Experiência Religiosa Aleluia…

Faz uns meses, chegou na nossa igreja um casal, convidados especiais do nosso Pastor, pra pregar durante o culto. No meio cristão, eles são bem conhecidos, então quando fiquei sabendo, fui uma das primeiras a chegar cedo no culto pra ficar o mais perto possível dos dois e não perder nada. Quando o culto começou, Alina e Esteban apareceram. Depois dos louvores, eles pegaram como tema O Cântico dos Cânticos. Fiquei super impressionada, mas mais do que isso, em certos momentos, ouvindo os dois e vendo o domínio que tinham do assunto. Além disso, a irmã Alina tava usando um conjunto lindo todo branco, com uma saia longa e justa, mas com uma abertura na lateral que ia da barra até boa parte da coxa, além de uma blusa semitransparente da mesma cor e uma jaquetinha curta, que valorizava o corpo dela, e o jeito que o cabelo longo e quase loiro caía nos ombros dela me impactou. Tanto que em certos momentos, cheguei a pensar que ela era a mulher mais gostosa que eu já tinha visto na vida. Pela primeira vez na minha vida, sem nem perceber o que tava fazendo, por sorte de forma discreta, levei minha mão direita pra dentro da minha saia longa, e enquanto ouvia eles e via eles se mexendo na frente de todo mundo, não sei por que comecei a acariciar minha buceta, mas em poucos segundos, porque pareceu que a irmã Alina meio que percebeu o que eu tava fazendo, foi por isso que me toquei que tinha a maior parte dos dedos da minha mão direita enfiados dentro da minha buceta, e parei na hora, pedindo a Deus que ninguém tivesse visto, e me xingando por ter agido daquele jeito tão estranho. No final da participação dela, Alina fixou o olhar em mim e disse: "Aquele irmão ou irmã que quiser ou precisar que eu ou meu marido esclareça algum ponto, Sintam-se à vontade para falar com a gente, sem ser na igreja. Eu senti um arrepio estranho no corpo todo, pra mim era como se a Alina tivesse dito claramente pra eu falar com ela, então assim que pude, já do lado de fora, me aproximei dela e na hora ela parou de atender outros fiéis pra falar comigo. Me apresentei, e a gente mal tinha trocado umas palavras quando o marido dela, Esteban, se aproximou e a Alina me apresentou pra ele, dizendo: "Meu marido, ela é a Inda, uma das irmãs dessa igreja, e eu tava pensando que a gente podia convidar ela pra almoçar com a gente, assim a gente aproveita e tira as dúvidas dela." Eu fiquei surpresa, tanto pelo convite quanto pelo jeito tão doce que ela falou de mim. Porque na mesma hora que disse essas palavras, ela me deu um abraço carinhoso e um beijo suave na minha bochecha. Eu tava super feliz, tanto que nem contei pra minha mãe nem pro meu namorado sobre o convite. Então nós três fomos de táxi até o hotel luxuoso onde eles estavam. O almoço foi uma delícia, mas no final o Esteban pediu uma garrafa de vinho. Eu não ia beber nada, mas quando a Alina comentou que o pecado do vinho é quando a pessoa bebe até ficar bêbada, mas quando é pra compartilhar um momento bom, não. Então, conforme eu fui contando minhas preocupações sobre eu e meu namorado, já que confessei que a gente transava de vez em quando. A Alina me ouviu com toda atenção, mas de repente o Esteban levantou da mesa e, depois de se desculpar, disse que ia atender uma pessoa. A Alina pediu a conta e me propôs subirmos pro quarto dela pra ficar mais à vontade e poder conversar tranquilo, sem ficar preocupada com outras pessoas ouvindo. Eu, toda feliz, aceitei na hora, e já no quarto continuamos conversando, eu contando minha preocupação porque meu namorado, mal me penetrava, já gozava. A Alina me disse deve ser por causa da ansiedade, mas que, uma vez