Primeiro de tudo, quero agradecer a todo mundo pela boa recepção que meus relatos estão tendo. Lembro que todos são 100% reais. Aqui estão os links dos que tenho:
relato experiência em uma cafeteria: http://www.poringa.net/posts/relatos/4150322/De-trampa-en-una-cafeteria-sanjuanina.html
relato experiência com amiga: http://www.poringa.net/posts/relatos/4151641/Aventura-en-Caucete.html
relato tirando a virgindade: http://www.poringa.net/posts/relatos/4160656/Desvirgando-a-la-salida-de-un-boliche-San-Juan.html
relato com a melhor amiga da minha namorada: http://www.poringa.net/posts/relatos/4167442/Con-la-mejor-amiga-de-mi-novia.html
Beleza, vamos começar com esse relato. Nesse verão, pedi pro meu tio se podia ir trabalhar na banca que ele tem. A verdade é que queria começar a ter aquela "cultura de trabalho" e pensei que não tinha opção melhor, era alguém conhecido, num lugar que eu conhecia e com confiança pra qualquer erro que pudesse cometer.
No começo, trabalhava mais como "faz-tudo" do que outra coisa, ele me mandava repor a mercadoria, ir comprar quando faltava algum produto e receber quem trazia pedido. Eu, como sempre, cumprimentava a galera que vinha e ficava conversando com eles. Conforme o tempo foi passando, meu tio já me deixava atender o pessoal enquanto ele fazia papelada e essas coisas de MEI.
Um dia, tava encarregado de arrumar as caixas de fruta, quando chega uma cliente. A cliente, que vamos chamar de M, não é nada de outro mundo: uma magrinha muito gostosa, uns 35 anos mais ou menos, 1,60m de altura, uma bunda durinha linda e uns peitos normais, bem mediana, mas era muito mais velha que eu e isso me chamou a atenção. Bom, voltando ao relato, quando ela chega, percebo pelo barulho e me viro pra janela da porta (porque tava arrumando as caixas, agachado com a bunda virada pra janela). A mina tava olhando minha bunda hipnotizada (tenho um corpo bom por causa do esporte que pratico). Quando percebi isso, cumprimentei ela
Eu: bom dia, senhorita, o que vai levar?
M: eeeeeeeeh vim buscar macarrão (não lembro o que pediu)
Eu: aqui está, também estão lindas as maçãs, pelo que vi você viu algo gostoso
M nesse momento ficou muito nervosa e o rosto dela ficou vermelho como um tomate, pior que foi embora tendo me pago sem levar as coisas que comprou. Nesse tempo até ela perceber, peguei uma maçã e com um papelzinho coloquei meu número de telefone.
M: ai, esqueci as coisas, que boba (continuava muito corada)
Eu: sem problema, é normal ficar nervosa nesses casos.
Pisquei o olho pra ela, entreguei a sacola e ela se virou andando muuuuito rápido, percebi que ela ficou nervosa e ia aproveitar isso pra conseguir algo mais.
Nunca recebi mensagem dela nem nada, embora toda vez que vinha comprar eu dava umas indiretas que cada vez ela começava a responder de forma mais picante.
Um dia meu tio me pede pra atender o dia todo (eu só trabalhava de manhã, já que à tarde estudava ou treinava, ou os dois juntos), ela vem perto da hora de fechar ao meio-dia e lembro que pede limões e um pico doce (uns pirulitos que vendem). Quando pediu o pico doce, olhei pra ela pensando "que filha da puta que eeeeeeees".
Eu: o pico doce eu te dou, ou fuck you o pirulito?
M: não seja bobo, vai
Eu: não respondeu, se quiser fuck you os dois
Chego perto da janela, vejo que não tinha mais ninguém e abro a porta pra ela
Eu: passa e escolhe os limões (por questão de protocolo, atendíamos as pessoas com a porta fechada)
Ela entra e se abaixa, empinando a raba
M: quero esses dois
Eu: hoje as maçãs estão muito boas.
M: cê viu, qualidade de bairro
Eu: vou ter que provar elas.
