E aí, galera, aqui estou de novo. O fim de semana fica complicado pra eu escrever, então vou contar uma coisa que aconteceu, e que não deixa de ser uma questão importante.
Nem preciso dizer que desde que a Pato tá fazendo isso com os pedreiros, especialmente desde que o Johnny tá lá, ela fica com o tesão lá em cima o dia todo. Quando peço pra ela me contar à noite, ela já fica toda molhada e excitada só de pensar no pau dele. O problema é que ela só imaginava o pau do cara, já que não sabe exatamente se é grande ou pequeno, grosso ou fino, venoso, preto, com a cabeça grande, etc... Ela não conhece, só sentiu uma vez, e nem foi por completo.
Então, naquela mesma noite, sugeri que ela se soltasse um pouco mais, sempre lembrando que não queremos que vire algo sexual de fato, só que seja o mais tesão possível, que ela tentasse. Mas ela disse que não. Porque ela não sabe se vai aguentar... que fica com muito tesão quando percebe que um cara fica de pau duro por causa dela. Mesmo assim, pedi pra ela tentar, tentar deixar ele bem excitado, e ver até onde ia... que se no final ela acabasse fodendo com ele, que não se preocupasse, porque no fim das contas, a culpa é minha, sou eu que insisto nisso.
Tudo isso rolou enquanto estávamos transando, nós dois. O problema é que quando acabamos, me arrependi de ter dito aquilo, e falei pra ela que se visse que não ia aguentar a vontade de não fazer, que não fizesse nada. Pra minha surpresa, a resposta dela foi que já era tarde, que ela já tinha imaginado a ideia de deixar ele com muito tesão, e que se fosse foder com o cara, bem... ia foder e pronto.
Não me restou outra alternativa a não ser engolir minhas palavras. A culpa era minha, e meu pau tinha ficado duro de novo com o que ela estava me dizendo, então voltamos a transar como loucos, pensando e imaginando coisas com o Johnny... Se o cara soubesse as coisas que a gente pensa, já teria comido ela mais de uma vez...
No outro dia de manhã, eu estava no escritório, ansioso esperando a mensagem da Pato, até que chegou:
- Oi, amor, bom dia! – ela disse.
- Oi, minha... Reina, como você tá? -Bem, amor, a verdade é que não sei o que tá acontecendo comigo hoje, mas acordei com muito tesão, tive uns sonhos molhados e acordei pensando em como esquentar esses três!! Foi a resposta dela. -Nossa, amor, que delícia! Bom, aproveita, você sabe como me deixa louco quando você é tão putinha e fica provocando os caras... Mas só toma cuidado pra não exagerar... Eu pedi de novo. -Relaxa, amor, hoje eu vou deixar eles malucos de verdade, sabe uma coisa? Tô me tocando... -Que delícia, amor! Que putinha gostosa que você é! Eu te amo, você me deixa louco... e não só a mim! -Bom, vou deixar você, quero continuar com minhas coisas, e preciso pensar no que vou fazer, quero deixar eles loucos, mas principalmente o Johnny!! E ela não me mandou mais mensagem por um bom tempo. Agora vou contar o que aconteceu: Por volta das 10 da manhã, depois de fazer as tarefas de casa, ela decidiu ir até a obra, com a desculpa de levar um pouco de água pra eles. Ela colocou uma legging preta, um fio-dental bem pequeno, mas principalmente que desse pra ver um pouquinho por cima da legging, e uma regata, obviamente sem sutiã. Então lá foi ela, entrou na obra e chamou eles. -Bom dia!! -Bom dia, senhora. Apareceu e disse o Pedro, que tava como "encarregado" da obra. -Oi, bom dia. Disseram os outros dois, que vieram descendo as escadas, já que estavam trabalhando no andar de cima. -Gente, trouxe água pra vocês, hoje o calor vai ser insuportável. -Sim, senhora, muito obrigado. Minha mulher não foi embora, ficou por ali. Com isso, o Pedro perguntou: -Precisa que a gente ajude em alguma coisa? -Não, tá tudo bem, queria ver como estavam os avanços e o que estavam fazendo, não atrapalho, né? -Não, senhora! Como vai atrapalhar a sua visita, passa, passa. Disse o Johnny. O Pedro mostrou o que estavam fazendo, disse que iam começar a parte dos banheiros, por onde passariam os canos. E o Johnny tava trabalhando em um dos cômodos da casa. A Pato tentou ser sedutora, mas parece que não deram abertura pra ela ir além, então decidiu voltar pra casa. Com a frustração de não ter conseguido seu objetivo.
