Meu nome é Kike, tenho 29 anos, minha namorada Mariana tem 27, temos uma vida sexual bem ativa, gostamos de experimentar coisas novas, sendo a imaginação o limite. Ela é uma garota alta, magra, com uns peitos pequenos e redondos, e uma bunda que chama atenção quando ela passa na rua. Um dia, conversando sobre nossas fantasias, ela comentou que gostaria de participar de um trio, e aí começamos a falar sobre o que nos atraía nessa experiência.
M: Faz um tempo que eu penso que gostaria que a gente fizesse um trio.
K: Com uma mulher?
M: Sendo sincera, me excita a ideia de que fosse com outro homem.
Ao ouvir essas palavras, senti uma mistura de ciúmes e excitação. Em algumas vezes, enquanto me masturbava, eu imaginava essa situação, mas nunca imaginei que em algum momento ela fosse mencionar isso.
M: Você teria problemas com isso?
Tomando coragem, respondi:
K: Na verdade, faz tempo que tenho a fantasia de ver como você interage com outro homem, mas é uma fantasia que me dá medo de realizar.
M: Se é algo que pudesse te machucar, eu preferiria não realizar.
Essa noite a conversa parou por aí, mas virou um pensamento recorrente. Dia e noite eu pensava na possibilidade, nos prós e contras de realizar nossa fantasia. Não é fácil aceitar a ideia de ver sua namorada transando com outra pessoa.
Duas semanas depois, Mariana me contou que entrou um cara novo no trabalho dela. Ela teve que mostrar as instalações e dar uma pequena capacitação, e deu o telefone dela para ele tirar qualquer dúvida. Para ela, ele era um cara insignificante, nem lembrava o nome dele.
Durante a noite, enquanto estávamos deitados, chegou uma mensagem:
J: Oi, muito obrigado pelo tour, acho que vou gostar muito desse trabalho.
Mariana, sem pensar, me disse: "Olha, o cara novo me mandou mensagem agradecendo e eu nem lembro o nome dele, hahaha". Rimos da situação e ela se limitou a responder:
M: Foi um prazer te mostrar as instalações e se eu puder ajudar em mais alguma coisa, é só falar. Nós continuamos nossa conversa, tínhamos esquecido completamente da existência do garoto, quando o celular dele tocou de novo. J: o prazer foi todo meu, na verdade tenho muita sorte, nem sempre você conhece uma mulher tão gostosa. Mariana me leu a mensagem dizendo que o garoto era muito gentil e educado. Ao ouvir isso comecei a rir, já que as intenções do garoto eram óbvias. K: é óbvio que o cara quer você. M: claro que não, tem mil garotas gatas no trabalho, por que ele repararia em mim? K: pois você é uma dessas mil garotas gatas, motivos para reparar em você não faltam. M: vou te provar que você está errada. Mariana voltou ao telefone e respondeu: M: muito obrigada, mas você não deveria dizer essas coisas para alguém que acabou de conhecer e que além disso é mais velha que você, me diz, quantos anos você tem? J: não acho que você tenha muitos anos a mais que eu, faço 19 anos no próximo mês, além disso para o amor não há idade. M: mas que coisas você diz, você é uma criança, o que você vai saber de amor? J: está bem, me deixei levar, ainda não vamos falar de amor, mas sim de como você é gostosa. Mariana se sentiu desconfortável com o rumo da conversa e decidiu parar de responder. Na manhã seguinte, quando revisou o telefone, percebeu que tinha outra mensagem. J: mal posso esperar para te ver no trabalho. Mariana se sentiu desconfortável e ao mesmo tempo lisonjeada, que um garoto de 19 anos reparasse nela lhe pareceu interessante. Assim passou um mês, Mariana me comentava de vez em quando que o garoto não parava, apesar de ela deixar claro que não estava interessada. Até que numa noite de bebidas, Mariana e eu decidimos ir a um motel. Ao chegar, pedimos uma garrafa de vinho para continuar com o álcool e decidimos encher o jacuzzi. Enquanto esperávamos, começamos a conversar sobre sexo e fantasias para ir esquentando o clima. Ela voltou a tocar no assunto do ménage, ficamos dando voltas no assunto