Pego o pirulito e "escondo" atrás da minha cabeça
Eu: você tá esquecendo seus picos doces
M: hahaha vai, bobo
Nisso ela estica a mão e eu desvio o pirulito, tiro o papel, coloco na boca dela e a filha da puta A piranha começa a chupar, isso me acendeu de vez
M: Quanto te devo?
Eu: Não lembro quanto é dos limões, me manda uma mensagem daqui a pouco que você vem pagar (bem na hora eu mentindo)
M: Beleza, então.
Ela foi embora, eu fechei o negócio, limpei tudo, almocei e quando tava indo dormir chegou uma mensagem:
M: Oi gatinho, sou a M, conseguiu saber quanto é dos limões?
Eu: Gatinho só de idade, são 20 conto, se puder vir pagar agora que tô sozinho é melhor, porque quando meu tio chegar tenho que prestar conta (mentindo de novo)
5 minutos depois sinto baterem na porta e era ela olhando pros lados como se tivesse sendo perseguida.
Eu: Vem, entra
M: Toma, era só isso
Eu: Vem cá que tenho uma surpresa pra você, ou seu marido mandou você voltar rápido?
M: Olha, gato, meu marido não me manda, sabia?
(Aí percebi duas coisas: 1 que ela era muito submissa ao parceiro e 2 que ali tinha outra fraqueza)
Eu: Aposto que seu marido não te dá coisas doces.
M: A verdade é que não
Viu por isso que os caras são bons, mostro outro doce pra ela, só que dessa vez quando estico a mão pra pegar, seguro o braço dela e puxo pra perto de mim.
M: O que cê tá fazendo, gatinho?
Eu: Quer que eu solte?
M: Isso tá errado, tenho que voltar pra casa
Eu: Você não me disse se quer que eu solte
Nessa hora dou um beijo nela e solto por via das dúvidas, ela me olha nos olhos e fica paralisada, eu vou até onde ela tá, pego no cabelo dela e beijo o pescoço.
M: Aaaai para que eu tenho que ir embora aaaaaaah
Eu: Shhh vai ser rápido, ninguém vai ficar sabendo
Ela me pega pelo cabelo e começa a me beijar com muita paixão, nisso eu me afasto e falo: você tem que terminar o pirulito, descendo a mão até minha cintura, ela estende a mão e eu seguro o ombro dela fazendo pressão pra baixo. Ela me olha nos olhos e se abaixa sem dizer nada, naquele dia eu tava de short esportivo então não tinha muito o que fazer. Tirei meu pau e ela pegou, me masturbando
M: Por isso que você falava que pra umas coisas era criança, espero que saiba usar tudo isso.
Eu: dá um beijo e vai ver que sim
nisso ela começa a chupar e, por deus, que experiência, passava a língua do saco até a ponta da pica, e fazia um movimento de vai e vem ali, enfiava até a garganta e enchia de saliva o tronco inteiro, era a melhor coisa que já tinha acontecido na minha vida.
Eu: aaaaah, puta, os anos se notam
M: tá me chamando de velha?
Eu: eu não como velhas
Levanto ela de uma vez e viro, apoiando no balcão do negócio, abaixo a calça dela e me agacho pra chupar aquela buceta meio peluda que ela tinha.
M: aaaaay meu marido não faz isso, não me bate que não posso chegar com marcas aaaaaaaaaah
Eu: shhhh, você só aproveita
enquanto chupava e enfiava os dedos, percebi que o cuzinho dela ainda era virgem, então enquanto metia os dedos, decidi dar um beijinho
M: o que você tá fazendo?!
parece que não gostou muito da ideia, mas eu toquei o clitóris dela enquanto fazia isso e ela foi se acalmando, quando já senti a buceta bem lubrificada, me levantei e enfiei a pica até o fundo.
M: aaaah AAAAAAAah para para aaaaaaaaaaaaah que gostoso continua aaaaaaaaah
Eu: me chama de criança de novo e eu te marco, agora você é minha puta
M: ai não, papi, nãooo, não faz nada comigo.
nisso, arranho levemente a nádega direita dela com o F (do meu nome), ela só gemia e gemia.