Um tempinho depois, batem na porta. Era o Pedro que precisava que ela fosse à casa, já que tinha que fazer uma pergunta.
- ok, me dá dois minutinhos e eu vou. Ela respondeu, e aproveitou quando ele foi embora para puxar bem a legging e enfiar ela no bum, arrumar os peitos para que os mamilos marcassem bem, e levantar um pouquinho a calcinha fio dental para poder mostrá-la caso fosse necessário.
Entrou na obra, e Pedro pediu que subisse que estavam lá em cima.
- olha senhora, temos um problema, o arquiteto não nos indicou como iam ficar os aparelhos e não sabemos onde fazer o buraco para eles.
- ah ok, e me diz como é mais ou menos e eu te digo onde colocá-los. Respondeu Pato.
Os três estavam ali, imaginem a situação, um banheiro, com as medidas de um banheiro padrão, e quatro pessoas dentro do mesmo. Se respirava humanidade, isso deixou a Pato excitada.
Ele explica mais ou menos, então Pato, pega um pedacinho de tijolo, e dando as costas para os três, marca no chão onde deveria ir cada coisa, o problema não foi a pia já que era quase na porta do banheiro, mas enquanto ia marcando as outras coisas, ia aproximando o bumbum para onde estavam eles, a camisetinha subiu um pouco atrás, e a calça desceu só um pouquinho, mas já dava para ver a calcinha fio dental. Ela marcava no chão, e se aproximava cada vez mais, o bumbum dela chegou quase a estar colado no Pedro, que se afastou, mas o Jhonny tomou o lugar dele.
Terminou de marcar o bidê, e percebeu que o Jhonny estava quase encostando o pau nela, olhou por cima do ombro, e viu que os outros dois, não tiravam os olhos do bumbum, e da calcinha fio dental que sobressaía da legging. Isso a deixou muito excitada. Os mamilos endureceram, então ela recuperou a compostura, se endireitou, e se virou, deixando à vista deles os mamilos bem marcados na regata.
- bom, aí eu marquei pra você Pedro. Disse Pato
- ehhh sim, sim está bom, obrigado senhora. Falou meio cortado o Pedro.
- bom eu vou para casa, qualquer outra dúvida, me avisem.
- Sim senhora, obrigado. O garoto esboça.
A safadinha nem se deu ao trabalho de ajustar a regata, mas puxou a legging bem pra dentro do rabo, fez isso pra esconder a calcinha fio-dental, mas a visão do bumbum todo marcado com a legging deve ter sido impressionante!
Ela estava muito excitada, e pensou que era o momento perfeito para fazer o Johnny explodir, então no meio do caminho voltou pra chamá-lo, mas eles não tinham percebido, e ela os ouviu conversando.
- Pedro, chama ela de novo, que gostosa que tá essa gatinha, viu o que eu tava dizendo, a filha da puta faz de propósito. Disse o Johnny.
- Puta que pariu, não seja tarado. A gente vai ser expulso daqui na porrada se o chefe descobrir. Ouviu dizer ao Pedro.
- Ei Pedro, acho que o Johnny tem razão, essa mina tá uma delícia e faz de propósito, você viu essa calcinha? E os peitos que ela tem? Disse o outro cara que ela ainda não conhecia direito a voz. Chamava ela de velha, mas ela não devia ter mais de 22 anos e minha mulher tem 37.
- Não sejam punheteiros! Pedro falou de novo.
- Mas olha como ela deixa meu pau!!! Cara, quero chupar os peitos dela e comer essa puta já! Deve estar muito carente. Disse o Johnny.
Pato aproveitou para descer um pouco as escadas e chamá-lo naquele momento.
