Depois do seu orgasmo intenso, ela estava exausta, respirando fundo e falando entrecortada, o corpo ainda tremendo com uns espasmos. Dava pra sentir a buceta apertada dela se contraindo. Minhas mãos acariciavam ela toda, bem devagar. Ela precisava se recuperar, e eu morrendo de vontade que ela pedisse pelo meu pau — que, por sinal, estava no limite. Sabia que ela ia sentir toda a grossura, mas mesmo assim eu tava tão excitado que não ia durar muito antes de gozar dentro daquela bucetinha apertada.
Deitei do lado dela e fiquei olhando as bochechas coradas. A pele branca dela contrastava demais, e os mamilos rosados tinham ficado mais inchados. Meus dedos esfregavam eles devagar, com carinho.
— Que delícia foi isso — a voz doce dela saiu entrecortada. — Agora entendi por que minha prima te dava tanto...
— Nossa, você sabia de tudo e eu nem tinha percebido — respondi.
— Imaginei — ela disse, sorrindo. — Ela era novinha, mas já ficava me provocando o tempo todo. Sempre que dava, se esfregava em mim imaginando que você tava me comendo com minhas pernas nos seus ombros.
Enquanto isso, me coloquei na posição de missionário. Queria ver de perto aquele rostinho branco de anjo enquanto sentia meu pau entrando na cavidade apertada dela. Ela olhou pra baixo, e os olhos verdes se abriram com um misto de surpresa e aflição. Beijei ela com ternura.
— Não se preocupa, vou devagar e com cuidado.
Ela me beijou de volta e sussurrou:
— Mete seu pau, mete agora! Quero ser sua já!!!
Posicionei a cabeça larga, dura e ansiosa do meu pau na entrada daquela buceta quente e apertada. Devagar, sem parar, fui enfiando. Sentia a buceta apertada dela abrindo aos poucos, com um pouco de dor — dava pra ver no rostinho. Mas não tinha mais volta. Se eu tirasse agora, ia ser pior pra ela, e meu desejo não ia deixar. Em pouco tempo, já tinha três quartos do meu pau dentro. Fui pressionando meu membro aos poucos pra entrar por completo, mas sem querer machucar. Comecei então a beijá-la e acariciar os seios lindos enquanto meu pau ficava parado dentro dela, pra relaxar... carícias e beijos enquanto ela se acostumava com meu membro me fizeram lembrar de sua prima sendo desvirginada por mim, embora ela tenha passado um pouco pior na primeira vez, o sangue e a dor a fizeram derramar algumas lágrimas, mas fomos compensados com seus primeiros orgasmos e minha primeira vez gozando dentro dela. Mas desta vez era diferente. Após seu primeiro orgasmo, que minha língua lhe deu, e o relaxamento proporcionado pelas minhas mãos com carícias, ela logo pediu que eu me mexesse. O tão desejado vai e vem dos meus quadris começou a ganhar ritmo, desconfortável no início para ambos - ela realmente me apertava bastante. Sua buceta logo ficou mais molhada do que já estava, e o calor que eu sentia na ponta do meu pau me mantinha ansioso para continuar penetrando-a. Logo a velocidade aumentou, e suas expressões de dor se transformaram em prazer. Sua garganta emitia sons que meus ouvidos recebiam como ordens para acelerar e aplicar mais força.
