Irmãs: fio dental e calcinha XVII

¿¿Nena?? Tá acontecendo algo?-Perguntava a mãe de novo atrás da porta. - Hum... não mãe... não é nada!-Respondeu Florcha, com o pau do irmãozinho ainda enfiado na buceta. - Achei que você gritou ou algo assim. - Não mãe, tá tudo bem... - Vai tomar banho? - Sim! - Tá bem, querida. Cadê seus irmãos? Florencia não sabia o que dizer, enquanto o irmãozinho ficava parado... a bunda da garota estava se fechando ainda com o pau dentro. - ...Agustina tá deitada... e Martín acho que saiu com os amigos!-Mentiu Florencia. Depois disso, a mãe foi embora. Ufa! Quase foram pegos... mas agora tinha outro problema: Martín tava no banheiro, não com os amigos... - Como você vai falar isso? E se ele descobre que a gente tá aqui? - Shhhhhhhhhhhhh.. cala a boca, cara! Não faz barulho... foi a primeira coisa que me veio na cabeça! Ela tava certa, era melhor não falar e ficar quietos, porque se a mãe ouvisse algo estranho de novo, talvez voltasse ao banheiro e dessa vez abrisse a porta. - Ai.. tira isso que tá doendo muito minha buceta, irmãozinho...-Suplicava Florcha em voz baixa. Martín não ligou, levou as mãos pra frente, tocando os peitos dela por cima da camiseta, enquanto a ponta do pau dele entrava na buceta da irmã. Empurrou mais, mas a bunda da irmã não conseguia abrir tanto. - AHHH!! - Shhhh. - ...É que você tá rasgando minha buceta, cara!-Sussurrava a garota. O garoto foi tirando devagar a cabecinha do pau da bunda da irmã... assim que tirou, a bunda fechou como antes. Desceu, e lambeu mais, pra colocar mais cuspe, isso Flor gostou... depois, se colocou de novo atrás, enfiou no buraquinho e meteu de novo, agora mais fundo, enfiando metade do pau na buceta. Florencia respirava pesado, agora sentindo a bunda abrir bem. O adolescente tentava meter e tirar o membro daquela bunda tão apertada, e tava conseguindo. Tava meio difícil foder ela por A Booty dela assim parada, mas ela não tava nem aí. Agora ele tava metendo e tirando devagar, bem devagarinho, abrindo cada vez mais o cu dela.

A Florencia começou a gostar um pouco, apesar da dor... o irmão dela tava sentindo prazer pra caralho, a buceta do cu da irmã dele tava muito apertada, a pica deslizava lá dentro com toda a babinha, ele tava abrindo o cu da irmãzinha dele... aumentou a velocidade, metendo e tirando o pau mais rápido.

- Aii... mais devagar irmãozinho... ahh... não mete o pau todo que dói!

A Florcha com as mãos abria o máximo que conseguia as bandas dela, pra pica do irmão entrar mais fácil, ainda por cima o moleque tava comendo ela com força, cada vez que metia, enfiava quase a pica inteira dentro do cu... isso causava dor mas também tesão. Não podia acreditar que pela primeira vez tava transando, com o irmãozinho, e ainda por cima no cu!

- Se entra quase toda Flor... mmm... olha como entra a pica toda no teu cu...

A Florcha se olhava no espelho, toda vermelha e cheia de prazer, com a boquinha aberta, suspirando tentando não fazer barulho. Fazia minutos era virgem, mas agora se surpreendia como quase toda a pica do irmão cabia no cu dela... pensava que no máximo quando comia no cu, entrava só um pouco de pica... mas cabia quase toda. Sentia o cu cheio de pica...

O Martín já sentia o orgasmo chegando, apertou forte os peitos da irmã e comeu ela com força, batendo as pernas dele contra as dela, o cu ainda apertava muito, mas já tava mais aberto, depois de mais uns movimentos, gozou, deixou a pica até a metade enfiada dentro do cu, enquanto a porra começava a vazar pra dentro... um jato atrás do outro, tudo dentro do cu da irmã... A Florencia pela primeira vez sentia uma pica dura enchendo o cu dela de porra quente... assim que sentiu, abriu a boca ao máximo enquanto fechava os olhos... tava adorando sentir tanto sêmen. dentro dela. Se sentiu putíssima, e adorou.
Depois de esvaziar os ovos dentro da bunda, Martín foi tirando a pica de dentro, já tendo desvirginado a Florcha pelo cu... deixou ela escorrendo de porra. Mal tirou, o buraquinho da bunda da mina se fechou, mas começou a escapar um fio de porra, que escorria pra baixo, indo até a buceta. A mina tirou as mãos das próprias nádegas, que voltaram ao normal, enquanto sentia a bunda toda quente, cheia de porra.
Já calmo e relaxado, o garoto ficou um pouco preocupado com a irmã. Enquanto acariciava a bunda dela, perguntou:
— Tá doendo, maninha?.. Gostou?
— ..Gostei, sim... embora doa um pouco... te falei pra não meter tudo! Você tem ela muito grande... ainda mais na bunda.
— É que cabia!... acho que dava até pra enfiar mais fundo.
— Bom.. chega. Abre o chuveiro que falei pra mamãe que ia tomar banho, se demorarmos ela vai desconfiar.
Martín vestiu a sunga de novo e foi abrir a torneira do chuveiro, agora a água já caía na banheira. Florcha tirou a camiseta, o sutiã, os tênis, e ficou pelada. Martín olhou pra ela enquanto os dois riam.
— Como eu saio? Se a mamãe tá aí, ela vai me ver!
Florencia abriu a porta de leve, pra espiar se a mãe estava perto. De lá dava pra ver uma parte da cozinha. Felizmente, viu ela lá, arrumando umas frutas.
— Mamãe tá na cozinha... sai agora e tenta não deixar ela te ver... vai!!!
Martín obedeceu, saiu do banheiro e fechou a porta. Espiou, e quando a mãe não olhava pra onde ele estava, saiu dali e foi pelo corredor até o quarto... entrou e ficou lá. Pensou em que desculpa daria pra mãe. Ia dizer que chegou de estar com os amigos e que ela não viu ele chegar em casa.
Florencia entrou na banheira... se reclinou um pouco. A primeira coisa que fez foi se masturbar como uma louca, tocando o clitóris. Depois de gozar, passou sabão pelo corpo todo, e tinha que tirar a cum fora do cu. Ela tava sentadinha na banheira, enquanto a água caía nela, abrindo a bunda pra sair o sêmen de dentro... tentou enfiar um dedo pra tentar tirar. “Uhhh... como dói... filho da puta... como você vai meter inteira em mim...” Pensava Florencia enquanto enfiava o dedo na bunda pra tirar a cum de dentro. Agora doía quando enfiava o dedinho. Tentou tirar toda a cum de dentro da bunda, passou sabão de novo, e finalmente saiu do banho. Foi até o quarto dela enrolada numa toalha, por sorte a mãe não desconfiou de nada. Uma vez lá dentro, tirou a toalha e ficou pelada, enquanto a irmã Agus tava sentada na cama conectada na internet. Aí, contou o que tinha acontecido... Obviamente, Agustina não acreditava, ou achava que era brincadeira. Depois de saber que era sério, as duas se abraçaram, cientes do que tavam fazendo, da primeira vez, do incesto... um monte de emoções. - Florencia!... você comeu de bunda antes de mim! - Brincou Agustina. - Viu!!!.. finalmente te superei em algo!!! - Respondeu Florcha. Agora a situação mudava... Agustina era virgem de cu, e Florencia era virgem de buceta... ficaram conversando sobre como tinha sido tudo. Agustina a parabenizou e perguntava se doía, ou como se sentia. A irmã mais nova explicou até como encheram a bunda dela de cum quente, enquanto se vestia. Depois disso, chegou a noite, e todos jantaram na cozinha sem novidades. Depois do jantar, a mãe foi dormir, e as meninas também foram pro quarto, já se deitando pra amanhã. Martín ficou de limpar e esfregar os pratos, depois ficou um tempo conectado na internet antes de dormir. Nesse tempo, ficou conversando com um amigo no chat, até dar sono. Foi pro quarto dele, e tirou toda a roupa menos a cueca. Deitou na cama, e antes de dormir, veio na Lembrou do que tinha acontecido à tarde, e como tinha comido a irmã pelo cu. Não conseguiu evitar, e foi ficando duro... ia bater uma lembrando de tudo, mas pensou: “Por que vou me masturbar?.. E se eu fuder ela de volta?”