sem chegar a uma conclusão, era óbvio que os dois queríamos, mas o O medo de abrir uma porta para o desconhecido nos impedia. A chegada de uma mensagem no telefone da Mariana interrompeu nossa conversa. J: você me deixa te convidar para um drink ou vai continuar me ignorando...? Mariana estava pronta para dar mais uma negativa, até que eu a interrompi. K: olha, se continuarmos enrolando, talvez nunca tenhamos coragem de realizar nossa fantasia. Então, se você topa... M: você está louco! Você vê que o cara não para de me perturbar, vou dizer não e pronto. K: pensa um pouco, é nossa chance. Ele não é um completo desconhecido e também não é alguém que possa causar problemas no nosso relacionamento... Depois de dar mil razões, consegui fazê-la aceitar. M: tudo bem, mas como fazemos? K: deixa comigo. Peguei o telefone da Mariana e respondi ao cara: M: te proponho algo melhor, o que acha? J: isso me parece bem, farei o que você disser. M: vou te mandar um táxi. Quando chegar ao destino, me liga. J: mas para onde o táxi vai me levar? Qual é o plano? M: você não disse que faria o que eu mandasse? J:... M: tranquilo, tenho certeza que vai gostar do plano. J: está bem, te mando meu endereço. Assim que ele nos mandou o endereço, chamamos um táxi por aplicativo. Nós estávamos nervosos, o aplicativo indicava que o cara chegaria em 30 minutos. Por 20 minutos ficamos calados. Ao ver que o cara estava prestes a chegar, decidi quebrar o silêncio. K: você tem certeza disso? M: claro que não, mas não tem mais volta. Ao ouvir o nervosismo na voz dela, peguei suas mãos e comecei a beijá-la. Um beijo romântico para nos relaxar. Continuando a nos beijar, foi se transformando num beijo tão cheio de luxúria. Era óbvio que nós dois estávamos excitados com a situação, até que o telefone da Mariana nos interrompeu. J: já estou aqui. M: perfeito, estou no quarto 308. Os minutos começaram a passar devagar. Foram os 5 minutos mais longos da minha vida. Me sentia como num sonho, como se nada do que estava acontecendo fosse real. Acordei de batida ao ouvir a batida na porta. Mariana foi abrir, e o garoto, ao entrar, tentou beijá-la imediatamente. Ela o segurou e disse: "Antes temos que conversar" - apontando para mim ao mesmo tempo.
K: Oi, sou o namorado da Mariana.
J: O que está acontecendo aqui?
M: Calma, vamos explicar tudo, entra.
O garoto entrou nervoso, sem saber o que esperar. Para que ele percebesse que não havia problema, me aproximei para oferecer uma taça de vinho, que ele aceitou com a mão trêmula.
M: Olha, meu namorado e eu estamos há um tempo considerando a ideia de fazer um ménage. Você está interessado?
O garoto passou o olhar dela para mim, de um para o outro repetidamente. Dava pra ver que ele estava mais nervoso que a gente, e era de se esperar - ele tinha apenas 19 anos.
K: É algo que conversamos e decidimos que você é um bom candidato. Sério, não tem nada com o que se preocupar.
O garoto continuou nos encarando sem dizer uma palavra. Mariana e eu trocamos olhares, questionando se aquela tinha sido a melhor decisão. Vendo que ele não parecia muito disposto, Mariana decidiu fazer uma última tentativa. Aproximou-se lentamente dele, pegou sua mão e o levou até a cama. O garoto andou desajeitadamente, mas sem mostrar resistência. Mariana o colocou na beirada da cama e começou a beijá-lo devagar. Ele, aos poucos, começou a corresponder.
Eu caminhei até ficar atrás da Mariana, coloquei minhas mãos na cintura dela e comecei a beijar seu pescoço. Mariana, percebendo que nosso convidado estava ganhando confiança, começou a tocar seus braços e peito. O garoto era alto e magro, não era do tipo musculoso, mas dava pra ver que malhava. Mariana levantou a camiseta dele até tirá-la e continuou passando as mãos por cada parte do seu corpo. Ao descer, pegou as mãos dele e as levou até seus seios. Eu me limitei a tocar as costas da Mariana e massagear sua bunda linda.