Em minutos, eu já a tinha gemendo sob minhas investidas cada vez mais rápidas e fortes. Seus gemidos ficavam mais altos conforme o ritmo se tornava mais selvagem. Então ela não apenas aproveitava, mas exigia: "Mais forte, me dá mais forte!!! É assim mesmo, me fode, fode sua putinha, me dá tudo!!!" Eu apenas seguia essas ordens e me concentrava em aguentar mais. Sua vagina apertada me deixava fraco diante da gozada iminente - eu sabia que não resistiria muito, e minha única saída era mudar de posição. Seu rosto demonstrava o prazer que estava sentindo, e até eu comecei a gemer, algo que raramente acontece comigo. Ela antecipou minha saída e me envolveu com suas pernas com bastante força para seu corpinho pequeno: "Me dá tudo, não tira de mim, me dá todo seu leite!" Nem precisava pedir, já era inevitável, mas seu pedido me fez terminar tão intensamente que acabei enchendo-a com minha porra em abundância. Isso desencadeou nela um orgasmo intenso - suas pernas me apertavam com mais força, e eu sentia no meu pau as contrações dela e, por sua vez, cada jato que continuava a derramar dentro dela. Um bom tempo se passou entre nossa... orgasmo e voltar a emitir sons, logo saíram as primeiras palavras da minha boca:
- Gostei, né, gata?
- Amei, melhor do que imaginei.
- Foi só o primeiro round, linda. Hoje vou te dar até não aguentar mais.
- Que delícia, meu amor, disse ela.
Eu ainda estava dentro daquela buceta quente e cheia de porra. Meu pau tinha perdido um pouco a rigidez, mas ainda não estava mole. Recuei um pouco e enfiei de novo para derramar cada gota da minha semente dentro dela. O risco de gravidez já estava lá, então era melhor aproveitar.
- Deixa eu ver seu pau, ela pediu.
Lentamente, tirei enquanto observava sua bocetinha deliciosa e molhada. Seus fluidos e meu sêmen transbordavam de dentro dela, até seus pelos pubianos loiros estavam encharcados. Notei uns pequenos traços de sangue que saíam junto com meu sêmen e escorriam de sua vagina. Ela se apressou em recolher o excesso com os dedos e levou à boca.
Demorou alguns segundos para o diâmetro da sua vagina diminuir, enquanto ela continuava expulsando porra e levando à boca. De repente, ela se levantou mais rápido e levou a boca ao meu pau semi-ereto. Chupou e lambeu com força, e minha glande sensível teve descargas intensas. Ela se afastou de mim com um pouco de sêmen no queixo.
- Toda essa porra é minha e não vai desperdiçar nada.
Seu dedo indicador levou essas gotas de sêmen até os lábios, e ela lambeu o dedo de forma bem provocante.
- Que porra quentinha e gostosa você deu pra sua gatinha safada.
Deitei do lado dela e fiquei olhando as bochechas coradas. A pele branca dela contrastava demais, e os mamilos rosados tinham ficado mais inchados. Meus dedos esfregavam eles devagar, com carinho.
— Que delícia foi isso — a voz doce dela saiu entrecortada. — Agora entendi por que minha prima te dava tanto...
— Nossa, você sabia de tudo e eu nem tinha percebido — respondi.
— Imaginei — ela disse, sorrindo. — Ela era novinha, mas já ficava me provocando o tempo todo. Sempre que dava, se esfregava em mim imaginando que você tava me comendo com minhas pernas nos seus ombros.
Enquanto isso, me coloquei na posição de missionário. Queria ver de perto aquele rostinho branco de anjo enquanto sentia meu pau entrando na cavidade apertada dela. Ela olhou pra baixo, e os olhos verdes se abriram com um misto de surpresa e aflição. Beijei ela com ternura.
— Não se preocupa, vou devagar e com cuidado.
Ela me beijou de volta e sussurrou:
— Mete seu pau, mete agora! Quero ser sua já!!!
