Transsexual safada de 23 e seu chefe de 57

Há um tempo atrás, comecei a ter fantasias com homens gordos e peludos. Decidi ir atrás disso. Comecei nos canais de chat, conversando com um e com outro, mas sem concretizar nada, só me masturbando, mesmo que minha intenção fosse conhecer alguém, não encontrava a pessoa certa. Sempre fui claro sobre minha fantasia e que gostaria de estar com um homem maduro, gordo e peludo. Conversei por chat com um homem que se chamava Carlos, ele me deixava com muito tesão em tudo que dizia, e eu tinha muita vontade de conhecê-lo, mas nossos horários não batiam. No verão, aproveitei minhas férias para conhecê-lo como eu queria, justo na semana que eu estava disponível, o sócio dele estava de férias, então ele tinha o escritório só para ele. Combinamos pelo WhatsApp que eu passaria no escritório dele depois das 16h, quando a secretária já não estava. Estava muito nervoso, mas com muita vontade. Tomei banho, me preparei, me arrumei o máximo que pude. Tinha o endereço e cheguei bem pontual. Ele abriu a porta, me fez entrar, me cumprimentou com um beijo e disse: — No banheiro tem uma coisa para você. Troca de roupa e vem, porque hoje você é minha secretária. Vou te chamar de Vicky. À primeira vista, ele me pareceu agradável, ainda mais porque era um homem bem masculino, gordinho, o que o tornava mais real, tinha 57 anos, segundo ele. Entrei no banheiro e encontrei uma sacola de uma boutique feminina. Abri e me deparei com roupas muito lindas: era um fio-dental vermelho com meias e ligas, um sutiã com enchimento, uma minissaia e uma blusinha bem justa. Me vesti lentamente e me senti uma mulher de verdade. Saí do banheiro um pouco nervoso, mas bem entrado no meu papel. Quando ele me viu, com total naturalidade, disse: — Vicky, vem cá, você tem que me ajudar. Senta no computador. Obedeci, sentei e ele ficou ao meu lado, encostando o volume dele no meu ombro, como se fosse disfarçado. Ele ditou um pouco e reclamou que eu digitava devagar, então era melhor escrever à mão. Sentei em uma cadeira e ele na mesa, e ele disse: — Chega mais perto para ficar mais confortável. Afastou a cadeira e me fez sinal para que... Sentei na perna dele. Eu segui o jogo, me fazendo de difícil. -Não, senhor, não se confunda -Vai... vem e senta aqui. Quando ele disse isso, fiquei com uma vontade danada de fazer tudo que ele pedisse e obedeci. Sentei sobre ele e ele me segurou pela cintura, eu sentia o pau dele duro por cima da calça. Ele começou a se mover devagar, esfregando em minha bunda. Enquanto isso, eu fazia pressão para baixo. Fazendo-me de inocente, perguntei o que era aquilo. Ao que ele respondeu: -Um pau. -Nunca vi um de perto. -Vai, vem que eu te mostro. Sentei no chão, na frente da cadeira dele, com a bunda apoiada nos calcanhares. Ele desabotoou a calça e tirou ele para fora, eu não conseguia tirar os olhos, era grosso, com bolas enormes. - Quer tocar? Ele perguntou. Eu balancei a cabeça que sim. E timidamente toquei na ponta. Comecei a acariciar suavemente enquanto não conseguia parar de olhar para aquele pau lindo. Acariciei com toda calma, percorrendo cada centímetro, até as bolas, quase não tinha pelos, estava muito bem cuidado. -Dá um oizinho pra ele. Eu aproximei meu rosto e dei um beijinho na ponta. E provei. - Gosta do gostinho, gostosa? Então põe a linguinha pra fora e prova melhor. Eu obedeci e com a língua percorri a ponta. - Agora chupa ele como um picolé, de baixo pra cima, com a língua. Não hesitei um segundo, enquanto com uma mão eu segurava, levantei sobre o púbis dele, e das bolas, passei minha língua até a ponta. Notei que ele começou a gemer e pedia para eu continuar, para não parar. Claro que eu obedeci, mas com mais velocidade. Ele me deixava louca, me segurou pela nuca com uma mão e com a outra pegou seu pau e apontou para minha boca, eu olhava nos olhos dele, e ele disse: -Abre a boquinha que vou te dar o pau que você tanto quer. Abri a boca e ele enfiou até onde eu consegui aguentar, eu não tirava os olhos do rosto dele, continuei sentada sobre meus calcanhares, olhando para