(todos os nomes foram trocados e as imagens são meramente ilustrativas) Quando entrei na faculdade, tinha tirado um ano sabático, então acabei entrando com uma geração mais nova que a minha. Pra minha sorte, logo de cara encontrei uma mina com quem estudei no ensino médio. Ela se chama Letícia. Não éramos melhores amigos nem nada do tipo. Ela era bem baixinha, meio quadrada, com uma barriguinha levemente perceptível (mas não gorda), uns peitos pequenos e um tom de pele moreno. Na real, era o que muitos chamariam de uma galinhazinha de terreiro.
Comecei a conversar com essa mina, trocando tarefas e tal, basicamente no primeiro semestre inteiro a gente virou amigão. Entre uma conversa e outra, ela acabou me confessando que se sentia muito envergonhada por ainda ser virgem e não ter nenhuma experiência sexual. Sinceramente, eu, como um cavalheiro, também não tinha segundas intenções. O problema é que, aos poucos, ela começou a dar umas indiretas que eu claramente percebi. Do nada, ela comprava um biquíni novo e me perguntava se eu queria ver.
E aí me mandava fotos como uma novinha envergonhada, sendo a primeira vez que mostrava um pouco de carne. De repente, aumentava a tensão me perguntando se eu queria ver seus sutiãs novos ou seus conjuntos de calcinha (nada sexy, aquele tipo de calcinha básica que se compra no mercado).
Durante uma das nossas conversas, essa mina me confessou que adoraria perder a virgindade com um amigo de confiança. Foi aí que acendeu o alerta e eu já fiz a proposta. Ela aceitou praticamente na hora, tentando fingir dúvida, mas tava mais desesperada pra dizer sim. No fim do dia, combinamos de ir pra um motel na zona norte da cidade. Depois da aula, subimos no meu carro e partimos pra realizar o ato. Só que aí ela me pede se a gente pode passar num laboratório, porque supostamente queria fazer um exame de glóbulos vermelhos. Falei que sem problema. Quando chegamos no laboratório, descobri que ela tinha visto uma promoção de exame de DST pra casal e confessou: como era a primeira vez dela, queria transar sem camisinha pra aproveitar a experiência completa. Fizemos o teste, eu dei negativo e ela também (nesse ponto, eu já tava na dúvida se a Letícia era mesmo virgem). Mas, com os dois negativos, fomos direto pro motel.
O motel não era nada luxuoso, algo que dois estudantes universitários pudessem pagar — um quarto simples. Quando chegamos, ela tava muito nervosa e meio inquieta. Falei que se não quisesse, sem problema, mas ela tava firme em seguir com o plano. Aqui vem a parte chata do relato: desvirgar uma mina nunca foi uma experiência boa pra mim. É complicado, você tem que ser discreto, ir sentindo o que ela curte (não é só meter o mais forte que der, rapaziada). Por isso, eu também tava meio nervoso. Começamos a nos beijar intensamente, ela enfiava a língua na minha boca como se tivesse desesperada, mas já dava pra ver que tava muito excitada. Ela tirou o uniforme e, por baixo, tava com um conjunto de roupa íntima simples, nada chamativo — na verdade, meio "broxante", como dizem. Uma calcinha meio bombacha e um sutiã combinando.
Já de calcinha, ela fala que queria tentar dar o primeiro boquete, me pede pra baixar a calça pra ela tentar. Tirei a calça e, na hora que ela enfiou meu pau na boca, percebi que era verdade que era a primeira vez dela. Sinceramente, foi bem desconfortável. Ela chupava como se nunca tivesse visto alguém chupar uma rola antes. Me machucou um pouco com os dentes e, quando tentou enfiar tudo na boca, quase vomitou (meu pau não é tão grande, uns 14 cm), mas como ela é bem pequena, parecia algo enorme pra boca dela.
Depois de um tempo chupando minha rola, eu já tinha dado vários conselhos e dicas de como ela podia fazer, e até já tinha pegado o jeito da boquete de novata dela. Pra ser sincero, até achei fofo ver a carinha de esforço que ela fazia tentando fazer direito. Ela, acho que já cansada, me pergunta: — "Já quer me comer?" Eu só sorrio e pergunto: — Você já tá pronta? Ela cai na risada e me diz: — NÃOOO, tô com medo, mas já tô muito excitada e me sinto molhadinha. Eu falei: — Não se preocupa, tira essa roupa íntima e deixa eu te retribuir o que você acabou de fazer. Ela tira o sutiã, revelando os peitos pequenos (meio caídos), com mamilos cor de pele e bem durinhos de tesão. Depois, tira a calcinha e mostra uma buceta super peluda, como se nunca tivesse depilado na vida.