Um sorriso escapou... já não batia mais uma, agora estava ao alcance dele comer quando quisesse. Se as irmãs quisessem, claro. Levantou-se, e assim de cueca, saiu do quarto e entrou no das irmãs sem fazer barulho. Fechou a porta atrás de si. As duas ainda estavam acordadas. Agustina ouviu o barulho e acendeu a luz do criado-mudo. A mais velha estava deitada, enquanto Florcha estava sentada na beira da cama, passando um creme nas pernas, de sutiã e fio dental.

Sem dizer mais nada, o adolescente se aproximou da cama de Florencia, enquanto as duas olhavam para ele. Agarrou as pernas da irmã e a deitou. Ela se deixou fazer, vendo o que o irmãozinho estava tramando. Depois, levantou as pernas dela e as abriu, com ela deitada de barriga para cima.

- O que você tá fazendo? - Perguntou a garota rindo.
- Quero comer sua buceta de novo, Flor!

Florencia abriu a boca surpresa.

- Ah é?... Quem você pensa que eu sou?.. Sua puta?

Martín não disse nada, simplesmente assim como estava, agarrou o fio dental da irmã e puxou pelas pernas... deixou jogado de lado na cama. Cuspiu nos dedos e levou ao cu de Florcha, meteu a mão entre aqueles peões enormes e passou no buraquinho enchendo de saliva, e puxou o pau pra fora da cueca... se inclinou um pouco sobre ela, parado na beira da cama, pra encostar a ponta da rola na entrada do cu da irmãzinha. Como não acertava, Florencia agarrou o tronco do pinto e ela mesma colocou na entrada da buceta dela.