Eu: algum dia já fizeram seu cuzinho, mamãe?
M: se fizer, eu grito, isso sim que não aaaaaaaah (eu acelerava os movimentos pra ela não reclamar) continua continua continua continua que eu tô molhada, vaiii
quando ela começou a inundar minhas bolas com o fluxo dela, aproveitei pra cuspir no meu dedo indicador e enfiar no cu dela, ela nem percebeu, até um tempo depois
M: aaaaah ai, você enfiou, filho da puta aaaaah
Eu: tiro?
M: mmmmmmmh não não aaaaaaaaah goza que eu tenho que ir, vai
Eu: quer meu leite?
M: sim sim, me dá seu leite, criança, vai.
essa última frase me deixou com muito tesão e me deu muita vontade de gozar, tirei a pica e apoiei naquele cu Já estava um pouco dilatada, entrou só um pouquinho e ela soltou um grito de pânico e tesão.
M: não, por favor, não enfia no meu cu que você vai rasgar ele
Eu: shhhhh confia em mim, meu amor
nisso só tinha entrado metade da cabeça, encho aquele cu de porra. Ela se vira rápido, assustada, e se olha.
M: filha da puta, como é que eu vou chegar em casa agora?
Eu: vai direto pro banheiro, ou fala que um cara comeu a mulher dele.
Passei um lenço pra ela, ela colocou na calcinha (porque a velha usava calcinha) e foi embora.
Quando à tarde o marido dela passou pra comprar cigarro porque tinha que ir trabalhar, chegou um WhatsApp pra mim.
M: fui embora sem te pagar os limões, quando posso ir de novo?
Comi ela mais uma vez, mas foi no terreno baldio do lado do bar, embora meu tio tenha visto, que chegava justo pra trabalhar. Durante o verão inteiro ela não voltou a comprar, mandava os filhos. Uns dias atrás fui visitar meu tio no bar e ela foi comprar justo na hora, como sempre ficou vermelha e acabou comprando qualquer coisa.
Daquele corpinho era a moça.
Muito obrigado por ler, qualquer comentário é bem-vindo.
relato experiência em uma cafeteria: http://www.poringa.net/posts/relatos/4150322/De-trampa-en-una-cafeteria-sanjuanina.html
relato experiência com amiga: http://www.poringa.net/posts/relatos/4151641/Aventura-en-Caucete.html
relato tirando a virgindade: http://www.poringa.net/posts/relatos/4160656/Desvirgando-a-la-salida-de-un-boliche-San-Juan.html
relato com a melhor amiga da minha namorada: http://www.poringa.net/posts/relatos/4167442/Con-la-mejor-amiga-de-mi-novia.html
Beleza, vamos começar com esse relato. Nesse verão, pedi pro meu tio se podia ir trabalhar na banca que ele tem. A verdade é que queria começar a ter aquela "cultura de trabalho" e pensei que não tinha opção melhor, era alguém conhecido, num lugar que eu conhecia e com confiança pra qualquer erro que pudesse cometer.
No começo, trabalhava mais como "faz-tudo" do que outra coisa, ele me mandava repor a mercadoria, ir comprar quando faltava algum produto e receber quem trazia pedido. Eu, como sempre, cumprimentava a galera que vinha e ficava conversando com eles. Conforme o tempo foi passando, meu tio já me deixava atender o pessoal enquanto ele fazia papelada e essas coisas de MEI.
Um dia, tava encarregado de arrumar as caixas de fruta, quando chega uma cliente. A cliente, que vamos chamar de M, não é nada de outro mundo: uma magrinha muito gostosa, uns 35 anos mais ou menos, 1,60m de altura, uma bunda durinha linda e uns peitos normais, bem mediana, mas era muito mais velha que eu e isso me chamou a atenção. Bom, voltando ao relato, quando ela chega, percebo pelo barulho e me viro pra janela da porta (porque tava arrumando as caixas, agachado com a bunda virada pra janela). A mina tava olhando minha bunda hipnotizada (tenho um corpo bom por causa do esporte que pratico). Quando percebi isso, cumprimentei ela
Eu: bom dia, senhorita, o que vai levar?
