Leia a descrição para não ter nenhum problema c:
Relato por: esposopicaro.
Há 10 dias, TodoRelatos.
- E me diga, querido, você gostou de ver o Rafa me penetrando ontem à noite?
A pergunta da Gabriela me causou certo desconforto, mas eu não podia mentir para ela.
- Sim, Gabriela, gostei muito de ver o Rafa te possuindo.
Gabriela deu um gole no seu café e, sorrindo, me disse:
- Nossa, não pensei que você fosse gostar tanto. Então isso é sério?
- Bom, se você quiser assim...
- Claro que eu quero, mas... por que você não tinha me contado antes?
- É que eu não achei que você fosse aceitar.
- Bom, agora que você sabe que eu aceito, vamos continuar com esse estilo de vida?
- Sim, claro.
- Bom, então deixa eu te dizer que me adiantei à sua resposta e convidei o Rafa para vir de novo. Mas deixa eu te avisar: agora vai ser pelas minhas regras.
As palavras da Gabriela me confundiram um pouco. Eu não sabia ao que ela estava se referindo.
- O que você quer dizer com "suas reglas"?
- Bom, para começar, quero que quando eu estiver com o Rafa ou algum outro amigo, você entre no móvel que está no corredor e, sem fazer nenhum escândalo, assista tudo de dentro.
- Sério que você quer que eu faça isso?
- Claro. Inclusive, tomei a liberdade de tirar algumas coisas do móvel para você ficar mais confortável.
- Ta... ta... tá bom, se é assim que você quer.
- Ok, então não vamos discutir mais esse assunto. Agora me deixa ir me preparar, porque o Rafa não deve demorar.
Gabriela se levantou da mesa e, sem dizer mais nada, foi para o quarto. Eu, por minha parte, fui direto para o móvel que estava no corredor, abri as portas e confirmei o que a Gabriela tinha me dito. Ela já tinha tirado algumas das coisas que a gente guardava lá dentro e, no lugar, tinha colocado um banquinho de madeira e, ao lado dele, um baldinho de plástico. Na hora, eu não soube para que ela tinha colocado aquilo ali, mas decidi não perguntar. Então, nervoso, entrei naquele móvel e tentei me acomodar da melhor forma possível. Fechei a porta e percebi que pelas frestas conseguia ver perfeitamente a sala. Gabriela sem dúvida tinha pensado em tudo. Saí e fui para a sala e, um pouco nervoso, acendi um cigarro. Quando ela saiu do quarto, estava com a bolsa na mão e vestindo um roupão minúsculo que deixava as pernas à mostra.
- E esse roupão?
- Comprei ontem. Gostei porque é curto e também porque acho que vai facilitar as coisas.
Não tive dúvidas. Gabriela tinha pensado em tudo e também percebi que ela estava começando a curtir tudo aquilo, talvez até mais do que eu.
- Bom, querido, só mais uma coisa.
- Fala.
- Quando eu estiver com meus amigos, você quer que eles usem camisinha ou prefere que gozem dentro de mim?
A pergunta da Gabriela me deu uma pontada no membro e, nervoso, respondi:
- Eee... mmhh... bu... buu... bom... que gozem dentro de você.
Quando eu disse isso, de novo um sorriso se desenhou no rosto dela.
- Bom, então vai ser assim. Agora entra no móvel que o Rafa não deve demorar e lembra: não vai fazer nenhum tipo de barulho.
Obediente, entrei no móvel e Gabriela fechou a porta por fora, depois me disse:
- Fica quietinho.
De novo me sentei no banquinho e me acomodei como pude, começando a esperar. Gabriela pegou a bolsa, tirou um frasco de perfume e passou um pouco por todo o corpo. Acendeu outro cigarro e sentou no sofá. Para mim, aquela espera parecia uma eternidade e, enquanto pensava no que ia acontecer, talvez eu tivesse exagerado e na verdade não quisesse isso, mas agora não tinha volta. E de repente a campainha tocou. Gabriela apagou o cigarro, levantou do sofá e foi direto abrir a porta. Comecei a ouvir a voz do Rafa.
