Há um tempo atrás, comecei a ter fantasias com homens gordos e peludos. Decidi ir atrás disso. Comecei nos canais de chat, conversando com um e com outro, mas sem concretizar nada, só me masturbando, mesmo que minha intenção fosse conhecer alguém, não encontrava a pessoa certa. Sempre fui claro sobre minha fantasia e que gostaria de estar com um homem maduro, gordo e peludo. Conversei por chat com um homem que se chamava Carlos, ele me deixava com muito tesão em tudo que dizia, e eu tinha muita vontade de conhecê-lo, mas nossos horários não batiam. No verão, aproveitei minhas férias para conhecê-lo como eu queria, justo na semana que eu estava disponível, o sócio dele estava de férias, então ele tinha o escritório só para ele. Combinamos pelo WhatsApp que eu passaria no escritório dele depois das 16h, quando a secretária já não estava. Estava muito nervoso, mas com muita vontade. Tomei banho, me preparei, me arrumei o máximo que pude. Tinha o endereço e cheguei bem pontual. Ele abriu a porta, me fez entrar, me cumprimentou com um beijo e disse: — No banheiro tem uma coisa para você. Troca de roupa e vem, porque hoje você é minha secretária. Vou te chamar de Vicky. À primeira vista, ele me pareceu agradável, ainda mais porque era um homem bem masculino, gordinho, o que o tornava mais real, tinha 57 anos, segundo ele. Entrei no banheiro e encontrei uma sacola de uma boutique feminina. Abri e me deparei com roupas muito lindas: era um fio-dental vermelho com meias e ligas, um sutiã com enchimento, uma minissaia e uma blusinha bem justa. Me vesti lentamente e me senti uma mulher de verdade. Saí do banheiro um pouco nervoso, mas bem entrado no meu papel. Quando ele me viu, com total naturalidade, disse: — Vicky, vem cá, você tem que me ajudar. Senta no computador. Obedeci, sentei e ele ficou ao meu lado, encostando o volume dele no meu ombro, como se fosse disfarçado. Ele ditou um pouco e reclamou que eu digitava devagar, então era melhor escrever à mão. Sentei em uma cadeira e ele na mesa, e ele disse: — Chega mais perto para ficar mais confortável. Afastou a cadeira e me fez sinal para que... Sentei na perna dele. Eu segui o jogo, me fazendo de difícil. -Não, senhor, não se confunda -Vai... vem e senta aqui. Quando ele disse isso, fiquei com uma vontade danada de fazer tudo que ele pedisse e obedeci. Sentei sobre ele e ele me segurou pela cintura, eu sentia o pau dele duro por cima da calça. Ele começou a se mover devagar, esfregando em minha bunda. Enquanto isso, eu fazia pressão para baixo. Fazendo-me de inocente, perguntei o que era aquilo. Ao que ele respondeu: -Um pau. -Nunca vi um de perto. -Vai, vem que eu te mostro. Sentei no chão, na frente da cadeira dele, com a bunda apoiada nos calcanhares. Ele desabotoou a calça e tirou ele para fora, eu não conseguia tirar os olhos, era grosso, com bolas enormes. - Quer tocar? Ele perguntou. Eu balancei a cabeça que sim. E timidamente toquei na ponta. Comecei a acariciar suavemente enquanto não conseguia parar de olhar para aquele pau lindo. Acariciei com toda calma, percorrendo cada centímetro, até as bolas, quase não tinha pelos, estava muito bem cuidado. -Dá um oizinho pra ele. Eu aproximei meu rosto e dei um beijinho na ponta. E provei. - Gosta do gostinho, gostosa? Então põe a linguinha pra fora e prova melhor. Eu obedeci e com a língua percorri a ponta. - Agora chupa ele como um picolé, de baixo pra cima, com a língua. Não hesitei um segundo, enquanto com uma mão eu segurava, levantei sobre o púbis dele, e das bolas, passei minha língua até a ponta. Notei que ele começou a gemer e pedia para eu continuar, para não parar. Claro que eu obedeci, mas com mais velocidade. Ele me deixava louca, me segurou pela nuca com uma mão e com a outra pegou seu pau e apontou para minha boca, eu olhava nos olhos dele, e ele disse: -Abre a boquinha que vou te dar o pau que você tanto quer. Abri a boca e ele enfiou até onde eu consegui aguentar, eu não tirava os olhos do rosto