Oi, pessoal, de novo. Dessa vez, trouxe um relato curto que rolou comigo, mas foi por conversas no meio do caminho que fiquei sabendo o que aconteceu naquela noite.
Uma noite de inverno, minha mina foi pra farra com as amigas. Depois do que já tinha rolado naquela festa, qualquer coisa que acontecesse não ia ser pior, então eu dormi tranquilo aquela noite. Ela tinha saído bem provocante, apesar do frio: saia preta bem justa e uma camiseta que marcava bem os peitinhos pequenos que ela tinha. Era normal que, quando ela chegasse em casa, me avisasse por segurança.
Umas 8 da manhã, acordo e não tinha mensagem nenhuma dela, o que achei estranho, porque ela não costumava voltar depois das 6h. A curiosidade me matou e entrei no Instagram dela, já que tinha a senha, e vi que tinha uma mensagem de um cara. Ele dizia: "Vamos continuar a farra em outro lugar?"
Até aquele momento, pelos poucos amigos que ela tinha no Instagram, eu conhecia todos, mas esse aí eu nunca tinha ouvido falar nem por acaso.
Pouco depois, ela responde que já ia dormir, que tinha pego um táxi, que ia deixar uma amiga e depois ir pra casa. O cara responde: "Ok, ainda mora na Corrientes?" Ela responde que sim.
Umas 2 horas depois, já eram 10 da manhã, e não teve mais mensagens, e a mensagem dela dizendo que chegou em casa nunca veio. Aí, umas 10h30, o cara manda outra no Instagram: "Da próxima, vamos pra um hotel pra ficar mais à vontade", e ela responde que não vai ter próxima vez e manda um beijo.
Não teve mais mensagens dos dois, mas eu tava morrendo de curiosidade sobre o que rolou naquelas 2 horas. Passaram uns 2 ou 3 dias até eu ter a chance de roubar o celular dela e olhar as conversas, principalmente com uma amiga, a mesma que voltou de táxi com ela.
Aí sim, fiquei sabendo com todos os detalhes o que aconteceu naquela madrugada de inverno. Romina: Mana, cê tá aí? Não sabe o que acabou de acontecer, quero morrer.
Amiga: Tô sim, Romi, me conta o que rolou?
Romina: [manda áudio do WhatsApp de 5min contando tudo com todos os detalhes]ÁudioAmiga, aí veio esse cara até a porta da minha casa e falou: "Você me deixou louco de tesão depois do jeito que você rebolava a bunda no baile". Eu falei que não tava rebolando a bunda pra ele, que eu dançava assim mesmo. Aí ele respondeu: "Fala sério, você sabe da minha fama de pauzudo e tá doida pra provar". Eu respondi que tinha namorado e que não ia trair ele por nada nesse mundo, e ele me calou falando: "Ah, Romi, para, todo mundo sabe que naquela festa um negão encheu você de porra e depois você saiu beijando seu namorado". Obviamente não dei o braço a torcer e falei que aquela noite eu tava bebada e que me arrependia muito. Ele me convidou pra subir no carro porque tava frio e ele queria conversar sobre outra coisa. Eu, feita de otária, acreditei, e quando entrei no carro, ele deu partida e saiu dando uma volta. Falei: "Cara, me deixa em casa". E ele disse: "Eu te deixo em casa depois que você chupar toda", e mostrou a pica. Uma pica de uns 20cm, grossa, cheia de veias, igual todas as minhas amigas falavam. E vou ser sincera contigo, amiga, nem resisti. Peguei com as duas mãos e comecei a chupar aquela pica. Da base até a cabeça, passava a língua em tudo, era uma delícia. Além disso, acostumada com a do meu namorado, aquilo era descomunal. Tirei as bolas dele, que ainda estavam escondidas na cueca, e comecei a chupar elas também, pareciam duas bolas de tênis. Por dentro, eu pensava: "Devem estar cheias de porra". Num momento, ele parou o carro numa garagem, me fez passar pro banco de trás e me deu uma fodida violenta. Ele acabou com a minha buceta e a minha bunda, acho até que saiu um pouco de sangue, de tão grande que era. E, feito uma boa menina, engoli a porra mais gostosa que já tinha tomado. Quando pensei que ia voltar pra casa, ele falou: "Agora chupa de novo pra ela ficar dura, que eu quero continuar". Eu, muito sem-vergonha, não recusei e comecei a mamar outra vez, parecia um bezerro que não larga a teta da vaca. Só pra ele me fazer gozar de novo, eu faria qualquer coisa por aquela pica. E foi assim, amiga, ele me comeu de novo com força, eu gozei três vezes, um orgasmo melhor que o outro. Que o outro que eu tive me deu uma bunda gostosa e terminou. Ainda tô com porra no cu daquele filho da puta. E depois ele me deixou em casa e aqui estou eu, largada em casa.
Amiga: Boluda, tu tem uma sorte danada com pica grande. Todos os caras que me comem têm uma bem normal. Você traiu seu namorado 2 vezes e os 2 com paus enormes, tô com inveja kkkkkkkk.
Romina: Sim, amiga, tenho sorte, mas também me sinto meio culpada pela chifrada no meu namorado. Depois ele me come e eu não sinto nada. Outro dia ele quis me comer no cu, e eu falei que ainda não tava preparada. Se ele soubesse que agora tô cheia de porra kkkkkk.
Quando terminei de ver e ouvir todo esse chat, minha pica tava explodindo de tesão, não acreditei como a Romina tinha virado uma puta em tão pouco tempo. Acabei batendo uma punheta pra aliviar o tesão. Mas a verdade é que me excita muito saber que ela tá com outros caras e que as picas que ela come são bem maiores que a minha. O bom é que ela não sabe que eu sei, senão a nossa relação não seria a mesma.