- Oi, Gabrielita.
- Rafa, pensei que você não ia vir.
- E perder a chance de estar com você de novo?
Ouvi Gabriela fechando a porta e, instantes depois, os dois estavam quase na minha frente.
- Senta, Rafa. Quer uma cerveja?
- Claro. Entro na cozinha e o Rafa sentou na sala e começou a perguntar:
- E seu marido?
Ouvi a Gabriela responder da cozinha:
- Saiu com uns amigos, já pode imaginar.
- Caramba, que cara mais idiota. Olha só, preferir ficar com os amigos do que com você.
Gabriela saiu da cozinha com duas cervejas e, depois de dar uma pro Rafa, sentou ao lado dele. Nesse momento, o roupão subiu quase por completo, deixando as pernas dela à mostra. O Rafa logo começou a dizer:
- Que roupão bonito, costuma usar em casa?
- Só quando meu marido não tá ou quando vou receber visitas... hahahaha.
- Nossa! Então não sou o único?
- Não, Rafa. Sou uma mulher muito fogosa e meu marido não me satisfaz como eu gostaria.
- Bom, qualquer mulher faria o mesmo.
- Eu sei, e por isso não sinto nenhum remorso em ficar com meus amigos.
Não acreditava. A Gabriela estava se comportando como uma verdadeira piranha.
- Nossa, você é bem desinibida mesmo.
Gabriela deu mais um gole na cerveja e respondeu:
- E você ainda nem me conhece direito, nem sabe até onde eu posso ir.
Nesse momento, Gabriela deixou a cerveja na mesa de centro e quase num pulo foi pra cima das pernas do Rafa, dizendo:
- Gosta das minhas pernas? Por que não as acaricia um pouco?
O Rafa, meio surpreso por ter minha esposa assim, colocou uma das mãos nas coxas dela e começou a acariciá-las com força, enquanto ela começou a beijar seu rosto.
- Mmhh... Isso, Rafa, assim... me acaricia, sou toda sua.
A mão do Rafa começou a subir e descer pelas pernas dela, enquanto a outra mão entrou por baixo do roupão e foi direto pra sua bunda, começando a esfregar.
- Mmhhh... Gabriela, que corpo firme você tem.
De onde eu estava, dava pra ver os dois começando uma putaria tremenda. As mãos do Rafa subiam e desviam percorrendo o corpo da minha esposa, e ela respondia beijando e acariciando o rosto dele.
- Siii... Rafa... assim... não para.
Depois de uns instantes, o Rafa levou a mão até a... os peitos da minha esposa, ela abriu o roupão e, depois de contemplá-los por alguns instantes, enterrou o rosto neles e começou a beijá-los,
- mmhh... Gabriela, que peitos tão firmes você tem... mmhhhh...,
Eu podia ouvir a boca do Rafa chupando os peitos da minha esposa enquanto ela só gemía e se contorcia de prazer,
- sii... Rafa... continua,
Eu não acreditava no que estava vendo, ela nunca tinha se comportado assim comigo, parecia que aquela mulher não era minha esposa,
- siii... Rafa... que tesão você me dá,
Rafa não parava de apalpar e ela, toda gostosa, deixava, até que depois de uns instantes ela disse:
- vamos, Rafa, agora me deixa ver esse pedaço enorme de carne que me fez tão feliz,
- mas claro, Gabriela,
Minha esposa quase deu um pulo, ficou de pé em frente ao Rafa, tirou o roupão ficando só de calcinha e disse:
- gosta do que vê?,
- claro,
Apressada, ela segurou a lateral da calcinha e começou a deslizá-la até tirar completamente. Já nua, foi direto pro sofá e ficou de quatro, deixando a bunda na frente do Rafa. Ele, vendo a posição da minha esposa, começou a se despir e, quando ficou pronto, se posicionou atrás dela, segurou o pau e começou a esfregar na bunda da minha esposa,
- olha como você me deixou puta,
O pau do Rafa era realmente bem grande e grosso, e a Gabriela, sentindo o atrito daquela rola, olhou por cima do ombro e, ansiosa, começou a mexer o quadril de um lado pro outro,
- woaaaww... que quente eu sinto seu pau, já mete em mim, por favor!,
Rafa começou a guiar o pau até que ele ficou bem na entrada da buceta dela, depois colocou as mãos nos quadris e, antes de penetrar, perguntou:
- quer que eu meta com força?,
Gabriela, sem parar de olhar pra ele, respondeu de um jeito que nunca tinha feito comigo,
- siii... mete até o fundo,
Rafa apertou a bunda dela e, com um empurrão, enfiou o pau todo dentro. Ela, sentindo aquele pedaço de carne dentro, virou a cabeça e soltou um gemido forte, - Aaaiiiii... que enormeeee!