Com uns lábios vaginais bem carnudos que se destacavam dos pelos, era a primeira vez que eu via uma buceta tão grande e peluda (não tenho problema com pelos pubianos femininos, adoro quando parecem mais peludinhas e adultas, mas é foda se é a primeira pessoa com quem vejo tanto pelo). Deito ela e peço pra abrir as pernas na beirada da cama, ajoelho e começo a chupar a buceta toda devagar pra excitar ela, indo lentamente até o clitóris (que é o que as mulheres mais gostam que chupem, lembrem-se, o clitóris é o importante, nos lábios externos e internos não tem tanta sensação quanto no clitóris). Essa mina, sem aguentar, começa a gemer bem alto e a pedir pra eu não parar por favor. Era meio complicado continuar chupando a buceta dela por causa da quantidade de pelo que essa garota tinha. Depois de 10 minutos chupando, ela dá um grito enorme e, até assustada, me pede pra parar, que precisava de um descanso e que não sabia o que tinha acabado de acontecer com ela. Eu só respondi: — Parabéns, você acabou de ter seu primeiro orgasmo. Ela me responde que não é o primeiro orgasmo dela, que sempre se masturba, mas que nunca tinha sentido algo assim. Expliquei que é diferente se masturbar do que estar com alguém. Depois disso, com uma cara de muito tesão, ela me pede pra eu meter logo.
Ela ficou de quatro com a coluna arqueada, igual uma novata que nunca tinha ficado naquela posição, e quando tentei penetrar, ela pediu pra gente ficar de papai-mamãe. Ela se deitou na beirada da cama, e eu falei pra ela se preparar porque podia doer. Comecei a meter meu pau na buceta dela, e na hora ela deu um grito de dor bem forte, mal tinha enfiado só a ponta. Perguntei se a gente parava, e ela pediu pra continuar, que não ia deixar no meio, que veio disposta a tudo.
Nisso ela começa a sangrar, o hímem dela tinha rompido. Com uma cara mais de dor do que de prazer, ela me pede pra não parar, que nunca tinha sentido algo assim. Basicamente, a gente ficou naquela posição por um bom tempo até que essa mina ficou mais solta e a dor tinha passado. Ela me perguntou se podia montar em mim agora, eu falei que claro, me deitei na cama e ela foi se colocar por cima de mim. Acreditem, uma das minhas lembranças mais taradas foi ver como os lábios da buceta dela, bem carnudos, pareciam que queriam devorar meu pau enquanto o cobriam. Já no clima, essa mina começa a falar que adora transar, que por favor a gente faça mais vezes, que nunca imaginou que ia se sentir assim, tudo enquanto cavalgava em mim. Eu, já muito excitado, pego ela pelas nádegas e começo a enterrar meu pau o mais fundo possível.
Leticia começa a gritar desesperadamente: —QUE GOSTOSO É ESSA SENSAÇÃO, POR FAVOR ME PROMETE QUE VAMOS TRANSAR DE NOVO. Ela começa a gemer e solta o maior grito da noite inteira enquanto me pede para gozar dentro dela (a gente tinha comprado uma pílula do dia seguinte antes do encontro e já tinha combinado que eu gozaria dentro dela). E ela começa a gritar: —ME ENCHE DE PORRA, QUERO SENTIR SEU LEITE QUENTE DENTRO DE MIM, POR FAVOR. Já sem aguentar, começo a gozar jorrando dentro dela, com cada pulsação do meu pau sentia sair um jato de porra enquanto ela gritava.
Ao se deitar na cama depois de sair de cima de mim, ela viu como a buceta dela começou a escorrer meu gozo com um pouco de sangue, e eu vi a cara de Leticia satisfeita e cansada depois dessa tarde perdendo a virgindade dela.
Ela vestiu a calcinha dela e a gente ficou deitado um tempão descansando. Depois de 30 minutos, ela me pede pra chupar meu pau de novo porque queria sentir o leite na boca dela. A gente fez, mas francamente aquilo acabou mal: a mina se sentiu provocada pela textura do gozo e vomitou. Sinceramente, pra ser a primeira vez que a gente transou, foi bem quente, embora meio desconfortável. A segunda vez foi ardente e até meio engraçada. Se vocês curtiram esse primeiro relato e ele tiver boa aceitação, eu me comprometo a postar a segunda parte. Deixem seus comentários e notas. Lembrem-se, cavalheiros: tem que meter forte, tem que meter gostoso, mas tudo com consentimento e respeito.
