Oi, vou me apresentar: me chamo Angélica, mas gosto que me chamem de Angy. Sou uma mina alegre e que adora se divertir. Tenho 35 anos, sou casada e tenho uma filha de 17 anos. Sou baixinha, tenho 1,51m, mas meu corpo é atlético e, segundo meu marido e os caras com quem já transei, tenho um corpão. Nunca tinha pensado em trair meu marido, mas depois dessa experiência, comecei a meter chifre nele. Já que dei uma pequena apresentação sobre mim, vou deixar umas fotos minhas, espero que vocês gostem.




A história começa quando meu marido e eu vivíamos discutindo por qualquer besteira, nosso relacionamento estava um lixo, a gente não transava há 2 anos e, mesmo assim, nunca passou pela minha cabeça trair ele. Normalmente, eu chegava do trabalho no fim da tarde, igual ele — ele trabalha numa fábrica e eu sou secretária — enquanto minha filha ficava sozinha em casa, indo e voltando da escola. Mas, cada vez mais, nosso relacionamento como casal só piorava. A briga que deu início a essa história foi num dia que cheguei tarde em casa por causa de papelada. Quando entrei, ele disse: "Já não é tarde demais pra continuar trabalhando, né?" Eu respondi que sim, mas que tinha muita papelada. Aí ele soltou: "Pra mim, essa papelada é abrir as pernas pra outro filho da puta." Eu falei: "Não fala besteira, nunca te traí." E ele respondeu: "Não acredito em você, deve estar de puta por aí, enfiando em todas as picas." Eu retruquei: "Como você ousa dizer isso?" E ele: "Olhei suas mensagens no Facebook e encontrei um monte de caras te chamando de gostosa, falando que querem te comer, e até fotos e vídeos de paus." Eu respondi: "E você sabe que bloqueei todos eles." Mas ele começou a gritar, e a discussão foi ficando mais pesada até que me cansei. Fui pro meu quarto, peguei uma mala e comecei a jogar umas roupas dentro. Lembrei que tinha visto uma cabana na floresta e pensei: é a chance de passar uns dias lá. Então, enfiei blusas, shorts, minissaias, sutiãs, maiô e, claro, minha lingerie não podia faltar — levei calcinhas fio dental, tangas e meus vibradores, hahaha. Quando terminei a mala, saí rápido. Minha filha perguntou: "Mãe, onde você vai?" Respondi: "Vou dar um tempo, uns dias." Me despedi e fui embora.
Dirigi até a floresta onde ficava a cabana, encontrei o pessoal que alugava, fizemos toda a papelada e pronto — era minha por uma semana e meia. Comecei a desfazer as malas e colocar as coisas lá dentro. A cabana era meio grande, tinha dois quartos, um banheiro e uma sala. e um comedor, lá fora só tinha mata, era a única cabana e ficava afastada, num lugar meio remoto, mas do lado de fora tinha uma piscininha, a verdade é que era um lugar lindo, não tinha mais ninguém, só eu, então era incrível, comecei a arrumar tudo e troquei de roupa, vesti um biquíni pra entrar na piscina.
Essa sou eu, mas não naquele lugar, e sim na praia, mas não é esse o ponto. Quando saí, já ia entrar na piscina, mas bateu a curiosidade de saber se realmente não tinha ninguém. Aí comecei a explorar, tava de biquíni, mas como não tinha gente, não tava nem aí, então continuei explorando e, de fato, não tinha ninguém. Continua...





A história começa quando meu marido e eu vivíamos discutindo por qualquer besteira, nosso relacionamento estava um lixo, a gente não transava há 2 anos e, mesmo assim, nunca passou pela minha cabeça trair ele. Normalmente, eu chegava do trabalho no fim da tarde, igual ele — ele trabalha numa fábrica e eu sou secretária — enquanto minha filha ficava sozinha em casa, indo e voltando da escola. Mas, cada vez mais, nosso relacionamento como casal só piorava. A briga que deu início a essa história foi num dia que cheguei tarde em casa por causa de papelada. Quando entrei, ele disse: "Já não é tarde demais pra continuar trabalhando, né?" Eu respondi que sim, mas que tinha muita papelada. Aí ele soltou: "Pra mim, essa papelada é abrir as pernas pra outro filho da puta." Eu falei: "Não fala besteira, nunca te traí." E ele respondeu: "Não acredito em você, deve estar de puta por aí, enfiando em todas as picas." Eu retruquei: "Como você ousa dizer isso?" E ele: "Olhei suas mensagens no Facebook e encontrei um monte de caras te chamando de gostosa, falando que querem te comer, e até fotos e vídeos de paus." Eu respondi: "E você sabe que bloqueei todos eles." Mas ele começou a gritar, e a discussão foi ficando mais pesada até que me cansei. Fui pro meu quarto, peguei uma mala e comecei a jogar umas roupas dentro. Lembrei que tinha visto uma cabana na floresta e pensei: é a chance de passar uns dias lá. Então, enfiei blusas, shorts, minissaias, sutiãs, maiô e, claro, minha lingerie não podia faltar — levei calcinhas fio dental, tangas e meus vibradores, hahaha. Quando terminei a mala, saí rápido. Minha filha perguntou: "Mãe, onde você vai?" Respondi: "Vou dar um tempo, uns dias." Me despedi e fui embora.Dirigi até a floresta onde ficava a cabana, encontrei o pessoal que alugava, fizemos toda a papelada e pronto — era minha por uma semana e meia. Comecei a desfazer as malas e colocar as coisas lá dentro. A cabana era meio grande, tinha dois quartos, um banheiro e uma sala. e um comedor, lá fora só tinha mata, era a única cabana e ficava afastada, num lugar meio remoto, mas do lado de fora tinha uma piscininha, a verdade é que era um lugar lindo, não tinha mais ninguém, só eu, então era incrível, comecei a arrumar tudo e troquei de roupa, vesti um biquíni pra entrar na piscina.
Essa sou eu, mas não naquele lugar, e sim na praia, mas não é esse o ponto. Quando saí, já ia entrar na piscina, mas bateu a curiosidade de saber se realmente não tinha ninguém. Aí comecei a explorar, tava de biquíni, mas como não tinha gente, não tava nem aí, então continuei explorando e, de fato, não tinha ninguém. Continua...
1 comentários - La Cabaña parte 1