Rafa ficou parado por uns instantes, sem dúvida estava curtindo aquele momento, enquanto Gabriela, com a respiração ofegante, segurava firme nas almofadas do sofá, tentando se acostumar àquele pauzão.
- O que foi, Gabriela, é grande demais?
Pude ver Gabriela engolindo em seco e, com a voz falhando, ela disse:
- Mnhhg... n... não... tá... tá... tá bom.
Rafa começou a se mexer, o safado tirava o pau completamente e depois enfiava devagar até o fundo. Gabriela só mexia o quadril de um lado pro outro, tentando acompanhar aquele membro enorme, mas dava pra ver os olhos e a boca dela se abrindo tremendamente a cada penetração.
- Mmhhh... Gabrielita, sua buceta parece um vulcão.
Gabriela baixou a cabeça e, sem soltar as almofadas, respondeu:
- Siiim... Rafaaa... siim... seu pau me deixa bem quente.
Rafa, ao ouvir isso, continuou com aquele vai e vem. O rosto da minha esposa se distorcia com o pauzão do Rafa. Sem dúvida, aquilo era demais pra ela, e a buceta devia estar se dilatando horrores, já que Gabriela não tinha tido muitos amantes. Mas a forma como ela agia me deixava cada vez mais excitado. Rafa não parava e, pelo contrário, seus movimentos foram ficando mais e mais rápidos. Gabriela, de uma vez, enterrou o rosto nas almofadas, e essa posição deixou sua bunda ainda mais empinada. Rafa, vendo a oportunidade, começou a dar palmadas enquanto falava:
- Você gosta do meu pau, sua putinha?
Minha esposa, sem levantar a cabeça, só respondia:
- Siiim... Rafa... Siiim... assim... enfia até o fundo!
O pau dele entrava limpo na buceta da minha esposa, e a pelve dele batia contra a bunda dela de um jeito absurdo. Tinha momentos em que ele praticamente levantava o corpo dela com cada investida. E eu, naquele momento, movido pela tesão, comecei a me masturbar vendo aquele espetáculo.
- Aiii... siim... assim... não para... não paraaa!
A cena era demais de gostosa. Rafa não parava de Enfiar nela e, mesmo com a cabeça da Gabriela enterrada nas almofadas, seus gemidos estavam bem altos, o que me fez pensar que algum vizinho provavelmente podia ouvir, e isso me excitou ainda mais.
- Mmhhgg... isso... assim... não para, Rafa...
Rafa não parava de se mover, e suas mãos batiam uma e outra vez nas nádegas da minha esposa, deixando-as completamente vermelhas, e eu não parava de me masturbar. Até que, depois de vários minutos assim, tive uma necessidade imperiosa de gozar. E foi só nesse momento que entendi por que a Gabriela tinha colocado aquele balde dentro do móvel. Então peguei ele e, sem parar de observá-los, comecei a me esvaziar lá dentro. Dava pra ouvir meu coração batendo rápido e meu pau ficando mais duro ao escutar os gemidos da minha esposa. Era alucinante tudo aquilo. E quando finalmente terminei, baixei o balde devagar e continuei olhando. Para minha surpresa, nessa hora a Gabriela tirou a cabeça das almofadas e virou na direção do móvel, começando a gemer tremendamente.
