Beleza. Como vai minha querida comunidade??:
Isso que vou contar é uma das coisas mais taradas que já me aconteceu. Fica com vocês se é a mais louca....
Já contei das experiências que tive com a minha então sogra. Experiências únicas e sem repetição. Já que, por causa das circunstâncias, nunca mais rolou nada.
Depois de um tempo de relacionamento com a minha então namorada e depois esposa, a gente se separou. O relacionamento não dava mais. Na época em que a conheci, as irmãs dela eram pequenas. Tinham 14 e 12 anos, as mais velhas. A de 14 já tinha 18 anos na época da separação.
Pela criação que tiveram, eram muito rígidos com ela. Ela quase não saía e vivia sendo vigiada.
E eu segui minha vida longe dessa família. Morei sozinho e cuidei da minha vida.
Depois de 2 anos, por questões que não vêm ao caso, fiquei na rua, e minha ex-parceira me propôs morar com ela e as irmãs dela. Dadas as circunstâncias, aceitei. Mesmo meio contrariado, como quem diz.
A gente vivia como se nada fosse, cada um na sua vida, atividades e amizades.
Eu sempre fui um cara de pau duro e bem masturbador, como vocês sabem.
Chegava no fim da tarde em casa, quando minha ex-convivente ia trabalhar num restaurante da região.
Minha outra cunhada estudava e ia pra faculdade.
Então ficava com minha cunhada mais velha, que vou chamar de Leonela.
Leo era uma morena gatinha bem bonita, uma versão bem mais nova da minha sogra e da minha ex.
Por essa época e até hoje, eu sou louco por peitos. Adoro mulher peituda e já imagino logo umas siriricas e encher de porra cada peito que aparece. Mas a Leo não era assim, não era meu tipo. O que me chamou a atenção foi a bunda enorme dela e o hábito de usar leggings que deixavam esse atributo bem à mostra.
Naquele verão, comprei uma piscina, e uma tarde minhas duas cunhadas me chamaram, meio envergonhadas. Me dizem: Você que tem um celular bom, não tira uma foto pra gente?? Enquanto se olhavam e riam.
Minha outra cunhada, já casada e que não morava com a gente, mas desde pequena também teve um cu redondo e gigantesco.
Eu: Sim, melhor assim.
Imediatamente entram na água deixando os cus pra fora, de costas pra mim.
Caralho!!! Quase que a pica explode!!! Que cus gostosos!!!
Saíram rindo, gritando: "E aí, como ficaram?".
A piscina ficava no quintal dos fundos e eu tirei as fotos pela janela, com o sofá na minha frente. Então foi meio desconfortável elas verem assim, e decidiram dar a volta pela porta da frente. Nós três olhamos as fotos. Escolheram a que mais gostaram...
Me fizeram mandar no WhatsApp e apagar na hora, enquanto elas controlavam tudo.
Tentei apagar isso da minha memória. Sempre critiquei meu estado punheteiro e muitas vezes não sabia distinguir fantasia de realidade. Até os rolês com minha sogra tinham virado só um sonho erótico que tive uma vez, na minha cabeça, mesmo que tivesse sido real.
Assim passava minhas tardes e noites, comendo, batendo papo com o Léo. Até o momento em que ela ia pro quarto dela e eu ficava vendo TV no sofá até dar sono ou minha ex chegar do trampo.
Como tinha tempo pra mim, comecei a punhetar mais. Costumava escolher o sofá da sala, já que meu filho dormia no quarto. Levava um cobertor e as punhetas voltaram a ser rotina, com o tesão da situação.
Depois de um tempo, comecei a notar que a Léo sempre levantava e saía do quarto de repente. Eu já tava sempre pronto pra esconder a parada, com meu cobertor e algum programa de futebol na TV. Era rápido pra guardar, andava sempre de shorts ou moletom. Um masturbador prevenido. A única complicação era se ela me pedisse algo ou eu tivesse que me descobrir, porque a barraca era grande. Quando isso acontecia, pedia um minuto, fingia que tava acordando ou me espreguiçando.