O jovem, já mais solto, tirou a blusa da Mariana. Com as mãos, libertou seus seios pequenos mas firmes. Sem pensar, começou a beijá-los e passar a língua... Lambendo seus mamilos, Mariana soltava gemidos baixinhos que mostravam o quanto estava gostando. Eu desabotoei a calça dela e comecei a puxar para baixo, revelando a calcinha fio dental preta que ela usava. Passei minha mão lentamente entre suas pernas e percebi o quanto ela estava molhada, então comecei a masturbá-la. Ao sentir o estímulo, ela começou a gemer cada vez mais alto. Com pressa, ela se virou para a calça do cara e, com uma habilidade incrível, tirou o cinto e desabotoou o botão. Enquanto abaixava a calça dele, foi se agachando até ficar de joelhos. Pegou a cintura da cueca e puxou de uma vez só, fazendo o pau do cara saltar como uma mola. Mariana ficou parada por um momento, virou a cabeça procurando meu olhar. Notei claramente sua expressão de surpresa — era um pau bem grande. Por um instante, me senti intimidado, já que era maior que o meu. Mariana pegou minha mão e trocou a cara de surpresa por um sorriso que me devolveu a confiança.
Ao voltar o olhar para o cara, Mariana disse:
— Mas que pau gostoso você tem! Com certeza tomamos a decisão certa.
Ela pegou a rola enorme com a mão e começou a masturbá-lo, aproximando os lábios da cabeça para começar a chupar. Em um momento, percebi que eu não estava mais participando. Caminhei lentamente até um banco que havia no quarto, sentei e me preparei para libertar meu pau da prisão. Mariana me olhou estranhada, e eu disse:
— Esta é sua noite, e quero ver você aproveitar.
Ao ouvir essas palavras, Mariana começou a dar uma chupada monumental no cara. Eu não conseguia acreditar que ela enfiava aquele pau enorme inteiro na boca. O cara se contorcia de prazer enquanto, com uma mão, segurava a cabeça de Mariana para começar a ditar o ritmo da chupada. Sentindo que estava perto de gozar, o cara tirou o pau da boca dela e levantou Mariana. Rapidamente, a virou e puxou a calcinha fio dental para baixo. Ajoelhou-se e, com as duas mãos, separou as nádegas da minha namorada, começando a enfiar a língua. na sua buceta e passar pelo seu cú, era uma imagem incrível, ver a Mariana gemer daquela forma me deixou a ponto de explodir, por isso decidi mudar de posição, sentei na cama de frente para Mariana. K: que tal nosso convidado está se saindo? M: ele está chupando meu cú, incrível!!! K: o que mais você quer que ele faça? M: quero que ele me coma! Que me coma com força!! O garoto ao ouvir essas palavras se levantou e ficou atrás de Mariana, começou a introduzir o pau dele nela, o rosto da Mariana se desfigurou de prazer e soltou um gemido que quase me fez gozar. O garoto a pegou pela cintura e começou a dar embradas brutais, Mariana gemendo e me dizendo M: você gosta? Gosta de ver como me comem? Como estão fodendo sua namorada? Eu impactado pela imagem mal conseguia formar palavras, até que consegui dizer -eu adoro ver você aproveitando- M: estou aproveitando muito esse pauzão, estão me comendo como nunca. Ao ouvir essas palavras senti um mar de ciúmes e excitação, estava num ponto de confusão total, e mais ainda ao ouvir o que o garoto tinha a dizer sobre isso. J: você gosta, sua puta? Eu sabia que você ia gostar do meu pau, dava pra ver que você era uma putinha tarada. M: siiim, eu adoro seu pau!!! Sou bem puta mesmo!!! J: de quem você é puta? M: sua!!! Sou sua puta, me come como quiser!!! Eu estava incrédulo, nunca imaginei que minha namorada dissesse essas palavras para outro homem, durante o sexo sempre falávamos coisas, mas ouvir ela se declarar puta de outro estava me deixando maluco. O garoto com uma mão pegou seu cabelo para poder dar embradas mais fortes e com a outra mão começou a dar palmadas na sua bunda que ecoavam como trovões, Mariana gemendo intensamente com cada palmada, suplicando para ele continuar, para não parar. Depois de mais algumas embradas, com um movimento rápido e preciso, ele tirou o pau da Mariana e a girou, lançando uma grande quantidade de porra no seu peito e algumas gotas que chegaram ao seu rosto, perto dos lábios, Mariana as alcançou com sua língua e as saboreou. O garoto foi para o banheiro, Mariana aproveitou para começar a se masturbar e me ajudar a gozar, enquanto me dizia:
M: mas que delícia, porra!
K: o que foi que você mais gostou?
M: o tamanho do pau dele e como ele me metia com força!
Antes que eu pudesse continuar perguntando como tinha sido, eu gozei em grande quantidade. Ela pegou meu sêmen com a mão e levou à boca, me dizendo: "você sempre será o único". Essas palavras me trouxeram uma grande tranquilidade, porque eu sabia que, mesmo ela tendo acabado de transar com outro na minha frente, ela sempre me respeitaria. Mas eu não contava com o que ainda viria naquela noite...