Espero que tenham gostado. Abraços.
Uma noite de inverno, minha mina foi pra farra com as amigas. Depois do que já tinha rolado naquela festa, qualquer coisa que acontecesse não ia ser pior, então eu dormi tranquilo aquela noite. Ela tinha saído bem provocante, apesar do frio: saia preta bem justa e uma camiseta que marcava bem os peitinhos pequenos que ela tinha. Era normal que, quando ela chegasse em casa, me avisasse por segurança.
Umas 8 da manhã, acordo e não tinha mensagem nenhuma dela, o que achei estranho, porque ela não costumava voltar depois das 6h. A curiosidade me matou e entrei no Instagram dela, já que tinha a senha, e vi que tinha uma mensagem de um cara. Ele dizia: "Vamos continuar a farra em outro lugar?"
Até aquele momento, pelos poucos amigos que ela tinha no Instagram, eu conhecia todos, mas esse aí eu nunca tinha ouvido falar nem por acaso.
Pouco depois, ela responde que já ia dormir, que tinha pego um táxi, que ia deixar uma amiga e depois ir pra casa. O cara responde: "Ok, ainda mora na Corrientes?" Ela responde que sim.
Umas 2 horas depois, já eram 10 da manhã, e não teve mais mensagens, e a mensagem dela dizendo que chegou em casa nunca veio. Aí, umas 10h30, o cara manda outra no Instagram: "Da próxima, vamos pra um hotel pra ficar mais à vontade", e ela responde que não vai ter próxima vez e manda um beijo.
Não teve mais mensagens dos dois, mas eu tava morrendo de curiosidade sobre o que rolou naquelas 2 horas. Passaram uns 2 ou 3 dias até eu ter a chance de roubar o celular dela e olhar as conversas, principalmente com uma amiga, a mesma que voltou de táxi com ela.
Aí sim, fiquei sabendo com todos os detalhes o que aconteceu naquela madrugada de inverno. Romina: Mana, cê tá aí? Não sabe o que acabou de acontecer, quero morrer.
Amiga: Tô sim, Romi, me conta o que rolou?
Romina: [manda áudio do WhatsApp de 5min contando tudo com todos os detalhes]ÁudioAmiga, aí veio esse cara até a porta da minha casa e falou: "Você me deixou louco de tesão depois do jeito que você rebolava a bunda no baile". Eu falei que não tava rebolando a bunda pra ele, que eu dançava assim mesmo. Aí ele respondeu: "Fala sério, você sabe da minha fama de pauzudo e tá doida pra provar". Eu respondi que tinha namorado e que não ia trair ele por nada nesse mundo, e ele me calou falando: "Ah, Romi, para, todo mundo sabe que naquela festa um negão encheu você de porra e depois você saiu beijando seu namorado". Obviamente não dei o braço a torcer e falei que aquela noite eu tava bebada e que me arrependia muito. Ele me convidou pra subir no carro porque tava frio e ele queria conversar sobre outra coisa. Eu, feita de otária, acreditei, e quando entrei no carro, ele deu partida e saiu dando uma volta. Falei: "Cara, me deixa em casa". E ele disse: "Eu te deixo em casa depois que você chupar toda", e mostrou a pica. Uma pica de uns 20cm, grossa, cheia de veias, igual todas as minhas amigas falavam. E vou ser sincera contigo, amiga, nem resisti. Peguei com as duas mãos e comecei a chupar aquela pica. Da base até a cabeça, passava a língua em tudo, era uma delícia. Além disso, acostumada com a do meu namorado, aquilo era descomunal. Tirei as bolas dele, que ainda estavam escondidas na cueca, e comecei a chupar elas também, pareciam duas bolas de tênis. Por dentro, eu pensava: "Devem estar cheias de porra". Num momento, ele parou o carro numa garagem, me fez passar pro banco de trás e me deu uma fodida violenta. Ele acabou com a minha buceta e a minha bunda, acho até que saiu um pouco de sangue, de tão grande que era. E, feito uma boa menina, engoli a porra mais gostosa que já tinha tomado. Quando pensei que ia voltar pra casa, ele falou: "Agora chupa de novo pra ela ficar dura, que eu quero continuar". Eu, muito sem-vergonha, não recusei e comecei a mamar outra vez, parecia um bezerro que não larga a teta da vaca. Só pra ele me fazer gozar de novo, eu faria qualquer coisa por aquela pica. E foi assim, amiga, ele me comeu de novo com força, eu gozei três vezes, um orgasmo melhor que o outro. Que o outro que eu tive me deu uma bunda gostosa e terminou. Ainda tô com porra no cu daquele filho da puta. E depois ele me deixou em casa e aqui estou eu, largada em casa.
Amiga: Boluda, tu tem uma sorte danada com pica grande. Todos os caras que me comem têm uma bem normal. Você traiu seu namorado 2 vezes e os 2 com paus enormes, tô com inveja kkkkkkkk. Romina: Sim, amiga, tenho sorte, mas também me sinto meio culpada pela chifrada no meu namorado. Depois ele me come e eu não sinto nada. Outro dia ele quis me comer no cu, e eu falei que ainda não tava preparada. Se ele soubesse que agora tô cheia de porra kkkkkk.
Quando terminei de ver e ouvir todo esse chat, minha pica tava explodindo de tesão, não acreditei como a Romina tinha virado uma puta em tão pouco tempo. Acabei batendo uma punheta pra aliviar o tesão. Mas a verdade é que me excita muito saber que ela tá com outros caras e que as picas que ela come são bem maiores que a minha. O bom é que ela não sabe que eu sei, senão a nossa relação não seria a mesma.
Espero que tenham gostado. Abraços.
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