meu "chefe". Peguei o pau dele com minha mão e comecei a chupar... como se fosse a última ceia. Ele me segurava pela cabeça e gemia, enquanto me dizia "bebezinha gostosa", "agora você também vai ser minha putinha particular" "vou fazer tudo o que você quiser!" Eu estava adorando. E muito. De repente ele me fez parar e me virou de costas, apoiando minhas mãos sobre a escrivaninha, levantou minha minissaia e começou a acariciar minha bunda devagar, e me dizia: - que bunda linda, vou comer ela todinha e vou dar o meu formato. Ele se abaixou e começou a passar a língua nas minhas nádegas, de vez em quando parava e acariciava meu cuzinho suavemente. Ele puxou minha calcinha de lado e abriu minhas pernas um pouco, enfiou a cara na minha bunda e me chupou como um louco, isso me deixou doida, sentia a língua dele querendo entrar no meu fundo. De vez em quando ele metia só um pouquinho do dedo e me fazia sentir muito prazer. Não sei quanto tempo ele chupou minha bunda, mas pra mim foi uma eternidade de puro prazer, quando ele parou, se encostou em mim e me disse no ouvido: - termina o que começou. Em um segundo ele estava novamente sentado no chão com o pau dele na minha boca, ele gemía como um animal no cio e isso me fazia sentir bem gata, porque eu percebia que estava aprendendo a satisfazer ele. Com uma das mãos ele segurava meu cabelo me dando o movimento e a outra estava na minha cintura, eu com uma mão segurava o pau dele e com a outra acariciava as bolas dele com minhas unhas. Senti que o pau começou a pulsar, e ele jogou minha cabeça pra trás com uma mão e com a outra apontou o pau pra minha cara enquanto se masturbava, eu, em algo novo pra mim, esperava o que eu sabia que vinha, sentadinha com minhas mãos nos joelhos olhando o pau do meu "chefe". Saiu um primeiro jato de porra. Eu botei minha língua pra fora e consegui provar um jatinho de porra que escorria pelo meu rosto, ele esfregou o pau na minha cara juntando o resto da porra e espalhando o que sobrou no meu rosto e de novo meteu na minha boca. Eu chupei como se fosse uma mamadeira. O pau dele não perdia a dureza, continuava como antes, ele me levantou com muita agilidade e me jogou no ombro dele. Ele me levou até uma poltrona e me jogou em cima, me colocou deitada de costas e Ele deitou em cima de mim, descansou assim por uns dez minutos e eu adorei sentir o peso dele no meu corpo. De repente ele se levantou e foi buscar uma almofada, me fez levantar um pouco sobre meus braços e puxou minha camisa com força, arrancando os botões, colocou a almofada na minha barriguinha e minha bunda ficou mais levantada, tirou minha minissaia me deixando só com o sutiã e a calcinha fio-dental. Ele deitou novamente sobre mim, e senti na minha bunda que o pau dele estava duro e quente de novo, enfiou bem a calcinha na minha raba e apoiou o pau entre minhas duas nádegas, mas sem me penetrar começou a se mover como se estivesse me comendo, me senti nas nuvens... adorei sentir aquele pau roçando na minha bunda, sentir o peso e o corpo daquele homem me fez gozar e ele não demorou a derramar toda a porra quentinha nas minhas costas. Eu estava exausto, e meu chefe também parecia cansado, ajeitou a roupa e me disse: - Você é linda. Fui direto ao banheiro, me despi e tomei banho, coloquei minha roupa e guardei na bolsa a roupinha de secretária. Saí e ele já estava me esperando, também com suas coisas prontas para ir embora. Enquanto descíamos no elevador, ele me disse: - Na semana que vem minha mulher viaja para o exterior com meus filhos, então se você quiser, eu tiro um dia e vamos para uma chácara que tenho em Pilar. Combinamos que ele me pegaria às 9 da manhã em um bar no centro. Lembro da última coisa que ele me disse ao se despedir na porta: Vou comprar outra roupinha para você, na próxima você não vai ser minha secretária, vai ser outra coisa... surpresa.

3 comentários - Transsexual safada de 23 e seu chefe de 57

Pasame el contacto que quiero uno asi soy de escobar
no puedo esperar por la continuacion, un ricura total ese maduro
Me gusto como disfrutaron los sos t van los 10