- Johnny, pode vir um minuto! Gritou Pato pelo vão da escada.
Ele deve ter se cagado de medo, devem ter pensado que ela tinha ouvido tudo.
- Sim senhora, já vou, o que precisa? Disse ele.
- Preciso que me dê uma mão na casa, eu não consigo fazer sozinha. Disse Pato.
- Sim senhora, com todo prazer, pode falar.
- Vamos, obrigada, me segue por favor. Disse ela.
Foram para a casa, ela teve a ideia de que, como tinha uma lâmpada queimada, ia pedir pra ele trocar, já que ela tinha "medo", porque essas coisas são de homem e ela não tinha feito.
- Olha, sabe que tá com pouca luz, essa lâmpada queimou e eu tenho medo de subir na escada e cair. Você poderia fazer, por favor? Com uma carinha de safada ela falou.
- Sim Senhora, não se preocupe, eu resolvo isso. Ele falou com um certo tom de duplo sentido.
- Ok, vai subindo na escada, que eu preciso pegar a lâmpada no móvel ali.
Johnny subiu na escada e se preparou para tirar a lâmpada queimada. Pato, na frente dele, começou a procurar uma lâmpada no móvel, na porta de baixo, agachando e ficando de quatro para procurar a lâmpada, mostrando de novo como a calcinha fio dental ficava sob a legging. Ela demorou cerca de um minuto para encontrar, mesmo já tendo a lâmpada na mão desde o momento que abriu as portas do móvel.
Ela se levantou e se aproximou da escada, seu rosto ficou a poucos centímetros do pau do Johnny, que já exibia seu membro duro sobre o bermuda. Isso a esquentou demais, ela fingiu que estava vendo TV, como se algo interessante estivesse passando no noticiário, e desviou o olhar do volume no Johnny, mas aproveitou para tocar no pau dele com a mão, que estava estendida passando a lâmpada.
Ela olhou para ele como se não tivesse percebido e, com um sorriso malicioso, disse:
- Oops, desculpa, Johnny, não percebi… hehe…
Ele ficou tão nervoso que deixou a lâmpada cair da mão, estourando no chão.
- Ei, Johnny, não fica nervoso… foi sem querer…
E ela foi pegar outra lâmpadinha no móvel. Johnny desceu da escada, como para limpar ou fazer algo sobre a lâmpada quebrada, e a viu agachada de novo, com a bunda empinada e a calcinha fio dental aparecendo. Isso foi demais para o Johnny.
Ele se aproximou por trás e apoiou o pau duro na bunda dela. Pato se assustou e se virou. Ele a segurou pela cintura e a puxou contra seu corpo, indo direto para beijá-la e passar a língua pelo pescoço. Pato, que mesmo estando gostando, não deixava transparecer, tentou lutar sem fazer muita força. Ele colocou as mãos na bunda da Pato e pressionou seu ventre com o pau duro. Isso é algo que Pato não resiste. Johnny a levou até a mesa e continuou fazendo isso, amassando sua bunda e beijando seu pescoço. Pato jogou a cabeça para trás e ele… Aproveitei para apalpar bem os peitos dela.
A coisa estava super quente, tudo estava saindo do controle.
Ela se soltou e virou como se fosse embora, mas ele a pegou por trás, encostou bem o pau na bunda dela e ficou apalpando os peitos enquanto beijava seu pescoço. A Pato resistia sem dizer nada, estava gostando demais, o Johnny estava com muita vontade dela. Ela esticou a mão para trás e tocou no pau dele por cima da calça. Ele abaixou o shorts, ela começou a masturbação dando as costas, ele a tocava e foi baixando a mão até enfiá-la por dentro da leggings e assim chegar na sua boceta encharcada. Ele exclamou: “Hmm, senhora, você está muito molhada… era isso que você queria?” Ele a virou, continuou tocando a boceta e ela finalmente pôde ver o pau. Já tinha sentido que era grande, mas diz que também era bonito, com uma cabeça grande e veiudo, do jeito que ela gosta, e o tamanho não era nada mal.
Ele a aproximou novamente e esfregou o pau na barriga dela. Até que, num momento de lucidez, ela o parou de repente.