- Ayyy... isso... assim... já... já... ayyy...
Sem dúvida, o Rafa tinha feito ela gozar, e a putinha tinha querido fazer isso me vendo. E o Rafa, vendo como a Gabriela estava gozando, continuou batendo e enfiando nela com força, até que depois de alguns minutos ele segurou firme seus quadris e começou a gemer.
- Aarrgghhh... issooo... que... delícia...
Rafa finalmente tinha acabado, e tinha gozado dentro dela. E nesse momento, a Gabriela virou pra me olhar de novo. Parecia que ela sabia o que eu estava fazendo e sabia que eu tinha curtido tanto quanto ela. Quando o Rafa se separou dela, ele deu um passo pra trás e pude ver o pau dele escorrendo porra, e a Gabriela se deixou cair de bruços no sofá.
- Que animal, Rafa, que pau gostoso você tem.
Rafa só riu, olhou pro relógio e disse:
- Queria ficar mais tempo, mas não quero que seu marido nos pegue.
- Tem razão.
Os dois se levantaram, e o Rafa começou a se vestir, enquanto a Gabriela acendeu um cigarro e, quando ele... ele ficou pronto, se despediu com um beijo rápido e saiu da minha casa. Gabriela, nua e com o rosto avermelhado e perolado de suor, me perguntou:
- Gostou do que viu?
Eu, lá de dentro, respondi:
- Sim, demais.
Gabriela continuou fumando e me perguntou:
- Usou o balde?
- Eee... sim.
Ela começou a rir e depois se levantou, abriu o móvel e, espantada, me disse:
- Mas olha só, você tá todo banhado de suor! Quantas vezes você gozou?
- Só uma.
- Bom, vai se acostumando. Não esquece de limpar o balde...Obrigado por ler! Lembra que se você tiver lembranças de um bom conto, escreva o nome dele e com prazer a gente posta para você ler de novo hehe
Relato por: esposopicaro.
Há 10 dias, TodoRelatos.
- E me diga, querido, você gostou de ver o Rafa me penetrando ontem à noite?
A pergunta da Gabriela me causou certo desconforto, mas eu não podia mentir para ela.
- Sim, Gabriela, gostei muito de ver o Rafa te possuindo.
Gabriela deu um gole no seu café e, sorrindo, me disse:
- Nossa, não pensei que você fosse gostar tanto. Então isso é sério?
- Bom, se você quiser assim...
- Claro que eu quero, mas... por que você não tinha me contado antes?
- É que eu não achei que você fosse aceitar.
- Bom, agora que você sabe que eu aceito, vamos continuar com esse estilo de vida?
- Sim, claro.
- Bom, então deixa eu te dizer que me adiantei à sua resposta e convidei o Rafa para vir de novo. Mas deixa eu te avisar: agora vai ser pelas minhas regras.
As palavras da Gabriela me confundiram um pouco. Eu não sabia ao que ela estava se referindo.
- O que você quer dizer com "suas reglas"?
- Bom, para começar, quero que quando eu estiver com o Rafa ou algum outro amigo, você entre no móvel que está no corredor e, sem fazer nenhum escândalo, assista tudo de dentro.
- Sério que você quer que eu faça isso?
- Claro. Inclusive, tomei a liberdade de tirar algumas coisas do móvel para você ficar mais confortável.
- Ta... ta... tá bom, se é assim que você quer.
- Ok, então não vamos discutir mais esse assunto. Agora me deixa ir me preparar, porque o Rafa não deve demorar.
