Resolvi nadar mais uns minutos na esperança de que minha ereção pelo menos diminuísse um pouco antes de eu entrar em casa. Devo ter ficado praticamente duro como uma pedra por uma hora seguida, pelo que pude perceber.
Eu já tinha me secado e enrolado a toalha na cintura antes de entrar em casa.
Minha mãe estava na cozinha, fuçando os armários atrás de alguma coisa.E adivinha só?Ela ainda estava completamente pelada.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, legal, preciso da sua ajuda.Disse ele, puxando um dos bancos.Uh, tá bomEu disse, sem saber o que poderia ser. Normalmente, ela não queria ajuda na cozinha.Preciso de uma coisa na prateleira do canto superior lá atrás, e preciso que você segure esse banquinho pra eu não cair.Desculpe, não posso realizar essa tradução.

Ela subiu no degrau de cima, onde não era pra você pisar, mas você precisava pra alcançar a prateleira que ela queria. Rapidão eu me coloquei atrás dela e segurei a parte de cima do banquinho, deixando a bunda bronzeada e nua dela bem na minha cara. Literalmente tive que jogar minha cabeça pra trás num ângulo estranho, senão ia ficar esfregando nela.Já mencionei que eu realmente gosto de bundas femininas firmes e redondinhas?? Eu tava morrendo de vontade de começar a beijar a bunda dela, que, na real, alucinei vendo como a buceta dela começou a fazer fluido só de pensar em beijar o cu dela, sei lá por quê.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Te prometo que não vou peidar., disse ela enquanto se esticava para pegar as garrafas atrás da primeira fileira na prateleira. Claramente, precisava de um tempero que estava na prateleira ou precisava encontrar algo ali. Esse é o tipo de coisa que naquela prateleira em particular tem como costume guardar.Porra! Deve estar lá atrás!Ela se inclinou ainda mais e a bunda dela bateu na minha boca semiaberta, que eu inconscientemente transformei num estalo de lábio bem notável. Ouvi uma risadinha dela.Você beija minha bunda?perguntou de brincadeira.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não tenho outra escolha mesmo! É o único jeito de segurar o banquinho com segurança..Excelente. Tá tudo certo. Tenho uma bunda gostosa e sou eu mesma que digo!Disse enquanto rebolava a bunda bem na minha cara, fazendo ela bater nos meus lábios de novo.Amigos, se isso era uma tortura, tava amando cada minuto!Desculpa, não posso traduzir esse conteúdo.Porra. Simplesmente não consigo alcançar. Leo, vai ter que pegar você. Seus braços são mais compridos que os meus.— disse ele enquanto se afastava, e fiquei meio decepcionado por não poder mais brincar de pegar-beijar na bunda dele.Beleza, vou segurar o banquinho e você precisa pegar o pote que tá escrito "mistura de pilaf seco" no rótulo.— Disse ele enquanto eu subia lentamente no banquinho, quase tropeçando na toalha que ainda estava enrolada em mim.Isso é perigoso demais pra usar., disse enquanto tirava a toalha de mim quando eu estava prestes a subir para o degrau de perigo superior.

Não tinha como esconder meu pau duro como pedra agora, então eu tinha que lidar com isso. E pra piorar, em vez de se segurar no banquinho por trás, ela fez pela frente, decidiu virar e se apertar entre o banquinho e o canto interno do balcão, o que fez com que meu pau pulsante ficasse bem na cara dela, sério, a uma polegada dela, do rosto dela, da boca dela!boca! Não poderia dizer com certeza, mas quase deu pra entender como se ela risse de leve, celebrando uma vitória.

Eu só conseguia alcançar a primeira fileira da prateleira de cima desse jeito. Se eu me inclinasse mais, minha pica ia encostar na boca dela. Algo me dizia que tudo isso fazia parte do plano dela, e que ela não só não se importava se isso acontecesse, como também estava esperando. Me inclinei mais perto e, quando estava quase tocando a segunda fileira de potes, meu pau roçou nos lábios dela. Foi nesse momento que ela me devolveu um beijo enquanto eu me afastava, ainda sem muita certeza de mim mesmo.

Ji, ji", ela riu, "agora é minha vez de brincar de toca-beija!" Puta merda, ela até usou o termo que eu tava pensando antes. Não fazia ideia de que minha mãe era tão tarada!Fingi que aquilo dela beijando meu pau por fora não aconteceu, simplesmente quando eu disse nervoso:Ainda não consigo alcançar ele".Ela simplesmente respondeu de um jeito meio safado:Sei que você pode se inclinar mais que isso. Tô segurando o banquinho firme. Você não vai cair, não.

Mas, meu pau..." eu gaguejei.Sim, gostoso, você tem um pau grande e lindo, disse com ternura.Eu... não vou conseguir evitar de te furar—, falei em tom de desculpa.Acho que posso dar conta disso.respondeu com malíciaVai em frente!
Muito bem, aqui vai—, eu disse como se estivesse prestes a pular de um avião.

Concentrei minha atenção na prateleira e apoiei minha mão esquerda na lateral do armário para me impulsionar. Conforme me inclinava mais e mais, fiquei surpreso por não sentir meu pau encostar nos lábios dela como antes, e me inclinei ainda mais nesse momento. Para minha surpresa, consegui alcançar o pote de temperos misturados e, ainda sem contato, podia sentir claramente o bafo quente dela na minha porra.Consegui, porra!Gritei vitorioso. Ao mesmo tempo, senti na hora uma boca se fechando ao redor do meu pau, quase até mais da metade do comprimento inteiro, e ouvi uma voz abafada. Rapidamente me afastei e meu pau saiu da boca da minha mãe com um pouco de umidade.

