Essa história é simples e nada tirada da imaginação, porque nem eu pensava que ia acontecer. Talvez até pensasse, mas achava que tava maluco ou que não ia rolar. Minha amiga e a mãe dela: ela é baixinha, tem uma bunda grande e peitos médios. Já a mãe é mais alta que ela, gordinha e com peitões. Conheço elas desde que era adolescente e sabia que um amigo meu comia a minha amiga, e eu servia de disfarce, porque ela me apresentava umas amigas pra eu comer toda vez que a gente bebia. Depois de uns anos, precisei mudar de estado, já faz muito tempo que tô longe de onde nasci, moro a 12 horas de viagem.
Desde que começamos com o Facebook, a gente adicionou vários conhecidos, e foi aí que um dia eu tava num relacionamento. A gente discutiu, separou, e quem quer se fode, e fui eu. Fiquei deprimido, perdi meu emprego e me isolei de tudo. Tava mal, e postava umas coisas sobre solidão no Facebook. Foi quando ela e outras amizades me mandaram mensagem perguntando se eu tava bem, e a gente conversou depois por telefone. Foi assim que acabei contando tudo pra ela. A verdade é que a gente discutia porque eu queria transar todo dia de manhã ou de noite, e ela dizia que tava cansada e dormia, mas depois de um oral ela já ficava na minha mão. A coisa foi ficando feia e eu terminei. Ela riu, falou que na minha idade querer transar assim era loucura, e as conversas foram ficando mais putarias. Mandei uma foto da minha rola e ela disse: "não tá mal, mas depende de quanto aguenta trabalhando". Eu ri. Depois falei que nas férias ia pra lá, e ela disse: "me avisa".
Mas eu não parava de ficar deprimido e continuei bebendo por umas três semanas. Nesse tempo, conheci uma mina e comia ela de tarde, porque ela é casada. Depois arrumei um trampo e, com o tempo, viajei. Chegando lá, fui primeiro na minha família, depois nas amizades, e comi uma ou outra, porque desde novo eu era bem cachaceiro. Quando visitei ela, compramos carne e cerveja e nos divertimos. Já de madrugada, meio bêbada, ela me fala: "seu filho da puta". Seu filho da puta, só veio pra foder que nem coelho e eu tava rindo, aí perguntei: "cê não come ninguém, não?" Ela disse que, como é divorciada e a ação tá rolando, o ex-marido tira foto dela pra mostrar como se fosse santa, e não queria confusão. Já na bebedeira, falei: "então conta comigo". Ela disse que eu era doido, mas que ia ver a mãe dela pra decidir o que fazer. Os três já tavam meio altos, e ela entrou no banho pra espairecer. Enquanto tava lá, eu beijei ela e tirei a pica pra fora. Foi quando falei: "alguém quer um beijo também?" Ela chupou bem, mas não dava pra foder no quintal, então esperamos. A mãe voltou, e a conversa foi esquentando, mas até aí nada. Depois ela perguntou: "vai dormir aqui ou chamo um táxi?" Falei: "se quiser que eu vá, eu vou; senão, vou embora quando acordar." "Fica, não seja idiota", e eu fiquei. Continuamos bebendo. A mãe da minha amiga foi dormir, e eu fiquei na sala. Pedimos mais cerveja de um boteco clandestino por telefone. Falei: "sua mãe já dormiu?" Quando dei um tapa na bunda dela, ela começou a rir, foi espiar e disse que a mãe tava tomando banho e ia dormir. Continuamos bebendo. Depois de meia hora, ela disse: "vou tomar banho." "Ok." Quando saiu, tava de short de algodão de pijama e sem sutiã. Só olhei pra ela e falei: "cê me deixa com muito tesão, filha." Começamos a nos beijar. Mandei ela chupar minha