Mãe Argentina 3 (2021)

Autor Original http://www.poringa.net/BarcenaG

Depois daquela noite, não rolou mais nada. Pra eu chegar perto de novo do jeito que fiz, vou ter que esperar ela beber demais de novo, porque ela tem o sono leve.


Foi assim que comecei a esquecer ela e continuei tocando minha vida normal. Trabalhando e me esforçando, surgiu a oportunidade de comprar um carro. Pra mim foi o máximo, usava ele pra ir pra todo canto, levar a família, mas quem mais curtia era minha mãe. Ela pedia pra eu levá-la no clube e no trabalho. Assim a gente ficou mais próximo e criou uma confiança. Além de ser professora, ela tinha um trampo num escritório no centro. Toda vez que eu ia buscá-la no serviço e levava ela pro clube, ela insistia pra eu me inscrever na natação com ela. Depois de tanto encher o saco, eu me inscrevi. A gente se divertia pra caralho, sexta-feira sempre ficavam os boys do clube pra comer e a gente era convidado.


Depois de uma dessas reuniões, a gente pegou a estrada pra casa. No caminho, a gente ia falando de tudo um pouco. Até que, chegando em casa, ela me disse que tava com uma dívida no banco e, como eu tava indo bem, queria saber se eu podia dar uma força com isso. Eu falei que, com o carro novo e outros gastos, não ia rolar.

Ela ficou puta e desceu do carro. Pra acalmar ela, peguei na mão dela e mandei subir. Como eu tava meio bêbado, saiu de dentro de mim e eu soltei.



- Tá bom, eu te empresto a grana, mas você vai fazer algo por mim...
- Sim sim, vou te pagar com juros, não se preocupa, eu quando...
- Kkkk não não, eu te empresto a grana, mas quero que você me chupe um pouquinho. - Falei enquanto desafivelava o cinto. - Você é doente, punheteiro? Como é que você tem coragem de me pedir isso? - Ela, ofendida e puta, saiu do carro feito uma fera.


Eu não sabia o que fazer, fiquei preocupado no carro um tempão pensando nas coisas que iam rolar. Mas no final criei coragem e entrei. Pra minha sorte, tava tudo em silêncio e ninguém sabia de nada. Fui dormir pensando no que me esperava amanhã.


Quando acordei, estava tudo normal. Bom, nem tudo, porque minha mãe ainda não queria olhar pra mim. Daí meu irmão foi com os amigos e minha avó tava tirando um cochilo, aí fui até onde minha velha tava.


- cara, tava só zoando, não leva a sério.
— Eu não gosto dessas coisas. Essas piadas estranhas suas me deixaram muito desconfortável, não faz mais isso.
- Tá bom.


Nos dias seguintes, ela começou a ir pro clube sozinha. Até que chegou a sexta-feira, que como toda sexta, a gente ficava pra comer. Ver minha mãe com aquelas leggings que destacavam a bunda dela, e ainda mais a calcinha fio dental, tava me deixando com tesão. Eu não conseguia parar de olhar pra ela. Como sempre, ficou tarde e naquela madrugada começou a chover. Isso fez minha mãe me pedir pra irmos juntos. Eu tava dirigindo em silêncio até que ela me pediu pra parar num posto pra comprar cigarros. Quando ela subiu, quebrou o silêncio.


- Sabe... Tava pensando naquilo que você me pediu...
- Do nada ela começa a chorar, parecia desesperada.
- Os cara do banco não param de ligar.

- Mãe, eu... não tenho tanta grana agora.
- Falei pra ver até onde ela ia.

- Tá bom, se você quer que eu me humilhe, vou fazer isso, seu merda.
- Enquanto falava isso, começou a puxar meu short e minha cueca pra baixo. Se inclinou até deixar meu pau perto do rosto dela, abriu a boca e lambeu o líquido pré-gozo que escorria pela minha cabeça.
- Ahh, valeu, gostosa... - soltei enquanto me preparava pra aproveitar.



Enquanto ela chupava a cabeça da minha rola, subindo e descendo igual uma profissional.
- Vai, gostosa. Mais rápido.
- Eu dizia enquanto puxava o cabelo dela.

Enquanto se ouvia ela engasgar com minha pica. Tentei pegar nos peitos dela, mas ela não deixou.
—Você me pediu só isso, não enche o saco.
—Disse, parando minha mão.

- Desculpa, pode continuar.
Continuou chupando até eu gozar. Não avisei e gozei tudo na boca dela. Ela, puta da vida, cuspiu tudo num guardanapo.
— É melhor tu ter a grana. — sentenciou.
- Sim, obrigado, gostosa. Adorei.
- Vai, dirige logo que quero dormir.


Quando chegamos, entreguei a grana e fomos dormir cada um na sua cama.

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