Vida de cornudo, escondido y mirando.

Leia a descrição pra não ter nenhum problema c:

Relato por: esposopicaro.
Há 10 dias, TodoRelatos.

— E me diz, amor, você gostou ontem à noite de ver o Rafa me comendo?

A pergunta da Gabriela me deixava meio desconfortável, mas eu não podia mentir pra ela.

— Sim, Gabriela, gostei muito de ver o Rafa te fazendo sua.

Gabriela deu um gole no café e, sorrindo, me disse:

— Puxa, não pensei que você fosse gostar tanto. Então isso é sério?

— Bom, se você quiser assim...

— Claro que quero, mas... por que você não me contou antes?

— É que não achei que você fosse aceitar.

— Bom, agora que você sabe que eu aceito, vamos continuar com esse estilo de vida?

— Sim, claro.

— Então deixa eu te dizer que me adiantei à sua resposta e convidei o Rafa pra vir de novo, mas agora vai ser sob minhas regras.

As palavras da Gabriela me confundiram um pouco, não sabia ao que ela se referia com isso.

— Como assim, suas regras?

— Bom, pra começar, quero que quando eu estiver com o Rafa ou qualquer outro amigo, você entre no armário que está no corredor e, sem fazer barulho, assista tudo de dentro.

— Sério que você quer que eu faça isso?

— Claro, inclusive tomei a liberdade de tirar algumas coisas do armário pra você ficar mais confortável.

— Ta... ta... tá bom, se é assim que você quer.

— Ok, então não se fala mais nisso. Agora deixa eu ir me preparar, porque o Rafa não deve demorar.

Gabriela levantou da mesa e, sem dizer mais nada, foi pro quarto. Eu, por minha vez, fui direto pro armário que estava no corredor, abri as portas e confirmei o que Gabriela tinha dito. Ela já tinha tirado algumas coisas que guardávamos lá dentro e, no lugar, tinha colocado um banquinho de madeira e, ao lado dele, um baldinho de plástico que na hora eu não entendi pra que servia, mas decidi não perguntar. Então, nervoso, entrei naquele armário e tentei me acomodar da melhor forma possível. Fechei a porta e percebi que pelas frestas dava pra ver perfeitamente a sala. Gabriela, sem dúvida, tinha pensado em tudo. Saí e fui pra sala, e meio nervoso, acendi um cigarro. Quando ela saiu do quarto, estava com a bolsa na mão e vestindo um roupão minúsculo que deixava as pernas dela de fora.

— E esse roupão?
— Comprei ontem. Gostei porque é curto e também porque acho que vai facilitar as coisas.

Não tive dúvida: Gabriela tinha pensado em tudo, e também percebi que ela começava a curtir tudo aquilo, talvez até mais do que eu.

— Bom, amor, só mais uma coisa.
— Fala.
— Quando eu estiver com meus amigos, você quer que eles usem camisinha ou prefere que gozem dentro de mim?

A pergunta da Gabriela me deu uma pontada no pau e, nervoso, respondi:

— Ééé... mmhh... bê... bê... bem... que gozem dentro de você.

Quando falei isso, um sorriso se desenhou no rosto dela de novo.

— Bom, então assim será. Agora entra logo no armário que o Rafa não deve demorar, e lembra: não vai fazer barulho nenhum.

Obedeci mansamente e entrei no armário. Gabriela fechou a porta por fora e depois me disse:

— Fica quietinho.

Sentei de novo no banquinho, me acomodei como pude e comecei a esperar. Gabriela pegou a bolsa, tirou um vidrinho de perfume e passou um pouco no corpo todo. Acendeu outro cigarro e sentou no sofá. Pra mim, aquela espera era eterna, e enquanto pensava no que ia rolar, talvez eu tivesse passado dos limites e não quisesse aquilo de verdade, mas agora não tinha volta. De repente, a campainha tocou. Gabriela apagou o cigarro, levantou do sofá e foi direto pra porta. Abriu, e comecei a ouvir a voz do Rafa.

— Oi, Gabrielinha.
— Rafa, pensei que você não ia vir.
— E perder a chance de ficar com você de novo?

Ouvi Gabriela fechando a porta, e instantes depois, os dois estavam quase na minha frente.

— Senta, Rafa. Quer uma cerveja?
— Claro.