pica, e ela falou que era bem cabeçuda, e a boquinha dela ficava fenomenal chupando. Puxei o short pro lado e comecei a dedar ela, chupei a buceta dela, e ela disse que tava gostoso. Aí me acomodei no sofá e mandei ela se ajoelhar pra chupar minha pica. Segurei a cabeça dela e enfiei até o fundo. Entrava até a metade, e ela tirava e falava: "não seja filho da puta, piranha." Falei: "se vira sozinha." Ela abaixou o short e foi sentando devagar, dizendo: "que pica gostosa, papai." Pra verdade, depois de dois filhos que ela teve (cesariana, mas tudo bem), tava bem apertadinha. Enfiei um pouco mais da metade, e ela subia e descia. Até que numa dessas, ela se deixou cair e me mordeu. O ombro e ela falou "não fode, mano, goza dentro" e eu realmente sentia que tava tocando, mas depois ela se mexia bem gostosa e eu abracei ela pela bunda e enfiava o dedo no cu dela, falei no ouvido: "vou encher esse cuzão de porra". Ela disse que eu era louco, que eu tinha ela muito grande, que o ex-marido dela só comia ela porque tinha a piroca pequena, e continuava montada. Ela fala: "vou gozar, papai" e começou a apertar e me apertava por dentro a buceta dela. Aquele cachorrinho chupava minha piroca pra caralho, mas como eu tava bebendo, não gozava. Coloquei ela de quatro e comia ela e enfiava o dedo no cu e ela não falava nada, depois ficava mais e mais excitada. Enchia o cu dela de saliva e enfiava dois dedos e ela apertava mais. Tirava a piroca e enfiava de novo e ela falava "papai, não faz maldade" e apertava. Coloquei a cabeça da piroca no cu dela e só encostava e ela dizia "vai doer pra caralho, sério, me dá pela frente e goza dentro se quiser, mas vai doer". Não ligava e ficava alternando, até que o cu dela tava mais dilatado de tanto dedo e enfio a cabeça da piroca no cu e ela fala: "não fode, dói, mas é gostoso pra caralho". Tirei e enfiei na buceta quando ela foi de novo e não tirei mais do cu. Fui enfiando devagar até entrar tudo, e beijava o pescoço dela e falava no ouvido: "agora sim você vai gostar dessa piroca". E ela disse: "já gostei, você é bem porco pra me comer e eu gosto disso". Comecei a comer devagar, depois ela apertava e disse: "vou gozar, caralho", e eu bombando. Depois fomos pro chão e coloquei ela pra montar em mim e ela enfiou na buceta e eu falei: "não seja safada, eu quero gozar dentro desse cu". E ela disse: "como se você não sente dor, caralho?" e foi se sentando enquanto cavalgava minha piroca com o cu, tocava no clitóris e quando ela falou de novo: "goza dentro, por favor, não aguento mais", e eu falei: "se você pedir direito e prometer que amanhã antes de eu ir vamos transar, eu gozo rápido". E foi assim, meti rápido e gozei no cu dela. Ela me beijava mas não tirava a piroca do Cu, a gente se beijou tipo uns 5 min, aí ela tirou a calcinha e foi tomar banho. Depois eu tomei banho e ela falou "já vou dormir". Aí eu chupei a rola dela antes dela ir, falei "vou ficar na sala dormindo enquanto bebo mais uma cerveja". Ela respondeu "deita na outra cama que é do lado", tipo no outro quarto — "aqui eu durmo com minha mãe". "Ok", consegui falar. Quando ela volta, fala "cara, minha mãe não tá". Aí quando procura, descobre que ela tá no outro quarto, mas tava dormindo lá, e esse quarto dá pra sala. Será que a piranha nos viu? Fica a pergunta no ar. De qualquer forma, falei "tá bebada, não vai lembrar". Ela foi dormir e depois de um tempo