Gabriela se levantou da mesa e, sem dizer mais nada, foi para o quarto. Eu, por minha parte, fui direto para o móvel que estava no corredor, abri as portas e confirmei o que a Gabriela tinha me dito. Ela já tinha tirado algumas das coisas que a gente guardava lá dentro e, no lugar, tinha colocado um banquinho de madeira e, ao lado dele, um baldinho de plástico. Na hora, eu não soube para que ela tinha colocado aquilo ali, mas decidi não perguntar. Então, nervoso, entrei naquele móvel e tentei me acomodar da melhor forma possível. Fechei a porta e percebi que pelas frestas conseguia ver perfeitamente a sala. Gabriela sem dúvida tinha pensado em tudo. Saí e fui para a sala e, um pouco nervoso, acendi um cigarro. Quando ela saiu do quarto, estava com a bolsa na mão e vestindo um roupão minúsculo que deixava as pernas à mostra.
- E esse roupão?
- Comprei ontem. Gostei porque é curto e também porque acho que vai facilitar as coisas.
Não tive dúvidas. Gabriela tinha pensado em tudo e também percebi que ela estava começando a curtir tudo aquilo, talvez até mais do que eu.
- Bom, querido, só mais uma coisa.
- Fala.
- Quando eu estiver com meus amigos, você quer que eles usem camisinha ou prefere que gozem dentro de mim?
A pergunta da Gabriela me deu uma pontada no membro e, nervoso, respondi:
- Eee... mmhh... bu... buu... bom... que gozem dentro de você.
Quando eu disse isso, de novo um sorriso se desenhou no rosto dela.
- Bom, então vai ser assim. Agora entra no móvel que o Rafa não deve demorar e lembra: não vai fazer nenhum tipo de barulho.
Obediente, entrei no móvel e Gabriela fechou a porta por fora, depois me disse:
- Fica quietinho.
De novo me sentei no banquinho e me acomodei como pude, começando a esperar. Gabriela pegou a bolsa, tirou um frasco de perfume e passou um pouco por todo o corpo. Acendeu outro cigarro e sentou no sofá. Para mim, aquela espera parecia uma eternidade e, enquanto pensava no que ia acontecer, talvez eu tivesse exagerado e na verdade não quisesse isso, mas agora não tinha volta. E de repente a campainha tocou. Gabriela apagou o cigarro, levantou do sofá e foi direto abrir a porta. Comecei a ouvir a voz do Rafa.
- Oi, Gabrielita.
- Rafa, pensei que você não ia vir.
- E perder a chance de estar com você de novo?
Ouvi Gabriela fechando a porta e, instantes depois, os dois estavam quase na minha frente.
- Senta, Rafa. Quer uma cerveja?
- Claro. Entro na cozinha e o Rafa sentou na sala e começou a perguntar:
- E seu marido?
Ouvi a Gabriela responder da cozinha:
- Saiu com uns amigos, já pode imaginar.
- Caramba, que cara mais idiota. Olha só, preferir ficar com os amigos do que com você.
Gabriela saiu da cozinha com duas cervejas e, depois de dar uma pro Rafa, sentou ao lado dele. Nesse momento, o roupão subiu quase por completo, deixando as pernas dela à mostra. O Rafa logo começou a dizer:
- Que roupão bonito, costuma usar em casa?
- Só quando meu marido não tá ou quando vou receber visitas... hahahaha.
- Nossa! Então não sou o único?
- Não, Rafa. Sou uma mulher muito fogosa e meu marido não me satisfaz como eu gostaria.
- Bom, qualquer mulher faria o mesmo.
- Eu sei, e por isso não sinto nenhum remorso em ficar com meus amigos.
Não acreditava. A Gabriela estava se comportando como uma verdadeira piranha.
- Nossa, você é bem desinibida mesmo.
Gabriela deu mais um gole na cerveja e respondeu:
- E você ainda nem me conhece direito, nem sabe até onde eu posso ir.
Nesse momento, Gabriela deixou a cerveja na mesa de centro e quase num pulo foi pra cima das pernas do Rafa, dizendo:
- Gosta das minhas pernas? Por que não as acaricia um pouco?
O Rafa, meio surpreso por ter minha esposa assim, colocou uma das mãos nas coxas dela e começou a acariciá-las com força, enquanto ela começou a beijar seu rosto.
- Mmhh... Isso, Rafa, assim... me acaricia, sou toda sua.
