Começo a acordar com o balanço constante das pedras na estrada, ainda na jaula como a putinha que sou. Não sei quanto tempo passou, a caminhonete continuou por alguns minutos, parou e ouvi um portão se abrindo. A caminhonete avançou, e escutei a voz de uma mulher jovem: "Obrigada por trazê-la." O desconhecido respondeu: "Sem problema, senhora, é sempre um prazer trabalhar pra você." "Deve ter sido uma viagem longa." "Foi sim, a noite toda na estrada. Onde eu deixo ela, senhora?" "Deixa ela lá dentro, quero ver de perto minha nova mascote." O desconhecido andou até a caminhonete, abriu a parte de trás, pegou a jaula, caminhou alguns passos, abriu a porta e me deixou no chão. "Obrigada por fazer isso." "Sem problema. Toma, quase esqueci o controle e as chaves." "Ah, obrigada. Boa sorte hoje à noite, essa mulher te faz bem." "Obrigado, senhora. Tchau." A porta se fechou. "Vamos ver o que temos aqui." Ela abriu a jaula, eu saí, ela pegou a coleira e deu um puxãozinho. Saí de quatro, tremendo, fiquei parada. Ela tirou minha venda, e eu vi uma mulher de cabelo castanho e olhos azuis, usando um body de látex com estampa de leopardo, salto alto, luvas e uma raquete de BDSM. Só de olhar pra ela, eu já tava excitada. Sou a Exotic. Ela tirou minha mordaça e disse: "Oi." E me deu uma raquetada na bunda. Com seriedade e raiva, ela disse: "Cadelinhas não falam, latem ou ofegam. Então late agora, sua putinha." Comecei a latir. Ela pegou minha coleira: "Vamos, você deve estar com fome." Me guiou pela casa até a cozinha, colocou comida batida no liquidificador num prato de cachorro e água no outro. Comecei a comer de quatro. Estar nesse estado já me excitava, submissa e dominada. Quase terminei de comer quando ela ligou o vibrador na minha buceta no máximo, aumentando minha excitação e luxúria. Ela colocou minha cabeça no chão, levantou minha bunda e disse: "Vamos, mexe essa bundinha." Comecei a rebolar de um lado pro outro enquanto... Estávamos afogados em luxúria, eu enfiando a língua e começando a ofegar de excitação, quando ela me cortou de repente: "Vamos, temos muito o que fazer, sua putinha." Me levou pra sala principal, sentou, tirou minha coleira e trocou por uma preta com uma caixinha com uma luz verde, colocou o cadeado e soltou os ganchos das minhas pulseiras. Disse: "Você é livre pra andar pela casa toda e pelo quintal, mas se eu te ver andando em duas pernas ou falando normal, sem agir como uma putinha, ou tentar tirar isso ou fugir sem eu mandar..." Apertou um botão num controle, e senti uma descarga elétrica no meu pescoço. "Aaaah! Isso vai acontecer. Lembra que você é minha por esses dois dias, sua putinha." Comecei a andar pela casa, sem subir pro segundo andar ainda. Saí pra fora e vi um quintal enorme com um terraço, várias árvores, muros altos, muito mato e uma cabana estranha, parecida com um estábulo. Bateu uma vontade louca de mijar. Comecei a correr de quatro pra uma árvore, com ela me seguindo. Levantei a perna e comecei a urinar. Ela tirou o celular e tirou várias fotos. Quando terminei, ela disse: "Boa garota", acariciou minha cabeça, eu comecei a ofegar, e ela me deu um biscoito de recompensa. Isso tava começando a me dar tesão e a me excitar. Entendi a ideia. Olhei pra tudo em volta e comecei a correr pelo quintal todo, indo pro terraço. Vi uma bola. "Quer brincar de buscar a bola, sua putinha?" Ela pegou a bola e jogou. Fui buscar, peguei com a boca e levei de volta pra minha dona. Ela jogou várias vezes. Na última, a bola caiu dentro da cabana estranha. Me aproximei, entrei, e minha dona veio atrás. Comecei a arranhar a porta com as mãos. Ela olhou pra porta, abriu, e entrei pra pegar a bola. Ela entrou também. Lá dentro, vi duas mulheres: uma branca com traços americanos e uma morena com traços árabes. Elas tinham coleiras presas no teto e arreios de látex que terminavam em uma luva de bondage preta. prendeu os braços dela pra trás e outro couro que passava por todo o corpo dela, destacando partes como o abdômen, os peitos, a buceta e o quadril. Tinha uma barra como mordaça junto com uma espécie de capuz que mostrava o rosto dela, com uma ponta que disfarçava orelhas e pintas, com uma bunda de cavalo, piercings nos peitos e umas botas que tinham formato de casco na base da parte da frente. Fiquei olhando pra elas e elas pra mim, e ela disse: "meu amo, elas são minhas éguas, Rubi e Jade. Literalmente minhas. As duas assinaram um contrato de submissão por 10 anos pra serem minhas éguas. Antes, elas não se pareciam em nada com o que você vê agora." Olhei pro celular dela, vi a hora, já tava ficando tarde. "É melhor a gente voltar pra dentro e deixar elas se esquentarem." Saí primeiro, tentando falar alguma coisa, a loira pela mordaça. Olhei pra trás e vi minha ama dando um choque elétrico nela. Ela fechou a porta com força, entrou de novo em casa, me deu comida de novo, colocou a coleira em mim, me levou pro segundo andar, entrou no quarto da ama, me deixou na cama de cachorro que ela tinha do lado da cama de casal e dos móveis. Ela entrou no banho, mas não sem antes ligar no máximo meu vibrador vaginal e colocar a mordaça em mim. Enquanto ela tomava banho, eu tive uns poucos momentos de lucidez, enquanto minha mente era invadida pela luxúria. O que será que a garota queria dizer? Minha ama saiu do chuveiro de roupão, desligou o vibrador e tirou minha mordaça, dizendo: "Tire o roupão." Fez eu chupar, lamber e beijar toda a buceta dela enquanto ela ficava de pé. A excitação e a luxúria subiam de novo enquanto eu fazia a ama feliz. Passou um minuto e a ama foi dormir, e de quebra me colocou uns fones com música relaxante. Fui dormir. A ama acordou no meio da noite, me acordou. Olhei pela janela, um veículo chegou. Ela recebeu eles bem, minha ama. Conversou um pouco, desceu com dois. garotas semi nuas com cobertores e coleiras tentando escapar, uma delas caindo devido ao choque elétrico que a parou novamente. Um dos desconhecidos fazendo elas assinarem algo, levando-as para o estábulo, saindo e entrando no carro, indo embora. Perdi minha dona de vista por um minuto, levando um forte choque elétrico que me jogou no chão pela dor e pela sensação tão intensa que comecei a ficar inconsciente. Olhando para o lado, vi minha dona com uma cara de satisfação, caindo lentamente inconsciente, ouvindo: "você será minha putinha fiel por muito tempo". Não ouvindo mais nada e ficando completamente inconsciente.
0 comentários - De solteira a putinha 2