Continua...
M: Faz um tempo que eu penso que gostaria que a gente fizesse um trio.
K: Com uma mulher?
M: Sendo sincera, me excita a ideia de que fosse com outro homem.
Ao ouvir essas palavras, senti uma mistura de ciúmes e excitação. Em algumas vezes, enquanto me masturbava, eu imaginava essa situação, mas nunca imaginei que em algum momento ela fosse mencionar isso.
M: Você teria problemas com isso?
Tomando coragem, respondi:
K: Na verdade, faz tempo que tenho a fantasia de ver como você interage com outro homem, mas é uma fantasia que me dá medo de realizar.
M: Se é algo que pudesse te machucar, eu preferiria não realizar.
Essa noite a conversa parou por aí, mas virou um pensamento recorrente. Dia e noite eu pensava na possibilidade, nos prós e contras de realizar nossa fantasia. Não é fácil aceitar a ideia de ver sua namorada transando com outra pessoa.
Duas semanas depois, Mariana me contou que entrou um cara novo no trabalho dela. Ela teve que mostrar as instalações e dar uma pequena capacitação, e deu o telefone dela para ele tirar qualquer dúvida. Para ela, ele era um cara insignificante, nem lembrava o nome dele.
Durante a noite, enquanto estávamos deitados, chegou uma mensagem:
J: Oi, muito obrigado pelo tour, acho que vou gostar muito desse trabalho.
Mariana, sem pensar, me disse: "Olha, o cara novo me mandou mensagem agradecendo e eu nem lembro o nome dele, hahaha". Rimos da situação e ela se limitou a responder:
M: Foi um prazer te mostrar as instalações e se eu puder ajudar em mais alguma coisa, é só falar. Nós continuamos nossa conversa, tínhamos esquecido completamente da existência do garoto, quando o celular dele tocou de novo. J: o prazer foi todo meu, na verdade tenho muita sorte, nem sempre você conhece uma mulher tão gostosa. Mariana me leu a mensagem dizendo que o garoto era muito gentil e educado. Ao ouvir isso comecei a rir, já que as intenções do garoto eram óbvias. K: é óbvio que o cara quer você. M: claro que não, tem mil garotas gatas no trabalho, por que ele repararia em mim? K: pois você é uma dessas mil garotas gatas, motivos para reparar em você não faltam. M: vou te provar que você está errada. Mariana voltou ao telefone e respondeu: M: muito obrigada, mas você não deveria dizer essas coisas para alguém que acabou de conhecer e que além disso é mais velha que você, me diz, quantos anos você tem? J: não acho que você tenha muitos anos a mais que eu, faço 19 anos no próximo mês, além disso para o amor não há idade. M: mas que coisas você diz, você é uma criança, o que você vai saber de amor? J: está bem, me deixei levar, ainda não vamos falar de amor, mas sim de como você é gostosa. Mariana se sentiu desconfortável com o rumo da conversa e decidiu parar de responder. Na manhã seguinte, quando revisou o telefone, percebeu que tinha outra mensagem. J: mal posso esperar para te ver no trabalho. Mariana se sentiu desconfortável e ao mesmo tempo lisonjeada, que um garoto de 19 anos reparasse nela lhe pareceu interessante. Assim passou um mês, Mariana me comentava de vez em quando que o garoto não parava, apesar de ela deixar claro que não estava interessada. Até que numa noite de bebidas, Mariana e eu decidimos ir a um motel. Ao chegar, pedimos uma garrafa de vinho para continuar com o álcool e decidimos encher o jacuzzi. Enquanto esperávamos, começamos a conversar sobre sexo e fantasias para ir esquentando o clima. Ela voltou a tocar no assunto do ménage, ficamos dando voltas no assunto sem chegar a uma conclusão, era óbvio que os dois queríamos, mas o O medo de abrir uma porta para o desconhecido nos impedia. A chegada de uma mensagem no telefone da Mariana interrompeu nossa conversa. J: você me deixa te convidar para um drink ou vai continuar me ignorando...? Mariana estava pronta para dar mais uma negativa, até que eu a interrompi. K: olha, se continuarmos enrolando, talvez nunca tenhamos coragem de realizar nossa fantasia. Então, se você topa... M: você está louco! Você vê que o cara não para de me perturbar, vou dizer não e pronto. K: pensa um pouco, é nossa chance. Ele não é um completo desconhecido e também não é alguém que possa causar problemas no nosso relacionamento... Depois de dar mil razões, consegui fazê-la aceitar. M: tudo bem, mas