A situação começou a ficar estranha pra mim. Os banhos e ela sair de toalha, sendo uma casa pequena, de 2 quartos, com uma sala a um metro e um banheiro bem no meio dos cômodos. e a sala de jantar. A cozinha dava pra um corredor e era só isso, um corredor do lado do banheiro, com fogão e bancada.
O tesão foi aumentando aos poucos e comecei a me masturbar pensando na minha cunhada e na bunda dela… Fantasiando que a boca dela terminava minhas punhetas. Pensando em só deixar a porra na boca dela, como se aquilo fosse algo possível e não estivesse fora de lugar.
E um dia aconteceu… Assim, do nada.
Sem preparação e talvez do jeito que eu achava que as coisas não aconteciam. Como se via no mundo pornô e que a gente sabia que esse tipo de situação não podia ser real.
Talvez vocês esperem algo mais pesado e com diálogo…
O que rolou foi que eu tava me masturbando, era verão.
Ela apareceu e se tocava na buceta atrás do pilar que separava aquele corredorzinho, no escuro. Só tinha o reflexo da TV… Mas eu vi ela, de canto de olho, fingindo que não.
Continuei me masturbando, não me escondi. Tirei o cobertor e vi os olhos dela vidrados no meu pau. Levantei devagar, não queria assustar ela, o tesão era grande. Fui me aproximando…
Ela, se tocando, se ajoelhou e chupou meu pau. Não brincou, comeu tudo e começou um boquete lindo… Foram uns minutos, talvez 5. Ela levantou, andou um metro, me puxando pelo pau, com a mão, até a bancada. Se virou, abaixou a legging e deixou aquela bunda linda à mostra. Meti assim, na buceta dela… Comi ela por um tempo. Ela ficou muito molhada e gozou, talvez pelo tesão da situação…
As pernas dela estavam encharcadas, o que me deixou mais excitado.
Ela se virou, se ajoelhou e pegou a própria porra. Tudo isso sem falar uma palavra…
Levantou e foi pro banheiro e depois pro quarto dela. Faltava pouco pra minha ex chegar…
E essa foi minha primeira experiência com minha cunhada Léo…
Isso que vou contar é uma das coisas mais taradas que já me aconteceu. Fica com vocês se é a mais louca....
Já contei das experiências que tive com a minha então sogra. Experiências únicas e sem repetição. Já que, por causa das circunstâncias, nunca mais rolou nada.
Depois de um tempo de relacionamento com a minha então namorada e depois esposa, a gente se separou. O relacionamento não dava mais. Na época em que a conheci, as irmãs dela eram pequenas. Tinham 14 e 12 anos, as mais velhas. A de 14 já tinha 18 anos na época da separação.
Pela criação que tiveram, eram muito rígidos com ela. Ela quase não saía e vivia sendo vigiada.
E eu segui minha vida longe dessa família. Morei sozinho e cuidei da minha vida.
Depois de 2 anos, por questões que não vêm ao caso, fiquei na rua, e minha ex-parceira me propôs morar com ela e as irmãs dela. Dadas as circunstâncias, aceitei. Mesmo meio contrariado, como quem diz.
A gente vivia como se nada fosse, cada um na sua vida, atividades e amizades.
Eu sempre fui um cara de pau duro e bem masturbador, como vocês sabem.
Chegava no fim da tarde em casa, quando minha ex-convivente ia trabalhar num restaurante da região.
Minha outra cunhada estudava e ia pra faculdade.
Então ficava com minha cunhada mais velha, que vou chamar de Leonela.
Leo era uma morena gatinha bem bonita, uma versão bem mais nova da minha sogra e da minha ex.
Por essa época e até hoje, eu sou louco por peitos. Adoro mulher peituda e já imagino logo umas siriricas e encher de porra cada peito que aparece. Mas a Leo não era assim, não era meu tipo. O que me chamou a atenção foi a bunda enorme dela e o hábito de usar leggings que deixavam esse atributo bem à mostra.
Naquele verão, comprei uma piscina, e uma tarde minhas duas cunhadas me chamaram, meio envergonhadas. Me dizem: Você que tem um celular bom, não tira uma foto pra gente?? Enquanto se olhavam e riam.