vejo ela levantar e perguntar "e aí, neném, tá bem?" "Tô", respondi. Ela tomou mais duas cervejas, foi no banheiro e quando voltou entrou de novo naquele quarto. Antes de ir, falou: "tá calor demais, melhor dormir sem calcinha". "Ok", falei, "tomara que não dê um treco nela", hahahaha. A gente começou a rir. Eu continuei bebendo e fui no quintal fumar. Depois, meio doido, comecei a pensar na coroa sem calcinha e fiquei curioso pra ver a buceta dela, já que ela é gordinha. Mas já tinha passado um tempo, então pensei "já deve tar dormindo". Fui ver minha amiga e ela tava bem dormida — passei o dedo no cu dela e nem acordou. Depois fui ver a mãe e ela tava de barriga pra cima com as pernas abertas. Dava pra ver um pouco, não precisei acender a luz, mas entrei e fui levantando o vestido dela até chegar na buceta. Poucos pelos, mas comecei a passar a língua e ela ficou molhada. Aquela buceta tinha gosto de glória. Aí coloquei as pernonas dela no ombro e fui comendo. Ela reclamava baixinho, não sei se de sono ou se não queria fazer barulho, mas eu tava bombando quando ela fala "assim, assim, assim, que gostoso. Me dá o que você deu pra minha filha. Acha que não vi vocês?" Eu congelei e ela falou "não se assusta, vai ser meu segredo". Aí pensei "foda-se", tirei a rola, tirei a calça, arrumei ela melhor e meti. Acendi a luz e coloquei ela de quatro. Ela mordia o travesseiro enquanto eu metia forte. Diz que pelo cu é de boa, porque ninguém entra lá, e que mãe já bem excitada, falei pra ela: não acredito que sua filha aguenta e você não, criei uma valente e você é fraca. E de tanto provocar e colocar o dedo na bunda dela, ela falou: vou buscar óleo, mas vai devagar, filho da puta, senão te castro. E dito e feito, comi ela pelo cu e ela gritava: porra, quem diria que você ia me comer, né? E eu comia mais forte até gozar dentro. Tirei a pica e ela chupava bem gostoso. Falei: posso dormir aqui, já tô casado e cansado? E fiquei. De manhã, acordei com ela chupando minha pica e falei: que despertador bom, senhora, e comi ela de novo. Tomamos café os dois, já que minha amiga não levantava, e depois comi ela de novo no banheiro. As três vezes que comi a senhora, as três vezes foi pelo cu. Duas vezes gozei dentro do cu dela e uma na buceta. Ela disse que sou um bom amante e que pena que eu ia voltar pra Playa del Carmen. Anexo algumas fotos pra vocês imaginarem como é minha amiga e a mãe dela.















Desde que começamos com o Facebook, a gente adicionou vários conhecidos, e foi aí que um dia eu tava num relacionamento. A gente discutiu, separou, e quem quer se fode, e fui eu. Fiquei deprimido, perdi meu emprego e me isolei de tudo. Tava mal, e postava umas coisas sobre solidão no Facebook. Foi quando ela e outras amizades me mandaram mensagem perguntando se eu tava bem, e a gente conversou depois por telefone. Foi assim que acabei contando tudo pra ela. A verdade é que a gente discutia porque eu queria transar todo dia de manhã ou de noite, e ela dizia que tava cansada e dormia, mas depois de um oral ela já ficava na minha mão. A coisa foi ficando feia e eu terminei. Ela riu, falou que na minha idade querer transar assim era loucura, e as conversas foram ficando mais putarias. Mandei uma foto da minha rola e ela disse: "não tá mal, mas depende de quanto aguenta trabalhando". Eu ri. Depois falei que nas férias ia pra lá, e ela disse: "me avisa".