como fazemos? K: deixa comigo. Peguei o telefone da Mariana e respondi ao cara: M: te proponho algo melhor, o que acha? J: isso me parece bem, farei o que você disser. M: vou te mandar um táxi. Quando chegar ao destino, me liga. J: mas para onde o táxi vai me levar? Qual é o plano? M: você não disse que faria o que eu mandasse? J:... M: tranquilo, tenho certeza que vai gostar do plano. J: está bem, te mando meu endereço. Assim que ele nos mandou o endereço, chamamos um táxi por aplicativo. Nós estávamos nervosos, o aplicativo indicava que o cara chegaria em 30 minutos. Por 20 minutos ficamos calados. Ao ver que o cara estava prestes a chegar, decidi quebrar o silêncio. K: você tem certeza disso? M: claro que não, mas não tem mais volta. Ao ouvir o nervosismo na voz dela, peguei suas mãos e comecei a beijá-la. Um beijo romântico para nos relaxar. Continuando a nos beijar, foi se transformando num beijo tão cheio de luxúria. Era óbvio que nós dois estávamos excitados com a situação, até que o telefone da Mariana nos interrompeu. J: já estou aqui. M: perfeito, estou no quarto 308. Os minutos começaram a passar devagar. Foram os 5 minutos mais longos da minha vida. Me sentia como num sonho, como se nada do que estava acontecendo fosse real. Acordei de batida ao ouvir a batida na porta. Mariana foi abrir, e o garoto, ao entrar, tentou beijá-la imediatamente. Ela o segurou e disse: "Antes temos que conversar" - apontando para mim ao mesmo tempo.
K: Oi, sou o namorado da Mariana.
J: O que está acontecendo aqui?
M: Calma, vamos explicar tudo, entra.
O garoto entrou nervoso, sem saber o que esperar. Para que ele percebesse que não havia problema, me aproximei para oferecer uma taça de vinho, que ele aceitou com a mão trêmula.
M: Olha, meu namorado e eu estamos há um tempo considerando a ideia de fazer um ménage. Você está interessado?
O garoto passou o olhar dela para mim, de um para o outro repetidamente. Dava pra ver que ele estava mais nervoso que a gente, e era de se esperar - ele tinha apenas 19 anos.
K: É algo que conversamos e decidimos que você é um bom candidato. Sério, não tem nada com o que se preocupar.
O garoto continuou nos encarando sem dizer uma palavra. Mariana e eu trocamos olhares, questionando se aquela tinha sido a melhor decisão. Vendo que ele não parecia muito disposto, Mariana decidiu fazer uma última tentativa. Aproximou-se lentamente dele, pegou sua mão e o levou até a cama. O garoto andou desajeitadamente, mas sem mostrar resistência. Mariana o colocou na beirada da cama e começou a beijá-lo devagar. Ele, aos poucos, começou a corresponder.
Eu caminhei até ficar atrás da Mariana, coloquei minhas mãos na cintura dela e comecei a beijar seu pescoço. Mariana, percebendo que nosso convidado estava ganhando confiança, começou a tocar seus braços e peito. O garoto era alto e magro, não era do tipo musculoso, mas dava pra ver que malhava. Mariana levantou a camiseta dele até tirá-la e continuou passando as mãos por cada parte do seu corpo. Ao descer, pegou as mãos dele e as levou até seus seios. Eu me limitei a tocar as costas da Mariana e massagear sua bunda linda.
O jovem, já mais solto, tirou a blusa da Mariana. Com as mãos, libertou seus seios pequenos mas firmes. Sem pensar, começou a beijá-los e passar a língua... Lambendo seus mamilos, Mariana soltava gemidos baixinhos que mostravam o quanto estava gostando. Eu desabotoei a calça dela e comecei a puxar para baixo, revelando a calcinha fio dental preta que ela usava. Passei minha mão lentamente entre suas pernas e percebi o quanto ela estava molhada, então comecei a masturbá-la. Ao sentir o estímulo, ela começou a gemer cada vez mais alto. Com pressa, ela se virou para a calça do cara e, com uma habilidade incrível, tirou o cinto e desabotoou o botão. Enquanto abaixava a calça dele, foi se agachando até ficar de joelhos. Pegou a cintura da cueca e puxou de uma vez só, fazendo o pau do cara saltar como uma mola. Mariana ficou parada por um momento, virou a cabeça procurando meu olhar. Notei claramente sua expressão de surpresa — era um pau bem grande. Por um instante, me senti intimidado, já que era maior que o meu. Mariana pegou minha mão e trocou a cara de surpresa por um sorriso que me devolveu a confiança.