Florcha estava deitada na cama de barriga pra cima, com as pernas abertas e levantadas, com a buceta na beira da cama, e o irmãozinho em pé apoiando a rola nela. ponta da pica no cu cheio de baba. Daquela posição, ele conseguia ver a cara da irmã dele, e os peitos por baixo do sutiã, mais embaixo via a buceta cheia de pelos. Agarrou as pernas da Florcha e começou a empurrar pra abrir o cu dela e meter a pica... Agustina olhava atenta da cama dela, enquanto Florcha já suspirava, começava a doer quando o irmão tentava enfiar. Depois de algumas tentativas, ele empurrou forte e meteu de uma vez, entrou meia pica. - AI!!! - gemeu a garota de dor. - Shhh... mamãe tá dormindo. Assim que já tinha a pica dele de novo dentro do cu da irmã, decidiu abrir mais ainda fodendo ela... agora se mexia, pra trás e pra frente, metendo e tirando o pau duro daquela entrada tão apertada e fechada... A raba da Florcha tava se abrindo de novo, embora doesse muito. Martín continuava comendo a irmãzinha dele, a sensação de meter a pica naquele cu tão apertado era foda... só de pensar que tava abrindo bem a raba da irmã, já ficava do caralho... e metia mais fundo e mais forte. Numa dessas, empurrou pra frente e deixou de novo quase toda a pica enterrada na raba, ficou assim uns segundos, parado. - Ohhh... Agustina não aguentou mais e levantou da cama, tava curiosa e queria ver, queria ver como ele comia pelo cu, como a irmã dela era penetrada... sentou na cama da Florencia, do lado dela, vendo como a pica do irmãozinho entrava quase toda. - Flor!.. ele mete inteira na sua raba!... – falou Agus, surpresa. O adolescente se moveu pra trás e enfiou de novo... Florcha levou uma mão na entreperna pra se tocar, esfregando o clitóris. Enquanto se tocava no botãozinho em círculos, o irmão metia pelo cu, abrindo cada vez mais... na frente da Agustina. O garoto agarrou forte as pernas dela e se esforçou pra foder mais forte, tava arrebentando o cu da Florcha, a pica tava muito gostosa pelo tesão, enquanto entrava e saía com dificuldade daquele buraquinho tão fechado e apertado, Florencia não aguentou mais e teve um orgasmo, sentindo a buceta cheia daquela pica... Martín viu a cara de puta dela enquanto gozava, isso o levou ao limite e ele enfiou o pau até o fundo, enterrando quase inteiro, Florcha sentiu a buceta se abrir ao máximo enquanto tanta pica entrava no cu dela... - Ahhh... ahhh... chega, maninho... – Disse Florencia em voz baixa, já satisfeita depois do orgasmo. O garoto foi tirando devagar, sentindo como a buceta da irmã apertava o pau enquanto tirava... tirou tudo. Levou as mãos pras nádegas de Florcha, e abriu bem... ali ele via como a buceta dela tava aberta! O buraquinho tava aberto, quase do tamanho do pau dele. - Mmmm olha, Agus... olha como a buceta dela tá aberta. – Disse Martín. Agustina se inclinou e olhou o cu da irmã, viu enquanto Martín abria bem as nádegas... pra ela parecia super aberto, não acreditava como a irmã mais nova tava daquele jeito... - Meu Deus, Flor... não dói? Você tá com a buceta toda aberta, maninha! – Disse Agustina. Florencia não respondeu, Martín colocou a pica de novo no cu dela, e empurrou... dessa vez entrou fácil, já tinha o pau de novo dentro do cu da irmã, enfiou até as pernas baterem na bunda dela, comeu por mais alguns segundos, até que não aguentou e gozou dentro dela... continuou se mexendo, comendo ela ainda enquanto gozava e enchia a buceta dela de porra. Florcha já tava muito cansada, quase completamente fora de si, relaxada, ficava quieta de olhos fechados e boca aberta, deixando comer a buceta e deixando o maninho encher de novo de leite... sentia prazer, dor, por um momento não sabia se o que tava acontecendo era real ou um sonho, ainda não caía a ficha de que não era mais virgem por trás e que tavam comendo a buceta dela. que deixaram ela bem abertona. Martín terminou e tirou a pica do cu da irmã... dessa vez ficou mais aberto que depois da foda no banheiro... o sêmen escorria de novo do buraco, sujando os lençóis da cama. O garoto ficou sentado na cama, super cansado... Florcha nem se mexeu... continuava de barriga pra cima, de pernas abertas, com a raba escorrendo porra... custava a se mover! Martín deu um beijo na testa da irmã, outro na cara da Agus, e foi pro quarto dele descansar. Agustina ficou sozinha com a irmã na cama. Acariciava as pernas dela...
— Tá bem, Flor?...
— Aia... minha raba tá doendo muito, Agus... — disse Florcha, já sentindo um pouco de ardência.
— Imagino!... se o cara meteu tudo nessa bunda... e olha que quando ele meteu em mim na buceta, achei bem grande, não sei como entrou tudo na sua raba, irmãzinha. — disse Agustina pra irmã.
Embora o pau do garoto não fosse nada demais, pra elas parecia grandinho...
— Uh... tá doendo...
— Vou te dar uns miminhos pra passar, Flor...

Agustina se ajoelhou no chão e se colocou entre as pernas da irmã. Se aproximou e começou a dar beijos suaves na raba, que já estava fechadinha de novo. Beijava o buraquinho, pousava os lábios ali, e quando saía um pouco de porra, passava a língua pra limpar... depois de uns minutos dando beijos na raba da irmã e lambendo o cu e a porra que saía, se levantou e pegou a fio dental, colocou na Florcha, e já com a calcinha vestida, ajudou ela a se mexer pra deitar direito e dormir.

Florencia sentia dor e ardência na raba, mesmo com a fio dental, sentia que a porra escapava, mas dormiu na hora. Agustina fez o mesmo, deitando na cama dela.

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Capítulo XX:
O tesão do proibido

Na manhã seguinte, assim que acordou, a primeira coisa que Florcha fez foi levar a mão na raba e se tocar com os dedos no buraquinho por cima da fio dental pra ver se Doía. Enfiou o dedo por baixo da calcinha fio dental e tocou a bunda... sentiu tudo pegajoso, com um pouco de sêmen, mas não sentia dor. Levantou e foi até a cozinha.

A mãe deixou um bilhete pra ela fazer as compras, e ela acordou a irmã pra irem juntas. Tomaram um banho e saíram pra fazer as compras. Enquanto andavam pelos corredores do supermercado, conversavam sobre o que tava rolando com o irmão mais novo e o incesto que estavam cometendo.

— E a bunda? Tá doendo? — perguntou Agustina.
— Não... não dói. Acho que quero fazer de novo — respondeu Florcha.
— Eu também já tô com vontade...

As duas se olharam, sabendo o que iam fazer assim que chegassem em casa. Depois de terminarem as compras, pagaram e voltaram pra casa. Deixaram as coisas na mesa e juntas foram pro quarto do irmão. Abriram a janela pra entrar luz, tava nublado lá fora, e as duas acordaram ele.

O garoto abriu os olhos, pensando que tavam chamando ele pra almoçar, mas não. Assim que acordou, Agustina abaixou o jeans e a calcinha, enquanto dizia pra Florcha que queria ser a primeira. A mais velha subiu na cama, puxou a pica do irmãozinho pra fora — que já tava dura com aqueles toques —, cuspiu na mão e passou na pussy. Já com a buceta cheia de cuspe, sentou em cima do irmão, colocando a pica na entrada da pussy, e foi descendo, enfiando a pica inteira dentro da pussy, enquanto olhava nos olhos do irmãozinho. O adolescente não acreditava... mal tinha acordado e a irmã já tava em cima dele, metendo ela mesma o pau na boceta. Não reclamou, claro... era super gostoso.

Enquanto Florencia olhava, ela também tirou o jeans e enfiou a mão dentro da calcinha pra se masturbar, tocando o clitóris. Agustina apoiou as mãos no peito do irmão e começou a cavalgar em cima dele. Subia e descia enquanto a pussy se moldava. de novo naquela pica dura... no começo tava bem apertada e estreitinha, mas depois foi abrindo e molhando cada vez mais. Em questão de minutos, a mina tava tão excitada que teve que se tocar no clitóris e gozar. O Martín tava suspirando, tentando aguentar o máximo possível, mas ter a irmã mais velha cavalgando em cima dele, enfiando o pau naquela buceta rosada, era difícil de segurar. Depois do orgasmo da Agustina, o moleque avisou que ia gozar também. Antes de ele gozar, a Agus mandou ele esperar.