Gabriela Entro na cozinha e o Rafa sentou na sala e começou a perguntar:
— E seu marido?
Ouvi a Gabriela respondendo da cozinha:
— Foi com uns amigos, já viu, né?
— Poxa, que cara mais idiota, olha só, preferir ficar com os amigos do que com você.
Gabriela saiu da cozinha com duas cervejas e, depois de dar uma pro Rafa, sentou do lado dele. Nessa hora, o roupão subiu quase todo, deixando as pernas dela à mostra, e o Rafa já foi falando:
— Que roupão bonito, você costuma usar ele em casa?
— Só quando meu marido não tá ou quando vou receber visitas... hahahaha.
— Pô! Então não sou o único?
— Não, Rafa, sou uma mulher muito fogosa e meu marido não dá conta do que eu quero.
— Bom, qualquer mulher faria o mesmo.
— Eu sei, e por isso não sinto remorso nenhum em ficar com meus amigos.
Não acreditei, a Gabriela tava se comportando que nem uma putinha.
— Nossa, você é bem sem vergonha mesmo.
Gabriela deu mais um gole na cerveja e respondeu:
— E você ainda não me conhece até onde eu vou.
Nessa hora, Gabriela largou a cerveja na mesinha de centro e, quase num pulo, sentou no colo do Rafa e disse:
— Gostou das minhas pernas? Por que não passa a mão um pouco?
Rafa, meio surpreso de ter minha esposa assim, pousou uma das mãos nas coxas dela e começou a apertar forte, enquanto ela beijava o rosto dele.
— Mmhh... Isso, Rafa, assim... me acaricia, sou sua.
A mão do Rafa começou a subir e descer pelas pernas dela, enquanto a outra mão entrou por baixo do roupão e foi direto pra bunda dela, começando a esfregar.
— Mmhhh... Gabriela, que corpo durinho você tem.
De onde eu tava, dava pra ver os dois começando uma putaria danada. As mãos do Rafa subiam e desciam pelo corpo da minha esposa, e ela respondia beijando e acariciando o rosto dele.
— Isso... Rafa... assim... não para.
Depois de uns segundos, Rafa subiu a mão até a peitos da minha esposa abriu o roupão e depois de contemplá-los por uns instantes enterrou o rosto neles e começou a beijá-los,
— mmhh... Gabriela, que peitos firmes você tem... mmhhhh....,
Dava pra ouvir a boca do Rafa sugando os peitos da minha esposa enquanto ela só gemia e se contorcia de prazer,
— siii... Rafa... continua,
Não acreditava no que estava vendo, ela nunca tinha agido assim comigo, parecia que aquela mulher não era minha esposa,
— siii... Rafa... como você me deixa com tesão,
Rafa não parava de apalpar e ela, gostosa, se deixava fazer, até que depois de uns instantes ela disse pra ele,
— vamos, Rafa, agora deixa eu ver esse pedaço enorme de carne que me fez tão feliz,
— claro, Gabriela,
Minha esposa quase de um pulo se levantou e na frente do Rafa tirou o roupão, ficando só de calcinha e sutiã, e disse,
— você gosta do que vê?
— claro,
Apressada, segurou a calcinha fio dental pelos lados e começou a deslizar até tirar completamente, e já nua foi direto pro sofá e ficou de quatro, deixando a bunda na cara do Rafa. Ele, vendo a disposição da minha esposa, começou a se despir e quando ficou pronto se ajeitou atrás dela, segurou o pau e começou a esfregar na bunda dela,
— olha como você me deixou, putinha,
O pau do Rafa era realmente bem grande e grosso, e Gabriela, sentindo o roçar daquele membro, olhou por cima do ombro e, ansiosa, começou a mexer a cintura de um lado pro outro,
— uaaau... que tesão sentir seu pau, enfia logo em mim, por favor!,
Rafa começou a guiar o pau até ele ficar bem na entrada da buceta dela, depois apoiou as mãos na cintura dela e, antes de penetrar, perguntou,
— quer que eu meta forte?,
Gabriela, sem tirar os olhos dele, respondeu de um jeito que nunca tinha feito comigo,
— siii... enfia até o fundo,
Rafa apertou a bunda dela e com um empurrão enfiou o pau inteiro nela. Ela, sentindo aquele pedaço de carne dentro, virou a cabeça e soltou um gemido forte. - aaaaiiiii...que enorme isso!
rafa ficou parado uns instantes, sem dúvida tava curtindo aquele momento, enquanto Gabriela, com a respiração ofegante, segurava firme as almofadas do sofá tentando se adaptar àquele membro enorme,
- o que foi, Gabriela, grande demais?
eu vi Gabriela engolir seco e com a voz trêmula falou,
- mnhhg..n..não...tá..tá...tá...bem,
rafa começou a se mover, o filho da puta, tirava a pica toda e depois enfiava devagar até o fundo. Gabriela só mexia a cintura de um lado pro outro tentando se encaixar naquele pauzão, mas dava pra ver os olhos e a boca dela se abrindo pra caralho a cada penetrada,
- mmhhh...Gabrielinha, sua buceta parece um vulcão,
Gabriela baixou a cabeça e sem soltar as almofadas respondeu,
- siiiim...rafaaa...siim...sua pica me deixa toda molhada,
rafa ao ouvir isso continuou com aquele vai e vem, o rosto da minha esposa se desfigurava com a pica enorme do rafa, sem dúvida aquilo era demais pra ela e a buceta dela devia tar se dilatando pra caramba, porque Gabriela não tinha tido muitos amantes, mas aquele jeito de agir me deixava cada vez mais excitado. rafa não parava, pelo contrário, os movimentos foram ficando mais e mais rápidos, e Gabriela enterrou de vez a cara nas almofadas, e aquela posição deixou a bunda dela ainda mais empinada. rafa vendo a oportunidade começou a dar tapas na bunda dela enquanto falava,
- cê gosta da pica do seu macho, sua putinha,
Minha esposa sem levantar a cabeça só respondia,
- siim..rafa..Siiim...assim...enfia até o fundo!
A pica dele entrava lisinho na buceta da minha esposa e a pelve dele batia na bunda dela com uma força do caralho, tinha hora que ele praticamente levantava o corpo dela a cada estocada. E eu naquele momento, movido pelo tesão, comecei a bater uma vendo aquele espetáculo,
- aiii..siim..assim..não para..não paraaaa!
A cena era morbidamente excitante, rafa não parava investir nela e, apesar de Gabriela estar com a cabeça enterrada nos almofadões, seus gemidos estavam bem altos, o que me fez pensar que algum vizinho devia estar ouvindo, e isso me excitava ainda mais.
— Mmhhgg... isso... assim... não para, Rafa.