Mas eu não parava de ficar deprimido e continuei bebendo por umas três semanas. Nesse tempo, conheci uma mina e comia ela de tarde, porque ela é casada. Depois arrumei um trampo e, com o tempo, viajei. Chegando lá, fui primeiro na minha família, depois nas amizades, e comi uma ou outra, porque desde novo eu era bem cachaceiro. Quando visitei ela, compramos carne e cerveja e nos divertimos. Já de madrugada, meio bêbada, ela me fala: "seu filho da puta". Seu filho da puta, só veio pra foder que nem coelho e eu tava rindo, aí perguntei: "cê não come ninguém, não?" Ela disse que, como é divorciada e a ação tá rolando, o ex-marido tira foto dela pra mostrar como se fosse santa, e não queria confusão. Já na bebedeira, falei: "então conta comigo". Ela disse que eu era doido, mas que ia ver a mãe dela pra decidir o que fazer. Os três já tavam meio altos, e ela entrou no banho pra espairecer. Enquanto tava lá, eu beijei ela e tirei a pica pra fora. Foi quando falei: "alguém quer um beijo também?" Ela chupou bem, mas não dava pra foder no quintal, então esperamos. A mãe voltou, e a conversa foi esquentando, mas até aí nada. Depois ela perguntou: "vai dormir aqui ou chamo um táxi?" Falei: "se quiser que eu vá, eu vou; senão, vou embora quando acordar." "Fica, não seja idiota", e eu fiquei. Continuamos bebendo. A mãe da minha amiga foi dormir, e eu fiquei na sala. Pedimos mais cerveja de um boteco clandestino por telefone. Falei: "sua mãe já dormiu?" Quando dei um tapa na bunda dela, ela começou a rir, foi espiar e disse que a mãe tava tomando banho e ia dormir. Continuamos bebendo. Depois de meia hora, ela disse: "vou tomar banho." "Ok." Quando saiu, tava de short de algodão de pijama e sem sutiã. Só olhei pra ela e falei: "cê me deixa com muito tesão, filha." Começamos a nos beijar. Mandei ela chupar minha pica, e ela falou que era bem cabeçuda, e a boquinha dela ficava fenomenal chupando. Puxei o short pro lado e comecei a dedar ela, chupei a buceta dela, e ela disse que tava gostoso. Aí me acomodei no sofá e mandei ela se ajoelhar pra chupar minha pica. Segurei a cabeça dela e enfiei até o fundo. Entrava até a metade, e ela tirava e falava: "não seja filho da puta, piranha." Falei: "se vira sozinha." Ela abaixou o short e foi sentando devagar, dizendo: "que pica gostosa, papai." Pra verdade, depois de dois filhos que ela teve (cesariana, mas tudo bem), tava bem apertadinha. Enfiei um pouco mais da metade, e ela subia e descia. Até que numa dessas, ela se deixou cair e me mordeu. O ombro e ela falou "não fode, mano, goza dentro" e eu realmente sentia que tava tocando, mas depois ela se mexia bem gostosa e eu abracei ela pela bunda e enfiava o dedo no cu dela, falei no ouvido: "vou encher esse cuzão de porra". Ela disse que eu era louco, que eu tinha ela muito grande, que o ex-marido dela só comia ela porque tinha a piroca pequena, e continuava montada. Ela fala: "vou gozar, papai" e começou a apertar e me apertava por dentro a buceta dela. Aquele cachorrinho chupava minha piroca pra caralho, mas como eu tava bebendo, não gozava. Coloquei ela de quatro e comia ela e enfiava o dedo no cu e ela não falava nada, depois ficava mais e mais excitada. Enchia o cu dela de saliva e enfiava dois dedos e ela apertava mais. Tirava a piroca e enfiava de novo e ela falava "papai, não faz maldade" e apertava. Coloquei a cabeça da piroca no cu dela e só encostava e ela dizia "vai doer pra caralho, sério, me dá pela frente e goza dentro se quiser, mas vai doer". Não ligava e ficava alternando, até que o cu dela tava mais dilatado de tanto dedo e enfio a cabeça da piroca no cu e ela fala: "não fode, dói, mas é gostoso pra caralho". Tirei e enfiei na buceta quando ela foi de novo e não tirei mais do cu. Fui enfiando devagar até entrar tudo, e beijava o pescoço dela e falava no ouvido: "agora sim você vai gostar dessa