Ela foi se levantando, tirando devagar o pau da bocetinha molhada, e falou pra Florcha que era a vez dela. A mais nova fez igual a irmã: tirou a calcinha, se ajeitou na cama em cima do Martín, uma perna de cada lado, passou cuspe na Booty, pegou a pica, que tava cheia dos fluidos da irmã, e apontou pro cu dela. Enfiou no buraquinho, e foi sentando em cima, metendo devagar aquela pica dura no cu... foi entrando de mansinho, até sentar de vez, sentindo a pica toda dentro do rabo.

- Ai... que grande que é teu pinto, irmãozinho.

Imitou a irmã, e se mexia subindo e descendo o quadril, pra pica do moleque entrar e sair do cu dela. Já tava muito puta, e se tocava no clitóris de novo... enquanto dava pra cima do irmãozinho, não conseguiu evitar de gozar com aquela pica enfiada no cu... suspirou e gemeu que nem uma putinha, ficando paradinha com o pau todo cravado no rabo.

Depois de uns segundos, saiu de cima, e pegou a pica dele com a mão... começou a bater uma punheta pro irmão, que não falava nada, só se deixava fazer. A Agustina entrou, empurrou a irmã pro lado, e meteu a pica na boca, chupando que nem uma puta. Enquanto chupava, o moleque avisou que ia gozar. A Agus tirou o pau da boca e bateu uma até sair porra, o leite espirrou um pouco pra cima, batendo na boca, nos lábios, e na Cara da Agustina... a mina soltou a pica, enquanto se levantava de novo, agora com porra na cara e nos lábios. Passou um dedo nos lábios, colocando a gozo na boca, e aí as duas se vestiram de novo. Sem falar nada, saíram do quarto, e só disseram pro irmão que a comida já tava pronta. Simplesmente, as minas comeram o irmão delas. Martín mal conseguiu falar... guardou o pau e levantou pra ir comer, já relaxado pelo orgasmo que elas deram nele. Assim que dava gosto viver. Sentaram pra almoçar, ninguém falou nada sobre o que tinham feito. Depois do almoço, Agustina ficou na mesa comendo um pedaço de bolo de chocolate, enquanto Florcha foi lavar os pratos. Martín abriu a geladeira, pegou um pouco de água, e aí ficou atrás da Florencia. Enquanto a mina lavava os pratos, o irmão dela pegou a calça jeans e puxou até o tornozelo... acariciou a bunda dela, e com tudo isso, a pica foi ficando dura de novo. Tirou ela pra fora da sunga. Pegou a calcinha da irmã e puxou pro lado, colocou a pica na bunda, abriu as nádegas e meteu assim, direto, sem lubrificação. - Ahhhhhhh! Entrou mesmo assim na Florcha. Enfiou na bunda e depois tirou, meteu de novo, já abrindo o cu da irmã... ela não falava nada, só lavava os pratos enquanto cada vez que sentia a pica dentro da bunda, fechava os olhos e suspirava... Martín se abaixou e deu umas lambidas no cu da Florcha, depois se levantou de novo e meteu inteira, batendo as pernas contra as dela. Agarrou ela pela cintura e começou a comer. Comer a irmã pela bunda, em pé, com a calcinha puxada pro lado, enquanto ela lavava os pratos... era excitante demais. Agarrou ela com força e deu mais umas bombadas naquele rabo, deixando bem aberto. Sentiu que já ia gozar, então deixou a pica bem dentro da bunda e gozou. derramando toda a porra de novo dentro da irmãzinha dele. A mina não reclamou, só gemeu enquanto o sêmen escorria pra dentro do cu dela, tava adorando... quando terminou, o moleque foi tirando o pau daquela bunda linda e perfeita, bem redonda e grande... ele puxou a calcinha da irmã de volta, colocando no lugar, e subiu o jeans dela. Ela terminou de lavar os pratos, secou as mãos e abotoou o jeans. Ainda tinha a porra dentro da rabeta, vazando um pouco pra fora e sujando a calcinha. Agustina terminou de comer e, vendo o que os irmãos tinham feito, agora queria mais... foi até o irmão, pegou a pica dele com dois dedos, tava molinha, cheia de cuspe e porra. — Será que sobe de novo, mano? Martín não respondeu... o orgasmo tinha sido muito recente pra ele ficar duro de novo tão rápido. — Vai, irmãozinho... faz essa pica subir que eu quero trepar! O moleque não aguentava mais... precisava ficar duro de novo, mas era difícil o que a Agustina tava pedindo. Mas uma gostosa como ela falando assim, soltando essas palavras, excitava ele pra caralho... — Agus... tira a roupa, se eu te ver pelada vai subir de novo... Agustina obedeceu na hora, tirou a blusa, o sutiã, o jeans e a calcinha, ficou completamente nua na frente do irmão. O moleque observou o corpo da Agustina com atenção... cada dia ela parecia mais gostosa. Depois de uns minutos, o corpo jovem dele respondeu, enquanto ele olhava pras tetas e pra entreperna dela com a buceta aparecendo pra irmã, o pau subiu. Ele puxou a pele pra baixo, mostrando a cabeça do pau pra Agus. A mina sorriu. — Vamos pra sala... Os dois foram até a sala, Agustina tava pelada, se deitou no sofá, abriu as pernas e apoiou os pés no sofá. Martín não precisou esperar mais nada, se inclinou um pouco e se colocou entre as pernas da Agustina, apontou a cabecinha da pica pra entrada da use a palavra: buceta rosadinha da irmã dele, e foi enfiando, abrindo os delicados lábios vaginais da Agus... ficou parado, com o pau cravado na buceta molhada, olhava os peitos dela, enormes... olhava na cara dela... e foi se movendo, pra trás e pra frente, comendo a irmã dele de novo.
- Mmmmm sim.. assim, cara, assim...
Não dava pra descrever aquela sensação gostosa de transar com ela. Era supremo. Depois de um tempo comendo assim, aumentou o ritmo, Agustina não parava de gemer, tirou a cock da use a palavra: buceta e bateu uma por cima dela, gozando no púbis... sacudiu a cock e bateu ela no púbis depilado, espirrando as últimas gotas de porra quente no corpo lindo da garota. Os dois riram juntos, e o cara foi direto tomar banho. Agustina limpou o púbis com um lenço e se vestiu de novo.
Depois do banho, e depois de comer duas vezes naquele dia cada uma das irmãs, Martín tava bem relaxado... como não tinha nada pra fazer, e o melhor amigo não tava, ele foi jogar videogame.
Já era meio da tarde, ele tava sentado no sofá na frente da TV jogando, quando a Florcha apareceu, tava entediada e sentou no sofá do lado do irmão.
- O que você tá jogando? - Perguntou a garota.
- Futebol, irmãzinha...
- Ahh... tá perdendo?
- Siiim!
- ....Quer jogar comigo?
Florencia começou a tirar a roupa... primeiro a camiseta, ficando de sutiã, e depois tirou o jeans. A garota se ajoelhou no sofá, ficando de quatro, feito uma putinha... mas Martín não olhou pra ela. Tava concentrado no jogo.
- Vai.. não me faz implorar... você já sabe o que eu quero... - Florcha.
- O que você quer? - Perguntou o cara rindo.
- ...Que você coma minha Booty.. vai, tira minha calcinha, irmãozinho!
Martín largou o controle de lado, esqueceu do videogame e ficou olhando pra irmã dele. As garotas tinham virado umas vadias com vontade de cock o dia inteiro.
O cara ela só tirou a malha, e agora pelado, tocou um pouco na pica pra ela ficar dura de novo. Pegou a calcinha da Florencia e puxou um pouco até as coxas. Abriu os enormes glúteos da bunda, vendo o cu dela com um pouco de porra da gozada anterior... isso deixou ele com muito tesão. Nem limpou a puta da irmã dele. Ela tava com o cu levemente aberto e cheio de sêmen...