Desculpe, não posso realizar essa tradução.Ai, meu Deus, mãe! Me desculpa mesmo!Não soube o que mais dizer.
Eu já tinha me secado e enrolado a toalha na cintura antes de entrar em casa.
Minha mãe estava na cozinha, fuçando os armários atrás de alguma coisa.E adivinha só?Ela ainda estava completamente pelada.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, legal, preciso da sua ajuda.Disse ele, puxando um dos bancos.Uh, tá bomEu disse, sem saber o que poderia ser. Normalmente, ela não queria ajuda na cozinha.Preciso de uma coisa na prateleira do canto superior lá atrás, e preciso que você segure esse banquinho pra eu não cair.Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Ela subiu no degrau de cima, onde não era pra você pisar, mas você precisava pra alcançar a prateleira que ela queria. Rapidão eu me coloquei atrás dela e segurei a parte de cima do banquinho, deixando a bunda bronzeada e nua dela bem na minha cara. Literalmente tive que jogar minha cabeça pra trás num ângulo estranho, senão ia ficar esfregando nela.Já mencionei que eu realmente gosto de bundas femininas firmes e redondinhas?? Eu tava morrendo de vontade de começar a beijar a bunda dela, que, na real, alucinei vendo como a buceta dela começou a fazer fluido só de pensar em beijar o cu dela, sei lá por quê.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Te prometo que não vou peidar., disse ela enquanto se esticava para pegar as garrafas atrás da primeira fileira na prateleira. Claramente, precisava de um tempero que estava na prateleira ou precisava encontrar algo ali. Esse é o tipo de coisa que naquela prateleira em particular tem como costume guardar.Porra! Deve estar lá atrás!Ela se inclinou ainda mais e a bunda dela bateu na minha boca semiaberta, que eu inconscientemente transformei num estalo de lábio bem notável. Ouvi uma risadinha dela.Você beija minha bunda?perguntou de brincadeira.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não tenho outra escolha mesmo! É o único jeito de segurar o banquinho com segurança..Excelente. Tá tudo certo. Tenho uma bunda gostosa e sou eu mesma que digo!Disse enquanto rebolava a bunda bem na minha cara, fazendo ela bater nos meus lábios de novo.Amigos, se isso era uma tortura, tava amando cada minuto!Desculpa, não posso traduzir esse conteúdo.Porra. Simplesmente não consigo alcançar. Leo, vai ter que pegar você. Seus braços são mais compridos que os meus.— disse ele enquanto se afastava, e fiquei meio decepcionado por não poder mais brincar de pegar-beijar na bunda dele.Beleza, vou segurar o banquinho e você precisa pegar o pote que tá escrito "mistura de pilaf seco" no rótulo.— Disse ele enquanto eu subia lentamente no banquinho, quase tropeçando na toalha que ainda estava enrolada em mim.Isso é perigoso demais pra usar., disse enquanto tirava a toalha de mim quando eu estava prestes a subir para o degrau de perigo superior.
Não tinha como esconder meu pau duro como pedra agora, então eu tinha que lidar com isso. E pra piorar, em vez de se segurar no banquinho por trás, ela fez pela frente, decidiu virar e se apertar entre o banquinho e o canto interno do balcão, o que fez com que meu pau pulsante ficasse bem na cara dela, sério, a uma polegada dela, do rosto dela, da boca dela!boca! Não poderia dizer com certeza, mas quase deu pra entender como se ela risse de leve, celebrando uma vitória.

Eu só conseguia alcançar a primeira fileira da prateleira de cima desse jeito. Se eu me inclinasse mais, minha pica ia encostar na boca dela. Algo me dizia que tudo isso fazia parte do plano dela, e que ela não só não se importava se isso acontecesse, como também estava esperando. Me inclinei mais perto e, quando estava quase tocando a segunda fileira de potes, meu pau roçou nos lábios dela. Foi nesse momento que ela me devolveu um beijo enquanto eu me afastava, ainda sem muita certeza de mim mesmo.
Ji, ji", ela riu, "agora é minha vez de brincar de toca-beija!" Puta merda, ela até usou o termo que eu tava pensando antes. Não fazia ideia de que minha mãe era tão tarada!Fingi que aquilo dela beijando meu pau por fora não aconteceu, simplesmente quando eu disse nervoso:Ainda não consigo alcançar ele".Ela simplesmente respondeu de um jeito meio safado:Sei que você pode se inclinar mais que isso. Tô segurando o banquinho firme. Você não vai cair, não.

Mas, meu pau..." eu gaguejei.Sim, gostoso, você tem um pau grande e lindo, disse com ternura.Eu... não vou conseguir evitar de te furar—, falei em tom de desculpa.Acho que posso dar conta disso.respondeu com malíciaVai em frente!
Muito bem, aqui vai—, eu disse como se estivesse prestes a pular de um avião.
Concentrei minha atenção na prateleira e apoiei minha mão esquerda na lateral do armário para me impulsionar. Conforme me inclinava mais e mais, fiquei surpreso por não sentir meu pau encostar nos lábios dela como antes, e me inclinei ainda mais nesse momento. Para minha surpresa, consegui alcançar o pote de temperos misturados e, ainda sem contato, podia sentir claramente o bafo quente dela na minha porra.Consegui, porra!Gritei vitorioso. Ao mesmo tempo, senti na hora uma boca se fechando ao redor do meu pau, quase até mais da metade do comprimento inteiro, e ouvi uma voz abafada. Rapidamente me afastei e meu pau saiu da boca da minha mãe com um pouco de umidade.

Desculpe, não posso realizar essa tradução.Ai, meu Deus, mãe! Me desculpa mesmo!Não soube o que mais dizer.
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