M: eeeeeeeeh vim buscar macarrão (não lembro o que pediu)
Eu: aqui está, também estão lindas as maçãs, pelo que vi você viu algo gostoso
M nesse momento ficou muito nervosa e o rosto dela ficou vermelho como um tomate, pior que foi embora tendo me pago sem levar as coisas que comprou. Nesse tempo até ela perceber, peguei uma maçã e com um papelzinho coloquei meu número de telefone.
M: ai, esqueci as coisas, que boba (continuava muito corada)
Eu: sem problema, é normal ficar nervosa nesses casos.
Pisquei o olho pra ela, entreguei a sacola e ela se virou andando muuuuito rápido, percebi que ela ficou nervosa e ia aproveitar isso pra conseguir algo mais.
Nunca recebi mensagem dela nem nada, embora toda vez que vinha comprar eu dava umas indiretas que cada vez ela começava a responder de forma mais picante.
Um dia meu tio me pede pra atender o dia todo (eu só trabalhava de manhã, já que à tarde estudava ou treinava, ou os dois juntos), ela vem perto da hora de fechar ao meio-dia e lembro que pede limões e um pico doce (uns pirulitos que vendem). Quando pediu o pico doce, olhei pra ela pensando "que filha da puta que eeeeeeees".
Eu: o pico doce eu te dou, ou fuck you o pirulito?
M: não seja bobo, vai
Eu: não respondeu, se quiser fuck you os dois
Chego perto da janela, vejo que não tinha mais ninguém e abro a porta pra ela
Eu: passa e escolhe os limões (por questão de protocolo, atendíamos as pessoas com a porta fechada)
Ela entra e se abaixa, empinando a raba
M: quero esses dois
Eu: hoje as maçãs estão muito boas.
M: cê viu, qualidade de bairro
Eu: vou ter que provar elas.
Pego o pirulito e "escondo" atrás da minha cabeça
Eu: você tá esquecendo seus picos doces
M: hahaha vai, bobo
Nisso ela estica a mão e eu desvio o pirulito, tiro o papel, coloco na boca dela e a filha da puta A piranha começa a chupar, isso me acendeu de vez
M: Quanto te devo?
Eu: Não lembro quanto é dos limões, me manda uma mensagem daqui a pouco que você vem pagar (bem na hora eu mentindo)
M: Beleza, então.
Ela foi embora, eu fechei o negócio, limpei tudo, almocei e quando tava indo dormir chegou uma mensagem:
M: Oi gatinho, sou a M, conseguiu saber quanto é dos limões?
Eu: Gatinho só de idade, são 20 conto, se puder vir pagar agora que tô sozinho é melhor, porque quando meu tio chegar tenho que prestar conta (mentindo de novo)
5 minutos depois sinto baterem na porta e era ela olhando pros lados como se tivesse sendo perseguida.
Eu: Vem, entra
M: Toma, era só isso
Eu: Vem cá que tenho uma surpresa pra você, ou seu marido mandou você voltar rápido?
M: Olha, gato, meu marido não me manda, sabia?
(Aí percebi duas coisas: 1 que ela era muito submissa ao parceiro e 2 que ali tinha outra fraqueza)
Eu: Aposto que seu marido não te dá coisas doces.
M: A verdade é que não
Viu por isso que os caras são bons, mostro outro doce pra ela, só que dessa vez quando estico a mão pra pegar, seguro o braço dela e puxo pra perto de mim.
M: O que cê tá fazendo, gatinho?
Eu: Quer que eu solte?
M: Isso tá errado, tenho que voltar pra casa
Eu: Você não me disse se quer que eu solte
Nessa hora dou um beijo nela e solto por via das dúvidas, ela me olha nos olhos e fica paralisada, eu vou até onde ela tá, pego no cabelo dela e beijo o pescoço.