Posicionei a cabeça larga, dura e ansiosa do meu pau na entrada daquela buceta quente e apertada. Devagar, sem parar, fui enfiando. Sentia a buceta apertada dela abrindo aos poucos, com um pouco de dor — dava pra ver no rostinho. Mas não tinha mais volta. Se eu tirasse agora, ia ser pior pra ela, e meu desejo não ia deixar. Em pouco tempo, já tinha três quartos do meu pau dentro. Fui pressionando meu membro aos poucos pra entrar por completo, mas sem querer machucar. Comecei então a beijá-la e acariciar os seios lindos enquanto meu pau ficava parado dentro dela, pra relaxar... carícias e beijos enquanto ela se acostumava com meu membro me fizeram lembrar de sua prima sendo desvirginada por mim, embora ela tenha passado um pouco pior na primeira vez, o sangue e a dor a fizeram derramar algumas lágrimas, mas fomos compensados com seus primeiros orgasmos e minha primeira vez gozando dentro dela. Mas desta vez era diferente. Após seu primeiro orgasmo, que minha língua lhe deu, e o relaxamento proporcionado pelas minhas mãos com carícias, ela logo pediu que eu me mexesse. O tão desejado vai e vem dos meus quadris começou a ganhar ritmo, desconfortável no início para ambos - ela realmente me apertava bastante. Sua buceta logo ficou mais molhada do que já estava, e o calor que eu sentia na ponta do meu pau me mantinha ansioso para continuar penetrando-a. Logo a velocidade aumentou, e suas expressões de dor se transformaram em prazer. Sua garganta emitia sons que meus ouvidos recebiam como ordens para acelerar e aplicar mais força.
Em minutos, eu já a tinha gemendo sob minhas investidas cada vez mais rápidas e fortes. Seus gemidos ficavam mais altos conforme o ritmo se tornava mais selvagem. Então ela não apenas aproveitava, mas exigia: "Mais forte, me dá mais forte!!! É assim mesmo, me fode, fode sua putinha, me dá tudo!!!" Eu apenas seguia essas ordens e me concentrava em aguentar mais. Sua vagina apertada me deixava fraco diante da gozada iminente - eu sabia que não resistiria muito, e minha única saída era mudar de posição. Seu rosto demonstrava o prazer que estava sentindo, e até eu comecei a gemer, algo que raramente acontece comigo. Ela antecipou minha saída e me envolveu com suas pernas com bastante força para seu corpinho pequeno: "Me dá tudo, não tira de mim, me dá todo seu leite!" Nem precisava pedir, já era inevitável, mas seu pedido me fez terminar tão intensamente que acabei enchendo-a com minha porra em abundância. Isso desencadeou nela um orgasmo intenso - suas pernas me apertavam com mais força, e eu sentia no meu pau as contrações dela e, por sua vez, cada jato que continuava a derramar dentro dela. Um bom tempo se passou entre nossa... orgasmo e voltar a emitir sons, logo saíram as primeiras palavras da minha boca:
- Gostei, né, gata?
- Amei, melhor do que imaginei.
- Foi só o primeiro round, linda. Hoje vou te dar até não aguentar mais.
- Que delícia, meu amor, disse ela.
Eu ainda estava dentro daquela buceta quente e cheia de porra. Meu pau tinha perdido um pouco a rigidez, mas ainda não estava mole. Recuei um pouco e enfiei de novo para derramar cada gota da minha semente dentro dela. O risco de gravidez já estava lá, então era melhor aproveitar.
- Deixa eu ver seu pau, ela pediu.
Lentamente, tirei enquanto observava sua bocetinha deliciosa e molhada. Seus fluidos e meu sêmen transbordavam de dentro dela, até seus pelos pubianos loiros estavam encharcados. Notei uns pequenos traços de sangue que saíam junto com meu sêmen e escorriam de sua vagina. Ela se apressou em recolher o excesso com os dedos e levou à boca.
Demorou alguns segundos para o diâmetro da sua vagina diminuir, enquanto ela continuava expulsando porra e levando à boca. De repente, ela se levantou mais rápido e levou a boca ao meu pau semi-ereto. Chupou e lambeu com força, e minha glande sensível teve descargas intensas. Ela se afastou de mim com um pouco de sêmen no queixo.
- Toda essa porra é minha e não vai desperdiçar nada.
Seu dedo indicador levou essas gotas de sêmen até os lábios, e ela lambeu o dedo de forma bem provocante.
- Que porra quentinha e gostosa você deu pra sua gatinha safada.
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