dele, continuei sentada sobre meus calcanhares, olhando para meu "chefe". Peguei o pau dele com minha mão e comecei a chupar... como se fosse a última ceia. Ele me segurava pela cabeça e gemia, enquanto me dizia "bebezinha gostosa", "agora você também vai ser minha putinha particular" "vou fazer tudo o que você quiser!" Eu estava adorando. E muito. De repente ele me fez parar e me virou de costas, apoiando minhas mãos sobre a escrivaninha, levantou minha minissaia e começou a acariciar minha bunda devagar, e me dizia: - que bunda linda, vou comer ela todinha e vou dar o meu formato. Ele se abaixou e começou a passar a língua nas minhas nádegas, de vez em quando parava e acariciava meu cuzinho suavemente. Ele puxou minha calcinha de lado e abriu minhas pernas um pouco, enfiou a cara na minha bunda e me chupou como um louco, isso me deixou doida, sentia a língua dele querendo entrar no meu fundo. De vez em quando ele metia só um pouquinho do dedo e me fazia sentir muito prazer. Não sei quanto tempo ele chupou minha bunda, mas pra mim foi uma eternidade de puro prazer, quando ele parou, se encostou em mim e me disse no ouvido: - termina o que começou. Em um segundo ele estava novamente sentado no chão com o pau dele na minha boca, ele gemía como um animal no cio e isso me fazia sentir bem gata, porque eu percebia que estava aprendendo a satisfazer ele. Com uma das mãos ele segurava meu cabelo me dando o movimento e a outra estava na minha cintura, eu com uma mão segurava o pau dele e com a outra acariciava as bolas dele com minhas unhas. Senti que o pau começou a pulsar, e ele jogou minha cabeça pra trás com uma mão e com a outra apontou o pau pra minha cara enquanto se masturbava, eu, em algo novo pra mim, esperava o que eu sabia que vinha, sentadinha com minhas mãos nos joelhos olhando o pau do meu "chefe". Saiu um primeiro jato de porra. Eu botei minha língua pra fora e consegui provar um jatinho de porra que escorria pelo meu rosto, ele esfregou o pau na minha cara juntando o resto da porra e espalhando o que sobrou no meu rosto e de novo meteu na minha boca. Eu chupei como se fosse uma mamadeira. O pau dele não perdia a dureza, continuava como antes, ele me levantou com muita agilidade e me jogou no ombro dele. Ele me levou até uma poltrona e me jogou em cima, me colocou deitada de costas e Ele deitou em cima de mim, descansou assim por uns dez minutos e eu adorei sentir o peso dele no meu corpo. De repente ele se levantou e foi buscar uma almofada, me fez levantar um pouco sobre meus braços e puxou minha camisa com força, arrancando os botões, colocou a almofada na minha barriguinha e minha bunda ficou mais levantada, tirou minha minissaia me deixando só com o sutiã e a calcinha fio-dental. Ele deitou novamente sobre mim, e senti na minha bunda que o pau dele estava duro e quente de novo, enfiou bem a calcinha na minha raba e apoiou o pau entre minhas duas nádegas, mas sem me penetrar começou a se mover como se estivesse me comendo, me senti nas nuvens... adorei sentir aquele pau roçando na minha bunda, sentir o peso e o corpo daquele homem me fez gozar e ele não demorou a derramar toda a porra quentinha nas minhas costas. Eu estava exausto, e meu chefe também parecia cansado, ajeitou a roupa e me disse: - Você é linda. Fui direto ao banheiro, me despi e tomei banho, coloquei minha roupa e guardei na bolsa a roupinha de secretária. Saí e ele já estava me esperando, também com suas coisas prontas para ir embora. Enquanto descíamos no elevador, ele me disse: - Na semana que vem minha mulher viaja para o exterior com meus filhos, então se você quiser, eu tiro um dia e vamos para uma chácara que tenho em Pilar. Combinamos que ele me pegaria às 9 da manhã em um bar no centro. Lembro da última coisa que ele me disse ao se despedir na porta: Vou comprar outra roupinha para você, na próxima você não vai ser minha secretária, vai ser outra coisa... surpresa.
3 comentários - Transsexual safada de 23 e seu chefe de 57