Comecei a conversar com essa mina, trocando tarefas e tal, basicamente no primeiro semestre inteiro a gente virou amigão. Entre uma conversa e outra, ela acabou me confessando que se sentia muito envergonhada por ainda ser virgem e não ter nenhuma experiência sexual. Sinceramente, eu, como um cavalheiro, também não tinha segundas intenções. O problema é que, aos poucos, ela começou a dar umas indiretas que eu claramente percebi. Do nada, ela comprava um biquíni novo e me perguntava se eu queria ver.
E aí me mandava fotos como uma novinha envergonhada, sendo a primeira vez que mostrava um pouco de carne. De repente, aumentava a tensão me perguntando se eu queria ver seus sutiãs novos ou seus conjuntos de calcinha (nada sexy, aquele tipo de calcinha básica que se compra no mercado).
Durante uma das nossas conversas, essa mina me confessou que adoraria perder a virgindade com um amigo de confiança. Foi aí que acendeu o alerta e eu já fiz a proposta. Ela aceitou praticamente na hora, tentando fingir dúvida, mas tava mais desesperada pra dizer sim. No fim do dia, combinamos de ir pra um motel na zona norte da cidade. Depois da aula, subimos no meu carro e partimos pra realizar o ato. Só que aí ela me pede se a gente pode passar num laboratório, porque supostamente queria fazer um exame de glóbulos vermelhos. Falei que sem problema. Quando chegamos no laboratório, descobri que ela tinha visto uma promoção de exame de DST pra casal e confessou: como era a primeira vez dela, queria transar sem camisinha pra aproveitar a experiência completa. Fizemos o teste, eu dei negativo e ela também (nesse ponto, eu já tava na dúvida se a Letícia era mesmo virgem). Mas, com os dois negativos, fomos direto pro motel.O motel não era nada luxuoso, algo que dois estudantes universitários pudessem pagar — um quarto simples. Quando chegamos, ela tava muito nervosa e meio inquieta. Falei que se não quisesse, sem problema, mas ela tava firme em seguir com o plano. Aqui vem a parte chata do relato: desvirgar uma mina nunca foi uma experiência boa pra mim. É complicado, você tem que ser discreto, ir sentindo o que ela curte (não é só meter o mais forte que der, rapaziada). Por isso, eu também tava meio nervoso. Começamos a nos beijar intensamente, ela enfiava a língua na minha boca como se tivesse desesperada, mas já dava pra ver que tava muito excitada. Ela tirou o uniforme e, por baixo, tava com um conjunto de roupa íntima simples, nada chamativo — na verdade, meio "broxante", como dizem. Uma calcinha meio bombacha e um sutiã combinando.

Já de calcinha, ela fala que queria tentar dar o primeiro boquete, me pede pra baixar a calça pra ela tentar. Tirei a calça e, na hora que ela enfiou meu pau na boca, percebi que era verdade que era a primeira vez dela. Sinceramente, foi bem desconfortável. Ela chupava como se nunca tivesse visto alguém chupar uma rola antes. Me machucou um pouco com os dentes e, quando tentou enfiar tudo na boca, quase vomitou (meu pau não é tão grande, uns 14 cm), mas como ela é bem pequena, parecia algo enorme pra boca dela.
Depois de um tempo chupando minha rola, eu já tinha dado vários conselhos e dicas de como ela podia fazer, e até já tinha pegado o jeito da boquete de novata dela. Pra ser sincero, até achei fofo ver a carinha de esforço que ela fazia tentando fazer direito. Ela, acho que já cansada, me pergunta: — "Já quer me comer?" Eu só sorrio e pergunto: — Você já tá pronta? Ela cai na risada e me diz: — NÃOOO, tô com medo, mas já tô muito excitada e me sinto molhadinha. Eu falei: — Não se preocupa, tira essa roupa íntima e deixa eu te retribuir o que você acabou de fazer. Ela tira o sutiã, revelando os peitos pequenos (meio caídos), com mamilos cor de pele e bem durinhos de tesão. Depois, tira a calcinha e mostra uma buceta super peluda, como se nunca tivesse depilado na vida.
