Primeiramente, quero pedir desculpas por não estar escrevendo minhas histórias, tive bastante ocupado com a faculdade.
Num sábado à noite de verão de 2018, resolvi sair pra dançar no "Velvet" (pra quem não conhece, é uma balada/antro em San Juan). Lá vendiam champanhe bem barato, então pra um moleque de 19 anos valia a pena ir nesse lugar, porque além de ter mulheres mais velhas, dava pra encher a cara com 300 pesos.
A noite foi bem normal, consegui pegar uns números de telefone ou perfis de Instagram de umas minas de uns 30 anos (mas essas aventuras vão ficar pra outra história). Até que, depois de dar uma volta pela balada pra ver que mulher a gente podia pegar junto com meus amigos, cruzo com uma ex-colega do colégio.
Ela tinha sido uma colega dos primeiros anos do ensino médio, foi meu primeiro grande amor. Não era muito bonita, mas tinha um corpo gostoso, a típica curvy, uma bunda normal, mas uns peitos que um sutiã 110 acho que ficava pequeno. Ela é bem parecida com a imagem a seguir:
(É a atriz Daphne Rosen, caso não a conheçam, foi uma grande parte da minha adolescência por causa da semelhança física com essa garota da história.)
Bom, quando a vi, meus olhos brilharam. Ela estava tão gostosa com um vestido preto justo que apertava bem a bunda e um top que fazia um decote divino, marcando a junção das duas tetonas que ela carregava no peito.
Nem disse oi, peguei na mão dela e beijei ela como a gente costumava fazer nos corredores vazios da escola.
Ela: Por favor, na saída do baile, vem comigo. Vou falar pro meu namorado que você é o ficante de uma amiga (ficante, pra quem não sabe, é alguém que você tá saindo, mas sem compromisso sério).
Assim que ela falou isso, adorei a ideia. Saber que eu tava levando aquele corno manso pra casa da namorada dele pra eu comer ela toda não tinha preço. Claro que aceitei, e a noite seguiu normal.
Lá pelas 4 da manhã, recebi uma mensagem no WhatsApp dessa garota me dizendo que o namorado ia passar pra buscar elas, e pra eu ir junto. Me despedi dos meus amigos, pedi um preservativo emprestado e fui esperar o namorado.
A viagem foi normal. Ele perguntou se a gente se conhecia de algum lugar, porque meu rosto parecia familiar. Eu, me fazendo de besta, disse que não, mas ele realmente me conhecia. A gente já tinha tido uns problemas antes porque, bom, a gente disputava a mesma garota.
Quando chegamos na casa, não teve muito o que fazer. Entramos na casa dela, eu e minha suposta parceira. Mas depois de uns 15 minutos, ficamos sozinhos na sala de jantar.
Lembro que ela perguntou se eu queria vinho, eu disse que sim e comecei a beber direto da garrafa, enquanto ela fez um rabo de cavalo no cabelo, se abaixou, desabotoou minha calça jeans e começou a fazer o melhor boquete que eu já tinha recebido até então. Com a situação de estar na sala de jantar dela, com a família dormindo, o namorado que me trouxe direto pra parceira dele e eu recebendo aquele boquete, não demorou nem 5 minutos pro meu pau ficar duro. Ela: preciso que você me desvirgine, nunca quis fazer isso com meu namorado porque queria que você fosse o primeiro.
Nunca me senti tão elogiado, me levantei, tirei a camiseta dela e me preparei pra chupar os peitos dela enquanto com meus dedos preparava a buceta dela pra ser penetrada pela primeira vez.
Quando percebi que a buceta dela já tava molhada o suficiente, perguntei:
Eu: quer que eu te coma?
Ela: sim, vai, me come.
Enfiei só a ponta na buceta dela, fazendo movimentos nos lábios mas sem penetrar.
Ela: vai, me come, arrebenta tudo, vai.
Mandei até o fundo sem avisar, aquele "arrebenta" me fez perder a cabeça e eu queria que ela sentisse tudo de uma vez.