M: Aaaai para que eu tenho que ir embora aaaaaaah
Eu: Shhh vai ser rápido, ninguém vai ficar sabendo
Ela me pega pelo cabelo e começa a me beijar com muita paixão, nisso eu me afasto e falo: você tem que terminar o pirulito, descendo a mão até minha cintura, ela estende a mão e eu seguro o ombro dela fazendo pressão pra baixo. Ela me olha nos olhos e se abaixa sem dizer nada, naquele dia eu tava de short esportivo então não tinha muito o que fazer. Tirei meu pau e ela pegou, me masturbando
M: Por isso que você falava que pra umas coisas era criança, espero que saiba usar tudo isso.
Eu: dá um beijo e vai ver que sim
nisso ela começa a chupar e, por deus, que experiência, passava a língua do saco até a ponta da pica, e fazia um movimento de vai e vem ali, enfiava até a garganta e enchia de saliva o tronco inteiro, era a melhor coisa que já tinha acontecido na minha vida.
Eu: aaaaah, puta, os anos se notam
M: tá me chamando de velha?
Eu: eu não como velhas
Levanto ela de uma vez e viro, apoiando no balcão do negócio, abaixo a calça dela e me agacho pra chupar aquela buceta meio peluda que ela tinha.
M: aaaaay meu marido não faz isso, não me bate que não posso chegar com marcas aaaaaaaaaah
Eu: shhhh, você só aproveita
enquanto chupava e enfiava os dedos, percebi que o cuzinho dela ainda era virgem, então enquanto metia os dedos, decidi dar um beijinho
M: o que você tá fazendo?!
parece que não gostou muito da ideia, mas eu toquei o clitóris dela enquanto fazia isso e ela foi se acalmando, quando já senti a buceta bem lubrificada, me levantei e enfiei a pica até o fundo.
M: aaaah AAAAAAAah para para aaaaaaaaaaaaah que gostoso continua aaaaaaaaah
Eu: me chama de criança de novo e eu te marco, agora você é minha puta
M: ai não, papi, nãooo, não faz nada comigo.
nisso, arranho levemente a nádega direita dela com o F (do meu nome), ela só gemia e gemia.
Eu: algum dia já fizeram seu cuzinho, mamãe?
M: se fizer, eu grito, isso sim que não aaaaaaaah (eu acelerava os movimentos pra ela não reclamar) continua continua continua continua que eu tô molhada, vaiii
quando ela começou a inundar minhas bolas com o fluxo dela, aproveitei pra cuspir no meu dedo indicador e enfiar no cu dela, ela nem percebeu, até um tempo depois
M: aaaaah ai, você enfiou, filho da puta aaaaah
Eu: tiro?
M: mmmmmmmh não não aaaaaaaaah goza que eu tenho que ir, vai
Eu: quer meu leite?
M: sim sim, me dá seu leite, criança, vai.
essa última frase me deixou com muito tesão e me deu muita vontade de gozar, tirei a pica e apoiei naquele cu Já estava um pouco dilatada, entrou só um pouquinho e ela soltou um grito de pânico e tesão.
M: não, por favor, não enfia no meu cu que você vai rasgar ele
Eu: shhhhh confia em mim, meu amor
nisso só tinha entrado metade da cabeça, encho aquele cu de porra. Ela se vira rápido, assustada, e se olha.
M: filha da puta, como é que eu vou chegar em casa agora?
Eu: vai direto pro banheiro, ou fala que um cara comeu a mulher dele.
Passei um lenço pra ela, ela colocou na calcinha (porque a velha usava calcinha) e foi embora.
Quando à tarde o marido dela passou pra comprar cigarro porque tinha que ir trabalhar, chegou um WhatsApp pra mim.
M: fui embora sem te pagar os limões, quando posso ir de novo?
Comi ela mais uma vez, mas foi no terreno baldio do lado do bar, embora meu tio tenha visto, que chegava justo pra trabalhar. Durante o verão inteiro ela não voltou a comprar, mandava os filhos. Uns dias atrás fui visitar meu tio no bar e ela foi comprar justo na hora, como sempre ficou vermelha e acabou comprando qualquer coisa.
Daquele corpinho era a moça. Muito obrigado por ler, qualquer comentário é bem-vindo.
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