Ao voltar o olhar para o cara, Mariana disse:
— Mas que pau gostoso você tem! Com certeza tomamos a decisão certa.
Ela pegou a rola enorme com a mão e começou a masturbá-lo, aproximando os lábios da cabeça para começar a chupar. Em um momento, percebi que eu não estava mais participando. Caminhei lentamente até um banco que havia no quarto, sentei e me preparei para libertar meu pau da prisão. Mariana me olhou estranhada, e eu disse:
— Esta é sua noite, e quero ver você aproveitar.
Ao ouvir essas palavras, Mariana começou a dar uma chupada monumental no cara. Eu não conseguia acreditar que ela enfiava aquele pau enorme inteiro na boca. O cara se contorcia de prazer enquanto, com uma mão, segurava a cabeça de Mariana para começar a ditar o ritmo da chupada. Sentindo que estava perto de gozar, o cara tirou o pau da boca dela e levantou Mariana. Rapidamente, a virou e puxou a calcinha fio dental para baixo. Ajoelhou-se e, com as duas mãos, separou as nádegas da minha namorada, começando a enfiar a língua. na sua buceta e passar pelo seu cú, era uma imagem incrível, ver a Mariana gemer daquela forma me deixou a ponto de explodir, por isso decidi mudar de posição, sentei na cama de frente para Mariana. K: que tal nosso convidado está se saindo? M: ele está chupando meu cú, incrível!!! K: o que mais você quer que ele faça? M: quero que ele me coma! Que me coma com força!! O garoto ao ouvir essas palavras se levantou e ficou atrás de Mariana, começou a introduzir o pau dele nela, o rosto da Mariana se desfigurou de prazer e soltou um gemido que quase me fez gozar. O garoto a pegou pela cintura e começou a dar embradas brutais, Mariana gemendo e me dizendo M: você gosta? Gosta de ver como me comem? Como estão fodendo sua namorada? Eu impactado pela imagem mal conseguia formar palavras, até que consegui dizer -eu adoro ver você aproveitando- M: estou aproveitando muito esse pauzão, estão me comendo como nunca. Ao ouvir essas palavras senti um mar de ciúmes e excitação, estava num ponto de confusão total, e mais ainda ao ouvir o que o garoto tinha a dizer sobre isso. J: você gosta, sua puta? Eu sabia que você ia gostar do meu pau, dava pra ver que você era uma putinha tarada. M: siiim, eu adoro seu pau!!! Sou bem puta mesmo!!! J: de quem você é puta? M: sua!!! Sou sua puta, me come como quiser!!! Eu estava incrédulo, nunca imaginei que minha namorada dissesse essas palavras para outro homem, durante o sexo sempre falávamos coisas, mas ouvir ela se declarar puta de outro estava me deixando maluco. O garoto com uma mão pegou seu cabelo para poder dar embradas mais fortes e com a outra mão começou a dar palmadas na sua bunda que ecoavam como trovões, Mariana gemendo intensamente com cada palmada, suplicando para ele continuar, para não parar. Depois de mais algumas embradas, com um movimento rápido e preciso, ele tirou o pau da Mariana e a girou, lançando uma grande quantidade de porra no seu peito e algumas gotas que chegaram ao seu rosto, perto dos lábios, Mariana as alcançou com sua língua e as saboreou. O garoto foi para o banheiro, Mariana aproveitou para começar a se masturbar e me ajudar a gozar, enquanto me dizia:
M: mas que delícia, porra!
K: o que foi que você mais gostou?
M: o tamanho do pau dele e como ele me metia com força!
Antes que eu pudesse continuar perguntando como tinha sido, eu gozei em grande quantidade. Ela pegou meu sêmen com a mão e levou à boca, me dizendo: "você sempre será o único". Essas palavras me trouxeram uma grande tranquilidade, porque eu sabia que, mesmo ela tendo acabado de transar com outro na minha frente, ela sempre me respeitaria. Mas eu não contava com o que ainda viria naquela noite...
Continua...
3 comentários - Dando o primeiro passo
ella de tener miles de dudas pasó a decirle a otro que es su puta enfrente de vos sin medir las consecuencias
el pasó del pibe tímido sin reacción a parecer un corneador experimentado de 50 años
jajaja naaa esto no sucedió de verdad ni en pedo