Ela: AAAAAAAAAAAAAAAAI dói dói aaaaaaaah aaaaaah mais devagar, por favor, aaaaaah
Parei de meter tão rápido e tão fundo quando ela pediu, mas conforme minhas penetradas iam avançando e os gemidos dela ficavam mais de prazer do que de dor, continuei.
Ela: aaaaaah aaaaaaah mmmmmmh mmmmmmmmmh
De repente, acontece algo que até hoje me faz parar o coração.
Mãe: filha, você tá bem?
Ela: tô sim, mãe, mmmh mmmmmmh é que bati o dedão do pé, tô toda curada.
Mãe: bom, tá bem, deita logo pra não quebrar nada.
Ela: aaaah tá bom, mãe, dorme tranquila, mmmh, não é nada.
Continuamos assim uns 20 ou 30 minutos até que deu vontade de gozar.
Eu: quero gozar, meu amor
Ela: tira a camisinha, quero sentir você
Eu: mas onde você quer a porra, me fala.
Ela: dentro, enche de porra, meu amor, vai, por favor.
Nunca gostei de fazer essas coisas porque fico várias semanas ansioso até chegar a bendita menstruação, mas por algum motivo naquele momento e do jeito que ela pediu, me pareceu uma boa ideia.
Eu: aaaaaaaah aaaaaah aí vem, porraaa
Ela: vai, filho da puta, me enche, vai
Eu: aaaaaaaaaaaaaaa
Nunca na vida eu tinha gozado tanto igual naquela vez. Depois disso, a gente soltou mais umas três gozadas até dar 6 da manhã e eu consegui pegar um busão pra casa.
Até hoje eu volto a comer ela de vez em quando, sempre enchendo a buceta dela de porra. Só que agora ela tá solteira e eu tô namorando.
Espero que vocês tenham curtido essa história, tenho várias outras pra contar, comentários são bem-vindos, valeu por ler.
Se forem de San Juan, podem me chamar no privado, queria saber de alguma mina local ou grupo de telegram, etc.
Num sábado à noite de verão de 2018, resolvi sair pra dançar no "Velvet" (pra quem não conhece, é uma balada/antro em San Juan). Lá vendiam champanhe bem barato, então pra um moleque de 19 anos valia a pena ir nesse lugar, porque além de ter mulheres mais velhas, dava pra encher a cara com 300 pesos.
A noite foi bem normal, consegui pegar uns números de telefone ou perfis de Instagram de umas minas de uns 30 anos (mas essas aventuras vão ficar pra outra história). Até que, depois de dar uma volta pela balada pra ver que mulher a gente podia pegar junto com meus amigos, cruzo com uma ex-colega do colégio.
Ela tinha sido uma colega dos primeiros anos do ensino médio, foi meu primeiro grande amor. Não era muito bonita, mas tinha um corpo gostoso, a típica curvy, uma bunda normal, mas uns peitos que um sutiã 110 acho que ficava pequeno. Ela é bem parecida com a imagem a seguir:
(É a atriz Daphne Rosen, caso não a conheçam, foi uma grande parte da minha adolescência por causa da semelhança física com essa garota da história.)Bom, quando a vi, meus olhos brilharam. Ela estava tão gostosa com um vestido preto justo que apertava bem a bunda e um top que fazia um decote divino, marcando a junção das duas tetonas que ela carregava no peito.
Nem disse oi, peguei na mão dela e beijei ela como a gente costumava fazer nos corredores vazios da escola.
Ela: Por favor, na saída do baile, vem comigo. Vou falar pro meu namorado que você é o ficante de uma amiga (ficante, pra quem não sabe, é alguém que você tá saindo, mas sem compromisso sério).
Assim que ela falou isso, adorei a ideia. Saber que eu tava levando aquele corno manso pra casa da namorada dele pra eu comer ela toda não tinha preço. Claro que aceitei, e a noite seguiu normal.