A mão do Rafa começou a subir e descer pelas pernas dela, enquanto a outra mão entrou por baixo do roupão e foi direto pra sua bunda, começando a esfregar.
- Mmhhh... Gabriela, que corpo firme você tem.
De onde eu estava, dava pra ver os dois começando uma putaria tremenda. As mãos do Rafa subiam e desviam percorrendo o corpo da minha esposa, e ela respondia beijando e acariciando o rosto dele.
- Siii... Rafa... assim... não para.
Depois de uns instantes, o Rafa levou a mão até a... os peitos da minha esposa, ela abriu o roupão e, depois de contemplá-los por alguns instantes, enterrou o rosto neles e começou a beijá-los,
- mmhh... Gabriela, que peitos tão firmes você tem... mmhhhh...,
Eu podia ouvir a boca do Rafa chupando os peitos da minha esposa enquanto ela só gemía e se contorcia de prazer,
- sii... Rafa... continua,
Eu não acreditava no que estava vendo, ela nunca tinha se comportado assim comigo, parecia que aquela mulher não era minha esposa,
- siii... Rafa... que tesão você me dá,
Rafa não parava de apalpar e ela, toda gostosa, deixava, até que depois de uns instantes ela disse:
- vamos, Rafa, agora me deixa ver esse pedaço enorme de carne que me fez tão feliz,
- mas claro, Gabriela,
Minha esposa quase deu um pulo, ficou de pé em frente ao Rafa, tirou o roupão ficando só de calcinha e disse:
- gosta do que vê?,
- claro,
Apressada, ela segurou a lateral da calcinha e começou a deslizá-la até tirar completamente. Já nua, foi direto pro sofá e ficou de quatro, deixando a bunda na frente do Rafa. Ele, vendo a posição da minha esposa, começou a se despir e, quando ficou pronto, se posicionou atrás dela, segurou o pau e começou a esfregar na bunda da minha esposa,
- olha como você me deixou puta,
O pau do Rafa era realmente bem grande e grosso, e a Gabriela, sentindo o atrito daquela rola, olhou por cima do ombro e, ansiosa, começou a mexer o quadril de um lado pro outro,
- woaaaww... que quente eu sinto seu pau, já mete em mim, por favor!,
Rafa começou a guiar o pau até que ele ficou bem na entrada da buceta dela, depois colocou as mãos nos quadris e, antes de penetrar, perguntou:
- quer que eu meta com força?,
Gabriela, sem parar de olhar pra ele, respondeu de um jeito que nunca tinha feito comigo,
- siii... mete até o fundo,
Rafa apertou a bunda dela e, com um empurrão, enfiou o pau todo dentro. Ela, sentindo aquele pedaço de carne dentro, virou a cabeça e soltou um gemido forte, - Aaaiiiii... que enormeeee!
Rafa ficou parado por uns instantes, sem dúvida estava curtindo aquele momento, enquanto Gabriela, com a respiração ofegante, segurava firme nas almofadas do sofá, tentando se acostumar àquele pauzão.
- O que foi, Gabriela, é grande demais?
Pude ver Gabriela engolindo em seco e, com a voz falhando, ela disse:
- Mnhhg... n... não... tá... tá... tá bom.
Rafa começou a se mexer, o safado tirava o pau completamente e depois enfiava devagar até o fundo. Gabriela só mexia o quadril de um lado pro outro, tentando acompanhar aquele membro enorme, mas dava pra ver os olhos e a boca dela se abrindo tremendamente a cada penetração.
- Mmhhh... Gabrielita, sua buceta parece um vulcão.
Gabriela baixou a cabeça e, sem soltar as almofadas, respondeu:
- Siiim... Rafaaa... siim... seu pau me deixa bem quente.