— Por favor, Johnny, chega! Sou uma mulher casada… isso não pode continuar. Corta essa! — disse minha mulher.
— Não me diga isso, senhora, se você está toda excitada! — respondeu ele.
— Pronto. Já está… por hoje é suficiente, vai embora, por favor — e se afastou dele.
O Johnny não entendia nada. Mesmo assim, a Pato sabia que tinha permitido mais do que devia e que esse assunto ia ser complicado de lidar no futuro.
— Por favor, te peço, vai para a obra — pediu a Pato novamente.
— Senhora, pelo menos me deixe gozar… você me deixou muito excitado — suplicou o Johnny.
— Não, Johnny, já está, isso está muito errado — disfarçou minha mulher.
Johnny estava perdido. Mas não tinha outra opção, minha mulher tinha sido muito clara, sabia que se continuasse poderia ter problemas. Então, numa decisão sábia da parte dele, rumou para a porta, subindo o shorts como dava, já que o pau estava fazendo muita pressão.
E foi embora.
A Pato estava fervendo!!! Foi direto ao banheiro para tomar um bom banho e se tocar. porque não aguentava mais o tesão acumulado. Ela se tocou, pensando no pau do Johnny, imaginou ele batendo uma na obra e gozando feito um cavalo. Isso a deixou louca e ela teve um orgasmo gigante no banho. Gemeu alto, gritando, como se quisesse ser ouvida.
Quando voltei à noite, ela tinha deixado as crianças com a mãe, e transamos até morrer, por causa do que aconteceu.
No dia seguinte, tivemos que voltar pra nossa casa, onde a gente realmente mora até a obra acabar, e ela acordou super cachorra, com a legging preta do dia anterior e uma camisinha de cetim sem sutiã. Queria mais sexo, mas eu queria ver o que ela provoca quando seduz outros caras. Então pedi que fosse até o carro buscar uma coisa, porque tava lá o cara que lava. Antes, claro, ela chupou meu pau e me mostrou uma calcinha fio-dental que eu tinha dado de presente, que ela nunca tinha usado antes. Ficou fantástica nela, falei pra ela colocar a calcinha como tinha feito no dia anterior e ir esquentar a garota que estava lavando meu carro.
Com uma cara de puta, ela me disse:
— Sim, meu amor, lá vou eu. Você vai ver o que eu provoco nos homens.
Colocou uma bolsa cruzada no peito, marcando bem os mamilos. Era incrível, não tô mentindo. E eu espiei pela janela o que acontecia. Ela abriu a porta do carro, sempre falando coisas pro cara, e se abaixou pra buscar o pendrive que tava no stereo. Não vão acreditar se eu contar, mas o cara não parou de olhar pra bunda dela e pra calcinha violeta, inclusive até se tocou disfarçadamente.
Ela disse não sei o quê, o cara tava muito nervoso, gaguejava ao falar, não parava de olhar como os mamilos marcavam na blusa. Ela virou e voltou pra casa. Na porta, eu agarrei ela, falei que não aguentava mais, baixei a legging. Ver aquela bunda com essa calcinha foi demais, não deu tempo de tirar foto, tava com o celular na mão. Ela tava com muito tesão, pedia pra eu comer ela, e foi o que fiz. Enquanto isso, procurei no celular a mensagem que ela me mandou às página@AtilaYazu,Mostrei as fotos pra ela e ela ficou ainda mais excitada. Enquanto eu a penetrava, perguntei se ela queria rola, e ela gritou que SIM, que eu tinha uma pica muito gostosa, que queria na boca e na buceta. Fomos pro sofá e continuamos transando até ela ter um orgasmo intenso, e eu fiz minha parte, gozando toda na barriga dela. Quase gozei na boca dela, mas na última hora ela desistiu.
Ficamos deitados no sofá, nos pegando por alguns minutos, até nos levantarmos e tomarmos banho juntos.
Fazia muito tempo que não gozávamos tanto. Foi tudo muito quente, vê-la agindo como uma verdadeira putinha me deixou maluco.
Bem, galera, a verdade é que pedi pra ela se comportar hoje, não fazer nada, deixar a tesão do Johnny e a dela baixar.