casados, o mais provável era que isso passasse. Foi quando Alina me pediu permissão para, enquanto ainda conversávamos, tomar um banho refrescante. Eu pensei que não era ninguém para dizer não, então, na minha frente, ela começou a tirar toda a roupa. O que confesso que me impressionou, já que desde bem pequena, minha mãe não permitiu que eu nem minhas irmãs mais novas tomássemos banho juntas. A verdade é que, ao ver o corpo lindo da irmã Alina completamente sem roupa, me senti estranhamente atraída por ela. Além disso, diferente das outras irmãs da congregação e de mim mesma, o corpo da irmã Alina era completamente depilado, sem um único pelo ou penugem, nem nas axilas, pernas, nem sobre a buceta dela. Ela entrou no chuveiro, mas, mesmo debaixo d'água, não parava de me ouvir, comentar ou dar bons conselhos, quando de repente me pediu que, por favor, ajudasse a ensaboar as costas dela. Eu não podia recusar, então, depois que peguei o sabonete e uma toalhinha, comecei a ensaboá-la, quando, de repente, ela, ao se virar e abrir as pernas, molhou boa parte do meu vestido. Isso a deixou muito envergonhada, e ela me propôs que, enquanto meu vestido secasse, eu poderia tomar um banho refrescante na companhia dela, então me convidou para acompanhá-la debaixo do chuveiro. Embora eu tenha hesitado, no fim aceitei, mas, ao ficar de pé em frente ao chuveiro, me senti envergonhada, não só pela falta de costume de estar completamente nua, mas também pelos tufos de pelos que tinha nas axilas, nas pernas e, claro, na minha buceta peluda. Foi quando Alina me disse, num tom suave e compreensivo: "Não se envergonhe, você tem um corpo lindo e maravilhoso, que Deus te deu." Então, debaixo da água refrescante do chuveiro, embora cheia de vergonha, acompanhei Alina, eu ensaboei as costas dela, ela as minhas, e aos poucos fomos ensaboando mutuamente o resto dos nossos corpos, até que de repente, quando ela começou a me ensaboar entre minhas coxas, me deu um beijão, enquanto a mão dela deslizava dentro da minha buceta. Eu me assustei, mas em vez de rejeitá-la e me afastar, fiquei bem quieta, e acho que até, sem perceber o que fazia, abri mais as pernas. Com a água caindo sobre nossos corpos nus, a irmã Alina e eu continuamos nos beijando e nos acariciando mutuamente, até que ela, de forma gentil, foi me levando até a cama dela, onde, depois de nos deitarmos nuas, continuamos aproveitando uma da outra. Eu nunca tinha passado por algo assim na vida; o prazer que a irmã Alina me dava era algo totalmente novo e gratificante para mim. Quando pensei que já tinha conhecido tudo, Alina, com a boca e a língua, foi percorrendo meus seios, e depois, sem parar de acariciar minha vulva e minha barriga, senti a língua dela no meu umbigo, até que finalmente a boca e a língua dela estavam dentro da minha buceta peluda. Os dedos dela afastaram os pelos da minha vulva, e na hora eu aproveitei uma experiência sexual gostosa e muito particular. Enquanto Alina, divinamente, continuava me dando aquele prazer enorme, eu notei que ela tinha se mexido e a buceta dela ficou na frente da minha boca. Tímida no começo, comecei a passar minha língua por toda a vulva dela, mas ao mesmo tempo ela não parava de chupar a minha. Nós duas estávamos nos revirando na cama dela, nos beijando mutuamente, aproveitando tudo o que ela queria me fazer. De repente, a porta se abriu e apareceu Esteban, o marido dela. Eu congelei, sem saber o que fazer; o pregador tinha nos encontrado na cama, eu e a mulher dele, aproveitando descaradamente uma da outra. Eu estava prestes a desabar em choro, tentando inutilmente esconder minha nudez total com as mãos, quando Alina, com toda