Com uns lábios vaginais bem carnudos que se destacavam dos pelos, era a primeira vez que eu via uma buceta tão grande e peluda (não tenho problema com pelos pubianos femininos, adoro quando parecem mais peludinhas e adultas, mas é foda se é a primeira pessoa com quem vejo tanto pelo). Deito ela e peço pra abrir as pernas na beirada da cama, ajoelho e começo a chupar a buceta toda devagar pra excitar ela, indo lentamente até o clitóris (que é o que as mulheres mais gostam que chupem, lembrem-se, o clitóris é o importante, nos lábios externos e internos não tem tanta sensação quanto no clitóris). Essa mina, sem aguentar, começa a gemer bem alto e a pedir pra eu não parar por favor. Era meio complicado continuar chupando a buceta dela por causa da quantidade de pelo que essa garota tinha. Depois de 10 minutos chupando, ela dá um grito enorme e, até assustada, me pede pra parar, que precisava de um descanso e que não sabia o que tinha acabado de acontecer com ela. Eu só respondi: — Parabéns, você acabou de ter seu primeiro orgasmo. Ela me responde que não é o primeiro orgasmo dela, que sempre se masturba, mas que nunca tinha sentido algo assim. Expliquei que é diferente se masturbar do que estar com alguém. Depois disso, com uma cara de muito tesão, ela me pede pra eu meter logo.
Ela ficou de quatro com a coluna arqueada, igual uma novata que nunca tinha ficado naquela posição, e quando tentei penetrar, ela pediu pra gente ficar de papai-mamãe. Ela se deitou na beirada da cama, e eu falei pra ela se preparar porque podia doer. Comecei a meter meu pau na buceta dela, e na hora ela deu um grito de dor bem forte, mal tinha enfiado só a ponta. Perguntei se a gente parava, e ela pediu pra continuar, que não ia deixar no meio, que veio disposta a tudo.
Nisso ela começa a sangrar, o hímem dela tinha rompido. Com uma cara mais de dor do que de prazer, ela me pede pra não parar, que nunca tinha sentido algo assim. Basicamente, a gente ficou naquela posição por um bom tempo até que essa mina ficou mais solta e a dor tinha passado. Ela me perguntou se podia montar em mim agora, eu falei que claro, me deitei na cama e ela foi se colocar por cima de mim. Acreditem, uma das minhas lembranças mais taradas foi ver como os lábios da buceta dela, bem carnudos, pareciam que queriam devorar meu pau enquanto o cobriam. Já no clima, essa mina começa a falar que adora transar, que por favor a gente faça mais vezes, que nunca imaginou que ia se sentir assim, tudo enquanto cavalgava em mim. Eu, já muito excitado, pego ela pelas nádegas e começo a enterrar meu pau o mais fundo possível.
Leticia começa a gritar desesperadamente: —QUE GOSTOSO É ESSA SENSAÇÃO, POR FAVOR ME PROMETE QUE VAMOS TRANSAR DE NOVO. Ela começa a gemer e solta o maior grito da noite inteira enquanto me pede para gozar dentro dela (a gente tinha comprado uma pílula do dia seguinte antes do encontro e já tinha combinado que eu gozaria dentro dela). E ela começa a gritar: —ME ENCHE DE PORRA, QUERO SENTIR SEU LEITE QUENTE DENTRO DE MIM, POR FAVOR. Já sem aguentar, começo a gozar jorrando dentro dela, com cada pulsação do meu pau sentia sair um jato de porra enquanto ela gritava.
Ao se deitar na cama depois de sair de cima de mim, ela viu como a buceta dela começou a escorrer meu gozo com um pouco de sangue, e eu vi a cara de Leticia satisfeita e cansada depois dessa tarde perdendo a virgindade dela.
Ela vestiu a calcinha dela e a gente ficou deitado um tempão descansando. Depois de 30 minutos, ela me pede pra chupar meu pau de novo porque queria sentir o leite na boca dela. A gente fez, mas francamente aquilo acabou mal: a mina se sentiu provocada pela textura do gozo e vomitou. Sinceramente, pra ser a primeira vez que a gente transou, foi bem quente, embora meio desconfortável. A segunda vez foi ardente e até meio engraçada. Se vocês curtiram esse primeiro relato e ele tiver boa aceitação, eu me comprometo a postar a segunda parte. Deixem seus comentários e notas. Lembrem-se, cavalheiros: tem que meter forte, tem que meter gostoso, mas tudo com consentimento e respeito.
3 comentários - Cómo mi amiga me pidió perder su virginidad