Mas aceito sugestões… como continuamos???
Nem preciso dizer que desde que a Pato tá fazendo isso com os pedreiros, especialmente desde que o Johnny tá lá, ela fica com o tesão lá em cima o dia todo. Quando peço pra ela me contar à noite, ela já fica toda molhada e excitada só de pensar no pau dele. O problema é que ela só imaginava o pau do cara, já que não sabe exatamente se é grande ou pequeno, grosso ou fino, venoso, preto, com a cabeça grande, etc... Ela não conhece, só sentiu uma vez, e nem foi por completo.
Então, naquela mesma noite, sugeri que ela se soltasse um pouco mais, sempre lembrando que não queremos que vire algo sexual de fato, só que seja o mais tesão possível, que ela tentasse. Mas ela disse que não. Porque ela não sabe se vai aguentar... que fica com muito tesão quando percebe que um cara fica de pau duro por causa dela. Mesmo assim, pedi pra ela tentar, tentar deixar ele bem excitado, e ver até onde ia... que se no final ela acabasse fodendo com ele, que não se preocupasse, porque no fim das contas, a culpa é minha, sou eu que insisto nisso.
Tudo isso rolou enquanto estávamos transando, nós dois. O problema é que quando acabamos, me arrependi de ter dito aquilo, e falei pra ela que se visse que não ia aguentar a vontade de não fazer, que não fizesse nada. Pra minha surpresa, a resposta dela foi que já era tarde, que ela já tinha imaginado a ideia de deixar ele com muito tesão, e que se fosse foder com o cara, bem... ia foder e pronto.
Não me restou outra alternativa a não ser engolir minhas palavras. A culpa era minha, e meu pau tinha ficado duro de novo com o que ela estava me dizendo, então voltamos a transar como loucos, pensando e imaginando coisas com o Johnny... Se o cara soubesse as coisas que a gente pensa, já teria comido ela mais de uma vez...
No outro dia de manhã, eu estava no escritório, ansioso esperando a mensagem da Pato, até que chegou:
- Oi, amor, bom dia! – ela disse.
- Oi, minha... Reina, como você tá? -Bem, amor, a verdade é que não sei o que tá acontecendo comigo hoje, mas acordei com muito tesão, tive uns sonhos molhados e acordei pensando em como esquentar esses três!! Foi a resposta dela. -Nossa, amor, que delícia! Bom, aproveita, você sabe como me deixa louco quando você é tão putinha e fica provocando os caras... Mas só toma cuidado pra não exagerar... Eu pedi de novo. -Relaxa, amor, hoje eu vou deixar eles malucos de verdade, sabe uma coisa? Tô me tocando... -Que delícia, amor! Que putinha gostosa que você é! Eu te amo, você me deixa louco... e não só a mim! -Bom, vou deixar você, quero continuar com minhas coisas, e preciso pensar no que vou fazer, quero deixar eles loucos, mas principalmente o Johnny!! E ela não me mandou mais mensagem por um bom tempo. Agora vou contar o que aconteceu: Por volta das 10 da manhã, depois de fazer as tarefas de casa, ela decidiu ir até a obra, com a desculpa de levar um pouco de água pra eles. Ela colocou uma legging preta, um fio-dental bem pequeno, mas principalmente que desse pra ver um pouquinho por cima da legging, e uma regata, obviamente sem sutiã. Então lá foi ela, entrou na obra e chamou eles. -Bom dia!! -Bom dia, senhora. Apareceu e disse o Pedro, que tava como "encarregado" da obra. -Oi, bom dia. Disseram os outros dois, que vieram descendo as escadas, já que estavam trabalhando no andar de cima. -Gente, trouxe água pra vocês, hoje o calor vai ser insuportável. -Sim, senhora, muito obrigado. Minha mulher não foi embora, ficou por ali. Com isso, o Pedro perguntou: -Precisa que a gente ajude em alguma coisa? -Não, tá tudo bem, queria ver como estavam os avanços e o que estavam fazendo, não atrapalho, né? -Não, senhora! Como vai atrapalhar a sua visita, passa, passa. Disse o Johnny. O Pedro mostrou o que estavam fazendo, disse que iam começar a parte dos banheiros, por onde passariam os canos. E o Johnny tava trabalhando em um dos cômodos da casa. A Pato tentou ser sedutora, mas parece que não deram abertura pra ela ir além, então decidiu voltar pra casa. Com a frustração de não ter conseguido seu objetivo.
