começou a fumar. Aí um motorista que passava sempre e cantava ela começou a engatar um papo, ficava com ela conversando, fumando, e segundo ela contou pra amiga, era um cara de 40 anos, mais perto da idade do pai dela do que da dela (isso quem fala sou eu). Assim umas duas vezes, e num meio-dia, ela conta pra amiga que esse cara passa e fala: "Cata, me ajuda com uma coisa na unidade 509?" E ela aceita. Quando sobem, ele sobe primeiro, dá a mão pra ela subir e fecha a porta. E do mesmo jeito que pegou a mão dela, leva direto pro pau e fala: "Cata, me ajuda com isso". E ela conta pra amiga que não fez nada, só ficou passando a mão, e aí ele beijou ela, ela fechou os olhos e chupou ele. Na sequência, ele empurrou ela pra baixo e fez ela abaixar a calça dele, e ela conta que chupou o pau dele ali mesmo no micro, engolindo toda a porra. -
Eu lia e não conseguia acreditar, não por ela engolir a porra, mas porque não achava que ela era tão puta assim. - Quanto mais eu lia, mais me excitava, e quando a gente se via e transava, eu transava pensando em tudo que tinha lido, e com o tempo sentia ela muito mais puta também comigo. -
Passaram-se os meses e eu continuava, de um lado, me acabando na punheta por ser corno, mas realmente me enlouquecia saber que a menina de família boa tinha virado a puta da empresa. -
Assim como esse motorista fez ela chupar a borracha, depois ela conta pra amiga que o mesmo cara levou ela pra dentro de um micro ao meio-dia e comeu ela, sentadinhos na primeira fila de assentos. Ela contava que ficou completamente pelada e sentou em cima do pau até fazer ele gozar, e o cara se agarrava nos peitos dela, e isso deixava ela louca. - E foi assim que a fofoca se espalhou, e Catalina, a menina de família, passou a ser a Cata da administração, ou a peti, ou a peituda dos escritórios, ou simplesmente a gostosa do escritório, lia tudo aquilo e não acreditava. Motoristas, mecânicos e aí veio a mudança.
Ela conta pra amiga: “ontem peguei onda com o xxxxx, o gerente geral, não vai acreditar, amiga.” Ela tinha passado de usar a blusinha branca e a calça oficial azul pra ir muito mais dias com jeans elástico, ou com calças sociais rosa ou branca, porque segundo ela eram confortáveis, mas depois contando pra amiga, cantavam mais ela quando ela circulava pela oficina e pelo terminal.
A parada é que esse cara, o gerente, botou os olhos nela e começou a atirar, cantar ela todo dia, pedir pra ela chegar perto da sala, despir ela com o olhar até que um meio-dia ela conta pra amiga que ele convida ela pra almoçar.
Ela conta pra amiga que se fez de difícil e disse que não, mas depois acabou aceitando e naquele meio-dia, uma semana depois de começar o ataque, foi comer com esse cara.
Eu lia esses e-mails quase ao vivo lá de casa e não acreditava, não podia acreditar que quando eu perguntava como foi teu dia ela me falava “tudo bem” e depois pra amiga contava que o cara levou ela pra comer, que quando subiu no carro importado o cara já passou a mão nas pernas dela, elogiou como aquele jeans elástico ficava no quadril dela e enquanto dirigia olhava de canto os peitos que apareciam na camisa semiaberta e quando estacionaram passou a mão na barriguinha que aparecia e falava “muito sexy” e ela se deixou tocar e só dizia “obrigada”.
Ela contava pra amiga que almoçaram em Puerto Madero e o cara não parou um segundo de cantar e desejar ela até que pagou e saíram e ele perguntou se ela não queria ir tomar um café em outro lugar, coisa que ela primeiro disse que não porque já tinha passado muito tempo e diante do “bebê, você tá comigo, não acontece nada”, ela aceitou e subiram no carro e foram pro apê que o cara tinha lá, “cê sabe, sou de Colón, mas esse apê tenho aqui pra quando fico uns dias em Buenos Aires…” foi a mensagem do cara.