a calma, se levantou da cama e, tão nua quanto estava, se aproximou do marido e, sem dizer nada... Uma só palavra, e os dois se beijaram intensamente. Eu tinha certeza de que ele tinha visto a mulher dele chupando minha buceta, mas pelo visto, isso não incomodou ele nem um pouco. Depois de um beijo longo e profundo entre os dois, Alina voltou pra cama comigo e disse de novo: "Não tenha vergonha do seu corpo, deixa o Esteban apreciar e curtir tanto quanto eu curti." Enquanto a irmã Alina falava, o marido foi tirando toda a roupa, e quando terminou de se despir, entrou na cama com a gente duas. Por um tempo, ele e ela se beijaram de novo, de um jeito bem selvagem, enquanto eu observava, pensando se ia embora ou ficava. Alina, vendo minha cara, percebeu que eu não sabia o que fazer, então parou de beijar o marido, passou por cima dele e continuou me beijando com gosto. Enquanto a irmã Alina, entre um beijo e outro, acariciava minha buceta peluda e cheirava fundo minhas axilas, o marido começou a massagear minha bunda, e acho que com a própria saliva molhou os dedos, que um a um foi enfiando devagar no meu cu. Eu nem sabia o que pensar, queria muito que aquilo continuasse, ao mesmo tempo não parava de pensar que estava pecando, mas o prazer falou mais alto que qualquer outra coisa, porque num certo momento fui eu que ofereci minha buceta pro Esteban, louca pra ser penetrada, enquanto Alina colocava a vulva depilada na minha cara, e eu chupava ela igual ela tinha chupado a mim mais cedo. Quando Esteban começou a me penetrar, se com Alina eu tinha descoberto algo completamente novo pra mim, com o marido dela aconteceu algo parecido. Pelas poucas experiências com meu namorado, conforme fui sentindo o pau do Esteban, o prazer que fui sentindo foi imenso, não dava pra acreditar, não sei quanto tempo fiquei curtindo a rola do Esteban, mas do que tenho certeza é que foi muito mais do que o coitado do meu namorado. Eu aguentei firme. Enquanto isso, além de chupar a buceta da Alina como uma louca, eu rebolei meu quadril, esfregando com força no corpo do marido dela, a ponto de gozar várias vezes, bem molhadas. Eu tava tipo bêbada, mas de tanto sexo. Quando o Esteban perguntou se podia meter no meu cu, eu nunca nem tinha pensado nisso na vida, mas no estado que eu tava, não hesitei em falar que sim. Então ele tirou o pau da minha buceta molhada, lugar que a boca da Alina ocupou de novo, e depois de acariciar minhas nádegas por um tempinho, senti os dedos dele de novo entre minhas bandas, e em segundos, o calor e a dureza da cabeça do pau dele, me penetrando pelo cu. Não vou negar que até escorreu umas lágrimas, e num momento quase pedi pra ele parar, mas logo a dor deu lugar a um outro prazer que eu nem conhecia. Então, enquanto a Alina chupava minha buceta de novo, o marido dela tava divinamente arrombando meu cu. Eu tava tão cheia de tesão que, quando o Esteban quase gozou e tirou o pau de entre minhas nádegas, e colocou ele na minha boca, comecei a chupar até sentir o esperma dele invadindo minha boca e garganta. Depois disso, fiquei quase dormindo, recuperando as forças, enquanto ele e a Alina tomavam banho. Quando terminaram, a Alina me pediu, pelo amor de Deus, pra não contar pra ninguém o que rolou entre nós. Aí eu tomei banho, me vesti, e os dois me acompanharam até pegar um táxi pra casa. Depois daquele dia, de vez em quando, quando eles vêm pra cidade, eu os acompanho, e nós três nos divertimos pra caralho. Meu namorado e eu terminamos — ele não queria que eu continuasse estudando na faculdade, onde, por sinal, tive chance de conhecer outros casais.

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