Um tempinho depois, batem na porta. Era o Pedro que precisava que ela fosse à casa, já que tinha que fazer uma pergunta.
- ok, me dá dois minutinhos e eu vou. Ela respondeu, e aproveitou quando ele foi embora para puxar bem a legging e enfiar ela no bum, arrumar os peitos para que os mamilos marcassem bem, e levantar um pouquinho a calcinha fio dental para poder mostrá-la caso fosse necessário.
Entrou na obra, e Pedro pediu que subisse que estavam lá em cima.
- olha senhora, temos um problema, o arquiteto não nos indicou como iam ficar os aparelhos e não sabemos onde fazer o buraco para eles.
- ah ok, e me diz como é mais ou menos e eu te digo onde colocá-los. Respondeu Pato.
Os três estavam ali, imaginem a situação, um banheiro, com as medidas de um banheiro padrão, e quatro pessoas dentro do mesmo. Se respirava humanidade, isso deixou a Pato excitada.
Ele explica mais ou menos, então Pato, pega um pedacinho de tijolo, e dando as costas para os três, marca no chão onde deveria ir cada coisa, o problema não foi a pia já que era quase na porta do banheiro, mas enquanto ia marcando as outras coisas, ia aproximando o bumbum para onde estavam eles, a camisetinha subiu um pouco atrás, e a calça desceu só um pouquinho, mas já dava para ver a calcinha fio dental. Ela marcava no chão, e se aproximava cada vez mais, o bumbum dela chegou quase a estar colado no Pedro, que se afastou, mas o Jhonny tomou o lugar dele.
Terminou de marcar o bidê, e percebeu que o Jhonny estava quase encostando o pau nela, olhou por cima do ombro, e viu que os outros dois, não tiravam os olhos do bumbum, e da calcinha fio dental que sobressaía da legging. Isso a deixou muito excitada. Os mamilos endureceram, então ela recuperou a compostura, se endireitou, e se virou, deixando à vista deles os mamilos bem marcados na regata.
- bom, aí eu marquei pra você Pedro. Disse Pato
- ehhh sim, sim está bom, obrigado senhora. Falou meio cortado o Pedro.
- bom eu vou para casa, qualquer outra dúvida, me avisem.
- Sim senhora, obrigado. O garoto esboça.
A safadinha nem se deu ao trabalho de ajustar a regata, mas puxou a legging bem pra dentro do rabo, fez isso pra esconder a calcinha fio-dental, mas a visão do bumbum todo marcado com a legging deve ter sido impressionante!
Ela estava muito excitada, e pensou que era o momento perfeito para fazer o Johnny explodir, então no meio do caminho voltou pra chamá-lo, mas eles não tinham percebido, e ela os ouviu conversando.
- Pedro, chama ela de novo, que gostosa que tá essa gatinha, viu o que eu tava dizendo, a filha da puta faz de propósito. Disse o Johnny.
- Puta que pariu, não seja tarado. A gente vai ser expulso daqui na porrada se o chefe descobrir. Ouviu dizer ao Pedro.
- Ei Pedro, acho que o Johnny tem razão, essa mina tá uma delícia e faz de propósito, você viu essa calcinha? E os peitos que ela tem? Disse o outro cara que ela ainda não conhecia direito a voz. Chamava ela de velha, mas ela não devia ter mais de 22 anos e minha mulher tem 37.
- Não sejam punheteiros! Pedro falou de novo.
- Mas olha como ela deixa meu pau!!! Cara, quero chupar os peitos dela e comer essa puta já! Deve estar muito carente. Disse o Johnny.
Pato aproveitou para descer um pouco as escadas e chamá-lo naquele momento.
- Johnny, pode vir um minuto! Gritou Pato pelo vão da escada.
Ele deve ter se cagado de medo, devem ter pensado que ela tinha ouvido tudo.