Rafa, ao ouvir isso, continuou com aquele vai e vem. O rosto da minha esposa se distorcia com o pauzão do Rafa. Sem dúvida, aquilo era demais pra ela, e a buceta devia estar se dilatando horrores, já que Gabriela não tinha tido muitos amantes. Mas a forma como ela agia me deixava cada vez mais excitado. Rafa não parava e, pelo contrário, seus movimentos foram ficando mais e mais rápidos. Gabriela, de uma vez, enterrou o rosto nas almofadas, e essa posição deixou sua bunda ainda mais empinada. Rafa, vendo a oportunidade, começou a dar palmadas enquanto falava:
- Você gosta do meu pau, sua putinha?
Minha esposa, sem levantar a cabeça, só respondia:
- Siiim... Rafa... Siiim... assim... enfia até o fundo!
O pau dele entrava limpo na buceta da minha esposa, e a pelve dele batia contra a bunda dela de um jeito absurdo. Tinha momentos em que ele praticamente levantava o corpo dela com cada investida. E eu, naquele momento, movido pela tesão, comecei a me masturbar vendo aquele espetáculo.
- Aiii... siim... assim... não para... não paraaa!
A cena era demais de gostosa. Rafa não parava de Enfiar nela e, mesmo com a cabeça da Gabriela enterrada nas almofadas, seus gemidos estavam bem altos, o que me fez pensar que algum vizinho provavelmente podia ouvir, e isso me excitou ainda mais.
- Mmhhgg... isso... assim... não para, Rafa...
Rafa não parava de se mover, e suas mãos batiam uma e outra vez nas nádegas da minha esposa, deixando-as completamente vermelhas, e eu não parava de me masturbar. Até que, depois de vários minutos assim, tive uma necessidade imperiosa de gozar. E foi só nesse momento que entendi por que a Gabriela tinha colocado aquele balde dentro do móvel. Então peguei ele e, sem parar de observá-los, comecei a me esvaziar lá dentro. Dava pra ouvir meu coração batendo rápido e meu pau ficando mais duro ao escutar os gemidos da minha esposa. Era alucinante tudo aquilo. E quando finalmente terminei, baixei o balde devagar e continuei olhando. Para minha surpresa, nessa hora a Gabriela tirou a cabeça das almofadas e virou na direção do móvel, começando a gemer tremendamente.
- Ayyy... isso... assim... já... já... ayyy...
Sem dúvida, o Rafa tinha feito ela gozar, e a putinha tinha querido fazer isso me vendo. E o Rafa, vendo como a Gabriela estava gozando, continuou batendo e enfiando nela com força, até que depois de alguns minutos ele segurou firme seus quadris e começou a gemer.
- Aarrgghhh... issooo... que... delícia...
Rafa finalmente tinha acabado, e tinha gozado dentro dela. E nesse momento, a Gabriela virou pra me olhar de novo. Parecia que ela sabia o que eu estava fazendo e sabia que eu tinha curtido tanto quanto ela. Quando o Rafa se separou dela, ele deu um passo pra trás e pude ver o pau dele escorrendo porra, e a Gabriela se deixou cair de bruços no sofá.
- Que animal, Rafa, que pau gostoso você tem.
Rafa só riu, olhou pro relógio e disse:
- Queria ficar mais tempo, mas não quero que seu marido nos pegue.
- Tem razão.
Os dois se levantaram, e o Rafa começou a se vestir, enquanto a Gabriela acendeu um cigarro e, quando ele... ele ficou pronto, se despediu com um beijo rápido e saiu da minha casa. Gabriela, nua e com o rosto avermelhado e perolado de suor, me perguntou:
- Gostou do que viu?
Eu, lá de dentro, respondi:
- Sim, demais.
Gabriela continuou fumando e me perguntou:
- Usou o balde?
- Eee... sim.
Ela começou a rir e depois se levantou, abriu o móvel e, espantada, me disse:
- Mas olha só, você tá todo banhado de suor! Quantas vezes você gozou?
- Só uma.
- Bom, vai se acostumando. Não esquece de limpar o balde...Obrigado por ler! Lembra que se você tiver lembranças de um bom conto, escreva o nome dele e com prazer a gente posta para você ler de novo hehe
1 comentários - Vida de corno, escondido e olhando.