— Você tá com a bunda cheia de porra, irmãzinha.

Ele já tava com a pica dura, cuspiu no cu dela e enfiou ali...

— Ahhhh!

Enterrou de novo na bunda, na hora meteu com força, entrando e saindo daquele rabo, a Florcha ainda sentia um pouco de dor quando ele enfiava, mas ela gostava. Fazia pouco tempo que era virgem, mas agora já tava sendo macetada toda hora.

O Martín percebia que lá dentro tava tudo quente, e ainda por cima, cada vez que tirava a pica, ela saía cheia de porra da gozada anterior... enfiou o pau bem até o fundo. Adorava comer aquela bunda linda, bem gordinha.

— Quer mais porra dentro da bunda, Flor?
— Ai sim... — respondeu a menina, tímida.

O adolescente gozou de novo dentro do cu da irmã. Tirou a pica de dentro, e já tava escorrendo bastante porra da bunda, caía pelas coxas dela.

— Valeu, irmãozinho... te amo.

A menina se levantou, deu um beijo no rosto do irmão, pegou a roupa e foi tomar banho, andando com o cu cheio de sêmen.

Eles passavam o dia inteiro transando.

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O Martín ficou tão cansado que dormiu igual um bicho até o dia seguinte. Já era sexta-feira. Acordou bem tarde... deviam ser umas quatro ou cinco da tarde. Passou no banheiro e depois foi até a cozinha. A Agustina tava lá tomando água, parada do lado da mesa.

— Oi, Agus.
— Oi, irmãozinho... como você dormiu!
— É... tava muito cansado...
— Imagino — disse a Agustina, sorrindo.
— A Flor? — perguntou o garoto.
— Foi na casa de uma amiga.

O Martín abriu a geladeira procurando algo pra comer, pegou umas frutas, enquanto via a irmã mais velha arrumando a bolsa pra sair. Ela tava vestindo uma regata branca que marcava o sutiã, uma saia jeans que batia na coxa, e um tênis esportivo. O moleque observou a irmã, como ela colocava o cabelo atrás da orelha, olhava o decote dela...

- Agus... cê tá afim de transar?

A pergunta pegou a mina meio de surpresa. Sem esperar resposta, Martín caminhou até ela e começou a acariciar, passando a mão aberta pelos quadris dela e por cima dos peitos.

- Agora não, maninho... tenho que ir.

O garoto continuou tocando ela, agora acariciando as coxas, subindo por baixo da saia, enquanto Agustina juntava um dinheiro e colocava na bolsa.

- Cê vai aonde?
- Tenho que ir no salão!

Ele levantou bem a saia dela, pra ver a raba. Ela tava de calcinha rosa, com as bordas brancas... entrava bem no meio da bunda. Tava uma delícia aquela raba com aquela calcinha.

- Cê não tem medo de alguém levantar tua saia e te ver assim?
- Assim como?
- Assim... te ver a raba... a calcinha... caralho... não pode ser tão gostosa assim, maninha... cê é linda.
- Aww... obrigada, pivete... e não, não tenho medo porque ninguém vai botar um dedo em mim!

Martín ficou com o pau durasso.

- Mmmm agora vou ter que te comer, maninha...
- Kkkk... por quê?
- Porque me deixou doido com essa calcinha que cê tá usando!
- Ah, para de ser assim, cara... em 5 minutos tenho hora no salão!
- Ohhh... não seja má, Agus... vai... deixa eu te comer um minuto...