- Sim senhora, já vou, o que precisa? Disse ele.
- Preciso que me dê uma mão na casa, eu não consigo fazer sozinha. Disse Pato.
- Sim senhora, com todo prazer, pode falar.
- Vamos, obrigada, me segue por favor. Disse ela.
Foram para a casa, ela teve a ideia de que, como tinha uma lâmpada queimada, ia pedir pra ele trocar, já que ela tinha "medo", porque essas coisas são de homem e ela não tinha feito.
- Olha, sabe que tá com pouca luz, essa lâmpada queimou e eu tenho medo de subir na escada e cair. Você poderia fazer, por favor? Com uma carinha de safada ela falou.
- Sim Senhora, não se preocupe, eu resolvo isso. Ele falou com um certo tom de duplo sentido.
- Ok, vai subindo na escada, que eu preciso pegar a lâmpada no móvel ali.
Johnny subiu na escada e se preparou para tirar a lâmpada queimada. Pato, na frente dele, começou a procurar uma lâmpada no móvel, na porta de baixo, agachando e ficando de quatro para procurar a lâmpada, mostrando de novo como a calcinha fio dental ficava sob a legging. Ela demorou cerca de um minuto para encontrar, mesmo já tendo a lâmpada na mão desde o momento que abriu as portas do móvel.
Ela se levantou e se aproximou da escada, seu rosto ficou a poucos centímetros do pau do Johnny, que já exibia seu membro duro sobre o bermuda. Isso a esquentou demais, ela fingiu que estava vendo TV, como se algo interessante estivesse passando no noticiário, e desviou o olhar do volume no Johnny, mas aproveitou para tocar no pau dele com a mão, que estava estendida passando a lâmpada.
Ela olhou para ele como se não tivesse percebido e, com um sorriso malicioso, disse:
- Oops, desculpa, Johnny, não percebi… hehe…
Ele ficou tão nervoso que deixou a lâmpada cair da mão, estourando no chão.
- Ei, Johnny, não fica nervoso… foi sem querer…
E ela foi pegar outra lâmpadinha no móvel. Johnny desceu da escada, como para limpar ou fazer algo sobre a lâmpada quebrada, e a viu agachada de novo, com a bunda empinada e a calcinha fio dental aparecendo. Isso foi demais para o Johnny.
Ele se aproximou por trás e apoiou o pau duro na bunda dela. Pato se assustou e se virou. Ele a segurou pela cintura e a puxou contra seu corpo, indo direto para beijá-la e passar a língua pelo pescoço. Pato, que mesmo estando gostando, não deixava transparecer, tentou lutar sem fazer muita força. Ele colocou as mãos na bunda da Pato e pressionou seu ventre com o pau duro. Isso é algo que Pato não resiste. Johnny a levou até a mesa e continuou fazendo isso, amassando sua bunda e beijando seu pescoço. Pato jogou a cabeça para trás e ele… Aproveitei para apalpar bem os peitos dela.
A coisa estava super quente, tudo estava saindo do controle.
Ela se soltou e virou como se fosse embora, mas ele a pegou por trás, encostou bem o pau na bunda dela e ficou apalpando os peitos enquanto beijava seu pescoço. A Pato resistia sem dizer nada, estava gostando demais, o Johnny estava com muita vontade dela. Ela esticou a mão para trás e tocou no pau dele por cima da calça. Ele abaixou o shorts, ela começou a masturbação dando as costas, ele a tocava e foi baixando a mão até enfiá-la por dentro da leggings e assim chegar na sua boceta encharcada. Ele exclamou: “Hmm, senhora, você está muito molhada… era isso que você queria?” Ele a virou, continuou tocando a boceta e ela finalmente pôde ver o pau. Já tinha sentido que era grande, mas diz que também era bonito, com uma cabeça grande e veiudo, do jeito que ela gosta, e o tamanho não era nada mal.
Ele a aproximou novamente e esfregou o pau na barriga dela. Até que, num momento de lucidez, ela o parou de repente.
— Por favor, Johnny, chega! Sou uma mulher casada… isso não pode continuar. Corta essa! — disse minha mulher.