Lá pelas 4 da manhã, recebi uma mensagem no WhatsApp dessa garota me dizendo que o namorado ia passar pra buscar elas, e pra eu ir junto. Me despedi dos meus amigos, pedi um preservativo emprestado e fui esperar o namorado.
A viagem foi normal. Ele perguntou se a gente se conhecia de algum lugar, porque meu rosto parecia familiar. Eu, me fazendo de besta, disse que não, mas ele realmente me conhecia. A gente já tinha tido uns problemas antes porque, bom, a gente disputava a mesma garota.
Quando chegamos na casa, não teve muito o que fazer. Entramos na casa dela, eu e minha suposta parceira. Mas depois de uns 15 minutos, ficamos sozinhos na sala de jantar.
Lembro que ela perguntou se eu queria vinho, eu disse que sim e comecei a beber direto da garrafa, enquanto ela fez um rabo de cavalo no cabelo, se abaixou, desabotoou minha calça jeans e começou a fazer o melhor boquete que eu já tinha recebido até então. Com a situação de estar na sala de jantar dela, com a família dormindo, o namorado que me trouxe direto pra parceira dele e eu recebendo aquele boquete, não demorou nem 5 minutos pro meu pau ficar duro. Ela: preciso que você me desvirgine, nunca quis fazer isso com meu namorado porque queria que você fosse o primeiro.
Nunca me senti tão elogiado, me levantei, tirei a camiseta dela e me preparei pra chupar os peitos dela enquanto com meus dedos preparava a buceta dela pra ser penetrada pela primeira vez.
Quando percebi que a buceta dela já tava molhada o suficiente, perguntei:Eu: quer que eu te coma?
Ela: sim, vai, me come.
Enfiei só a ponta na buceta dela, fazendo movimentos nos lábios mas sem penetrar.
Ela: vai, me come, arrebenta tudo, vai.
Mandei até o fundo sem avisar, aquele "arrebenta" me fez perder a cabeça e eu queria que ela sentisse tudo de uma vez.
Ela: AAAAAAAAAAAAAAAAI dói dói aaaaaaaah aaaaaah mais devagar, por favor, aaaaaah
Parei de meter tão rápido e tão fundo quando ela pediu, mas conforme minhas penetradas iam avançando e os gemidos dela ficavam mais de prazer do que de dor, continuei.
Ela: aaaaaah aaaaaaah mmmmmmh mmmmmmmmmh
De repente, acontece algo que até hoje me faz parar o coração.
Mãe: filha, você tá bem?
Ela: tô sim, mãe, mmmh mmmmmmh é que bati o dedão do pé, tô toda curada.
Mãe: bom, tá bem, deita logo pra não quebrar nada.
Ela: aaaah tá bom, mãe, dorme tranquila, mmmh, não é nada.
Continuamos assim uns 20 ou 30 minutos até que deu vontade de gozar.
Eu: quero gozar, meu amor
Ela: tira a camisinha, quero sentir você
Eu: mas onde você quer a porra, me fala.
Ela: dentro, enche de porra, meu amor, vai, por favor.
Nunca gostei de fazer essas coisas porque fico várias semanas ansioso até chegar a bendita menstruação, mas por algum motivo naquele momento e do jeito que ela pediu, me pareceu uma boa ideia.
Eu: aaaaaaaah aaaaaah aí vem, porraaa Ela: vai, filho da puta, me enche, vai
Eu: aaaaaaaaaaaaaaa
Nunca na vida eu tinha gozado tanto igual naquela vez. Depois disso, a gente soltou mais umas três gozadas até dar 6 da manhã e eu consegui pegar um busão pra casa.
Até hoje eu volto a comer ela de vez em quando, sempre enchendo a buceta dela de porra. Só que agora ela tá solteira e eu tô namorando.
Espero que vocês tenham curtido essa história, tenho várias outras pra contar, comentários são bem-vindos, valeu por ler.
Se forem de San Juan, podem me chamar no privado, queria saber de alguma mina local ou grupo de telegram, etc.
1 comentários - Perdendo a virgindade na saída da balada (San Juan)