A mina fechou os olhos sentindo as carícias do irmão, ele tocava a bunda dela, as coxas, passava a mão na buceta por cima da calcinha... não conseguia evitar de ficar molhada. O irmão chegou ainda mais perto dela, que já tinha largado a bolsa de lado e apoiava as mãos na mesa da cozinha. Martín puxou o pau pra fora, já duro e excitado. puxou a calcinha rosa pro lado, deixando a pussy rosada descoberta e encostou a cabeça do pau nos lábios da buceta, esfregando um pouco por ali... sentia como eles estavam cada vez mais molhados. Enfiou na entradinha da pussy, já bem molhadinha, e empurrou pra dentro, metendo meio pau. - Ahhhh.... não me dá nem tempo de tirar a calcinha, guy! - Ohh... adoro te comer assim com a calcinha ainda no lugar, irmãzinha... - Mmm... que safado que você é... sabe?.. eu também fico com tesão... - É?.. você gosta muito? - Siii... adoro quando você puxa minha calcinha e mete na minha xota... uhhh... vai... enfia mais fundo! Martín ouviu isso e quase morreu... uma garota linda, a irmã mais velha dele, falando assim, e ainda por cima estar comendo a pussy dela, era demais... sentia o perfume de mulher, sentia o cheiro do cabelo, parecia o paraíso. Que delícia comer uma mina tão gostosa, com o plus do tesão de ser a própria irmã. Ela se inclinou um pouco, enquanto o irmão comia ela devagar, porque a pussy ainda estava meio apertada. Agus olhou o relógio, e já estava muito tarde, não dava pra continuar. - Ai irmãozinho... tenho que ir... você me deixou com um tesão danado, guy! O garoto tirou o pau da buceta da irmã. - Quero gozar, Agus! - Não dá, tenho que ir agora.. olha que horas são! Agustina abaixou a saia, ajeitou a calcinha no lugar, pegou a bolsa e ia sair. Martín tocou a virilha dela de novo, enfiou a mão por baixo da saia, tocando a pussy por cima da calcinha, sentindo ela bem molhada. - Vai pro salão de beleza com a calcinha molhada? - Foi você que deixou ela toda molhada, seu piazinho safado! Ele continuou tocando, agora acariciando o clitóris dela por cima do tecido. Agustina fechou os olhos, sentia a pussy muito molhada já... estava encharcando a calcinha. De repente, tirou a mão do irmão de lá, enfiou ela mesma as mãos por baixo da saia, e se Foi descendo a calcinha rosa até os pés. Tirou ela por cima do tênis e entregou pro irmão dela.
— Não dá pra ir com essa calcinha, molhei ela toda!

Agustina tirou uma toalhinha da bolsa e passou na pussy, se limpando de toda aquela umidade quente... depois de deixar os lábios vaginais dela sequinhos e limpos, já estava pronta pra ir.
— Vai pro salão sem calcinha por baixo da saia?
— Sim, não é a primeira vez que faço isso, irmãozinho.
— Que porquinha que você é... adoro que você seja tão safada.
— Para, vai me fazer molhar de novo!
— Posso bater uma punheta com sua calcinha? Quero encher ela de porra.
— Pode, porco, faz o que quiser com minha calcinha!

A garota não perdeu mais tempo e saiu pro salão, sentindo o ar batendo na virilha... mas a saia não deixava ver nada.

Na mesma hora, Martín sentou numa cadeira. Esticou a calcinha rosa da irmã, procurou a parte da pussy, onde estava bem molhada. Sentiu o cheiro, sendo invadido por aquele aroma de pussy excitada, da pussy quente da irmã mais velha.

Segurou o pau pra bater uma. Tinha a cock cheia de fluidos da boceta da irmã mais velha. Enquanto sentia o cheiro da calcinha da irmã, batia uma punheta lambuzando a mão com os fluidos... quando ia gozar, colocou a peça em cima da cock e gozou, saiu muita porra, sujando toda a calcinha rosa. Passou ela por toda a cock se limpando, deixando o tecido todo melado. Levantou e foi até a máquina de lavar. Jogou ela lá dentro, e como tinha muita roupa, fechou a tampa e ligou.

Agustina entrou no salão, sentou e foi atendida... ficava imaginando o irmãozinho fazendo putaria com a calcinha dela e se molhou de novo... ainda por cima ficava com tesão sabendo que estava sem nada por baixo da saia. Não conseguia evitar se sentir tão porquinha e puta. Terminaram de cortar as pontas do cabelo dela, pagou e voltou pra casa. casa, já era quase noite. Cumprimentou de novo a mãe e o irmão, trocando olhares cúmplices... já de noite, Florcha chegou em casa. Jantaram os quatro juntos em família, e Agustina foi tomar banho. Saiu e se vestiu no quarto, ia sair com as amigas. A mãe já tinha ido dormir, enquanto Florcha estava largada na cama trocando ideia com uma amiga. Agustina já estava se arrumando e se maquiando na frente do espelho do banheiro. Martín estava meio entediado, passou pelo banheiro e viu a irmã passando batom vermelho nos lábios, se olhando no espelho. Entrou no banheiro pra falar com ela.

- Vai sair, Agus?
- Sim... e você?
- Nada...
- Por quê?
- Tô sem muita vontade. Com quem você vai sair?
- Com minhas amigas, bobinho. Com quem você queria que eu saísse?
- Só perguntando!

Agustina passava o batom, Martín estava atrás dela, vendo como ela estava vestida... ela tinha uma camiseta preta justa e uma saia bem curta, também preta, que cobria a bunda e só um pouquinho mais...

- Essa saia não é muito curta? - Perguntou o garoto.
- Você acha?
- Sim!
- E o que você tem a ver com o que eu visto! - Disse ela, sorrindo pra ele pelo espelho.
- Nada... é que não gosto que te olhem...
- Ha... não fica com ciúmes, irmãozinho...

Martín fez uma careta pra ela pelo espelho, enquanto ela ria, tirando uma onda com ele. O garoto olhou pras pernas dela de fora, que pernas gostosas... Agustina agora pegou o lápis delineador e começou a delinear os olhos.

- Você tem alguma coisa por baixo da saia?
- Óbvio, querido... por que essa pergunta?
- Porque você adora andar sem nada por baixo...
- Ha... não se faz de bobo comigo, pivete! - Disse a garota, rindo.
- O que você tá vestindo... calcinha ou fio dental?
- O que você tem a ver com isso. - Agustina ria.
- Não posso saber o que tem debaixo da saia?
- Olha se quiser ver o que tem... - Respondeu a garota, com um sorriso.

O garoto pegou a saia preta pela borda e levantou devagar, enquanto olhava pra Agustina pelo espelho, continuava delineando os olhos. Ele foi vendo a parte de cima das coxas, e a raba, aos poucos... descobrindo que a irmã dele tava usando uma calcinha fio-dental preta. Agustina olhava pro irmão, pelo espelho... sentia ele levantando a saia dela e olhando pra raba e pro fio-dental... foi ficando excitada. Se sentir espiada pelo irmão a excitava...

- Tá toda combinadinha, irmãzinha...
- Gostou?
- Sim. E você gosta disso?

Martín perguntou isso enquanto enfiava a mão na entreperna da Agus, tocando a buceta dela por cima do fio-dental, sentindo os lábios da irmã.

- Sim... gosto muito, gato...
- E disso? - Perguntou o garoto, tirando a pica já bem dura da calça. Passou ela pelas bandas da raba.
- Umm... adoro isso, neném...