— Não me diga isso, senhora, se você está toda excitada! — respondeu ele.
— Pronto. Já está… por hoje é suficiente, vai embora, por favor — e se afastou dele.
O Johnny não entendia nada. Mesmo assim, a Pato sabia que tinha permitido mais do que devia e que esse assunto ia ser complicado de lidar no futuro.
— Por favor, te peço, vai para a obra — pediu a Pato novamente.
— Senhora, pelo menos me deixe gozar… você me deixou muito excitado — suplicou o Johnny.
— Não, Johnny, já está, isso está muito errado — disfarçou minha mulher.
Johnny estava perdido. Mas não tinha outra opção, minha mulher tinha sido muito clara, sabia que se continuasse poderia ter problemas. Então, numa decisão sábia da parte dele, rumou para a porta, subindo o shorts como dava, já que o pau estava fazendo muita pressão.
E foi embora.
A Pato estava fervendo!!! Foi direto ao banheiro para tomar um bom banho e se tocar. porque não aguentava mais o tesão acumulado. Ela se tocou, pensando no pau do Johnny, imaginou ele batendo uma na obra e gozando feito um cavalo. Isso a deixou louca e ela teve um orgasmo gigante no banho. Gemeu alto, gritando, como se quisesse ser ouvida.
Quando voltei à noite, ela tinha deixado as crianças com a mãe, e transamos até morrer, por causa do que aconteceu.
No dia seguinte, tivemos que voltar pra nossa casa, onde a gente realmente mora até a obra acabar, e ela acordou super cachorra, com a legging preta do dia anterior e uma camisinha de cetim sem sutiã. Queria mais sexo, mas eu queria ver o que ela provoca quando seduz outros caras. Então pedi que fosse até o carro buscar uma coisa, porque tava lá o cara que lava. Antes, claro, ela chupou meu pau e me mostrou uma calcinha fio-dental que eu tinha dado de presente, que ela nunca tinha usado antes. Ficou fantástica nela, falei pra ela colocar a calcinha como tinha feito no dia anterior e ir esquentar a garota que estava lavando meu carro.
Com uma cara de puta, ela me disse:
— Sim, meu amor, lá vou eu. Você vai ver o que eu provoco nos homens.
Colocou uma bolsa cruzada no peito, marcando bem os mamilos. Era incrível, não tô mentindo. E eu espiei pela janela o que acontecia. Ela abriu a porta do carro, sempre falando coisas pro cara, e se abaixou pra buscar o pendrive que tava no stereo. Não vão acreditar se eu contar, mas o cara não parou de olhar pra bunda dela e pra calcinha violeta, inclusive até se tocou disfarçadamente.
Ela disse não sei o quê, o cara tava muito nervoso, gaguejava ao falar, não parava de olhar como os mamilos marcavam na blusa. Ela virou e voltou pra casa. Na porta, eu agarrei ela, falei que não aguentava mais, baixei a legging. Ver aquela bunda com essa calcinha foi demais, não deu tempo de tirar foto, tava com o celular na mão. Ela tava com muito tesão, pedia pra eu comer ela, e foi o que fiz. Enquanto isso, procurei no celular a mensagem que ela me mandou às página@AtilaYazu,Mostrei as fotos pra ela e ela ficou ainda mais excitada. Enquanto eu a penetrava, perguntei se ela queria rola, e ela gritou que SIM, que eu tinha uma pica muito gostosa, que queria na boca e na buceta. Fomos pro sofá e continuamos transando até ela ter um orgasmo intenso, e eu fiz minha parte, gozando toda na barriga dela. Quase gozei na boca dela, mas na última hora ela desistiu.
Ficamos deitados no sofá, nos pegando por alguns minutos, até nos levantarmos e tomarmos banho juntos.
Fazia muito tempo que não gozávamos tanto. Foi tudo muito quente, vê-la agindo como uma verdadeira putinha me deixou maluco.
Bem, galera, a verdade é que pedi pra ela se comportar hoje, não fazer nada, deixar a tesão do Johnny e a dela baixar.
Mas aceito sugestões… como continuamos???
2 comentários - Pato e os Pedreiros 6.