Resumindo, o cara levou ela pro apê, e a Cata contava pra amiga, quando estacionaram na garagem do prédio, o cara tentou beijar ela e ela deixou rolar. Palavras literais dela: "fingia que tava transando com meu namorado"... uau, ele apalpou os peitos dela, passou a mão na buceta por cima da calça jeans e mandou ela subir. Dentro do apê, ela conta que ele tirou a camisa e o sutiã dela assim que entraram, e na mesma hora se ajoelhou pra chupar ela um pouco antes de levar pro quarto. - Eu lia e, por um lado, até acreditava, mas por outro era tudo muito louco, minha namorada, a menina boazinha, fazendo isso, e eu fuçando o e-mail dela, lendo tudo e me acabando na punheta porque a situação toda me excitava pra caralho.
O cara meteu nela na cama dela, enquanto desafivelava a calça jeans, dizia que ela era uma gostosa linda, e quando tirou a calça e puxou a fio dental, viu a buceta dela, já de cara, se agarrou a passar a língua e bater siririca até quase fazer ela gozar, aí foi quando meteu, perninhas no ombro e comeu ela, no pelo. Inacreditável, mas foi assim. Ela contava que os mamilos dela ficavam duros e ela beliscava ainda mais até gozar e sentir a porra dentro dela. - Ficaram de papo na cama, cigarro no meio, e aí o cara, 50 anos, casado com família em Colón, tava afim da Catalina, a menina de Adrogué, a baixinha do escritório, e via ela como uma bombinha desfilando todo dia, balançando aquela raba. "Você sabe que a gente fica doido com essa raba, né?" Ela ficava séria e balançava a cabeça, e aí conta pra amiga que o cara olhava ela deitada do lado dele, de cima a baixo, e perguntava: "Vai muito na academia?" "SIM, jogo hóquei." "Uau, dá pra ver, olha essas pernas. Dá pra ver que pega um solzinho, né?" "É, sou bem pálida." "É, olha essa marquinha da fio dental."
E aí ela conta que o cara se sentou e viu ela assim de cima, viu a marquinha da fio dental, o triângulo em cima da bunda bem pequenininho (coisa que me deixava louco) e falou: "Mas olha a gatinha do escritório", e ela se ajoelhou de quatro e perguntou: "Gostou? Miau", e ele... aí, ele toca a bunda dela e ela diz que sim, e ela fica parada e ele tocando a bunda dela, abriu as pernas dela e enfiou a língua e ela sem falar nada só revirou os olhos e depois gemeu quando sentiu os dedinhos e depois como ele enfiava a piroca. O cara arrombou a buceta dela na primeira vez que comeu ela, eu demorei meses, mas mesmo assim ler isso me deixou louco. - passaram os meses e esse cara virou o amante oficial da minha namorada e minha namorada virou a putinha dele. - começou a ir sempre de jeans apertado, com vestidos curtinhos, sempre andava de táxi, não pegava ônibus, sempre tinha muito trabalho e a gente se via pouco e eu lia como o cara comia ela, enfiava nela com outro gerente e como foi transformando ela na puta da empresa que todo mundo sabia que ela saía com o chefe. Chegou um momento que nosso relacionamento não deu mais porque, embora eu me acabasse na punheta e ficasse louco com o que lia, cada dia ela me dava menos bola e acabou me largando pra morar em Puerto Madero com esse cara. Continuei lendo o email dela por um tempo até que ela se ligou ou simplesmente parou de contar pra amiga e não soube mais nada por muito tempo. Cruzei com ela quase dez anos depois e ela tava de garçonete e dançarina a-go-go num bar, tinha um filho, tinha se separado, acabei comendo ela num hotel perto desse bar e nunca mais soube dela.
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