Agustina continuava delineando os olhos, enquanto o irmãozinho passava a pica na raba dela.

- Cuidado pra mamãe não vir.
- Fica tranquila... já tá dormindo faz tempo.

O garoto agarrou o fio-dental da Agus.

- Isso eu não vou perguntar... porque já sei que você gosta.
- Do quê?
- Te comer com o fio-dental vestido.

Mal falou isso, Martín puxou o fio-dental pro lado, deixando a buceta descoberta, e colocou a pica ali... procurou a entradinha, mas assim de pé não conseguia. Agus se inclinou um pouquinho, ela mesma mexeu as pernas até que a cabecinha da pica do irmão dela ficou na buceta dela.

O adolescente empurrou, e foi metendo o pau aos poucos na buceta... foi abrindo ela centímetro por centímetro... Agus sentiu ele lá dentro, já notando como a buceta dela se abria... terminou de delinear os olhos e fechou os olhos.

- Uhh... meu amor!... - Sussurrou a garota.
- Gostou, irmãzinha?
- Siiim... me come, gato!

Agustina tava toda arrumada, com os olhos delineados, os lábios pintados... tava ainda mais gostosa do que o normal. Martín agarrou ela pela cintura e comeu gostoso a irmã dele com o fio-dental vestido, puxado pro lado. de ladinho... entrava e saía dessa buceta com facilidade, ela tava molhada. Metia inteira, até bater as pernas dele nas dela.. de vez em quando, só comia ela com meia pica, enfiava um pouquinho e tirava, fazendo a irmã dele ficar puta!
- Ah vai, garoto... me come direito!
- Falou Agus com os olhinhos semi-cerrados.
- Quer ela bem fundo?
- Ohhh!... siiiim... bem fundo maninho... enfia bem fundo...
- Mmm adoro sua buceta Agus... adoro comer ela toda...
- Uhhmm então me come, garoto... come minha buceta... ahhh!

O moleque ficou doidão... meteu de uma vez inteira... cada vez que cravava até o fundo da buceta, Agustina gemia. Já tava toda molhada e aberta, os lábios engoliam aquela pica com devoção.
- Aiiii... assim maninho.. assim!
- Gritou a mina, enquanto se tocava no clitóris pra gozar.

Enquanto Agustina gozava, a buceta se contraía, o irmão dela tava no limite, ficou tão excitado que comeu ela com tudo, deu umas cinco ou seis bombadas bem fortes, dava pra ouvir o barulho das pernas dele batendo nas dela e na bunda, meteu tão forte que Agustina abriu a boca toda idiota de prazer, arrebentou a buceta dela. Na hora tirou a pica, e começou a jorrar porra, espirrando pra frente, batendo nas bandas da bunda da irmã dele... um atrás do outro!

Os dois ficaram parados... Agustina tremendo e com a bunda cheia de porra, enquanto Martín se segurava em pé como dava, se apoiando na parede. Aos poucos a excitação foi baixando e a pica também...

A mina abriu os olhos de novo, olhando pra ele pelo espelho...
- Me sujou toda, seu porco... traz um lencinho daquela gaveta ali.

O moleque correu pra pegar um lencinho e deu pra irmã. Ela passou nas bandas da bunda, limpando a porra quente.
- Sujou minha calcinha fio dental?
- Perguntou Agus.
- ..Não... não sujou.
- Respondeu ele. Martín. Jogou a toalhinha suja de porra no vaso sanitário e passou a mão na Booty... tava limpa. Pediu outra toalhinha pro irmão. Ele deu outra, e dessa vez a mina passou pelos lábios da buceta, limpando a pussy depois de ter sido comida pelo irmão... dava pra ver que ela tava meio aberta. Enquanto passava a toalhinha na xota, sentiu ela meio irritada... e doía um pouco. Jogou essa outra toalhinha suja e deu descarga. Ajeitou a thong no lugar, arrumou a saia, o cabelo, e já tava pronta pra sair. Por cima, tava recém-comida, melhor impossível. Se virou e olhou pro irmão, ainda cansado. Ela mesma pegou a cock mole dele e enfiou pra dentro da calça. Saíram juntos do banheiro, foram até a sala. A mina já tava esperando as amigas buscarem ela. — Da próxima vez, toma mais cuidado, moleque... quase me machucou. — Disse Agustina. — Me desculpa... é que eu tava muito tesudo, maninha. — Sim, percebi... mas tenta se controlar melhor, porque quase destruiu minha pobre xotinha! — Sim... desculpa de novo, Agus! A mina sorriu pra ele e sentou no sofá, ligou a TV pra ver alguma coisa e o tempo passar mais rápido. Martín preparou algo pra beber. Depois de um tempo, a mina recebeu uma mensagem da amiga, dizendo que ia chegar meia hora atrasada... — Aí, mano... meia hora! — O que foi? Ela tá atrasada? — Siiim... tô entediada. O que a gente pode fazer, maninho? Os dois ficaram sentados no sofá uns minutos em silêncio... até que a relaxada do orgasmo anterior passou pro adolescente... Ele esticou o braço até ela... colocou a mão numa teta, por cima da camiseta. Dava pra ver que ela tava sem sutiã. Agus só se deixou. O moleque foi descendo a mão, pelo abdômen... pelo púbis... até chegar nas coxas. Acariciou elas, enquanto fazia tudo isso e explorava o corpo gostoso da irmã, a cock dele foi endurecendo de novo aos poucos. pito. Enquanto passava a mão na parte interna das coxas dela, subiu por baixo da saia até enfiar os dedos por baixo da calcinha fio dental... ela abriu um pouco as pernas, e Martín tocou os lábios da buceta dela um pouco. — Mmm... de novo, cara? — Disse Agustina, sentindo o calorzinho voltar no corpo. — Sim, irmãzinha... quero te comer de novo... — Ai... vai me dar outra transa? — Sim, gostosa! Martín levantou do sofá e ficou na frente da irmã. Acariciou os peitos dela, notando os mamões durinhos aparecendo por baixo da camiseta... eles se olharam na hora ao perceber isso... depois ele desceu e levantou a saia dela. Ajoelhou entre as pernas da irmã mais velha, e ela abriu bem. Puxou a calcinha fio dental pro lado... que lindo era ver a buceta de uma mina tão gostosa... ver a buceta da própria irmã... aproximou o rosto e colocou a língua pra fora, deu uma lambida de baixo pra cima, chupando bem os lábios até o clitóris... Agustina suspirou, embora sentisse uma certa ardência. Na hora, o adolescente se levantou de novo, baixou a calça, e apontou o pau duro pra buceta da Agus. Enfiou entre os lábios dela, e meteu devagar... entrou super fácil, dava pra ver que depois daquela trepada no banheiro, a irmã dele tava com a buceta mais aberta agora. Enquanto ele ia entrando, a mina se olhava ali, vendo como tava sendo comida... mas dessa vez sentiu bastante ardência na buceta. — Au... au. — Aconteceu alguma coisa, irmãzinha? Martín continuou comendo a irmã mais velha... metia e tirava devagar, e a cada movimento daquele pau dentro dela, a vagina ardia. A buceta dela tava vermelha, toda avermelhada... o irmão mais novo aumentou o ritmo, metendo mais forte, enfiando bem fundo, até o talo da buceta. — Ohhh... ai... para, cara... Martín não deu bola, tava de novo muito tarado já, e continuava comendo com força, entrando e saindo da buceta aberta da irmã, tava Muito vermelha e irritada. — Uhh... tá ardendo minha buceta, irmãozinho... sério... tá doendo... a gente devia parar.