Minha outra cunhada, já casada e que não morava com a gente, mas desde pequena também teve um cu redondo e gigantesco.
Eu: Sim, melhor assim.
Imediatamente entram na água deixando os cus pra fora, de costas pra mim.
Caralho!!! Quase que a pica explode!!! Que cus gostosos!!!
Saíram rindo, gritando: "E aí, como ficaram?".
A piscina ficava no quintal dos fundos e eu tirei as fotos pela janela, com o sofá na minha frente. Então foi meio desconfortável elas verem assim, e decidiram dar a volta pela porta da frente. Nós três olhamos as fotos. Escolheram a que mais gostaram...
Me fizeram mandar no WhatsApp e apagar na hora, enquanto elas controlavam tudo.
Tentei apagar isso da minha memória. Sempre critiquei meu estado punheteiro e muitas vezes não sabia distinguir fantasia de realidade. Até os rolês com minha sogra tinham virado só um sonho erótico que tive uma vez, na minha cabeça, mesmo que tivesse sido real.
Assim passava minhas tardes e noites, comendo, batendo papo com o Léo. Até o momento em que ela ia pro quarto dela e eu ficava vendo TV no sofá até dar sono ou minha ex chegar do trampo.
Como tinha tempo pra mim, comecei a punhetar mais. Costumava escolher o sofá da sala, já que meu filho dormia no quarto. Levava um cobertor e as punhetas voltaram a ser rotina, com o tesão da situação.
Depois de um tempo, comecei a notar que a Léo sempre levantava e saía do quarto de repente. Eu já tava sempre pronto pra esconder a parada, com meu cobertor e algum programa de futebol na TV. Era rápido pra guardar, andava sempre de shorts ou moletom. Um masturbador prevenido. A única complicação era se ela me pedisse algo ou eu tivesse que me descobrir, porque a barraca era grande. Quando isso acontecia, pedia um minuto, fingia que tava acordando ou me espreguiçando.
A situação começou a ficar estranha pra mim. Os banhos e ela sair de toalha, sendo uma casa pequena, de 2 quartos, com uma sala a um metro e um banheiro bem no meio dos cômodos. e a sala de jantar. A cozinha dava pra um corredor e era só isso, um corredor do lado do banheiro, com fogão e bancada.
O tesão foi aumentando aos poucos e comecei a me masturbar pensando na minha cunhada e na bunda dela… Fantasiando que a boca dela terminava minhas punhetas. Pensando em só deixar a porra na boca dela, como se aquilo fosse algo possível e não estivesse fora de lugar.
E um dia aconteceu… Assim, do nada.
Sem preparação e talvez do jeito que eu achava que as coisas não aconteciam. Como se via no mundo pornô e que a gente sabia que esse tipo de situação não podia ser real.
Talvez vocês esperem algo mais pesado e com diálogo…
O que rolou foi que eu tava me masturbando, era verão.
Ela apareceu e se tocava na buceta atrás do pilar que separava aquele corredorzinho, no escuro. Só tinha o reflexo da TV… Mas eu vi ela, de canto de olho, fingindo que não.
Continuei me masturbando, não me escondi. Tirei o cobertor e vi os olhos dela vidrados no meu pau. Levantei devagar, não queria assustar ela, o tesão era grande. Fui me aproximando…
Ela, se tocando, se ajoelhou e chupou meu pau. Não brincou, comeu tudo e começou um boquete lindo… Foram uns minutos, talvez 5. Ela levantou, andou um metro, me puxando pelo pau, com a mão, até a bancada. Se virou, abaixou a legging e deixou aquela bunda linda à mostra. Meti assim, na buceta dela… Comi ela por um tempo. Ela ficou muito molhada e gozou, talvez pelo tesão da situação…
As pernas dela estavam encharcadas, o que me deixou mais excitado.
Ela se virou, se ajoelhou e pegou a própria porra. Tudo isso sem falar uma palavra…
Levantou e foi pro banheiro e depois pro quarto dela. Faltava pouco pra minha ex chegar…
E essa foi minha primeira experiência com minha cunhada Léo…
6 comentários - Minha cunhada - Re muito real
que bien la Leo.
+10. y sigo leyendo...