piroca". E ela disse: "já gostei, você é bem porco pra me comer e eu gosto disso". Comecei a comer devagar, depois ela apertava e disse: "vou gozar, caralho", e eu bombando. Depois fomos pro chão e coloquei ela pra montar em mim e ela enfiou na buceta e eu falei: "não seja safada, eu quero gozar dentro desse cu". E ela disse: "como se você não sente dor, caralho?" e foi se sentando enquanto cavalgava minha piroca com o cu, tocava no clitóris e quando ela falou de novo: "goza dentro, por favor, não aguento mais", e eu falei: "se você pedir direito e prometer que amanhã antes de eu ir vamos transar, eu gozo rápido". E foi assim, meti rápido e gozei no cu dela. Ela me beijava mas não tirava a piroca do Cu, a gente se beijou tipo uns 5 min, aí ela tirou a calcinha e foi tomar banho. Depois eu tomei banho e ela falou "já vou dormir". Aí eu chupei a rola dela antes dela ir, falei "vou ficar na sala dormindo enquanto bebo mais uma cerveja". Ela respondeu "deita na outra cama que é do lado", tipo no outro quarto — "aqui eu durmo com minha mãe". "Ok", consegui falar. Quando ela volta, fala "cara, minha mãe não tá". Aí quando procura, descobre que ela tá no outro quarto, mas tava dormindo lá, e esse quarto dá pra sala. Será que a piranha nos viu? Fica a pergunta no ar. De qualquer forma, falei "tá bebada, não vai lembrar". Ela foi dormir e depois de um tempo vejo ela levantar e perguntar "e aí, neném, tá bem?" "Tô", respondi. Ela tomou mais duas cervejas, foi no banheiro e quando voltou entrou de novo naquele quarto. Antes de ir, falou: "tá calor demais, melhor dormir sem calcinha". "Ok", falei, "tomara que não dê um treco nela", hahahaha. A gente começou a rir. Eu continuei bebendo e fui no quintal fumar. Depois, meio doido, comecei a pensar na coroa sem calcinha e fiquei curioso pra ver a buceta dela, já que ela é gordinha. Mas já tinha passado um tempo, então pensei "já deve tar dormindo". Fui ver minha amiga e ela tava bem dormida — passei o dedo no cu dela e nem acordou. Depois fui ver a mãe e ela tava de barriga pra cima com as pernas abertas. Dava pra ver um pouco, não precisei acender a luz, mas entrei e fui levantando o vestido dela até chegar na buceta. Poucos pelos, mas comecei a passar a língua e ela ficou molhada. Aquela buceta tinha gosto de glória. Aí coloquei as pernonas dela no ombro e fui comendo. Ela reclamava baixinho, não sei se de sono ou se não queria fazer barulho, mas eu tava bombando quando ela fala "assim, assim, assim, que gostoso. Me dá o que você deu pra minha filha. Acha que não vi vocês?" Eu congelei e ela falou "não se assusta, vai ser meu segredo". Aí pensei "foda-se", tirei a rola, tirei a calça, arrumei ela melhor e meti. Acendi a luz e coloquei ela de quatro. Ela mordia o travesseiro enquanto eu metia forte. Diz que pelo cu é de boa, porque ninguém entra lá, e que mãe já bem excitada, falei pra ela: não acredito que sua filha aguenta e você não, criei uma valente e você é fraca. E de tanto provocar e colocar o dedo na bunda dela, ela falou: vou buscar óleo, mas vai devagar, filho da puta, senão te castro. E dito e feito, comi ela pelo cu e ela gritava: porra, quem diria que você ia me comer, né? E eu comia mais forte até gozar dentro. Tirei a pica e ela chupava bem gostoso. Falei: posso dormir aqui, já tô casado e cansado? E fiquei. De manhã, acordei com ela chupando minha pica e falei: que despertador bom, senhora, e comi ela de novo. Tomamos café os dois, já que minha amiga não levantava, e depois comi ela de novo no banheiro. As três vezes que comi a senhora, as três vezes foi pelo cu. Duas vezes gozei dentro do cu dela e uma na buceta. Ela disse que sou um bom amante e que pena que eu ia voltar pra Playa del Carmen. Anexo algumas fotos pra vocês imaginarem como é minha amiga e a mãe dela.
















3 comentários - mi amiga (tiene faltas de ortografia el relato ok)