A Agustina tava ardendo muito a buceta enquanto o irmão não parava de comer ela... ele enfiava o pau todo pra dentro, ela sentia ele muito grande... ardia e doía a xota a cada movimento. O garoto se mexeu mais rápido, os lábios rosadinhos da irmã estavam muito irritados, enquanto se abriam com o pau penetrando ela.

— Ayy!.. Chega!!... chega, cara... cê tá arrebentando minha xereca... — Exclamou Agustina, tentando empurrar ele pra sair.

Martín finalmente entendeu, e se moveu pra trás, tirando o pau da buceta da irmã... deixou ela bem aberta e avermelhada. Agustina sentia que ardia muito, e não queria mais transar.

— Ai, cê não sabe como tá ardendo minha buceta, irmãozinho... — ...Tá toda vermelha, Agus. — Uff, tá doendo pra caralho.

Agustina ajeitou a calcinha fio dental, colocando no lugar... se sentia desconfortável, mas pelo menos não doía mais.

— Acho que foi muito sexo em pouco tempo, cara...

Os dois riram. Ficar o dia inteiro transando trouxe suas consequências... nunca tinha tido tanto sexo seguido. A garota andou um pouco, incomodava mas tava melhor. Depois de um tempo, finalmente a amiga chegou, e ela saiu com ela pra balada. Lá tentou dançar como sempre, mas tava com a xereca tão irritada que até incomodava na hora de dançar.

Como era de se esperar, Martín ficou com tesão... foi escovar os dentes, e ia dormir, mas quando passou pelo quarto das irmãs, a porta tava meio aberta e ele conseguiu ver a Florencia ainda acordada, tava de sutiã e calcinha, sentada na cama com o notebook, provavelmente conversando com as amigas ou algo assim. Ia dar um oi antes de dormir. Entrou no quarto.

— Flor.. pensei que já tivesse dormido. — Ei, irmãozinho... a Agus já foi? O que cês tavam fazendo? — A gente tava...

Aí Martín sentou do lado da irmã na cama, e contou pra Florcha. Tudo o que aconteceu com a Agustina. Depois de contar tudo, Florencia ficou olhando pro irmão, olhou mais pra baixo e notou o volume marcando na calça dele...
- Tu tá de pau duro?
- Perguntou a Florcha.
O garoto se olhou, nem tinha percebido.
- Siiim...
Florencia largou o notebook de lado, esticou a mão e colocou em cima, tocando a rola dele... enfiou a mão por dentro e puxou pra fora da calça. Agora tava batendo uma punheta pro irmãozinho, os dois sentados um do lado do outro na cama da Florcha.
- Cê gosta que eu te masturbe?
- ...Sim... muito...
Florcha subia e descia a mão, masturbando o irmão mais novo. Olhou pra cara dele e os dois riram.
- O quê?
- Perguntou Martín.
- Conheço essa cara, irmãozinho... cê quer me pedir alguma coisa?
- Sim... quero ver sua raba..
- Mmm... só isso?
- Bom... também quero olhar sua buceta!
- Que menino pervertido...
- Disse Florencia, soltando o pau do irmão.

A garota se ajoelhou na cama, ficando de quatro. Pegou a calcinha e puxou pra baixo, mostrando aquela raba perfeita pro irmãozinho, se inclinou um pouco mais e assim também mostrou toda a buceta. Martín tava atrás dela, os lábios da buceta bem fechadinhos, com a rachinha no meio.
- Vou chupar sua buceta, Flor...
- Uhh... que atrevido você é, cara...

O garoto colocou a cara atrás da bunda da irmã, botou a língua pra fora e passou por toda a buceta da irmã mais nova... passava a língua pelos lábios vaginais, cobrindo eles de saliva. Com esses estímulos, a buceta da Florcha começava a abrir um pouquinho, e agora apareciam os lábios menores, bem avermelhados. Martín subia com a língua, de um jeito que chupava a buceta e a raba, passando a língua também pelo furinho do cu, que já tava um pouco mais aberto que antes.
- Mmmmmmhhhh!

Ele parou, e com a irmã De quatro, ajoelhada na cama, ele colocou a pica na buceta dela e esfregou entre os lábios... Florencia já estava bem molhada, estava excitada!
— Me dá um pouco de vergonha você passar isso aí, irmãozinho! — dizia a garota, super excitada, sentindo a pica dura deslizando entre os lábios molhados da buceta dela.
Martín estava muito tarado... a buceta peluda da Florcha era muito tentadora, queria meter entre aqueles lábios super apertados, queria enfiar o pau na buceta virgem da irmã dele. Colocou a cabeça da pica onde parecia que tinha a entrada...
— Flor... posso meter na sua buceta?
Continua...

1 comentários - Irmãs: fio dental e calcinha XVII

De donde sacaste este relato? No los puedo encontrar a todos, hace unos años los leí a los 21 capítulos y me cantaría volver a leerlos. O alguien sabe?? Igual van puntos