Rafa não parava de se mexer, e as mãos dele caíam uma por uma nas nádegas da minha esposa, deixando-as completamente vermelhas. Eu não parava de me masturbar, até que, depois de vários minutos assim, tive uma necessidade imensa de gozar. E foi só naquele momento que entendi por que Gabriela tinha colocado aquele balde dentro do móvel. Então peguei ele e, sem parar de olhar para os dois, comecei a me esvaziar ali dentro. Dava pra ouvir meu coração batendo acelerado e meu pau ficando mais duro ao som dos gemidos da minha esposa. Era alucinante tudo aquilo. E quando finalmente terminei, abaixei o balde devagar e continuei olhando. Para minha surpresa, naquele instante Gabriela tirou a cabeça dos almofadões, virou o rosto na direção do móvel e começou a gemer descontroladamente:

— Ayyy... isso... assim... já... já... ayyyyy.

Sem dúvida, Rafa tinha feito ela gozar, e a putinha tinha feito questão de que eu visse. E Rafa, vendo como Gabriela estava aproveitando, continuou batendo na bunda dela e investindo com força até que, depois de alguns minutos, segurou firme os quadris dela e começou a gemer:

— Aarrgghhh... siiiim... que... delíciaaaa.

Rafa finalmente tinha terminado, e gozou dentro dela. Naquele momento, Gabriela virou de novo para me olhar. Parecia que sabia o que eu estava fazendo e que eu tinha curtido tanto quanto ela. Quando Rafa se afastou, foi pra trás, e eu pude ver o pau dele escorrendo porra. Gabriela se deixou cair de bruços no sofá.

— Que bárbaro, Rafa. Que pau gostoso você tem.

Rafa só riu, olhou pro relógio e disse:

— Adoraria ficar mais, mas não quero que seu marido nos pegue.

— Tem razão.

Os dois se levantaram. Rafa começou a se vestir, e Gabriela acendeu um cigarro. Quando ele Ele ficou pronto, se despediu com um beijo rápido e saiu da minha casa. Gabriela, nua, com o rosto vermelho e perlado de suor, me perguntou:
— Gostou do que viu?
Eu, de dentro, respondi:
— Sim, pra caralho.
Gabriela continuou fumando e me perguntou:
— Usou o balde?
— Eee... sim.
Ela começou a rir, depois se levantou, abriu o armário e, surpresa, disse:
— Mas olha só, você tá banhado de suor. Quantas vezes gozou?
— Só uma.
— Bom, vai se acostumando. Não esquece de limpar o balde...Valeu por ler! Lembra que se você tem lembranças de uma boa história, escreve o nome dela que a gente posta com prazer pra você ler de novo hehe

1 comentários - Vida de cornudo, escondido y mirando.

Uyy ya no comes más ahí, ahora solo es él y el balde, saludos gente!! 😎 estuvo bueno 😃